Capítulo VI
Não vou aborrecer o leitor contando como, um dia, me encontrei confortavelmente escondida na pessoa do bom padre Clement, nem vou fazer uma pausa aqui para explicar por que estava presente quando esse respeitável eclesiástico recebeu e confessou uma encantadora e elegante daminha de uns vinte anos de idade.
Pela conversa que tiveram, logo descobri que a dama, embora muito bem relacionada, não tinha título nobiliário e era casada com um dos terratenentes mais ricos da vizinhança.
Os nomes não têm importância aqui. Portanto, omito o dessa bela penitente.
Depois que o confessor lhe deu a bênção e concluiu o sacramento, que o tornou depositário dos segredos mais íntimos da dama, ele a conduziu de bom grado da nave da igreja até a sacristia apertada onde Cielo Riveros tinha recebido sua lição sobre a cópula santificada.
Trancou a porta, não perdeu um segundo: a dama se despiu do vestido, o fornido confessor abriu a batina revelando sua arma enorme, a glande cor de rubi agora se erguia no ar, dilatada e ameaçadora. Assim que a dama percebeu essa aparição, fixou os olhos no membro com o ar de quem não era a primeira vez que provava daquele objeto de prazer.
Sua mão delicada acariciou suavemente o pilar ereto de músculo duro, e seus olhos devoraram suas longas e inchadas proporções.
— Vai meter por trás — apontou a dama —, de quatro, mas tem que tomar muito cuidado, é temivelmente grande!
Os olhos do padre Clement brilharam sob sua vasta cabeleira ruiva, e seu enorme instrumento deu um pulo que levantaria uma cadeira.
Em um segundo, a daminha já estava de joelhos no assento, e Clement, aproximando-se por trás, levantou a alva e delicada lingerie e deixou à mostra um traseiro roliço e bem torneada
sob a qual, meio escondido pelas
coxas rechonchudas, mal se viam os lábios vermelhos de uma
deliciosa fenda, viçosa e sombreada pela vasta vegetação
de um lindo pelo castanho que se encaracolava ao redor dela.
Clemente não precisava de mais estímulo; após cuspir
na cabeça do seu grande pau, levou a glande até os lábios
umedecidos, e com várias investidas e muito esforço,
se esforçou para enfiá-lo até as bolas.
Penetrou mais e mais, até dar a impressão de que a
linda gostosa não tinha como aguentar mais nada
sem perigo para suas partes vitais. Enquanto isso, o rosto da
dama denunciava a emoção extraordinária que o
gigantesco aríete lhe causava.
Logo o padre Clemente parou. Tinha entrado até
as bolas. Seu pelo ruivo e ralo grudava nas bundudas
nádegas da dama. Ela tinha a rola alojada em todo
o seu comprimento. Em seguida, aconteceu uma foda
que fez tremer consideravelmente o banco e toda a
mobília do aposento.
Com os braços em volta da linda dama que
possuía, o sensual sacerdote se enfiava mais e mais a cada
investida, e puxava o pau só até a metade, para
levá-lo melhor até o alvo. A dama tremia com as
sensações deliciosas que a dilatação tão vigorosa
lhe proporcionava; depois fechou os olhos, jogou a cabeça
para trás e soltou sobre o invasor um jorro quente
daquela essência da natureza.
Enquanto isso, o padre Clemente manobrava na buceta
quente, com o que sua arma avantajada ficava mais dura e
forte, até parecer uma barra de ferro maciço.
Mas todas as coisas têm um fim, e também teve o
prazer do bom padre, pois depois de empurrar, lutar,
apertar e bater com sua rola furiosa até que nem
ele conseguiu mais se segurar, sentiu que estava prestes a
descarregar sua arma, levando assim a questão ao seu ápice.
Ela gozou quando, com um agudo grito de êxtase, caiu
sobre o corpo da dama, seu membro enterrado até a
raiz, e derramou um prolífico jorro de porra em seu
próprio útero. Em breve tudo havia terminado, o último
espasmo tinha ficado para trás, a última gota fumegante
tinha sido emitida e Clement jazia como morto.
Não deve imaginar
o leitor que o bom padre Clement
tinha ficado satisfeito com a única investida que, com efeito
tão excelente, acabara de dar; nem que a dama, cujo
desregramento tão poderosamente tinha sido mitigado, pensava
abster-se de toda diversão posterior. Ao contrário, essa
cópula só tinha reavivado as faculdades latentes de ambos para
a sensualidade, e agora de novo buscavam aliviar a
chama ardente da luxúria.
A dama caiu de
costas; seu rival membrudo se lançou
sobre ela, e introduzindo seu aríete até que os pelos de
ambos se juntaram, voltou a gozar e encheu seu útero com um
jorro viscoso.
Ainda insatisfeitos,
o casal desenfreado continuou com
seu passatempo excitante.
Dessa vez Clement
se deitou de barriga para cima e a dama, ao
mesmo tempo que brincava lascivamente com seus enormes
genitais, pegou o volumoso bálano vermelho entre seus lábios
rosados, e após estimulá-lo com toques enlouquecedores
até que alcançasse uma tensão suprema, provocou com avidez
uma descarga de seu fluxo fecundo, que, grosso e quente,
entrou a jorros em sua bela boca e ela o engoliu.
Depois a dama,
cujo vício igualava ao menos o de seu confessor,
sentou-se montada sobre seu corpo musculoso, e
após obter outra enorme e resoluta ereção, desceu sobre
o astil palpitante, empalando sua bela figura sobre a massa de
carne e músculo até que nada ficou à vista,
exceto as grandes bolas que pendiam apertadas
debaixo da arma ereta. Desse modo conseguiu de Clement
uma quarta descarga, e envolta no aroma da excessiva
efusão de sêmen, assim como fatigada devido à duração incomum da diversão, a dama desapareceu para refletir à vontade sobre as proporções monstruosas e as capacidades inusitadas do seu gigantesco confessor.
Capítulo VII
Céu Riveros tinha uma amiga, uma moça alguns meses mais velha que ela, filha de um cavalheiro abastado que morava perto do Sr. Verbouc. Julia era, no entanto, de natureza menos voluptuosa e disposição menos ardente, e, como Céu Riveros logo descobriu, não estava madura o suficiente para entender os sentimentos passionais nem os instintos intensos que incitam ao prazer.
Julia era um pouco mais alta que sua jovem amiga, um pouco menos cheinha, mas com sua figura perfeita e seus traços requintados, parecia ter nascido para deleitar o olhar e encantar o coração de um artista.
Seria de se supor que uma pulga não pode descrever a beleza de uma pessoa, nem mesmo daquelas de quem se alimenta. A única coisa que sei é que Julia era um prazer suculento para mim, e um dia também seria para alguém do sexo masculino, pois tinha um corpo feito para despertar os desejos dos mais insensíveis e seduzir com seus gestos graciosos e sua cintura deliciosa os mais exigentes adoradores de Vênus.
O pai de Julia possuía, como eu disse, recursos fartos; sua mãe era uma mulher apagada e bobinha que se importava muito pouco com a filha; na verdade, não se importava com nada além dos deveres religiosos, aos quais dedicava boa parte do seu tempo, e das visitas às velhas devotas da vizinhança, que fortaleciam ainda mais suas inclinações.
O Sr. Delmont era relativamente jovem. Homem robusto, amava a vida, e já que sua piedosa cara-metade estava ocupada demais para lhe proporcionar o consolo matrimonial que o pobre homem tinha direito de esperar, ele procurava em outro lugar.
O Sr. Delmont tinha uma amante: uma jovem linda que, pelo que deduzi, se mostrava por sua vez mal disposta a se contentar, como costumam fazer as da sua laia, com seu protetor endinheirado.
O Sr. Delmont de modo algum limitava suas atenções à sua amante; seus costumes eram erráticos e seus gostos decididamente eróticos.
Nessas circunstâncias, não era de estranhar que ele tivesse de olho na bela figura em formação da amiga de sua filha, Cielo Riveros. Já havia encontrado ocasião de apertar sua linda mão enluvada, de beijar — é claro, de um modo adequadamente paternal — a testa alva, e até de pousar a mão trêmula — de maneira totalmente acidental — sobre as coxas roliças.
Na verdade, Cielo Riveros, mais sensata e muito mais experiente que a maioria das garotas de sua tenra idade, sabia que o homem só esperava uma oportunidade para levar a questão até o último extremo.
Isso era exatamente o que Cielo Riveros teria adorado, mas era alvo de uma vigilância apertada, e o recente e vergonhoso relacionamento no qual mal havia começado a se aventurar ocupava todos os seus pensamentos.
O padre Ambrose, por outro lado, estava plenamente ciente da necessidade de se mostrar cauteloso, e o bom homem não perdia oportunidade, enquanto a mocinha estava no confessionário, de fazer perguntas diretas e pertinentes sobre sua conduta com outros e sobre a conduta destes com sua penitente. Foi assim que Cielo Riveros veio a confessar ao seu guia espiritual os sentimentos que os avanços românticos do Sr. Delmont haviam despertado nela.
O padre Ambrose lhe deu bons conselhos e imediatamente colocou Cielo Riveros na tarefa de chupar seu pau.
Uma vez terminado esse delicioso episódio, e retirados os restos do gozo, o digno varão, com sua astúcia habitual, refletiu sobre o que acabara de descobrir. E não passou muito tempo antes que seu cérebro sensual e vicioso concebesse um plano audacioso e criminoso do qual eu, humilde inseto, nunca conheci igual. Claro, ela tinha decidido na mesma hora que a jovem Júlia acabaria sendo dela — isso era o mais natural —, mas pra alcançar esse fim e se divertir ao mesmo tempo com a paixão que, claramente, o Sr. Delmont sentia por Céu Riveros, ela almejava uma dupla consumação através de uma estratégia das mais descaradas e horríveis, e que o leitor vai entender conforme a gente avança.
A primeira coisa era esquentar a imaginação da linda Júlia e despertar nela os fogos adormecidos da luxúria.
O bom padre encarregou essa nobre tarefa a Céu Riveros, que, devidamente instruída, prometeu obediência de bom grado.
Desde que o gelo quebrou no caso dela, Céu Riveros, pra falar a verdade, não queria nada mais do que transformar Júlia em alguém tão culpada quanto ela mesma. Então, ela botou a mão na massa pra corromper a jovem amiga. Daqui a pouco a gente vai ver até que ponto ela conseguiu.
Mal tinham passado uns dias desde que a jovem Céu Riveros se iniciou nas delícias do crime incestuoso que já contamos, e desde então a moça não tinha tido nenhuma outra experiência, já que o Sr. Verbouc tinha sido chamado pra longe de casa. No fim, porém, ele voltou, e Céu Riveros se viu pela segunda vez sozinha e tranquila com o tio e o padre Ambrose.
A tarde tava fria, mas um aquecedor dava um calor gostoso no aposento luxuoso, enquanto os sofás e otomanas macios e elásticos que mobiliavam o lugar convidavam pra um descanso preguiçoso. Na luz brilhante de um lampião deliciosamente perfumado, os dois homens pareciam devotos exibidos de Baco e Vênus, porque descansavam quase nus e tinham acabado de dar conta de uma comida suntuosa.
Quanto a Céu Riveros, ela se superou em beleza. Vestida com uma camisola encantadora, ela meio mostrava, meio escondia as gostosuras ainda brotando das quais podia muito bem se orgulhar.
Os braços deliciosamente torneados, as pernas macias cobertas de seda, os seios pulsantes, onde apareciam duas tetinhas perfeitamente formadas, com os bicos como morangos, o tornozelo elegante e o pezinho minúsculo, calçado em seu sapatinho justo: essas e outras belezas emprestavam seus diversos encantos para formar um conjunto delicado e cativante que teria embriagado as deidades caprichosas e do qual dois mortais lascivos agora se preparavam para gozar.
Não foi preciso muito para espicaçar ainda mais os desejos infames e irregulares dos dois homens, que agora, com os olhos vermelhos de tesão, contemplavam à vontade o esplêndido banquete que os aguardava.
Eles haviam combinado que nada os interrompesse, e ambos buscavam com carícias lascivas saciar as ânsias, concebidas em sua imaginação, de apalpar o que viam.
Incapaz de conter seu afã, o tio sensual estendeu a mão e, ao mesmo tempo que puxava para si sua linda sobrinha, deixou que seus dedos vagassem entre as pernas dela. Quanto ao padre, ele se apossou do busto tenro e viçoso dela e enterrou o rosto nele.
Nenhum deles permitiu que qualquer consideração sobre recato interferisse em seu prazer, e os membros dos dois homens fortes estavam completamente à mostra e se mantinham eretos e excitados, as cabeças vermelhas e brilhantes por causa da tensão do sangue e do músculo que escondiam.
— Ah, como eles me tocam! — murmurou Céu Riveros, abrindo involuntariamente as coxas brancas para a mão trêmula de seu tio enquanto Ambrose quase a sufocava com seus lábios grossos ao roubar beijos deliciosos de sua boca de rubi.
Em pouco tempo, a mão complacente de Céu Riveros segurava na palma quente o pau ereto do vigoroso padre.
— Ah, docinha, não acha ele grande? E não arde para derramar seu leite dentro de você? Ai, minha filha, como você me excita! Essa mão, essa mãozinha... Ah! Morro de vontade de enfiar ele nessa sua barriguinha macia. Beija-me, Cielo Riveros! Verbouc,
olha como a sua sobrinha me excita.
— Santa mãe, que pau! Olha que cabeça enorme, Cielo Riveros.
Como brilha, que haste longa e branca, e como se curva
pra cima, igual uma cobra pronta pra picar a vítima.
Olha, Cielo Riveros, já tá formando uma gotinha na ponta.
— Ah, como tá dura! Como pulsa! Como se mexe!
Mal consigo segurar. Você me mata com esses beijos,
tá sugando minha vida.
Mister Verbouc se adiantou, mostrando de novo
sua arma, ereta e vermelha como rubi, com a cabeça
descapuzada e molhada.
Os olhos de Cielo Riveros brilharam diante da perspectiva.
— Precisamos organizar nossos prazeres, Cielo Riveros — disse o tio
—. Temos que tentar prolongar nossos êxtases o máximo possível.
Ambrose tá queimando de desejo; que animal esplêndido ele tem, que membro!
É dotado igual um jumento! Ah, minha sobrinha, minha filha, isso vai alargar sua bucetinha,
vai se enterrar em você até o fundo, e depois de um longo processo
vai despejar um torrente de porra pro seu prazer!
— Que felicidade! — murmurou Cielo Riveros —. Mal posso esperar pra ter ele
dentro de mim até a cintura.
— Sim, sim; não apresse demais o final delicioso; deixa que
todos nós cuidemos disso.
Ela ia responder, mas naquele momento entrou na boca dela
o bulbo vermelho do negócio do Mister Verbouc.
Cielo Riveros recebeu entre seus lábios de coral a coisa rígida e
palpitante com toda a avidez, e deixou a cabeça
e o tronco entrarem até onde conseguiu acomodar. Lambeu
todo o contorno com a língua; até tentou enfiar à força
a ponta dela na abertura vermelha do topo. Tava excitada,
fora de si. As bochechas ardiam, respirava
de forma ansiosa e espasmódica. A mão dela ainda segurava
o membro do padre safado. A bucetinha apertada pulsava de
prazer só de pensar no que viria a seguir.
Podia ter continuado fazendo cócegas, esfregando e excitando a grossa ferramenta do lascivo Ambrose,
mas o digno varão fez sinal para ela parar.
—Espera um momento, Céu Riveros —suspirou—. Se continuar assim,
vai fazer o leite jorrar.
Céu Riveros soltou o enorme e branco fuste e se recostou para que
seu tio pudesse manobrar à vontade entrando e saindo de sua
boca. Enquanto isso, seu olhar devorava com avidez as
enormes proporções de Ambrose.
Céu Riveros nunca tinha provado uma piroca com tanto prazer
como fazia agora com a respeitável arma do seu tio. Por isso,
aplicava seus lábios nela com imensa vontade, e chupava
com gula a umidade que de vez em quando brotava da
ponta. Mister Verbouc estava em êxtase com seus
serviços complacentes.
O sacerdote se ajoelhou, e enfiando sua
cabeça raspada entre as pernas de Mister Verbouc, que estava
de pé na frente da sobrinha, abriu as coxas roliças da moça,
e ao mesmo tempo que separava os lábios rosados de sua delicada
fenda com os dedos, enfiou a língua e cobriu as
jovens e excitadas partes com seus lábios grossos.
Céu Riveros estremeceu de prazer: o pau do tio endureceu ainda mais
e ele investiu firme e viciosamente contra sua linda boca. A
moça levou uma mão até as bolas dele e as apertou
docemente. Descabelou o fuste quente e o chupou com
evidente deleite.
—Deixa gozar —disse Céu Riveros, tirando por um
momento o brilhante botão da boca para falar
e respirar—. Deixa gozar, tio, adoraria
saborear o leite.
—Assim fará,
querida minha, mas ainda não, não devemos
nos apressar.
—Ah, como me chupa, como me lambe sua língua, padre
Ambrose. Estou em chamas, você está me matando!
—Ahá, Céu
Riveros, agora você só sente prazer, se reconciliou
com os gozos da nossa relação incestuosa —
acrescentou Mister Verbouc.
—Claro que
sim, querido tio. Enfia a piroca de novo na minha boca.
—Ainda não. CieloRiveros, amor meu.
—Não me faça esperar muito. Tô ficando louca.
Padre, padre! Ai, ele vem na minha direção, tá se preparando pra me foder. Mãe santa! Que pau! Misericórdia! Ele vai me partir no meio!
Ambrose, esporrado até a fúria pela tarefa deliciosa que o mantivera ocupado, atingiu uma excitação excessiva pra ficar parado, e aproveitando que Mister Verbouc tinha se afastado por um momento, se levantou e deitou a linda jovem no sofá macio.
Verbouc agarrou o pênis formidável do devoto padre e, depois de apalpar um par de vezes, puxar o prepúcio macio que rodeava a glande em forma de ovo e direcionar a cabeça larga e ardente pra fenda rosada, instou ele a meter com vigor na barriga de Cielo Riveros, que tava deitada na frente dele.
A umidade das partes da menina facilitou a entrada da cabeça e do tronco, e a arma do sacerdote ficou rapidamente submersa. Depois vieram investidas vigorosas, e com luxúria feroz no semblante e pouca piedade pela juventude da vítima, Ambrose a fodeu com entusiasmo. A excitação de Cielo Riveros anulou toda sensação de dor, então ela abriu o máximo que pôde suas lindas pernas e deixou ele se esbaldar tanto quanto queria.
Dos lábios entreabertos de Cielo Riveros escapou um gemido forte de êxtase ao sentir que a arma enorme, dura como ferro, apertava seu útero e o dilatava com seu volume imenso.
Mister Verbouc, de pé perto do casal excitado, e sem perder nenhum detalhe da cena safada, colocou o próprio membro, quase tão vigoroso, na mão trêmula da sobrinha.
Assim que Ambrose notou que tinha se enfiado com firmeza no corpo lindo que tinha debaixo, conteve a ansiedade, e pedindo ajuda da maravilhosa faculdade de autocontrole que possuía em grau tão extraordinário, passou as mãos trêmulas pelas coxas da garota, tirou a batina e deixou com a barriga peluda à mostra, com a qual, a cada investida profunda, esfregava a macia monte da jovem.
Agora, de fato, o padre começou a se dedicar com fervor. Com investidas vigorosas e regulares, enterrou-se na figura tenra que tinha debaixo de si. Atacava apaixonadamente; Cielo Riveros passou os braços em volta do pescoço forte dele. As bolas do eclesiástico batiam como aldrabões contra a bunda roliça dela, a ferramenta dele estava enfiada até
os pelos, que, negros e crespos, cobriam abundantemente sua barriga volumosa.
— Já consegui! Olhe para sua sobrinha, Verbouc. Veja como ela curte as recomendações da Igreja. Ah, que apertada! Como ela me belisca com a bucetinha estreita e pelada!
— Ai, meu queridíssimo! Ai, bom padre, continua fodendo, vou gozar! Empurra, empurra mais. Me mata com ela se quiser, mas continua te mexendo. Assim! Ai, céus. Ah! Ah! Que grande que é! Como você me penetra!
O sofá voltou a balançar consideravelmente e a ranger sob as investidas rápidas de Ambrose.
— Ai, Deus! — gritou Cielo Riveros —, você tá me matando, isso é demais, de verdade, tô morrendo, vou gozar! — e com um grito abafado, a garota explodiu e, pela segunda vez, inundou o membro grosso que a forjava tão deliciosamente como se fosse ferro.
A pica comprida se esquentou e endureceu ainda mais. A ponta também inchou e a coisa toda parecia pronta para estourar generosamente. A jovem Cielo Riveros gemia palavras incoerentes, das quais a única audível era "foder".
Ambrose, já totalmente preparado e sentindo sua coisa enorme apertada pelas partes tenras da garota, não aguentou mais, e, ao agarrar a bunda de Cielo Riveros com as duas mãos, enterrou-se em toda sua tremenda extensão e descarregou, lançando jorros grossos de porra, um após o outro, dentro da sua parceira de brincadeiras.
Soltou um rugido como o de uma fera selvagem ao sentir que O leite quente jorrava dele em borbotões.
—Ah, aí vem! Tá me inundando. Tô sentindo. Ai, que delícia!
A pica do padre avançava sem piedade nas entranhas de Cielo Riveros, e a cabaça inchada dele continuava injetando a porra leitosa no jovem útero.
—Nossa, que quantidade que ele me deu! —observou Cielo Riveros, enquanto se levantava cambaleante e olhava o fluxo grosso e quente escorrendo pernas abaixo—. Que branco e escorregadio que é!
Era exatamente a brecha que o tio dela mais queria, e então ele foi com calma e aproveitou a situação. Viu as lindas meias de seda completamente encharcadas; enfiou os dedos entre os lábios rosados da bucetinha tenra dela e espalhou pela barriga e coxas lisas o sêmen que escorria.
Depois de colocar a sobrinha na posição certa na frente dele, Mister Verbouc mostrou mais uma vez o campeão duro e peludo, e excitado pelas circunstâncias excepcionais que tanto o deleitavam, olhou com um tesão urgente pras partes tenras da jovem Cielo Riveros, completamente cobertas pela gozada do padre e ainda pingando gotas grossas e abundantes do fluxo fértil dele.
Cielo Riveros, como ele pediu, abriu as pernas o máximo que pôde. Ansioso, o tio dela se posicionou nu entre as coxas jovens e roliças dela.
—Aguenta, minha sobrinha querida. Minha pica não é tão grossa nem tão comprida quanto a do padre Ambrose, mas eu sei muito bem como foder, e depois você me diz se a porra do seu tio não é tão grossa e acre quanto a do eclesiástico. Olha como ela tá dura.
—Ah, como você me faz desejar ela! —disse Cielo Riveros—. Já tô vendo seu aparelho querido esperando a vez; como ele tá vermelho! Mete, tio querido, já tô pronta de novo, e o bom padre Ambrose lubrificou bem o caminho pra você.
O membro, já maduro e com a cabaça avermelhada, tocou os lábios entreabertos, tão escorregadios quanto dispostos; o A glande entrou de uma vez, o enorme fuste seguiu na mesma hora, e com umas poucas estocadas firmes, logo o parente exemplar estava enterrado até o saco na barriga da sobrinha, podendo se refestelar na farta evidência do gozo ímpio anterior da moça com o padre Ambrose.
— Meu querido tio! — exclamou a garota —, lembre-se de quem você está fodendo! Não é qualquer desconhecida, é a filha do seu irmão, sua própria sobrinha. Então me foda, tio! Enfie toda a sua pica dura! Me foda! Ah, sim, fode, fode até sua substância incestuosa jorrar dentro de mim... Ah, ah! Oh! — E subjugada pelas ideias lascivas que evocava, Cielo Riveros, para grande alegria do tio, soltou as rédeas da sensualidade mais desenfreada.
O homem tenaz, feliz por poder satisfazer seus prazeres favoritos, desferia estocadas rápidas e intensas. Apesar de a fenda da sua bela adversária estar encharcada, era, no entanto, tão pequena e apertada por natureza que ele se viu comprimido do jeito mais delicioso pela abertura justa, e seu prazer aumentou rapidamente.
Verbouc se erguia e se lançava sobre o corpo delicioso da sua jovem sobrinha; cravava-se ferozmente a cada investida, e Cielo Riveros se agarrava a ele com a tenacidade da luxúria ainda insatisfeita. O pau dele estava cada vez mais duro e quente.
A excitação logo se tornou quase insuportável. A própria Cielo Riveros curtia o encontro incestuoso ao máximo. Por fim, com um gemido, Mister Verbouc caiu sobre a sobrinha e gozou, enquanto o fluxo quente jorrava dele em golfadas e voltava a inundar o útero dela. Cielo Riveros também atingiu o clímax, e ao mesmo tempo em que sentia e acolhia a intensa injeção, dava provas igualmente ardentes do seu prazer.
Depois de culminar a cópula desse jeito, Cielo Riveros pôde fazer as abluções necessárias, e então, após um vinho revigorante para todos, os três se sentaram e planejaram uma trama diabólica. pra conseguir a desonra e o
prazer da linda Julia Delmont.
Cielo Riveros
reconheceu que o Sr. Delmont, sem dúvida, estava
apaixonado por ela, e que a toda vista só buscava uma
oportunidade para encaminhar a questão ao seu objetivo.
O padre Ambrose
confessou que o pau dele ficava
duro só de ouvir o nome da linda
garota. Ele costumava ouvir Julia em confissão, e agora
reconheceu entre risadas que não conseguia evitar de se tocar no
confessionário; o hálito da jovem lhe causava agonias de
desejo sensual, era perfume puro.
O Sr. Verbouc
se declarou igualmente ansioso por
aproveitar as doces guloseimas cuja descrição tinha
inflamado sua luxúria, mas a questão era como colocar em prática
o plano.
— Se eu pegasse ela sem preparo,
estouraria as partes dela —
exclamou o padre Ambrose, exibindo mais uma vez seu
aparelho avermelhado, ainda fumegante e com a prova do seu último
prazer ainda sem retirar.
— Eu não conseguiria
possuí-la em primeiro lugar. Preciso da
excitação de uma cópula prévia — objetou o Sr. Verbouc.
— Gostaria de ver
a garota bem desflorada — disse
Cielo Riveros —.
Contemplarei a operação com prazer, e quando o padre
Ambrose tiver enfiado sua coisa enorme lá dentro
dela, você, tio, poderia me oferecer a sua para
me compensar pelo presente que estamos dando à
linda Julia.
— Sim, isso seria
duplamente delicioso.
— O que é preciso fazer!
— exclamou Cielo Riveros —. Mãe santa,
como sua coisa fica dura de novo, querido padre Ambrose.
— Me ocorre uma
ideia que me provoca uma violenta
ereção só de pensar nela; colocá-la em prática seria o
auge da luxúria, e por consequência do prazer.
— Vamos ouvi-la!
— exclamaram os dois em uníssono.
— Um momento — disse
o eclesiástico, enquanto permitia
que Cielo Riveros
puxasse levemente a capa roxa da sua
ferramenta e lhe fizesse cócegas com a ponta da língua no
orifício molhado —. Escutem. —disse Ambrose—.
O Mister Delmont está apaixonado pela Cielo Riveros. Nós estamos pela filha dela, e a nossa menina, essa que agora tá chupando minha arma, adoraria que a doce Julia estivesse enfiada nela até o fundo, só pra dar mais uma dose de prazer pro seu corpinho perverso e safado. Até aqui, todo mundo concorda. Agora prestem atenção, e por enquanto, Cielo Riveros, deixa minha ferramenta em paz. O plano é o seguinte. Sei que a pequena Julia já não é insensível aos instintos animais dela; na verdade, a pestinha já sente os aguilhões da carne. Um pouco de persuasão e um pouco de mistério farão o resto. Julia vai topar em conseguir alívio das doces pontadas do apetite carnal. Cielo Riveros precisa estimular ela e incentivar a ideia. Enquanto isso, Cielo Riveros pode ir dando esperanças pro querido Delmont. Pode deixar ele se declarar, se quiser; na verdade, isso é necessário pro plano dar certo. Depois, eu entro em cena; vou sugerir que Mister Verbouc é um homem acima de qualquer preconceito vulgar, e que, em troca de uma certa quantia a ser combinada, ele vai entregar a sobrinha, linda e virgem, pros abraços ardentes dele.
—Isso ainda não me convence —começou Cielo Riveros.
—Não vejo aonde o senhor quer chegar —interrompeu Mister Verbouc—. Não vamos ficar mais perto de alcançar nosso objetivo.
—Um momento —continuou o eclesiástico—. Até aqui, todos concordamos: beleza, Cielo Riveros será vendida pro Mister Delmont; vão deixar ele se saciar dos encantos gostosos dela em segredo, ela não vai ver ele, nem ele ela, pelo menos não o rosto, que vai ficar escondido. Vão levar ele pra um quarto agradável, ele vai ver o corpo, completamente nu, de uma jovem linda, vai saber que é a vítima dele e vai se divertir com ela.
—Ou seja, eu! —interrompeu Cielo Riveros—. Pra que todo esse mistério?
O padre Ambrose esboçou um sorriso morbidão.
—Você vai ver, Cielo Riveros, tenha um Um pouco de paciência. Queremos curtir a Julia Delmont. O Sr. Delmont quer curtir você. Só podemos alcançar nosso objetivo se, ao mesmo tempo, evitarmos qualquer escândalo. O Sr. Delmont precisa ser calado; senão, é capaz de pagarmos caro pela violação da filha dele. O que eu planejei é que o safado do Sr. Delmont estupre a própria filha, em vez da Cielo Riveros, e que, depois de limpar o caminho, a gente aproveite pra satisfazer também a nossa lascívia. Se o Sr. Delmont cair na armadilha, podemos contar pra ele sobre o incesto e recompensá-lo com a verdadeira diversão da nossa doce Cielo Riveros, ou agiremos conforme as circunstâncias mandarem.
— Ah, tô quase gozando — gritou o Sr. Verbouc —, minha arma tá prestes a estourar. Que tramoia! Que perspectiva deliciosa!
Os dois homens se levantaram. Cielo Riveros se viu envolta nos braços deles. Duas armas duras e volumosas pressionaram sua figura delicada. Levaram ela até o sofá.
Ambrose se deitou de costas; Cielo Riveros montou em cima dele, pegou o pau de garanhão na mão linda e enfiou na boceta.
O Sr. Verbouc ficou olhando.
Cielo Riveros desceu até que a arma enorme estivesse toda alojada. Depois se deitou sobre o pai fortão e começou uma série de movimentos ondulantes e gostosos.
O Sr. Verbouc via subir e descer a bunda linda dela, que se abria e fechava a cada investida.
Ambrose tinha entrado até o talo, isso era claro, as bolas grandes dele pendiam duras e os lábios grossos da boceta da Cielo Riveros desciam sobre elas cada vez que ela se deixava cair.
A cena foi demais pra ele. O tio virtuoso subiu no sofá, apontou o pau comprido e inchado pro cu da linda Cielo Riveros e, sem quase dificuldade, conseguiu enfiar, apesar do comprimento excepcional, lá dentro.
O cu da sobrinha era redondo e macio como o aveludado, e a pele dela branca como alabastro. Verbouc, no entanto, não perdeu tempo com contemplações. O pau dele já tinha penetrado, e ele sentia a compressão apertada do músculo e a entradinha estreita, que causava um efeito sem igual nele. As duas bucetas, separadas só por uma membrana, se esfregavam uma na outra.
Céu Riveros sentia o efeito enlouquecedor dessa dupla gozada. A excitação ficou tremenda, até que, finalmente, o calor da luta trouxe seu próprio alívio e jorros de leite inundaram a linda Céu Riveros.
Depois disso, Ambrose gozou duas vezes na boca de Céu Riveros, onde o tio dela também soltou o fluxo incestuoso, e esse ápice pôs um ponto final na diversão.
Céu Riveros fez essa operação de um jeito que arrancou os elogios mais calorosos dos parceiros dela.
Sentada na ponta de uma cadeira, recebia um por um, na frente dela, de modo que a arma dura do outro ficava quase na altura dos lábios de coral dela. Então, metendo a glande aveludada na boca, usava as mãos lindas dela pra acariciar, fazer cócegas e excitar a haste e os apêndices. Assim, usou toda a energia nervosa do parceiro de brincadeiras, e com o pau dilatado ao máximo, curtiu essa estimulação safada até que os toques indecentes de Céu Riveros ficaram demais, e entre suspiros de êxtase, a boca e a garganta dela foram de repente inundadas por uma torrente violenta de porra.
A gulosa engoliu tudo; se tivesse oportunidade, teria feito o mesmo uma dúzia de vezes.
Não vou aborrecer o leitor contando como, um dia, me encontrei confortavelmente escondida na pessoa do bom padre Clement, nem vou fazer uma pausa aqui para explicar por que estava presente quando esse respeitável eclesiástico recebeu e confessou uma encantadora e elegante daminha de uns vinte anos de idade.Pela conversa que tiveram, logo descobri que a dama, embora muito bem relacionada, não tinha título nobiliário e era casada com um dos terratenentes mais ricos da vizinhança.
Os nomes não têm importância aqui. Portanto, omito o dessa bela penitente.
Depois que o confessor lhe deu a bênção e concluiu o sacramento, que o tornou depositário dos segredos mais íntimos da dama, ele a conduziu de bom grado da nave da igreja até a sacristia apertada onde Cielo Riveros tinha recebido sua lição sobre a cópula santificada.
Trancou a porta, não perdeu um segundo: a dama se despiu do vestido, o fornido confessor abriu a batina revelando sua arma enorme, a glande cor de rubi agora se erguia no ar, dilatada e ameaçadora. Assim que a dama percebeu essa aparição, fixou os olhos no membro com o ar de quem não era a primeira vez que provava daquele objeto de prazer.
Sua mão delicada acariciou suavemente o pilar ereto de músculo duro, e seus olhos devoraram suas longas e inchadas proporções.
— Vai meter por trás — apontou a dama —, de quatro, mas tem que tomar muito cuidado, é temivelmente grande!
Os olhos do padre Clement brilharam sob sua vasta cabeleira ruiva, e seu enorme instrumento deu um pulo que levantaria uma cadeira.
Em um segundo, a daminha já estava de joelhos no assento, e Clement, aproximando-se por trás, levantou a alva e delicada lingerie e deixou à mostra um traseiro roliço e bem torneada
sob a qual, meio escondido pelas
coxas rechonchudas, mal se viam os lábios vermelhos de uma
deliciosa fenda, viçosa e sombreada pela vasta vegetação
de um lindo pelo castanho que se encaracolava ao redor dela.
Clemente não precisava de mais estímulo; após cuspir
na cabeça do seu grande pau, levou a glande até os lábios
umedecidos, e com várias investidas e muito esforço,
se esforçou para enfiá-lo até as bolas.
Penetrou mais e mais, até dar a impressão de que a
linda gostosa não tinha como aguentar mais nada
sem perigo para suas partes vitais. Enquanto isso, o rosto da
dama denunciava a emoção extraordinária que o
gigantesco aríete lhe causava.
Logo o padre Clemente parou. Tinha entrado até
as bolas. Seu pelo ruivo e ralo grudava nas bundudas
nádegas da dama. Ela tinha a rola alojada em todo
o seu comprimento. Em seguida, aconteceu uma foda
que fez tremer consideravelmente o banco e toda a
mobília do aposento.
Com os braços em volta da linda dama que
possuía, o sensual sacerdote se enfiava mais e mais a cada
investida, e puxava o pau só até a metade, para
levá-lo melhor até o alvo. A dama tremia com as
sensações deliciosas que a dilatação tão vigorosa
lhe proporcionava; depois fechou os olhos, jogou a cabeça
para trás e soltou sobre o invasor um jorro quente
daquela essência da natureza.
Enquanto isso, o padre Clemente manobrava na buceta
quente, com o que sua arma avantajada ficava mais dura e
forte, até parecer uma barra de ferro maciço.
Mas todas as coisas têm um fim, e também teve o
prazer do bom padre, pois depois de empurrar, lutar,
apertar e bater com sua rola furiosa até que nem
ele conseguiu mais se segurar, sentiu que estava prestes a
descarregar sua arma, levando assim a questão ao seu ápice.
Ela gozou quando, com um agudo grito de êxtase, caiu
sobre o corpo da dama, seu membro enterrado até a
raiz, e derramou um prolífico jorro de porra em seu
próprio útero. Em breve tudo havia terminado, o último
espasmo tinha ficado para trás, a última gota fumegante
tinha sido emitida e Clement jazia como morto.
Não deve imaginar
o leitor que o bom padre Clement
tinha ficado satisfeito com a única investida que, com efeito
tão excelente, acabara de dar; nem que a dama, cujo
desregramento tão poderosamente tinha sido mitigado, pensava
abster-se de toda diversão posterior. Ao contrário, essa
cópula só tinha reavivado as faculdades latentes de ambos para
a sensualidade, e agora de novo buscavam aliviar a
chama ardente da luxúria.
A dama caiu de
costas; seu rival membrudo se lançou
sobre ela, e introduzindo seu aríete até que os pelos de
ambos se juntaram, voltou a gozar e encheu seu útero com um
jorro viscoso.
Ainda insatisfeitos,
o casal desenfreado continuou com
seu passatempo excitante.
Dessa vez Clement
se deitou de barriga para cima e a dama, ao
mesmo tempo que brincava lascivamente com seus enormes
genitais, pegou o volumoso bálano vermelho entre seus lábios
rosados, e após estimulá-lo com toques enlouquecedores
até que alcançasse uma tensão suprema, provocou com avidez
uma descarga de seu fluxo fecundo, que, grosso e quente,
entrou a jorros em sua bela boca e ela o engoliu.
Depois a dama,
cujo vício igualava ao menos o de seu confessor,
sentou-se montada sobre seu corpo musculoso, e
após obter outra enorme e resoluta ereção, desceu sobre
o astil palpitante, empalando sua bela figura sobre a massa de
carne e músculo até que nada ficou à vista,
exceto as grandes bolas que pendiam apertadas
debaixo da arma ereta. Desse modo conseguiu de Clement
uma quarta descarga, e envolta no aroma da excessiva
efusão de sêmen, assim como fatigada devido à duração incomum da diversão, a dama desapareceu para refletir à vontade sobre as proporções monstruosas e as capacidades inusitadas do seu gigantesco confessor.
Capítulo VII
Céu Riveros tinha uma amiga, uma moça alguns meses mais velha que ela, filha de um cavalheiro abastado que morava perto do Sr. Verbouc. Julia era, no entanto, de natureza menos voluptuosa e disposição menos ardente, e, como Céu Riveros logo descobriu, não estava madura o suficiente para entender os sentimentos passionais nem os instintos intensos que incitam ao prazer.
Julia era um pouco mais alta que sua jovem amiga, um pouco menos cheinha, mas com sua figura perfeita e seus traços requintados, parecia ter nascido para deleitar o olhar e encantar o coração de um artista.
Seria de se supor que uma pulga não pode descrever a beleza de uma pessoa, nem mesmo daquelas de quem se alimenta. A única coisa que sei é que Julia era um prazer suculento para mim, e um dia também seria para alguém do sexo masculino, pois tinha um corpo feito para despertar os desejos dos mais insensíveis e seduzir com seus gestos graciosos e sua cintura deliciosa os mais exigentes adoradores de Vênus.
O pai de Julia possuía, como eu disse, recursos fartos; sua mãe era uma mulher apagada e bobinha que se importava muito pouco com a filha; na verdade, não se importava com nada além dos deveres religiosos, aos quais dedicava boa parte do seu tempo, e das visitas às velhas devotas da vizinhança, que fortaleciam ainda mais suas inclinações.
O Sr. Delmont era relativamente jovem. Homem robusto, amava a vida, e já que sua piedosa cara-metade estava ocupada demais para lhe proporcionar o consolo matrimonial que o pobre homem tinha direito de esperar, ele procurava em outro lugar.
O Sr. Delmont tinha uma amante: uma jovem linda que, pelo que deduzi, se mostrava por sua vez mal disposta a se contentar, como costumam fazer as da sua laia, com seu protetor endinheirado.
O Sr. Delmont de modo algum limitava suas atenções à sua amante; seus costumes eram erráticos e seus gostos decididamente eróticos.
Nessas circunstâncias, não era de estranhar que ele tivesse de olho na bela figura em formação da amiga de sua filha, Cielo Riveros. Já havia encontrado ocasião de apertar sua linda mão enluvada, de beijar — é claro, de um modo adequadamente paternal — a testa alva, e até de pousar a mão trêmula — de maneira totalmente acidental — sobre as coxas roliças.
Na verdade, Cielo Riveros, mais sensata e muito mais experiente que a maioria das garotas de sua tenra idade, sabia que o homem só esperava uma oportunidade para levar a questão até o último extremo.
Isso era exatamente o que Cielo Riveros teria adorado, mas era alvo de uma vigilância apertada, e o recente e vergonhoso relacionamento no qual mal havia começado a se aventurar ocupava todos os seus pensamentos.
O padre Ambrose, por outro lado, estava plenamente ciente da necessidade de se mostrar cauteloso, e o bom homem não perdia oportunidade, enquanto a mocinha estava no confessionário, de fazer perguntas diretas e pertinentes sobre sua conduta com outros e sobre a conduta destes com sua penitente. Foi assim que Cielo Riveros veio a confessar ao seu guia espiritual os sentimentos que os avanços românticos do Sr. Delmont haviam despertado nela.
O padre Ambrose lhe deu bons conselhos e imediatamente colocou Cielo Riveros na tarefa de chupar seu pau.
Uma vez terminado esse delicioso episódio, e retirados os restos do gozo, o digno varão, com sua astúcia habitual, refletiu sobre o que acabara de descobrir. E não passou muito tempo antes que seu cérebro sensual e vicioso concebesse um plano audacioso e criminoso do qual eu, humilde inseto, nunca conheci igual. Claro, ela tinha decidido na mesma hora que a jovem Júlia acabaria sendo dela — isso era o mais natural —, mas pra alcançar esse fim e se divertir ao mesmo tempo com a paixão que, claramente, o Sr. Delmont sentia por Céu Riveros, ela almejava uma dupla consumação através de uma estratégia das mais descaradas e horríveis, e que o leitor vai entender conforme a gente avança.
A primeira coisa era esquentar a imaginação da linda Júlia e despertar nela os fogos adormecidos da luxúria.
O bom padre encarregou essa nobre tarefa a Céu Riveros, que, devidamente instruída, prometeu obediência de bom grado.
Desde que o gelo quebrou no caso dela, Céu Riveros, pra falar a verdade, não queria nada mais do que transformar Júlia em alguém tão culpada quanto ela mesma. Então, ela botou a mão na massa pra corromper a jovem amiga. Daqui a pouco a gente vai ver até que ponto ela conseguiu.
Mal tinham passado uns dias desde que a jovem Céu Riveros se iniciou nas delícias do crime incestuoso que já contamos, e desde então a moça não tinha tido nenhuma outra experiência, já que o Sr. Verbouc tinha sido chamado pra longe de casa. No fim, porém, ele voltou, e Céu Riveros se viu pela segunda vez sozinha e tranquila com o tio e o padre Ambrose.
A tarde tava fria, mas um aquecedor dava um calor gostoso no aposento luxuoso, enquanto os sofás e otomanas macios e elásticos que mobiliavam o lugar convidavam pra um descanso preguiçoso. Na luz brilhante de um lampião deliciosamente perfumado, os dois homens pareciam devotos exibidos de Baco e Vênus, porque descansavam quase nus e tinham acabado de dar conta de uma comida suntuosa.
Quanto a Céu Riveros, ela se superou em beleza. Vestida com uma camisola encantadora, ela meio mostrava, meio escondia as gostosuras ainda brotando das quais podia muito bem se orgulhar.
Os braços deliciosamente torneados, as pernas macias cobertas de seda, os seios pulsantes, onde apareciam duas tetinhas perfeitamente formadas, com os bicos como morangos, o tornozelo elegante e o pezinho minúsculo, calçado em seu sapatinho justo: essas e outras belezas emprestavam seus diversos encantos para formar um conjunto delicado e cativante que teria embriagado as deidades caprichosas e do qual dois mortais lascivos agora se preparavam para gozar.
Não foi preciso muito para espicaçar ainda mais os desejos infames e irregulares dos dois homens, que agora, com os olhos vermelhos de tesão, contemplavam à vontade o esplêndido banquete que os aguardava.
Eles haviam combinado que nada os interrompesse, e ambos buscavam com carícias lascivas saciar as ânsias, concebidas em sua imaginação, de apalpar o que viam.
Incapaz de conter seu afã, o tio sensual estendeu a mão e, ao mesmo tempo que puxava para si sua linda sobrinha, deixou que seus dedos vagassem entre as pernas dela. Quanto ao padre, ele se apossou do busto tenro e viçoso dela e enterrou o rosto nele.
Nenhum deles permitiu que qualquer consideração sobre recato interferisse em seu prazer, e os membros dos dois homens fortes estavam completamente à mostra e se mantinham eretos e excitados, as cabeças vermelhas e brilhantes por causa da tensão do sangue e do músculo que escondiam.
— Ah, como eles me tocam! — murmurou Céu Riveros, abrindo involuntariamente as coxas brancas para a mão trêmula de seu tio enquanto Ambrose quase a sufocava com seus lábios grossos ao roubar beijos deliciosos de sua boca de rubi.
Em pouco tempo, a mão complacente de Céu Riveros segurava na palma quente o pau ereto do vigoroso padre.
— Ah, docinha, não acha ele grande? E não arde para derramar seu leite dentro de você? Ai, minha filha, como você me excita! Essa mão, essa mãozinha... Ah! Morro de vontade de enfiar ele nessa sua barriguinha macia. Beija-me, Cielo Riveros! Verbouc,
olha como a sua sobrinha me excita.
— Santa mãe, que pau! Olha que cabeça enorme, Cielo Riveros.
Como brilha, que haste longa e branca, e como se curva
pra cima, igual uma cobra pronta pra picar a vítima.
Olha, Cielo Riveros, já tá formando uma gotinha na ponta.
— Ah, como tá dura! Como pulsa! Como se mexe!
Mal consigo segurar. Você me mata com esses beijos,
tá sugando minha vida.
Mister Verbouc se adiantou, mostrando de novo
sua arma, ereta e vermelha como rubi, com a cabeça
descapuzada e molhada.
Os olhos de Cielo Riveros brilharam diante da perspectiva.
— Precisamos organizar nossos prazeres, Cielo Riveros — disse o tio
—. Temos que tentar prolongar nossos êxtases o máximo possível.
Ambrose tá queimando de desejo; que animal esplêndido ele tem, que membro!
É dotado igual um jumento! Ah, minha sobrinha, minha filha, isso vai alargar sua bucetinha,
vai se enterrar em você até o fundo, e depois de um longo processo
vai despejar um torrente de porra pro seu prazer!
— Que felicidade! — murmurou Cielo Riveros —. Mal posso esperar pra ter ele
dentro de mim até a cintura.
— Sim, sim; não apresse demais o final delicioso; deixa que
todos nós cuidemos disso.
Ela ia responder, mas naquele momento entrou na boca dela
o bulbo vermelho do negócio do Mister Verbouc.
Cielo Riveros recebeu entre seus lábios de coral a coisa rígida e
palpitante com toda a avidez, e deixou a cabeça
e o tronco entrarem até onde conseguiu acomodar. Lambeu
todo o contorno com a língua; até tentou enfiar à força
a ponta dela na abertura vermelha do topo. Tava excitada,
fora de si. As bochechas ardiam, respirava
de forma ansiosa e espasmódica. A mão dela ainda segurava
o membro do padre safado. A bucetinha apertada pulsava de
prazer só de pensar no que viria a seguir.
Podia ter continuado fazendo cócegas, esfregando e excitando a grossa ferramenta do lascivo Ambrose,
mas o digno varão fez sinal para ela parar.
—Espera um momento, Céu Riveros —suspirou—. Se continuar assim,
vai fazer o leite jorrar.
Céu Riveros soltou o enorme e branco fuste e se recostou para que
seu tio pudesse manobrar à vontade entrando e saindo de sua
boca. Enquanto isso, seu olhar devorava com avidez as
enormes proporções de Ambrose.
Céu Riveros nunca tinha provado uma piroca com tanto prazer
como fazia agora com a respeitável arma do seu tio. Por isso,
aplicava seus lábios nela com imensa vontade, e chupava
com gula a umidade que de vez em quando brotava da
ponta. Mister Verbouc estava em êxtase com seus
serviços complacentes.
O sacerdote se ajoelhou, e enfiando sua
cabeça raspada entre as pernas de Mister Verbouc, que estava
de pé na frente da sobrinha, abriu as coxas roliças da moça,
e ao mesmo tempo que separava os lábios rosados de sua delicada
fenda com os dedos, enfiou a língua e cobriu as
jovens e excitadas partes com seus lábios grossos.
Céu Riveros estremeceu de prazer: o pau do tio endureceu ainda mais
e ele investiu firme e viciosamente contra sua linda boca. A
moça levou uma mão até as bolas dele e as apertou
docemente. Descabelou o fuste quente e o chupou com
evidente deleite.
—Deixa gozar —disse Céu Riveros, tirando por um
momento o brilhante botão da boca para falar
e respirar—. Deixa gozar, tio, adoraria
saborear o leite.
—Assim fará,
querida minha, mas ainda não, não devemos
nos apressar.
—Ah, como me chupa, como me lambe sua língua, padre
Ambrose. Estou em chamas, você está me matando!
—Ahá, Céu
Riveros, agora você só sente prazer, se reconciliou
com os gozos da nossa relação incestuosa —
acrescentou Mister Verbouc.
—Claro que
sim, querido tio. Enfia a piroca de novo na minha boca.
—Ainda não. CieloRiveros, amor meu.
—Não me faça esperar muito. Tô ficando louca.
Padre, padre! Ai, ele vem na minha direção, tá se preparando pra me foder. Mãe santa! Que pau! Misericórdia! Ele vai me partir no meio!
Ambrose, esporrado até a fúria pela tarefa deliciosa que o mantivera ocupado, atingiu uma excitação excessiva pra ficar parado, e aproveitando que Mister Verbouc tinha se afastado por um momento, se levantou e deitou a linda jovem no sofá macio.
Verbouc agarrou o pênis formidável do devoto padre e, depois de apalpar um par de vezes, puxar o prepúcio macio que rodeava a glande em forma de ovo e direcionar a cabeça larga e ardente pra fenda rosada, instou ele a meter com vigor na barriga de Cielo Riveros, que tava deitada na frente dele.
A umidade das partes da menina facilitou a entrada da cabeça e do tronco, e a arma do sacerdote ficou rapidamente submersa. Depois vieram investidas vigorosas, e com luxúria feroz no semblante e pouca piedade pela juventude da vítima, Ambrose a fodeu com entusiasmo. A excitação de Cielo Riveros anulou toda sensação de dor, então ela abriu o máximo que pôde suas lindas pernas e deixou ele se esbaldar tanto quanto queria.
Dos lábios entreabertos de Cielo Riveros escapou um gemido forte de êxtase ao sentir que a arma enorme, dura como ferro, apertava seu útero e o dilatava com seu volume imenso.
Mister Verbouc, de pé perto do casal excitado, e sem perder nenhum detalhe da cena safada, colocou o próprio membro, quase tão vigoroso, na mão trêmula da sobrinha.
Assim que Ambrose notou que tinha se enfiado com firmeza no corpo lindo que tinha debaixo, conteve a ansiedade, e pedindo ajuda da maravilhosa faculdade de autocontrole que possuía em grau tão extraordinário, passou as mãos trêmulas pelas coxas da garota, tirou a batina e deixou com a barriga peluda à mostra, com a qual, a cada investida profunda, esfregava a macia monte da jovem.
Agora, de fato, o padre começou a se dedicar com fervor. Com investidas vigorosas e regulares, enterrou-se na figura tenra que tinha debaixo de si. Atacava apaixonadamente; Cielo Riveros passou os braços em volta do pescoço forte dele. As bolas do eclesiástico batiam como aldrabões contra a bunda roliça dela, a ferramenta dele estava enfiada até
os pelos, que, negros e crespos, cobriam abundantemente sua barriga volumosa.
— Já consegui! Olhe para sua sobrinha, Verbouc. Veja como ela curte as recomendações da Igreja. Ah, que apertada! Como ela me belisca com a bucetinha estreita e pelada!
— Ai, meu queridíssimo! Ai, bom padre, continua fodendo, vou gozar! Empurra, empurra mais. Me mata com ela se quiser, mas continua te mexendo. Assim! Ai, céus. Ah! Ah! Que grande que é! Como você me penetra!
O sofá voltou a balançar consideravelmente e a ranger sob as investidas rápidas de Ambrose.
— Ai, Deus! — gritou Cielo Riveros —, você tá me matando, isso é demais, de verdade, tô morrendo, vou gozar! — e com um grito abafado, a garota explodiu e, pela segunda vez, inundou o membro grosso que a forjava tão deliciosamente como se fosse ferro.
A pica comprida se esquentou e endureceu ainda mais. A ponta também inchou e a coisa toda parecia pronta para estourar generosamente. A jovem Cielo Riveros gemia palavras incoerentes, das quais a única audível era "foder".
Ambrose, já totalmente preparado e sentindo sua coisa enorme apertada pelas partes tenras da garota, não aguentou mais, e, ao agarrar a bunda de Cielo Riveros com as duas mãos, enterrou-se em toda sua tremenda extensão e descarregou, lançando jorros grossos de porra, um após o outro, dentro da sua parceira de brincadeiras.
Soltou um rugido como o de uma fera selvagem ao sentir que O leite quente jorrava dele em borbotões.
—Ah, aí vem! Tá me inundando. Tô sentindo. Ai, que delícia!
A pica do padre avançava sem piedade nas entranhas de Cielo Riveros, e a cabaça inchada dele continuava injetando a porra leitosa no jovem útero.
—Nossa, que quantidade que ele me deu! —observou Cielo Riveros, enquanto se levantava cambaleante e olhava o fluxo grosso e quente escorrendo pernas abaixo—. Que branco e escorregadio que é!
Era exatamente a brecha que o tio dela mais queria, e então ele foi com calma e aproveitou a situação. Viu as lindas meias de seda completamente encharcadas; enfiou os dedos entre os lábios rosados da bucetinha tenra dela e espalhou pela barriga e coxas lisas o sêmen que escorria.
Depois de colocar a sobrinha na posição certa na frente dele, Mister Verbouc mostrou mais uma vez o campeão duro e peludo, e excitado pelas circunstâncias excepcionais que tanto o deleitavam, olhou com um tesão urgente pras partes tenras da jovem Cielo Riveros, completamente cobertas pela gozada do padre e ainda pingando gotas grossas e abundantes do fluxo fértil dele.
Cielo Riveros, como ele pediu, abriu as pernas o máximo que pôde. Ansioso, o tio dela se posicionou nu entre as coxas jovens e roliças dela.
—Aguenta, minha sobrinha querida. Minha pica não é tão grossa nem tão comprida quanto a do padre Ambrose, mas eu sei muito bem como foder, e depois você me diz se a porra do seu tio não é tão grossa e acre quanto a do eclesiástico. Olha como ela tá dura.
—Ah, como você me faz desejar ela! —disse Cielo Riveros—. Já tô vendo seu aparelho querido esperando a vez; como ele tá vermelho! Mete, tio querido, já tô pronta de novo, e o bom padre Ambrose lubrificou bem o caminho pra você.
O membro, já maduro e com a cabaça avermelhada, tocou os lábios entreabertos, tão escorregadios quanto dispostos; o A glande entrou de uma vez, o enorme fuste seguiu na mesma hora, e com umas poucas estocadas firmes, logo o parente exemplar estava enterrado até o saco na barriga da sobrinha, podendo se refestelar na farta evidência do gozo ímpio anterior da moça com o padre Ambrose.
— Meu querido tio! — exclamou a garota —, lembre-se de quem você está fodendo! Não é qualquer desconhecida, é a filha do seu irmão, sua própria sobrinha. Então me foda, tio! Enfie toda a sua pica dura! Me foda! Ah, sim, fode, fode até sua substância incestuosa jorrar dentro de mim... Ah, ah! Oh! — E subjugada pelas ideias lascivas que evocava, Cielo Riveros, para grande alegria do tio, soltou as rédeas da sensualidade mais desenfreada.
O homem tenaz, feliz por poder satisfazer seus prazeres favoritos, desferia estocadas rápidas e intensas. Apesar de a fenda da sua bela adversária estar encharcada, era, no entanto, tão pequena e apertada por natureza que ele se viu comprimido do jeito mais delicioso pela abertura justa, e seu prazer aumentou rapidamente.
Verbouc se erguia e se lançava sobre o corpo delicioso da sua jovem sobrinha; cravava-se ferozmente a cada investida, e Cielo Riveros se agarrava a ele com a tenacidade da luxúria ainda insatisfeita. O pau dele estava cada vez mais duro e quente.
A excitação logo se tornou quase insuportável. A própria Cielo Riveros curtia o encontro incestuoso ao máximo. Por fim, com um gemido, Mister Verbouc caiu sobre a sobrinha e gozou, enquanto o fluxo quente jorrava dele em golfadas e voltava a inundar o útero dela. Cielo Riveros também atingiu o clímax, e ao mesmo tempo em que sentia e acolhia a intensa injeção, dava provas igualmente ardentes do seu prazer.
Depois de culminar a cópula desse jeito, Cielo Riveros pôde fazer as abluções necessárias, e então, após um vinho revigorante para todos, os três se sentaram e planejaram uma trama diabólica. pra conseguir a desonra e o
prazer da linda Julia Delmont.
Cielo Riveros
reconheceu que o Sr. Delmont, sem dúvida, estava
apaixonado por ela, e que a toda vista só buscava uma
oportunidade para encaminhar a questão ao seu objetivo.
O padre Ambrose
confessou que o pau dele ficava
duro só de ouvir o nome da linda
garota. Ele costumava ouvir Julia em confissão, e agora
reconheceu entre risadas que não conseguia evitar de se tocar no
confessionário; o hálito da jovem lhe causava agonias de
desejo sensual, era perfume puro.
O Sr. Verbouc
se declarou igualmente ansioso por
aproveitar as doces guloseimas cuja descrição tinha
inflamado sua luxúria, mas a questão era como colocar em prática
o plano.
— Se eu pegasse ela sem preparo,
estouraria as partes dela —
exclamou o padre Ambrose, exibindo mais uma vez seu
aparelho avermelhado, ainda fumegante e com a prova do seu último
prazer ainda sem retirar.
— Eu não conseguiria
possuí-la em primeiro lugar. Preciso da
excitação de uma cópula prévia — objetou o Sr. Verbouc.
— Gostaria de ver
a garota bem desflorada — disse
Cielo Riveros —.
Contemplarei a operação com prazer, e quando o padre
Ambrose tiver enfiado sua coisa enorme lá dentro
dela, você, tio, poderia me oferecer a sua para
me compensar pelo presente que estamos dando à
linda Julia.
— Sim, isso seria
duplamente delicioso.
— O que é preciso fazer!
— exclamou Cielo Riveros —. Mãe santa,
como sua coisa fica dura de novo, querido padre Ambrose.
— Me ocorre uma
ideia que me provoca uma violenta
ereção só de pensar nela; colocá-la em prática seria o
auge da luxúria, e por consequência do prazer.
— Vamos ouvi-la!
— exclamaram os dois em uníssono.
— Um momento — disse
o eclesiástico, enquanto permitia
que Cielo Riveros
puxasse levemente a capa roxa da sua
ferramenta e lhe fizesse cócegas com a ponta da língua no
orifício molhado —. Escutem. —disse Ambrose—.
O Mister Delmont está apaixonado pela Cielo Riveros. Nós estamos pela filha dela, e a nossa menina, essa que agora tá chupando minha arma, adoraria que a doce Julia estivesse enfiada nela até o fundo, só pra dar mais uma dose de prazer pro seu corpinho perverso e safado. Até aqui, todo mundo concorda. Agora prestem atenção, e por enquanto, Cielo Riveros, deixa minha ferramenta em paz. O plano é o seguinte. Sei que a pequena Julia já não é insensível aos instintos animais dela; na verdade, a pestinha já sente os aguilhões da carne. Um pouco de persuasão e um pouco de mistério farão o resto. Julia vai topar em conseguir alívio das doces pontadas do apetite carnal. Cielo Riveros precisa estimular ela e incentivar a ideia. Enquanto isso, Cielo Riveros pode ir dando esperanças pro querido Delmont. Pode deixar ele se declarar, se quiser; na verdade, isso é necessário pro plano dar certo. Depois, eu entro em cena; vou sugerir que Mister Verbouc é um homem acima de qualquer preconceito vulgar, e que, em troca de uma certa quantia a ser combinada, ele vai entregar a sobrinha, linda e virgem, pros abraços ardentes dele.
—Isso ainda não me convence —começou Cielo Riveros.
—Não vejo aonde o senhor quer chegar —interrompeu Mister Verbouc—. Não vamos ficar mais perto de alcançar nosso objetivo.
—Um momento —continuou o eclesiástico—. Até aqui, todos concordamos: beleza, Cielo Riveros será vendida pro Mister Delmont; vão deixar ele se saciar dos encantos gostosos dela em segredo, ela não vai ver ele, nem ele ela, pelo menos não o rosto, que vai ficar escondido. Vão levar ele pra um quarto agradável, ele vai ver o corpo, completamente nu, de uma jovem linda, vai saber que é a vítima dele e vai se divertir com ela.
—Ou seja, eu! —interrompeu Cielo Riveros—. Pra que todo esse mistério?
O padre Ambrose esboçou um sorriso morbidão.
—Você vai ver, Cielo Riveros, tenha um Um pouco de paciência. Queremos curtir a Julia Delmont. O Sr. Delmont quer curtir você. Só podemos alcançar nosso objetivo se, ao mesmo tempo, evitarmos qualquer escândalo. O Sr. Delmont precisa ser calado; senão, é capaz de pagarmos caro pela violação da filha dele. O que eu planejei é que o safado do Sr. Delmont estupre a própria filha, em vez da Cielo Riveros, e que, depois de limpar o caminho, a gente aproveite pra satisfazer também a nossa lascívia. Se o Sr. Delmont cair na armadilha, podemos contar pra ele sobre o incesto e recompensá-lo com a verdadeira diversão da nossa doce Cielo Riveros, ou agiremos conforme as circunstâncias mandarem.
— Ah, tô quase gozando — gritou o Sr. Verbouc —, minha arma tá prestes a estourar. Que tramoia! Que perspectiva deliciosa!
Os dois homens se levantaram. Cielo Riveros se viu envolta nos braços deles. Duas armas duras e volumosas pressionaram sua figura delicada. Levaram ela até o sofá.
Ambrose se deitou de costas; Cielo Riveros montou em cima dele, pegou o pau de garanhão na mão linda e enfiou na boceta.
O Sr. Verbouc ficou olhando.
Cielo Riveros desceu até que a arma enorme estivesse toda alojada. Depois se deitou sobre o pai fortão e começou uma série de movimentos ondulantes e gostosos.
O Sr. Verbouc via subir e descer a bunda linda dela, que se abria e fechava a cada investida.
Ambrose tinha entrado até o talo, isso era claro, as bolas grandes dele pendiam duras e os lábios grossos da boceta da Cielo Riveros desciam sobre elas cada vez que ela se deixava cair.
A cena foi demais pra ele. O tio virtuoso subiu no sofá, apontou o pau comprido e inchado pro cu da linda Cielo Riveros e, sem quase dificuldade, conseguiu enfiar, apesar do comprimento excepcional, lá dentro.
O cu da sobrinha era redondo e macio como o aveludado, e a pele dela branca como alabastro. Verbouc, no entanto, não perdeu tempo com contemplações. O pau dele já tinha penetrado, e ele sentia a compressão apertada do músculo e a entradinha estreita, que causava um efeito sem igual nele. As duas bucetas, separadas só por uma membrana, se esfregavam uma na outra.
Céu Riveros sentia o efeito enlouquecedor dessa dupla gozada. A excitação ficou tremenda, até que, finalmente, o calor da luta trouxe seu próprio alívio e jorros de leite inundaram a linda Céu Riveros.
Depois disso, Ambrose gozou duas vezes na boca de Céu Riveros, onde o tio dela também soltou o fluxo incestuoso, e esse ápice pôs um ponto final na diversão.
Céu Riveros fez essa operação de um jeito que arrancou os elogios mais calorosos dos parceiros dela.
Sentada na ponta de uma cadeira, recebia um por um, na frente dela, de modo que a arma dura do outro ficava quase na altura dos lábios de coral dela. Então, metendo a glande aveludada na boca, usava as mãos lindas dela pra acariciar, fazer cócegas e excitar a haste e os apêndices. Assim, usou toda a energia nervosa do parceiro de brincadeiras, e com o pau dilatado ao máximo, curtiu essa estimulação safada até que os toques indecentes de Céu Riveros ficaram demais, e entre suspiros de êxtase, a boca e a garganta dela foram de repente inundadas por uma torrente violenta de porra.
A gulosa engoliu tudo; se tivesse oportunidade, teria feito o mesmo uma dúzia de vezes.
0 comentários - Diário de uma Pulga X Katherine Riveros - Clássico 4