Passaram 3 semanas sem a gente trocar uma palavra. Eu não conseguia tirar da cabeça o que tinha acontecido. Não queria falar nada pra não deixar ela desconfortável nem pressionar. Até que um fim de semana a gente ficou sozinho e eu mandei mensagem de novo.
Eu: Não vai falar nada?
Ela: Não tem o que falar.
Eu: Cê não gostou?
Ela: Não importa se gostei ou não.
Eu: Isso é a única coisa que importa.
Ela: Você é namorado da minha irmã. Eu traí ela, isso não é certo.
Eu: Você sabe bem como é minha relação com sua irmã. Sabe direitinho o que ela faz.
Ela: Mas mesmo assim me sinto mal.
Eu: Me fala, cê gostou ou não?
Ela: Sim, mas isso nunca mais vai acontecer.
Eu: Mas só você gozou, me deixou na mão.
Ela: Mmmm...
Eu: E se a gente fizer de novo, mas dessa vez os dois gozarem?
Passou meia hora, ela não respondia. Achei que já era, que ela não queria mais saber do assunto. Mas daí um tempo ela respondeu.
Ela: Ok. Mas é a última vez. Faz o pau ficar duro, coloca camisinha e me avisa.
Eu: Mas dessa vez vem pelada, vai?
Ela: Não. Nem louca... Nada de se tocar, nem beijar, nem nada disso.
Eu: Mas pelo menos vem com algo mais curto, algo sexy.
Ela: Já vi. Me avisa quando cê tiver pronto.
Eu já tava com o pau duro só de escrever, então coloquei a camisinha e avisei. Ela abriu a porta, dessa vez tava com uma saia curtinha e uma blusa branca meio transparente. Não tava de sutiã. Os bicos dos peitos tavam duros, bem empinados. Os peitos dela não são grandes, mas são uma delícia... Ela virou de costas, eu tava deitado. Dessa vez ela pegou com força, esfregou um pouco na buceta dela e sentou. Diferente da primeira vez, os movimentos dela eram mais suaves. Ela tava aproveitando mais. Ver a bunda dela quicando era uma maravilha. Ela gemia bem baixinho, tampava a boca pra ninguém ouvir. De repente, começou a se mexer mais rápido. Eu segurei na cintura dela e comecei a meter. Ela tirou a mão da boca e começou a gemer mais alto. A respiração dela acelerava cada vez mais. Ela pegou minhas mãos e colocou nos peitos dela. Que... Sensação incrível, os peitos dela eram uma delicadeza... Ela gozou, mas continuou se mexendo até me fazer gozar também... Quando terminamos, ela se levantou, me olhou e me deu um sorriso...
Eu: Não vai falar nada?
Ela: Não tem o que falar.
Eu: Cê não gostou?
Ela: Não importa se gostei ou não.
Eu: Isso é a única coisa que importa.
Ela: Você é namorado da minha irmã. Eu traí ela, isso não é certo.
Eu: Você sabe bem como é minha relação com sua irmã. Sabe direitinho o que ela faz.
Ela: Mas mesmo assim me sinto mal.
Eu: Me fala, cê gostou ou não?
Ela: Sim, mas isso nunca mais vai acontecer.
Eu: Mas só você gozou, me deixou na mão.
Ela: Mmmm...
Eu: E se a gente fizer de novo, mas dessa vez os dois gozarem?
Passou meia hora, ela não respondia. Achei que já era, que ela não queria mais saber do assunto. Mas daí um tempo ela respondeu.
Ela: Ok. Mas é a última vez. Faz o pau ficar duro, coloca camisinha e me avisa.
Eu: Mas dessa vez vem pelada, vai?
Ela: Não. Nem louca... Nada de se tocar, nem beijar, nem nada disso.
Eu: Mas pelo menos vem com algo mais curto, algo sexy.
Ela: Já vi. Me avisa quando cê tiver pronto.
Eu já tava com o pau duro só de escrever, então coloquei a camisinha e avisei. Ela abriu a porta, dessa vez tava com uma saia curtinha e uma blusa branca meio transparente. Não tava de sutiã. Os bicos dos peitos tavam duros, bem empinados. Os peitos dela não são grandes, mas são uma delícia... Ela virou de costas, eu tava deitado. Dessa vez ela pegou com força, esfregou um pouco na buceta dela e sentou. Diferente da primeira vez, os movimentos dela eram mais suaves. Ela tava aproveitando mais. Ver a bunda dela quicando era uma maravilha. Ela gemia bem baixinho, tampava a boca pra ninguém ouvir. De repente, começou a se mexer mais rápido. Eu segurei na cintura dela e comecei a meter. Ela tirou a mão da boca e começou a gemer mais alto. A respiração dela acelerava cada vez mais. Ela pegou minhas mãos e colocou nos peitos dela. Que... Sensação incrível, os peitos dela eram uma delicadeza... Ela gozou, mas continuou se mexendo até me fazer gozar também... Quando terminamos, ela se levantou, me olhou e me deu um sorriso...
2 comentários - Negociando a buceta