Olá, amigos, trouxe um conto novo pra vocês ficarem de sacanagem comigo. Espero fazer vocês sentirem o mesmo que eu senti naquele momento e que consigam imaginar tudo. Tudo começou quando, há uns meses, eu e minha esposa começamos a procurar uma casa maior pra comprar. Minha parceira dizia que era por causa dos cachorros, que precisavam de jardim, espaço pra correr, pra não viver apertados no nosso apartamento. Mas, mesmo ela tendo razão, tinha algo a mais que me mantinha animado em cada visita imobiliária: a Martina. A corretora que nos mostrava os imóveis era mais que eficiente. Cada vez que ela nos recebia com aquela blusa justa e aquele perfume suave, mas embriagante, algo em mim despertava. Ela tinha um jeito de olhar que não era por acaso. Não era profissional. Era calculado, suave, com uma faísca de provocação mal contida. E eu… eu a desejava mais do que queria admitir. Mas minha esposa estava sempre ali. Andando ao meu lado, perguntando sobre os materiais, a orientação do sol, o espaço pra casinha dos cachorros. E eu, sorrindo, concordava, fingindo que não notava como a Martina brincava com o cabelo ou se inclinava mais do que o necessário pra mostrar plantas ou abrir portas. Até aquele dia. “Minha esposa não vai poder vir”, falei ao chegar na visita. Martina levantou uma sobrancelha, aquele sorriso safado aparecendo nos lábios dela. “Então… é só pra você hoje”, disse, baixando a voz de leve. A casa estava vazia. Uma construção nova, sem móveis, sem vida, como se esperasse que algo acontecesse ali pela primeira vez. Martina me guiou pelos cômodos com calma, mas a proximidade dela era diferente. O roçar dos dedos quando me entregava as chaves, a risada baixa ao comentar sobre a vista da sacada. Até que, na sala principal, ela parou. “Você gostou da casa?”, perguntou, mas o olhar dela já não estava nas paredes. Estava nos meus lábios. “Não tanto quanto você”, respondi. Não sei quem se mexeu primeiro. Só sei que, num instante, as mãos dela estavam na minha camisa e as minhas na cintura dela. Ela me beijou com uma mistura de raiva e desejo que me deixou sem fôlego. A língua exigente dela, os lábios molhados, os gemidos baixinhos que escapavam entre cada toque. Ela me empurrou contra uma das paredes ainda sem pintura e, sem parar de me beijar, levou minha mão até a coxa dela. A pele quente, trêmula. Ela não tava de calcinha. "Faz semanas que eu te quero assim", sussurrou no meu ouvido, antes de se ajoelhar. O olhar que ela me deu de baixo foi uma mistura de triunfo e fome. Ela desabotoou minha calça sem tirar os olhos de mim. Tinha um sorriso safado nos lábios, como se tudo aquilo fosse parte de um jogo que ela finalmente podia vencer. A língua dela foi firme e devagar, e eu tive que fechar os olhos pra não perder o controle cedo demais. Ela me olhava enquanto fazia aquilo, com uma entrega total, como se soubesse exatamente que parte de mim precisava de mais atenção. Quando se levantou, me beijou com os lábios molhados, e sem dizer nada, se virou, apoiando as mãos na parede. "Me come toda! Me faz tua!", disse. "Aqui, do jeito que a gente imaginava toda vez que você vinha com ela." Eu penetrei ela com uma urgência brutal, o som dos nossos corpos se chocando enchendo o espaço vazio. Ela gemia meu nome, mordia o braço pra não gritar. O ritmo ficou mais selvagem, mais cru. O corpo dela tremia, e o meu não demorou a seguir. Quando chegamos no fim, foi como se tudo que ficou guardado por semanas se libertasse de uma vez. Ficamos em silêncio, respirando pesado, ainda colados um no outro. Martina se virou, com o cabelo bagunçado, os lábios inchados e aquele sorriso que ia me perseguir muito depois de eu sair daquela casa. E eu soube que aquela propriedade... nunca seria pros cachorros. Valeu por ler! Espero que tenham gostado. Deixo umas imagens pra temperar o relato, olha só o que é essa MILFOTA🤤





3 comentários - Esa casa no era para mi, pero si su vendedora ( con img 🤤)