Ela abriu a bolsa e foi tirando uma por uma as peças de lingerie, não conseguia evitar sorrir: — "Cê quer que eu desfile tudo isso ou o quê? Tudo muito bonito, mas qual é a intenção ou o truque?" — Era muito esperta, mas com uma cara de tristeza fingida eu disse: — "Se não quiser ou não gostar, sem problema, me devolve que eu jogo fora ou dou pra outra pessoa" — acertei em cheio, a vaidade dela veio à tona: — "Como é que vai jogar fora se parece caro e não era pra ter comprado pensando em mim??" — Ela colocou as peças de lado como se estivesse tirando do meu alcance, eu tava gostando do rumo que a situação tava tomando, ela olhou com mais cuidado e o que mais gostou foi o conjunto que deixaria os biquinhos aparecendo, eu já imaginava que seria o favorito dela, perguntei se gostou de tudo e ela disse que sim, pegou os preservativos brilhantes e disse: — "Esses não são tão sexy, achei que você só queria que eu andasse quase pelada" — eu ri nervoso e nessa altura já bem excitado, uma ereção começava a aparecer, ela não falou nada mas percebeu — "Uns são do seu gosto, eu acho, e esses pra você ficar confortável e pelo que vi você não tem calcinhas fio dental, achei que seria bom mudar..." — vi que ela continuava olhando de canto minha ereção mas não falou mais nada, guardou toda a roupa e disse: — "Bom, por hoje é só, vamos comer que já tá bem tarde" — guardou a bolsa na gaveta de roupas íntimas dela e saímos pra procurar comida. Tudo correu normal naquela tarde, compramos comida, arrumamos a casa, quando ficou tarde ela me diz: — "Acho que deveria dormir no quarto da mamãe" — respondi na hora: — "Mas você disse que ia ser tudo igual, disse que não tinha problema" — falei desanimado, — "Por favor, amor, só por hoje, preciso pensar em algumas coisas, preciso ficar sozinha, me entende, clarear as ideias, não foi qualquer coisa o que a gente conversou hoje, te prometo que amanhã durmo no quarto" — ela levantou, me deu um beijo e foi pro quarto da mamãe, não sei se era minha excitação ou se imaginei, mas foi bem colado na boca. Canto da boca, levantei os pratos do jantar, arrumei tudo e fui pro meu quarto... Umas 2 horas se passaram e eu não conseguia dormir pensando no que tinha rolado. Bateu uma vontade de ir ao banheiro, e quando passei pelo quarto da mamãe, vi a luz acesa por uma fresta da porta. Me aproximei o mais silencioso que pude e claramente ouvi uns gemidos leves, mas constantes, e uns murmúrios baixinhos que eu não conseguia pegar direito, frases das quais só chegavam palavras soltas — "ahh, ahh me come gostoso, me chupa, ahh ahhh ahh você quer que eu sente na sua cara? quer que eu mije em você? Ahh ahh me come, me come, sou sua putinha..." e o som leve da masturbação. Não consegui evitar: tirei meu pau do short que uso pra dormir e comecei a bater uma também. — "ahh sim, adoro que você engula meus fluidos, ah ah ahh me come pelo cu..." O que minha irmã tava falando me enlouqueceu. A gente é meio sem vergonha às vezes, mas ouvir minha irmã falar tão sujo enquanto se dedava foi o ápice. Foda-se se ela me ouvisse, mas acho que ela tava tão focada no que tava fazendo que não escutou nada. Gozei rapidão só de ouvir ela gemer tão gostosa e tão safada. Não quis atrapalhar o momento de desabafo dela e voltei pro meu quarto o mais silencioso que pude. Limpei a mão no rolo de papel, porque foi lá que joguei todo o meu esperma (até a vontade de mijar passou). Me deitei e capotei, mas não sem antes pensar: "Será que ela ficou com tesão por causa do que a gente conversou à tarde?" E assim fiquei, sonhando que lambia aquela buceta gostosa e enfiava minha língua uma e outra vez naquela vagina deliciosa, que chupava os pezinhos lindos dela e os peitões enormes... Acordei com os barulhos clássicos que minha irmã faz quando se arruma pra ir trabalhar. Óbvio que ela dormiu no quarto da mamãe, mas todas as coisas dela estavam no meu. Fiquei bem quieto, peguei uma posição pra ver ela por baixo da coberta e vi claramente como ela ia tirando a roupa. Nem olhou pra mim. Tava com um sutiã cor de pele e a calcinha brilhosa que eu tanto gostava. Como de costume, ela largou tudo jogado e foi tomar banho. Levantei na hora e fui ver as calcinhas dela, olhei como a roupa dela tava pra deixar igual e peguei elas, ainda estavam mornas, curiosamente meio úmidas e com um cheirão, aquele cheiro maravilhoso que me fazia perder a cabeça, mas bem concentrado. As gozadas dela deviam ter sido selvagens, marcava muito a forma da buceta, acho que molhou demais. Dei uma lambidinha e tentei deixar no mesmo lugar, já ia me vingar daqui a pouco. Voltei pra minha posição de dormindo, hehehe. Ela demorou um pouco mais que o normal pra voltar, tirou a toalha e o que eu vi me deixou pasmo: tinha depilado quase toda a buceta linda dela. Passou creme no corpinho inteiro e loção, acariciava os peitões gostosos dela pra espalhar bem o creme, e meu pau já tava estourando. Ela abriu a gaveta de roupa íntima e tirou a sacola que eu tinha dado no dia anterior, pegou o conjunto transparente e, como eu previ, os peitos lindos dela ficaram espetaculares. A calcinha fio dental tava uma delícia, não tampava nada da bunda dela e na frente, os poucos pelinhos que deixou numa linha bem fina apareciam completamente. Quase tive um infarto quando ela tirou também uma das meias-calças que eu trouxe, daquelas chamadas "asa de mosca". Ela tava divina. Vestiu uma saia preta justa na bunda gostosa dela, nada sexy como uma novela, eu diria, e uma camisa branca bem justinha. Pra mim, um moleque de 16 anos com os hormônios à flor da pele, ela era a mulher mais linda que existia naquele momento. Prendeu o cabelo num coque, não costumava se maquiar muito, isso eu amava, só o básico, e falou comigo:
— "Boneco! Acorda! Já vou, deixei dinheiro na mesa, toma café e deixa tudo limpo, hein!! A propósito, adorei seu presente..." — disse piscando o olho e me dando um beijo na bochecha igual ao da noite passada. Será que ela quis dizer algo mais quando falou "deixa tudo limpo"? Saiu com um sorrisão nos lábios, deixando o cheiro da loção dela no ar. Levantei. Rapidão, peguei a calcinha e o sutiã, lambi cada centímetro de fluido, aspirei forte onde achava que podia estar o cu dela e cobri o rosto inteiro com a calcinha dela, imaginando que tinha a bunda da minha irmã na minha cara. Deitado na cama dela, me masturbando feito um louco até gozar jorrando em cima da barriga. Queria gozar na calcinha dela, mas também queria continuar sentindo o cheiro, então gozei em cima de mim mesmo. Era só o começo, então estiquei o braço e peguei o sutiã dela, aspirei fundo pra sentir aquele cheiro de loção e suor dos peitos lindos dela, lambi um pouco e voltei pra calcinha, lambendo igual, me masturbando que nem um doido até gozar de novo. Fiquei deitado uns minutos até a putaria me dominar de novo e, como um possesso, fui no cesto de roupa e tirei o que dava: meias, calcinhas, tangas, sutiãs e até leggings. Cheirei e lambi quase tudo! Por sorte, naquele fim de semana ela não lavou roupa, hahaha. A tesão de ouvir minha irmã se masturbando falando um monte de putaria e de ter visto ela há pouco com a tanga e o sutiã que imaginei pra ela foi demais... Era um turbilhão sensual de cheiro de buceta, cu, peitos, suor e loção da minha irmã, e uma vontade imensa de chupar tudo dela... Gozei mais duas vezes (benta juventude!). Agora sim, cansado e meio satisfeito, guardei tudo de qualquer jeito, com o peito e a barriga cheios de porra. Fui tomar banho. Era o último dia de provas, só precisava ir pro colégio, fazer as provas e sair, no máximo 3 horas. Tomei café e deixei tudo pronto do jeito que minha irmã tinha mandado. Agora, menos do que nunca, eu deixava de fazer as vontades dela. Tava preso nos encantos dela. Fui pro colégio, fiz o melhor que pude. Milagrosamente, depois fiquei sabendo que passei em tudo, e eu duvidava muito, porque minha mente naqueles dias só pensava na minha irmã, mas tenho que dizer que não sou ruim na escola... Então cheguei em casa, um pouco, mas só um pouco cansado. Peguei um iogurte da geladeira, comi e comecei a me apressar. Quando digo que virei escravo dela, não tô brincando. Na medida do possível, queria tratá-la como uma rainha. Limpei e arrumei tudo, comprei comida com o dinheiro que ela deixou, tomei outro banho pra esperar minha irmã, um pouco mais perfumado que o normal. Quando vi ela chegar, meu coração disparou. Ela chegou, me deu um beijo e sentou do meu lado. — "Tô morta, boneco, me fizeram correr pra cima e pra baixo" — ela era promotora de vendas de uma marca de bebida e quase sempre ficava de pé. Ela jogou a cabeça pra trás e fechou os olhos por um momento, tirou os tênis com os próprios pés e ficou assim descansando um pouco. Aproveitei pra olhar bem pra ela, já que tava coladinha em mim. Dava pra ver parte dos peitos dela na abertura da blusa, pareciam uma delícia. Sentada, as pernas dela pareciam mais grossas e super beijáveis com a meia, e os pés pareciam gostosos demais. Quase comi ela com os olhos, e ela devia estar sentindo, porque abriu os olhos, me olhou e disse — "Tô com alguma coisa errada ou o quê, mano?" — perguntou rindo. — "Só tava vendo como você tá linda, cê tá muito gostosa com essa roupa" — respondi. — "Ah, boneco, não exagera. Tudo bem que cê tá estranho, mas não é pra tanto, é como eu vou pro trabalho normalmente. Se continuar me enchendo de elogio, vou acabar acreditando!" — e eu falei — "Então pronto, não te elogio mais nem falo nada!" — e fiz que ia levantar, e ela me segurou pelo braço. — "Foi mal, obrigada, mas é que me sinto estranha com você me elogiando o tempo todo" — e disse — "Você me deixa nervosinha." — Senti que tava nas nuvens, será que... — "Pô, cê tá com cara de cansada, não dormiu bem? Por que tava tendo uns barulhos estranhos de noite, hein?" — falei maliciosamente. — "Quer uma massagem nos pés? Vai, pra relaxar um pouco..." — Ela me olhou com um brilho estranho nos olhos, notei uma dúvida na cara dela, um tesão, sei lá. Ela virou rápido pra mim, subindo os pés lindos dela até a altura das minhas coxas, se jogou um pouco mais pra trás e se apoiou no braço do sofá. Num piscar de olhos, consegui ver um pedaço da virilha dela. Ela se ajeitou e juntou as pernas lindas, não dava mais pra ver nada além dos joelhos pra baixo. Lá embaixo, comecei a massagear, talvez meio sem jeito, mas com uma devoção que devia ser suficiente. Comecei a ver no rosto dela o quanto o massagem tava sendo gostoso pra ela, e talvez ela tivesse ficando excitada, porque as bochechas começaram a ficar vermelhas. Falei: "Deita um pouco pra frente e se recosta melhor". Ela nem questionou. Nessa posição, abriu levemente as pernas; se eu me inclinasse um pouco, dava pra ver a calcinha fio dental dela. Ela tava com os olhos fechados, tranquila. Me esforcei pra fazer firme, mas ao mesmo tempo suave. Minha irmã só suspirava. Massageei os pezinhos lindos dela por uns 20 minutos, que pra minha mente doentia foram puro paraíso. O cheirinho doce dos pés dela me deixava extasiado. De vez em quando, eu levantava um pouco eles, com a desculpa de massagear de todos os ângulos, e via o começo da bunda dela. Comecei a ficar mal, já mais excitado, se é que isso era possível. Quando eu abaixava um dos pés, deixava ele cair em cima do meu pau duro. Ela não falava nada, mas sabia o que tava rolando. Imagino que ela sentia, hehe. Continuava suspirando. Quando terminei, falei: "Pronto, maninha. Espero que tenha gostado". Levantei os dois pés dela com ternura e submissão total e beijei eles. Antes disso, dei uma lambidinha discreta, quase imperceptível pra ela. Ela abriu os olhos na hora que eu beijava os pés dela como se beijasse a amante mais amada. Ficou mais vermelha ainda. Tirou os pezinhos lindos delicadamente e falou, tremendo: "Valeu, boneco. Tava uma delícia, mas acho que tô abusando. Vou tomar um banho..." Virou o corpo devagar, e quando fez isso, eu vi claramente a virilha dela e notei uma umidade bem marcada no triângulo da calcinha fio dental. Ela tinha se molhado com a massagem nos pés! E o melhor: ela deixou eu ver... Ela levantou e falou: "Vou tomar um banho, boneco, porque o calor tá horrível..." Eu sabia o que ia rolar, e meu pau quase gozou sozinho. Mas nas circunstâncias que ia acontecer, eu não esperava. Ela sempre tomava banho de manhã, e se fizesse muito calor... calor ou se sentia muito suja, tomava banho duas vezes por dia, acho que por isso sempre cheirava uma delícia... por todos os lados. Foi pro quarto, provavelmente ficou impressionada de ver tudo tão arrumado e limpo. Saiu só com a toalha e, como parte do jogo, acho, me disse: — "Desculpa, boneco, acho que baguncei um pouco. Pode dar uma conferida? Sei o que vai fazer, mas dessa vez tem permissão porque você foi um amor e também merece um presente. Vou demorar um pouco, então vai com calma e pode até estrear elas se quiser..." Continua... Espero que gostem, e me desculpem se a escrita falhar um pouco... já falta pouco pro final, acho eu hehehe.
— "Boneco! Acorda! Já vou, deixei dinheiro na mesa, toma café e deixa tudo limpo, hein!! A propósito, adorei seu presente..." — disse piscando o olho e me dando um beijo na bochecha igual ao da noite passada. Será que ela quis dizer algo mais quando falou "deixa tudo limpo"? Saiu com um sorrisão nos lábios, deixando o cheiro da loção dela no ar. Levantei. Rapidão, peguei a calcinha e o sutiã, lambi cada centímetro de fluido, aspirei forte onde achava que podia estar o cu dela e cobri o rosto inteiro com a calcinha dela, imaginando que tinha a bunda da minha irmã na minha cara. Deitado na cama dela, me masturbando feito um louco até gozar jorrando em cima da barriga. Queria gozar na calcinha dela, mas também queria continuar sentindo o cheiro, então gozei em cima de mim mesmo. Era só o começo, então estiquei o braço e peguei o sutiã dela, aspirei fundo pra sentir aquele cheiro de loção e suor dos peitos lindos dela, lambi um pouco e voltei pra calcinha, lambendo igual, me masturbando que nem um doido até gozar de novo. Fiquei deitado uns minutos até a putaria me dominar de novo e, como um possesso, fui no cesto de roupa e tirei o que dava: meias, calcinhas, tangas, sutiãs e até leggings. Cheirei e lambi quase tudo! Por sorte, naquele fim de semana ela não lavou roupa, hahaha. A tesão de ouvir minha irmã se masturbando falando um monte de putaria e de ter visto ela há pouco com a tanga e o sutiã que imaginei pra ela foi demais... Era um turbilhão sensual de cheiro de buceta, cu, peitos, suor e loção da minha irmã, e uma vontade imensa de chupar tudo dela... Gozei mais duas vezes (benta juventude!). Agora sim, cansado e meio satisfeito, guardei tudo de qualquer jeito, com o peito e a barriga cheios de porra. Fui tomar banho. Era o último dia de provas, só precisava ir pro colégio, fazer as provas e sair, no máximo 3 horas. Tomei café e deixei tudo pronto do jeito que minha irmã tinha mandado. Agora, menos do que nunca, eu deixava de fazer as vontades dela. Tava preso nos encantos dela. Fui pro colégio, fiz o melhor que pude. Milagrosamente, depois fiquei sabendo que passei em tudo, e eu duvidava muito, porque minha mente naqueles dias só pensava na minha irmã, mas tenho que dizer que não sou ruim na escola... Então cheguei em casa, um pouco, mas só um pouco cansado. Peguei um iogurte da geladeira, comi e comecei a me apressar. Quando digo que virei escravo dela, não tô brincando. Na medida do possível, queria tratá-la como uma rainha. Limpei e arrumei tudo, comprei comida com o dinheiro que ela deixou, tomei outro banho pra esperar minha irmã, um pouco mais perfumado que o normal. Quando vi ela chegar, meu coração disparou. Ela chegou, me deu um beijo e sentou do meu lado. — "Tô morta, boneco, me fizeram correr pra cima e pra baixo" — ela era promotora de vendas de uma marca de bebida e quase sempre ficava de pé. Ela jogou a cabeça pra trás e fechou os olhos por um momento, tirou os tênis com os próprios pés e ficou assim descansando um pouco. Aproveitei pra olhar bem pra ela, já que tava coladinha em mim. Dava pra ver parte dos peitos dela na abertura da blusa, pareciam uma delícia. Sentada, as pernas dela pareciam mais grossas e super beijáveis com a meia, e os pés pareciam gostosos demais. Quase comi ela com os olhos, e ela devia estar sentindo, porque abriu os olhos, me olhou e disse — "Tô com alguma coisa errada ou o quê, mano?" — perguntou rindo. — "Só tava vendo como você tá linda, cê tá muito gostosa com essa roupa" — respondi. — "Ah, boneco, não exagera. Tudo bem que cê tá estranho, mas não é pra tanto, é como eu vou pro trabalho normalmente. Se continuar me enchendo de elogio, vou acabar acreditando!" — e eu falei — "Então pronto, não te elogio mais nem falo nada!" — e fiz que ia levantar, e ela me segurou pelo braço. — "Foi mal, obrigada, mas é que me sinto estranha com você me elogiando o tempo todo" — e disse — "Você me deixa nervosinha." — Senti que tava nas nuvens, será que... — "Pô, cê tá com cara de cansada, não dormiu bem? Por que tava tendo uns barulhos estranhos de noite, hein?" — falei maliciosamente. — "Quer uma massagem nos pés? Vai, pra relaxar um pouco..." — Ela me olhou com um brilho estranho nos olhos, notei uma dúvida na cara dela, um tesão, sei lá. Ela virou rápido pra mim, subindo os pés lindos dela até a altura das minhas coxas, se jogou um pouco mais pra trás e se apoiou no braço do sofá. Num piscar de olhos, consegui ver um pedaço da virilha dela. Ela se ajeitou e juntou as pernas lindas, não dava mais pra ver nada além dos joelhos pra baixo. Lá embaixo, comecei a massagear, talvez meio sem jeito, mas com uma devoção que devia ser suficiente. Comecei a ver no rosto dela o quanto o massagem tava sendo gostoso pra ela, e talvez ela tivesse ficando excitada, porque as bochechas começaram a ficar vermelhas. Falei: "Deita um pouco pra frente e se recosta melhor". Ela nem questionou. Nessa posição, abriu levemente as pernas; se eu me inclinasse um pouco, dava pra ver a calcinha fio dental dela. Ela tava com os olhos fechados, tranquila. Me esforcei pra fazer firme, mas ao mesmo tempo suave. Minha irmã só suspirava. Massageei os pezinhos lindos dela por uns 20 minutos, que pra minha mente doentia foram puro paraíso. O cheirinho doce dos pés dela me deixava extasiado. De vez em quando, eu levantava um pouco eles, com a desculpa de massagear de todos os ângulos, e via o começo da bunda dela. Comecei a ficar mal, já mais excitado, se é que isso era possível. Quando eu abaixava um dos pés, deixava ele cair em cima do meu pau duro. Ela não falava nada, mas sabia o que tava rolando. Imagino que ela sentia, hehe. Continuava suspirando. Quando terminei, falei: "Pronto, maninha. Espero que tenha gostado". Levantei os dois pés dela com ternura e submissão total e beijei eles. Antes disso, dei uma lambidinha discreta, quase imperceptível pra ela. Ela abriu os olhos na hora que eu beijava os pés dela como se beijasse a amante mais amada. Ficou mais vermelha ainda. Tirou os pezinhos lindos delicadamente e falou, tremendo: "Valeu, boneco. Tava uma delícia, mas acho que tô abusando. Vou tomar um banho..." Virou o corpo devagar, e quando fez isso, eu vi claramente a virilha dela e notei uma umidade bem marcada no triângulo da calcinha fio dental. Ela tinha se molhado com a massagem nos pés! E o melhor: ela deixou eu ver... Ela levantou e falou: "Vou tomar um banho, boneco, porque o calor tá horrível..." Eu sabia o que ia rolar, e meu pau quase gozou sozinho. Mas nas circunstâncias que ia acontecer, eu não esperava. Ela sempre tomava banho de manhã, e se fizesse muito calor... calor ou se sentia muito suja, tomava banho duas vezes por dia, acho que por isso sempre cheirava uma delícia... por todos os lados. Foi pro quarto, provavelmente ficou impressionada de ver tudo tão arrumado e limpo. Saiu só com a toalha e, como parte do jogo, acho, me disse: — "Desculpa, boneco, acho que baguncei um pouco. Pode dar uma conferida? Sei o que vai fazer, mas dessa vez tem permissão porque você foi um amor e também merece um presente. Vou demorar um pouco, então vai com calma e pode até estrear elas se quiser..." Continua... Espero que gostem, e me desculpem se a escrita falhar um pouco... já falta pouco pro final, acho eu hehehe.
3 comentários - Adoro cheirar calcinhas usadas, principalmente da minha irm?