Uma noite, quando meu marido me ligou pra dizer que não chegaria a tempo por causa do clima — na verdade, já tava há 3 dias sem vê-lo — e eu tava morrendo de vontade de transar. Mas, por causa do trampo dele, eu entendi, já que não era a primeira vez que isso acontecia. Com essa vontade toda de dar, eu tava era muito puta, já era noite e eu ainda continuava com tesão. Aí me veio a ideia de ir pra academia. Pedi pra minha cunhada vir cuidar do meu filho e fui malhar.
A academia ficava a uma quadra daqui, por isso resolvi ir me distrair um pouco.
Já era 11:45 da noite, então decidi me preparar pra ir pra lá. Tava de legging e sutiã preto, com uma regata. Quando entrei, tava completamente vazio, óbvio pra hora tarde, mas na real a academia fica aberta até as 2h da manhã porque, mesmo tarde, tem gente que vai. Comecei fazendo um aquecimento antes de subir nas máquinas. Bateu 12h30 da manhã e foi aí que entrou um cara. Ele parecia uns 5 ou 7 anos mais velho que eu e era um pouco maior que meu marido. Passou do lado de umas máquinas e, como pessoa educada, me cumprimentou: — Boa noite! E eu respondi do mesmo jeito. Em poucos minutos, ele foi pras máquinas de peso, tinha tirado a jaqueta e tava com uma regata colada no corpo. Era impossível não reparar na musculatura dele, com aquele tamanho todo, e pra completar, era bem gostoso — o sonho de consumo de qualquer mulher.
Passaram-se vários minutos enquanto a gente trocava de máquinas, não consegui tirar os olhos dele. Como eu já tinha falado, ele era o sonho de toda mulher, e eu tava morrendo de vontade de transar. Minha ideia de relaxar foi pro saco quando vi aquele homem, porque a excitação voltou com tudo, a ponto de eu ficar imaginando um monte de cenários na academia. Bateu 2h da manhã e o responsável mandou a gente vazar, então a gente juntou as coisas e foi pra saída. Do nada, ele me cumprimentou todo educado e puxou conversa.
—Meu nome é Jonathan, mas soa muito formal, pode me chamar de Jona.
Conversamos no caminho e descobri que ele morava no prédio ao lado do meu. Ele trabalhava muitas horas, já que treinava novos oficiais de polícia — agora eu entendia o físico dele. Ele perguntou um pouco sobre mim e, em tão pouco tempo, já rolou uma confiança danada. Antes de chegarmos no meu prédio, ele disse que meu corpo chamou a atenção dele, que achou que eu trabalhava com algo parecido com o que ele faz. E aí ele se interessou em a gente fazer um treino juntos, pra praticar umas rotinas. Aceitei na hora, toda empolgada, e a gente se despediu combinando de nos ver na academia no mesmo horário.
Com 15 dias, mudei completamente minha rotina, porque à noite eu ia correr e malhar na academia com o Jona. Já tinha conversado com meu marido e inventei que preferia ir à noite porque tinha menos gente e às vezes não tinha ninguém. Por um lado, me sentia mal por não contar sobre o Jona e que o via quase toda noite, mas por outro, nem tanto, porque era só exercício, mesmo que por dentro eu continuasse imaginando o Jona quando dormia, no banho e quando estava com ele, até fantasiando um menage com o Daniel e o Jona. Mas era exatamente isso, fantasia, porque ele era casado e eu também, então era só isso. Uma noite de treino, eu falei pro Jona que nas próximas duas noites não ia poder ficar com ele porque ia comemorar o aniversário com o Daniel. Ele entendeu numa boa.
Já tinha tudo planejado pro nosso aniversário: tinha comprado uma babydoll e uma tanga preta. Isso ia ficar pra noite, porque primeiro a gente ia jantar, então vesti um vestido azul meio apertado, na altura do joelho e com decote. As horas passaram e ele me ligou falando que o voo de volta ainda não tinha saído por causa de problemas técnicos, então só chegaria na noite do dia seguinte. Ele se desculpou e até jurou que quando voltasse ia me recompensar. Óbvio que fiquei desiludida, mas também tava meio excitada com o que tinha planejado pra noite. Resolvi jantar e tomar um vinho, e de repente chegou uma mensagem do Jona perguntando como tinha sido o aniversário. Respondi sem pensar e contei o que rolou, e aí me deu na telha de convidar ele pra ir no apartamento. Achei que ele ia falar pra ir na academia com ele ou que tava ocupado, mas ele topou na hora. Passei o andar e o número do apartamento. Ele não demorou pra chegar, convidei ele pra entrar, ofereci um vinho e a gente conversou por um tempão como se fôssemos grandes amigos e nos conhecêssemos há muito tempo.
De repente me perguntei o que ela tinha planejado, pensei duas vezes se contava ou não, podia ser constrangedor, mas no final falei tudo o que tinha planejado, até pra noite. Sei lá, talvez o vinho fizesse a gente ter confiança pra se perguntar um monte de coisas, e de repente ela me disse:
-Eu adoraria te ver com seu look noturno…
Ela riu baixinho... por quê? Tô com vergonha.
—A verdade é que você tem um corpo gostoso e só te vi com sua roupa de academia e agora com esse vestido, e você realmente tá muito atraente.
Sabe, sou um homem que aceita um não numa boa, então me diz o que você gostaria que eu fizesse, vai ser só por alguns minutos, posso ficar com pouca roupa se quiser, haha…
—M… Tá bom, só porque a gente se dá muito bem, além disso eu confio pra caralho em você, mas vai ser só por uns minutos e sobre o que você me deve, a gente acerta depois, beleza.
Fui pro quarto me trocar, atrasei uns minutos e saí meio excitada. Ele bateu palma pra mim e começou a me elogiar pelo corpo que eu tenho.
—Você tá muito gostosa.
Naquela hora, ele parou e ficou atrás de mim, agarrou minha cintura e sussurrou no meu ouvido.
— Queria estar com você, a verdade é que fiquei fantasiando com você desde que te vi.
Naquele momento, ele desceu a mão na minha perna e com os dedos começou a subir, puxando o babydoll junto. Na hora, comecei a ficar excitada, sem querer parar ele. Ele começou a beijar meu pescoço e morder minha orelha.
Me viro pra ele e a gente começa a se beijar. Tirei a jaqueta e a camiseta dele, deixando ele com o abdômen nu. Comecei a acariciar o peito dele, o abdômen, enquanto ele colocava as mãos na minha bunda e, de um puxão, tirava meu babydoll por baixo, me deixando com os peitos nus. Ele me acariciava, chupava e mordia meus mamilos enquanto eu segurava o pau dele. Ele me carregou e me levou pro sofá, me deitou. Tirou tudo, ficou pelado, começou a tirar minha calcinha fio dental e chupou meu clitóris, lambendo e mordendo devagar. Sem dúvida, comecei a ficar cada vez mais excitada, gemendo mais e mais por um tempo. Trocamos de posição: ele ficou de pé enquanto eu me ajoelhei pra chupar o pau dele. De repente, fiquei muito criativa chupando o pau de alguém: enfiava o máximo que podia na minha boca, lambia, mordia, chupava os ovos dele. Ele me deitou de novo no sofá, abriu minhas pernas e começou a colocar o pau dele na minha buceta, roçando devagar até começar a me penetrar. Desde a ponta, comecei a gemer, até que de repente ele enfiou tudo lá dentro. Ele me penetrava enquanto enfiava os dedos na minha boca e beliscava meus mamilos. Depois de um tempo, me colocou de quatro e começou a me penetrar por trás, me segurando pela cintura, me puxando pelo cabelo e, de vez em quando, me dava um tapa na bunda, me fazendo querer mais e mais. Ele se sentou no sofá e me acomodou de costas pra ele, enquanto me penetrava e eu pulava. Meus peitos balançavam e ele pegava neles com uma mão, me segurava pelo pescoço e enfiava alguns dedos na minha boca. Mudou minha posição e fiquei de frente pra ele, enquanto me penetrava, segurava minha bunda com as duas mãos e, ao mesmo tempo, me levantava e me deixava cair no pau dele. Que gostosa eu me sentia, enquanto ele mordia meus mamilos com a boca. Enquanto eu abraçava ele, sentia os músculos das costas dele. Passei dos gemidos pra gritos de tesão. Não parava de gemer e de morder meu lábio enquanto sentia as mãos dele em todo o meu corpo, na minha... bunda, o pauzão gigante dele dentro de mim, os dentes dele mordendo meus bicos, aproveitando meus peitos que balançavam com o movimento. Eu gritava que nem uma égua que sou, enquanto minhas tetas se mexiam e ele continuava me comendo, me segurando com as mãos na minha bunda, até que me colocou de joelhos e gozou tudo nas minhas tetas e na minha boca, engolindo todo o leite dele, e depois com minha língua limpei o pauzão inteiro dele.
A academia ficava a uma quadra daqui, por isso resolvi ir me distrair um pouco.
Já era 11:45 da noite, então decidi me preparar pra ir pra lá. Tava de legging e sutiã preto, com uma regata. Quando entrei, tava completamente vazio, óbvio pra hora tarde, mas na real a academia fica aberta até as 2h da manhã porque, mesmo tarde, tem gente que vai. Comecei fazendo um aquecimento antes de subir nas máquinas. Bateu 12h30 da manhã e foi aí que entrou um cara. Ele parecia uns 5 ou 7 anos mais velho que eu e era um pouco maior que meu marido. Passou do lado de umas máquinas e, como pessoa educada, me cumprimentou: — Boa noite! E eu respondi do mesmo jeito. Em poucos minutos, ele foi pras máquinas de peso, tinha tirado a jaqueta e tava com uma regata colada no corpo. Era impossível não reparar na musculatura dele, com aquele tamanho todo, e pra completar, era bem gostoso — o sonho de consumo de qualquer mulher.
Passaram-se vários minutos enquanto a gente trocava de máquinas, não consegui tirar os olhos dele. Como eu já tinha falado, ele era o sonho de toda mulher, e eu tava morrendo de vontade de transar. Minha ideia de relaxar foi pro saco quando vi aquele homem, porque a excitação voltou com tudo, a ponto de eu ficar imaginando um monte de cenários na academia. Bateu 2h da manhã e o responsável mandou a gente vazar, então a gente juntou as coisas e foi pra saída. Do nada, ele me cumprimentou todo educado e puxou conversa.
—Meu nome é Jonathan, mas soa muito formal, pode me chamar de Jona.
Conversamos no caminho e descobri que ele morava no prédio ao lado do meu. Ele trabalhava muitas horas, já que treinava novos oficiais de polícia — agora eu entendia o físico dele. Ele perguntou um pouco sobre mim e, em tão pouco tempo, já rolou uma confiança danada. Antes de chegarmos no meu prédio, ele disse que meu corpo chamou a atenção dele, que achou que eu trabalhava com algo parecido com o que ele faz. E aí ele se interessou em a gente fazer um treino juntos, pra praticar umas rotinas. Aceitei na hora, toda empolgada, e a gente se despediu combinando de nos ver na academia no mesmo horário.
Com 15 dias, mudei completamente minha rotina, porque à noite eu ia correr e malhar na academia com o Jona. Já tinha conversado com meu marido e inventei que preferia ir à noite porque tinha menos gente e às vezes não tinha ninguém. Por um lado, me sentia mal por não contar sobre o Jona e que o via quase toda noite, mas por outro, nem tanto, porque era só exercício, mesmo que por dentro eu continuasse imaginando o Jona quando dormia, no banho e quando estava com ele, até fantasiando um menage com o Daniel e o Jona. Mas era exatamente isso, fantasia, porque ele era casado e eu também, então era só isso. Uma noite de treino, eu falei pro Jona que nas próximas duas noites não ia poder ficar com ele porque ia comemorar o aniversário com o Daniel. Ele entendeu numa boa.
Já tinha tudo planejado pro nosso aniversário: tinha comprado uma babydoll e uma tanga preta. Isso ia ficar pra noite, porque primeiro a gente ia jantar, então vesti um vestido azul meio apertado, na altura do joelho e com decote. As horas passaram e ele me ligou falando que o voo de volta ainda não tinha saído por causa de problemas técnicos, então só chegaria na noite do dia seguinte. Ele se desculpou e até jurou que quando voltasse ia me recompensar. Óbvio que fiquei desiludida, mas também tava meio excitada com o que tinha planejado pra noite. Resolvi jantar e tomar um vinho, e de repente chegou uma mensagem do Jona perguntando como tinha sido o aniversário. Respondi sem pensar e contei o que rolou, e aí me deu na telha de convidar ele pra ir no apartamento. Achei que ele ia falar pra ir na academia com ele ou que tava ocupado, mas ele topou na hora. Passei o andar e o número do apartamento. Ele não demorou pra chegar, convidei ele pra entrar, ofereci um vinho e a gente conversou por um tempão como se fôssemos grandes amigos e nos conhecêssemos há muito tempo.
De repente me perguntei o que ela tinha planejado, pensei duas vezes se contava ou não, podia ser constrangedor, mas no final falei tudo o que tinha planejado, até pra noite. Sei lá, talvez o vinho fizesse a gente ter confiança pra se perguntar um monte de coisas, e de repente ela me disse:
-Eu adoraria te ver com seu look noturno…
Ela riu baixinho... por quê? Tô com vergonha.
—A verdade é que você tem um corpo gostoso e só te vi com sua roupa de academia e agora com esse vestido, e você realmente tá muito atraente.
Sabe, sou um homem que aceita um não numa boa, então me diz o que você gostaria que eu fizesse, vai ser só por alguns minutos, posso ficar com pouca roupa se quiser, haha…
—M… Tá bom, só porque a gente se dá muito bem, além disso eu confio pra caralho em você, mas vai ser só por uns minutos e sobre o que você me deve, a gente acerta depois, beleza.
Fui pro quarto me trocar, atrasei uns minutos e saí meio excitada. Ele bateu palma pra mim e começou a me elogiar pelo corpo que eu tenho.
—Você tá muito gostosa.
Naquela hora, ele parou e ficou atrás de mim, agarrou minha cintura e sussurrou no meu ouvido.
— Queria estar com você, a verdade é que fiquei fantasiando com você desde que te vi.
Naquele momento, ele desceu a mão na minha perna e com os dedos começou a subir, puxando o babydoll junto. Na hora, comecei a ficar excitada, sem querer parar ele. Ele começou a beijar meu pescoço e morder minha orelha.
Me viro pra ele e a gente começa a se beijar. Tirei a jaqueta e a camiseta dele, deixando ele com o abdômen nu. Comecei a acariciar o peito dele, o abdômen, enquanto ele colocava as mãos na minha bunda e, de um puxão, tirava meu babydoll por baixo, me deixando com os peitos nus. Ele me acariciava, chupava e mordia meus mamilos enquanto eu segurava o pau dele. Ele me carregou e me levou pro sofá, me deitou. Tirou tudo, ficou pelado, começou a tirar minha calcinha fio dental e chupou meu clitóris, lambendo e mordendo devagar. Sem dúvida, comecei a ficar cada vez mais excitada, gemendo mais e mais por um tempo. Trocamos de posição: ele ficou de pé enquanto eu me ajoelhei pra chupar o pau dele. De repente, fiquei muito criativa chupando o pau de alguém: enfiava o máximo que podia na minha boca, lambia, mordia, chupava os ovos dele. Ele me deitou de novo no sofá, abriu minhas pernas e começou a colocar o pau dele na minha buceta, roçando devagar até começar a me penetrar. Desde a ponta, comecei a gemer, até que de repente ele enfiou tudo lá dentro. Ele me penetrava enquanto enfiava os dedos na minha boca e beliscava meus mamilos. Depois de um tempo, me colocou de quatro e começou a me penetrar por trás, me segurando pela cintura, me puxando pelo cabelo e, de vez em quando, me dava um tapa na bunda, me fazendo querer mais e mais. Ele se sentou no sofá e me acomodou de costas pra ele, enquanto me penetrava e eu pulava. Meus peitos balançavam e ele pegava neles com uma mão, me segurava pelo pescoço e enfiava alguns dedos na minha boca. Mudou minha posição e fiquei de frente pra ele, enquanto me penetrava, segurava minha bunda com as duas mãos e, ao mesmo tempo, me levantava e me deixava cair no pau dele. Que gostosa eu me sentia, enquanto ele mordia meus mamilos com a boca. Enquanto eu abraçava ele, sentia os músculos das costas dele. Passei dos gemidos pra gritos de tesão. Não parava de gemer e de morder meu lábio enquanto sentia as mãos dele em todo o meu corpo, na minha... bunda, o pauzão gigante dele dentro de mim, os dentes dele mordendo meus bicos, aproveitando meus peitos que balançavam com o movimento. Eu gritava que nem uma égua que sou, enquanto minhas tetas se mexiam e ele continuava me comendo, me segurando com as mãos na minha bunda, até que me colocou de joelhos e gozou tudo nas minhas tetas e na minha boca, engolindo todo o leite dele, e depois com minha língua limpei o pauzão inteiro dele.
3 comentários - Comendo uma gostosa da academia