Minha mãe tinha uma expressão de dor e medo misturados no rosto.
Mãe: Me perdoa, meu bem, não devia ter te deixado sozinho…
— Não esquenta com isso, daqui a pouco você não vai mais me ver de qualquer jeito.
Mãe: Mas, meu bem, por que você diz isso? Quem foi que te machucou tanto?
Ela tentou acariciar meu rosto, mas eu me afastei de novo.
— NÃO ME TOCA!!
Minha mãe começou a chorar.
— Você cresceu com aquele homem que tanto ama.
A expressão da minha mãe se intensificou, o segredo dela tinha sido descoberto. Eu não ligava pra nada, estava cheio de raiva…
Mãe: Eu… meu bem, posso explicar… não queria…
— Não preciso de explicações, já tive o suficiente.
Mãe: É que eu me sentia sozinha… mas… me entende… eu preciso…
Aí eu interrompi:
— Sei muito bem do que você precisa, não precisa me explicar.
Então subi direto pro meu quarto. Tava disposto a deixar ela ser feliz, ia pegar minhas coisas e vazar daquela casa. Quando cheguei no quarto, peguei minha roupa e uma mala que tinha, enfiei a maioria das minhas coisas lá dentro, enquanto minha mãe, chorando, me perguntava o que eu tava fazendo.
Mãe: Meu bem, o que você tá fazendo? Pelo menos me deixa explicar!
Eu ignorei e continuei arrumando minhas coisas. Quando terminei, peguei a mala e desci as escadas.
Mãe: Pra onde você vai, meu bem? Pelo menos espera!
— Pra qualquer lugar. Era isso que você queria, não era? Agora você vai poder ser feliz!
Mãe: Eu vou largar ele! Eu juro! Mas fica, por favor!
Meu lado amoroso apareceu por um momento, e eu me senti incapaz de abandonar minha mãe.
— Tá falando sério?
Minha mãe, entre lágrimas, respondeu:
Mãe: Eu juro, meu bem!
Então larguei a mala e abracei minha mãe. Nos dias seguintes, parecia que tudo tinha voltado ao normal. Minha mãe e eu tínhamos retomado uma relação normal, saíamos, passávamos tempo juntos. Um dia, depois de quase dois meses, era um sábado à tarde. Entrei no quarto da minha mãe e a encontrei com a carteira de cigarros na mão.
— O que cê tá fazendo, mãe?
Perguntei meio surpreso.
Mãe: Ah, eh, nada, meu bem. Ia… me livrar disso…
Minha mãe respondeu meio nervosa, duvidando do que dizia. — Tá bom, mãe, vim perguntar se posso sair pra um jogo, meus amigos me chamaram
Mãe: Claro, vai, querido, se diverte
Minha mãe se despediu de mim com um beijo na testa e eu saí em direção ao parque pra encontrar meus amigos. Umas horas depois, voltei pra casa e ouvi minha mãe falando com alguém; sem fazer barulho, me aproximei do quarto dela e escutei ela dizer:
Mãe: Sei, amiga, mas é meu filho… sinto muita falta dele, amiga, preciso sentir a pele dele… sim, amiga, acabei de fumar outro cigarro, não aguento mais… sério, amiga? Valeu!… tá bom, amiga, beijos!
Não podia acreditar, depois de tudo minha mãe ainda sentia falta dele, tinha mentido pra mim, mas queria ver se era só um impulso, então resolvi ficar quieto. De novo, fui até a porta e fechei, fingindo que tinha acabado de chegar
— Cheguei!
Minha mãe desceu as escadas meio nervosa, quando me viu, me cumprimentou
Mãe: Oi, querido, como foi?
— Foi bem, mãe, obrigado. E você, como tá se sentindo?
Mãe: Tô bem, querido, não se preocupa!
O cheiro dela denunciava, tava com cheiro de cigarro, mas não quis me adiantar, então fiquei calado. Afinal, preferia isso do que ela voltar com aquele cara. Quando a noite caiu, minha mãe e eu jantamos e fomos dormir. Umas horas depois, fui ver se ela tava bem, mas de novo fiquei surpreso ao vê-la: ela tava se masturbando com o travesseiro. Ver ela daquele jeito me deu outra ereção
Mãe: Aaah sim, meu amor aaah! Me fode gostoso, amor!
Comecei a me tocar vendo minha mãe fantasiar com o travesseiro. Achei que era normal, fazia parte do luto dela, não tinha nada de errado em ela ter fantasias… ou tinha?
Na manhã seguinte, minha mãe acordou mais animada, tava preparando o café da manhã
Mãe: Bom dia, querido!
— Bom dia, mãe
Ver ela tão feliz me fez sentir bem também, parecia que finalmente minha mãe tinha superado essa fase e tava voltando a ser quem era antes
Mãe: Vou te servir agora, querido
Uns segundos depois, serviu nosso café da manhã: uns ovos mexidos com bacon
Mãe: Bom apetite, querido
Disse minha mãe, sentando-se à mesa. Ao terminar, falou:
Mãe: Querido, hoje preciso sair. Ligaram da empresa, parece que tem uma papelada incompleta e precisam que a gente vá ajudar.
Trabalho no domingo? Ou era exploração trabalhista, ou minha mãe estava mentindo de novo…
— Mas, mãe, é domingo, isso não deveria ser legal.
Mãe: Eu sei, querido, mas não posso fazer nada.
Ela me deu um beijo na testa e subiu para o quarto. Esperei alguns segundos e fui atrás dela. Encontrei-a trocando de roupa: um conjunto preto de lingerie, uns saltos pretos que eram os favoritos dela, além de uma blusa branca decotada e sua calça jeans. Meu sexto sentido dizia que algo não estava certo. Decidi esperar minha mãe sair e ver se conseguia segui-la para descobrir o que estava rolando…
Mãe: Me perdoa, meu bem, não devia ter te deixado sozinho…
— Não esquenta com isso, daqui a pouco você não vai mais me ver de qualquer jeito.
Mãe: Mas, meu bem, por que você diz isso? Quem foi que te machucou tanto?
Ela tentou acariciar meu rosto, mas eu me afastei de novo.
— NÃO ME TOCA!!
Minha mãe começou a chorar.
— Você cresceu com aquele homem que tanto ama.
A expressão da minha mãe se intensificou, o segredo dela tinha sido descoberto. Eu não ligava pra nada, estava cheio de raiva…
Mãe: Eu… meu bem, posso explicar… não queria…
— Não preciso de explicações, já tive o suficiente.
Mãe: É que eu me sentia sozinha… mas… me entende… eu preciso…
Aí eu interrompi:
— Sei muito bem do que você precisa, não precisa me explicar.
Então subi direto pro meu quarto. Tava disposto a deixar ela ser feliz, ia pegar minhas coisas e vazar daquela casa. Quando cheguei no quarto, peguei minha roupa e uma mala que tinha, enfiei a maioria das minhas coisas lá dentro, enquanto minha mãe, chorando, me perguntava o que eu tava fazendo.
Mãe: Meu bem, o que você tá fazendo? Pelo menos me deixa explicar!
Eu ignorei e continuei arrumando minhas coisas. Quando terminei, peguei a mala e desci as escadas.
Mãe: Pra onde você vai, meu bem? Pelo menos espera!
— Pra qualquer lugar. Era isso que você queria, não era? Agora você vai poder ser feliz!
Mãe: Eu vou largar ele! Eu juro! Mas fica, por favor!
Meu lado amoroso apareceu por um momento, e eu me senti incapaz de abandonar minha mãe.
— Tá falando sério?
Minha mãe, entre lágrimas, respondeu:
Mãe: Eu juro, meu bem!
Então larguei a mala e abracei minha mãe. Nos dias seguintes, parecia que tudo tinha voltado ao normal. Minha mãe e eu tínhamos retomado uma relação normal, saíamos, passávamos tempo juntos. Um dia, depois de quase dois meses, era um sábado à tarde. Entrei no quarto da minha mãe e a encontrei com a carteira de cigarros na mão.
— O que cê tá fazendo, mãe?
Perguntei meio surpreso.
Mãe: Ah, eh, nada, meu bem. Ia… me livrar disso…
Minha mãe respondeu meio nervosa, duvidando do que dizia. — Tá bom, mãe, vim perguntar se posso sair pra um jogo, meus amigos me chamaram
Mãe: Claro, vai, querido, se diverte
Minha mãe se despediu de mim com um beijo na testa e eu saí em direção ao parque pra encontrar meus amigos. Umas horas depois, voltei pra casa e ouvi minha mãe falando com alguém; sem fazer barulho, me aproximei do quarto dela e escutei ela dizer:
Mãe: Sei, amiga, mas é meu filho… sinto muita falta dele, amiga, preciso sentir a pele dele… sim, amiga, acabei de fumar outro cigarro, não aguento mais… sério, amiga? Valeu!… tá bom, amiga, beijos!
Não podia acreditar, depois de tudo minha mãe ainda sentia falta dele, tinha mentido pra mim, mas queria ver se era só um impulso, então resolvi ficar quieto. De novo, fui até a porta e fechei, fingindo que tinha acabado de chegar
— Cheguei!
Minha mãe desceu as escadas meio nervosa, quando me viu, me cumprimentou
Mãe: Oi, querido, como foi?
— Foi bem, mãe, obrigado. E você, como tá se sentindo?
Mãe: Tô bem, querido, não se preocupa!
O cheiro dela denunciava, tava com cheiro de cigarro, mas não quis me adiantar, então fiquei calado. Afinal, preferia isso do que ela voltar com aquele cara. Quando a noite caiu, minha mãe e eu jantamos e fomos dormir. Umas horas depois, fui ver se ela tava bem, mas de novo fiquei surpreso ao vê-la: ela tava se masturbando com o travesseiro. Ver ela daquele jeito me deu outra ereção
Mãe: Aaah sim, meu amor aaah! Me fode gostoso, amor!
Comecei a me tocar vendo minha mãe fantasiar com o travesseiro. Achei que era normal, fazia parte do luto dela, não tinha nada de errado em ela ter fantasias… ou tinha?
Na manhã seguinte, minha mãe acordou mais animada, tava preparando o café da manhã
Mãe: Bom dia, querido!
— Bom dia, mãe
Ver ela tão feliz me fez sentir bem também, parecia que finalmente minha mãe tinha superado essa fase e tava voltando a ser quem era antes
Mãe: Vou te servir agora, querido
Uns segundos depois, serviu nosso café da manhã: uns ovos mexidos com bacon
Mãe: Bom apetite, querido
Disse minha mãe, sentando-se à mesa. Ao terminar, falou:
Mãe: Querido, hoje preciso sair. Ligaram da empresa, parece que tem uma papelada incompleta e precisam que a gente vá ajudar.
Trabalho no domingo? Ou era exploração trabalhista, ou minha mãe estava mentindo de novo…
— Mas, mãe, é domingo, isso não deveria ser legal.
Mãe: Eu sei, querido, mas não posso fazer nada.
Ela me deu um beijo na testa e subiu para o quarto. Esperei alguns segundos e fui atrás dela. Encontrei-a trocando de roupa: um conjunto preto de lingerie, uns saltos pretos que eram os favoritos dela, além de uma blusa branca decotada e sua calça jeans. Meu sexto sentido dizia que algo não estava certo. Decidi esperar minha mãe sair e ver se conseguia segui-la para descobrir o que estava rolando…
0 comentários - Minha mãe e o namorado preto dela (Cap. 😎 Espiando a mam