Situação constrangedora vira foda

Ele já tinha quase metade do pau dentro quando tomou o controle, me agarrou pelas nádegas e me empurrou com força contra ele. Eu gritei de dor, um grito entre tesão e sofrimento, mas ele me deu um tapa na bunda dizendo: "Era isso que você queria, não é, sua puta?" Começou a me dizer coisas obscenas: "Você é uma puta, adora pica, diz que gosta do meu pau, pede por pica, sua vagabunda..." Eu respondia a tudo que ele pedia com gemidos. "Sim, papi, eu adoro seu pau, sou sua putinha, me fode onde quiser, papi, me come, me dá mais, ai, ai, ai" eu gritava quando ele batia na minha bunda.Situação constrangedora vira foda
vadia
amadorEle se movia rápido, enfiando o pau até o fundo e tirando só a metade. Eu adorava como ele fazia. Ele colocou os dedos na minha boca e comecei a lambê-los de tanta tesão que estava. Queria chupar um pau, e seus dedos grandes e grossos eram perfeitos para minha fantasia. Ele me fodeu assim só mais um pouco, até que começou a doer nos dois por falta de lubrificação, mas a gente queria mais. Então ele puxou meu cabelo e me levou enfiada assim até o chão. Me colocou de joelhos e eu me abaixei o máximo que pude sem que meu rosto tocasse a umidade do chão. Nessa posição, minha bunda ficava mais exposta, e ele, com uma puxada só, tirou o pau todo e cuspiu na minha buceta. A saliva dele ardeu um pouco e eu me queixei, mas ele imediatamente enfiou pela vagina.anal
sexo- Ahh que delícia senti de novo, como deslizava fácilmente ao mesmo tempo que me dava prazer, ele me fodeu assim por um tempo, puxando minhas nádegas para os lados, sabia o que faria. De repente em uma investida ele tirou da minha buceta e enfiou no meu cu, ahhh, ahhh, que delícia, dava duas enfiadas no ânus e voltava para minha vagina. Uff isso é o máximo, que te fodam pelos dois buraquinhos ao mesmo tempo, com minha buceta encharcada lubrificava o pau e depois enfiava no meu cu, ritmicamente, 4 ou 5 enfiadas na xoxota, 2 pelo ânus.bunda grande
vadiaEle me fodia rápido, enfiava fundo na minha buceta várias vezes, o pau dele longo e grosso era uma delícia, tirava quase todo e metia de novo no fundo da minha xereca, repetia isso várias vezes e depois tirava completamente para enfiar na minha bunda um tempinho, ufff doía gostoso, abria meu cu no máximo, me sentia cheia de rola, adorava como ele fazia, depois me fodia de novo na ppk, ele estava me usando muito gostoso e eu me sentia suja, no chão de um banheiro, comida por um desconocido, sem camisinha, pelo cu e pela buceta, vermelha das nádegas e dos peitos de tanto tapa e pedindo mais pau, me sentia uma verdadeira puta de oficina mecânica. Ele me dava palmadas, literalmente me cavalgava e batia na minha bunda, puxava meu cabelo para trás e às vezes me dava os dedos para lamber, quando ele acelerava me soltava e se movia muito rápido, comecei a gozar pela quarta vez, para ele era a segunda acho, ah ai ai eu gemía, vou gozar vou gozar eu disse. Uf, ai ai ai siiiiii puta, você é incrível… Gemi muito alto e gozamos ao mesmo tempo, ele se esvaziou na minha bunda, minha buceta pulsava de excitação, do orgasmo tão gostoso que tinham acabado de me dar e que eu ainda estava tendo, escorria fluidos parecia que estava urinando um pouco. Ele tirou o pau da minha bunda e ainda duro meteu um tempo na minha vagina, por estar tão sensível ainda esse simples ato prolongou meu orgasmo, ufff, gozei por uns 2 minutos seguidos, liberava fluidos em excesso, encharcava as bolas dele completamente entre meus fluidos e o sêmen dele, ficamos assim um tempo, nos movendo suavemente. Ele recolhia o sêmen que saía do meu cu e me dava para beber com os dedos, eu chupava como uma puta bem safada. Estava super cansada, super comida, super aberta pelos dois buracos, super puta. Seguir Avatar Seguir Me comeram numa oficina Relatos HerLobito 11 anos Novamente muito muito obrigada pelos seus e-mails, fotos, convites, flores, vídeos, etc. Muitos de vocês me fazem passar noites bem molhadas e vários já me conheceram J e isso é lindo. Sei que devo a continuação do meu fim de semana, mas surgiu um imprevisto que preciso contar porque foi muito excitante, louco, até poderia dizer que é uma das coisas mais extremas que já fiz. Então, precisei sair no fim de semana passado para Puebla, fui com umas amigas para um bar à noite, tudo normal, caras, álcool, dança, etc. Como já mencionei para meus amigos próximos, família, namorados, etc, sou uma garota "normal", então não consegui levar ninguém para a cama naquela noite, mesmo que não me faltassem vontades porque tinha cada gostoso no bar, ufa. A questão é que eu precisava estar cedo, às 9h, em um lugar onde ia assinar um documento e de lá teria que esperar duas horas para voltar e continuar com as burocracias. O negócio é que quando eu bebo bastante, bom, digamos, meu estômago fica solto no dia seguinte, sempre aconteceu comigo e tudo bem, em casa vou ao banheiro de boa e tudo em ordem, mas dessa vez cheguei do bar às 4h, dormi pouco e saí voando porque estava atrasada. Não me arrumei muito, peguei uma calça branca bem coladinha no quadril, uma blusa de lycra com renda cor chocolate e uma jaqueta curta, um sutiã rosa claro de algodão confortável e uma calcinha fio dental de renda combinando com o sutiã, salto alto, me maquiei um pouco e só escovei o cabelo rápido e fui. Cheguei voando no meu compromisso, quase perdi, mas cheguei, assinei e bom, estava me preparando para ir a uma praça próxima tomar café da manhã para matar o tempo, mas do nada senti uma reviravolta no estômago, UFFF, "vontade de ir ao banheiro", normalmente a gente segura, mas devido ao que já contei, eu não consigo quando é por "ressaca", tenho que ir. Comecei a ficar verde, não cheguei ao carro porque pensei, não vou aguentar, não vou aguentar! Comecei a andar para ver negócios abertos, um café, algo que me salvasse, andei duas quadras ao redor de onde estava e como ainda era cedo, quase nada estava aberto. Ufa, comecei a suar, já não aguentava mais, andava com Cara de desesperada, se alguém já passou pelo que eu passei sabe do que eu tô falando. Eu já estava desesperada e vi ao longe uma oficina de bicicletas, SIM de bicicletas, e me aproximei. Tinha aquele letreiro clássico no fundo: "Banheiro". Tinham três caras lá: um senhor de uns 55 anos, feio e magro; um cara de uns 32 com um corpo muito bom, alto, muito alto mesmo, com mãos grandes e calejadas (eu adoro mãos grandes, principalmente os dedos), moreno, costas largas e não tão feio; e um garoto de uns 16 anos, magro e também não tão feio. Não sei como tive coragem, porque depois pensei bem, não sei como realmente tive coragem, e pedi pra eles me deixarem usar o banheiro. "É UMA EMERGÊNCIA", eu disse, rebolando, quase dobrando de dor na barriga, o que fazia meu bumbum ficar ainda mais empinado. Eles só balançaram a cabeça e me deram passagem, obviamente me devorando com os olhos. Tentei abrir e a porta não abria, como se estivesse emperrada. A porta do banheiro ficava atrás do balcão, e tinha um espaço relativamente pequeno. Rapidão o cara alto foi até onde eu estava e ficou atrás de mim, esfregando o corpo nas minhas nádegas, e empurrou a porta com força. "Pronto", ele disse, enquanto colocava uma das mãos na minha cintura. Entrei o mais rápido que pude sem fechar a porta, porque não tava aguentando. Ele deve ter visto quando eu abaixei a calça com o fio dental. Levantei a vista e perguntei: "Fecha?" Ele fechou e me deixou... Ufa, era a glória. Não demorei muito, mas pra minha surpresa não tinha papel. Aí tive que gritar pros caras se eles tinham. Entrou o mesmo cara que tinha me visto antes e jogou o papel pra mim. Fiz o que tinha que fazer e não sabem como eu fiquei aliviada. Lavei as mãos e aí percebi onde eu tava: era um lugar sujo, com o chão cheio d'água, baldes d'água por todo lado e roupas penduradas nas paredes. Os móveis do banheiro estavam encardidos e notei que tinha molhado a calça ao abaixar completamente. Pensei: "puta que pariu, que vacilo". Tinha uma mancha d'água e dava pra ver bastante. Como ia sair assim? Peguei papel e comecei a secar a calça, mas a mancha não saía... tiraria fácil. Já estava há mais de 20 minutos no banheiro tentando secar a mancha e os caras bateram perguntando se estava tudo bem. Pode entrar, falei, já que a porta estava dura e eles tiveram que empurrar com força. Era o mesmo cara. Disse que tinha molhado a calça e me virei mostrando a bunda. Até esse momento minha libido voltou a funcionar, lembrei que ele já tinha me visto abaixando a calça e me visto sentada no vaso, e agora estava mostrando minha bunda. Que puta que eu sou, ele deve pensar. Tinha tirado a jaqueta e estava só na blusa sexy. Ele percorreu meu corpo todo com o olhar e agarrou o pau dele, uff, como me excita ver isso, comecei a ficar molhada… Você tem secador? Ou ferro de passar? Perguntei. Não, mas a uma quadra tem uma lavanderia, se quiser podemos levar, ou você pode ir… Mas você teria que tirar a calça lá de qualquer jeito. Que dilema, pensei. Ou vou com a calça molhada como se tivesse mijado andando uma quadra e de qualquer jeito teria que tirar lá, ou tiro aqui. Olhei bem pra ele, braços grandes, tórax, pernas fortes, e ele já tinha visto minha calcinha fio dental duas vezes. Como dizem, melhor um conhecido na mão do que dois voando, então enquanto lava a calça posso “brincar” um pouco com esse “machão”, pensei. Como o chão estava molhado, estiquei o braço tocando o ombro dele pra me equilibrar e evitar por um pé no chão. Fiquei na frente dele e desabotoei a calça, deixando ver minha calcinha fio dental de renda rosinha bem sexy. Já estava excitada e começava a escorrer meus líquidos. Desci a calça lentamente e a cara dele dizia tudo, me devorava com o olhar e se acariciava o pau descaradamente. Puxei ele um pouco pra não ter o braço tão esticado e ficamos a uns 30 centímetros. Tirei uma perna e depois a outra. Com a desculpa de me ajudar, ele colocou a mão na minha cintura no final da blusa, tocando um pouco de pele. Isso me eletrizou. Tirei a calça e dei pra ele. Agora imaginem a cena: eu de calcinha fio dental de renda rosa com salto alto, uma blusa de renda, dava pra ver as alças do meu sutiã rosa e pelo meu nível de excitação e o sutiã de algodão, meus mamilos já estavam bem marcados, o contorno da minha bucetinha aparecia no meu thong e por trás dava pra ver perfeitamente o contorno da minha bunda, eu parecia uma puta de calendário de oficina mecânica, e olha que eu estava em uma parecida. Ele disse: "agora volto" e me soltou, tirando a calça e gritando pro seu ajudante, o garoto de 17 anos se aproximou e eu me recostei na pia, empinando a bunda, o garoto me viu seminu, abriu os olhos que pareciam pratos e meu "protetor" ordenou que ele levasse a calça pra lavanderia e esperasse lavar e secar, tirou uma nota de 100 pesos mexicanos e deu pra ele, também gritou pro outro senhor: "vô, vai pra casa um pouco, não tem nada hoje". Assim que os dois foram embora, ele entrou no banheiro comigo, trancou a porta e, muito decidido, me pegou pela cintura pra ir pro banheiro e, sem mais, tirou o pau e começou a mijar na minha frente, que puta safada, pensei. Mas pude ver seu pênis, grosso e grande, meio duro já, ele sacudiu ele me olhando nos olhos enquanto eu levantava o olhar pros dele. - "Gostou?" Eu fiquei um pouco corada na verdade, lembrem que eu gosto de me sentir "dominada", não soube o que responder, só baixei o olhar e ele puxava um pouco o pau pra ele crescer, se aproximou de mim assim com o pênis pra fora. Eu fiquei na frente dele de costas pra porta, já estava muito excitada, ele se aproximou e me deu chicotadas com o pênis na minha barriga e no meu thong, ufff, deus. Ele tirou a camiseta e tinha um tórax lindo, moreno mas cheio de músculos, tirou a calça e sua bunda estava muito gostosa e suas pernas duras, realmente era um cara muito gato, ficou só de cueca com o pau pra fora e me pegou pela cintura, eu já o esperava com os lábios entreabertos, nos fundimos num beijo super tesudo, ofegante, excitante, seu pênis batia nas minhas pernas, barriga e dependendo dos movimentos de repente ficava entre minhas pernas. Ele desabotoou meu sutiã como um expert, com uma mão, quando fazem isso comigo eu sei que vou gozar muito, ele puxou minha blusa e começou a chupar meus peitos, ai, que gostoso, papi, assim, com uma mão ele apertava minha bunda por cima da calcinha que estava meio enfiada no meio e com a outra apertava um dos meus peitos enquanto chupava o outro, o pau dele já estava me "cutucando" bem duro, eu não perdi tempo e agarrei a bunda dele com uma mão e com a outra masturbei ele o máximo que dava pela posição. Ficamos assim um tempão, a mão que acariciava minha bunda invadiu minha parte da frente, com a ponta dos dedos ele roçava a entrada da minha buceta por trás, eu já estava bem molhada, soltando uns fluidos grossos, lubrificada ao máximo, queria um pau dentro de mim. Ele começou a me dedar por trás e como ele era mais alto me levantou literalmente pela buceta, uma mão com a ponta dos dedos dentro de mim e a outra na bunda, fiquei suspensa do chão, ele mordia meus peitos, eu coloquei meus braços no pescoço dele e com minhas pernas envolvi sua cintura, ele era muito forte e me segurava sem problemas. Como deu, ele tirou a calcinha de lado e sem guiar o pau ficou me cutucando, uffff, gemei que nem louca quando senti a cabeça na minha buceta, me soltei e senti o pau dele entrar todo em mim, me enchia bastante, era grosso, lindo, me apertava (e pra eu sentir essa pressão na minha xereca a essa altura tem que ser um membro grande, rsrs) Quem já foi fodida assim sabe como é excitante um macho te carregar, você se sente indefesa, à mercê dele e isso me deixa muito excitada. Ele me pegou pela bunda e começou a meter forte, rápido, uff, eu mesma tirei a blusa pra ele lamber à vontade e assim que tirei ele voltou ao ataque nos meus peitos, lambia um e outro, ele também gemía muito gostoso. A gente se beijava sempre que dava, beijos quentes, safados, de língua, a gente se lambia, os dedos dele começaram a brincar com meu cu, ele puxava a lubrificação da minha xereca e enfiava a ponta de um dedo, isso me excita muito, eu estava realmente perdida, queria pau, mais pau, pedia por ele. - Me dá, me dá, mais, me come, papi, que pau gostoso você tem, eu adoro, assim, assim, assim, assim... - Me come, ah, ahhhhh, ahhhh, ahhhhhh, ahhhhh, papi... Ele estava suando bastante já que estava me segurando e a gente já estava há 15 minutos nessa posição, imagino que ele cansou e me encostou de costas na parede, ao fazer isso ele conseguiu me comer ainda mais rápido, eu acariciava o peito dele, e ele metia muito rápido. - Mami, você tá bem gostosa, desde que te vi meu pau ficou duro - Você é bem gostosa, eu te adoro, quero te comer todo dia Ele metia muito forte e o tamanho do pau dele me excitava demais, comecei a ter meu primeiro orgasmo. - Ahhh papi tô gozando, ahh tô gozando, papi Goza, puta, goza, puta, posso gozar dentro? Ele me disse. - Pode, goza onde quiser amor, tomo pílula Ele meteu mais forte enquanto começou a dar uns tapas nos meus peitos, ahh como me excita levar uns tapinhas, ele metia cada vez mais forte. Com uma mão ele puxava minha bunda pra ele e com a outra me batia e às vezes metia a mão pra acariciar meu clitóris ahhh, gozei uma segunda vez muito gostoso, ahh, queria que esse cara me comesse sempre, ele comia delicioso. - Vou gozar, ele disse Empurrei ele com as pernas e "desencaixei" ele da minha bucetinha, ele tentou me enfiar de novo mas eu me joguei no chão, não me importava que estivesse cheio de água, me joguei no chão e de joelhos com as pernas abertas e enfiei seu enorme pedaço de carne na boca. - Ahh que puta, assim mami, você é incrível, chupa ele puta, assim... Assim que comecei a chupar seu pênis ele soltou minha recompensa, uma enorme quantidade de porra que não coube na minha boca e começou a escorrer pelos lados, eu não engoli nada, só continuei chupando pra extrair até a última gota. Tinha o canto da boca cheio de porra, como pude engoli aquele pau enorme até chegar com meus lábios nas bolas dele, sujava elas com seu próprio sêmen com meu lábio inferior. Ele me pegou pela cabeça e enfiava até o fundo, quase me engasguei. - Ahhg, ahhg, Ahgg dava pra ouvir. Ele tirou o pau completamente e a cena do ângulo dele deve ter sido de filme pornô: uma putinha de joelhos sem sutiã, sem blusa, com os peitos vermelhos de tanto apanhar, a cara gozada, a boca cheia de porra, um pouco de sêmen escorrendo no peito, no cabelo, de calcinha fio-dental, com a buceta completamente aberta e a boca aberta esperando mais. Não aguentei mais e ele jorrou ainda mais porra na minha cara, eu abria a boca e lambia as bolas dele, enquanto enfiava o máximo de dedos na minha ppk. Uff, gozei pela terceira vez, dessa vez na minha calcinha e na mão, soltei muito líquido. - Ahhhh, ahhhh, ahhhh, ahhhhh. Me apoiei na parede tirando minha mão da boceta e dando pra ele lamber, ele como um bom macho aceitou e lambeu até deixar limpa. A porra dele começou a ficar aguada e escorria pelos meus peitos, rosto e pernas. Peguei com a mão e espalhei por todos os meus peitos e barriga, depois lambei como uma putinha no cio. O pau dele ainda não tinha "caído", então levei de novo à boca pra limpar, puxei o prepúcio pra trás e com a ponta da língua lambi cuidadosamente, a base, as bolas, comi cada mililitro de sêmen. Ele estava em outro mundo, pela puta que eu era e pelo boquete e show que estava dando. Minhas pernas começaram a ficar dormentes e tive que levantar, já de pé ele apertou minha bunda de novo enquanto nos fundíamos num beijo de língua delicioso, ele se colava em mim pra sentir meus peitos no peito dele. Assim de pé ele tirou minha calcinha de lado (como na vez no provador com o taxista, lembram?) sem enfiar o pau, só sentia com meus lábios encharcados e fazia de conta que me comia mas sem meter, minha boceta ficava em cima do pau dele, acariciava horizontalmente, meus lábios envolviam, muito gostoso. Ficamos assim nos beijando e nos acariciando como dois namorados um bom tempo, obviamente o pau dele já estava duro de novo e minha boceta estava sempre pronta pra guerra. Viro com beijos, fico de costas pra ele, ele... Beijou meu pescoço, lambeu meu pescoço enquanto apalpava meus peitos por trás, apertava minha bunda com força, ufff. Desceu com a boca por toda minha coluna, isso me deixa ainda mais excitada, subia e descia lambendo minhas costas, enchendo cada canto de saliva, com a mão brincava com meus líquidos e passava no meu cu, ele sabia o que queria e eu ia dar com gosto. Desci a calcinha até a metade da coxa e ele começou a lamber meu bumbum, ufff, ufff, os homens não fazem isso com frequência mas deveriam fazer mais, é super excitante. Abria minhas nádegas e enfiava a língua, lambia desde minha bucetinha até em cima, pegava os fluidos da minha buceta e colocava no meu cu, devagar, com calma, não era brusco, era paciente, enfiava a ponta do dedo aos poucos, ia buscar mais fluidos e de novo, ajudava com suas lambidas e saliva. Eu estava no paraíso, gemendo como uma puta, levantava minha bunda para ele fazer melhor, ele já enfiava um dedo inteiro no meu cuzinho apertado, tirava e colocava, lubrificava, lambia, ufff. Guiou seu pau para minha vagina e entrou muito fácil dessa vez, me pegou pelos quadris e me fodia assim por trás, eu me inclinei e abri as nádegas, queria que ele me comesse por trás então facilitei as coisas, mostrava meu cu e facilitava ele continuar me dedando ali. Começou a me comer devagar, enfiava tudo e tirava tudo, depois a ponta do pau ele colocava no meu cu e fazia um pouco de pressão e voltava a enfiar na frente. Ficou assim um tempo, eu abria as nádegas com as mãos e mexia para trás, queria que ele me enfiasse logo, ele entendeu perfeitamente e enfiou a cabecinha aos poucos. Ai, ai, ai, isso doía pelo tamanho do pau dele, ele ficou parado e eu comecei a me mexer sozinha, em círculos, devagar, enquanto ele me dedava a boceta para puxar os fluidos para cima. Ele se apoiou na parede e me deixou me mexer, sozinha eu ia jogando para trás, sentia aquele pedaço enorme de carne me abrindo em dois, meu cu ardia, mas eu gostava da dor, ah, ah, ahhhh, ahhh, gemendo. Ele começou a me dar nalgadinhas, ufff foi isso que me fez juntar coragem e comecei a me mexer mais rápido enquanto ele me dava palmadas na bunda. Tinha quase metade do pau dele dentro quando ele assumiu o controle, me agarrou pelas nádegas e me empurrou com força contra ele, eu gritei de dor, um grito entre tesão e dor, mas ele me deu um tapa na bunda dizendo: "era isso que você queria, não é, sua puta?" Começou a me dizer coisas obscenas: "você é uma puta, adora um pau, diz que gosta do meu pau, pede pau, sua puta..." Eu respondia a tudo que ele pedia com gemidos. - Sim, papi, eu adoro seu pau, sou sua putinha, me fode por onde quiser, papi, me come, me dá mais, ai, ai, ai - eu gritava quando ele me batia. Ele se movia rápido, enfiando o pau até o fundo e tirando até a metade, eu adorava como ele fazia. Ele colocou os dedos na minha boca e eu comecei a chupá-los de tanto tesão que estava, queria mamar um pau e seus dedos grandes e grossos eram perfeitos para minha fantasia. Ele me comeu assim só mais um pouco quando começou a doer nos dois por falta de lubrificação, mas queríamos mais. Então ele puxou meu cabelo e me levou enfiada assim até o chão, me colocou de joelhos e eu me abaixei o máximo que pude sem que meu rosto tocasse a umidade do chão. Nessa posição, minha bunda ficava mais exposta e ele, com uma puxada só, tirou o pau todo e cuspiu na minha bunda. A saliva dele ardeu um pouco e eu reclamei, mas ele imediatamente enfiou na minha buceta. - Ahh, que gostoso - eu senti de novo, como deslizava facilmente ao mesmo tempo que me dava prazer. Ele me fodeu assim por um tempo, puxando minhas nádegas para os lados, eu sabia o que ele faria. De repente, em uma investida, ele tirou da minha buceta e enfiou no meu cu - ahhh, ahhh, que delícia! Ele dava duas enfiadas no ânus e voltava para minha vagina. Uff, isso é o máximo, ser comida nos dois buraquinhos ao mesmo tempo. Com minha buceta encharcada, o pênis ficava lubrificado e então ele enfiava no meu cu, ritmicamente, 4 ou 5 enfiadas na xota, 2 pelo ânus. Ele me comia rápido, enfiava até o fundo da minha buceta várias vezes, seu pênis longo e grosso era uma delícia, ele tirava quase completo e enfiava de novo lá no fundo da minha bucetinha, fazia isso várias vezes e depois tirava todinho pra meter na minha bunda um tempinho, ufff doía delicioso, abria meu cu no máximo, me sentia cheia de pau, adorava como ele fazia, depois me fodia de novo pela ppk, ele estava me usando muito gostoso e eu me sentia suja, no chão de um banheiro, comida por um desconhecido, sem camisinha, pelo cu e pela vagina, vermelha das nádegas e dos peitos das pancadas e pedindo mais pau, me sentia uma verdadeira puta de oficina mecânica. Ele me dava palmadas, literalmente me cavalgava e batia na minha bunda, puxava meu cabelo pra trás e às vezes me dava os dedos pra lamber, quando ele acelerava mais me soltava e se movia muito rápido, comecei a gozar pela 4ª vez, pra ele era a segunda acho, ah ai ai eu gemía, tô gozando tô gozando eu disse. Uf, ai ai ai siiiiii puta, você é incrível… Gemi muito alto e gozamos ao mesmo tempo, ele se esvaziou na minha bunda, minha ppk pulsava de excitação, do orgasmo tão gostoso que tinham acabado de me dar e que continuava. Ele tirou o pau da minha bunda e ainda duro meteu um tempinho na minha vagina, por estar tão sensível ainda, esse simples ato prolongou meu orgasmo, ufff, gozei tipo uns 2 minutos seguidos, soltava muito líquido, melava as bolas dele completamente entre meus fluidos e o sêmen dele, ficamos assim um tempinho, nos mexendo devagar. Ele pegava o sêmen que saía do meu cu e me dava pra beber com os dedos, eu chupava como uma puta bem safada. Eu estava super cansada, super comida, super aberta pelos dois buracos, super puta. Minha vagina estava super sensível, eu tremia do orgasmo que ainda estava tendo. Assim como estava ele me levantou fácil e sentou na privada, eu em cima dele, me recostei pra trás no peito dele me mexendo devagar, sentindo ainda aquele pau gostoso pulsar. Ele lambia meu pescoço e massageava meus peitos, uff. - Você é incrível, sério incrível, quero te comer todo dia ele me dizia.peitoesFicamos um tempinho assim, quase adormeci encostada nele, o pau dele perdeu a rigidez e saiu da minha buceta, um grito de fora nos acordou. "Rodrigo, Rodrigo!" Isso nos assustou e nos levantamos, eu subi minha calcinha fio dental, estava uma nojeira, cheia de porra dele e dos meus fluidos. Ele se levantou rápido, vestiu a cueca, a calça, a camiseta e saiu. "O que foi?" Disse sem fechar a porta. O ajudante estava do outro lado do balcão em frente ao banheiro, então pôde me ver de calcinha fio dental e com os peitos à mostra. "Já, já está", balbuciou e colocou uma sacola que provavelmente trazia a calça. Eu me cobri mal com uma mão nos meus peitos, mas sorri para ele. Sempre tive tesão em novinhos, imagino como eles batem punheta pensando em mim, e quando tenho a chance de deixar um deles me comer, eles ficam bem durinhos, embora geralmente gozem muito rápido. Rodrigo virou para me ver e percebeu meu olhar safado e que eu não estava me cobrindo direito, então entendeu que não me importava nem um pouco se eu me exibisse, embora ele não soubesse que eu já não queria mais ser penetrada – estava ardendo toda! Ele sorriu e disse para o garoto: "Me ajuda? Preciso que você seque o banheiro para minha amiga poder se trocar à vontade". Eu só ri e comecei a procurar minhas coisas, coloquei o sutiã bem na hora que o ajudante entrava. Ele pegou um esfregão e ia fazer o que foi mandado, mas eu o parei e disse que não era necessário. "Só me ajuda", falei. "Pega minha bolsa, sempre trago calcinhas extras porque gosto de presentear", tirei uma preta e a estiquei. "Combina comigo?", perguntei. Ele só balançava a cabeça, e dava para ver um volume no calção dele. "Ok", disse, coloquei minha mão no ombro dele para não perder o equilíbrio e comecei a tirar com cuidado a calcinha fio dental rosa, enquanto segurava a preta com a boca. Ele estava atônito, me olhando com tesão, e as mãos dele queriam me tocar, mas ele não se atrevia. Fingi que perdia o equilíbrio, e ele teve que me segurar pela cintura nua com uma mão. Me aproximei dele e I felt his penis against my leg. Thank you, I said. My thong was still on my thighs, my completely waxed pussy looked delicious, and he was trying to get a look at it. I looked him in the eyes and he said, "Sorry." Sorry? Haha, it made me laugh, and it occurred to me to give this guy the best moment of his day. A "good morning" was heard. "Close the door, they might see me," I told him. He left it ajar while Rodrigo watched the scene from outside, smoking a cigarette. When he realized we were closing it, he shook his head side to side and mouthed the word "slut" at me.

He had his hands on my waist, and his penis was brushing against my leg. Only his pants separated us. His breathing was heavy; I was feeling a bit of a thrill. His breathing grew heavier and heavier. He didn't know what to do, so I decided to help him. "Do you want to see my tits again?" I asked him. He couldn't believe it and nodded his head. I unbuttoned my bra and pulled it down so he could lick them. At first, he made a strange face—of course, they probably tasted like his boss's semen—but then he started licking them very delicately. Unlike Rodrigo, he licked me with affection, slowly, just with his tongue.

I was starting to get wet again. I took his penis over his pants, opened them, and put my hand inside. As soon as I grabbed his penis, he released so, so much semen—he came just from being touched! He covered my entire hand. It was too much semen. Ugh, I've never been able to resist semen. I pulled his pants down, knelt, and licked his boxers to taste his semen. Then I licked his dick—long, long, but thin. I cleaned it very carefully. He couldn't even speak.

I sucked him off deeply, tasting him. I caressed his balls, and he filled my mouth with semen. That's the good thing about young guys, I thought to myself—they never stop producing semen. I swallowed every last drop, and to my surprise, he was still hard. Blessed youth, right? He caressed my tits from above. I stood up and let him taste his semen from my mouth. He kissed me as if I were his girlfriend—tenderly, tasting, slowly. His penis was still very hard. I couldn't take it anymore... A verdade é que eu queria meter mais coisa na minha buceta, mas tudo bem, ele tava fazendo o dele, pensei. Puxei o pau dele enquanto a gente tava de pé e comecei a enfiar na minha vagina, só a cabeça entrou. Me apoiei com as mãos na pia e abri minhas pernas, ele agarrou minha bunda e me deu três bombadas, enfiou o pau todo e eu senti ele "bufar", ele tava gozando de novo dentro de mim, que garoto precoce! Eu tava só começando a sentir o gostoso e ele já tinha me enchido de porra, não quis continuar mais, já que eu tava cansada e com certeza já tinham passado duas horas, e eu tinha que seguir com minhas coisas. Me afastei dele, tirei a calcinha e limpei os restos de sêmen com ela. Coloquei uma calcinha limpa, peguei a calça, vesti meu sutiã e blusa, arrumei o cabelo, passei maquiagem, pintei a boca, enfim, todas as coisas que uma mulher tem que fazer depois de uma foda daquelas, e não tô falando do garoto, mas sim do "grande" haha. Peguei a calcinha e dei pra ele, "pras suas próximas punhetas, pra você pensar em mim", enquanto dava um beijo de língua na boca dele. Peguei minha bolsa e saí como se nada tivesse acontecido, Rodrigo tava atendendo um senhor, eu passei rebolando, o cliente dele me olhando sem vergonha. Cheguei no Rodrigo e dei um beijinho, falando: "Amei tanto que vou voltar pra te visitar". Ele sorriu e pediu meu número, meu nome, etc. Eu só sorri e disse: "Nada disso você vai ter, mas prometo voltar e te dou todo o resto". Saí de lá indo até a esquina me mexendo como uma puta e, ao virar, olhei pra trás e os três caras estavam lá: Rodrigo, o jovem e o cliente, espiando e me olhando. Ufff, que história, real, mesmo que não acreditem, 100% real. Já visitei o Rodrigo mais duas vezes desde aquele dia e continuo encantada com ele.

1 comentários - Situação constrangedora vira foda

Muy caliente el relato, sea cierto o no, no es algo importante; pero estuvo bueno 😊👍