Não sei como as coisas chegaram a isso, mas o que aconteceu aconteceu. Tudo começou tão simples, minha namorada veio na minha casa ver filmes comigo. Por algum motivo a TV do meu quarto não conectava no meu celular e tive que pedir permissão pro meu pai pra assistirmos na sala. Tenho certeza que se minha namorada não estivesse lá ele teria dito não, mas assim que viu ela, topou na hora. Me incomodou um pouco o jeito que ele olhou pra ela, mas não podia culpá-lo - ela era uma gostosa e eu tinha sorte de tê-la comigo.
Meu pai ficou com a gente pra assistir aos filmes, mas deu pra perceber que minha namorada era o que chamava a atenção dele. Ela estava sentada entre nós dois, bem do meu lado. Meu pai e ela ficaram conversando o filme inteiro, me deixando de fora da conversa. Tentei me incluir, mas toda vez me ignoravam ou só respondiam pra me calar. Aí meu pai trouxe as cervejas e as coisas pioraram. A cada cerveja que tomavam, minha namorada se aproximava mais e mais dele, até ficar bem colada nele. Meu pai colocou a mão nas pernas dela, acariciando as coxas como se fosse a namorada dele. Quis dizer algo, mas a cerveja me deixou passivo e deixei que fizessem o que quisessem. Fui ao banheiro e, quando voltei, minha namorada estava sentada no colo do meu pai. Ele tinha o braço em volta da cintura dela. Assim que cheguei, ela se levantou rindo e disse que não era nada, que só tinha sentado ali por acidente. Não acreditei, mas não quis armar confusão, então só voltei pro sofá onde estávamos.
Quando os filmes acabaram, já era noite e minha namorada estava muito bêbada pra voltar pra casa, então ficou pra dormir. Quando fomos pro meu quarto, ela se despediu do meu pai com um beijo na bochecha e foi feliz pro meu quarto. Meu pai ficou no sofá vendo TV. Minha namorada não demorou muito pra dormir, tirou a blusa e o short que estava usando e pegou no sono. Eu também dormi ao lado dela, feliz que o dia tinha acabado. Foi por volta de 1h30 da manhã que acordei com um barulho de batidas na parede e vi que minha namorada não estava do meu lado. Foi aí que comecei a ouvir os gemidos baixinhos dela. "Ah ah ah ah mmmmmmmm, isso, papai, assim ah ah ah ah." "Que apertadinha você está, parece que não transa muito." "Não, papai, eu preciso muito ah ah ah ah, sim sim sim." Não conseguia acreditar no que ouvia: minha namorada e meu pai estavam transando no quarto ao lado enquanto eu dormia. Obviamente fiquei com raiva, mas o pior era que meu pau estava ficando duro com o que ouvia. Talvez fosse por causa da... cerveja ou talvez foi que gostei do que estava acontecendo, mas comecei a bater uma. Ouvir minha namorada daquele jeito me deixou com tanto tesão, saber que meu pai estava dando prazer a ela me fez sentir tão patético e pouco homem, mas só aumentou a fogueira que estava. Não sabia se tinham acabado de começar ou se já estavam há um tempo, só sabia que minha namorada gemía melhor com ele do que comigo. "Isso, papai, seu pau é melhor que o dele. É muito maior." Por alguma razão, não me surpreendeu saber disso. Acho que sempre soube que o pau dele era maior que o meu, só não queria admitir. "Quem fode melhor, sua puta?" "Você, papai, você." "Já sei, puta, e ainda estamos só começando." Por um segundo, pararam de transar e parecia que mudaram de posição, tentei adivinhar em que posição estavam pelo som. O movimento da cama recomeçou, desta vez mais forte, as batidas contra a parede eram mais rápidas que antes. Dava para sentir as vibrações na minha cama, não sabem o quão humilhante foi sentir a força com que meu pai comia minha namorada. De repente, BAM, ouvi ele dando uma boa palmada na bunda dela, BAM BAM BAM, uma atrás da outra. Dava para imaginar o vermelho que a bunda dela ia ficar depois disso. Tenho certeza que ele a estava metendo de quatro. "Não tão forte, papai, ah ah ah ah ah, e se ele ouvir, ah ah ah ah ah." "Já faz um tempo, se não acordou até agora, não vai acordar por nada." "Ah ah ah ah, tem razão, ah ah ah ah, ainda bem, papai." Depois disso, os gemidos da minha namorada viraram gritos de prazer, ela era uma putinha completa, e adorei ouvi-la gritar de tão forte que meu pai estava metendo. Já não me importava o quão louca era a situação, só me importava aproveitar enquanto podia. Tirei a roupa e joguei o cobertor no chão para poder me masturbar o mais confortável possível. Fechei os olhos e tentei imaginar como eles estavam transando.
Parte de mim queria ir ver, mas não achava que aguentaria esse tipo de humilhação. Ser feito de corno em segredo era uma coisa, mas na minha frente era demais. Me concentrei no prazer que minha namorada sentia e tentei curtir a felicidade dela. Ela gritava que nem uma louca por ele, chamando ele de papai, pedindo mais sexo e mais forte. Meu pai dava tudo que ela pedia e mais, ela era a putinha dele para aproveitar e nada ia parar ele. A parede e as duas camas estavam tremendo com as enfiadas poderosas do meu pai, era óbvio quem era o macho alfa da família e não era eu. Mais, mais, mais, mais! Isso, papai, assim, papai! Dá mais nessa sua putinha! De quem é essa buceta? De quem é? Sua, papai, é toda sua! Mas que putinha você é, enganando meu filho assim. Tenho que te punir por isso. Me pune, papai! Ensina essa putinha a se comportar! Era óbvio que o sexo com minha namorada não ia mais ser meu, era o domínio exclusivo do meu pai. Eu não tinha mais nenhum direito de tocar nela e aceitei. Só os homens podem comer, enquanto os meninos batem uma sozinhos. Ouvi eles mudando de posição de novo, dessa vez parecia que ela estava por cima, cavalgando que nem uma louca.
Tudo foi demais pra mim e não aguentei, acabei ali mesmo, minha porra caindo em cima de mim. Me senti tão humilhado gozando tão rápido enquanto do outro lado da parede continuavam como se nada tivesse acontecido. Tentei me manter acordado pra ouvir mais, mas não consegui e aos poucos fechei os olhos. Nem tive tempo de me limpar e com certeza minha namorada ia me encontrar assim de manhã, mas não tinha como evitar. Ia ter uma conversa longa e desconfortável com os dois no dia seguinte. Tomara que não seja tão ruim.
Meu pai ficou com a gente pra assistir aos filmes, mas deu pra perceber que minha namorada era o que chamava a atenção dele. Ela estava sentada entre nós dois, bem do meu lado. Meu pai e ela ficaram conversando o filme inteiro, me deixando de fora da conversa. Tentei me incluir, mas toda vez me ignoravam ou só respondiam pra me calar. Aí meu pai trouxe as cervejas e as coisas pioraram. A cada cerveja que tomavam, minha namorada se aproximava mais e mais dele, até ficar bem colada nele. Meu pai colocou a mão nas pernas dela, acariciando as coxas como se fosse a namorada dele. Quis dizer algo, mas a cerveja me deixou passivo e deixei que fizessem o que quisessem. Fui ao banheiro e, quando voltei, minha namorada estava sentada no colo do meu pai. Ele tinha o braço em volta da cintura dela. Assim que cheguei, ela se levantou rindo e disse que não era nada, que só tinha sentado ali por acidente. Não acreditei, mas não quis armar confusão, então só voltei pro sofá onde estávamos.Quando os filmes acabaram, já era noite e minha namorada estava muito bêbada pra voltar pra casa, então ficou pra dormir. Quando fomos pro meu quarto, ela se despediu do meu pai com um beijo na bochecha e foi feliz pro meu quarto. Meu pai ficou no sofá vendo TV. Minha namorada não demorou muito pra dormir, tirou a blusa e o short que estava usando e pegou no sono. Eu também dormi ao lado dela, feliz que o dia tinha acabado. Foi por volta de 1h30 da manhã que acordei com um barulho de batidas na parede e vi que minha namorada não estava do meu lado. Foi aí que comecei a ouvir os gemidos baixinhos dela. "Ah ah ah ah mmmmmmmm, isso, papai, assim ah ah ah ah." "Que apertadinha você está, parece que não transa muito." "Não, papai, eu preciso muito ah ah ah ah, sim sim sim." Não conseguia acreditar no que ouvia: minha namorada e meu pai estavam transando no quarto ao lado enquanto eu dormia. Obviamente fiquei com raiva, mas o pior era que meu pau estava ficando duro com o que ouvia. Talvez fosse por causa da... cerveja ou talvez foi que gostei do que estava acontecendo, mas comecei a bater uma. Ouvir minha namorada daquele jeito me deixou com tanto tesão, saber que meu pai estava dando prazer a ela me fez sentir tão patético e pouco homem, mas só aumentou a fogueira que estava. Não sabia se tinham acabado de começar ou se já estavam há um tempo, só sabia que minha namorada gemía melhor com ele do que comigo. "Isso, papai, seu pau é melhor que o dele. É muito maior." Por alguma razão, não me surpreendeu saber disso. Acho que sempre soube que o pau dele era maior que o meu, só não queria admitir. "Quem fode melhor, sua puta?" "Você, papai, você." "Já sei, puta, e ainda estamos só começando." Por um segundo, pararam de transar e parecia que mudaram de posição, tentei adivinhar em que posição estavam pelo som. O movimento da cama recomeçou, desta vez mais forte, as batidas contra a parede eram mais rápidas que antes. Dava para sentir as vibrações na minha cama, não sabem o quão humilhante foi sentir a força com que meu pai comia minha namorada. De repente, BAM, ouvi ele dando uma boa palmada na bunda dela, BAM BAM BAM, uma atrás da outra. Dava para imaginar o vermelho que a bunda dela ia ficar depois disso. Tenho certeza que ele a estava metendo de quatro. "Não tão forte, papai, ah ah ah ah ah, e se ele ouvir, ah ah ah ah ah." "Já faz um tempo, se não acordou até agora, não vai acordar por nada." "Ah ah ah ah, tem razão, ah ah ah ah, ainda bem, papai." Depois disso, os gemidos da minha namorada viraram gritos de prazer, ela era uma putinha completa, e adorei ouvi-la gritar de tão forte que meu pai estava metendo. Já não me importava o quão louca era a situação, só me importava aproveitar enquanto podia. Tirei a roupa e joguei o cobertor no chão para poder me masturbar o mais confortável possível. Fechei os olhos e tentei imaginar como eles estavam transando.
Parte de mim queria ir ver, mas não achava que aguentaria esse tipo de humilhação. Ser feito de corno em segredo era uma coisa, mas na minha frente era demais. Me concentrei no prazer que minha namorada sentia e tentei curtir a felicidade dela. Ela gritava que nem uma louca por ele, chamando ele de papai, pedindo mais sexo e mais forte. Meu pai dava tudo que ela pedia e mais, ela era a putinha dele para aproveitar e nada ia parar ele. A parede e as duas camas estavam tremendo com as enfiadas poderosas do meu pai, era óbvio quem era o macho alfa da família e não era eu. Mais, mais, mais, mais! Isso, papai, assim, papai! Dá mais nessa sua putinha! De quem é essa buceta? De quem é? Sua, papai, é toda sua! Mas que putinha você é, enganando meu filho assim. Tenho que te punir por isso. Me pune, papai! Ensina essa putinha a se comportar! Era óbvio que o sexo com minha namorada não ia mais ser meu, era o domínio exclusivo do meu pai. Eu não tinha mais nenhum direito de tocar nela e aceitei. Só os homens podem comer, enquanto os meninos batem uma sozinhos. Ouvi eles mudando de posição de novo, dessa vez parecia que ela estava por cima, cavalgando que nem uma louca.
Tudo foi demais pra mim e não aguentei, acabei ali mesmo, minha porra caindo em cima de mim. Me senti tão humilhado gozando tão rápido enquanto do outro lado da parede continuavam como se nada tivesse acontecido. Tentei me manter acordado pra ouvir mais, mas não consegui e aos poucos fechei os olhos. Nem tive tempo de me limpar e com certeza minha namorada ia me encontrar assim de manhã, mas não tinha como evitar. Ia ter uma conversa longa e desconfortável com os dois no dia seguinte. Tomara que não seja tão ruim.
4 comentários - Escuche como mi papá se cogio a mi novia