Tudo começou no início de dezembro, como todos sabemos, cada ano colocam as coisas de Natal mais cedo nos supermercados, e não seria diferente com o delicioso pão de presunto. Um dia fui comprar num mercado conhecido aqui de Valencia (Venezuela) e vi um pão de presunto e pensei: bom, vou me dar o prazer, depois de sair da academia eu merecia, e assim teria algo para acompanhar o jantar hoje. Cheguei no caixa e sem mais, como sempre... até que tem que passar o pão de presunto. Naquele supermercado a caixa é nova, entendo que a contrataram para as festas de fim de ano. O pão é o ponto de virada, porque quando ela vai passar na máquina não lê o código direito, o preço não aparece e ela tem que chamar uma colega. A colega também não sabe e tem que ir buscar o código. Enquanto isso, começamos a conversar sobre coisas banais. Que cada ano colocam os pratos de Natal mais cedo, que assim é impossível ficar em forma, que se o pão era bom... Ela me diz que ainda não tinha experimentado e me olha, nos olhamos e justamente chega a colega dela com o código. Até aí foi tudo. Ela se chama Isabel, é uma mulher grande, um pouco mais baixa que eu, calculo que a olho deve ter 1,75m. O peso... sou muito ruim nisso, mas a olho calculo uns 70kg, morena, cabelo longo, umas pernas grandes e uma bunda à altura, uns peitos que como descobri depois eram grandes, muito grandes, o que acontece é que naquele dia com a roupa de trabalho mal deu pra ver. Segundo me disse depois, separada, sem filhos. Tem em torno de 50 anos e, sério, se ela não te contar você não acredita. Tudo ficou por ali, já no carro pensei que poderia ter chegado a algo mais, poderia ter convidado ela pra um café... mas entre ter mais clientes, a colega dela estar por perto, não queria colocá-la numa situação. Passado dezembro, aconteceu uma situação parecida de novo, decidi levar outro pão de presunto para o café da manhã do popular "recalentado". Tinha voltado muitas vezes ao mercado mas não tinha encontrado com ela de novo. até aquele dia, quando ela estava de volta no caixa, coincidências do destino. Como era primeiro horário, não havia clientes. Quando ela vai passar os pães, me pergunta: "Tudo bem? Espero que hoje passe de primeira". Respondo que estava ótimo e que não me importava de ficar mais um tempinho com ela. Ela fica um pouco corada e, sem levantar o olhar, continua passando os produtos. Logo antes de ela me dizer o preço, peço que me empreste uma caneta. Pago e, no ticket da maquininha, escrevo meu telefone. Enquanto escrevo, ela me olha intrigada. Termino de escrever, levanto a vista e ela continua me encarando. Devolvo a caneta e entrego o papel. Ela me olha e eu digo: "Quando terminar, pode jogar o ticket fora, por favor?" Pego minha sacola e, sem olhar para trás, vou embora pensando que não perdi nada, que fui educado o tempo todo e que minhas chances eram mais de não do que de sim.
Duas horas depois, recebo um WhatsApp de um número desconhecido: "Você é um atrevido, sabia que eu poderia ser sua mãe?" (eu também não aparento minha idade, ela pensou que eu era menor). Ela diz que está no intervalo. Conversamos por três minutos, esclarecemos a questão da idade e das intenções. Ela diz que não há problema com isso. Eu moro perto do mercado onde ela trabalha, então, brincando, pergunto se ela queria passar lá depois do trabalho, já que tinha comida e bebida sobrando do dia 31. Ela levou na brincadeira, eu também, e envio minha localização. A conversa termina ali.
Faço minha comida, coloco um filme e acabo dormindo um pouco no sofá. Por volta das 21h30, meu telefone toca. Fiquei surpreso: era Isabel. Fiquei sem palavras, porque tinha dado como certo que era um "não" claro. Atendo, e ela pergunta: "Ainda vale o convite? Acabei de sair e acho que o transporte daqui não está vindo. Não costumo sair assim com estranhos, mas algo me deu coragem para dizer sim. Não sei se era curiosidade, a química ou só vontade mesmo." Coloco uma roupa de ficar em casa e saio para buscá-la. Ela diz que me espera um pouco mais adiante. do mercado porque não queria chamar atenção no trabalho dela. Ela entrou no carro, eu a cumprimentei, ela não falava muito e um silêncio estranho tomou conta de nós dois. Chegamos e, quando entramos em casa, não lembro muito bem como foram os primeiros momentos, pra ser sincero, mas nos demos dois beijos e nos apresentamos oficialmente, já que ainda não tínhamos feito isso, não sabíamos nossos nomes!!! Digo pra ela entrar e ficar à vontade, já que ainda estava com o suéter do uniforme, e aí pude comprobar como os peitos dela eram realmente enormes. Pergunto se ela quer ver um filme ou tomar um drink, ela diz que quer os dois. Ela se senta pra esperar enquanto eu pego o drink, começamos a falar sobre viagens porque ela vê um quadro que tenho pendurado na sala com uma foto do Salto Angel, ela me conta que adoraria viajar. Bebemos enquanto continuamos conversando e eu pergunto se ela quer vir pra cozinha comigo pegar algo pra petiscar e servir outra rodada de drinks. Em um momento, preciso pegar uns pratos que estão bem em cima dela, peço licença, ela diz que não tem problema, que eu pegue. Fico atrás dela e me esbarro um pouco, fico bem na bunda dela... e ao me sentir, ela levanta um pouco mais a bunda, isso me deixou muito excitado. Jantamos na sala, relaxados, encostados no sofá... as pernas dela se aproximavam cada vez mais e, em um momento da conversa, apoio minha mão no joelho dela, fica ali, ela dá sinal de aprovação e eu brinco com o joelho dela, subo um pouquinho, desço, acaricio... até que falamos sobre temas mais pessoais: ela divorciada há 10 anos, não ficou com ninguém desde então, tem aventuras muito raras, mas só até aí. Depois vem o típico "como você se interessou por uma mulher mais velha como eu?", trocamos as idades, nos surpreendemos os dois, nos olhamos... e não tinha mais volta. Minha mão continua brincando na coxa dela, mas agora em câmera lenta, me aproximo e a beijo, devagar, suave, ela se deixa até que reage e me acompanha, minha mão sobe um pouco mais até terminar na cintura dela e toco sua pele um pouco mais abaixo e pego na bunda, está dura, é grande, gosto!! deixo ela saber e ela fica corada, ela fica parada, pego a mão dela e coloco no meu peito, ela começa a tocar meu peito, abdômen, me aperta contra ela segurando meu pescoço... continuamos nos beijando e nos tocando, eu subo e toco seus peitos por cima da chemise, são grandes, minha mão não cobre um, belisco um pouquinho o mamilo por cima e ela geme, um gemido abafado, envergonhado... não para de me beijar e baixa a mão e desabotoa meu botão da calça, abaixa o zíper e coloca a mão no meu pau por cima da cueca, acaricia, toca, brinca, aperta... Mordo seu pescoço e seu gemido é brutal enquanto brinco com seu mamilo por cima da roupa ainda, levantei um pouco sua chemise e dá pra ver o fio dental que ela está usando, percebo e enquanto mordo seu pescoço abro sua calça e suas pernas e lentamente me dirijo à sua buceta, dá pra sentir o quão quente ela está conforme me aproximo assim como o quanto está molhadinha... seus gemidos ficam entrecortados até que chego lá, é uma ppk gordinha com um pouco de pelinhos muito bem cuidada como pude notar depois... afasto o fiozinho pro lado e acaricio bem devagar e suave toda sua deliciosa vagina meu dedo fica cheio de fluidos, ela está com as pernas abertas, braços pros lados cabeça pra trás, ofegante e olhos fechados olho pra ela bem quando enfio um pouquinho um dedo, ela morde o lábio... que imagem mais sensual, ufff. peço pra ela levantar os braços e aproveito pra tirar sua chemise, ela aproveita e abaixa a calça ficando só de fio e sutiã este último tiro rápido e fico por cima dela, sentado enquanto dou beijos no seu pescoço, passo minha língua pelo pescoço de baixo pra cima até chegar na sua orelha, no ouvido digo vou comer sua cucetinha, ela só diz faz o que quiser. Volto a passar a língua pelo seu pescoço, mas agora pra baixo, chego num peito, bem devagar e com muito cuidado vou beijando, chupando... até que coloco o mamilo na minha boca, é um mamilo grande, cor de café... Eu mordo, ela geme, suspira e eu mudo de peito, faço o mesmo e continuo descendo, abdômen, umbigo... até que fico de joelhos no chão, junto suas pernas e quando coloco a mão na cintura da sua calcinha, ela levanta o bumbum do móvel para que eu possa tirá-la. Puxo a calcinha encharcada, ela se senta novamente e eu abro suas pernas, coloco as mãos embaixo da sua bunda e a arrasto até a borda do sofá, coloco suas pernas nos meus ombros e abro bem seu traseiro. Uma lambida desde o cu até a bocetinha, ela treme, suspira e não é gemido, é grito. Passo a língua pela sua bocetinha, faço como se estivesse pegando ela com a língua, ela derrete, já grita. Meto um dedo na bocetinha e ao mesmo tempo chupo seu clitóris bem devagar, ela pede mais. Meto outro dedo e continuo igual, ela está tão molhada que meto um dedo no seu cu – são dois na boceta e um no cu. Ela abre os olhos surpresa, paro um momento de chupar sua bocetinha e digo: "Se entrega, deixa eu te fazer toda minha ou, se quiser, a gente para". Ela diz que não, para continuar, e se recosta de novo. Aumento a velocidade de toda a maquinaria, dedos, língua... Ela anuncia o orgasmo e vem, e como vem! Nem ela esperava assim. Treme toda, parece que tinha mijado e está morta de vergonha. Olho para ela, está muito vermelha por toda a situação, digo que não tem problema. Fico de pé, tiro a camisa e me limpo, e digo: "Olha, já está resolvido". Ela me olha, não sei bem para onde, se para o abdômen, se para meu pau que ainda está dentro da cueca, mas a cabeça está pra fora, e ela me diz: "Vem, agora é sua vez". Assim como está no móvel, ela se levanta, abaixa minha calça e a cueca de uma vez e agarra ele, me masturba devagar. Ela pensa muito, mas pouco a pouco vai aproximando a cabeça. Me diz que fez isso pouquíssimas vezes. Digo que ela não é obrigada a nada, que faça só se tiver vontade, e ela diz que tem, muita. Digo que mais tarde ensino direito, mas que agora faça como ela achar melhor, que tome cuidado com os dentes e que se sinta livre. A verdade é que não é o melhor boquete da minha vida, mas ela se esforça bastante. I'm going at it while she sucks me off, I play with her huge tits and I can feel her getting turned on again. At one point, I stroke her hair and end up with both hands on her head, keeping the rhythm, and she lets me—she's touching my balls while I fuck her mouth. I get so into it that almost without realizing, I have almost all of it in her mouth. I look at her and she doesn't say anything, but she has one hand on my balls and the other is touching herself. I pull it out of her mouth, my dick comes out all wet from her mouth. I pull her hand and lift her up, kiss her. She asks if I'm not disgusted, and I kiss her more intensely and she follows my lead. I put my dick between her legs, it rubs against her pussy, we both tremble. We look at each other and I tell her I want to fuck her. She looks at me and says, "And I want you to fuck me." We turn and walk backward in the same position toward the big table until she bumps into it. She climbs up and spreads her legs, putting one foot on each chair. I grab my dick and put it at her entrance. I ask if we're fucking without a condom, and she says yes, that it's no problem for her. I never do it without a condom, so she trusts me. I kiss her, move a little forward, and it seems tight. Then she tells me she hasn't had sex in two years. I push a little harder and it goes in. I ask if she wants me to go slow. She looks at me, puts her legs on my butt, pulls me to her, and says, "Fuck me hard." She bites my lip until it almost bleeds, and I get furious... and I thrust into her all at once, a hard thrust. She moans. I lay her on the table while I pull her nipples and fuck her hard. Her legs are still on my butt. She moans, screams asking for more, and she finishes. She says she's never cum twice in the same night before, and I tell her to wait for what's still to come. When she finishes, I stop, pull out of her, turn her around. She leans on the table and sticks her ass out for me. I ask her to open it, and she gives me both holes. I put it back at the entrance of her pussy. Her ass is tight, but someone has definitely been in there before. I thrust it in with one push—she doesn't espera e eu continuo metendo o mais forte que posso, ela pede mais, dou um tapa na sua bunda, ela se cala, acho que não gostou, ela pede outro e logo em seguida me diz outro mas mais e eu pergunto mais o quê? mais forte ela diz e seus desejos são ordens, alterno os tapas, estou quase gozando, deixo ela saber, ela me diz para continuar e de repente enfio um dedo no seu cu, ela não esperava... começa a gritar que ela também estava gozando, que continue e que acabe onde eu quiser, digo dentro e ela diz que sim, que não pare por favor, que gozemos juntos e eu paro, fico suando com meu pau dentro dela, ela com as mãos na mesa, até que eu saio, minha porra escorre da sua bocetinha, desce pelas suas pernas, chega até suas meias e eu passo um dedo, fuck you um pouquinho, vou até sua boca, ela me olha não diz nada mas abre a boca devagar e chupa meu dedo como se estivesse me comendo, comendo meu pau de novo, ela me diz que nunca tinha provado mas que tinha vontade e adorou. Pergunto se quer ficar para dormir e ela diz que sim, vamos para o chuveiro, e já na cama conversamos, ela confessa que sim, seu cu não é virgem, que brinca frequentemente com um consolador que tem e que a xoxotinha está fechada porque por ali não costuma entrar nada, só pelo cu, ela me diz que se eu quiser posso experimentar, mas pede delicadeza porque seu dildo é bem fininho, conversamos sobre os tapas, nunca tinham dado nela mas sempre chamaram sua atenção e ela adorou. Dormimos, no dia seguinte acordo, a vejo na minha cama dormindo, passo minha mão pelas suas costas, desde o pescoço até chegar na sua bunda, aperto uma nádega, depois a outra... ela acorda abre as pernas e eu brinco um pouquinho, ela está molhada de novo mas essa história continuará outro dia.
Duas horas depois, recebo um WhatsApp de um número desconhecido: "Você é um atrevido, sabia que eu poderia ser sua mãe?" (eu também não aparento minha idade, ela pensou que eu era menor). Ela diz que está no intervalo. Conversamos por três minutos, esclarecemos a questão da idade e das intenções. Ela diz que não há problema com isso. Eu moro perto do mercado onde ela trabalha, então, brincando, pergunto se ela queria passar lá depois do trabalho, já que tinha comida e bebida sobrando do dia 31. Ela levou na brincadeira, eu também, e envio minha localização. A conversa termina ali.
Faço minha comida, coloco um filme e acabo dormindo um pouco no sofá. Por volta das 21h30, meu telefone toca. Fiquei surpreso: era Isabel. Fiquei sem palavras, porque tinha dado como certo que era um "não" claro. Atendo, e ela pergunta: "Ainda vale o convite? Acabei de sair e acho que o transporte daqui não está vindo. Não costumo sair assim com estranhos, mas algo me deu coragem para dizer sim. Não sei se era curiosidade, a química ou só vontade mesmo." Coloco uma roupa de ficar em casa e saio para buscá-la. Ela diz que me espera um pouco mais adiante. do mercado porque não queria chamar atenção no trabalho dela. Ela entrou no carro, eu a cumprimentei, ela não falava muito e um silêncio estranho tomou conta de nós dois. Chegamos e, quando entramos em casa, não lembro muito bem como foram os primeiros momentos, pra ser sincero, mas nos demos dois beijos e nos apresentamos oficialmente, já que ainda não tínhamos feito isso, não sabíamos nossos nomes!!! Digo pra ela entrar e ficar à vontade, já que ainda estava com o suéter do uniforme, e aí pude comprobar como os peitos dela eram realmente enormes. Pergunto se ela quer ver um filme ou tomar um drink, ela diz que quer os dois. Ela se senta pra esperar enquanto eu pego o drink, começamos a falar sobre viagens porque ela vê um quadro que tenho pendurado na sala com uma foto do Salto Angel, ela me conta que adoraria viajar. Bebemos enquanto continuamos conversando e eu pergunto se ela quer vir pra cozinha comigo pegar algo pra petiscar e servir outra rodada de drinks. Em um momento, preciso pegar uns pratos que estão bem em cima dela, peço licença, ela diz que não tem problema, que eu pegue. Fico atrás dela e me esbarro um pouco, fico bem na bunda dela... e ao me sentir, ela levanta um pouco mais a bunda, isso me deixou muito excitado. Jantamos na sala, relaxados, encostados no sofá... as pernas dela se aproximavam cada vez mais e, em um momento da conversa, apoio minha mão no joelho dela, fica ali, ela dá sinal de aprovação e eu brinco com o joelho dela, subo um pouquinho, desço, acaricio... até que falamos sobre temas mais pessoais: ela divorciada há 10 anos, não ficou com ninguém desde então, tem aventuras muito raras, mas só até aí. Depois vem o típico "como você se interessou por uma mulher mais velha como eu?", trocamos as idades, nos surpreendemos os dois, nos olhamos... e não tinha mais volta. Minha mão continua brincando na coxa dela, mas agora em câmera lenta, me aproximo e a beijo, devagar, suave, ela se deixa até que reage e me acompanha, minha mão sobe um pouco mais até terminar na cintura dela e toco sua pele um pouco mais abaixo e pego na bunda, está dura, é grande, gosto!! deixo ela saber e ela fica corada, ela fica parada, pego a mão dela e coloco no meu peito, ela começa a tocar meu peito, abdômen, me aperta contra ela segurando meu pescoço... continuamos nos beijando e nos tocando, eu subo e toco seus peitos por cima da chemise, são grandes, minha mão não cobre um, belisco um pouquinho o mamilo por cima e ela geme, um gemido abafado, envergonhado... não para de me beijar e baixa a mão e desabotoa meu botão da calça, abaixa o zíper e coloca a mão no meu pau por cima da cueca, acaricia, toca, brinca, aperta... Mordo seu pescoço e seu gemido é brutal enquanto brinco com seu mamilo por cima da roupa ainda, levantei um pouco sua chemise e dá pra ver o fio dental que ela está usando, percebo e enquanto mordo seu pescoço abro sua calça e suas pernas e lentamente me dirijo à sua buceta, dá pra sentir o quão quente ela está conforme me aproximo assim como o quanto está molhadinha... seus gemidos ficam entrecortados até que chego lá, é uma ppk gordinha com um pouco de pelinhos muito bem cuidada como pude notar depois... afasto o fiozinho pro lado e acaricio bem devagar e suave toda sua deliciosa vagina meu dedo fica cheio de fluidos, ela está com as pernas abertas, braços pros lados cabeça pra trás, ofegante e olhos fechados olho pra ela bem quando enfio um pouquinho um dedo, ela morde o lábio... que imagem mais sensual, ufff. peço pra ela levantar os braços e aproveito pra tirar sua chemise, ela aproveita e abaixa a calça ficando só de fio e sutiã este último tiro rápido e fico por cima dela, sentado enquanto dou beijos no seu pescoço, passo minha língua pelo pescoço de baixo pra cima até chegar na sua orelha, no ouvido digo vou comer sua cucetinha, ela só diz faz o que quiser. Volto a passar a língua pelo seu pescoço, mas agora pra baixo, chego num peito, bem devagar e com muito cuidado vou beijando, chupando... até que coloco o mamilo na minha boca, é um mamilo grande, cor de café... Eu mordo, ela geme, suspira e eu mudo de peito, faço o mesmo e continuo descendo, abdômen, umbigo... até que fico de joelhos no chão, junto suas pernas e quando coloco a mão na cintura da sua calcinha, ela levanta o bumbum do móvel para que eu possa tirá-la. Puxo a calcinha encharcada, ela se senta novamente e eu abro suas pernas, coloco as mãos embaixo da sua bunda e a arrasto até a borda do sofá, coloco suas pernas nos meus ombros e abro bem seu traseiro. Uma lambida desde o cu até a bocetinha, ela treme, suspira e não é gemido, é grito. Passo a língua pela sua bocetinha, faço como se estivesse pegando ela com a língua, ela derrete, já grita. Meto um dedo na bocetinha e ao mesmo tempo chupo seu clitóris bem devagar, ela pede mais. Meto outro dedo e continuo igual, ela está tão molhada que meto um dedo no seu cu – são dois na boceta e um no cu. Ela abre os olhos surpresa, paro um momento de chupar sua bocetinha e digo: "Se entrega, deixa eu te fazer toda minha ou, se quiser, a gente para". Ela diz que não, para continuar, e se recosta de novo. Aumento a velocidade de toda a maquinaria, dedos, língua... Ela anuncia o orgasmo e vem, e como vem! Nem ela esperava assim. Treme toda, parece que tinha mijado e está morta de vergonha. Olho para ela, está muito vermelha por toda a situação, digo que não tem problema. Fico de pé, tiro a camisa e me limpo, e digo: "Olha, já está resolvido". Ela me olha, não sei bem para onde, se para o abdômen, se para meu pau que ainda está dentro da cueca, mas a cabeça está pra fora, e ela me diz: "Vem, agora é sua vez". Assim como está no móvel, ela se levanta, abaixa minha calça e a cueca de uma vez e agarra ele, me masturba devagar. Ela pensa muito, mas pouco a pouco vai aproximando a cabeça. Me diz que fez isso pouquíssimas vezes. Digo que ela não é obrigada a nada, que faça só se tiver vontade, e ela diz que tem, muita. Digo que mais tarde ensino direito, mas que agora faça como ela achar melhor, que tome cuidado com os dentes e que se sinta livre. A verdade é que não é o melhor boquete da minha vida, mas ela se esforça bastante. I'm going at it while she sucks me off, I play with her huge tits and I can feel her getting turned on again. At one point, I stroke her hair and end up with both hands on her head, keeping the rhythm, and she lets me—she's touching my balls while I fuck her mouth. I get so into it that almost without realizing, I have almost all of it in her mouth. I look at her and she doesn't say anything, but she has one hand on my balls and the other is touching herself. I pull it out of her mouth, my dick comes out all wet from her mouth. I pull her hand and lift her up, kiss her. She asks if I'm not disgusted, and I kiss her more intensely and she follows my lead. I put my dick between her legs, it rubs against her pussy, we both tremble. We look at each other and I tell her I want to fuck her. She looks at me and says, "And I want you to fuck me." We turn and walk backward in the same position toward the big table until she bumps into it. She climbs up and spreads her legs, putting one foot on each chair. I grab my dick and put it at her entrance. I ask if we're fucking without a condom, and she says yes, that it's no problem for her. I never do it without a condom, so she trusts me. I kiss her, move a little forward, and it seems tight. Then she tells me she hasn't had sex in two years. I push a little harder and it goes in. I ask if she wants me to go slow. She looks at me, puts her legs on my butt, pulls me to her, and says, "Fuck me hard." She bites my lip until it almost bleeds, and I get furious... and I thrust into her all at once, a hard thrust. She moans. I lay her on the table while I pull her nipples and fuck her hard. Her legs are still on my butt. She moans, screams asking for more, and she finishes. She says she's never cum twice in the same night before, and I tell her to wait for what's still to come. When she finishes, I stop, pull out of her, turn her around. She leans on the table and sticks her ass out for me. I ask her to open it, and she gives me both holes. I put it back at the entrance of her pussy. Her ass is tight, but someone has definitely been in there before. I thrust it in with one push—she doesn't espera e eu continuo metendo o mais forte que posso, ela pede mais, dou um tapa na sua bunda, ela se cala, acho que não gostou, ela pede outro e logo em seguida me diz outro mas mais e eu pergunto mais o quê? mais forte ela diz e seus desejos são ordens, alterno os tapas, estou quase gozando, deixo ela saber, ela me diz para continuar e de repente enfio um dedo no seu cu, ela não esperava... começa a gritar que ela também estava gozando, que continue e que acabe onde eu quiser, digo dentro e ela diz que sim, que não pare por favor, que gozemos juntos e eu paro, fico suando com meu pau dentro dela, ela com as mãos na mesa, até que eu saio, minha porra escorre da sua bocetinha, desce pelas suas pernas, chega até suas meias e eu passo um dedo, fuck you um pouquinho, vou até sua boca, ela me olha não diz nada mas abre a boca devagar e chupa meu dedo como se estivesse me comendo, comendo meu pau de novo, ela me diz que nunca tinha provado mas que tinha vontade e adorou. Pergunto se quer ficar para dormir e ela diz que sim, vamos para o chuveiro, e já na cama conversamos, ela confessa que sim, seu cu não é virgem, que brinca frequentemente com um consolador que tem e que a xoxotinha está fechada porque por ali não costuma entrar nada, só pelo cu, ela me diz que se eu quiser posso experimentar, mas pede delicadeza porque seu dildo é bem fininho, conversamos sobre os tapas, nunca tinham dado nela mas sempre chamaram sua atenção e ela adorou. Dormimos, no dia seguinte acordo, a vejo na minha cama dormindo, passo minha mão pelas suas costas, desde o pescoço até chegar na sua bunda, aperto uma nádega, depois a outra... ela acorda abre as pernas e eu brinco um pouquinho, ela está molhada de novo mas essa história continuará outro dia.
1 comentários - Tudo graças a um pão de carne
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JO JO JO.