aqui vai essa nova história pra vocês
Espero que vocês curtam muito.
ela é muito real
embora seja antiga
VALEU POR ME LER E PELOS PONTOS
Minha mãe é uma puta, não vou negar, e não é puta por necessidade, é puta porque só gosta de pau, simples assim, é isso aí. O corno do meu pai não liga pra nada, pra ele minha mãe é a puta barata dele. Eles têm um pacto que respeitam o tempo todo, só convivem à noite, raramente são vistos juntos, nem nos fins de semana. Muitas vezes meu pai nem dorme em casa, ele tem a oficina dele bem na frente de casa e é lá que passa o dia todo. Nossa casa não é grande coisa, e a da minha tia está pela metade nos fundos da nossa. Fui crescendo assim, entre duas grandes putas, já que meu tio era parecido com meu pai, mas um pouco mais complexo. Eu via ele, conforme crescia, como o amante da minha mãe, mas vou contando as coisas que vi e vivi no tempo certo. Eu, cara, não dava muita bola pras gostosas como elas, na verdade elas me irritavam ou eu irritava elas. Era verdade que com minha mãe não rolava muita química e, por ela ser assim, nunca trazia amigos pra minha casa. Tinha certeza de que se levasse alguém seria um fracasso, a puta não hesitaria em se deixar comer por cada um deles, eu sabia por tudo que tinha visto e imaginado. Então, vamos começar os relatos.
Minha véia e meu avô
A história foi assim, segundo minha tia me contou. Um belo dia, meu velho apareceu em casa com ela grávida. Meus avós iam se mudar e deixaram tudo pro meu pai: a casa, a caminhonete e a oficina. Pra minha tia, só deixaram a casinha que ela tava construindo. Mas antes de irem pro sítio, eles moraram juntos até que eu finalmente nasci. Foi assim que começou a competição entre minha mãe e minha tia, porque meu avô tinha uma preferência enorme pela minha mãe — que, segundo minha tia, ele não parava de comer na frente da minha avó, escondido do meu pai. E depois que eu nasci, meu avô atrasou a mudança por um ano. Tudo isso eu soube pela minha tia. Tava claro que meu pai sabia que o velho dele tava comendo a mulher dele, mas o safado tirava vantagem, e olha se valeu a pena: não só ficou com a oficina, mas também com todos os clientes do meu avô. O problema foi quando minha mãe quase engravidou de novo. Nessa época, ela era a putinha do meu avô e ainda dava pra alguns amigos do meu vô. Tudo sempre escondido do meu pai pra manter as aparências. Por essa época, minha tia era minha protetora, e o marido dela, um policial que quase nunca tava em casa. Então minha relação com ela era tipo de mãe e filho. Ver elas vestidas de puta, com suas saias curtas e blusinhas decotadas, era normal desde minha infância. Segundo ela, quem mais cuidava de mim era minha avó, até o dia que foram pro sítio. Aí mudou tudo. Minha mãe eu quase não via. Eu passava o dia na escola e, quando voltava, ficava aos cuidados da minha tia, se ela tivesse livre. Assim era conviver com duas putas, e talvez por isso meu despertar pro sexo foi mais rápido que o normal. Mesmo assim, com o tempo, eu gostava de ficar fora de casa. Não me sentia bem com as visitas dos amigos delas nas costas dos maridos. Só nos dias de semana eu não conseguia escapar. Foi assim que fui descobrindo meu passatempo, que virou vício: espiar elas quando estavam sendo comidas. Coisa que pra elas era normal. Obsessão. Foi assim que um dia fui descoberto pela minha tia, que não disse nada e aquilo virou nosso segredo, que a gente tocava no fim de semana sozinhos na casa dela. Aqui começa o que lembro daquela conversa.
Me diz a verdade, cê curte mesmo o que faz com aquele cara?
Tia, cê tá falando isso por causa daquele que me comeu outro dia? Vem, senta aqui, já é crescidinha, vamos bater um papo. Cê sabe que nada é de graça nessa vida, não é verdade? Então, seu tio não larga um puto em casa e de algum lugar o dinheiro tem que sair. O que cê quer saber? Se eu gosto de trepar? Claro que gosto, igualzinho sua mãe, só que ela curte mais, muito mais do que eu. Agora pergunta o que quiser, eu posso te contar tudo que sei.
Já sei que minha mãe é uma puta, por isso não trago amigos pra casa.
Tia, você manda muito bem.
Mas sempre foi assim?
Tia, olha, ela chegou nessa casa porque ficou grávida do seu pai e a primeira coisa que fez foi dar pro avô. O vovô tinha o dele e não parava de comer ela. Seu velho sabia disso e a única coisa que importava pra ele era o que conseguia tirar do vovô. Eu vi muitas vezes como ele comia ela em qualquer canto da casa até que cansou e começou a usar ela como empregada. Ela cuidava da casa e mesmo com a barriga cheia, ele ainda comia ela escondido de todo mundo. Sua avó também usava ela, mandava ela fazer tudo. E claro, comigo era diferente, ela me mantinha distante. Eu saía com o Carlos, a gente ia casar e casamos, mas sua mãe não fez questão e o filho da puta também comeu ela. Bom, eu sabia que ia acontecer, porque depois que você nasceu, seu avô fez um trato com seu pai e assim os clientes da oficina tinham seu prêmio e, conforme pagavam pelos serviços, ele tinha que deixar ela dar pra eles.
Como é isso? Pobre velha.
Tia, sua putinha pobre, você não sabe como ela adorava aquilo. Alguns fins de semana faziam churrasco, a gente não era convidado, só alguns clientes grandes, e assim sua mãe atendia eles. Por isso a oficina cresceu tanto.
Na frente do meu pai e do avô?
Tia, sem amor, teu velho e a vó te levavam pro parque porque você já era grandinha e podia ver.
Lembro um pouco disso, os clientes me traziam presentes de vez em quando e eu ficava muito feliz.
Tia, beleza, mas a situação complicou pra elas quando o tata foi pro campo. Sua velha ficou sozinha e foi ficando de escanteio, os clientes já não queriam saber dela e seu velho menos ainda. Foi aí que começou a decadência dela, não tinha nem pra cigarro. Disfarçar a putaria não era o forte dela, e assim começou a dar pra qualquer um, inclusive pro meu marido. Com ele foi um dos primeiros.
E aí foi onde vocês brigaram?
Tia, sem amor, já fazia tempo que a gente tava mal, mas essa foi a gota d'água. Se ele gostava das putas, eu ia ser mais vadia do que ela.
Bom, mas eu lembro de você vestida igual a ela, tia. Tudo bem que poucas vezes te vi rodeada de safadeza igual a minha mãe, mas pra mim ver sua fio dental, seus peitos ou você pelada sempre foi algo normal, não sei qual seria a diferença.
Tia, a diferença é que no começo eu fazia pra competir com a sua mãe e mostrar pro Carlos que eu também podia ser igual a ela, mas ele pouco se importou. Não sei por quê, talvez ele cansou de me comer e aí fez o mesmo que o seu pai.
Isso eu não entendo. O que foi que eles fizeram?
Tia, já te falei, teu velho deixava o tata usar a esposa dele e os clientes comerem ela até quando tava grávida. E quando o tata foi embora, não só deixava ela dar pra qualquer um, como também mandava os peão dele pra casa dela depois de pagar o salário da semana.
E aí, você que se achava o tiozão, hein?
Tia, ele começou a trazer amigos pra casa pra jantar. O filho da puta me entregava pra eles toda noite, me fazia dar pra eles na nossa cama enquanto ele olhava, e depois os dois me comiam junto. Tudo por grana — os amigos sempre davam alguma coisa pra ele, mas igualzinho sua mãe, eu não via um puto centavo.
Então eram esses os barulhos que eu ouvia à noite lá do meu quarto?
Tia, sim, meu amorzinho.
O que nunca vou esquecer foi o que aconteceu uma noite, você tava falando pra alguém que pelo cu não, e que não, e que não, mas depois não parou de reclamar.
Tia, sim, foi um filho da puta que arrombou minha buceta pela primeira vez, depois todo mundo fez, é uma parada que os caras curtem pra caralho.
É que tu tem uma bunda divina, tia, melhor que a da minha mãe.
Tia, você gosta muito da minha bunda, aposto que você também queria meter nela, não é verdade, sobrinho? Você já tá bem grandinho.
Minha tia pegou na minha mão e foi me levando pro quarto dela, eu já tava com o pau duraço fazia um tempão. Ela tirou a camiseta e sentou na cama, me colocando na frente dela e disse
Tia, não faça nada, uma verdadeira puta faz tudo, você vai ver como vai gostar.
Desabotoo minha calça, deixo ela cair junto com minha cueca. O rosto dela estava tão perto de mim que, quando fiz isso, meu pau bateu na cara dela. Ela abriu a boca e engoliu ele inteiro. Era a primeira vez que alguém fazia algo assim comigo, era maravilhoso. A boca dela entrando e saindo do meu pau, e depois começou a brincar com a língua. O prazer era imenso, mas de repente parou. Sem me dizer nada, me deitou na cama e subiu em cima de mim. Não consegui ver mais nada além do corpo dela sentado no meu. Ela pegou meu pau e foi enfiando devagar na pussy dela. Isso foi muito melhor. Na hora, começou a subir e descer do meu corpo.
Tia, era isso que você queria, seu filho da puta? Queria arrebentar minha buceta, não é? Faz tempo que eu vejo como você olha pro meu rabo, isso, assim, assim, assiiim, que pau gostoso você tem, sim, sim, vamos passar a tarde toda transando, vou te deixar secoooo, agora vem, sobe em cima de mim, me come com força, me dá bem duroooo ahhh ahhh ahhhhh
Não sei quanto tempo passou, mas eu não parava de foder minha tia e enchi ela de porra quente. Foi aí que ela me separou, levou a mão na buceta dela e depois colocou na boca.
Tia... hummm, que delíciaaa, a primeira gozada do meu sobrinhãooo, vamos, vem aqui, me dá essa pica de novo
Assim pude ver com que vontade dessa vez ela enfiava na boca e chupava meu pau como se fosse um sorvete, deixando ele duro de novo. E mesmo eu estando muito cansado, ela virou, ficou de quatro, levantou a minissaia e me disse
Tia, agora dá esse gostinho em mim, enfia no meu cuzinho, arrebenta tudo, meu amor.
Foi assim que tive a bunda gostosa dela toda pra mim, abri as nádegas dela e vi aquele rabão enorme, enfiei minha piroca e comecei a meter. Já não tava nem aí se ela reclamava ou não, só queria arrebentar aquilo enquanto ouvia os xingamentos dela e ela pedia mais forte até que disse
Tia, pega nas minhas tetas, caralho, aperta elas, assim, assim, filha da putaaa, assiiim, ahhh ahhh ahhhh
Não sei quanto tempo fiquei comendo o cu da minha tia, mas no final ela pedia pra eu acabar logo e depois de muito tentar, gozei. Ficamos os dois deitados, eu por cima dela, e então ela me disse
Tia tá lavando a pica pra você, sobrinho, e preparando um mate, quer? Vou tomar um banho e já volto.
Espero que vocês curtam muito.
ela é muito real
embora seja antiga
VALEU POR ME LER E PELOS PONTOS
Minha mãe é uma puta, não vou negar, e não é puta por necessidade, é puta porque só gosta de pau, simples assim, é isso aí. O corno do meu pai não liga pra nada, pra ele minha mãe é a puta barata dele. Eles têm um pacto que respeitam o tempo todo, só convivem à noite, raramente são vistos juntos, nem nos fins de semana. Muitas vezes meu pai nem dorme em casa, ele tem a oficina dele bem na frente de casa e é lá que passa o dia todo. Nossa casa não é grande coisa, e a da minha tia está pela metade nos fundos da nossa. Fui crescendo assim, entre duas grandes putas, já que meu tio era parecido com meu pai, mas um pouco mais complexo. Eu via ele, conforme crescia, como o amante da minha mãe, mas vou contando as coisas que vi e vivi no tempo certo. Eu, cara, não dava muita bola pras gostosas como elas, na verdade elas me irritavam ou eu irritava elas. Era verdade que com minha mãe não rolava muita química e, por ela ser assim, nunca trazia amigos pra minha casa. Tinha certeza de que se levasse alguém seria um fracasso, a puta não hesitaria em se deixar comer por cada um deles, eu sabia por tudo que tinha visto e imaginado. Então, vamos começar os relatos.
Minha véia e meu avô
A história foi assim, segundo minha tia me contou. Um belo dia, meu velho apareceu em casa com ela grávida. Meus avós iam se mudar e deixaram tudo pro meu pai: a casa, a caminhonete e a oficina. Pra minha tia, só deixaram a casinha que ela tava construindo. Mas antes de irem pro sítio, eles moraram juntos até que eu finalmente nasci. Foi assim que começou a competição entre minha mãe e minha tia, porque meu avô tinha uma preferência enorme pela minha mãe — que, segundo minha tia, ele não parava de comer na frente da minha avó, escondido do meu pai. E depois que eu nasci, meu avô atrasou a mudança por um ano. Tudo isso eu soube pela minha tia. Tava claro que meu pai sabia que o velho dele tava comendo a mulher dele, mas o safado tirava vantagem, e olha se valeu a pena: não só ficou com a oficina, mas também com todos os clientes do meu avô. O problema foi quando minha mãe quase engravidou de novo. Nessa época, ela era a putinha do meu avô e ainda dava pra alguns amigos do meu vô. Tudo sempre escondido do meu pai pra manter as aparências. Por essa época, minha tia era minha protetora, e o marido dela, um policial que quase nunca tava em casa. Então minha relação com ela era tipo de mãe e filho. Ver elas vestidas de puta, com suas saias curtas e blusinhas decotadas, era normal desde minha infância. Segundo ela, quem mais cuidava de mim era minha avó, até o dia que foram pro sítio. Aí mudou tudo. Minha mãe eu quase não via. Eu passava o dia na escola e, quando voltava, ficava aos cuidados da minha tia, se ela tivesse livre. Assim era conviver com duas putas, e talvez por isso meu despertar pro sexo foi mais rápido que o normal. Mesmo assim, com o tempo, eu gostava de ficar fora de casa. Não me sentia bem com as visitas dos amigos delas nas costas dos maridos. Só nos dias de semana eu não conseguia escapar. Foi assim que fui descobrindo meu passatempo, que virou vício: espiar elas quando estavam sendo comidas. Coisa que pra elas era normal. Obsessão. Foi assim que um dia fui descoberto pela minha tia, que não disse nada e aquilo virou nosso segredo, que a gente tocava no fim de semana sozinhos na casa dela. Aqui começa o que lembro daquela conversa.
Me diz a verdade, cê curte mesmo o que faz com aquele cara?
Tia, cê tá falando isso por causa daquele que me comeu outro dia? Vem, senta aqui, já é crescidinha, vamos bater um papo. Cê sabe que nada é de graça nessa vida, não é verdade? Então, seu tio não larga um puto em casa e de algum lugar o dinheiro tem que sair. O que cê quer saber? Se eu gosto de trepar? Claro que gosto, igualzinho sua mãe, só que ela curte mais, muito mais do que eu. Agora pergunta o que quiser, eu posso te contar tudo que sei.
Já sei que minha mãe é uma puta, por isso não trago amigos pra casa.
Tia, você manda muito bem.
Mas sempre foi assim?
Tia, olha, ela chegou nessa casa porque ficou grávida do seu pai e a primeira coisa que fez foi dar pro avô. O vovô tinha o dele e não parava de comer ela. Seu velho sabia disso e a única coisa que importava pra ele era o que conseguia tirar do vovô. Eu vi muitas vezes como ele comia ela em qualquer canto da casa até que cansou e começou a usar ela como empregada. Ela cuidava da casa e mesmo com a barriga cheia, ele ainda comia ela escondido de todo mundo. Sua avó também usava ela, mandava ela fazer tudo. E claro, comigo era diferente, ela me mantinha distante. Eu saía com o Carlos, a gente ia casar e casamos, mas sua mãe não fez questão e o filho da puta também comeu ela. Bom, eu sabia que ia acontecer, porque depois que você nasceu, seu avô fez um trato com seu pai e assim os clientes da oficina tinham seu prêmio e, conforme pagavam pelos serviços, ele tinha que deixar ela dar pra eles.
Como é isso? Pobre velha.
Tia, sua putinha pobre, você não sabe como ela adorava aquilo. Alguns fins de semana faziam churrasco, a gente não era convidado, só alguns clientes grandes, e assim sua mãe atendia eles. Por isso a oficina cresceu tanto.
Na frente do meu pai e do avô?
Tia, sem amor, teu velho e a vó te levavam pro parque porque você já era grandinha e podia ver.
Lembro um pouco disso, os clientes me traziam presentes de vez em quando e eu ficava muito feliz.
Tia, beleza, mas a situação complicou pra elas quando o tata foi pro campo. Sua velha ficou sozinha e foi ficando de escanteio, os clientes já não queriam saber dela e seu velho menos ainda. Foi aí que começou a decadência dela, não tinha nem pra cigarro. Disfarçar a putaria não era o forte dela, e assim começou a dar pra qualquer um, inclusive pro meu marido. Com ele foi um dos primeiros.
E aí foi onde vocês brigaram?
Tia, sem amor, já fazia tempo que a gente tava mal, mas essa foi a gota d'água. Se ele gostava das putas, eu ia ser mais vadia do que ela.
Bom, mas eu lembro de você vestida igual a ela, tia. Tudo bem que poucas vezes te vi rodeada de safadeza igual a minha mãe, mas pra mim ver sua fio dental, seus peitos ou você pelada sempre foi algo normal, não sei qual seria a diferença.
Tia, a diferença é que no começo eu fazia pra competir com a sua mãe e mostrar pro Carlos que eu também podia ser igual a ela, mas ele pouco se importou. Não sei por quê, talvez ele cansou de me comer e aí fez o mesmo que o seu pai.
Isso eu não entendo. O que foi que eles fizeram?
Tia, já te falei, teu velho deixava o tata usar a esposa dele e os clientes comerem ela até quando tava grávida. E quando o tata foi embora, não só deixava ela dar pra qualquer um, como também mandava os peão dele pra casa dela depois de pagar o salário da semana.
E aí, você que se achava o tiozão, hein?
Tia, ele começou a trazer amigos pra casa pra jantar. O filho da puta me entregava pra eles toda noite, me fazia dar pra eles na nossa cama enquanto ele olhava, e depois os dois me comiam junto. Tudo por grana — os amigos sempre davam alguma coisa pra ele, mas igualzinho sua mãe, eu não via um puto centavo.
Então eram esses os barulhos que eu ouvia à noite lá do meu quarto?
Tia, sim, meu amorzinho.
O que nunca vou esquecer foi o que aconteceu uma noite, você tava falando pra alguém que pelo cu não, e que não, e que não, mas depois não parou de reclamar.
Tia, sim, foi um filho da puta que arrombou minha buceta pela primeira vez, depois todo mundo fez, é uma parada que os caras curtem pra caralho.
É que tu tem uma bunda divina, tia, melhor que a da minha mãe.
Tia, você gosta muito da minha bunda, aposto que você também queria meter nela, não é verdade, sobrinho? Você já tá bem grandinho.
Minha tia pegou na minha mão e foi me levando pro quarto dela, eu já tava com o pau duraço fazia um tempão. Ela tirou a camiseta e sentou na cama, me colocando na frente dela e disse
Tia, não faça nada, uma verdadeira puta faz tudo, você vai ver como vai gostar.
Desabotoo minha calça, deixo ela cair junto com minha cueca. O rosto dela estava tão perto de mim que, quando fiz isso, meu pau bateu na cara dela. Ela abriu a boca e engoliu ele inteiro. Era a primeira vez que alguém fazia algo assim comigo, era maravilhoso. A boca dela entrando e saindo do meu pau, e depois começou a brincar com a língua. O prazer era imenso, mas de repente parou. Sem me dizer nada, me deitou na cama e subiu em cima de mim. Não consegui ver mais nada além do corpo dela sentado no meu. Ela pegou meu pau e foi enfiando devagar na pussy dela. Isso foi muito melhor. Na hora, começou a subir e descer do meu corpo.
Tia, era isso que você queria, seu filho da puta? Queria arrebentar minha buceta, não é? Faz tempo que eu vejo como você olha pro meu rabo, isso, assim, assim, assiiim, que pau gostoso você tem, sim, sim, vamos passar a tarde toda transando, vou te deixar secoooo, agora vem, sobe em cima de mim, me come com força, me dá bem duroooo ahhh ahhh ahhhhh
Não sei quanto tempo passou, mas eu não parava de foder minha tia e enchi ela de porra quente. Foi aí que ela me separou, levou a mão na buceta dela e depois colocou na boca.
Tia... hummm, que delíciaaa, a primeira gozada do meu sobrinhãooo, vamos, vem aqui, me dá essa pica de novo
Assim pude ver com que vontade dessa vez ela enfiava na boca e chupava meu pau como se fosse um sorvete, deixando ele duro de novo. E mesmo eu estando muito cansado, ela virou, ficou de quatro, levantou a minissaia e me disse
Tia, agora dá esse gostinho em mim, enfia no meu cuzinho, arrebenta tudo, meu amor.
Foi assim que tive a bunda gostosa dela toda pra mim, abri as nádegas dela e vi aquele rabão enorme, enfiei minha piroca e comecei a meter. Já não tava nem aí se ela reclamava ou não, só queria arrebentar aquilo enquanto ouvia os xingamentos dela e ela pedia mais forte até que disse
Tia, pega nas minhas tetas, caralho, aperta elas, assim, assim, filha da putaaa, assiiim, ahhh ahhh ahhhh
Não sei quanto tempo fiquei comendo o cu da minha tia, mas no final ela pedia pra eu acabar logo e depois de muito tentar, gozei. Ficamos os dois deitados, eu por cima dela, e então ela me disse
Tia tá lavando a pica pra você, sobrinho, e preparando um mate, quer? Vou tomar um banho e já volto.
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