La profesora caliente

Na minha época de escola, não era segredo pra ninguém que eu adorava passar tempo com as meninas. Era tão sabido que alguns comentavam que, se eu conversava com alguma garota, ela já tinha passado pela minha cama. E, sinceramente, não os culpo, porque era muito fácil me encontrar com alguma garota sendo apalpada. O negócio é que esse comportamento de estar mais ocupado curtindo minhas colegas e amigas me causou alguns problemas nas notas, tanto que as professoras geralmente tinham que me aumentar a nota porque eu me dava muito bem com elas. Mas numa ocasião, acabei reprovando numa matéria com um professor homem, e eu não era nada bem visto pelos caras.

A professora chamada Heidy, que percebeu que eu estava reprovando nessa matéria, se aproximou de mim e perguntou se eu estava perdendo alguma outra matéria. Depois que eu disse, ela se levantou e falou pra eu ir com ela. Eu a acompanhei, e fomos direto falar com o professor. Ela disse: "Como vai, professor? Esse garoto tá reprovando, né? Dá uma ajuda pra ele, por favor. Eu o deixei muito ocupado e por isso ele não conseguiu melhorar a nota, mas ele é um bom aluno." Ele riu com ela e disse que tudo bem, que me passaria na matéria. Na hora, fiquei surpreso, porque ter minhas notas aumentadas por elas era uma coisa, mas pedir a outro professor já era outra. Ela só se despediu e me pediu pra ter mais cuidado.

No dia seguinte, eu estava conversando com minha namorada quando ela passou junto com outros alunos homens. Ela parou ali, me olhou e disse: "Assim que eu gosto... grandão." Isso me surpreendeu ainda mais, e minha namorada também, porque essa professora era uma das mais cobiçadas pelos alunos. Ela não era muito velha, costumava usar jeans apertados que empinavam a bunda, tinha uma cara de puta e usava uma blusa que deixava os peitos à mostra. A típica professora que adora se divertir com a vara dos alunos. Eu não dei mais importância ao assunto até que, ao sair da escola, ela se aproximou no carro dela e disse: "Vem, sobe. que te levo" e abriu a porta da frente. Eu olhei meio surpreso e entrei no carro dela (já tinha ouvido uns boatos de que era verdade que ela costumava comer os alunos). Depois de estar no carro, ela começou a falar: "Ouvi dizer que você é popular entre as meninas". Eu respondi que sim, e ela continuou, só que começou a destacar coisas tipo que talvez por isso eu estivesse indo mal, e na sequência me disse que se eu escolhesse melhor com quais mulheres ficar, iria melhor. Pedi conselho sobre com quem ficar, e ela foi bem direta: "Comigo, claro". Eu ri e comecei a paquerar, dizendo que me lisonjeava uma professora, e ainda mais uma tão gostosa como ela, reparar em mim. Ela parou o carro e me perguntou na lata: "Olha, se a gente for pra minha casa, meu marido tá no hospital, então dá pra gente se divertir bastante... mas se eu te deixar no ponto de ônibus, suas notas podem cair. Então, o que você quer fazer?" Que chantagem foda a velha foxy tinha me feito, e a verdade é que não tava muito afim de baixar as notas, então sem pensar muito, decidi ir com ela. Mas claro, peguei ela pelo cabelo e dei um puta beijo, fiquei bem excitado, e sem enrolação, coloquei minha mão na coxa dela e falei na cara: "Já tava de olho na senhora, prof". Depois disso, fomos direto pra casa dela. Quando chegamos, ela me convidou pra entrar e, assim que pisei lá dentro, mandou: "Tira a roupa e me espera que vou me preparar". Obedeci, tirei tudo e fiquei peladão. Depois de um tempo, ela saiu com uma lingerie erótica bem quente, e o corpo dela, pra uma coroa de 37 anos, era muito, muito gostoso. Fiquei impressionado, e ela se aproximou e perguntou se eu tava gostando da vista. Concordei, e sem mais delongas, ela sentou na cama e disse: "Bom, vamos parar de perder tempo e vem me dar um pouco de amor". Eu me ajoelhei, e não tinha dúvida nenhuma. De novo, eu era a foxy de uma coroa mais velha, mas não ia reclamar de uma buceta boa. Começando a... Dar um oral nela, lambendo e segurando o corpo dela pra beber melhor dela, enfiava minha língua na buceta dela e a vista era maravilhosa. Por si só ela já era gostosa, cara de puta, raça indígena, cabelo liso meio ondulado preto, corpo magro com peitos pequenos mas bem empinados, rabão grande e redondo, com quadris largos e perfeitos, igual as coxas dela, e sempre cheirava muito bem. Agora aquela preciosidade tava com as pernas abertas recebendo um oral meu, eu me agarrava nas coxas dela enquanto continuava lambendo, penetrando, chupando e bebendo a buceta dela fundo. A puta me deixou ali satisfazendo ela até cansar da minha boca, ela me afastou da buceta dela segurando no meu cabelo e mandou feito uma imperatriz: "já tô pronta agora, vamos ver o que essa pika faz com uma mulher de verdade". Sorte que ela não sabia que não era a primeira mulher mais velha e experiente que eu comia. Então na hora peguei as pernas dela, segurei firme e levantei o quadril dela, ela gritou e gemeu como se quisesse retomar o controle, mas já tinha me dado permissão pra foder ela, então não ia parar. Enfiei a pika de uma vez e comecei a meter uma porrada com força, com minhas unhas me agarrei bem nos quadris e coxas dela. Vi como o tempo e as estocadas foram arqueando as costas dela e as mãos dela iam se segurando nos lençóis. Minha pika abria aquela buceta com força e com leves movimentos pra cima e pra baixo. Depois de um tempo comecei a masturbar ela enquanto continuava penetrando. Sei perfeitamente que elas adoram ser estimuladas nos pontos sensíveis enquanto recebem pika sem parar, e era isso que eu fazia na buceta suja dela. Fodi ela por um bom tempo, e orgasmo atrás de orgasmo entre nós dois, ela gemia e pedia por mais. Era uma coroa experiente, mas isso me excitava ainda mais. Não sei em que momento passamos a ter ela abraçada em mim com as pernas abertas, sendo carregada nos meus braços enquanto eu continuava fodendo ela, fazendo ela pular pra penetrar. forte em cima da cama onde ela dormia com o marido. O corpo dela tava uma delícia e eu curtia pra caralho abraçar ela, apalpar ela e foder ela. Até começamos a nos beijar. A gente tava fodendo igual bicho e, de vez em quando, como se fosse amante. Os gemidos dela eram fortes e muito excitantes. Ela mexia muito bem a cintura a cada estocada. Mas aos poucos foi cedendo, tendo orgasmos mais rápido que eu. Mudando de posição de vez em quando. Fodendo tão forte que um vizinho começou a bater na porta gritando pra pararmos de fazer tanto barulho. Mas o que eu podia fazer? Se eu não fodesse ela, ela ia baixar minhas notas, e eu também não queria ficar na vontade. Então, pra irritar ainda mais o vizinho da professora, coloquei ela contra a parede, esmagando o rosto dela na parede. Com minhas mãos, apertava e torturava os peitos dela, torcendo os bicos e amassando aquelas tetinhas lindas, enquanto descia uma das mãos até a buceta dela, masturbando direto no clitóris, fazendo ela gritar e gemer obscenidades uma atrás da outra, pedindo mais e mais pica. Claro, minha pica tava lá, perfurando e furando a buceta daquela puta com força, metendo fundo. Fiz ela gritar tão alto que o vizinho foi bater na porta da professora e, sem resposta, não teve escolha a não ser ficar calado ouvindo como tavam fodendo a vizinha dele. Passei a tarde toda e a noite toda usando minha professora pela buceta, mas claro que num ponto ela ficou com vontade de ser fodida pelo cu, e eu topei. O cu dela era mais apertado e gostoso que a buceta. Mas o fato de ser o cu dela não me fez diminuir a força nem a intensidade com que eu tava furando. Quando acabamos, fomos tomar banho juntos, onde continuei fodendo ela. Ela quis que eu fosse pra casa de ônibus, mas não dava pra permitir isso. Peguei o rostinho lindo e doce de raposa dela e falei que a bunda dela era boa demais pra deixar se perder, e exigi que, se ela quisesse continuar fodendo comigo, não só teria que me levar pra casa, como não fazer meu tempo valer a pena. Ela aceitou e, desde então até eu sair do colégio, ela me levava pra casa e, de vez em quando, me comprava umas coisinhas pra deixar minha vida mais gostosa. Claro, eu tinha que retribuir o favor na cama dela.

1 comentários - La profesora caliente