Tava no segundo ano do ensino médio e, como vocês sabem, sou homem e tenho um amigo mais alto e gordinho que eu. A gente sempre brincava de pegar na pica um do outro ou dar uns amassos, até que um dia... A gente tava no segundo ano e era feriado, então não foi todo mundo. Chegou a hora do recreio e eu tava guardando umas coisas na minha mochila, quando meu amigo chegou. Como a gente tava sozinho na sala, ele começou a me dar uns amassos. Eu, que sou bem tarado, não falei nada e só empinei mais a bunda.
Ele fez de novo, e de novo, mas mais devagar. Eu continuei fingindo que procurava algo na mochila, e ele repetiu, mas dessa vez ficou atrás de mim só empurrando a pica dele, que eu sentia crescendo entre minhas nádegas. Eu mexi a bunda e ele meteu a mão pra pegar na minha pica. Eu deixei, e a gente ficou assim uns minutos. Aí ele falou pra eu segui-lo.
Do lado da sala tinha a "sala de informática", uma sala que quase nunca usavam e tava sempre vazia. A gente abriu e colocou uma cadeira atrás da porta pra ninguém abrir. Lá dentro, como a sala era bem escura por causa das cortinas grossas, a gente se sentiu à vontade.
Aí a gente começou a se beijar de língua e tudo. Ouvi ele tirando o cinto, e fiz o mesmo. Com as calças no chão e as picas de fora, bem duronas, a gente começou a esfregar uma na outra até as duas ficarem babadas de porra quente. A gente se beijou de novo e eu não aguentei. Desci pra chupar aquela rola gorda e molhada, lambi a cabeça e as bolas, super gostoso porque cheirava muito bem. Aí ele falou "vira", eu virei e, já no chão, empinei a bunda e abri ela. Senti ele se ajoelhar, lamber meu cu e começar a meter a cabeça da pica. A rola dele era menor que a minha, mas eu já queria ação. Ele meteu tudo e eu me batia uma bem forte.
A gente ficou assim uns minutos, até que ele deitou no chão de barriga pra cima e falou pra eu subir. Eu subi e, enquanto sentava, me batia uma, tocava na barriga dele já meio peluda, e não aguentei mais, porque eu era novo e gozei. terminei gozando no peito dela, enquanto ela continuava me dando, peguei meu sêmen da barriga gorda dela e chupei, pra gente se beijar e misturar as línguas. Nisso, sinto ela apertar minha bunda e me puxar pra perto, sinto ela encher meu cu de porra quente, a gente se beija e se veste rápido porque não queria que ninguém visse a gente, fomos pro banheiro lavar e passamos desodorante pra não ficar cheiro. Quando a gente tava saindo, o zelador viu a gente, e depois me deu um papel com o número dele, mas isso é outra história.
Ele fez de novo, e de novo, mas mais devagar. Eu continuei fingindo que procurava algo na mochila, e ele repetiu, mas dessa vez ficou atrás de mim só empurrando a pica dele, que eu sentia crescendo entre minhas nádegas. Eu mexi a bunda e ele meteu a mão pra pegar na minha pica. Eu deixei, e a gente ficou assim uns minutos. Aí ele falou pra eu segui-lo.
Do lado da sala tinha a "sala de informática", uma sala que quase nunca usavam e tava sempre vazia. A gente abriu e colocou uma cadeira atrás da porta pra ninguém abrir. Lá dentro, como a sala era bem escura por causa das cortinas grossas, a gente se sentiu à vontade.
Aí a gente começou a se beijar de língua e tudo. Ouvi ele tirando o cinto, e fiz o mesmo. Com as calças no chão e as picas de fora, bem duronas, a gente começou a esfregar uma na outra até as duas ficarem babadas de porra quente. A gente se beijou de novo e eu não aguentei. Desci pra chupar aquela rola gorda e molhada, lambi a cabeça e as bolas, super gostoso porque cheirava muito bem. Aí ele falou "vira", eu virei e, já no chão, empinei a bunda e abri ela. Senti ele se ajoelhar, lamber meu cu e começar a meter a cabeça da pica. A rola dele era menor que a minha, mas eu já queria ação. Ele meteu tudo e eu me batia uma bem forte.
A gente ficou assim uns minutos, até que ele deitou no chão de barriga pra cima e falou pra eu subir. Eu subi e, enquanto sentava, me batia uma, tocava na barriga dele já meio peluda, e não aguentei mais, porque eu era novo e gozei. terminei gozando no peito dela, enquanto ela continuava me dando, peguei meu sêmen da barriga gorda dela e chupei, pra gente se beijar e misturar as línguas. Nisso, sinto ela apertar minha bunda e me puxar pra perto, sinto ela encher meu cu de porra quente, a gente se beija e se veste rápido porque não queria que ninguém visse a gente, fomos pro banheiro lavar e passamos desodorante pra não ficar cheiro. Quando a gente tava saindo, o zelador viu a gente, e depois me deu um papel com o número dele, mas isso é outra história.
3 comentários - Transada no colégio 🔥