Incesto com minhas irmãs[relato]Tudo começou quando éramos crianças, um dia que estávamos visitando a casa do meu pai. Eu não tinha muito contato com ele nem com minhas irmãs, então não as via com frequência. Minha irmã do meio, Silvia, cabelo e olhos castanhos, branca, extrovertida, era muito gostosa pra ser minha irmã, não conseguia evitar olhar pra ela com outros olhos. Minha irmã mais nova, Valentina, dois anos mais nova, cabelo preto, olhos castanhos, branca, carinha meiga, muito ciumenta da irmã.
Eram 7 da noite, um dia de verão já escurecendo. Meu pai foi beber com os amigos e nos deixou em casa: eu no quarto da minha avó, e minhas duas irmãs vendo Netflix. Minha avó acabou saindo pra algum lugar também, nos deixando sozinhos. Entediado, fui pro quarto do meu pai ver TV. Quando entrei, vi minha irmã Silvia com um vestido verde que deixava à mostra as pernas grossinhas dela. Não consegui evitar olhar.
— O que vocês tão fazendo, meninas?
— Vendo uma série.
— Posso ver?
Minha irmã Valentina concordou com a cabeça, então me deitei no meio das duas pra ver uma daquelas séries adolescentes típicas que estavam na moda na época.
De vez em quando a gente brincava ou zoava, como crianças daquela idade fazem. Sem querer, encostei na bunda da minha irmã Silvia. Pensei que ela fosse ficar brava, mas ela só continuou rindo e brincando com a gente. Aí fiz de novo e ela também não falou nada — e isso me excitou pra caralho. Depois abracei minha irmã Valentina e fiquei dando beijos no rosto dela, perguntei se incomodava, ela respondeu que não.
Valentina sempre foi muito de beijar. Quando era pequena, a gente pegou ela algumas vezes se beijando com meu primo, da mesma idade dela. A família viu como uma travessura de criança e não deu importância, só deixaram claro que era errado e que ela não podia mais fazer aquilo.
Depois comecei a abraçar a Silvia e beijar a bochecha dela. Aí a Valentina ficou estranha. Percebi que a Silvia não falava nada quando eu tocava nela, então fui devagar: primeiro acariciando a mão dela, depois os braços, os ombros, o pescoço. Em algum momento falei pra Silvia: "Vem, vamos pra cozinha". Queria ficar a sós com ela. Sozinha com ela. Quando fui, sentei na cadeira da sala de jantar e me surpreendi quando vi que minha irmã sentou no meu colo, apertando meu pau, que naquele momento tava durasso, contra aquela bundinha minúscula que eu tanto gostava e estava desejando. Comecei a tocar nela, nas pernas dela, na barriga, e quando eu ia pegar nos peitos dela, chegou minha outra irmã. Aí eu falei: "Valentina, vai pro quarto". Ela se recusou, e a Silvia, já sabendo o que a gente tava fazendo, disse: "Ai, Valentina, vai ver TV". Ela foi. Comecei a acariciar suavemente as pernas dela. Não era possível que ela não sentisse meu pau duríssimo, já que ela tava apoiando a bunda e de vez em quando se mexia. Fui subindo pelas coxas dela, apertei suavemente a perna dela, e ela deu um pulinho, o que me excitou pra caralho. Depois ela levantou porque minha avó tava vindo. Por sorte, ela só pegou alguma coisa, perguntou como a gente tava e foi embora. Quase fomos descobertos, e se não fosse pela cumplicidade da Silvia, iam nos ver. Então ela foi pro quarto. Esperei um pouco pra ver se vinha mais alguém. Depois de uns 15 minutos, minha irmã Vale saiu e me perguntou: "Posso ficar com você?" Eu disse que sim. Quando dei uma olhada pra ver o que a Silvia tava fazendo, ela tava dormindo de bruços. Como o vestido era curto, dava pra ver parte das nádegas dela. Deixei ela dormir e fui pro outro quarto com minha irmãzinha. Tava super excitado, então falei: "Olha, sabia disso?" Aproximei minha testa da testa dela, ficando bem perto da boca dela. Ela só sorria e me olhava nos olhos. Peguei a cintura dela e ficamos assim um tempo. Depois, sutilmente, encostei meus lábios nos dela, dando um beijinho. Ela começou a rir, não tinha incomodado. Falei: "Você é muito beijoqueira, lembra quando ficou com o primo?" — "Não, não lembro." Ficamos lá um tempo. Mostrei ela no espelho e falei: "Irmãzinha, quando crescer vai ter um corpinho gostoso." Ela gostou do meu comentário e me agradeceu. Quando saímos de lá, a Silvia já tinha acordado. Tava vestida com uma legging rosa apertada. uma camiseta que combinava, a valentina foi fazer outra coisa -descansou, irmã? -sim, não sei quando dormi, pai? -não sei, deve estar tomando uma. Começamos a rir, minha primeira reação foi ir pro quarto vazio, sentar numa cadeira de lá, ela veio e se olhou no espelho, eu abraçava ela por trás, encostando meu pau na bundinha dela, ela deu outro pulinho e começou a rir, aí perguntei se podia levantar ela, ela disse que sim, eu, sem disfarçar, coloquei minhas mãos na bunda dela, apertada pela legging, e levantei ela até minha altura, enquanto nos olhávamos no espelho, eu aproveitava cada segundo pra tocar a bunda dela, enquanto falava de outra coisa, aí comecei a acariciar, e ela não falava nada, só seguia a conversa, num momento tentei enfiar a mão entre as nádegas dela e parece que não gostou, ela desceu dos meus braços, pedi desculpa, pensei "tô indo longe demais, são minhas irmãs, talvez não queiram" quando pensei nisso, minha irmã sentou no meu colo, enquanto conversávamos eu segurava a cintura dela e falei "vem mais pra trás" ela, parou a bunda e veio mais pra trás, se apoiando no meu pau, os dois estavam excitados, eu, já sem nenhum cuidado, acariciava o corpo dela, quando subi minhas mãos pros peitos dela ela começou a se agitar e a mexer um pouco a bundinha, com a outra mão comecei a apalpar as pernas dela, a cintura, até cheguei a tocar perto da virilha, ela estava completamente excitada, respirava pela boca, mexia a cintura, eu sentia a bunda dela quase me masturbando, fazendo pressão no pau, estávamos muito quentes, infelizmente quando ia virar ela e beijar, chegou nosso pai, que suspeitou de algo na situação, perguntou o que a gente tava fazendo, nós meio nervosos respondemos "nada" Meu pai levou elas pro quarto, eu fiquei na porta pra escutar, e ele perguntava "o que vocês estavam fazendo" meu coração parou, pensei que minha irmã ia contar tudo, mas ela só disse "nada, procurando uns dvd que eu tinha Meu tio guardado, e a gente tirava foto no espelho. As suspeitas do meu pai passaram, e eu soltei um suspiro pesado, depois prometi que não íamos fazer mais, foi por pouco. No dia seguinte, minha irmã Valentina e eu estávamos com todos os meus primos, e ela encostou a cabeça dela na minha e falou:
— Vai, me dá logo.
— O quê?
— O beijo.
— Shh, nunca mais fala isso.
— Tá bom.
Agora, anos depois, nós três já somos adultos. Fui visitá-las há pouco porque cortamos relação com nosso pai, e não acredito como elas estão gostosas. A Silvia é toda uma mulher, tem peitos, uma bunda redonda e empinada. Já a Vale, por outro lado, não tem tanto corpo, mas é muito bonita de rosto. Não sei se elas lembram, porque éramos pequenos, mas eu ainda fico excitado só de pensar nisso. Quero fazer alguma coisa pra transar com elas, com consentimento, óbvio, mas não sei como começar. Vou ouvir todos os conselhos de vocês pra realizar meu fetiche mais pervertido e escondido.[/relato]
Eram 7 da noite, um dia de verão já escurecendo. Meu pai foi beber com os amigos e nos deixou em casa: eu no quarto da minha avó, e minhas duas irmãs vendo Netflix. Minha avó acabou saindo pra algum lugar também, nos deixando sozinhos. Entediado, fui pro quarto do meu pai ver TV. Quando entrei, vi minha irmã Silvia com um vestido verde que deixava à mostra as pernas grossinhas dela. Não consegui evitar olhar.
— O que vocês tão fazendo, meninas?
— Vendo uma série.
— Posso ver?
Minha irmã Valentina concordou com a cabeça, então me deitei no meio das duas pra ver uma daquelas séries adolescentes típicas que estavam na moda na época.
De vez em quando a gente brincava ou zoava, como crianças daquela idade fazem. Sem querer, encostei na bunda da minha irmã Silvia. Pensei que ela fosse ficar brava, mas ela só continuou rindo e brincando com a gente. Aí fiz de novo e ela também não falou nada — e isso me excitou pra caralho. Depois abracei minha irmã Valentina e fiquei dando beijos no rosto dela, perguntei se incomodava, ela respondeu que não.
Valentina sempre foi muito de beijar. Quando era pequena, a gente pegou ela algumas vezes se beijando com meu primo, da mesma idade dela. A família viu como uma travessura de criança e não deu importância, só deixaram claro que era errado e que ela não podia mais fazer aquilo.
Depois comecei a abraçar a Silvia e beijar a bochecha dela. Aí a Valentina ficou estranha. Percebi que a Silvia não falava nada quando eu tocava nela, então fui devagar: primeiro acariciando a mão dela, depois os braços, os ombros, o pescoço. Em algum momento falei pra Silvia: "Vem, vamos pra cozinha". Queria ficar a sós com ela. Sozinha com ela. Quando fui, sentei na cadeira da sala de jantar e me surpreendi quando vi que minha irmã sentou no meu colo, apertando meu pau, que naquele momento tava durasso, contra aquela bundinha minúscula que eu tanto gostava e estava desejando. Comecei a tocar nela, nas pernas dela, na barriga, e quando eu ia pegar nos peitos dela, chegou minha outra irmã. Aí eu falei: "Valentina, vai pro quarto". Ela se recusou, e a Silvia, já sabendo o que a gente tava fazendo, disse: "Ai, Valentina, vai ver TV". Ela foi. Comecei a acariciar suavemente as pernas dela. Não era possível que ela não sentisse meu pau duríssimo, já que ela tava apoiando a bunda e de vez em quando se mexia. Fui subindo pelas coxas dela, apertei suavemente a perna dela, e ela deu um pulinho, o que me excitou pra caralho. Depois ela levantou porque minha avó tava vindo. Por sorte, ela só pegou alguma coisa, perguntou como a gente tava e foi embora. Quase fomos descobertos, e se não fosse pela cumplicidade da Silvia, iam nos ver. Então ela foi pro quarto. Esperei um pouco pra ver se vinha mais alguém. Depois de uns 15 minutos, minha irmã Vale saiu e me perguntou: "Posso ficar com você?" Eu disse que sim. Quando dei uma olhada pra ver o que a Silvia tava fazendo, ela tava dormindo de bruços. Como o vestido era curto, dava pra ver parte das nádegas dela. Deixei ela dormir e fui pro outro quarto com minha irmãzinha. Tava super excitado, então falei: "Olha, sabia disso?" Aproximei minha testa da testa dela, ficando bem perto da boca dela. Ela só sorria e me olhava nos olhos. Peguei a cintura dela e ficamos assim um tempo. Depois, sutilmente, encostei meus lábios nos dela, dando um beijinho. Ela começou a rir, não tinha incomodado. Falei: "Você é muito beijoqueira, lembra quando ficou com o primo?" — "Não, não lembro." Ficamos lá um tempo. Mostrei ela no espelho e falei: "Irmãzinha, quando crescer vai ter um corpinho gostoso." Ela gostou do meu comentário e me agradeceu. Quando saímos de lá, a Silvia já tinha acordado. Tava vestida com uma legging rosa apertada. uma camiseta que combinava, a valentina foi fazer outra coisa -descansou, irmã? -sim, não sei quando dormi, pai? -não sei, deve estar tomando uma. Começamos a rir, minha primeira reação foi ir pro quarto vazio, sentar numa cadeira de lá, ela veio e se olhou no espelho, eu abraçava ela por trás, encostando meu pau na bundinha dela, ela deu outro pulinho e começou a rir, aí perguntei se podia levantar ela, ela disse que sim, eu, sem disfarçar, coloquei minhas mãos na bunda dela, apertada pela legging, e levantei ela até minha altura, enquanto nos olhávamos no espelho, eu aproveitava cada segundo pra tocar a bunda dela, enquanto falava de outra coisa, aí comecei a acariciar, e ela não falava nada, só seguia a conversa, num momento tentei enfiar a mão entre as nádegas dela e parece que não gostou, ela desceu dos meus braços, pedi desculpa, pensei "tô indo longe demais, são minhas irmãs, talvez não queiram" quando pensei nisso, minha irmã sentou no meu colo, enquanto conversávamos eu segurava a cintura dela e falei "vem mais pra trás" ela, parou a bunda e veio mais pra trás, se apoiando no meu pau, os dois estavam excitados, eu, já sem nenhum cuidado, acariciava o corpo dela, quando subi minhas mãos pros peitos dela ela começou a se agitar e a mexer um pouco a bundinha, com a outra mão comecei a apalpar as pernas dela, a cintura, até cheguei a tocar perto da virilha, ela estava completamente excitada, respirava pela boca, mexia a cintura, eu sentia a bunda dela quase me masturbando, fazendo pressão no pau, estávamos muito quentes, infelizmente quando ia virar ela e beijar, chegou nosso pai, que suspeitou de algo na situação, perguntou o que a gente tava fazendo, nós meio nervosos respondemos "nada" Meu pai levou elas pro quarto, eu fiquei na porta pra escutar, e ele perguntava "o que vocês estavam fazendo" meu coração parou, pensei que minha irmã ia contar tudo, mas ela só disse "nada, procurando uns dvd que eu tinha Meu tio guardado, e a gente tirava foto no espelho. As suspeitas do meu pai passaram, e eu soltei um suspiro pesado, depois prometi que não íamos fazer mais, foi por pouco. No dia seguinte, minha irmã Valentina e eu estávamos com todos os meus primos, e ela encostou a cabeça dela na minha e falou:
— Vai, me dá logo.
— O quê?
— O beijo.
— Shh, nunca mais fala isso.
— Tá bom.
Agora, anos depois, nós três já somos adultos. Fui visitá-las há pouco porque cortamos relação com nosso pai, e não acredito como elas estão gostosas. A Silvia é toda uma mulher, tem peitos, uma bunda redonda e empinada. Já a Vale, por outro lado, não tem tanto corpo, mas é muito bonita de rosto. Não sei se elas lembram, porque éramos pequenos, mas eu ainda fico excitado só de pensar nisso. Quero fazer alguma coisa pra transar com elas, com consentimento, óbvio, mas não sei como começar. Vou ouvir todos os conselhos de vocês pra realizar meu fetiche mais pervertido e escondido.[/relato]
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