Tenho um amigo que vou chamar de Tony pra preservar o nome real dele, e ele é casado com a Jésica, ele tem 45, ela 40.
Com o Tony, já tive encontros sexuais a três com meu marido e em quartetos (Tony, dois amigos dele e meu marido) antes do casamento dele com a Jésica.
Depois que casou, continuamos nos vendo como bons amigos, um mate ou um jantar, e claro, ele vinha com a esposa Jésica.
Pra não enrolar, resumindo: eu e a Jesi nos demos super bem, começamos a trocar zap e até saímos pra fazer compras juntas uma vez.
Ela mudou pra minha academia e aí começou uma relação mais "próxima": vestiário, legging, suor, banho.
Na primeira vez que tomamos banho juntas, ela saiu enrolada numa toalha e eu continuei na minha. Virei pra falar algo e vi que ela deixou a toalha cair de propósito (a gente, mulher, tem esse faro) e uauuu, que corpo, uns peitos impressionantes e uma buceta que só tinha um fiozinho de pelo começando onde a tanga termina e sumindo no clitóris dela, hmmm, me excitou tanto que não consegui disfarçar que tava olhando com vontade.
Eu também tirei minha toalha e ficamos as duas peladas, uma de frente pra outra, continuando a conversar como se nada.
Num momento, me virei e vi num espelho que ela tava de olho no meu rabo, e percebi que ela chegou mais perto de mim. Continuei assim até sentir um tapa e me virei (fingi surpresa), e ela disse: "Nossa, que rabo lindo você tem, não é à toa que todo mundo fala do seu rabo, é de babar mesmo."
Perguntei: "Quem fala do meu rabo?"
"Todo mundo fala do seu rabo, gata, até meu marido diz que você tem um rabo espetacular."
Na hora, não sabia se o Tony tinha contado pra ela sobre a gente antes, e preferi não tocar no assunto. Só falei: "Bom, obrigada pelos elogios", e seguimos em outra.
Terminamos de nos trocar e fomos embora.
Eu não parava de pensar naquele tapa, e naquela noite meu marido não vinha pra casa por causa do trabalho, tinha viajado por 3 dias. Dias. Não aguentei mais e comecei a me masturbar pensando na Jesi, toda molhada com meus dedos enfiados na minha buceta, só pensava nela e nos peitos dela e na... pussy dela, quando chega um WhatsApp, abro meu celular porque podia ser meu marido, e não, era a Jesi, a mensagem dizia:
"Não consigo parar de pensar na sua bunda linda e estou me tocando pensando em você"
Uau, que loucura, né? E agora, o que eu respondo?
Deixei tudo de lado e, sem pensar em mais nada além dela, respondi com uma foto da minha mão masturbando minha pussy, sem descrição nenhuma.
Na sequência, mandei um vídeo de 20 segundos me masturbando.
E não demorou pra chegar a mensagem dela:
"Ai, não, não me diga que isso é por mim."
"Simmm", respondi, "é por você, não paro de pensar na sua palmada e nos seus peitos e na sua... pussy toda depilada. Essa punheta é por você."
"Olha, o Tony foi jogar futebol com os amigos e chega tarde porque vai ficar pra jantar e falar das coisas deles com o time. Quer vir pra cá já que seu marido está viajando?"
"Já tô indo praí, Jesi."
Cheguei, ela abriu a porta do apartamento que fica a algumas quadras do nosso e me recebeu com um beijo de língua incrível, que eu correspondi sem resistir.
Nos tocamos, nos beijamos, nos amassamos e ela disse: "Vamos pro meu quarto." Eu perguntei: "Tem certeza que o Tony não volta logo?" "Não, temos umas duas horas pra gente."
No quarto, tiramos a roupa uma da outra, pude tocar a calcinha thong de renda preta dela, toda molhada de tesão, enfiei a mão na pussy dela e comecei a brincar com os lábios, e aí ela soltou o primeiro gemido. Nos beijamos muito, nossas línguas percorriam toda a boca uma da outra, sondando bem fundo, e se cruzavam freneticamente. Ela desceu e chupou meus peitos, devorou mesmo, e desceu até meu clitóris, que já tava esperando ansioso, e aí foi um orgasmo atrás do outro sem parar.
Eu dizia: "Vai, sua puta, come minha pussy que eu quero encher sua boca, vai, sua cachorra."
Ela enquanto eu comia espetacularmente minha buceta, ao pegar ar, ela me dizia: puta, tava com uma vontade danada de você e agora te tenho só pra mim, você vai ser minha puta e vai vir sempre que eu chamar pra comer essa buceta linda.
Sim Jesi, sim, quero, me come, puta!
Assim a gente alternou por um bom tempo, ela enfiava os dedos na minha buceta e colocava na minha boca, falava umas putarias e me esquentava.
Ela tira um cinto de arnês e diz: agora vou te foder. Me colocou de quatro e me comeu selvagemente como ninguém, me tratando de puta, a puta dela.
O tempo foi passando, a gente imersa no nosso mundo lésbico, e nem percebemos que a hora tinha passado, quando de repente, me viro pra Jesi me comer de barriga pra cima e vejo parado na porta do quarto, com a rola na mão, o Tony. Ele faz um sinal pra eu continuar, ficar quieta, não contar pra Jesi que vi ele, mas minha cara me entregou, e Jesi se vira e vê o Tony se masturbando com o espetáculo que a gente tava dando.
Ela pulou de uma vez e disse: amor, vou te explicar, e ele rapidamente responde: não tem nada pra explicar, fiquem tranquilas, continuem se divertindo. Ela relaxou com aquelas palavras e disse: sério, meu amor, não te incomoda? De jeito nenhum, adoro esse show, continuem. E aí ela seguiu como antes, ou melhor, se virava e olhava pra ele enquanto me comia com o arnês. Num momento, ela pergunta: cê gosta de como eu fodo sua amiga? Sim, adoro, mete forte, adoro, e continuava se masturbando.
Quero você de quatro, virada, puta, Jesi me diz. Fico de quatro olhando pra porta onde o Tony estava, e ela começou a me meter com muita força, a puta, e num momento fala pro Tony:
Quer enfiar na boca dessa puta? Enfia, com certeza ela vai gostar, agora é minha puta e faz o que eu mando. Tony se aproximou e enfiou a rola linda na minha boca, que prazer, por favor, e eles se beijavam.
Agora vamos trocar, vem, amor, come ela, faz direito nessa buceta, como você me come, mostrando pra ela o quanto você é garanhão (aí percebi que a Jesi não sabia que eu já tinha comido o Tony várias vezes) e enfiou tudo dentro de mim, eu gritava de prazer, xingava eles, pedia pra me comerem os dois juntos, e a Jesi me diz: você é muito piranha, mais piranha do que eu. Ela abriu as pernas na minha frente e, enquanto o Tony me enfiava, me obrigou a chupar a pussy dela. Perdi a conta dos meus orgasmos e dos dela até que o Tony não aguentou mais e deu o gozo quentinho dele nas nossas bocas, que a gente dividiu com a minha nova amante.
Tomamos banho juntos e voltei pra casa bem comida e tendo comido a mulher do meu amigo.
Com o Tony, já tive encontros sexuais a três com meu marido e em quartetos (Tony, dois amigos dele e meu marido) antes do casamento dele com a Jésica.
Depois que casou, continuamos nos vendo como bons amigos, um mate ou um jantar, e claro, ele vinha com a esposa Jésica.
Pra não enrolar, resumindo: eu e a Jesi nos demos super bem, começamos a trocar zap e até saímos pra fazer compras juntas uma vez.
Ela mudou pra minha academia e aí começou uma relação mais "próxima": vestiário, legging, suor, banho.
Na primeira vez que tomamos banho juntas, ela saiu enrolada numa toalha e eu continuei na minha. Virei pra falar algo e vi que ela deixou a toalha cair de propósito (a gente, mulher, tem esse faro) e uauuu, que corpo, uns peitos impressionantes e uma buceta que só tinha um fiozinho de pelo começando onde a tanga termina e sumindo no clitóris dela, hmmm, me excitou tanto que não consegui disfarçar que tava olhando com vontade.
Eu também tirei minha toalha e ficamos as duas peladas, uma de frente pra outra, continuando a conversar como se nada.
Num momento, me virei e vi num espelho que ela tava de olho no meu rabo, e percebi que ela chegou mais perto de mim. Continuei assim até sentir um tapa e me virei (fingi surpresa), e ela disse: "Nossa, que rabo lindo você tem, não é à toa que todo mundo fala do seu rabo, é de babar mesmo."
Perguntei: "Quem fala do meu rabo?"
"Todo mundo fala do seu rabo, gata, até meu marido diz que você tem um rabo espetacular."
Na hora, não sabia se o Tony tinha contado pra ela sobre a gente antes, e preferi não tocar no assunto. Só falei: "Bom, obrigada pelos elogios", e seguimos em outra.
Terminamos de nos trocar e fomos embora.
Eu não parava de pensar naquele tapa, e naquela noite meu marido não vinha pra casa por causa do trabalho, tinha viajado por 3 dias. Dias. Não aguentei mais e comecei a me masturbar pensando na Jesi, toda molhada com meus dedos enfiados na minha buceta, só pensava nela e nos peitos dela e na... pussy dela, quando chega um WhatsApp, abro meu celular porque podia ser meu marido, e não, era a Jesi, a mensagem dizia:
"Não consigo parar de pensar na sua bunda linda e estou me tocando pensando em você"
Uau, que loucura, né? E agora, o que eu respondo?
Deixei tudo de lado e, sem pensar em mais nada além dela, respondi com uma foto da minha mão masturbando minha pussy, sem descrição nenhuma.
Na sequência, mandei um vídeo de 20 segundos me masturbando.
E não demorou pra chegar a mensagem dela:
"Ai, não, não me diga que isso é por mim."
"Simmm", respondi, "é por você, não paro de pensar na sua palmada e nos seus peitos e na sua... pussy toda depilada. Essa punheta é por você."
"Olha, o Tony foi jogar futebol com os amigos e chega tarde porque vai ficar pra jantar e falar das coisas deles com o time. Quer vir pra cá já que seu marido está viajando?"
"Já tô indo praí, Jesi."
Cheguei, ela abriu a porta do apartamento que fica a algumas quadras do nosso e me recebeu com um beijo de língua incrível, que eu correspondi sem resistir.
Nos tocamos, nos beijamos, nos amassamos e ela disse: "Vamos pro meu quarto." Eu perguntei: "Tem certeza que o Tony não volta logo?" "Não, temos umas duas horas pra gente."
No quarto, tiramos a roupa uma da outra, pude tocar a calcinha thong de renda preta dela, toda molhada de tesão, enfiei a mão na pussy dela e comecei a brincar com os lábios, e aí ela soltou o primeiro gemido. Nos beijamos muito, nossas línguas percorriam toda a boca uma da outra, sondando bem fundo, e se cruzavam freneticamente. Ela desceu e chupou meus peitos, devorou mesmo, e desceu até meu clitóris, que já tava esperando ansioso, e aí foi um orgasmo atrás do outro sem parar.
Eu dizia: "Vai, sua puta, come minha pussy que eu quero encher sua boca, vai, sua cachorra."
Ela enquanto eu comia espetacularmente minha buceta, ao pegar ar, ela me dizia: puta, tava com uma vontade danada de você e agora te tenho só pra mim, você vai ser minha puta e vai vir sempre que eu chamar pra comer essa buceta linda.
Sim Jesi, sim, quero, me come, puta!
Assim a gente alternou por um bom tempo, ela enfiava os dedos na minha buceta e colocava na minha boca, falava umas putarias e me esquentava.
Ela tira um cinto de arnês e diz: agora vou te foder. Me colocou de quatro e me comeu selvagemente como ninguém, me tratando de puta, a puta dela.
O tempo foi passando, a gente imersa no nosso mundo lésbico, e nem percebemos que a hora tinha passado, quando de repente, me viro pra Jesi me comer de barriga pra cima e vejo parado na porta do quarto, com a rola na mão, o Tony. Ele faz um sinal pra eu continuar, ficar quieta, não contar pra Jesi que vi ele, mas minha cara me entregou, e Jesi se vira e vê o Tony se masturbando com o espetáculo que a gente tava dando.
Ela pulou de uma vez e disse: amor, vou te explicar, e ele rapidamente responde: não tem nada pra explicar, fiquem tranquilas, continuem se divertindo. Ela relaxou com aquelas palavras e disse: sério, meu amor, não te incomoda? De jeito nenhum, adoro esse show, continuem. E aí ela seguiu como antes, ou melhor, se virava e olhava pra ele enquanto me comia com o arnês. Num momento, ela pergunta: cê gosta de como eu fodo sua amiga? Sim, adoro, mete forte, adoro, e continuava se masturbando.
Quero você de quatro, virada, puta, Jesi me diz. Fico de quatro olhando pra porta onde o Tony estava, e ela começou a me meter com muita força, a puta, e num momento fala pro Tony:
Quer enfiar na boca dessa puta? Enfia, com certeza ela vai gostar, agora é minha puta e faz o que eu mando. Tony se aproximou e enfiou a rola linda na minha boca, que prazer, por favor, e eles se beijavam.
Agora vamos trocar, vem, amor, come ela, faz direito nessa buceta, como você me come, mostrando pra ela o quanto você é garanhão (aí percebi que a Jesi não sabia que eu já tinha comido o Tony várias vezes) e enfiou tudo dentro de mim, eu gritava de prazer, xingava eles, pedia pra me comerem os dois juntos, e a Jesi me diz: você é muito piranha, mais piranha do que eu. Ela abriu as pernas na minha frente e, enquanto o Tony me enfiava, me obrigou a chupar a pussy dela. Perdi a conta dos meus orgasmos e dos dela até que o Tony não aguentou mais e deu o gozo quentinho dele nas nossas bocas, que a gente dividiu com a minha nova amante.
Tomamos banho juntos e voltei pra casa bem comida e tendo comido a mulher do meu amigo.
2 comentários - Comendo a mulher do meu amigo