Mais uma vez, muito, muito obrigada pelos seus e-mails, fotos, convites, vídeos, etc. Muitos de vocês me fazem passar noites bem molhadas e de muito prazer. Há poucas semanas, aconteceu uma coisa comigo que foi entre constrangedora e gostosa. Bom, eu precisei viajar no fim de semana passado para Puebla, para relaxar do meu trabalho, do escritório e tal. Fui com umas amigas para a balada à noite, tudo normal, caras, álcool, dança, etc. A questão é que eu tinha que estar cedo, às 9h, num lugar onde ia assinar um documento do trabalho e, de lá, teria que esperar duas horas para voltar e continuar com as burocracias. O ponto é que quando eu bebo bastante, bom, digamos que no dia seguinte meu estômago fica solto, sempre aconteceu comigo e, em casa, vou ao banheiro de boa e tudo certo. Mas dessa vez, cheguei da balada às 4h, dormi pouco e saí voando porque estava atrasada. Não me arrumei muito, peguei uma calça branca bem colada no quadril, uma blusa de lycra com renda cor chocolate e uma jaqueta curta, um sutiã rosa claro de algodão confortável e uma calcinha fio dental de renda combinando com o sutiã, salto alto, me maquiei um pouco e só escovei o cabelo rápido e fui. Cheguei voando no meu compromisso, quase perdi, mas cheguei, assinei e, bom, estava indo para uma praça próxima tomar café da manhã para passar o tempo, mas do nada senti uma reviravolta no estômago, UFFF, "vontade de ir ao banheiro". Normalmente, a gente segura, mas devido ao que já contei, eu não consigo quando é por causa da "bebedeira", tenho que ir. Comecei a ficar verde, não cheguei ao carro porque pensei: não vou aguentar, não vou aguentar! Comecei a andar para ver estabelecimentos abertos, um café, algo que me salvasse, andei duas quadras ao redor de onde estava e, como ainda era cedo, quase não tinha nada aberto. Uf, comecei a suar, já não aguentava mais, andava com cara de desesperada, se alguém já passou pelo que eu passei sabe do que estou falando, já estava desesperada e vi ao longe uma oficina de bicicletas, SIM, bicicletas e eu me aproximei e tinha aquele letreiro típico de banheiro no fundo. Tinha 2 caras, um senhor de uns 55 anos, feio e magro, e um cara de uns 32 com um corpo muito bom, alto, muito alto e com mãos grandes e ásperas (eu adoro mãos grandes, principalmente os dedos), moreno, costas largas e não tão feio. Não sei como tive coragem, porque depois pensei bem, não sei como realmente tive coragem e pedi pra eles me deixarem usar o banheiro deles, É UMA EMERGÊNCIA, eu disse, rebolando, quase dobrando de dor na barriga, o que fazia meu bumbum ficar ainda mais empinado. Eles só balançaram a cabeça e me deram passagem, obviamente me devoraram com o olhar. Tentei abrir e a porta não abria, como se estivesse emperrada. A porta do banheiro ficava atrás do balcão, e tinha um espaço relativamente pequeno. Rapidão o cara alto veio até onde eu estava e ficou atrás de mim, esfregou o corpo nas minhas nádegas e empurrou a porta com força. "Pronto", ele disse, enquanto colocava uma das mãos na minha cintura. Entrei o mais rápido que pude sem fechar a porta, porque não tava aguentando. Ele conseguiu ver quando eu abaixei a calça com o fio dental. Levantei o olhar e perguntei: "Fecha?" Ele fechou e me deixou...

Nossa, que alívio, não demorei muito mas, para minha surpresa, não tinha papel. Aí tive que gritar pros caras perguntando se eles tinham. Entrou o mesmo cara que me viu antes e jogou o papel pra mim. Fiz o que tinha que fazer e não sabem como descansei. Lavei minhas mãos e aí percebi onde estava: era um lugar sujo, com o chão cheio d'água, baldes de água por todo lado e roupas penduradas nas paredes. Os móveis do banheiro estavam manchados, pôsteres de mulheres com pouca roupa ou peladas, e notei que tinha molhado a calça ao baixá-la completamente. Puta que pariu, pensei. Tinha uma mancha d'água e dava pra ver bastante – como eu ia sair assim? Peguei papel e comecei a secar a calça, mas a mancha não saía fácil.
Já estava há mais de 20 minutos no banheiro tentando secar a mancha quando os caras bateram perguntando se tava tudo em ordem. "Pode entrar", falei, já que a porta estava pesada e eles tinham que empurrar com força. Era o mesmo cara. Disse pra ele: "Me molhei a calça com água" e me virei mostrando a bunda. Até esse momento, minha libido voltou a funcionar. Lembrei que ele já me viu baixando a calça e minha calcinha fio-dental, me viu sentada no vaso, e agora tava mostrando minha bunda pra ele. Que puta que eu sou, ele deve pensar.
Eu tinha tirado a jaqueta e só estava de blusa e minha calça molhada. Ele percorreu meu corpo todo com o olhar e agarrou o pau dele. Uff, como me excita ver isso, comecei a ficar molhada... "Você tem secador? Ou ferro de passar?", perguntei. "Não, mas a uma quadra tem uma lavanderia. Se quiser, a gente pode levar, ou você pode ir... Mas você teria que tirar a calça lá de qualquer jeito." Que dilema, pensei. Ou vou com a calça molhada como se tivesse mijado nas calças andando uma quadra e, de qualquer forma, teria que tirar lá, ou tiro aqui. Olhei bem pra ele: braços grandes, tórax, pernas fortes, e ele já tinha visto minha calcinha fio-dental duas vezes e acho que até mais do que isso. Como dizem, melhor um diabo conhecido... então, enquanto lava a calça, posso "brincar" um pouco com esse aqui. Machão", pensei. Como o chão estava molhado, estiquei meu braço tocando o ombro dele para me equilibrar e evitar colocar um pé no chão. Fiquei de frente para ele e abri o botão da calça, deixando aparecer meu thong rosinha de renda bem sexy. Já estava excitada e começava a escorrer meus líquidos. Desci a calça lentamente e a cara dele dizia tudo — me devorava com o olhar e se acariciava descaradamente o pau. Puxei ele um pouco para não ficar com o braço tão esticado e ficamos a uns 30 centímetros de distância. Tirei uma perna e depois a outra e, com a desculpa de me ajudar, ele colocou a mão na minha cintura no final da blusa, tocando um pouco de pele. Isso me eletrizou.
Tirei a calça e entreguei pra ele. Agora imaginem a cena: eu de fio-dental de renda rosa com salto alto, uma blusa de renda, dava pra ver as alças do sutiã rosa e, pelo meu nível de excitação e o sutiã de algodão, meus mamilos já estavam bem marcados. A fenda da minha bucetinha marcava no meu fio-dental e, bem enfiada entre minhas nádegas, por trás dava pra ver perfeitamente o contorno da minha bunda. Eu tava parecendo uma putinha de calendário de oficina mecânica, e olha que eu tava num lugar parecido e com um monte de pôsteres de mulheres peladas, igualzinha a mim hahaha. Ele disse: "Agora eu volto" e me soltou, saindo com a calça e gritando pro seu ajudante. Um garoto de uns 18 anos se aproximou e eu me apoiei na pia, empinando a bunda. O garoto me viu seminua, abriu os olhos que pareciam pratos e meu "protetor" ordenou que ele levasse a calça pra lavanderia e esperasse lavar e secar. Ele tirou uma nota de 100 pesos mexicanos e deu pra ele, também gritou pro outro senhor: "Vô, vai pra casa um pouco, hoje não tem nada". Assim que os dois foram embora, ele entrou no banheiro comigo, fechou a porta e, muito decidido, me pegou pela cintura pra ir pro banheiro e, sem mais, tirou o pau e começou a mijar na minha frente. Que puta safado, pensei. Mas pude ver seu pênis, grosso e grande, meio ereto. Ele balançou, me olhando nos olhos enquanto eu levantava a vista pros olhos dele. "Gostou?" Eu fiquei um pouco corada, na verdade. Lembrem que eu gosto de me sentir "dominada". Não soube o que responder, só baixei o olhar e ele puxava um pouco pra fazer crescer. Ele se aproximou de mim assim, com o pau pra fora. Eu fiquei na frente dele, de costas pra porta, já estava muito excitada. Ele se aproximou e me deu chicotadas com o pau na barriga e no meu fio-dental, ufff, Deus. Ele tirou a camiseta e tinha um tórax lindo, moreno mas cheio de músculos. Tirou a calça e suas nádegas estavam muito gostosas e suas pernas duras. Ele realmente era um belo macho. Ficou só de cueca com o pau pra fora e me pegou pela cintura. Eu já estava esperando por isso. com os lábios entreabertos, nos fundimos em um beijo super tesão, ofegante, excitante, o pau dele batia nas minhas pernas, na barriga e, dependendo dos movimentos, de repente ficava entre as minhas pernas.
Ele abriu meu sutiã como um expert, com uma mão só – quando fazem assim eu já sei que vou gozar muito. Ele levantou minha blusa e começou a chupar meus peitos, ai, que gostoso, papi, assim... Com uma mão ele apertava minha bunda por cima do fio dental que tava meio enfiado no meio, e com a outra apertava um dos meus peitos enquanto chupava o outro. O pau dele já tava me cutucando, bem duro, e eu não tava perdendo tempo: com uma mão agarrei a bunda dele e com a outra masturbei ele o máximo que dava naquela posição.
Ficamos um tempinho assim, até que a mão que tava acariciando minha bunda invadiu minha parte da frente. Com a ponta dos dedos ele ficou roçando na entrada da minha buceta por trás – eu já tava toda molhada, saindo uns líquidos grossos, no máximo da lubrificação, querendo um pau dentro de mim. Ele começou a me dedar por trás e, como era mais alto, me levantou literalmente pela xoxota: uma mão com os dedos dentro de mim e a outra na minha bunda. Fiquei suspensa, sem tocar no chão. Ele mordia meus peitos, eu coloquei os braços no pescoço dele e envolvi a cintura dele com as pernas. Ele era muito forte e me segurava sem nenhum problema.
Como ele conseguiu empurrar a calcinha de lado e, sem nem guiar o pau, me cutucava, uffff, gemei que nem doida quando senti a cabeça na minha buceta, me deixei cair e senti ele entrar completamente em mim, me enchia bastante, era grosso, lindo, me apertava (e pra eu sentir essa pressão na minha xota a essa altura, tem que ser um membro grande, rsrs) Quem já foi comida assim sabe como é excitante um macho te levantar, você se sente indefesa, à mercê dele, e isso me deixa muito excitada. Ele me pegou pela bunda e começou a meter forte, rápido, uff, eu mesma tirei a blusa pra ele lamber o quanto quisesse e assim que eu tirei ele voltou ao ataque com meus peitos, lambia um, depois o outro, ele também gemia muito gostoso.
A gente se beijava sempre que podia, beijos quentes, safados, de língua, a gente se lambia, os dedos dele começaram a brincar com meu cu, ele puxava a lubrificação da minha bucetinha e enfiava a ponta de um dedo, isso me excita muito, eu estava completamente perdida, queria pau, mais pau, eu pedia. - Me dá, me dá, mais, me fode, papi, que pau gostoso você tem, eu adoro, assim, assim, assim, assim... - Me fode, ah, ahhhhh, ahhhh, ahhhhhh, ahhhhh, papi... Ele estava suando bastante, já que estava me carregando e a gente já estava há 15 minutos naquela posição, imagino que ele cansou e me encostou de costas na parede, ao fazer isso ele conseguiu me foder ainda mais rápido, eu acariciava o peito dele, e ele enfiava bem rápido.
- Mami, você tá uma gostosa, desde que te vi meu pau ficou duro - Você tá bem gostosinha, me encantas, quero te comer todo dia
Ele me dava bem forte e o tamanho do pau dele me excitava demais, comecei a ter meu primeiro orgasmo.
- Ahhh papi vou gozar, ahh vou gozar, papi
Goza putinha, goza putinha, posso gozar dentro? Ele disse.
- Pode, goza onde quiser amor, tomo remédio, enche minha barriga de sua porra
Ele me deu mais forte enquanto começou a dar uns tapas nos meus peitos, ahh como me excita levar uns tapinhas, ele me dava cada vez mais forte. Com uma mão ele puxava minhas nádegas pra ele e com a outra me batia e às vezes metia pra acariciar meu clitóris ahhh, gozei uma segunda vez muito gostoso, ahh, queria que esse cara me comesse sempre, ele fodia delicioso.
- Vou gozar ele disse
Empurrei ele com as pernas e "desencaixei" ele da minha bucetinha, ele tentou me enfiar de novo mas me joguei no chão, não me importava que estivesse cheio de água, me joguei no chão e de joelhos com as pernas abertas e enfiei seu enorme pedaço de carne na boca.
- Ahh que putinha, assim mami, você é incrível, chupa ele putinha, assim...
Assim que comecei a chupar seu pênis ele soltou minha recompensa, uma enorme quantidade de porra que não coube na minha boca e começou a escorrer pelos lados, eu não engoli nada, só continuei chupando pra extrair até a última gota. Tinha o canto da boca cheio de porra, como pude engoli esse pau enorme até chegar com meus lábios nos ovos dele, manchava eles com sua própria porra com meu lábio inferior. Ele me pegou pela cabeça e enfiava até o fundo, quase me engasguei.
- Ahhg, ahhg, ahgg dava pra ouvir
Ele tirou completamente e a cena do ângulo dele devia ser de filme pornô, uma putinha de joelhos sem sutiã, sem blusa, com uns peitos vermelhos de tanto tapa, cara de safada, boca cheia de porra, um pouco de porra escorrendo no peito, no cabelo, de calcinha fio dental, com a buceta completamente aberta e com a boca aberta esperando mais. Ele não aguentou mais e me soltou ainda mais porra Na cara, eu abria a boca e lambia as bolas dele, enquanto enfiava o máximo de dedos na minha ppk. Uff, gozei pela terceira vez, dessa vez no meu thong e na mão, soltei muito líquido. - Ahhhh, ahhhh, ahhhh, ahhhhh. Me encostei na parede tirando minha mão da bucetinha e dando pra ele lamber, ele, como um bom macho, aceitou e lambeu até deixar limpa. A porra dele começava a ficar aguada e escorria pelos meus peitos, rosto e pernas. Peguei com a mão e espalhei por todos os meus peitos e barriga, e com os dedos pegava pra enfiar na minha vagina e me masturbar, depois lambia como uma puta no cio. O pau dele ainda não tinha "caído", então levei de novo à boca pra limpar, puxei a pele pra trás e com a ponta da língua lambi cuidadosamente, a base, as bolas, comi cada mililitro de sêmen. Ele estava em outro mundo, pela puta que eu era e pelo boquete e show que estava dando. Minhas pernas começaram a ficar dormentes e tive que levantar, já de pé ele apalpou minha bunda de novo enquanto nos fundíamos num beijo de língua delicioso, ele se colava em mim pra sentir meus peitos no peito dele. Assim de pé, ele tirou o thong de lado sem enfiar o pau, só sentia com meus lábios encharcados e fazia de conta que me comia mas sem meter, minha bucetinha ficava em cima do pau dele, acariciava horizontalmente, meus lábios envolviam, muito gostoso. Ficamos assim nos beijando e nos acariciando como dois namorados um bom tempo, obviamente o pau dele já estava duro de novo e minha bucetinha estava sempre pronta pra guerra. Ele me virou com beijos, fiquei de costas pra ele, beijou meu pescoço, lambeu meu pescoço enquanto apalpava meus peitos por trás, apertava minha bunda forte, ufff. Desceu com a boca por toda minha coluna, isso me deixa ainda mais excitada, subia e descia lambendo minhas costas enchendo cada canto de saliva, com a mão brincava com meus fluidos e passava no meu cu, ele sabia o que queria e eu ia dar com gosto. Ele baixou meu thong até a metade da coxa e me... começou a lamber o cu, ufff, ufff, os homens não fazem muito isso mas deviam fazer mais, é super excitante.
Ele abria minhas nádegas e enfiava a língua, lambia desde minha bucetinha até em cima, pegava os meus líquidos e os passava no meu cu, devagar, com calma, não era brusco, era paciente, enfiava a ponta do dedo aos poucos, ia buscar mais fluidos e de novo, ajudava com suas lambidas e saliva. Eu estava no paraíso, gemendo como uma puta, levantava minha bunda para que ele pudesse fazer melhor, ele já enfiava um dedo inteiro no meu cuzinho apertado, tirava e metia, lubrificava, lambia, ufff. Ele guiou o pau para minha vagina e entrou muito fácil dessa vez, me pegou pelos quadris e me fodia assim por trás, eu me inclinei e abri as nádegas, queria que ele me comesse por trás então facilitei as coisas, mostrava meu cu e facilitava para que ele continuasse me dedando ali. Ele começou a me comer devagar, metia tudo e tirava tudo, depois a ponta do pau ele colocava no meu cu e fazia um pouco de pressão e voltava a meter na frente. Ficou assim um tempo, eu abria as nádegas com as mãos e me movia para trás, queria que ele me enfiasse logo, ele entendeu perfeitamente e meteu a cabecinha aos poucos. Ai, ai, ai, isso doía pelo tamanho do pau dele, ele ficou parado e eu sozinha comecei a me mexer, em círculos, devagar, enquanto ele me dedava a boceta para puxar os fluidos para cima. Ele se apoiou na parede e me deixou me mover, sozinha eu ia me jogando para trás, sentia aquele pedaço enorme de carne me partir em dois, meu cu ardia, mas eu gostava da dor, ah, ah, ahhhh, ahhh, eu gemia. Ele começou a me dar palmadas na bunda, ufff isso foi o que me fez ganhar coragem e comecei a me mover mais rápido enquanto ele me dava mais tapas. Continua.....


Nossa, que alívio, não demorei muito mas, para minha surpresa, não tinha papel. Aí tive que gritar pros caras perguntando se eles tinham. Entrou o mesmo cara que me viu antes e jogou o papel pra mim. Fiz o que tinha que fazer e não sabem como descansei. Lavei minhas mãos e aí percebi onde estava: era um lugar sujo, com o chão cheio d'água, baldes de água por todo lado e roupas penduradas nas paredes. Os móveis do banheiro estavam manchados, pôsteres de mulheres com pouca roupa ou peladas, e notei que tinha molhado a calça ao baixá-la completamente. Puta que pariu, pensei. Tinha uma mancha d'água e dava pra ver bastante – como eu ia sair assim? Peguei papel e comecei a secar a calça, mas a mancha não saía fácil.Já estava há mais de 20 minutos no banheiro tentando secar a mancha quando os caras bateram perguntando se tava tudo em ordem. "Pode entrar", falei, já que a porta estava pesada e eles tinham que empurrar com força. Era o mesmo cara. Disse pra ele: "Me molhei a calça com água" e me virei mostrando a bunda. Até esse momento, minha libido voltou a funcionar. Lembrei que ele já me viu baixando a calça e minha calcinha fio-dental, me viu sentada no vaso, e agora tava mostrando minha bunda pra ele. Que puta que eu sou, ele deve pensar.
Eu tinha tirado a jaqueta e só estava de blusa e minha calça molhada. Ele percorreu meu corpo todo com o olhar e agarrou o pau dele. Uff, como me excita ver isso, comecei a ficar molhada... "Você tem secador? Ou ferro de passar?", perguntei. "Não, mas a uma quadra tem uma lavanderia. Se quiser, a gente pode levar, ou você pode ir... Mas você teria que tirar a calça lá de qualquer jeito." Que dilema, pensei. Ou vou com a calça molhada como se tivesse mijado nas calças andando uma quadra e, de qualquer forma, teria que tirar lá, ou tiro aqui. Olhei bem pra ele: braços grandes, tórax, pernas fortes, e ele já tinha visto minha calcinha fio-dental duas vezes e acho que até mais do que isso. Como dizem, melhor um diabo conhecido... então, enquanto lava a calça, posso "brincar" um pouco com esse aqui. Machão", pensei. Como o chão estava molhado, estiquei meu braço tocando o ombro dele para me equilibrar e evitar colocar um pé no chão. Fiquei de frente para ele e abri o botão da calça, deixando aparecer meu thong rosinha de renda bem sexy. Já estava excitada e começava a escorrer meus líquidos. Desci a calça lentamente e a cara dele dizia tudo — me devorava com o olhar e se acariciava descaradamente o pau. Puxei ele um pouco para não ficar com o braço tão esticado e ficamos a uns 30 centímetros de distância. Tirei uma perna e depois a outra e, com a desculpa de me ajudar, ele colocou a mão na minha cintura no final da blusa, tocando um pouco de pele. Isso me eletrizou.
Tirei a calça e entreguei pra ele. Agora imaginem a cena: eu de fio-dental de renda rosa com salto alto, uma blusa de renda, dava pra ver as alças do sutiã rosa e, pelo meu nível de excitação e o sutiã de algodão, meus mamilos já estavam bem marcados. A fenda da minha bucetinha marcava no meu fio-dental e, bem enfiada entre minhas nádegas, por trás dava pra ver perfeitamente o contorno da minha bunda. Eu tava parecendo uma putinha de calendário de oficina mecânica, e olha que eu tava num lugar parecido e com um monte de pôsteres de mulheres peladas, igualzinha a mim hahaha. Ele disse: "Agora eu volto" e me soltou, saindo com a calça e gritando pro seu ajudante. Um garoto de uns 18 anos se aproximou e eu me apoiei na pia, empinando a bunda. O garoto me viu seminua, abriu os olhos que pareciam pratos e meu "protetor" ordenou que ele levasse a calça pra lavanderia e esperasse lavar e secar. Ele tirou uma nota de 100 pesos mexicanos e deu pra ele, também gritou pro outro senhor: "Vô, vai pra casa um pouco, hoje não tem nada". Assim que os dois foram embora, ele entrou no banheiro comigo, fechou a porta e, muito decidido, me pegou pela cintura pra ir pro banheiro e, sem mais, tirou o pau e começou a mijar na minha frente. Que puta safado, pensei. Mas pude ver seu pênis, grosso e grande, meio ereto. Ele balançou, me olhando nos olhos enquanto eu levantava a vista pros olhos dele. "Gostou?" Eu fiquei um pouco corada, na verdade. Lembrem que eu gosto de me sentir "dominada". Não soube o que responder, só baixei o olhar e ele puxava um pouco pra fazer crescer. Ele se aproximou de mim assim, com o pau pra fora. Eu fiquei na frente dele, de costas pra porta, já estava muito excitada. Ele se aproximou e me deu chicotadas com o pau na barriga e no meu fio-dental, ufff, Deus. Ele tirou a camiseta e tinha um tórax lindo, moreno mas cheio de músculos. Tirou a calça e suas nádegas estavam muito gostosas e suas pernas duras. Ele realmente era um belo macho. Ficou só de cueca com o pau pra fora e me pegou pela cintura. Eu já estava esperando por isso. com os lábios entreabertos, nos fundimos em um beijo super tesão, ofegante, excitante, o pau dele batia nas minhas pernas, na barriga e, dependendo dos movimentos, de repente ficava entre as minhas pernas.
Ele abriu meu sutiã como um expert, com uma mão só – quando fazem assim eu já sei que vou gozar muito. Ele levantou minha blusa e começou a chupar meus peitos, ai, que gostoso, papi, assim... Com uma mão ele apertava minha bunda por cima do fio dental que tava meio enfiado no meio, e com a outra apertava um dos meus peitos enquanto chupava o outro. O pau dele já tava me cutucando, bem duro, e eu não tava perdendo tempo: com uma mão agarrei a bunda dele e com a outra masturbei ele o máximo que dava naquela posição.Ficamos um tempinho assim, até que a mão que tava acariciando minha bunda invadiu minha parte da frente. Com a ponta dos dedos ele ficou roçando na entrada da minha buceta por trás – eu já tava toda molhada, saindo uns líquidos grossos, no máximo da lubrificação, querendo um pau dentro de mim. Ele começou a me dedar por trás e, como era mais alto, me levantou literalmente pela xoxota: uma mão com os dedos dentro de mim e a outra na minha bunda. Fiquei suspensa, sem tocar no chão. Ele mordia meus peitos, eu coloquei os braços no pescoço dele e envolvi a cintura dele com as pernas. Ele era muito forte e me segurava sem nenhum problema.
Como ele conseguiu empurrar a calcinha de lado e, sem nem guiar o pau, me cutucava, uffff, gemei que nem doida quando senti a cabeça na minha buceta, me deixei cair e senti ele entrar completamente em mim, me enchia bastante, era grosso, lindo, me apertava (e pra eu sentir essa pressão na minha xota a essa altura, tem que ser um membro grande, rsrs) Quem já foi comida assim sabe como é excitante um macho te levantar, você se sente indefesa, à mercê dele, e isso me deixa muito excitada. Ele me pegou pela bunda e começou a meter forte, rápido, uff, eu mesma tirei a blusa pra ele lamber o quanto quisesse e assim que eu tirei ele voltou ao ataque com meus peitos, lambia um, depois o outro, ele também gemia muito gostoso.
A gente se beijava sempre que podia, beijos quentes, safados, de língua, a gente se lambia, os dedos dele começaram a brincar com meu cu, ele puxava a lubrificação da minha bucetinha e enfiava a ponta de um dedo, isso me excita muito, eu estava completamente perdida, queria pau, mais pau, eu pedia. - Me dá, me dá, mais, me fode, papi, que pau gostoso você tem, eu adoro, assim, assim, assim, assim... - Me fode, ah, ahhhhh, ahhhh, ahhhhhh, ahhhhh, papi... Ele estava suando bastante, já que estava me carregando e a gente já estava há 15 minutos naquela posição, imagino que ele cansou e me encostou de costas na parede, ao fazer isso ele conseguiu me foder ainda mais rápido, eu acariciava o peito dele, e ele enfiava bem rápido.
- Mami, você tá uma gostosa, desde que te vi meu pau ficou duro - Você tá bem gostosinha, me encantas, quero te comer todo dia Ele me dava bem forte e o tamanho do pau dele me excitava demais, comecei a ter meu primeiro orgasmo.
- Ahhh papi vou gozar, ahh vou gozar, papi
Goza putinha, goza putinha, posso gozar dentro? Ele disse.
- Pode, goza onde quiser amor, tomo remédio, enche minha barriga de sua porra
Ele me deu mais forte enquanto começou a dar uns tapas nos meus peitos, ahh como me excita levar uns tapinhas, ele me dava cada vez mais forte. Com uma mão ele puxava minhas nádegas pra ele e com a outra me batia e às vezes metia pra acariciar meu clitóris ahhh, gozei uma segunda vez muito gostoso, ahh, queria que esse cara me comesse sempre, ele fodia delicioso.
- Vou gozar ele disse
Empurrei ele com as pernas e "desencaixei" ele da minha bucetinha, ele tentou me enfiar de novo mas me joguei no chão, não me importava que estivesse cheio de água, me joguei no chão e de joelhos com as pernas abertas e enfiei seu enorme pedaço de carne na boca.
- Ahh que putinha, assim mami, você é incrível, chupa ele putinha, assim...
Assim que comecei a chupar seu pênis ele soltou minha recompensa, uma enorme quantidade de porra que não coube na minha boca e começou a escorrer pelos lados, eu não engoli nada, só continuei chupando pra extrair até a última gota. Tinha o canto da boca cheio de porra, como pude engoli esse pau enorme até chegar com meus lábios nos ovos dele, manchava eles com sua própria porra com meu lábio inferior. Ele me pegou pela cabeça e enfiava até o fundo, quase me engasguei.
- Ahhg, ahhg, ahgg dava pra ouvir
Ele tirou completamente e a cena do ângulo dele devia ser de filme pornô, uma putinha de joelhos sem sutiã, sem blusa, com uns peitos vermelhos de tanto tapa, cara de safada, boca cheia de porra, um pouco de porra escorrendo no peito, no cabelo, de calcinha fio dental, com a buceta completamente aberta e com a boca aberta esperando mais. Ele não aguentou mais e me soltou ainda mais porra Na cara, eu abria a boca e lambia as bolas dele, enquanto enfiava o máximo de dedos na minha ppk. Uff, gozei pela terceira vez, dessa vez no meu thong e na mão, soltei muito líquido. - Ahhhh, ahhhh, ahhhh, ahhhhh. Me encostei na parede tirando minha mão da bucetinha e dando pra ele lamber, ele, como um bom macho, aceitou e lambeu até deixar limpa. A porra dele começava a ficar aguada e escorria pelos meus peitos, rosto e pernas. Peguei com a mão e espalhei por todos os meus peitos e barriga, e com os dedos pegava pra enfiar na minha vagina e me masturbar, depois lambia como uma puta no cio. O pau dele ainda não tinha "caído", então levei de novo à boca pra limpar, puxei a pele pra trás e com a ponta da língua lambi cuidadosamente, a base, as bolas, comi cada mililitro de sêmen. Ele estava em outro mundo, pela puta que eu era e pelo boquete e show que estava dando. Minhas pernas começaram a ficar dormentes e tive que levantar, já de pé ele apalpou minha bunda de novo enquanto nos fundíamos num beijo de língua delicioso, ele se colava em mim pra sentir meus peitos no peito dele. Assim de pé, ele tirou o thong de lado sem enfiar o pau, só sentia com meus lábios encharcados e fazia de conta que me comia mas sem meter, minha bucetinha ficava em cima do pau dele, acariciava horizontalmente, meus lábios envolviam, muito gostoso. Ficamos assim nos beijando e nos acariciando como dois namorados um bom tempo, obviamente o pau dele já estava duro de novo e minha bucetinha estava sempre pronta pra guerra. Ele me virou com beijos, fiquei de costas pra ele, beijou meu pescoço, lambeu meu pescoço enquanto apalpava meus peitos por trás, apertava minha bunda forte, ufff. Desceu com a boca por toda minha coluna, isso me deixa ainda mais excitada, subia e descia lambendo minhas costas enchendo cada canto de saliva, com a mão brincava com meus fluidos e passava no meu cu, ele sabia o que queria e eu ia dar com gosto. Ele baixou meu thong até a metade da coxa e me... começou a lamber o cu, ufff, ufff, os homens não fazem muito isso mas deviam fazer mais, é super excitante.
Ele abria minhas nádegas e enfiava a língua, lambia desde minha bucetinha até em cima, pegava os meus líquidos e os passava no meu cu, devagar, com calma, não era brusco, era paciente, enfiava a ponta do dedo aos poucos, ia buscar mais fluidos e de novo, ajudava com suas lambidas e saliva. Eu estava no paraíso, gemendo como uma puta, levantava minha bunda para que ele pudesse fazer melhor, ele já enfiava um dedo inteiro no meu cuzinho apertado, tirava e metia, lubrificava, lambia, ufff. Ele guiou o pau para minha vagina e entrou muito fácil dessa vez, me pegou pelos quadris e me fodia assim por trás, eu me inclinei e abri as nádegas, queria que ele me comesse por trás então facilitei as coisas, mostrava meu cu e facilitava para que ele continuasse me dedando ali. Ele começou a me comer devagar, metia tudo e tirava tudo, depois a ponta do pau ele colocava no meu cu e fazia um pouco de pressão e voltava a meter na frente. Ficou assim um tempo, eu abria as nádegas com as mãos e me movia para trás, queria que ele me enfiasse logo, ele entendeu perfeitamente e meteu a cabecinha aos poucos. Ai, ai, ai, isso doía pelo tamanho do pau dele, ele ficou parado e eu sozinha comecei a me mexer, em círculos, devagar, enquanto ele me dedava a boceta para puxar os fluidos para cima. Ele se apoiou na parede e me deixou me mover, sozinha eu ia me jogando para trás, sentia aquele pedaço enorme de carne me partir em dois, meu cu ardia, mas eu gostava da dor, ah, ah, ahhhh, ahhh, eu gemia. Ele começou a me dar palmadas na bunda, ufff isso foi o que me fez ganhar coragem e comecei a me mover mais rápido enquanto ele me dava mais tapas. Continua.....
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