Minha mãe se chama Elizabeth, mas todo mundo chama ela de Eli. Nós duas imigramos da Colômbia pro Chile há 3 anos, sem conhecer ninguém por aqui. Deixa eu contar: minha mãe é uma mulher de 1,60m, branca, cabelo cacheado, com um corpo bem torneado, peitão e uma bunda gostosa. Meu pai foi morto depois que se separou da minha mãe. Quem matou ele foi um cara da própria gangue dele, então desde que me lembro, era só eu, minha mãe e minha avó. Minha mãe trabalhava como vendedora, cozinheira ou empregada doméstica. As coisas mudaram no começo de 2022: minha mãe não conseguia emprego e a situação só piorava, então de um dia pro outro pegamos um ônibus e viajamos da Colômbia pro Chile, passando pelo Equador e Peru. Foi tipo uma semana de viagem até chegarmos em Santiago. No primeiro mês, ficamos na casa da filha de uma amiga da minha avó, que nos deu um espaço. Depois, minha mãe arrumou um trampo na comuna de San Bernardo e nos mudamos pra lá, numa casinha de um cômodo só, com uma salinha e cozinha pequenas. Desde o começo, percebi que nosso vizinho, que vou chamar de Roberto — um senhor muito gato, alto, com mais de 1,80m — já se interessou por nós na hora. Ele cumprimentava a gente, mas com um olhar mais fixo na minha mãe. Não sei quanto tempo passou até que as conversas ficaram mais intensas. Minha mãe não falava nada, e eu também não perguntava... Quando chegou dezembro, dava pra sentir um clima melancólico em casa, porque nos disseram que o Natal no Chile é diferente do da Colômbia, onde a gente se reunia com todos os primos, tios e minha avó. A gente tinha combinado de ir pro jantar de Natal na casa da Domenica, a garota onde ficamos no primeiro mês, mas tudo mudou da noite pro dia porque o Roberto nos convidou pra passar o Natal na casa dele... Eu não queria ir, mas minha mãe insistiu, e nesse dia fomos pra casa do Roberto. Uma casa muito bonita. Estavam lá: Roberto, um casal amigo dele, a prima dele, minha mãe e eu. A gente celebrou, se divertiu, até que começaram a beber vinho e... A cerveja, começaram tipo umas 11 e umas 2 já foram os outros e ficamos eu, Roberto e minha mãe, porque ela disse que a gente ia dormir lá. Naquela noite foi a primeira vez que tomei vinho e cerveja, então já tava tonto. Quando os outros foram embora, me joguei no quarto de hóspedes e fui dormir. Mas lá pras 5 da manhã, acordo com o pau duro de tanta vontade de mijar. Abro a porta do quarto e vejo minha mãe e o Roberto numa cena que parecia o começo de um filme pornô: eles tavam se comendo de boca, era mão pra tudo quanto é lado, via as mãos da minha mãe no cabelo e no pescoço do Roberto, e as mãos do Roberto passando a mão no corpo inteiro da minha mãe...
Ao ver eles, fiquei em choque por uns segundos e entrei no banheiro pra não atrapalhar, já que não vi e não vejo problema em ela refazer a vida com outro homem, ainda mais com um cara cavalheiro e atencioso como o Roberto. Então, quando entrei e comecei a mijar, minha mãe me chamou perguntando se eu precisava de ajuda. Ao ouvir ela, percebi um tom meio nervoso, então agi como se ainda estivesse bem tonto e falei como um bêbado. Abri a porta e saí me balançando igual um bêbado, falei que tava só mijando mesmo. Ela me segurou pelo braço e mandou eu ir pra cama, e eu perguntei que horas eram. Ela respondeu umas 4. Eu soltei um "aaaaa, ainda dá pra dormir" e, com a ajuda dela, entrei no quarto falando "tchau Roberto, tchau mãe" e me joguei no colchão... Ouvi minha mãe dizendo que talvez eu não tivesse visto eles porque tava bêbado e que precisavam ter mais cuidado... Depois disso, não sei se rolou mais algo, mas no dia 31 a gente passou lá de novo. Tava o mesmo pessoal do Natal, mas a diferença é que a bebida começou cedo e lá pelas 2 eu já fui deitar tonto, não sei que horas os outros foram embora. Mas umas 4 da manhã acordei com uns gemidos que tava ouvindo. Sabia que devia ser da minha mãe, porque já imaginava que eles tinham saído escondido antes, então não era a primeira vez deles juntos. Mas ao ouvir tantos gemidos, resolvi sair do quarto e procurar eles. Quando saí, o corredor tava todo escuro, então andei devagar e, ao chegar na sala, vi uma cena que me deixou pasmo. Minha mãe completamente pelada no sofá, com os joelhos no assento e a bunda enorme bem empinada, enquanto os peitos caíam. Pela primeira vez, vi ela como Deus a trouxe ao mundo. A bunda enorme dela tava vermelha, cheia de marcas de mão, o cabelo todo bagunçado, mas o mais chamativo era ver que a buceta dela tava completamente depilada, bem rente à pele. Os lábios vaginais dela estavam saltados, tão vermelhos quanto a pele dela. Imagino que estavam tão vermelhos por causa de todas as investidas que levaram. causaram todos aqueles gemidos. Mamãe estava esperando naquela posição com a sala completamente vazia até que, poucos segundos depois, de um miniescritório que tinha em casa, sai Roberto igualmente pelado, com uma mão masturbando lentamente o pau duro dele, que estava coberto por uma camisinha, e com um frasco de lubrificante na outra mão. Enquanto andava, o pau dele balançava, e posso dizer, como hétero, que Roberto tinha um físico excelente, um corpo ainda musculoso, resquícios da adolescência, rosto bonito e o pau dele não tinha nada a invejar aos atores pornô. Eu não me considero dotado, mas acho que estávamos no mesmo nível de comprimento, mas não de grossura; o pau dele parecia grosso, ainda mais com camisinha. Ao ouvir os passos de Roberto, minha mãe virou na hora pra ver ele se aproximando dela e, com uma voz sedutora, dizia: "Demorou tanto, me deixou sozinha aqui". Roberto, se posicionando atrás dela e acariciando a bunda dela, respondeu: "Não achei ele". Os dois riram, e eu vi as duas mãos enormes de Roberto abrindo a bunda dela pra dar um beijo negro. Minha mãe resistia a ser beijada ali, até tentava afastar o rosto de Roberto com as mãos, mas ele não se importou muito com os pedidos dela. Então, lembro que ele pegou o lubrificante, derramou um pouco no cu da mamãe e na hora se posicionou pra penetrar ela devagar. Mamãe gemia e reclamava no começo, então Roberto, por alguns segundos, metia o pau e, ao ouvir as reclamações dela, tirava o pau e enfiava os dedos. Ficaram assim por um tempo até que minha mãe parou de reclamar e começou a gemer de prazer: "Aghhh, aghhh, mhmmmmm, mhmmmm, devagaaaar, devagaaaar". Eu vi Roberto extasiado e concentrado em foder minha mãe, que nem um suspiro ou gemido soltava. Mas minha mãe estava encantada, gemia, levantava a cabeça, abaixava, puxava o próprio cabelo, tudo dependendo da força das investidas de Roberto e das palmadas que ele dava na bunda dela com a mão aberta. Aquele som "plaz, plaz, plaz" ecoava pela casa toda, igual aos gemidos dela. Fiquei impressionado com a resistência do Roberto, que mesmo metendo no cu não gozava rápido. Naquele momento, só me veio à mente a primeira vez que enfiei a pica no cu da minha mina e, por ser tão apertada, quase gozei na hora. Depois de um tempo comendo ela de quatro e no cu, mamãe fala que já tá doendo e pra parar, e o Roberto parou na hora. Essa parte eu gostava nele: além de ser cavalheiro com a mamãe perante a sociedade, na intimidade parecia ser a mesma coisa, priorizava o prazer e o que ela queria antes do dele. O Roberto, que já tinha tirado a pica, sussurra dando instruções e, em segundos, estavam transando de papai-e-mamãe. Eu via como a mamãe se agarrava nas costas largas do Roberto e como até arranhava ele. A sala se encheu de uma mistura de sons: os beijos, o contato das peles suadas, o barulho da pica e da buceta dele se chocando, os gemidos abafados dela, o rangido do sofá e os poucos, mas audíveis, suspiros dele. Todos esses sons não eram como os filmes pornô da internet, que é só sexo; esse tinha o som de quando dois apaixonados fazem amor, posso dizer porque era assim que soava nas primeiras vezes com minha primeira namorada, por quem me apaixonei perdidamente. Na posição de papai-e-mamãe, eles ficaram até que o Roberto, segurando os braços da mamãe, puxou ela pra perto e sentaram no sofá. A mamãe, sentada assim, mostrava a bunda enorme dela e como ela se destacava mesmo estando nas pernas largas do Roberto. Eles começaram a se beijar, a mamãe se segurou no pescoço do Roberto feito uma colegial apaixonada, enquanto ele passava as mãos pelas costas dela até descer pra bunda. Não reparei em que instante a mamãe encaixou a pica do Roberto ou se desde que viraram já tava dentro e ela só começou a cavalgar, mas lá estavam eles: às vezes se beijavam, e outras, enquanto o Roberto beijava os peitos dela, ela inclinava a cabeça e gemia. Vi como Roberto, com as duas mãos, parecia que estava amassando a bunda da minha mãe enquanto ela pulava, e ele dava tapas nela, falando: "Isso... assim... aghhh, já vou gozar". E poucos minutos depois de pulos e beijos, Roberto abraçou minha mãe, segurando ela firme e rígida nas pernas dele, e começou a respirar pesado. A bunda da minha mãe cobria completamente os testículos do Roberto, e eu não vi se ele estava gozando no começo ou o que estava rolando, mas depois que ele acalmou a respiração e relaxou a barriga, ele disse: "Acho que enchi essa camisinha, porra". Os dois riram, e eu vi minha mãe se levantar do colo dele e tirar o pau, que ainda estava meio duro, com a camisinha cheia de porra. Minha mãe, sem ninguém pedir, tirou a camisinha e deu um boquete nele, mesmo estando toda suja de sêmen. Foi um boquete rápido, mas deu pra ver como minha mãe adorava transar com o Roberto e como ela limpou ele todinho, até lamber os testículos dele. Tenho que admitir que nisso ele me superava, tinha dois testículos bem grandes e pretos. Depois desse boquete, minha mãe sentou perto dele, se apoiando no encosto do sofá, e eles ficaram se olhando e rindo. Daí se levantaram e foram juntos pro banheiro, de mãos dadas. Como eu disse antes, o Roberto me agradou desde o começo pela educação dele, e eu sabia que minha mãe era feliz com ele, então nunca falei nada sobre isso, nem opinei sobre o relacionamento dos dois. Meses depois, eles oficializaram a relação, eu apoiei e continuo apoiando. Nunca mais espiei eles, mas tive conversas sobre educação sexual com o Roberto porque comecei a namorar uma garota, mas no final não deu certo. O relacionamento da minha mãe com o Roberto continua bom, então acho que o sexo bom com a química sexual que eu percebi naquele dia também ajudou eles a ficarem juntos.
Ao ver eles, fiquei em choque por uns segundos e entrei no banheiro pra não atrapalhar, já que não vi e não vejo problema em ela refazer a vida com outro homem, ainda mais com um cara cavalheiro e atencioso como o Roberto. Então, quando entrei e comecei a mijar, minha mãe me chamou perguntando se eu precisava de ajuda. Ao ouvir ela, percebi um tom meio nervoso, então agi como se ainda estivesse bem tonto e falei como um bêbado. Abri a porta e saí me balançando igual um bêbado, falei que tava só mijando mesmo. Ela me segurou pelo braço e mandou eu ir pra cama, e eu perguntei que horas eram. Ela respondeu umas 4. Eu soltei um "aaaaa, ainda dá pra dormir" e, com a ajuda dela, entrei no quarto falando "tchau Roberto, tchau mãe" e me joguei no colchão... Ouvi minha mãe dizendo que talvez eu não tivesse visto eles porque tava bêbado e que precisavam ter mais cuidado... Depois disso, não sei se rolou mais algo, mas no dia 31 a gente passou lá de novo. Tava o mesmo pessoal do Natal, mas a diferença é que a bebida começou cedo e lá pelas 2 eu já fui deitar tonto, não sei que horas os outros foram embora. Mas umas 4 da manhã acordei com uns gemidos que tava ouvindo. Sabia que devia ser da minha mãe, porque já imaginava que eles tinham saído escondido antes, então não era a primeira vez deles juntos. Mas ao ouvir tantos gemidos, resolvi sair do quarto e procurar eles. Quando saí, o corredor tava todo escuro, então andei devagar e, ao chegar na sala, vi uma cena que me deixou pasmo. Minha mãe completamente pelada no sofá, com os joelhos no assento e a bunda enorme bem empinada, enquanto os peitos caíam. Pela primeira vez, vi ela como Deus a trouxe ao mundo. A bunda enorme dela tava vermelha, cheia de marcas de mão, o cabelo todo bagunçado, mas o mais chamativo era ver que a buceta dela tava completamente depilada, bem rente à pele. Os lábios vaginais dela estavam saltados, tão vermelhos quanto a pele dela. Imagino que estavam tão vermelhos por causa de todas as investidas que levaram. causaram todos aqueles gemidos. Mamãe estava esperando naquela posição com a sala completamente vazia até que, poucos segundos depois, de um miniescritório que tinha em casa, sai Roberto igualmente pelado, com uma mão masturbando lentamente o pau duro dele, que estava coberto por uma camisinha, e com um frasco de lubrificante na outra mão. Enquanto andava, o pau dele balançava, e posso dizer, como hétero, que Roberto tinha um físico excelente, um corpo ainda musculoso, resquícios da adolescência, rosto bonito e o pau dele não tinha nada a invejar aos atores pornô. Eu não me considero dotado, mas acho que estávamos no mesmo nível de comprimento, mas não de grossura; o pau dele parecia grosso, ainda mais com camisinha. Ao ouvir os passos de Roberto, minha mãe virou na hora pra ver ele se aproximando dela e, com uma voz sedutora, dizia: "Demorou tanto, me deixou sozinha aqui". Roberto, se posicionando atrás dela e acariciando a bunda dela, respondeu: "Não achei ele". Os dois riram, e eu vi as duas mãos enormes de Roberto abrindo a bunda dela pra dar um beijo negro. Minha mãe resistia a ser beijada ali, até tentava afastar o rosto de Roberto com as mãos, mas ele não se importou muito com os pedidos dela. Então, lembro que ele pegou o lubrificante, derramou um pouco no cu da mamãe e na hora se posicionou pra penetrar ela devagar. Mamãe gemia e reclamava no começo, então Roberto, por alguns segundos, metia o pau e, ao ouvir as reclamações dela, tirava o pau e enfiava os dedos. Ficaram assim por um tempo até que minha mãe parou de reclamar e começou a gemer de prazer: "Aghhh, aghhh, mhmmmmm, mhmmmm, devagaaaar, devagaaaar". Eu vi Roberto extasiado e concentrado em foder minha mãe, que nem um suspiro ou gemido soltava. Mas minha mãe estava encantada, gemia, levantava a cabeça, abaixava, puxava o próprio cabelo, tudo dependendo da força das investidas de Roberto e das palmadas que ele dava na bunda dela com a mão aberta. Aquele som "plaz, plaz, plaz" ecoava pela casa toda, igual aos gemidos dela. Fiquei impressionado com a resistência do Roberto, que mesmo metendo no cu não gozava rápido. Naquele momento, só me veio à mente a primeira vez que enfiei a pica no cu da minha mina e, por ser tão apertada, quase gozei na hora. Depois de um tempo comendo ela de quatro e no cu, mamãe fala que já tá doendo e pra parar, e o Roberto parou na hora. Essa parte eu gostava nele: além de ser cavalheiro com a mamãe perante a sociedade, na intimidade parecia ser a mesma coisa, priorizava o prazer e o que ela queria antes do dele. O Roberto, que já tinha tirado a pica, sussurra dando instruções e, em segundos, estavam transando de papai-e-mamãe. Eu via como a mamãe se agarrava nas costas largas do Roberto e como até arranhava ele. A sala se encheu de uma mistura de sons: os beijos, o contato das peles suadas, o barulho da pica e da buceta dele se chocando, os gemidos abafados dela, o rangido do sofá e os poucos, mas audíveis, suspiros dele. Todos esses sons não eram como os filmes pornô da internet, que é só sexo; esse tinha o som de quando dois apaixonados fazem amor, posso dizer porque era assim que soava nas primeiras vezes com minha primeira namorada, por quem me apaixonei perdidamente. Na posição de papai-e-mamãe, eles ficaram até que o Roberto, segurando os braços da mamãe, puxou ela pra perto e sentaram no sofá. A mamãe, sentada assim, mostrava a bunda enorme dela e como ela se destacava mesmo estando nas pernas largas do Roberto. Eles começaram a se beijar, a mamãe se segurou no pescoço do Roberto feito uma colegial apaixonada, enquanto ele passava as mãos pelas costas dela até descer pra bunda. Não reparei em que instante a mamãe encaixou a pica do Roberto ou se desde que viraram já tava dentro e ela só começou a cavalgar, mas lá estavam eles: às vezes se beijavam, e outras, enquanto o Roberto beijava os peitos dela, ela inclinava a cabeça e gemia. Vi como Roberto, com as duas mãos, parecia que estava amassando a bunda da minha mãe enquanto ela pulava, e ele dava tapas nela, falando: "Isso... assim... aghhh, já vou gozar". E poucos minutos depois de pulos e beijos, Roberto abraçou minha mãe, segurando ela firme e rígida nas pernas dele, e começou a respirar pesado. A bunda da minha mãe cobria completamente os testículos do Roberto, e eu não vi se ele estava gozando no começo ou o que estava rolando, mas depois que ele acalmou a respiração e relaxou a barriga, ele disse: "Acho que enchi essa camisinha, porra". Os dois riram, e eu vi minha mãe se levantar do colo dele e tirar o pau, que ainda estava meio duro, com a camisinha cheia de porra. Minha mãe, sem ninguém pedir, tirou a camisinha e deu um boquete nele, mesmo estando toda suja de sêmen. Foi um boquete rápido, mas deu pra ver como minha mãe adorava transar com o Roberto e como ela limpou ele todinho, até lamber os testículos dele. Tenho que admitir que nisso ele me superava, tinha dois testículos bem grandes e pretos. Depois desse boquete, minha mãe sentou perto dele, se apoiando no encosto do sofá, e eles ficaram se olhando e rindo. Daí se levantaram e foram juntos pro banheiro, de mãos dadas. Como eu disse antes, o Roberto me agradou desde o começo pela educação dele, e eu sabia que minha mãe era feliz com ele, então nunca falei nada sobre isso, nem opinei sobre o relacionamento dos dois. Meses depois, eles oficializaram a relação, eu apoiei e continuo apoiando. Nunca mais espiei eles, mas tive conversas sobre educação sexual com o Roberto porque comecei a namorar uma garota, mas no final não deu certo. O relacionamento da minha mãe com o Roberto continua bom, então acho que o sexo bom com a química sexual que eu percebi naquele dia também ajudou eles a ficarem juntos.
1 comentários - Bucetuda madura levando piroca no réveillon