aqui vai esse relato de um corno que conheci e foi sincero comigo
Espero que vocês curtam tanto quanto eu e me digam o que acharam.
OBRIGADO POR ME LER
PELOS PONTOS QUE ME DÃO
E POR ME SEGUIR
Com a Andrea, agora somos um casal. Ela não é uma mulher muito bonita, mas é bem ativa na cama, e eu também, embora saiba que com meu pau o tesão dela continua insatisfeito. Talvez por isso ela vivia tão excitada, e eu, vendo ela assim, ficava ainda mais tarado. A beleza dela eram os peitos, apesar da gordura. Adoro chegar em casa e encontrar ela assim, toda quente. Normalmente, quando vamos pra cama, transamos do jeito dela. Ela sempre pede que a primeira coisa que eu faça é dar uma boa mamada na buceta dela, e a verdade é que nisso eu sou muito bom. Com minha boca, sou um mestre. Mas quando eu penetro ela, sinto que não satisfaço ela com meu pau de 10 centímetros duro, e nem preciso falar de fazer o cuzinho dela. Foi naquela noite, depois de tanto implorar pra ela me dar, que ela me disse...
Andrea, sim, eu fuck you na bunda, você faz o mesmo.
Tava tão tesuda que aceitei o desafio, mas na hora me frustrei pra caralho. Meu pau dançava dentro do cu dela por mais forte que eu tentasse. Depois foi minha vez, ela me virou e começou a chupar meu cu. O prazer era absurdo, e ficou ainda maior quando ela enfiou a língua. Eu tava morrendo de tesão e comecei a gemer. Foi aí que ela enfiou o dedo e começou a me comer. Quase não doeu, e enquanto fazia isso, falava umas coisas que me deixavam ainda mais molhadinha.
Andrea, você gosta, amor? Gosta de como eu rasgo sua bunda, céu? Agora vou rasgar ainda mais, amor.
Já eram dois e até três dedos entrando e saindo do meu cu faminto, não aguentei o tesão e acabei pedindo mais. Naquela noite, gozei litros de porra e, desde então, já era normal a Andrea arrebentar minha bunda pequena. Não tinha noite que ela não fizesse isso, até que um dia ela me perguntou sobre o Carlos, meu amigo que eu via bastante, e disse que tava morrendo de vontade de ver ele. Foi aí que perguntei se ela queria comer ele.
Andrea, tem amor, sim, minha vida. Como é que você pensa uma coisa dessas, bebê?
Não, só tô falando, não seria ruim pra mim, assim eu posso ver você gozar com ele.
Andrea, você ia gostar disso de verdade?
Adoraria, amor, você me faz gozar pra caralho e eu sei que te deixo com vontade toda noite, meu bem
Andrea, eu sei bem como você goza com meus dedinhos, seu promíscuo. Sim, amor, adoraria te fazer de corna com seu amigo e ele ser nosso macho. Então, neste sábado, você tem que convidar ele pra casa.
Sim, minha vida, sábado vai ser o nosso grande dia.
Esperei ansioso por esse dia e, claro, fui preparando meu amigo Carlos. Andrea o recebeu bem efusiva, fiquei surpreso ao vê-la com aquele vestido decotado e bem curtinho. Logo Carlos partiu pra ação, mais rápido do que eu imaginava. Depois que servi uns drinques pra eles, começaram a me ignorar e a me tratar como uma empregada, o que me excitava. Sem perceber, comecei a gostar de ser humilhado, até que Andrea sussurrou no meu ouvido pra eu vestir uma tanga dela sem o Carlos perceber, que assim eu também seria a putinha deles. Essa ordem endureceu meu pau e foi assim que não só coloquei a tanga, mas também uma camiseta longa ou um vestidinho. Continuei servindo eles e, em pouco tempo, Andrea já estava de joelhos entre as pernas dele, chupando o pau dele — algo que ela nunca tinha feito comigo. No meio da cama, tudo que eu tinha sonhado se desenrolou. Meu pinto, preso na tanga, já estava molhado, gozando sem nem ter sido tocado. Andrea parou de chupar o pau do Carlos e, segurando ele nas mãos, me chamou pra ajudar. Era um pau de verdade. Fui engatinhando até ela e, quando cheguei, Andrea enfiou aquele pau na minha boca, segurou minha nuca e mandou eu engolir tudo. Depois me soltou, e Carlos praticamente começou a foder minha boca, enquanto me chamava de putinha gostosa. As palavras dele ecoavam na minha cabeça, e eu adorava as barbaridades que Carlos e Andrea diziam. Não queria que parassem de me humilhar. Eu realmente amava aquele jogo, até que me empurraram pro lado e só pude ver minha mulher sendo comida pelo meu amigo Carlos. Andrea estava no céu, gozando com aquele pau enorme entrando e saindo da sua pussy faminta e depois do seu cu. Aquele cu que tanto me custou pra conseguir uma vez. Meu cu começou a sentir falta dos dedos dele e da mágica que faziam, até que Andrea disse que era minha vez. Me puxou de volta pra caminha e, abrindo as pernas, mandou eu chupar bem a pussy dela, que estava inundada de gozo. do Carlos, comecei a lamber ela e aí ela disse
Andrea, tão promíscua, assim, engole toda a porra de um macho de verdade, ahh ahhh que delícia que você é, meu corno, prepara esse rabo porque hoje à noite você se forma como viado.
Tava nessa, chupando a buceta da minha esposa, que era o que eu fazia de melhor pra ela, quando senti alguém tirar minha tanga e abrir bem meu cu. Também senti a pica do Carlos apertando meu buraquinho, e enquanto a Andrea enfiava a cabeça na buceta dela, o Carlos metia a pica dele até o fundo do meu cu. A dor foi tremenda, mas não soltei um grito de viado puto. Cada metida era uma dor do caralho, nada parecido com os dedos da minha esposa. Tentei pegar na minha piroca, mas nenhum dos dois deixou. A Andrea apertou de um jeito que doía mais que a pica do Carlos estourando meu cu. Fiquei assim por um bom tempo, até que no final o Carlos me encheu de porra, e foi uma delícia sentir aqueles jatos dentro de mim. Quando ele me soltou, caí na cama, totalmente derrotado. O Carlos me virou e colocou a pica dele na minha cara.
Carlos, deixa ela impecável, viado.
Foi o que ele me disse, me deu um pouco de nojo, mas eu engoli tudo enquanto a Andrea brincava com os dedos dentro do meu cu dolorido. Não sei quanto tempo passou, mas depois de servi-los várias vezes, trazendo vinho e cerveja, o Carlos arrombou meu cu de novo, dessa vez me fazendo sentar no pau dele pra Andrea ver como ele me comia. No final, acabei me acostumando com aquele pau e, quando finalmente resolveram dormir, me fizeram dormir no chão, como uma puta dorme. Essa foi a primeira vez que eu estreiei meus chifres. Desde então, já tem muitas outras histórias.
Espero que vocês curtam tanto quanto eu e me digam o que acharam.
OBRIGADO POR ME LER
PELOS PONTOS QUE ME DÃO
E POR ME SEGUIR
Com a Andrea, agora somos um casal. Ela não é uma mulher muito bonita, mas é bem ativa na cama, e eu também, embora saiba que com meu pau o tesão dela continua insatisfeito. Talvez por isso ela vivia tão excitada, e eu, vendo ela assim, ficava ainda mais tarado. A beleza dela eram os peitos, apesar da gordura. Adoro chegar em casa e encontrar ela assim, toda quente. Normalmente, quando vamos pra cama, transamos do jeito dela. Ela sempre pede que a primeira coisa que eu faça é dar uma boa mamada na buceta dela, e a verdade é que nisso eu sou muito bom. Com minha boca, sou um mestre. Mas quando eu penetro ela, sinto que não satisfaço ela com meu pau de 10 centímetros duro, e nem preciso falar de fazer o cuzinho dela. Foi naquela noite, depois de tanto implorar pra ela me dar, que ela me disse...
Andrea, sim, eu fuck you na bunda, você faz o mesmo.
Tava tão tesuda que aceitei o desafio, mas na hora me frustrei pra caralho. Meu pau dançava dentro do cu dela por mais forte que eu tentasse. Depois foi minha vez, ela me virou e começou a chupar meu cu. O prazer era absurdo, e ficou ainda maior quando ela enfiou a língua. Eu tava morrendo de tesão e comecei a gemer. Foi aí que ela enfiou o dedo e começou a me comer. Quase não doeu, e enquanto fazia isso, falava umas coisas que me deixavam ainda mais molhadinha.
Andrea, você gosta, amor? Gosta de como eu rasgo sua bunda, céu? Agora vou rasgar ainda mais, amor.
Já eram dois e até três dedos entrando e saindo do meu cu faminto, não aguentei o tesão e acabei pedindo mais. Naquela noite, gozei litros de porra e, desde então, já era normal a Andrea arrebentar minha bunda pequena. Não tinha noite que ela não fizesse isso, até que um dia ela me perguntou sobre o Carlos, meu amigo que eu via bastante, e disse que tava morrendo de vontade de ver ele. Foi aí que perguntei se ela queria comer ele.
Andrea, tem amor, sim, minha vida. Como é que você pensa uma coisa dessas, bebê?
Não, só tô falando, não seria ruim pra mim, assim eu posso ver você gozar com ele.
Andrea, você ia gostar disso de verdade?
Adoraria, amor, você me faz gozar pra caralho e eu sei que te deixo com vontade toda noite, meu bem
Andrea, eu sei bem como você goza com meus dedinhos, seu promíscuo. Sim, amor, adoraria te fazer de corna com seu amigo e ele ser nosso macho. Então, neste sábado, você tem que convidar ele pra casa.
Sim, minha vida, sábado vai ser o nosso grande dia.
Esperei ansioso por esse dia e, claro, fui preparando meu amigo Carlos. Andrea o recebeu bem efusiva, fiquei surpreso ao vê-la com aquele vestido decotado e bem curtinho. Logo Carlos partiu pra ação, mais rápido do que eu imaginava. Depois que servi uns drinques pra eles, começaram a me ignorar e a me tratar como uma empregada, o que me excitava. Sem perceber, comecei a gostar de ser humilhado, até que Andrea sussurrou no meu ouvido pra eu vestir uma tanga dela sem o Carlos perceber, que assim eu também seria a putinha deles. Essa ordem endureceu meu pau e foi assim que não só coloquei a tanga, mas também uma camiseta longa ou um vestidinho. Continuei servindo eles e, em pouco tempo, Andrea já estava de joelhos entre as pernas dele, chupando o pau dele — algo que ela nunca tinha feito comigo. No meio da cama, tudo que eu tinha sonhado se desenrolou. Meu pinto, preso na tanga, já estava molhado, gozando sem nem ter sido tocado. Andrea parou de chupar o pau do Carlos e, segurando ele nas mãos, me chamou pra ajudar. Era um pau de verdade. Fui engatinhando até ela e, quando cheguei, Andrea enfiou aquele pau na minha boca, segurou minha nuca e mandou eu engolir tudo. Depois me soltou, e Carlos praticamente começou a foder minha boca, enquanto me chamava de putinha gostosa. As palavras dele ecoavam na minha cabeça, e eu adorava as barbaridades que Carlos e Andrea diziam. Não queria que parassem de me humilhar. Eu realmente amava aquele jogo, até que me empurraram pro lado e só pude ver minha mulher sendo comida pelo meu amigo Carlos. Andrea estava no céu, gozando com aquele pau enorme entrando e saindo da sua pussy faminta e depois do seu cu. Aquele cu que tanto me custou pra conseguir uma vez. Meu cu começou a sentir falta dos dedos dele e da mágica que faziam, até que Andrea disse que era minha vez. Me puxou de volta pra caminha e, abrindo as pernas, mandou eu chupar bem a pussy dela, que estava inundada de gozo. do Carlos, comecei a lamber ela e aí ela disse
Andrea, tão promíscua, assim, engole toda a porra de um macho de verdade, ahh ahhh que delícia que você é, meu corno, prepara esse rabo porque hoje à noite você se forma como viado.
Tava nessa, chupando a buceta da minha esposa, que era o que eu fazia de melhor pra ela, quando senti alguém tirar minha tanga e abrir bem meu cu. Também senti a pica do Carlos apertando meu buraquinho, e enquanto a Andrea enfiava a cabeça na buceta dela, o Carlos metia a pica dele até o fundo do meu cu. A dor foi tremenda, mas não soltei um grito de viado puto. Cada metida era uma dor do caralho, nada parecido com os dedos da minha esposa. Tentei pegar na minha piroca, mas nenhum dos dois deixou. A Andrea apertou de um jeito que doía mais que a pica do Carlos estourando meu cu. Fiquei assim por um bom tempo, até que no final o Carlos me encheu de porra, e foi uma delícia sentir aqueles jatos dentro de mim. Quando ele me soltou, caí na cama, totalmente derrotado. O Carlos me virou e colocou a pica dele na minha cara.
Carlos, deixa ela impecável, viado.
Foi o que ele me disse, me deu um pouco de nojo, mas eu engoli tudo enquanto a Andrea brincava com os dedos dentro do meu cu dolorido. Não sei quanto tempo passou, mas depois de servi-los várias vezes, trazendo vinho e cerveja, o Carlos arrombou meu cu de novo, dessa vez me fazendo sentar no pau dele pra Andrea ver como ele me comia. No final, acabei me acostumando com aquele pau e, quando finalmente resolveram dormir, me fizeram dormir no chão, como uma puta dorme. Essa foi a primeira vez que eu estreiei meus chifres. Desde então, já tem muitas outras histórias.
2 comentários - cornudo, humillado y emputecido