Parte 4AVISO: Todos os personagens desta história são +18. Tem imagens que complementam a história por não ter material que acompanhe 100% ela.
Depois da primeira transa com a Lau, ficamos uns minutos largados na cama, ainda com os peitos dela cheios de porra. Dava pra sentir no ar o cheiro de sexo, a respiração meio ofegante e ela com a carinha brilhando, meio suada. Ela levantou pra tomar um banho reparador e me chamou pra tomar junto.
L: "Vem, que o banheiro você ainda não conheceu" – ela falou, fazendo um gestinho com a mão.
Levantei e fui com ela. Era um banheiro bonito, mesmo sendo um apartamento pequeno, era confortável e tudo parecia novo ou bem cuidado.
No meio do banho, ela se ajoelhou, e assim meio sonolenta como eu tava, começou a chupar meu pau. Ainda tava longe de ficar duro, mas ela continuou. Virei ela e encostei na parede com as pernas abertas, e por trás dei uma boa chupada na buceta e no cu, fazendo a puta gemer e gritar, e ter mais uns dois orgasmos que saíam sozinhos, como se fosse nada. Ouvir ela gozar deixava meu pau um pouco mais duro, até que ela percebeu e voltou a chupar meu pau com aquela boca perfeita pra mamar que ela tem. O segundo round era iminente na saída do banho... depois de um pouco de sexo oral, saímos e nos secamos.
Com um camisolinho preto transparente que deixava tudo à mostra, sem calcinha nem nada, a Lau começou a se exibir na minha frente. A gente não foi pra cama na hora que saiu do banho, fiquei meio excitado, mas quando saímos e ela vestiu o camisolinho, me diz: "Vamos tomar algo?" e colocou a chaleira no fogo. Preparou o mate, ligou a TV que tinha instalado no quarto e, numa mesinha de cabeceira, montou tudo pra gente tomar a infusão e curtir um tempo juntos. Nem lembro o que ela colocou na TV, se era um filme ou um programa só pra fazer barulho, mas tava lá. E ela puxava papo, de boa.
Num certo momento, depois de já ter tomado umas quantas rodadas de mate, ela se deita no meu peito e me abraça. Passei o braço em volta dela e abracei também, e ela diz: "Você é um cara legal... mas eu não quero me apaixonar." O desconforto tomou conta do ambiente de repente, não sabia o que responder.
Eu: Não precisa se apaixonar, por que você diz isso?
Ela: Mas você é bom, carinhoso... respeita meu tempo, o que eu falo... sei lá.
Eu: Fica tranquila... isso não precisa virar algo que você não queira.
Ela: É que eu não quero hoje, amanhã... mas não sei daqui uma semana o que vou querer, e se você não quiser ter algo sério comigo?
Eu: Mas você tá pensando demais, eu também não sei o que vou querer... e se a gente curtir o hoje melhor?
Ela: Sim, claro... isso sim, mas não ia gostar se de repente a gente quiser coisas diferentes e tudo acabar...
Acariciei o cabelo dela e, pra tirar o foco do assunto, comecei a chupar os peitos dela, puxando o camisolinho pra deixar os mamilos aparecerem. Ela começou a se excitar, então aproveitei pra meter a mão e acariciar a buceta dela aos poucos até molhar ela toda de novo.
Desci pra chupar a buceta dela de novo. Era uma delícia comer a buceta dela, sentir como ela fica molhada e goza sem parar. Ouvir ela gemer, pedir mais... ela falar "Assim, buceta, adoro como você chupa..." me deixava de pau duro. E ela pediu pra eu subir, queria um 69. Fiquei um tempo de cabeça pra baixo e ela chupava meu pau como uma campeã, mesmo de ponta-cabeça. Peguei um pouco na boca dela e a putinha adorava pra caralho, já tava mais que pronta pra esse segundo round...
Me come, gostoso... arrebenta essa buceta" pedia Lau desesperadamente enquanto se colocava de quatro pra se entregar. Eu segurava firme na cintura dela, puxava o cabelo ou enchia a rabeta de tapas e pra ela eram carinhos que parecia estar esperando há tempos. As estocadas eram fortes num instante e ela só "Aaahh... aaahhhh... sim bebê, arrebenta tudo..." gemia com a libido e a putaria no talo. Era uma situação muito safada e quente, a foda que eu tava dando na intocável, realmente se o Marcelo visse não ia acreditar. Mas claro, são coisas que um virjão não entenderia...
Tava muito boa pra aguentar a porra, porque já não tinha mais a ansiedade da primeira transa. Então tava pronto pra uma foda longa, pra passar um tempão metendo sem parar na puta da Laura. E ela era tão leiteira que a pussy nunca ia secar, tava impecável pra continuar e continuar.
Transamos de lado, ela levantava a perna pra eu meter bem fundo... montou em mim, de frente e de costas... de papai e mamãe, até em cima da mesa na sala de jantar... a puta tava no auge e pra aumentar minha autoestima e meu pau, ela falava: "Que gostoso você me come, pussy, adoro...
Depois de quase uma hora de ação contínua, comecei a sentir que a gozada tava subindo com mais força. Sentia os ovos querendo soltar tudo de novo, e ela, por experiência ou talvez por sentir como meu pau pulsava, me diz: "Não tira de dentro, pai... deixa tudo aí dentro..." Ela gemia e gritava que nem uma puta fogosa e confirmou: "Enche minha buceta de leite, bebê, você me deixa louca de tesão..." Impossível segurar diante de um pedido desses, e me deixei levar. Esvaziei os ovos o máximo que pude, e enquanto cada jato de porra saía, ela dizia: "Uff, sim... assim bem quentinha que eu queria...
Depois de terminar de descarregar minhas bolas, exausto e largado na cama, ela me diz: "Que gozada linda que você me deu...", esboçando um sorriso que mostrava felicidade e tesão ao mesmo tempo. Ficamos uns minutos recuperando o fôlego e ela fala: "Agora sim... assim com a buceta cheia de porra eu durmo melhor." Virou de lado, pelada do jeito que estava, e com a pussy cheia de cum, me pediu pra abraçar ela pra dormir. Era talvez o fim de uma sessão intensa de sexo, mas a primeira de várias noites. Ela, por sua vez, quente e contente por ter estreado o apê de solteira com um novo chongo...
Depois da primeira transa com a Lau, ficamos uns minutos largados na cama, ainda com os peitos dela cheios de porra. Dava pra sentir no ar o cheiro de sexo, a respiração meio ofegante e ela com a carinha brilhando, meio suada. Ela levantou pra tomar um banho reparador e me chamou pra tomar junto.
L: "Vem, que o banheiro você ainda não conheceu" – ela falou, fazendo um gestinho com a mão.
Levantei e fui com ela. Era um banheiro bonito, mesmo sendo um apartamento pequeno, era confortável e tudo parecia novo ou bem cuidado.
No meio do banho, ela se ajoelhou, e assim meio sonolenta como eu tava, começou a chupar meu pau. Ainda tava longe de ficar duro, mas ela continuou. Virei ela e encostei na parede com as pernas abertas, e por trás dei uma boa chupada na buceta e no cu, fazendo a puta gemer e gritar, e ter mais uns dois orgasmos que saíam sozinhos, como se fosse nada. Ouvir ela gozar deixava meu pau um pouco mais duro, até que ela percebeu e voltou a chupar meu pau com aquela boca perfeita pra mamar que ela tem. O segundo round era iminente na saída do banho... depois de um pouco de sexo oral, saímos e nos secamos.
Com um camisolinho preto transparente que deixava tudo à mostra, sem calcinha nem nada, a Lau começou a se exibir na minha frente. A gente não foi pra cama na hora que saiu do banho, fiquei meio excitado, mas quando saímos e ela vestiu o camisolinho, me diz: "Vamos tomar algo?" e colocou a chaleira no fogo. Preparou o mate, ligou a TV que tinha instalado no quarto e, numa mesinha de cabeceira, montou tudo pra gente tomar a infusão e curtir um tempo juntos. Nem lembro o que ela colocou na TV, se era um filme ou um programa só pra fazer barulho, mas tava lá. E ela puxava papo, de boa.Num certo momento, depois de já ter tomado umas quantas rodadas de mate, ela se deita no meu peito e me abraça. Passei o braço em volta dela e abracei também, e ela diz: "Você é um cara legal... mas eu não quero me apaixonar." O desconforto tomou conta do ambiente de repente, não sabia o que responder.
Eu: Não precisa se apaixonar, por que você diz isso?
Ela: Mas você é bom, carinhoso... respeita meu tempo, o que eu falo... sei lá.
Eu: Fica tranquila... isso não precisa virar algo que você não queira.
Ela: É que eu não quero hoje, amanhã... mas não sei daqui uma semana o que vou querer, e se você não quiser ter algo sério comigo?
Eu: Mas você tá pensando demais, eu também não sei o que vou querer... e se a gente curtir o hoje melhor?
Ela: Sim, claro... isso sim, mas não ia gostar se de repente a gente quiser coisas diferentes e tudo acabar...
Acariciei o cabelo dela e, pra tirar o foco do assunto, comecei a chupar os peitos dela, puxando o camisolinho pra deixar os mamilos aparecerem. Ela começou a se excitar, então aproveitei pra meter a mão e acariciar a buceta dela aos poucos até molhar ela toda de novo.
Desci pra chupar a buceta dela de novo. Era uma delícia comer a buceta dela, sentir como ela fica molhada e goza sem parar. Ouvir ela gemer, pedir mais... ela falar "Assim, buceta, adoro como você chupa..." me deixava de pau duro. E ela pediu pra eu subir, queria um 69. Fiquei um tempo de cabeça pra baixo e ela chupava meu pau como uma campeã, mesmo de ponta-cabeça. Peguei um pouco na boca dela e a putinha adorava pra caralho, já tava mais que pronta pra esse segundo round...
Me come, gostoso... arrebenta essa buceta" pedia Lau desesperadamente enquanto se colocava de quatro pra se entregar. Eu segurava firme na cintura dela, puxava o cabelo ou enchia a rabeta de tapas e pra ela eram carinhos que parecia estar esperando há tempos. As estocadas eram fortes num instante e ela só "Aaahh... aaahhhh... sim bebê, arrebenta tudo..." gemia com a libido e a putaria no talo. Era uma situação muito safada e quente, a foda que eu tava dando na intocável, realmente se o Marcelo visse não ia acreditar. Mas claro, são coisas que um virjão não entenderia...
Tava muito boa pra aguentar a porra, porque já não tinha mais a ansiedade da primeira transa. Então tava pronto pra uma foda longa, pra passar um tempão metendo sem parar na puta da Laura. E ela era tão leiteira que a pussy nunca ia secar, tava impecável pra continuar e continuar. Transamos de lado, ela levantava a perna pra eu meter bem fundo... montou em mim, de frente e de costas... de papai e mamãe, até em cima da mesa na sala de jantar... a puta tava no auge e pra aumentar minha autoestima e meu pau, ela falava: "Que gostoso você me come, pussy, adoro...
Depois de quase uma hora de ação contínua, comecei a sentir que a gozada tava subindo com mais força. Sentia os ovos querendo soltar tudo de novo, e ela, por experiência ou talvez por sentir como meu pau pulsava, me diz: "Não tira de dentro, pai... deixa tudo aí dentro..." Ela gemia e gritava que nem uma puta fogosa e confirmou: "Enche minha buceta de leite, bebê, você me deixa louca de tesão..." Impossível segurar diante de um pedido desses, e me deixei levar. Esvaziei os ovos o máximo que pude, e enquanto cada jato de porra saía, ela dizia: "Uff, sim... assim bem quentinha que eu queria...
Depois de terminar de descarregar minhas bolas, exausto e largado na cama, ela me diz: "Que gozada linda que você me deu...", esboçando um sorriso que mostrava felicidade e tesão ao mesmo tempo. Ficamos uns minutos recuperando o fôlego e ela fala: "Agora sim... assim com a buceta cheia de porra eu durmo melhor." Virou de lado, pelada do jeito que estava, e com a pussy cheia de cum, me pediu pra abraçar ela pra dormir. Era talvez o fim de uma sessão intensa de sexo, mas a primeira de várias noites. Ela, por sua vez, quente e contente por ter estreado o apê de solteira com um novo chongo...
8 comentários - A incogível do trampo (parte 5)
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