Beleza, meu nome é Damián, sou de Buenos Aires e tenho 28 anos, tenho 1,77m, sou magrinho e, pra ser sincero, sou bonitão, embora me falte uma academia, já que nunca pisei numa na vida. Minha mulher se chama Ludmila, também tem 28 anos, pra mim ela é uma gostosa, uma morena de 1,55m de altura, peitão, bundão e uns lábios lindos. Não é uma modelo de corpo, mas, no meu gosto, ela tem uma rabeta dos sonhos e uma barriguinha normal de uma fofa que tem uns 105 de peito. Estamos juntos desde os 15 anos e, tanto ela quanto eu, nunca ficamos com outra pessoa sexualmente. Mas eu, há anos, fantasiava em entregar ela, vê-la com outro, vê-la bem putinha, vê-la rodeada de caras mais velhos que tocassem ela toda e fizessem de tudo bem pornô. Obviamente, nunca tive coragem de contar pra ela, mas várias vezes, enquanto a gente transava, eu soltava um pouco da fantasia e, na hora, ela adorava, até pedia mais paus, e bem grandes, mas fora do sexo a gente nunca tocou no assunto, então ficou sendo uma fantasia muito difícil de realizar. Num fim de semana, decidi convidar ela pra sair pra dançar, coisa que a gente nunca fazia, mas naquele dia eu queria mesmo ir dançar, ficar bêbado e terminar num motel. Ela foi com um top que destacava demais os peitos, um shortinho bem curto e bem apertado, e uns saltos altos. No cabelo, fez um rabo de cavalo bem puxado e, sinceramente, parecia uma atriz pornô, era uma loucura. Chegamos no lugar, era tipo um bar que depois das 2 da manhã ficava mais animado e dava uma boa danada. Assim que chegamos, percebi que os caras estavam devorando ela com os olhos, e meu pau começou a reagir, já queria ver ela dançando com outros, a ideia me deixava louco. Depois de várias horas e uns drinques pra dentro, estávamos meio alegres e com tesão, eram 5 e meia e a gente disse que às 6 ia embora porque tínhamos uma viagem longa até em casa e, além disso, meu estado não era o melhor pra dirigir. Nessa hora, sinto alguém por trás me abraçando, quando viro, era o Cristian, um cara que jogava futebol comigo, não que ele fosse um... Cara, mais que isso, a gente se conhecia fazia só três semanas porque o torneio tinha acabado de começar e eu era novo, mas nesses lugares, quando você encontra um conhecido, é como se fosse amigo de infância. Cristian tem 1,90m, não tem shape de academia, mas é bem grandão, com uma barriguinha normal pra um cara de 42 anos que bebe pra caralho e é bem mulherengo. Cristian me abraça, a gente se cumprimenta e eu apresento os dois. Ele devorou ela com os olhos, eu percebi e entendi, haha. Ela, por outro lado, cumprimentou fria e distante, dava pra ver que não sentiu absolutamente nada. Bom, a gente conversou um pouco e ele convidou a gente pra um rodízio de tequila. Aceitamos por educação e falamos que não íamos beber mais porque tínhamos que dirigir uma porrada de quilômetros e eu já tava acabado. Mas ele falou pra eu ficar tranquilo que a gente podia ficar na casa dele, a 15 quadras do bar, e no outro dia a gente ia embora bem descansado. Eu recusei, não tinha tanta intimidade assim, mas depois que ele insistiu um pouco, a pouca vontade de dirigir e a vontade de dormir falaram mais alto e a gente acabou aceitando, eu e Ludmi. Chegamos na casa e não era nada demais: um quarto, uma sala com um sofá bem grande, cozinha, banheiro e só. Ele falou pra gente dormir na cama dele, mas recusamos e nos viramos no sofá. Depois de um tempinho deitados e com a minha mulher por perto, ela começou a esfregar a bunda em mim. Conheço ela demais pra saber que isso é sinal de que ela tá com tesão. Tentei me fazer de desentendido, mas entre a insistência dela, meu nível de álcool no sangue e minha própria excitação, acabei caindo na tentação. Ela começou a me tocar o pau devagar e eu fui ficando duro. Levei minha mão até a buceta dela e já notei que tava molhadinha. Depois de enfiar uns dedos, ajeitei o pau como pude e comecei a comer ela de conchinha pra não fazer barulho. Em cinco minutos, não aguentei mais, subi em cima e comecei a comer ela como Deus manda, com as perninhas abertas e bem gostoso. duro por essa buceta preta e molhada. O tesão e a adrenalina de que o Cristian ouvisse nos deixava loucos, ela cravava as unhas nas minhas costas. Depois de comer ela assim por um tempo, comecei a fantasiar, como de costume, que outro pegava ela e falei pra ela, isso fez ela ficar ainda mais molhada e pedir mais e mais pica. Vi que era minha hora e perguntei se ela queria que eu chamasse o Cristian pra ajudar, ela me olhou séria e não respondeu, perguntei de novo e ela, tímida, balançou a cabeça que sim, mas que o Cristian só olhasse e batesse uma. O medo e o tesão se misturaram e quase gritando eu falei pro Cristian vir. Quando ele saiu do quarto, não entendia nada, queria subir em cima, mas eu parei ele na hora e falei que não, que se quisesse podia olhar e bater uma, que isso deixava ela com tesão. Muito a contragosto, ele balançou a cabeça e baixou as calças. Era igual à minha, mas tava mole, não me acho de pica pequena porque tenho 18cm, mas aquilo media o mesmo e tava mole, e ainda por cima era mais grossa. Ela olhou pra pica com desejo e começou a gemer e pedir pra eu comer ela muito. A imagem me deixou tão tesudo que gozei em dois minutos. O Cristian aproveitou e já com a pica duríssima de 24cm e bem perto da Ludmi, gozou no chão. A Ludmi levantou correndo de vergonha e foi se lavar. O Cristian me agradeceu e foi pro quarto dormir, eu, entre a bebedeira que tava e ter gozado, dormi em segundos. Quando acordei, estiquei o braço pra abraçar minha pretinha e estranhei que ela não tava. Me espantei um pouco e do quarto se ouviam barulhos, o que encontrei quando coloquei a cabeça pra fora me deixou louco e com a pica muito, muito dura. A Ludmi de quatro e aquele animal de 1,90 furando a buceta dela num ritmo que eu gozava em 3 segundos, metia como um bicho e ela recebia com a cara endemoniada e toda suada e com os cabelos e o rosto cheios de baba da chupada que ele com certeza tinha dado nela. Não parava de receber pica e ela pedia mais e gritava pra ele comer ela forte feito uma puta. momento, tira a pica e ela tava toda ensopada com o fluido dela e notei que não tinha camisinha. Ele mandou, feito uma puta barata, limpar a pica dela e ela obedeceu sem reclamar, deixou ela brilhando, toda lustrosa e cuspida. Ele aproveitou pra enforcar ela um pouco, dar um tapa na cara e cuspir no rosto dela.
Ela, que nunca tinha feito essas coisas, não parava de gozar e de pedir pica e mais pica. Depois de comer ela em várias posições, tirou a pica da buceta e encheu a cara dela toda de porra, deixou ela bem branquinha, e ela pegava com as mãos e chupava. Embora eu achasse que era só isso, era só o começo de algo lindo e perigoso.
Pontos e comentem se vocês querem a segunda parte e ver fotos dela.
Ela, que nunca tinha feito essas coisas, não parava de gozar e de pedir pica e mais pica. Depois de comer ela em várias posições, tirou a pica da buceta e encheu a cara dela toda de porra, deixou ela bem branquinha, e ela pegava com as mãos e chupava. Embora eu achasse que era só isso, era só o começo de algo lindo e perigoso.
Pontos e comentem se vocês querem a segunda parte e ver fotos dela.
5 comentários - Minha Esposa É Uma Piranha