Um coroa do meu bairro me comeu como nunca tinham me comido antes, encontrei ele no Grindr.
Versão para imprimir Minha primeira experiência com um homem mais velho foi meses depois de terminar com meu primeiro namorado do ensino médio. Eu nunca tinha aberto o Grindr na vida, porque conheci meu ex aos 13 anos, então todas as minhas primeiras experiências amorosas e sexuais foram com ele. Mas como terminamos, comecei a explorar outros caminhos. Meu nome é Alonso, me considero e sou considerado um twink: sou magro, branco e aparento ser mais novo do que realmente sou. Minha única parceira sexual até os 18 foi meu primeiro namorado, com quem também perdi a virgindade. Preciso dizer que, como dois jovens no auge dos hormônios, a gente transava sempre que podia e queria. Minha fascinação era montar nele de frente, com as mãos no abdômen dele, chupar o pau dele quantas vezes ele pedisse e ver os abdominais cobertos de suor se movendo na posição de missionário, enquanto a corrente dele balançava e batia no meu rosto. Terminamos porque, numa festa, ele beijou e ficou com uma garota. No começo, perdoei, mas depois que descobri que ele continuava se encontrando com ela, terminamos de vez. Como eu disse, nunca tinha usado o Grindr, mas depois de meses deprimido pelo término, precisava de sexo. Não queria recorrer ao meu ex como da primeira vez que terminamos, então baixei o app, preenchi minhas características com outro nome, já que tinha lido e ouvido falar que tem gente estranha. Coloquei fotos do meu corpo um pouco provocantes, mostrando minha cintura e pernas, e em uma hora já tinha várias interações com muitas mensagens, onde me enviavam fotos dos paus deles. Não vou negar que me excitou ver tantos paus, e eu me dedei e me masturbei até gozar...
Embora estivesse com tesão, não respondi ninguém. Vi pica de todas as cores, tamanhos, grossuras. Via as idades, de 18 a 55, e outros que não tinham idade, mas no perfil dizia que eram ativos casados. O perfil mais velho que me chamou a atenção era o de 55. Me chamou a atenção porque no perfil dizia "casado" e nas fotos era de uma oficina mecânica que me parecia muito familiar, mas eu não lembrava de onde. Então mostrei pro meu pai, sem ele ver o resto, claro, e ele disse que era onde ele consertava o carro: a oficina do "Orozco". Fiquei chocado porque o mestre Orozco era amigo do meu pai desde jovem. Era um senhor meio simpático de rosto, que desde pequeno me chamava a atenção, mas pelo corpo meio musculoso. Ele foi até o protagonista das minhas primeiras fantasias homossexuais. Orozco, ou Kleber, além de dono da oficina, era o mais velho, então o perfil tinha que ser dele, de qualquer jeito. Respondi a mensagem dele de "oi". A gente conversou por duas horas sobre como a gente tava, se eu trabalhava, se tinha namorada. Ele me perguntou se eu era virgem, se já era maior de idade, pediu foto. Assim que terminei de ler a mensagem, mandei uma foto que tinha tirado um dia antes, onde eu tava com uma camiseta que ficava um pouco justa, mostrando a barriga e a cintura, com as pernas num short curto. Minutos depois, Kleber me mandou uma foto onde não mostrava o rosto, só a barriga sem camiseta, mostrando o peito bem trabalhado, os abdominais não tão definidos, mas o que me deixou com tesão foi ver os mamilos durinhos e a linha "V" que descia até a calça. Sem perder tempo, pedi bem safado que ele mandasse uma foto mais picante, mas ele não respondeu na hora. Minutos depois, veio uma foto quase completa dele, completamente pelado. Finalmente eu tinha nas mãos a prova de que minhas primeiras fantasias não estavam erradas. Ele tinha uma boa pica, como eu tinha imaginado na puberdade. Não dava pra ver ela toda na foto. já que ele tirou como selfie, mas o pouco que dava pra ver era grosso, pouco pelo pubiano, cara super máscula com barba, sem pelo no abdômen todo e com umas veias que iam até o pau dele e aquele "V" marcado que me fascinava. Com o coração acelerado e com mais vontade de transar do que antes, mandei uma foto minha que tinha tirado pro meu ex, onde eu tava de jockstrap, e me masturbei com a foto dele. Quando tava me masturbando e quase gozando, chega uma mensagem dele dizendo que eu tenho uma bunda linda e que quando a gente se ver, eu mostro meu rosto. Eu fui levando a conversa e tentava desviar o assunto, porque tava com medo de encontrar um senhor da idade do meu pai, que ainda era amigo dele e meio desconhecido, mas ele sempre voltava a pedir pra eu mostrar o rosto e que tava louco pra gente se ver. A gente continuou conversando aquela tarde e de noite ele disse que já tinha que ir, que a esposa tava chegando. Eu sabia que a esposa era enfermeira num hospital meio longe de onde a gente morava, então a gente se despediu, mas com a promessa de no dia seguinte marcar pra se ver... De noite, não parava de pensar se ia encontrar ele ou não. A verdade é que ele me deixava com tesão e eu tava com muita vontade de ser comido por ele, mas também tava com medo porque nunca tinha marcado de encontrar alguém só pra transar, então parecia algo inimaginável pra mim. Por um momento, até pensei em deletar o app, mas quando abri de novo a caixa de mensagens e vi todos aqueles paus, e ainda mais o pau do Kleber, fiquei com tesão, me masturbei e não deletei. No dia seguinte, acordei e ao abrir o Grindr não tinha mensagem dele. Fiquei meio desesperado, mas à tarde, umas 4 horas, ele começou a me escrever de novo. A gente voltou a conversar sobre vários assuntos, até sobre meu ex, e ele me falou da esposa dele. Também me falou sobre a orientação dele, sobre os relacionamentos antigos dele. A gente conversou umas hora e meia direto, até que na hora que eu sabia que os ajudantes dele iam pra casa, ele parou de me escrever e me mandou Tirei fotos dele, agora sem mostrar o rosto nem os peitos, era só o pau dele pra fora, tava nu da cintura pra baixo, ainda dava pra ver a camiseta dele arregaçada que deixava ver uns centímetros da barriga com o umbigo, mas o protagonista era que agora eu tinha a vista completa do pau dele que, mesmo mole, era grosso e circuncidado. Consegui ver com a clareza da foto que o pau dele era um pouco mais escuro e os pelos pubianos eram bem crespos. Com essas duas fotos com o pau dele virado pra cada lado, me imaginei ajoelhado naquele pátio da oficina chupando o pau dele, mamando cada boludo e beijando e passando a língua pela barriga dele e pela linha em "V", fiquei tão excitado que não pensei muito e falei pra ele quando a gente se vê, logo comecei a me masturbar e mandei uma foto minha enquanto enfiava um dedo no meu cu, não aguentei muito até gozar pensando em como aquele pau grosso era o que entrava no meu cu e não meu dedo. Kleber não respondeu nem quando a gente ia se ver nem com outra foto do pau dele, então sem largar o celular esperei ele responder já que ainda tava online e eu, mesmo depois de gozar, ainda tava de pau duro. Depois de uns minutos com o coração acelerado, ele me manda uma foto dele com gozo no peito, foi uma foto que guardei na hora na minha galeria, era o pau dele num ângulo que ele não tinha mandado antes, o pau dele duro chegava até o umbigo e de lá até os peitos tava o gozo dele escorrendo pelos lados da barriga, vi pela primeira vez os boludos pequenos dele e me imaginei passando a língua naquela porra e provando. Nunca engoli o gozo do meu ex, mas o gozo do Kleber me parecia excitante, o fato dele ter se masturbado com minhas fotos como ele disse me deixava excitado pra caralho. A mensagem dessa foto foi "olha como você me deixa, olha como você me tem", algo assim, tipo sobre como eu o deixava excitado. Depois de um tempo ele responde se eu achava legal a gente se encontrar na sexta às 3 da tarde na oficina dele, que ele me mandava. a direção naquele dia. Ainda nervoso, eu disse que estava tudo bem e que chegaria lá naquele dia. A conversa continuou sobre como faríamos para ninguém me ver e toda aquela coisa sem importância agora, mas naquele momento era algo novo pra mim, já que ia me encontrar com um homem casado que talvez me reconhecesse só de me ver. No mesmo dia, mas à noite, continuamos a conversa com o Kleber, que não parava de me mandar fotos dele. Ele me mandou uma foto do corpo inteiro, com um pouco de pó, dizendo que ia tomar banho. Minha atenção naquela foto, além de focar no pau dele, se concentrou no braço dele, com aquelas veias saltadas. E a próxima foto era dele num espelho, completamente pelado, com o pau mole. Eu adorava ver o corpo maduro dele, mas ainda musculoso: os braços, o peito e aquela linha V que descia até o pau dele, tudo me encantava. (Sei que pode ser chato ler toda hora sobre a "V", mas é uma das partes que mais gosto num homem, e mais pra frente conto como aproveitei a do Kleber.) Aquele dia que planejamos o encontro foi uma terça-feira, então não estava tão longe da tão esperada sexta. Então, quarta e quinta chegando, fiquei completamente nervoso, não sabia se cancelava o encontro ou só deletava o aplicativo e agia como se nada tivesse acontecido. Mas o papo com o Kleber nunca parou; a cada hora a gente se mandava mensagens. Ele dizia que tava louco pra eu chegar naquele dia, que ia me comer como meu ex nunca me comeu. A gente trocava fotos pelados assim até quinta à noite, quando ele disse que no dia seguinte me esperava e mandou o endereço da oficina dele, que eu já sabia onde era. Naquela sexta-feira, desde cedo ele me escreveu dizendo que me esperava, pra não furar e tal. Eu, do nervoso, não comi nada. Lá pela 1 da tarde, fiz minha higiene como um bom passivo, me ensaboei todo e me perfumei. Às 2h45 saí de casa e antes das 3 já tava do lado de fora da oficina. Segui o plano que o Kleber me disse e, vendo que não tinha ninguém, bati na porta de zinco. Na hora, o Kleber abriu, me olhou com cara de... Assombro, mal ele apareceu e me disse pra entrar. Eu, já nervoso, me assustei pensando que ele tinha me reconhecido e que não ia rolar nada, mas foi o contrário. Dentro da oficina dele, com a porta fechada, ele me olhou dos pés à cabeça, me pegou pela mão e me puxou pra perto. Perto dele, vi como era alto — ele tem uns 1,75, enquanto eu tenho 1,67. Me segurando pelas costas, ele disse: "Não imaginava que você fosse tão bonito", e me beijou. No começo, fiquei chocado com o beijo, mas depois me deixei levar e começamos a nos beijar como loucos. A boca dele tinha um leve gosto de enxaguante bucal, e a barba fazia cócegas nos meus lábios. Era a primeira vez que eu beijava um homem com barba, mas amei. Ele não parava de me beijar, e eu não parava de acariciar o pescoço e as costas dele com as mãos. A língua dele se chocava com a minha, e isso foi me excitando aos poucos, até que, sem me importar que você ainda estivesse no pátio, me estiquei e tirei a camiseta dele. Pela primeira vez na vida, tinha na minha frente um corpo maduro, musculoso, que só pude ver por alguns segundos, porque Kleber agora estava beijando meu pescoço e tirando minha camiseta. A coisa já estava esquentando, e eu parei, dizendo que estávamos no meio do pátio, perguntando se não íamos entrar. Ele me olhou, me deu um beijo e respondeu que sim, me levando pela mão para dentro da oficina. Vi muitas peças de carro até chegar a um sofá que ele tinha. Minha observação foi interrompida de novo porque ele me puxou para o peito dele e começamos a nos beijar de novo. Ele agarrava minhas costas e passava a mão até minha bunda, apertando forte. Eu, já com a excitação no talo, só afastei ele um pouco e me ajoelhei. Desabotoei a calça dele e puxei pra baixo. Kleber estava de cueca branca, e dava pra ver o pau dele já duro. Fiquei besta olhando pro pau dele a poucos centímetros do meu rosto, e levantei o olhar pra ver ele sorrindo pra mim, mas fiquei viciado em como os músculos dele pareciam de baixo, os abdominais, os... peitos e seus braços fortes e cheios de veias que seguravam minha cabeça, sem esperar nem um segundo e com o coração batendo acelerado, fui abaixando devagar a cueca dele, deixando ver de onde nascia a linha "V" até onde se escondia, que era aquele púbis lindo. Fui descendo mais e mais até que pulou pra fora a maior e mais grossa buceta que eu já tinha visto até então, o pau dele tinha uns 19 cm e uma grossura que minha mão não conseguia envolver por completo. Ao ver aquele pau, só levantei o olhar pra ver o Kleber e, sorrindo, ele se abaixou e me deu um beijo com um cuspe. Fiquei de boca aberta até que toda a saliva dele caiu e comecei a cheirar os pelos, masturbei ele, dei beijinhos nas pernas com pequenas sugadas na ponta do pau e, ali, descobri minha maior fascinação: lamber toda a extensão da linha "V". Passei a língua toda de um lado e, ao passar do outro, ele sentiu cócegas e riu. Eu, já que tinha realizado meu desejo de lamber o abdômen dele, comecei a chupar. O pau dele tinha um gosto diferente do do meu ex, mas o cheiro me embriagava, me deixando louco. No começo, foi difícil enfiar o pau dele na minha boca, mas depois de um tempo eu chupava aquele pau como um faminto, lambi as bolas, o comprimento do pau, dava pequenas sugadas onde engolia o pré-gozo dele, que tinha um gosto tão gostoso. Tava tão entretido naquele pau que nem sei quanto tempo fiquei chupando, só sentia a mão dele me empurrando pra enfiar tudo cada vez que eu dava pequenos sorvos na glande. Com as mãos nas pernas dele, tentei enfiar mais com o empurrão das mãos dele, mas a grossura não deixava, senti que minhas lágrimas iam escorrer e parei. Com o Kleber gemendo, trocamos olhares e ele se abaixou pra me dar outro beijo de língua, senti a língua dele dentro da minha e senti quando ele me levantou pelos braços. De pé, continuamos o beijo até que ele me vira bruscamente pro sofá, me deixando de quatro, me deu um tapa que me fez tremer e gemer. Ele abaixou De um só movimento, ele tirou a calça junto com a jockstrap, deixando minha bunda no ar. Virei o rosto e vi como ele, nu, com o pau duro e coberto pela minha baba, tirava minha calça completamente. Não acreditava no que estava vendo nem no que estava fazendo, mas queria aquele pau dentro de mim. Já completamente nu e observando cada movimento dele, ele disse que eu tinha uma buceta gostosa e começou a me dar tapas. As palmadas eram fortes, mas me deixavam com mais tesão. Eu gemia e gemia a cada tapa até sentir ele pegar minha bunda com as duas mãos, abrir e passar a língua por todo o meu cu, quase chegando nas minhas bolas. Senti ele enfiar a cara no meu cu, raspando as bochechas com a barba cada vez que a boca e a língua dele chupavam e lambiam todo o meu ânus. Foi e continua sendo o melhor que já chupou meu cu, era um profissional e me deixou nas nuvens. A língua dele, a barba, as mordidinhas, as palmadas — toda essa combinação já me fazia babar pelo meu pau duro. Queria me masturbar, mas sabia que se fizesse isso, gozaria na hora, então tentei aguentar o máximo que pude até sentir ele enfiar um dedo. Desde que terminei meu relacionamento, os únicos dedos que tinham entrado no meu cu eram os meus, mas o dedo do Kleber me fez torcer de prazer. Além de ser mais grosso e mais comprido que o meu, ele sabia onde tocar. Sentir o dedo dele percorrer todas as paredes do meu ânus e se posicionar na minha próstata para esfregar fazia meu corpo ficar quente e eu começar a gemer cada vez mais. Não aguentei mais e comecei a me masturbar. Estava prestes a gozar sentindo o dedo e a língua do Kleber no meu cu, mas ele segurou minha mão e disse: "Ainda não vamos terminar." Eu, com os olhos quase virados de tanto prazer, virei para olhá-lo e ele estava se posicionando atrás de mim com o pau de camisinha. A vara dele brilhava, e com minhas mãos abri mais ainda minha bunda, pedindo para ele meter logo. Ele passou a língua pela última vez com uma cuspida grande e começou a me penetrar. Depois de tanto tempo, senti como... uma rola entrou em mim e não era qualquer rola, meu cu doía cada vez que ele empurrava devagarinho a rola dele lá dentro, e acho que até gritei porque ele beijava meu pescoço dizendo que já estava entrando, e além de ouvir os cuspes dele, senti a baba escorrendo por toda minha bunda e pelo meu cu. Depois de algumas tentativas, me acostumei com a rola dele e não doía mais, só sentia prazer, as bolas dele batendo nas minhas, a rola entrando e saindo do meu cu, as palmadas e os gemidos dele que eram super excitantes, me deixaram num vai e vem de sensações que senti até meu pau vazar pré-gozo. Ficamos assim sei lá quanto tempo, mas eu amava a rola dele dentro de mim, depois de tanto tempo aquela rola parecia a primeira vez. Kleber era tudo que eu gostava e durante o sexo descobri ainda mais gostos, as palmadas fortes, os beijos com mordidas no meu pescoço, os puxões de cabelo, tudo isso já me deixava com a visão turva, mas eu queria ver ele, queria ver a barriga dele se movendo e ver de frente como ele gemia. Foi um momento de tesão tão grande que só lembro de sentir ele me pegar e me virar, me deitando no sofá, e sentir ele levantando minhas pernas. Ele lambeu meu cu de novo e cuspiu pra começar a me penetrar de novo com uma das minhas pernas no ombro dele, nessa posição eu sentia a rola dele ainda mais fundo em mim e comecei a gritar, doía sim, mas o prazer era maior, as estocadas dele me deixavam louco, a rola dele cada vez tocava pontos nunca antes tocados e essa experiência nem sei como explicar. Aos poucos senti mais pré-gozo escorrendo do meu pau, então comecei a me tocar e quando Kleber me viu, aproximou o rosto e me beijou, logo senti uma das mãos dele no meu pescoço me apertando, pela primeira vez me enforcaram e eu amei, não sei que cara eu tava fazendo, mas ele começou a falar comigo e perguntava se eu gostava da rola dele e coisas assim, e no calor do momento eu dizia sim pra tudo, com a mesma mão ele me pegou e me fez ele seguiu com as palavras "olha quem tá te comendo, sua puta". Olhando nos olhos um do outro, Kleber chegou perto do meu rosto e começou a me beijar, a língua dele estava dentro da minha boca e se movia pra todo lado. Senti ele abaixar minha perna do ombro dele, ficando com minhas pernas na cintura dele. Não consegui ver a barriga dele, nem como o pau dele entrava em mim, porque naquele instante, além de me enforcar e enfiar a língua, com a outra mão ele me dava tapas. Com nossas bocas a milímetros de distância, ele me chamava de puta faminta de pau, que adorava pau, e tudo isso me excitava pra caralho. Ele tinha controle total sobre mim, me tratou pior que atriz pornô, mandou eu abrir a boca e cuspiu dentro, me dava tapas mais fortes e perguntava o quanto eu gostava do pau dele. Era um jogo de papéis e eu tava encantada, mas não podia ficar pra trás. Ter o rosto dele tão perto, vendo as gotas de suor escorrendo pela testa e bochecha dele, a respiração e agitação dele bem na minha cara, me deixava louca. Puxei ele e comecei a beijar o pescoço dele. Num momento em que ele parou de me enforcar e só me penetrava entre gemidos, falei que queria montar nele. E, como sempre, ele me pegou como um boneco e num piscar de olhos eu já tava em cima dele, com o pau dele roçando minha bunda. Pela primeira vez, parecia que eu ia ter o controle, mas foi breve. Nessa posição, comecei a acariciar o peito forte e grande dele e massagear os abdominais, mas ele queria continuar comendo. Com as mãos na minha cintura, ele mandou eu enfiar. Eu obedeci, me inclinei, coloquei o pau dele na entrada do meu cu e fui enfiando devagar. Senti aquele pau me abrir como nenhum outro, doía, mas não parei e enfiei tudo. Ofegante, Kleber mandou eu pular, e eu, parada esperando a dor passar um pouco, beijei ele. Ficamos nos beijando, ele mordia meu pescoço e eu comecei devagar a pular nele. Adorava sentir o pau dele entrando e saindo do meu cu, e depois eu montei nele como uma puta. Num ponto, senti que ia gozar sem nem me tocar, e comecei a meter mais forte, até que, chegando no clímax, parei porque senti que ia jorrar. E foi isso: meu esperma caiu na barriga do Kleber, que riu e me puxou pra perto, segurando minhas costas com os braços, e começou a me comer naquela posição. Senti o pau dele entrando com força em mim, e o som dos nossos corpos se chocando me excitava pra caralho. Ele começou a me dar tapas na bunda, e quando virei pra ver o rosto dele, vi que tava rindo. Ele tava adorando me comer, e eu tava adorando o pau dele. Depois de um beijo longo, me virei de volta pra posição anterior, mas agora com ele entre minhas pernas e os braços dele na posição de quem vai fazer flexão. Pela segunda vez no dia, tive uma vista do corpo todo suado dele e de cada movimento dos músculos, o peito vermelho a cada estocada, as veias dos braços saltando mais, e os abdominais, que além de cobertos de meu esperma, se contraíam a cada investida. Essa foi minha posição favorita. Via o corpo dele em Y e inclinei a cabeça pra ver o pau dele entrando em mim com aquela camisinha que tinha espuma por dentro. O rosto suado e a testa franzida indicavam que ele tava prestes a gozar. Eu já tinha gozado e tava exausto, mas o pau dele dentro de mim não me incomodava, então continuei aguentando até que, naquelas estocadas mais fortes que eu sabia que eram o sinal de que ele ia gozar, ele se afastou de mim e, com as pernas me segurando, se posicionou na minha barriga e tirou a camisinha. O pau dele tava completamente vermelho, inchado e coberto de espuma. Ele se masturbou por alguns segundos, e o primeiro jato de porra saiu disparado até meus mamilos; os outros foram só gotas que caíram na minha barriga. Os gemidos dele eram o que mais me encantava: a voz forte, máscula, os olhos fechados com o olhar pra cima, e ele suspirando e ofegando "ahhh, ahhh" me fascinava. Era tudo que eu sempre quis: uma boa trepada com um cara que me atraísse. Depois de terminar de gozar e tirar até A última gota espremendo o pau dele, ele sentou no sofão e ficou ofegante. A gente trocou olhar e, sem pensar, peguei o esperma dele com uma mão e levei à boca pra provar. Tinha um gosto diferente do esperma que eu já tinha provado do meu ex, mas amei. Com a outra mão, espalhei tudo pelo meu peito, e ficou uma camada fina de espuma por cima de mim. Quando me viu, ele sorriu e disse que eu tava acabado. Ficamos naquela posição por uns momentos; vi o peito dele respirando pesado e os músculos se mexendo, o pau dele murchando aos poucos e o suor secando. Depois de um tempo olhando pro homem que tinha me comido como nenhum outro, e com mais fixação no pau dele, ele se levantou. Vi o pau já mole balançando de um lado pro outro. Ele também tinha uma bunda boa e uma costa bonita, algo que eu não tinha reparado antes. De pé, ele virou pra mim e, ao me ver olhando, perguntou se eu tinha gostado. Eu só concordei com a cabeça. Ele perguntou se eu queria tomar banho e apontou pro banheiro. Eu levantei, e meu corpo todo doía, principalmente a bunda, mas segui pro banheiro enquanto ele recolhia a roupa espalhada no chão e a camisinha que tinha tirado. O banheiro era um quadrado com uma cortina meio velha, mas eu precisava ir limpo pra casa, então comecei a me enxaguar no chuveiro. Aí o Kleber entrou sorrindo e perguntando se tinha espaço pra ele. Sem pensar, me estiquei, peguei o pau dele e puxei ele pra dentro. Já no banheiro, teve mais beijos, e ele até chupou meus mamilos enquanto eu ensaboava o pau dele. Foi muito putaria aquele banho: eu ensaboei ele, passando as mãos por todos os músculos, e ele me ensaboava com mais foco na minha bunda e na barriga. Além de beijos e amassos, não rolou mais nada durante o banho. Quando saímos, dividimos uma toalha que, pelo cheiro, dava pra saber que era nova, e ele me secou primeiro. Já secos, saímos juntos do banheiro, e eu não conseguia acreditar no que tinha feito e no que tava fazendo. Tava com um homem mais velho pelado, vendo ele se vestir e me passando a roupa. minha roupa. Enquanto me vestia, não parava de olhar pro Kleber e pro pau dele. Coloquei o jockstrap e senti um tapão. Ele disse que minha bunda ficava ainda mais gostosa com aquilo, e eu só ri. Aos poucos, ele também foi se vestindo: colocou uma cueca box preta nova que marcava bem o volume, depois uma calça, mas não vestiu camiseta. Já pronto, falei que ia embora, e ele disse que saía primeiro pra ver se não tinha ninguém. Foi o que fez: espiou e, não vendo ninguém, mandou eu sair, mas antes pediu meu número e me deu um beijo. Saí daquela oficina nervoso, andando rápido pra ninguém me ver. Cheguei em casa e me joguei na cama, pensando no que tinha feito, mas os flashbacks da trepada deixaram meu pau duro. Depois de uma hora em casa, sem parar de pensar no que fiz, o Kleber me mandou mensagem. Como foi minha primeira vez num encontro do Grindr, me senti estranho depois, mas não foi nem a primeira nem a última vez com o Kleber ou com o aplicativo.
Versão para imprimir Minha primeira experiência com um homem mais velho foi meses depois de terminar com meu primeiro namorado do ensino médio. Eu nunca tinha aberto o Grindr na vida, porque conheci meu ex aos 13 anos, então todas as minhas primeiras experiências amorosas e sexuais foram com ele. Mas como terminamos, comecei a explorar outros caminhos. Meu nome é Alonso, me considero e sou considerado um twink: sou magro, branco e aparento ser mais novo do que realmente sou. Minha única parceira sexual até os 18 foi meu primeiro namorado, com quem também perdi a virgindade. Preciso dizer que, como dois jovens no auge dos hormônios, a gente transava sempre que podia e queria. Minha fascinação era montar nele de frente, com as mãos no abdômen dele, chupar o pau dele quantas vezes ele pedisse e ver os abdominais cobertos de suor se movendo na posição de missionário, enquanto a corrente dele balançava e batia no meu rosto. Terminamos porque, numa festa, ele beijou e ficou com uma garota. No começo, perdoei, mas depois que descobri que ele continuava se encontrando com ela, terminamos de vez. Como eu disse, nunca tinha usado o Grindr, mas depois de meses deprimido pelo término, precisava de sexo. Não queria recorrer ao meu ex como da primeira vez que terminamos, então baixei o app, preenchi minhas características com outro nome, já que tinha lido e ouvido falar que tem gente estranha. Coloquei fotos do meu corpo um pouco provocantes, mostrando minha cintura e pernas, e em uma hora já tinha várias interações com muitas mensagens, onde me enviavam fotos dos paus deles. Não vou negar que me excitou ver tantos paus, e eu me dedei e me masturbei até gozar...
Embora estivesse com tesão, não respondi ninguém. Vi pica de todas as cores, tamanhos, grossuras. Via as idades, de 18 a 55, e outros que não tinham idade, mas no perfil dizia que eram ativos casados. O perfil mais velho que me chamou a atenção era o de 55. Me chamou a atenção porque no perfil dizia "casado" e nas fotos era de uma oficina mecânica que me parecia muito familiar, mas eu não lembrava de onde. Então mostrei pro meu pai, sem ele ver o resto, claro, e ele disse que era onde ele consertava o carro: a oficina do "Orozco". Fiquei chocado porque o mestre Orozco era amigo do meu pai desde jovem. Era um senhor meio simpático de rosto, que desde pequeno me chamava a atenção, mas pelo corpo meio musculoso. Ele foi até o protagonista das minhas primeiras fantasias homossexuais. Orozco, ou Kleber, além de dono da oficina, era o mais velho, então o perfil tinha que ser dele, de qualquer jeito. Respondi a mensagem dele de "oi". A gente conversou por duas horas sobre como a gente tava, se eu trabalhava, se tinha namorada. Ele me perguntou se eu era virgem, se já era maior de idade, pediu foto. Assim que terminei de ler a mensagem, mandei uma foto que tinha tirado um dia antes, onde eu tava com uma camiseta que ficava um pouco justa, mostrando a barriga e a cintura, com as pernas num short curto. Minutos depois, Kleber me mandou uma foto onde não mostrava o rosto, só a barriga sem camiseta, mostrando o peito bem trabalhado, os abdominais não tão definidos, mas o que me deixou com tesão foi ver os mamilos durinhos e a linha "V" que descia até a calça. Sem perder tempo, pedi bem safado que ele mandasse uma foto mais picante, mas ele não respondeu na hora. Minutos depois, veio uma foto quase completa dele, completamente pelado. Finalmente eu tinha nas mãos a prova de que minhas primeiras fantasias não estavam erradas. Ele tinha uma boa pica, como eu tinha imaginado na puberdade. Não dava pra ver ela toda na foto. já que ele tirou como selfie, mas o pouco que dava pra ver era grosso, pouco pelo pubiano, cara super máscula com barba, sem pelo no abdômen todo e com umas veias que iam até o pau dele e aquele "V" marcado que me fascinava. Com o coração acelerado e com mais vontade de transar do que antes, mandei uma foto minha que tinha tirado pro meu ex, onde eu tava de jockstrap, e me masturbei com a foto dele. Quando tava me masturbando e quase gozando, chega uma mensagem dele dizendo que eu tenho uma bunda linda e que quando a gente se ver, eu mostro meu rosto. Eu fui levando a conversa e tentava desviar o assunto, porque tava com medo de encontrar um senhor da idade do meu pai, que ainda era amigo dele e meio desconhecido, mas ele sempre voltava a pedir pra eu mostrar o rosto e que tava louco pra gente se ver. A gente continuou conversando aquela tarde e de noite ele disse que já tinha que ir, que a esposa tava chegando. Eu sabia que a esposa era enfermeira num hospital meio longe de onde a gente morava, então a gente se despediu, mas com a promessa de no dia seguinte marcar pra se ver... De noite, não parava de pensar se ia encontrar ele ou não. A verdade é que ele me deixava com tesão e eu tava com muita vontade de ser comido por ele, mas também tava com medo porque nunca tinha marcado de encontrar alguém só pra transar, então parecia algo inimaginável pra mim. Por um momento, até pensei em deletar o app, mas quando abri de novo a caixa de mensagens e vi todos aqueles paus, e ainda mais o pau do Kleber, fiquei com tesão, me masturbei e não deletei. No dia seguinte, acordei e ao abrir o Grindr não tinha mensagem dele. Fiquei meio desesperado, mas à tarde, umas 4 horas, ele começou a me escrever de novo. A gente voltou a conversar sobre vários assuntos, até sobre meu ex, e ele me falou da esposa dele. Também me falou sobre a orientação dele, sobre os relacionamentos antigos dele. A gente conversou umas hora e meia direto, até que na hora que eu sabia que os ajudantes dele iam pra casa, ele parou de me escrever e me mandou Tirei fotos dele, agora sem mostrar o rosto nem os peitos, era só o pau dele pra fora, tava nu da cintura pra baixo, ainda dava pra ver a camiseta dele arregaçada que deixava ver uns centímetros da barriga com o umbigo, mas o protagonista era que agora eu tinha a vista completa do pau dele que, mesmo mole, era grosso e circuncidado. Consegui ver com a clareza da foto que o pau dele era um pouco mais escuro e os pelos pubianos eram bem crespos. Com essas duas fotos com o pau dele virado pra cada lado, me imaginei ajoelhado naquele pátio da oficina chupando o pau dele, mamando cada boludo e beijando e passando a língua pela barriga dele e pela linha em "V", fiquei tão excitado que não pensei muito e falei pra ele quando a gente se vê, logo comecei a me masturbar e mandei uma foto minha enquanto enfiava um dedo no meu cu, não aguentei muito até gozar pensando em como aquele pau grosso era o que entrava no meu cu e não meu dedo. Kleber não respondeu nem quando a gente ia se ver nem com outra foto do pau dele, então sem largar o celular esperei ele responder já que ainda tava online e eu, mesmo depois de gozar, ainda tava de pau duro. Depois de uns minutos com o coração acelerado, ele me manda uma foto dele com gozo no peito, foi uma foto que guardei na hora na minha galeria, era o pau dele num ângulo que ele não tinha mandado antes, o pau dele duro chegava até o umbigo e de lá até os peitos tava o gozo dele escorrendo pelos lados da barriga, vi pela primeira vez os boludos pequenos dele e me imaginei passando a língua naquela porra e provando. Nunca engoli o gozo do meu ex, mas o gozo do Kleber me parecia excitante, o fato dele ter se masturbado com minhas fotos como ele disse me deixava excitado pra caralho. A mensagem dessa foto foi "olha como você me deixa, olha como você me tem", algo assim, tipo sobre como eu o deixava excitado. Depois de um tempo ele responde se eu achava legal a gente se encontrar na sexta às 3 da tarde na oficina dele, que ele me mandava. a direção naquele dia. Ainda nervoso, eu disse que estava tudo bem e que chegaria lá naquele dia. A conversa continuou sobre como faríamos para ninguém me ver e toda aquela coisa sem importância agora, mas naquele momento era algo novo pra mim, já que ia me encontrar com um homem casado que talvez me reconhecesse só de me ver. No mesmo dia, mas à noite, continuamos a conversa com o Kleber, que não parava de me mandar fotos dele. Ele me mandou uma foto do corpo inteiro, com um pouco de pó, dizendo que ia tomar banho. Minha atenção naquela foto, além de focar no pau dele, se concentrou no braço dele, com aquelas veias saltadas. E a próxima foto era dele num espelho, completamente pelado, com o pau mole. Eu adorava ver o corpo maduro dele, mas ainda musculoso: os braços, o peito e aquela linha V que descia até o pau dele, tudo me encantava. (Sei que pode ser chato ler toda hora sobre a "V", mas é uma das partes que mais gosto num homem, e mais pra frente conto como aproveitei a do Kleber.) Aquele dia que planejamos o encontro foi uma terça-feira, então não estava tão longe da tão esperada sexta. Então, quarta e quinta chegando, fiquei completamente nervoso, não sabia se cancelava o encontro ou só deletava o aplicativo e agia como se nada tivesse acontecido. Mas o papo com o Kleber nunca parou; a cada hora a gente se mandava mensagens. Ele dizia que tava louco pra eu chegar naquele dia, que ia me comer como meu ex nunca me comeu. A gente trocava fotos pelados assim até quinta à noite, quando ele disse que no dia seguinte me esperava e mandou o endereço da oficina dele, que eu já sabia onde era. Naquela sexta-feira, desde cedo ele me escreveu dizendo que me esperava, pra não furar e tal. Eu, do nervoso, não comi nada. Lá pela 1 da tarde, fiz minha higiene como um bom passivo, me ensaboei todo e me perfumei. Às 2h45 saí de casa e antes das 3 já tava do lado de fora da oficina. Segui o plano que o Kleber me disse e, vendo que não tinha ninguém, bati na porta de zinco. Na hora, o Kleber abriu, me olhou com cara de... Assombro, mal ele apareceu e me disse pra entrar. Eu, já nervoso, me assustei pensando que ele tinha me reconhecido e que não ia rolar nada, mas foi o contrário. Dentro da oficina dele, com a porta fechada, ele me olhou dos pés à cabeça, me pegou pela mão e me puxou pra perto. Perto dele, vi como era alto — ele tem uns 1,75, enquanto eu tenho 1,67. Me segurando pelas costas, ele disse: "Não imaginava que você fosse tão bonito", e me beijou. No começo, fiquei chocado com o beijo, mas depois me deixei levar e começamos a nos beijar como loucos. A boca dele tinha um leve gosto de enxaguante bucal, e a barba fazia cócegas nos meus lábios. Era a primeira vez que eu beijava um homem com barba, mas amei. Ele não parava de me beijar, e eu não parava de acariciar o pescoço e as costas dele com as mãos. A língua dele se chocava com a minha, e isso foi me excitando aos poucos, até que, sem me importar que você ainda estivesse no pátio, me estiquei e tirei a camiseta dele. Pela primeira vez na vida, tinha na minha frente um corpo maduro, musculoso, que só pude ver por alguns segundos, porque Kleber agora estava beijando meu pescoço e tirando minha camiseta. A coisa já estava esquentando, e eu parei, dizendo que estávamos no meio do pátio, perguntando se não íamos entrar. Ele me olhou, me deu um beijo e respondeu que sim, me levando pela mão para dentro da oficina. Vi muitas peças de carro até chegar a um sofá que ele tinha. Minha observação foi interrompida de novo porque ele me puxou para o peito dele e começamos a nos beijar de novo. Ele agarrava minhas costas e passava a mão até minha bunda, apertando forte. Eu, já com a excitação no talo, só afastei ele um pouco e me ajoelhei. Desabotoei a calça dele e puxei pra baixo. Kleber estava de cueca branca, e dava pra ver o pau dele já duro. Fiquei besta olhando pro pau dele a poucos centímetros do meu rosto, e levantei o olhar pra ver ele sorrindo pra mim, mas fiquei viciado em como os músculos dele pareciam de baixo, os abdominais, os... peitos e seus braços fortes e cheios de veias que seguravam minha cabeça, sem esperar nem um segundo e com o coração batendo acelerado, fui abaixando devagar a cueca dele, deixando ver de onde nascia a linha "V" até onde se escondia, que era aquele púbis lindo. Fui descendo mais e mais até que pulou pra fora a maior e mais grossa buceta que eu já tinha visto até então, o pau dele tinha uns 19 cm e uma grossura que minha mão não conseguia envolver por completo. Ao ver aquele pau, só levantei o olhar pra ver o Kleber e, sorrindo, ele se abaixou e me deu um beijo com um cuspe. Fiquei de boca aberta até que toda a saliva dele caiu e comecei a cheirar os pelos, masturbei ele, dei beijinhos nas pernas com pequenas sugadas na ponta do pau e, ali, descobri minha maior fascinação: lamber toda a extensão da linha "V". Passei a língua toda de um lado e, ao passar do outro, ele sentiu cócegas e riu. Eu, já que tinha realizado meu desejo de lamber o abdômen dele, comecei a chupar. O pau dele tinha um gosto diferente do do meu ex, mas o cheiro me embriagava, me deixando louco. No começo, foi difícil enfiar o pau dele na minha boca, mas depois de um tempo eu chupava aquele pau como um faminto, lambi as bolas, o comprimento do pau, dava pequenas sugadas onde engolia o pré-gozo dele, que tinha um gosto tão gostoso. Tava tão entretido naquele pau que nem sei quanto tempo fiquei chupando, só sentia a mão dele me empurrando pra enfiar tudo cada vez que eu dava pequenos sorvos na glande. Com as mãos nas pernas dele, tentei enfiar mais com o empurrão das mãos dele, mas a grossura não deixava, senti que minhas lágrimas iam escorrer e parei. Com o Kleber gemendo, trocamos olhares e ele se abaixou pra me dar outro beijo de língua, senti a língua dele dentro da minha e senti quando ele me levantou pelos braços. De pé, continuamos o beijo até que ele me vira bruscamente pro sofá, me deixando de quatro, me deu um tapa que me fez tremer e gemer. Ele abaixou De um só movimento, ele tirou a calça junto com a jockstrap, deixando minha bunda no ar. Virei o rosto e vi como ele, nu, com o pau duro e coberto pela minha baba, tirava minha calça completamente. Não acreditava no que estava vendo nem no que estava fazendo, mas queria aquele pau dentro de mim. Já completamente nu e observando cada movimento dele, ele disse que eu tinha uma buceta gostosa e começou a me dar tapas. As palmadas eram fortes, mas me deixavam com mais tesão. Eu gemia e gemia a cada tapa até sentir ele pegar minha bunda com as duas mãos, abrir e passar a língua por todo o meu cu, quase chegando nas minhas bolas. Senti ele enfiar a cara no meu cu, raspando as bochechas com a barba cada vez que a boca e a língua dele chupavam e lambiam todo o meu ânus. Foi e continua sendo o melhor que já chupou meu cu, era um profissional e me deixou nas nuvens. A língua dele, a barba, as mordidinhas, as palmadas — toda essa combinação já me fazia babar pelo meu pau duro. Queria me masturbar, mas sabia que se fizesse isso, gozaria na hora, então tentei aguentar o máximo que pude até sentir ele enfiar um dedo. Desde que terminei meu relacionamento, os únicos dedos que tinham entrado no meu cu eram os meus, mas o dedo do Kleber me fez torcer de prazer. Além de ser mais grosso e mais comprido que o meu, ele sabia onde tocar. Sentir o dedo dele percorrer todas as paredes do meu ânus e se posicionar na minha próstata para esfregar fazia meu corpo ficar quente e eu começar a gemer cada vez mais. Não aguentei mais e comecei a me masturbar. Estava prestes a gozar sentindo o dedo e a língua do Kleber no meu cu, mas ele segurou minha mão e disse: "Ainda não vamos terminar." Eu, com os olhos quase virados de tanto prazer, virei para olhá-lo e ele estava se posicionando atrás de mim com o pau de camisinha. A vara dele brilhava, e com minhas mãos abri mais ainda minha bunda, pedindo para ele meter logo. Ele passou a língua pela última vez com uma cuspida grande e começou a me penetrar. Depois de tanto tempo, senti como... uma rola entrou em mim e não era qualquer rola, meu cu doía cada vez que ele empurrava devagarinho a rola dele lá dentro, e acho que até gritei porque ele beijava meu pescoço dizendo que já estava entrando, e além de ouvir os cuspes dele, senti a baba escorrendo por toda minha bunda e pelo meu cu. Depois de algumas tentativas, me acostumei com a rola dele e não doía mais, só sentia prazer, as bolas dele batendo nas minhas, a rola entrando e saindo do meu cu, as palmadas e os gemidos dele que eram super excitantes, me deixaram num vai e vem de sensações que senti até meu pau vazar pré-gozo. Ficamos assim sei lá quanto tempo, mas eu amava a rola dele dentro de mim, depois de tanto tempo aquela rola parecia a primeira vez. Kleber era tudo que eu gostava e durante o sexo descobri ainda mais gostos, as palmadas fortes, os beijos com mordidas no meu pescoço, os puxões de cabelo, tudo isso já me deixava com a visão turva, mas eu queria ver ele, queria ver a barriga dele se movendo e ver de frente como ele gemia. Foi um momento de tesão tão grande que só lembro de sentir ele me pegar e me virar, me deitando no sofá, e sentir ele levantando minhas pernas. Ele lambeu meu cu de novo e cuspiu pra começar a me penetrar de novo com uma das minhas pernas no ombro dele, nessa posição eu sentia a rola dele ainda mais fundo em mim e comecei a gritar, doía sim, mas o prazer era maior, as estocadas dele me deixavam louco, a rola dele cada vez tocava pontos nunca antes tocados e essa experiência nem sei como explicar. Aos poucos senti mais pré-gozo escorrendo do meu pau, então comecei a me tocar e quando Kleber me viu, aproximou o rosto e me beijou, logo senti uma das mãos dele no meu pescoço me apertando, pela primeira vez me enforcaram e eu amei, não sei que cara eu tava fazendo, mas ele começou a falar comigo e perguntava se eu gostava da rola dele e coisas assim, e no calor do momento eu dizia sim pra tudo, com a mesma mão ele me pegou e me fez ele seguiu com as palavras "olha quem tá te comendo, sua puta". Olhando nos olhos um do outro, Kleber chegou perto do meu rosto e começou a me beijar, a língua dele estava dentro da minha boca e se movia pra todo lado. Senti ele abaixar minha perna do ombro dele, ficando com minhas pernas na cintura dele. Não consegui ver a barriga dele, nem como o pau dele entrava em mim, porque naquele instante, além de me enforcar e enfiar a língua, com a outra mão ele me dava tapas. Com nossas bocas a milímetros de distância, ele me chamava de puta faminta de pau, que adorava pau, e tudo isso me excitava pra caralho. Ele tinha controle total sobre mim, me tratou pior que atriz pornô, mandou eu abrir a boca e cuspiu dentro, me dava tapas mais fortes e perguntava o quanto eu gostava do pau dele. Era um jogo de papéis e eu tava encantada, mas não podia ficar pra trás. Ter o rosto dele tão perto, vendo as gotas de suor escorrendo pela testa e bochecha dele, a respiração e agitação dele bem na minha cara, me deixava louca. Puxei ele e comecei a beijar o pescoço dele. Num momento em que ele parou de me enforcar e só me penetrava entre gemidos, falei que queria montar nele. E, como sempre, ele me pegou como um boneco e num piscar de olhos eu já tava em cima dele, com o pau dele roçando minha bunda. Pela primeira vez, parecia que eu ia ter o controle, mas foi breve. Nessa posição, comecei a acariciar o peito forte e grande dele e massagear os abdominais, mas ele queria continuar comendo. Com as mãos na minha cintura, ele mandou eu enfiar. Eu obedeci, me inclinei, coloquei o pau dele na entrada do meu cu e fui enfiando devagar. Senti aquele pau me abrir como nenhum outro, doía, mas não parei e enfiei tudo. Ofegante, Kleber mandou eu pular, e eu, parada esperando a dor passar um pouco, beijei ele. Ficamos nos beijando, ele mordia meu pescoço e eu comecei devagar a pular nele. Adorava sentir o pau dele entrando e saindo do meu cu, e depois eu montei nele como uma puta. Num ponto, senti que ia gozar sem nem me tocar, e comecei a meter mais forte, até que, chegando no clímax, parei porque senti que ia jorrar. E foi isso: meu esperma caiu na barriga do Kleber, que riu e me puxou pra perto, segurando minhas costas com os braços, e começou a me comer naquela posição. Senti o pau dele entrando com força em mim, e o som dos nossos corpos se chocando me excitava pra caralho. Ele começou a me dar tapas na bunda, e quando virei pra ver o rosto dele, vi que tava rindo. Ele tava adorando me comer, e eu tava adorando o pau dele. Depois de um beijo longo, me virei de volta pra posição anterior, mas agora com ele entre minhas pernas e os braços dele na posição de quem vai fazer flexão. Pela segunda vez no dia, tive uma vista do corpo todo suado dele e de cada movimento dos músculos, o peito vermelho a cada estocada, as veias dos braços saltando mais, e os abdominais, que além de cobertos de meu esperma, se contraíam a cada investida. Essa foi minha posição favorita. Via o corpo dele em Y e inclinei a cabeça pra ver o pau dele entrando em mim com aquela camisinha que tinha espuma por dentro. O rosto suado e a testa franzida indicavam que ele tava prestes a gozar. Eu já tinha gozado e tava exausto, mas o pau dele dentro de mim não me incomodava, então continuei aguentando até que, naquelas estocadas mais fortes que eu sabia que eram o sinal de que ele ia gozar, ele se afastou de mim e, com as pernas me segurando, se posicionou na minha barriga e tirou a camisinha. O pau dele tava completamente vermelho, inchado e coberto de espuma. Ele se masturbou por alguns segundos, e o primeiro jato de porra saiu disparado até meus mamilos; os outros foram só gotas que caíram na minha barriga. Os gemidos dele eram o que mais me encantava: a voz forte, máscula, os olhos fechados com o olhar pra cima, e ele suspirando e ofegando "ahhh, ahhh" me fascinava. Era tudo que eu sempre quis: uma boa trepada com um cara que me atraísse. Depois de terminar de gozar e tirar até A última gota espremendo o pau dele, ele sentou no sofão e ficou ofegante. A gente trocou olhar e, sem pensar, peguei o esperma dele com uma mão e levei à boca pra provar. Tinha um gosto diferente do esperma que eu já tinha provado do meu ex, mas amei. Com a outra mão, espalhei tudo pelo meu peito, e ficou uma camada fina de espuma por cima de mim. Quando me viu, ele sorriu e disse que eu tava acabado. Ficamos naquela posição por uns momentos; vi o peito dele respirando pesado e os músculos se mexendo, o pau dele murchando aos poucos e o suor secando. Depois de um tempo olhando pro homem que tinha me comido como nenhum outro, e com mais fixação no pau dele, ele se levantou. Vi o pau já mole balançando de um lado pro outro. Ele também tinha uma bunda boa e uma costa bonita, algo que eu não tinha reparado antes. De pé, ele virou pra mim e, ao me ver olhando, perguntou se eu tinha gostado. Eu só concordei com a cabeça. Ele perguntou se eu queria tomar banho e apontou pro banheiro. Eu levantei, e meu corpo todo doía, principalmente a bunda, mas segui pro banheiro enquanto ele recolhia a roupa espalhada no chão e a camisinha que tinha tirado. O banheiro era um quadrado com uma cortina meio velha, mas eu precisava ir limpo pra casa, então comecei a me enxaguar no chuveiro. Aí o Kleber entrou sorrindo e perguntando se tinha espaço pra ele. Sem pensar, me estiquei, peguei o pau dele e puxei ele pra dentro. Já no banheiro, teve mais beijos, e ele até chupou meus mamilos enquanto eu ensaboava o pau dele. Foi muito putaria aquele banho: eu ensaboei ele, passando as mãos por todos os músculos, e ele me ensaboava com mais foco na minha bunda e na barriga. Além de beijos e amassos, não rolou mais nada durante o banho. Quando saímos, dividimos uma toalha que, pelo cheiro, dava pra saber que era nova, e ele me secou primeiro. Já secos, saímos juntos do banheiro, e eu não conseguia acreditar no que tinha feito e no que tava fazendo. Tava com um homem mais velho pelado, vendo ele se vestir e me passando a roupa. minha roupa. Enquanto me vestia, não parava de olhar pro Kleber e pro pau dele. Coloquei o jockstrap e senti um tapão. Ele disse que minha bunda ficava ainda mais gostosa com aquilo, e eu só ri. Aos poucos, ele também foi se vestindo: colocou uma cueca box preta nova que marcava bem o volume, depois uma calça, mas não vestiu camiseta. Já pronto, falei que ia embora, e ele disse que saía primeiro pra ver se não tinha ninguém. Foi o que fez: espiou e, não vendo ninguém, mandou eu sair, mas antes pediu meu número e me deu um beijo. Saí daquela oficina nervoso, andando rápido pra ninguém me ver. Cheguei em casa e me joguei na cama, pensando no que tinha feito, mas os flashbacks da trepada deixaram meu pau duro. Depois de uma hora em casa, sem parar de pensar no que fiz, o Kleber me mandou mensagem. Como foi minha primeira vez num encontro do Grindr, me senti estranho depois, mas não foi nem a primeira nem a última vez com o Kleber ou com o aplicativo.
2 comentários - Submissa pro mecânico do meu pai