Ao chegar ao nosso destino, vi que era o mesmo apartamento que segui quando segui minha mãe naquela tarde. Carla e eu descemos, e ela me disse que, se eu queria respostas, deveria ficar em silêncio e, não importando o que visse, não poderia intervir, ou poderia haver sérias consequências. Comecei a sentir medo, mas aceitei. Carla abriu a porta e, assim que entramos, uma melodia de gemidos inundou o silêncio que havia lá dentro. Carla caminhava com naturalidade, como se estivesse acostumada a ouvir aqueles gemidos. Eu sentia reviravoltas no estômago; quanto mais nos aproximávamos, mais eu conseguia reconhecer aqueles gemidos. Era minha mãe gemendo.
Ele: Me diz de quem você é!?
Mãe: AAHHH!! SUA, meu amor!! AAHH!
Ele: O que você é!?
E depois disso, um som ecoou pelas paredes do apartamento, como se fosse um golpe ou um tapa, acompanhando os típicos plaf, plaf, plaf dos dois corpos se chocando.
Mãe: Uma puta, meu amor!! Aaahh!!
Ele: Fala!
Mãe: AAHH SOU SUA VADIA, meu amor!!
Carla me olhava com um sorriso malvado no rosto, como se estivesse curtindo ver minha dor. Devo admitir que ouvir minha mãe dizer aquelas palavras me causou um tesão incrivelmente grande, mas meu coração batia forte no peito e um nó se formou na minha garganta.
Ele: Quem você prefere? O inútil do seu filho ou eu?
Mãe: Aaahh!! Você, meu amor, só você!! Aaahh!!
Ao ouvir aquilo, senti meu coração se partir ao meio. Nunca pensei que minha mãe pudesse dizer uma coisa dessas. Carla me pegou pelo braço e me levou até a saída. Fechou a porta e, sorrindo, me disse:
Carla: Aí está. Sua mãe tomou a decisão dela. Então, se você quer manter sua vida com sua mãe como até agora, espero que guarde segredo. Não pode dizer que conhece este lugar… Este é o apartamento de solteira da sua mãe.
— Não, não é possível…
Carla: Ah, menino, o que mais precisa pra perceber que sua mãe se cansou de ser uma escrava doméstica? Aquela nunca foi ela. Nos dias de solteira, antes de conhecer o inútil do seu pai, ela e eu compramos este lugar. departamento, as duas vinhamos aqui com homem pra ser comidas como as putas que somos, toda mulher precisa ser comida do jeito que sua mãe tá sendo comida agora mesmo
- Por quê? Por que ela faz isso comigo?
Carla: Pra você perceber que sua mãe merece ser satisfeita sexualmente e que o único que consegue isso é aquele homem, o personal trainer dela
Aí eu entendi, minha mãe e o interesse repentino dela em entrar na academia, as chegadas tarde em casa, as saídas de manhã cedo pra ir comprar, tudo fazia sentido…
Carla: Não me diga que você não percebeu? Sua mãe entrou na academia justamente porque queria conhecer esse homem maravilhoso…
Mas aí eu interrompi
- Um maldito aproveitador, é isso que ele é…
Carla: Pobre iludido, quem deu o primeiro passo foi sua mãe, ela se meteu sozinha na boca do lobo
- É mentira, não acredito em nada do que você diz…
Mas no fundo eu sabia que era verdade…
Carla: Acredita, filhinho, porque sua mãe foi quem seduziu esse homem maravilhoso, esses gemidos que você ouviu são os gemidos de uma mulher que tá completamente satisfeita sexualmente, algo que seu pai nunca conseguiu
Eu não conseguia discutir, sabia que era verdade, ela tinha vencido, os dois tinham vencido, minha mãe agora era propriedade daquele homem
Carla: Sua mãe merece sentir prazer, não ficar escravizada servindo ao inútil do seu pai ou a você, por isso se divorciou do seu pai, porque percebeu que precisava de algo que ele nunca poderia dar
- É mentira, ela me disse que descobriu o papai com outra mulher…
Carla: Foi isso que ela te disse?
Começou a rir
Carla: Foi o que eu mandei ela falar se alguém perguntasse, a verdade é que sua mãe veio me procurar pra dizer que tava morrendo de vontade de dar uma boa trepada e que o maridinho pobre dela não era capaz de dar
Meu peito doeu ainda mais, saber de tudo isso fez minhas lágrimas escorrerem pelo rosto
Carla: Se você não quer perder sua mãe, deixa ela ser feliz com o macho dela… ou ela pode tomar outra decisão que vai doer ainda mais em você…
Então a olhei com fúria…
Carla: Não me olha assim, você sabe do que eu tô falando e sabe que não tô mentindo.
Não queria acreditar, mas o que ouvi da minha mãe me fez duvidar se ela tomaria a decisão de largar tudo por ele. Peguei um táxi e voltei pra casa. Quando cheguei, desabei, as lágrimas me venceram e comecei a chorar. Entre lágrimas, peguei um pouco do uísque que minha mãe guardava pra ocasiões especiais e me servi. Depois de uns copos, perdi totalmente a noção do tempo. Fiquei deitado na mesa da sala de jantar, meio bêbado, fechei os olhos por um instante. Na manhã seguinte, abri os olhos e vi minha mãe na minha frente, com os olhos cheios d'água. Meu coração se encheu de dor de novo e, ainda de ressaca da noite anterior, me levantei e olhei pra ela com fúria…
Mãe: Querido! O que você tem? O que aconteceu?!
Tentou me abraçar, mas me afastei.
Mãe: O que aconteceu, querido? Por que você bebeu?
Falou com aquela voz doce, fingindo inocência.
— Que que cê tem a ver com isso?
Mãe: Por que você fala assim comigo, querido?
Dava pra ver nos olhos dela o medo que minhas palavras causavam…
Ele: Me diz de quem você é!?
Mãe: AAHHH!! SUA, meu amor!! AAHH!
Ele: O que você é!?
E depois disso, um som ecoou pelas paredes do apartamento, como se fosse um golpe ou um tapa, acompanhando os típicos plaf, plaf, plaf dos dois corpos se chocando.
Mãe: Uma puta, meu amor!! Aaahh!!
Ele: Fala!
Mãe: AAHH SOU SUA VADIA, meu amor!!
Carla me olhava com um sorriso malvado no rosto, como se estivesse curtindo ver minha dor. Devo admitir que ouvir minha mãe dizer aquelas palavras me causou um tesão incrivelmente grande, mas meu coração batia forte no peito e um nó se formou na minha garganta.
Ele: Quem você prefere? O inútil do seu filho ou eu?
Mãe: Aaahh!! Você, meu amor, só você!! Aaahh!!
Ao ouvir aquilo, senti meu coração se partir ao meio. Nunca pensei que minha mãe pudesse dizer uma coisa dessas. Carla me pegou pelo braço e me levou até a saída. Fechou a porta e, sorrindo, me disse:
Carla: Aí está. Sua mãe tomou a decisão dela. Então, se você quer manter sua vida com sua mãe como até agora, espero que guarde segredo. Não pode dizer que conhece este lugar… Este é o apartamento de solteira da sua mãe.
— Não, não é possível…
Carla: Ah, menino, o que mais precisa pra perceber que sua mãe se cansou de ser uma escrava doméstica? Aquela nunca foi ela. Nos dias de solteira, antes de conhecer o inútil do seu pai, ela e eu compramos este lugar. departamento, as duas vinhamos aqui com homem pra ser comidas como as putas que somos, toda mulher precisa ser comida do jeito que sua mãe tá sendo comida agora mesmo
- Por quê? Por que ela faz isso comigo?
Carla: Pra você perceber que sua mãe merece ser satisfeita sexualmente e que o único que consegue isso é aquele homem, o personal trainer dela
Aí eu entendi, minha mãe e o interesse repentino dela em entrar na academia, as chegadas tarde em casa, as saídas de manhã cedo pra ir comprar, tudo fazia sentido…
Carla: Não me diga que você não percebeu? Sua mãe entrou na academia justamente porque queria conhecer esse homem maravilhoso…
Mas aí eu interrompi
- Um maldito aproveitador, é isso que ele é…
Carla: Pobre iludido, quem deu o primeiro passo foi sua mãe, ela se meteu sozinha na boca do lobo
- É mentira, não acredito em nada do que você diz…
Mas no fundo eu sabia que era verdade…
Carla: Acredita, filhinho, porque sua mãe foi quem seduziu esse homem maravilhoso, esses gemidos que você ouviu são os gemidos de uma mulher que tá completamente satisfeita sexualmente, algo que seu pai nunca conseguiu
Eu não conseguia discutir, sabia que era verdade, ela tinha vencido, os dois tinham vencido, minha mãe agora era propriedade daquele homem
Carla: Sua mãe merece sentir prazer, não ficar escravizada servindo ao inútil do seu pai ou a você, por isso se divorciou do seu pai, porque percebeu que precisava de algo que ele nunca poderia dar
- É mentira, ela me disse que descobriu o papai com outra mulher…
Carla: Foi isso que ela te disse?
Começou a rir
Carla: Foi o que eu mandei ela falar se alguém perguntasse, a verdade é que sua mãe veio me procurar pra dizer que tava morrendo de vontade de dar uma boa trepada e que o maridinho pobre dela não era capaz de dar
Meu peito doeu ainda mais, saber de tudo isso fez minhas lágrimas escorrerem pelo rosto
Carla: Se você não quer perder sua mãe, deixa ela ser feliz com o macho dela… ou ela pode tomar outra decisão que vai doer ainda mais em você…
Então a olhei com fúria…
Carla: Não me olha assim, você sabe do que eu tô falando e sabe que não tô mentindo.
Não queria acreditar, mas o que ouvi da minha mãe me fez duvidar se ela tomaria a decisão de largar tudo por ele. Peguei um táxi e voltei pra casa. Quando cheguei, desabei, as lágrimas me venceram e comecei a chorar. Entre lágrimas, peguei um pouco do uísque que minha mãe guardava pra ocasiões especiais e me servi. Depois de uns copos, perdi totalmente a noção do tempo. Fiquei deitado na mesa da sala de jantar, meio bêbado, fechei os olhos por um instante. Na manhã seguinte, abri os olhos e vi minha mãe na minha frente, com os olhos cheios d'água. Meu coração se encheu de dor de novo e, ainda de ressaca da noite anterior, me levantei e olhei pra ela com fúria…
Mãe: Querido! O que você tem? O que aconteceu?!
Tentou me abraçar, mas me afastei.
Mãe: O que aconteceu, querido? Por que você bebeu?
Falou com aquela voz doce, fingindo inocência.
— Que que cê tem a ver com isso?
Mãe: Por que você fala assim comigo, querido?
Dava pra ver nos olhos dela o medo que minhas palavras causavam…
0 comentários - Mi madre y su novio negro (Cap. 7) La revelacion