O endócrino e a esposa 2

Domingo foi um dia normal de casal, sem sair de casa. Na segunda, quando o Aitor saiu do trampo, ele me avisou pra esperar ele na rua, que a gente tinha que fazer umas compras. Ele me pegou e me levou direto pro shopping, numa loja de roupa esportiva. — Pronto, cê precisa de roupa pra academia. — Não dá pra esperar, não tô a fim de ir. — Você vai começar essa semana sim, vai te ajudar a definir o corpo e trabalhar esses glúteos, deixar essa bunda bonita. Começamos a olhar, e foi ele quem escolheu as coisas. Primeiro, umas leggings bem coloridas e bem femininas, depois um conjunto rosa de legging comprida, um short e top, mais um par de leggings, shorts e mais uns tops, e um tênis rosa. Eu experimentei tudo lá, e ficou tudo bem justo no corpo. — Com isso já dá, mas te aconselho a usar fio dental com essas leggings. Vamos comprar umas pra você. Depois de comprar 6 fio dentais e um tênis, voltamos pra casa. No dia seguinte, quando ele saísse do trampo, passaria pra me pegar e ir pra academia. No dia anterior, ele escolheu o que eu usaria no primeiro dia: a legging rosa curta, o top, uma toalha pro banho, um fio dental rosa que eu já usaria, outro limpo pra depois do banho, e o tênis. — Preferia tomar banho aqui em casa. — Você não vai subir no carro toda suada. No dia seguinte, ele passou pra me buscar. Lá, o Victor já estava esperando com minha inscrição pronta, só pra assinar. — Bem-vinda, Alexia. Me segue, vou te apresentar sua instrutora. — Sole, ela é a Alexia, a parceira do Victor, que eu falei que começaria hoje. Mostra o vestiário pra ela e começa a rotina que a gente combinou. — Oi, Alexia, vamos. — Oi, Sole. Ela me levou até o vestiário enquanto explicava minha rotina do dia: começaríamos com pernas, quadril e glúteos. Quando entrei no vestiário, fiquei vermelha, toda envergonhada, vendo umas minas se trocando e algumas só de calcinha. Ela me explicou como usar os armários. — Por enquanto é só isso. Se troca e a gente começa. Eu morria de vergonha de me trocar ali na frente dela e das outras garotas. Primeiro tirei a roupa da mochila, sentei no banco, tirei os sapatos primeiro e depois foi a vez da minissaia, que custou um pouco pra tirar, mas consegui, ficando só de tanguinha à mostra. Coloquei o shortinho de lycra rapidinho, ficou super justo e enfiado na racha da bunda; tentei puxar, mas não deu. Depois vesti o top e os tênis. — Já tá pronta, guarda tudo no armário e me segue. Segui ela até o fundo, onde tinha várias garotas se exercitando. Ela mandou eu pegar um colchonete. Primeiro, me fez apoiar um braço até o cotovelo numa barra e levantar as pernas pra trás. Depois, de joelhos com os cotovelos no chão, levantar e esticar as pernas. Aí me colocou num aparelho que simulava subir escadas e, por último, agachamento. Tinha uma garota fazendo, e a Sole falou: — Olha como ela faz e começa. Observei como ela fazia e percebi que o shortinho dela entrava na buceta, marcando tudo. Aí olhei pra mim e tava igual, marcando a racha da ppk. Antes de começar, arrumei o short, mas não adiantou nada, porque quando comecei a imitar ela, voltava a marcar. Depois das séries que ela mandou, já tava bem cansada. — Bom, Alexia, por hoje já deu. Vai tomar um banho que vai te fazer bem. Fui pro vestiário sozinha, abri o armário e sentei no banco, morrendo de vergonha vendo as outras garotas se despirem e saírem do chuveiro numa boa. Custou pra eu me decidir. Tirei os tênis, tirei o top, o short, o sutiã e, por último, a tanguinha. A única diferença entre as outras garotas e eu eram os peitos: elas tinham peitos bem formados, e eu tinha peitos de menina de 11 ou 12 anos, mas com mamilos grandes como os delas. Me cobri com a toalha e fui pro chuveiro. Tomei banho e me vesti rapidinho. Na saída, tive que esperar um tempão pelo Aitor pra voltar pra casa. No dia seguinte, ele me fez fazer pilates. No terceiro dia, foi a mesma coisa que o primeiro, e na quinta-feira, eu estava vestida com minhas leggings coloridas no meio de 8 minas praticando zumba. Dia após dia, fui me adaptando à academia e conhecendo umas minas que logo ficaram curiosas sobre mim ao saber que eu era um cara antes e agora era igual a elas. No começo, me senti desconfortável com algumas perguntas, mas com o tempo fui ganhando confiança e respondia naturalmente. Duas semanas depois, Aitor entrava no centro cirúrgico para a faloplastia. Ele ficou duas semanas internado, e nos dois primeiros dias não me afastei dele. Victor também vinha vê-lo depois da academia. Nessas duas semanas, não fui nenhum dia. De manhã, eu levantava, fazia as tarefas de casa e depois ia de metrô para o hospital. No primeiro dia que voltei pra casa pra passar a noite sozinha, Victor se ofereceu pra me trazer umas coisas, e isso se repetiu todo dia. Ele saía da academia e vinha ver Aitor e me levar pra casa. No oitavo dia, que era sábado, Aitor me pediu pra vestir um vestido vermelho justo pra ir vê-lo, porque ele me achava muito gostosa com ele. A gente tava no quarto do hospital, os três conversando animados, quando Aitor soltou de repente: — Alexia, o Victor tá sendo muito gente boa com você, te leva pra casa todo dia. Você devia agradecer ele. — Tô muito grata por ele me levar. — Sabe que entre eu e ele tem muita confiança, e hoje você tá muito gostosa com esse vestido, e é sábado. Você podia convidar ele pra jantar como agradecimento, num restaurante qualquer. Foda-se o dinheiro, eu pago. — Vale, se ele quiser, não tenho problema, se você não se importar. — Tô te pedindo isso, não tem como eu me importar. O que você acha, Victor? — Pra mim, sem problema. — Me passa a carteira que foda-se o dinheiro. Com 200 reais dá de sobra pra jantar e tomar uns drinks depois, se vocês quiserem. — Dá sim, sobra. — Victor, ela fica por sua conta, cuida dela. Divirtam-se por mim. Aitor, te agradeço muito por estar do meu lado e vir me ver todo dia e levar a Alexia. E como... Gratidão quando você levar ela pra casa, sobe pra tomar um último drink e fechar a noite. Alexia vai adorar mostrar a gratidão dela te dando um boquete. Olhei pra ela, chocada. — Não me olha assim, quero que você chupe ele, e agora vão que vai ficar tarde e vocês não vão achar mesa. Nos despedimos e saí com o Victor, já no carro dele. — Onde você quer ir? — Ah, não sei, não me vem nenhum lugar na cabeça. — Já sei onde. Ele foi pro norte da cidade e saímos dela por uma estrada cheia de curvas, e poucos quilômetros depois parou num restaurante no meio do mato. — O que achou do lugar? — Muito bonito. — Então vamos entrar. Tivemos um jantar animado e no final pedi a conta, e quando trouxeram e fui pagar: — Já pago eu, uma moça não deve pagar nunca. — Mas o Aitor me deu o dinheiro. — Fica pra você, não vamos contar nada, fica entre eu e você. — Tá bom. Saímos do restaurante e pensei que a gente fosse pro meu apê. — Quer ir tomar um drink? — Quero. Ele me levou pra um lugar bem animado, pedimos dois cubas-libres, depois uns shots e mais uns cubas, ficamos dançando um tempo. No último drink eu já tava bem alegre, a gente tava encostado numa mesa alta redonda e eu tava meio cambaleando, e ele me segurou pela cintura. — Tá bem? — Tô, só um pouco tonta. — Vamos acabar isso e ir embora. — É, melhor. Ele não tirou a mão da minha cintura, eu sentia o braço musculoso dele nas minhas costas e me senti segura assim, e me encostei nele e veio o cheiro do perfume de homem dele misturado com o meu perfume de mulher, essa mistura me fez sentir muito feminina do lado dele. A camisa dele marcava os peitorais duros e sem perceber, uma força interior na minha mente fez eu levar uma das mãos pra acariciar eles. Ele abaixou a mão da minha cintura e me agarrou na bunda, e com a outra me pegou pela cabeça e me beijou na boca, e eu me deixei levar por um beijo longo que me excitou tanto que eu tinha certeza que tinha molhado a calcinha. — Isso aqui não tá certo, melhor te levar pra casa. — É, melhor. A gente saiu do Bebemos até a metade e saímos do local procurando o carro. Ele me segurava para eu não cair. O frescor da rua me fez espantar e me sentir melhor. Ele dirigiu até meu apartamento e parou na porta. — Já chegamos, amanhã passo para te levar ao hospital. — Não quer fazer a última e assim agradecer os favores que me faz, como o Aitor pediu? — Vamos lá, aceito. Subimos para o apartamento e, uma vez na sala, de frente para ele. — O que você quer beber, cerveja ou um drink? — Agora mesmo, nada, só uma coisa. Ele disse isso me olhando nos olhos e colocando a mão no meu ombro. Na hora entendi o que queria. Me abaixei até ficar de joelhos, toquei no volume dele por cima da calça e, com as duas mãos, desabotoei e puxei para baixo junto com a cueca. E lá estava a bela rola dele diante dos meus olhos. Segurei com uma mão e comecei a masturbar devagar, dando beijinhos e chupadinhas na ponta, sentindo ela crescer na minha mão. Olhei nos olhos dele enquanto dava uma boa chupada na cabeça. — Tá gostando? — Sim, continua assim, sua putinha. — Mmmm, sim, é bem gostosa. — Toda sua, minha putinha. — Mmmm, sim, toda minha. Sua putinha, adoro quando me chama assim. — E eu adoro te chamar assim, porque é isso que você é: uma puta. — Sim, repete pra mim enquanto eu chupo, me deixa bem putinha. — Mmmm, como você chupa bem, boa putinha. Gosto que você seja tão putinha. Me concentrei em fazer um boquete gostoso enquanto ele me chamava de tudo, até gozar e encher minha boca de porra. Quando deixei bem limpinha, me levantei. — Agora sim, quero um shot de uísque, se tiver. — Temos, vou pegar agora. Ele tomou de um gole só e pediu outro. Enquanto eu servia, ele enfiou a mão por baixo da minha saia, afastou a calcinha de lado e colocou no meu pussy. — Você tá toda molhada, puta. — Eu sei. Ele enfiou um dedo enquanto, de outro gole, tomou o outro shot. — Por respeito ao Aitor e por saber o que significa para ele te desvirginar, porque senão eu te comia agora mesmo. Então acho melhor eu ir. — Acho que é melhor. Melhor. Ele foi embora e eu fiquei sozinha e muito tesuda, e na minha cabeça também passou a vontade de que ele me comesse, mas não podia fazer isso com o Aitor, então fui direto pra cama e, sem tirar a roupa, enfiei a mão por baixo da calcinha e comecei a me tocar que nem uma puta, minha buceta tava toda molhada. Uns dois minutos depois, peguei o vibrador que o Aitor guardava e comecei a enfiar com vontade até ficar satisfeita. Fiquei deitada bem relaxada e, sem perceber, acabei dormindo vestida e de salto. Acordei com uma ligação do Aitor às 9 da manhã. — Bom dia, gata. — Bom dia. — Como foi ontem? — Bem. — Bom, melhor quando você vier me conta. — Tomo um banho e vou. Tomei café, tomei banho e fui pro hospital, e contei tudo pra ele, menos a vontade do Victor de me comer. Fiquei o dia todo com ele. Às 8 da noite, o Victor chegou e umas 10 me levou pra casa. A noite tava escura e chovendo. Ele estacionou o carro na porta de casa. — Valeu por me trazer. E me aproximei pra dar dois beijos. — É assim que vai me agradecer? Assim que me aproximei pra dar os beijos, ele me pegou pela cabeça e a levou entre as pernas dele, onde na outra mão ele segurava o pau dele, que encostou nos meus lábios. — Aqui não, melhor subir pra casa. — Não, quero que você me chupe aqui e agora. Ele nem tinha terminado de falar e eu já tava chupando a pontinha. — Assim mesmo, uma putinha obediente. Demorou uns 10 minutos pra gozar. Sentei direitinho no meu banco e ele me pegou pelo queixo e me fez olhar bem na cara dele. — Isso fica entre eu e você, ok? O Aitor não pode saber. — Sim, sim, claro. Isso se repetiu todo dia até o Aitor sair do hospital e eu ter que cuidar dele em casa. Como eu mesma era enfermeira, cuidava dos curativos dele. Diferente da minha buceta, que era igual à de qualquer mulher, o pau dele era diferente de qualquer outro. Uns 3 meses depois, falaram que já tava bem cicatrizado e que uns 2 meses depois ele poderia fazer uma segunda cirurgia pra poder ter ereções. Nesse meio tempo, fiz exame de laringe e várias sessões com uma fonoaudióloga pra me preparar pra afinar minhas cordas vocais e feminizar totalmente minha voz, além de uma raspagem do pomo de Adão. Nesses meses, o Aitor não podia ir pra academia, mas me obrigava a ir. Meu corpo ia mudando aos poucos com os hormônios e as rotinas: meus peitos cada vez mais aparecendo, meu quadril um pouco mais largo e minhas pernas e bunda mais firmes. Eu via o Victor sempre na academia, mas ele nunca mais me pediu boquete. No dia seguinte de falar pro Aitor que tava tudo bem, cheguei em casa da academia umas 7 horas com umas sacolas de compra do mercado. Entrei em casa, o Aitor tava sentado no sofá, ele levantou, fui até ele e, como de costume, a gente se beijou na boca. — Como foi na academia hoje? — Foi bem, vou deixar as compras na cozinha. Deixei as sacolas na mesa e comecei a tirar as coisas e colocar na geladeira e nos armários. — Neném, me traz uma cerveja? — Já vou. Dei a cerveja pra ele, ele me agarrou pela bunda, me puxando pra perto dele enquanto dava um gole. — Sabe, o Victor me disse que você faz uma cara de puta gostosa quando chupa ele. — Foi o que ele disse. — E que você gosta que te chamem de puta. Fiquei vermelha de vergonha e respondi com timidez: — Sim. — Então eu quero ver essa sua cara de puta. Ajoelha e chupa. Meus olhos se cravaram no olhar dele, um olhar duro e poderoso que, só de ver, já deixava claro quem mandava ali e quem devia obedecer submissamente e ocupar o lugar que lhe cabia. Enquanto me ajoelhava, meu olhar devolvia minha submissão a ele. Ele tava de shorts, eu abaixei um pouco junto com a cueca e, diante dos meus olhos, apareceu o pau dele. Comparado com o do Victor, parecia estranho e muito diferente. Peguei com uma mão e levei à boca enquanto olhava pra cara dele. — Isso, muito bem, boa menina. Chupa e me olha. Eu colocava toda minha vontade em chupar, mas era diferente. Não ficava duro, continuava mole. continua, não tô vendo aquele olhar de safada e puta que o Victor fala. - desculpa, é que é diferente, não fica dura e não dá a mesma sensação. - para, é verdade, não tinha pensado nisso. Levantei, ele me beijou na boca. - te amo, gata. - e eu você. A gente se deu outro beijo longo, e depois voltei pra cozinha pra terminar de guardar as compras e começar a janta. O Aitor já tinha voltado a trabalhar depois da recuperação dele, saía de manhã, eu ficava nas tarefas de casa, que era meu dever. Ele retomou a rotina da academia, na semana seguinte eu entrei no centro cirúrgico, correu tudo bem, fiquei uns dez dias sem falar e sem forçar a garganta. Quando comecei a falar, minha voz era de mulher, mas meio rouca, e com o passar dos dias sumiu e ficou totalmente feminina. Nossa rotina seguia dia após dia, Aitor no trabalho, eu mais em casa, de tarde academia nós dois. Com o Victor, a relação de amigos continuou, não tive mais nada com ele nem o Aitor pediu. No mês seguinte, o Aitor entrou no centro cirúrgico pra tirar o peito, e 15 dias depois entrei eu. Naquela tarde voltei pra casa com 400 gramas de silicone no peito, aquela semana foi horrível, com uma dor danada no peito. Depois de uma semana já não sentia quase nada, mas me sentia estranha com aquelas duas tetas no peito, usei um sutiã especial por 30 dias. Minha transformação já tava completa, não tinha mais nada do homem que fui, e o Aitor só faltava um passo pra ser um macho completo. No mês seguinte, ele completou com uma última operação pra poder ter ereções. Umas semanas depois, numa sexta, ele voltou pra casa de manhã depois de uma revisão pós-operatória, eu tava limpando o pó. - gata, já voltei. Ele me agarrou por trás, me virou e me beijou com gana, e foi me arrastando até o quarto. - gata, tava esperando esse momento, já tô pronto pra transar como homem. - sério mesmo? - sim, e você vai ver agora. Ele apoiou a mão no meu ombro e me deu um sinal com o olhar. Entendi na hora e me ajoelhei pra ocupar o lugar que uma mulher deve ocupar na frente do seu homem. Desabotoei a calça dele, deixei cair e puxei a cueca pra baixo sem tirar os olhos dos dele. Só por uns segundos desviei o olhar pra ver o pau dele à mostra — ainda era estranho. Levei ele à boca e comecei a chupar a ponta, e rapidamente ele reagiu, começou a ficar duro. Enfiei ele inteiro na boca com o olhar fixo nos olhos dele. — Hummm, que gostosa, nena. Você gosta, né? Vejo nos seus olhos e nessa cara de puta que você tá fazendo. Eu também tô gostando. Fiquei uns 15 minutos chupando ele, enquanto ele me chamava do mesmo jeito que o Víctor fazia, e isso me deixava cada vez mais com tesão. — Hummm, sim, você é uma putinha. Gosta mais de chupar o pau do Víctor do que o meu, né? — Hummm, churruppp. Eram os sons que saíam da minha boca, enquanto ele apertava minha cabeça pra dentro. — Não tô te entendendo. Sei que você chupava ele no carro, ele me contava tudo. Diz, você gosta de ser a putinha dele, né? — Hummm, glop. — Tudo que eu fazia era porque eu pedia. Gosto que você seja assim, promíscua e puta, que seja submissa e obediente. Levanta. Levantei e fiquei na frente dele, nos olhando em silêncio por um momento. — Tira a roupa. Tirei a roupa na frente dele enquanto ele fazia o mesmo, e ficamos nus um na frente do outro. Ele me olhou de cima a baixo. — Não quero que você fale, só se deixa levar. Não desvia o olhar do meu. Minha obra-prima tá pronta, você tem uns peitos lindos. Ele disse enquanto os tocava e aproximava a cabeça, começando a chupá-los. A sensibilidade dos meus mamilos me fez gemer na hora. — Uma buceta suculenta, louca pra ser desvirginada. Ele deslizou uma mão até lá e começou a me tocar, fazendo eu abrir um pouco as pernas, o que facilitou ele me penetrar com os dedos. — Você já tá bem molhada, é toda uma mulher. Tava difícil manter o olhar nele. — Era assim que eu tava morrendo de vontade de te ver. Você tá se comportando muito bem, do jeito que eu gosto, caladinha como te convém como mulher, entregue ao seu homem, mostrando a ele Carinha de viciada que te deixa louco. Fui me aproximando devagar da cama, ele me sentou na beirada e me deitou lentamente sem parar de passar a mão na minha buceta. Deitou do meu lado, me beijou na boca enquanto os dedos dele continuavam me penetrando. Desceu chupando meu pescoço até os peitos, dedicou uns minutinhos ali e continuou descendo pela minha barriga até eu sentir os lábios dele chupando minha buceta. Ele se virou e ficou paralelo ao meu corpo, passou uma perna por cima de mim e se posicionou em cima sem parar de me chupar. O pau dele ficou na altura do meu rosto, eu sabia o que ele queria e comecei a chupar. Assim começou meu primeiro 69 como mulher. O fato de me ver naquela posição me fazia ficar muito putinha. Ficamos assim uns 10 minutos. Aitor se virou e se colocou entre minhas pernas. — Chegou a hora, gata. Quero que você me olhe nos olhos enquanto eu desvirgino essa sua bucetinha gostosa. Na hora que ele foi me penetrar, fiquei um pouco nervosa e me tensionei. Ele percebeu. — Relaxa, gata. — Desculpa, fiquei um pouco nervosa. Ele aproximou a boca da minha e começou a me dar um beijo sensual de língua que me fez relaxar. Colocou a ponta do pau na entrada da minha buceta e, quando começou a me penetrar, parou de me beijar para fixar os olhos nos meus enquanto metia devagar até o fundo e começava a me foder. — Pronto, agora você é toda uma mulher. — Sim, ah... — Cala a boca, não fala. Aproveita, quero ver sua cara de prazer. Ou prefere que eu diga que é uma putinha? — Mmmmm, ahhhh ahhhh. — Isso, quero ouvir você gemer feito uma putinha. Ele foi acelerando os movimentos aos poucos e Aitor começou a soltar uns gemidinhos que me deixavam ainda mais com tesão. Durou uns 10 minutos até ele perder a ereção. — Bufff, que gostoso, já acabei. — Sim, mmmmm, você gozou. — Eu não consigo ejacular. — Não sabia disso. Ficamos um tempinho abraçados na cama até ele me dar um beijo na boca. — Bom, temos que comemorar. Vamos nos vestir e te convido pra jantar fora. — Vale, vou me lavar um pouco e me arrumar. — Não. Preciso, quero que a gente saia assim, acabados de foder. - É que eu tô toda molhada. - Por isso que quero que você saia assim, molhada. Peguei a calcinha do chão, vesti, peguei um vestido preto curto e justo, me vesti, me maquiei bem e saímos pra jantar, depois pra umas bebidas, umas danças e às 3 da madrugada voltamos pra casa. No caminho, no carro, ele começou a acariciar minhas coxas e, quando chegamos no estacionamento, a mão dele já tava dentro da minha calcinha, enfiando os dedos. No elevador, ele me apoiou contra a parede sem parar de mexer na minha buceta, me fazia sentir muito puta e eu tinha ficado muito putinha. Quando entramos em casa, ele me levou direto pro quarto, me beijou me segurando firme pela cintura e depois olhou nos meus olhos, tirou meu vestido me deixando só de calcinha e começou a se despir. Ficou pelado na minha frente e com um simples gesto entendi o que ele queria. Me ajoelhei, ele segurou minha cabeça, pegou o pau com a outra mão e aproximou da minha boca, e comecei a chupar ele. Durante uns minutos, houve silêncio total até que ele achou que era a hora. - Sobe na cama e fica de quatro. Fiquei de quatro, ele se posicionou atrás de mim, colocou uma mão entre minhas pernas e começou a me tocar por cima da calcinha, enfiando os dedos dentro da minha rachinha. Ele afastou a calcinha de lado, acariciou meu grelo por uns segundos e começou a enfiar os dedos por uns dois minutos. Me segurou com uma mão na cintura e meteu inteiro de uma vez, começou a me foder sem piedade, com força. - Que gostoso, né, putinha? - Ahhh, sim, muito gostoso. Ele me fodeu bem forte e gostoso por uns minutos até que caiu exausto ao lado da cama. Me deitei do lado dele e a gente dormiu sem perceber. Desde aquele dia, ele me fode quase todo dia. Nos dois meses seguintes, ele ia trabalhar, eu fazia as tarefas de casa, preparava a comida dele pra levar pro trabalho, ele chegava umas 5 da tarde, me pegava e a gente ia pra academia. Voltávamos pra casa, eu preparava o jantar pra nós dois e na cama ele me dava uma foda e a gente dormia. dormir, passado esse tempo, um dia enquanto jantávamos.
— Neném, daqui a 15 dias a Rosa, minha enfermeira do hospital, vai embora.
— Ah, é? E por quê?
— Ela encontrou um posto melhor, e pensei que já está na hora de você voltar a trabalhar, sair da licença e trabalhar como minha enfermeira. O que acha?
— Tá bom, tô com vontade de voltar a trabalhar e não ficar sempre enfiada em casa.
— Beleza, eu falo com o diretor do hospital, resolvo tudo e você volta ao trabalho.
— Valeu.

Duas semanas depois, voltei a trabalhar no hospital como enfermeira dele. As primeiras semanas foram de boa, mas aos poucos meu corpo foi ficando moído de cansaço. Acordava às 7:30, preparava o café, começava a trabalhar às 9 até às 5, daí ia pra academia até às 7, depois pra casa, preparar a comida do dia seguinte, a janta e alguma tarefa de casa. A limpeza pesada eu fazia no fim de semana, mas sempre tinha que ir mantendo durante a semana. Depois, ainda tinha que cumprir como mulher quase toda noite e recomeçar tudo de novo. Essa era minha vida diária.

Era sábado, dia que eu dedicava às tarefas pesadas de casa: tirar pó, varrer, esfregar, lavar roupa. À tarde a gente ia fazer a compra da semana e, de vez em quando, saía pra jantar e tomar uns drinks. Naquele dia, depois de fazer as compras e voltar pra casa umas 6 horas, eu tava organizando a compra.
— Alexia, se apressa que a gente vai pra academia.
— Hoje é sábado.
— Sim.
— É tarde, fecha daqui a pouco mais de uma hora.
— Eu sei, mas tô com vontade de ir.

Ele me ajudou a organizar e às 8 a gente já tava na academia. Tinha pouca gente e foi esvaziando aos poucos. Faltavam 10 minutos pras 8.
— Aitor, vou tomar banho, já vão fechar.
— Calma, falei com o Victor e a gente pode ficar mais um pouco enquanto ele arruma a academia.

Passaram 15 minutos, já eram umas 8 e pouco, a academia fechada, e o Victor se aproximou.
— Vocês já podiam parar, já terminei aqui.
— É, vamos sim. Alexia, vamos tomar banho, que o Victor quer ir embora.

Fui pro vestiário, tava em silêncio, eu sozinha. Sempre tinha visto aquele lugar cheio de mulher. Tirei a Vesti a roupa e entrei no chuveiro, comecei a me ensaboar quando um braço me agarrou por trás e pegou direto numa das minhas tetas. Virei um pouco a cabeça e vi que era o Aitor. — O que você tá fazendo aqui? — E enquanto perguntava, o Victor entrou pelado e me agarrou pela frente, ficando entre nós dois. — O que vocês tão fazendo? — Cala a boca e deixa acontecer. Propus um surpresa pra você, um menage, e ele topou. E que surpresa melhor do que aqui, não tá gostando? — Tô, mas... — Para de falar e aproveita. Eu tinha uma teta na mão de cada um, uma mão do Aitor por trás no meu cu, já tocando na minha buceta, e a outra do Victor na frente, também no meu grelo. Comecei a gemer na hora. O Victor me beijou na boca, metendo a língua até quase na garganta. Ele parou de me beijar. — Parece que nossa putinha tá ficando louca, hein Aitor. — É, vamos fazer ela gozar. Você gosta, né? Não esperava por isso, gosta de ser nossa putinha? — Mmmm, sim, eu gosto. — Sabia que você ia gostar. Chupa o Victor, você tá morrendo de vontade. Fui me ajoelhar pra chupar ele. — Não, assim não. Dobra o corpo e fica de pé. Dobrei meu corpo e comecei a chupar ele. O Aitor me deu umas palmadas na bunda e me agarrou pela cintura, meteu o pau e começou a me foder. As estocadas que ele dava faziam o pau do Victor entrar inteiro na minha boca. Ficaram assim por uns minutos. — Tô quase gozando. — Enche a boca dela de porra, nossa putinha tá doida por isso. De repente, ele soltou uma porrada de leite que me fez engasgar. Tirou o pau da minha boca, eu dei uns engasgos, e ele meteu de novo, enquanto o Aitor parava de me foder. — Agora sim, de joelhos e aproveita o pau do Victor, que eu sei que você adora, enquanto eu olho. Ele empurrou minha bunda pra baixo e fiquei de joelhos com o pau do Victor na boca, ele gozando dentro. Quando o pau dele murchou, eu ia parar de chupar. — Não para, continua até deixar ele bem duro de novo. Victor, fala pra essa putinha as coisas que ela gosta. — Isso mesmo, você adora mamar meu pau, é uma puta completa. Uma puta, uma vadiola chupadora de pau, adoro essa cara de puta que você faz, olhinhos de safada. Começou a endurecer de novo na minha boca. - Já tá pronto, Victor? - Tô. - Fica de pé e se apoia na parede, oferecendo a bunda pra ele. Me apoiei na parede, coloquei a bunda pra fora, Victor me deu umas palmadas, me segurou com uma mão na cintura, expondo mais minha bunda, senti a ponta do pau dele na minha buceta e ele enfiou de uma vez, me fazendo gritar. Começou uma metida rápida e contínua, me fazendo gemer e berrar. Uns minutos depois, ouvi ele resfolegar e senti um calor dentro da buceta, sabia que ele tinha gozado. Ele deu mais umas enfiadas, esvaziando os ovos dentro de mim. - Que fodaço que ele te deu, puta. - Uffffff, sim, minhas pernas tão tremendo. Olhei entre minhas pernas e vi minha buceta cheia de porra escorrendo pelas coxas. - Vamos tomar um banho, que depois o Victor nos convida pra jantar. Tomamos banho os três juntos, depois fui me vestir. Quando abri a bolsa, tinha outra roupa diferente da que eu tinha preparado: uma minissaia rosa bem curtinha, um top rosa, uma calcinha fio dental e sutiã rosa de renda, e os saltos da mesma cor. O Aitor tinha trocado minha roupa. Vestí a minissaia, já tinha usado ela antes, e mal cobria a bunda. Saímos da academia e o Victor nos levou de carro até uma área de restaurantes e baladas. O jantar foi divertido. Antes de sair, fui ao banheiro e, quando abaixei a calcinha pra sentar e mijar, vi ela manchada de porra do Victor. Limpei um pouco com um lenço umedecido, limpei minha xereca e o papel saiu com mais resto de porra. Voltei pra eles e saímos pra um lugar onde tomamos uns drinks e depois me levaram pra dançar numa balada. Me fizeram dançar sempre entre os dois, enquanto passavam a mão no meu cu direto, enfiavam a mão por baixo da saia e, num momento em que ficamos em pé encostados no balcão tomando uma bebida, eles se revezavam. Entre os dois, enfiavam uma mão por baixo da saia, afastavam a tanga, tocavam na buceta e enfiavam os dedos. — Tá se divertindo, sua puta? — perguntou o Aitor. — Sim, mas para, podem nos ver e nos expulsar. — Não se preocupa com isso, não vai acontecer. Às 4 da manhã, saímos de lá e eu pensei que ele ia nos levar até o carro pra voltar pra casa, mas não, ele foi pra casa dele. — Vamos fazer a última na minha casa. Assim que entramos na casa dele e chegamos na sala, eles me pegaram entre os dois e começaram a passar a mão no meu corpo inteiro, tiraram a minissaia, o top e o sutiã, me deixando só de tanga. — Agora tira a roupa. Eu tirei a roupa deles ao mesmo tempo, tirava a camisa de um e depois do outro, até deixar eles de cueca, aí eles pediram pra eu tirar também, e ficaram pelados. Então me agarraram de novo entre os dois, sentia as mãos deles em todo lugar, na minha bunda, nos meus peitos, na minha buceta, me davam tapas, chupavam meu pescoço, meus peitos, tinham me trabalhado a noite toda, não demorei pra ficar bem putinha. Eles me fizeram ajoelhar e fiquei no meio dos dois. — Chupa nossas picas e bate uma pra gente. Tinha uma de cada lado, peguei nelas e comecei a bater uma, uma mão agarrou minha cabeça e levou pro pau dele pra eu chupar, era o pau do Aitor, comecei a chupar sem soltar a mão. Um tempo depois, outra mão na minha cabeça levou pro outro lado e eu chupei o do Victor. Assim eles me seguraram por um bom tempo enquanto me chamavam de puta, putinha, vagabunda, até que o Victor gozou na minha cara e na minha boca. Eles me levantaram, o Victor me pegou no colo e me levou pro quarto dele, me deitou na cama e cada um ficou de um lado, tiraram minha tanga e começaram a me apalpar de novo por todo lado, me mexiam como uma boneca. O Victor enfiou o pau de novo na minha boca enquanto o Aitor abria minhas pernas e começava a me foder. Quando o Victor ficou duro de novo, ele trocou de lugar com o Aitor e me comeu. puta foda da porra, enchendo minha buceta de leite de novo. Depois ficamos os três deitados na cama e, sem perceber, acordei umas 10 da manhã, pelada no meio dos dois. Desde aquele dia, uma vez por mês eu virava a putinha dos dois. Fim.

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Me ha encantado como siempre 💕 ya impaciente por el siguiente