Entre a calma e o tesão com Mariela

Naquele dia eu tava sozinho em casa. Tinha chovido forte a tarde toda e o clima tinha ficado estranho… pesado, como se o corpo todo sentisse um formigamento por dentro. Eu tava com um tesão absurdo, não por alguém em específico, mas por uma mistura de tédio, desejo acumulado e aqueles pensamentos que vêm quando a gente menos espera. Eu tinha batido uma duas vezes durante o dia, mas aquela última ereção não baixava por nada. Foi aí que me veio a Mariela na cabeça. Ela era uma amiga da família, daquelas mulheres que tão sempre por perto, que a gente vê em reuniões ou visitando minha mãe. Tinha uns cinquenta e poucos anos, mas bem vividos. O corpo dela não era de academia, mas tinha curvas marcadas, braços fortes de mulher ativa, e um olhar tranquilo, daqueles que passam confiança… embora eu, desde moleque, já tivesse notado que ela me despertava outra coisa. Tinha algo no jeito dela de falar comigo, aquele tom entre carinhoso e direto, que entrava debaixo da pele. Além disso, lembrava que uma vez, quando eu tinha uns 17, ela me viu saindo apressado do banheiro, logo depois de eu ter batido uma punheta. Eu fiquei vermelho, mas ela só sorriu com cumplicidade e não disse nada. Aquele olhar ficou marcado em mim. Com toda essa imagem rodando na cabeça, mandei mensagem pra ela. Era loucura, mas algo dentro de mim queria testar esse limite, ver se ela entrava na brincadeira, mesmo que fosse só conversando. Escrevi: — Oi Mari, desculpa a estranheza dessa mensagem, mas tô meio inquieto… é que tô com uma ereção que não baixa e não sei o que fazer. Tenho vergonha de falar com qualquer outra pessoa. Ela demorou um pouco pra responder. Eu já tava arrependido quando o som da mensagem chegou: — E isso, Andrés? Kkkk, mas meu filho, relaxa… você tá muito estressado ou o quê? Isso às vezes acontece. Respira fundo, se distrai, que isso passa sozinho… Aquele tom calmo dela, quase maternal, me arrancou um sorriso… mas eu continuava no meu estado, já com o pau na mão, duro, vibrante. Respondi: — Já tentei, Mari… mas nada. Me dá Pena, mas até pensei em mostrar pra senhora, pra ver se me dava a opinião… Fiquei em silêncio, olhando pro celular, o coração batendo forte. Um minuto… dois… até que chegou a resposta: —Ai Andrés, não me fala essas coisas… a gente já não tá mais pra ver isso… embora, sei lá. Se isso acalma o senhor, manda então. Mas não exagera, tá? Senti um choque no peito. A permissão, mesmo que duvidosa, estava dada. Mandei a foto. Minha mão tremia, não de medo, mas por aquela mistura gostosa de tesão e adrenalina. Na imagem eu tava bem: a piroca dura, cheia de veias, apontando pra cima. Não coloquei o rosto nem nada. Mariela demorou mais dessa vez. Pensei que ia me deixar no vácuo… ou me bloquear. Mas não. Daí a pouco chegou a mensagem: —Andrés… sinceramente, não sei o que dizer. Isso é… forte. Que coisa dura. Isso é normal no senhor ou é exagero do momento? Eu respondi com uma risadinha: —Às vezes fica assim, mas acho que dessa vez é por sua causa. Passaram uns três pontinhos na bolha de conversa dela… e aí: —Não fala essas coisas… mas fiquei toda corada. Me deixou pensando umas coisas que não devia… E aí começou a outra conversa. Ela no começo ainda mantinha aquele tom suave, mas já tinha algo nas palavras dela, como se o desejo escapasse sem querer. Me perguntou se eu me tocava muito, se pensava nela às vezes… Fui sincero. Disse que sim, que desde moleque já tinha fantasia com ela. Que sempre achei ela gostosa, diferente… que tinha algo nela que me mexia por dentro. Não ficamos em nada naquela noite, mas a semente tava plantada. Nos dias seguintes, voltamos a conversar, já sem tanta vergonha. Ela me perguntava coisas, fazia piadas de duplo sentido, e às vezes me mandava fotos normais dela, em casa, de roupão ou sentada com os pés descalços… mas eu achava um charme diferente. Comecei a perceber que ela fazia de propósito. Uma semana depois, me escreveu que ia ficar sozinha o sábado inteiro. Que se eu quisesse passar lá pra tomar um café. Não hesitei. Tomei banho, me arrumei direitinho e fui pra lá, nervoso mas decidido. Quando cheguei, Mariela me abriu com um sorriso tranquilo. Ela tava com uma blusa de algodão que marcava os peitos e uma saia simples, soltinha, mas que subia um pouco quando ela sentava. Me ofereceu café, biscoitos, e a gente conversou como se nada fosse… mas dava pra sentir a tensão no ar. Eu me levantei pra olhar uns quadros na parede, e ela chegou por trás, tocando meu ombro. —E então, Andrés… aquela coisa rebelde já se acalmou? — falou num tom de brincadeira. Eu ri, e sem pensar, me virei e me aproximei. —Pra ser sincero… desde que cheguei, tô pior. Ela baixou os olhos, depois me encarou de novo, dessa vez diferente. Me olhou por um tempão… e disse: —Isso é errado… mas não posso negar que você me deixou pensando muito. A gente ficou em silêncio por uns segundos, bem pertinho. Eu segurei ela pela cintura e ela não se afastou. Beijei o canto dos lábios dela primeiro, de leve… e depois a boca. Ela se deixou levar, se entregou. Os lábios dela tinham gosto de café e desejo guardado há muito tempo. —Anos atrás eu te vi se tocando no banheiro… lembra? — ela sussurrou entre um beijo e outro. —Claro que sim… fiquei com aquele seu olhar na cabeça — falei, apertando ela mais. A gente foi pro quarto. Tudo era lento, íntimo. Mariela tirou a roupa devagar, sem frescura. Ela tinha o corpo de uma mulher de verdade: quadris largos, barriga macia, peitos meio caídos mas naturais. E entre as pernas, aquela bucetinha peluda que me enlouqueceu. Não era uma selva, mas tinha pelo suficiente pra eu sentir o cheiro, beijar, me perder ali. Beijei a barriga dela, as pernas, as coxas… e quando desci mais, ela falou com a voz rouca: —Anos sonhando com isso… nunca pensei que você ia me procurar assim. Fiz ela gozar com a língua, com os dedos, com tudo. E depois ela pediu pra eu meter, devagar, bem de leve. E foi assim. Comi ela com carinho, com desejo, com aquele respeito que só se tem por quem a gente admira. E depois, enquanto me apertava forte, ela sussurrou no meu ouvido: —Esperei por você mais do que devia. que acha... E aí eu entendi que não era só sexo. Era uma entrega atrasada, uma fantasia reprimida, um encontro de caminhos que tinha que acontecer. A gente dormiu abraçado, suado, com as pernas entrelaçadas. Mariela me beijou o peito antes de fechar os olhos e disse: —Não para de me escrever... nunca. E eu não falei nada... só apertei ela mais forte. Depois daquela tarde inesquecível, eu e Mariela ficamos com uma conexão estranha, íntima... como se tivéssemos aberto uma porta que estava fechada há anos. A gente não se escrevia todo dia, mas quando escrevia, as palavras iam esquentando rápido. Uma noite, umas onze horas, ela me mandou: —Oi, meu bem... ainda tá com essas ereções selvagens? Eu já sabia que ela tava afim. Tava deitado, sem camisa, vendo alguma besteira no celular, e só de ler ela já fiquei duro. Respondi: —Tava justamente lembrando de você... e sim, tô igual. Só que dessa vez não tenho desculpa pra te escrever... Ela demorou um pouco, e aí mandou um áudio. O sotaque dela, suave, maduro, me derreteu: —Ué, não precisa de desculpa, gostoso... eu também lembro muito de você. Às vezes acordo molhada, com o gosto do seu na cabeça... e outras vezes tenho que me tocar sozinha porque tô com saudade desse seu pau gostoso, quente, cheio de vontade... Arrepiei toda. Mandei um vídeo sem pensar muito: deitado, com a rola na mão, passando a mão devagar. Ela viu tudo e respondeu: —Ah, não! Que pecado... isso é uma delícia, Andrés. Juro que dá vontade de montar em cima e só descer quando eu estiver tremendo toda. Respondi com a voz rouca, excitado: —Vem pra cá, Mari... ou deixa eu ir na sua casa. Tô morrendo de vontade de enfiar a língua em você de novo, sentir você por cima, gemer no seu ouvido. Ela hesitou, mas depois veio a mensagem que me deixou pegando fogo: —Amanhã vou ficar sozinha à tarde. Se você vier com vontade, eu te espero sem calcinha. E cumpriu. Cheguei no dia seguinte umas três horas. Ela tava com um vestido solto, sem sutiã, sem calcinha. como prometeu. Ela abriu a porta pra mim com um sorriso tímido, mas nos olhos dela dava pra ver que já tava molhada. Assim que entrei, me beijou na boca, com uma ansiedade diferente. Fomos pro quarto como se já tivéssemos planejado desde a noite anterior. Mariela subiu em cima de mim com aquela sensualidade de mulher que já não pede mais licença. Enfiou devagar, me olhando nos olhos, e começou a rebolar como se soubesse exatamente como queria que eu sentisse ela. Os peitos dela balançavam na minha cara, e eu chupava eles como se fosse a primeira vez. Ela gemia baixinho, com aquela voz paisa meio cantada: — Ai, buceta… assim, assim… que você tá me rasgando por dentro… Ela gozou em cima de mim, molhando minhas bolas, e depois virou pra eu meter de ladinho. Dessa vez a gente durou umas horas, entre beijos, gemidos, suor e palavras quentes. Ela pediu pra eu gozar dentro, e foi o que eu fiz, segurando ela pela cintura enquanto sentia ela me espremer até tirar tudo. Depois disso, a gente ficou deitado, conversando, quase sem roupa. — Sabe de uma coisa, Andrés? — ela disse, acariciando meu peito — Nunca pensei que ia gostar tanto disso com você. Me sinto viva, desejada, como se tivesse voltado a ter vinte anos. — E eu com você sinto uma coisa que não se compara a nenhuma novinha — falei, olhando pra ela, enquanto passava a mão na cintura dela. Mariela riu baixinho. — E olha que você ainda não me provou por completo… — Como assim? Ela chegou perto do meu ouvido e sussurrou: — Um dia você vai meter essa pica no meu cu, e vai se apaixonar ainda mais. Mas tudo no seu tempo… Essa frase me deixou louco. A partir daí, nossas mensagens ficaram mais intensas, mais explícitas. Ela me mandava áudios contando como se masturbava com os dedos pensando em mim, como se tocava nos biquinhos imaginando minha língua. Eu mandava áudios gemendo, descrevia como batia uma pensando no cheiro dela, naquele gosto da bucetinha peluda dela, nas bundas dela tremendo a cada estocada. A gente se viu mais três vezes. Uma na casa dela, uma num motel simples, e a última… no meu apartamento. Aquela última vez foi especial. Ela me pediu pra vendar os olhos dela, colocá-la de quatro na sala, e cheirá-la, me concentrar no aroma dela. Eu fiz isso. Me perdi entre as pernas dela, lambendo a bunda e a buceta dela sem parar, enquanto ela tremia, com as nádegas abertas, gemendo meu nome com uma voz trêmula: —Andrés, não para, pelo amor de Deus… você tá me matando… eu tô gozando… ai… aiiii… Eu gozei me esfregando, jorrando nas costas dela, ofegando igual um cachorro. Depois disso, Mariela me abraçou forte. Ficamos em silêncio por um bom tempo. Não falamos muito, mas entendemos que o nosso negócio não era só tesão. Tinha uma conexão antiga, uma confiança que dava um sabor especial a tudo. Antes de ir embora, ela me beijou devagar e sussurrou no meu ouvido: —Me promete que nunca vai me esquecer, mesmo que o tempo passe… Eu segurei o rosto dela, olhei bem nos olhos dela e respondi: —Impossível, Mariela… desde pivete eu tenho você na cabeça. Agora também tenho você no corpo. Ela sorriu, com aqueles olhos que já não eram só de amiga da família… e foi embora com o passo suave, deixando o cheiro do corpo dela em cada canto. Passaram-se uns dias sem a gente se ver. Só mensagens esporádicas, indiretas e um ou outro áudio onde ela dizia que se tocava pensando em mim. Mas tinha algo pendente… algo que desde aquela frase no meu ouvido me deixava obcecado: a bunda dela. Uma tarde, sem mais rodeios, escrevi pra ela: —Mariela… lembra do que você me disse da última vez? Ela demorou pra responder. Depois me mandou uma foto. Tava deitada de bruços, completamente nua, com as nádegas abertas usando uma mão, e no meio de tudo, a bucetinha peluda dela e aquela bunda provocante que parecia pedir pra eu encher. —Isso responde sua pergunta? Eu me toquei na hora, olhando pra ela, ofegando baixinho. —Quero fazer isso com você, Mari… do jeito que você falou. Com calma, com respeito, mas com toda a vontade do mundo. Quero te estrear por aí… Ela respondeu quase na hora: —Então vem amanhã. Vou me preparar pra você. Não toma nada antes, porque esse pipí, quero tudinho dentro. Dormi pouco naquela noite. E quando cheguei na casa dela no dia seguinte, o clima já tava pesado. Ela me abriu de roupão, com o cabelo solto e um cheiro de óleo essencial que me deixou louco. No quarto, já tinha vela acesa, música suave, lubrificante no criado-mudo… e na cama, uma toalha estendida. Ela me olhou com aquele sorriso que eu conhecia tão bem. — Hoje você vai lembrar de mim pra sempre, Andrés.

A gente se beijou devagar. Fui tirando o roupão dela aos poucos, enquanto minhas mãos percorriam as costas, o quadril, a bunda firme dela. Me ajoelhei na frente dela e comecei a chupar a buceta peluda com fome, enquanto ela se agarrava na minha cabeça com as pernas tremendo. — Assim, pai… ai, assim mesmo. Que gostoso você come… me molha toda…

Depois, coloquei ela de quatro. Abri a bunda dela e cuspi de leve no cuzinho, massageando com o dedo, enquanto continuava chupando ela por baixo. Ela gemia baixinho, mordendo os lábios. — Tem certeza, Mari? Ela só balançou a cabeça e falou: — Só mete devagar… que eu te dou com a alma.

Com cuidado, fui entrando. Primeiro a pontinha, com lubrificante, acariciando a bunda dela e sussurrando no ouvido. Depois, mais fundo, sentindo o corpo dela se apertar, como ela recebia com amor e tesão misturados. — Ai, Andrés… que gostoso que é. Você tá me preenchendo toda…

Eu tava ofegante, perdido naquela sensação diferente, nova. Segurava o quadril dela, beijava as costas, falava coisas no ouvido: — Você tá divina, Mari. Que rabo gostoso. Nunca senti nada assim. Juro que você me deixa louco…

Ela pedia pra eu não parar, pra meter mais. Gozou primeiro que eu, tremendo, molhando a toalha. E quando eu não aguentei mais, gozei dentro daquele cu quentinho, apertado, enquanto ela suspirava de olhos fechados.

A gente ficou deitado, suado, satisfeito. — Agora eu entendo por que às vezes tem coisa que a gente não planeja, mas o corpo pede… — ela falou entre risadas. — E o meu tava te procurando faz tempo, Mari. A gente se deu. Um beijo suave, com respeito, com carinho. E antes de eu pegar no sono, ela sussurrou pra mim: — Da próxima vez… quero que a gente faça no sofá, enquanto eu te vejo bater uma e eu me toco também. Quero explorar contigo, sem medo. E eu só pensei em como era sortudo de ter ela assim: madura, ousada, entregue… com história e muito tesão acumulado.

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