Cap 25: Las velitas de mi cumple

Chegou a hora do bolo, e todo mundo se juntou enquanto minha mãe trazia um de chocolate enorme, com 18 velinhas que pareciam um incêndio. Cantaram parabéns pra mim, e eu, bêbada e rindo, soprei as velinhas entre aplausos, pensando "Já soprei uma essa noite, haha". Fiz meu pedido — ou melhor, fingi fazer, porque minha cabeça tava em qualquer lugar — e cortamos o bolo, com a Sofi roubando um pedaço de creme pra jogar na minha cara. A festa continuou, mas depois disso, o bagulho começou a esfriar. O povo começou a se despedir, meus tios foram embora cedo, e minhas amigas foram apagando no sofá. O Matías também foi, com a turma dele, mas antes me cumprimentou com um olhar cúmplice, daqueles que dizem "Sabemos o que a gente fez". Eu sorri pra ele, disfarçando, com o coração a mil.

Já era tarde, a festa tava quase morta, e eu continuava bêbada, com aquele tesão que não passava. O Nico tava catando copos, ajudando minha mãe, e eu olhei pra ele, sentindo o tesão bater forte. Queria mais, e aquela ideia de levar ele pro mesmo lugar onde tinha estado com o Matías me consumia. Fiz um sinal pra ele, uma piscadinha rápida, e falei baixinho, "Vem aqui um segundo". Arrastei ele pra garagem, onde ainda flutuava o eco do que tinha rolado antes. Tava escuro, com a luzinha piscando, e o ar frio arrepiou minha pele. "O que cê tá fazendo, doida?", ele falou, rindo, mas eu já tinha me ajoelhado na frente dele, abrindo o jeans com mãos trêmulas de tanto álcool.

Baixei a calça e a cueca dele, e o pau já tava meio duro, crescendo rápido enquanto eu olhava de baixo. "Feliz aniversário pra mim", falei, com um sorriso safado, e meti na boca devagar, chupando a ponta, sentindo aquele calor que me deixava louca. Chupei com gosto, subindo e descendo, apertando com os lábios enquanto minha língua rodeava dos lados. Com uma mão peguei as bolas dele, massageando de leve, e com a outra trabalhava a base, movendo no ritmo da minha boca. "Emma, que putaria", Ela gemeu, se apoiando no carro, e eu acelerei, enfiando mais fundo, deixando ele encher minha boca enquanto eu olhava pra ele com os olhos turvos pelo Fernet.
O tesão de estar no mesmo lugar onde tinha chupado o Matías me consumia. Eu pensava na porra dele, em como minha boca tinha tremido, e isso me fazia chupar o Nico com mais vontade, como se eu quisesse apagar uma coisa com a outra. Tirei ele da boca por um segundo, lambendo a ponta com força, fazendo círculos rápidos, e ele gemia: “Continua, love, não para.” Enfiei de novo, chupando com tudo, sentindo ele ficar mais duro, deixando a saliva escorrer pelo canto da boca enquanto meus dedos apertavam os ovos dele. “Emma, você vai me matar”, ele disse, e eu continuei, chupando rápido, enfiando até onde dava, com a língua trabalhando sem parar.
“Já foi, love”, ele gemeu, e gozou, soltando a porra quente e grossa na minha boca, uma quantidade que encheu tanto que quase me engasguei. Continuei chupando devagar, tirando tudo, e engoli, saboreando aquele gostinho que me aquecia, enquanto ele tremia encostado no carro. Levantei, limpei a boca com as costas da mão, e olhei pra ele, rindo. “Isso é um presente pra nós dois”, falei, e ele riu, ainda ofegante: “Você é foda, Emma.”
Voltamos pra festa como se nada tivesse acontecido, com o gosto da porra dele se misturando com o do Matías na minha cabeça, e o coração a mil. Naquela noite, eu tinha cruzado mais uma linha, e mesmo rindo com o Nico, algo em mim sabia que esse jogo não ia parar.

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