Como me gusta mi cuñada

Já faz duas semanas que ela tá dormindo no outro quarto, duas semanas que eu sonho toda noite que a gente transa e fico cada vez mais louco. Minhas manhãs são muito tristes, porque não só o sonho não é real, como eu acordo e vou trabalhar. Hoje ela levantou e a gente se encontrou na cozinha, ela se levantou de calcinha e sutiã, passou na minha frente como se nada e foi pro banheiro. Não acredito na bunda gostosa que ela tem. Quando saiu, a gente se cruzou na porta da cozinha e ela passou a bunda inteira na minha pica, como se nada, tendo espaço pra passar, passou a bunda na minha pica e quis seguir em frente, mas eu parei ela segurando pelo elástico da calcinha, fiz ela voltar e agarrei a bunda dela bem forte e soltei. Ela ficou toda vermelha e com os olhos arregalados me perguntou: "O que foi?" Ninguém sai impune depois de passar a bunda na minha pica, falei rindo e fui pro quarto, e atrás de mim ela veio apressada, num tom meio bravo, gritando que eu agarrei a bunda dela e que ela não percebeu. Ela, a mesma que me esperou em casa pra eu comer ela, agora tava brava porque eu agarrei a bunda dela. Assim que entro no quarto, jogo ela sentada na cama e passo a pica no rosto dela, segurando pelos cabelos. Ela agarrou o tronco da minha pica e continuava brava, mas não soltava, me chamava de mal-educado e eu só ria, porque não só ela não soltava, como tinha começado a me bater uma punheta e, quando ela se descuidou um pouco, enfiei na boca dela. Faz duas semanas que ela se separou porque meu cunhado traía ela, e ela tá magoada, então não queria foder como a gente fez de vez em quando depois daquela vez na casa dela. Brava do jeito que tava, ela me deu a chance de me divertir, porque chupou muito minha pica, essa mistura de raiva e tesão me ajudou, ela chupava minhas bolas e pedia pra eu gozar, enquanto batia uma punheta e mais punheta. "Goza, por favor, quero tomar todo o leite", ela dizia e gemia, enfiava a pica na boca até fazer um boquete bem fundo, aguentando bastante até que eu gozei, ela Trago toda a porra. Na hora ela se vira e me pede pra chupar o cu dela, de costas e com a bunda bem empinada, abrindo as nádegas e implorando pra eu lamber o cu dela. Enquanto enfiava três dedos na pussy, eu lambia o cu dela como se minha vida dependesse daquilo, até que ela pediu pra eu meter, pra meter no cu dela, que já tava pronto pra minha pica. Devagar eu penetrei, enfiei a cabeça bem de leve na bunda dela, que já não era tão virgem, mas também não era tão arrombada. Quando a cabeça entrou, ela gemeu forte, pedindo pra eu ir devagar, e assim comecei a comer o cu dela, bem tranquilo. Cada vez que eu tirava, parecia que o cu dela sugava minha pica, até que pegamos o ritmo. Meti com força por um tempo, e ela pediu pra trocar de posição. Me deitei, e ela sentou no meu pau, começando uma cavalgada das melhores. Eu sentia aquela bunda grande quicando entre minhas pernas, enquanto via ela apertar os peitos e levá-los à boca. Não aguentei muito, mas aqueles 20 minutos foram fodas. Enchi o cu dela de porra, como se não gozasse há muito tempo. Que gostosa, me deixa louco e adoro comer ela. Ela foi pro quarto dela sem dizer nada, escorrendo porra da bunda. Eu tomei banho rapidão e arranquei numa terça-feira chegando atrasado no trampo, mas com as bolas vazias e felizes. Ter minha mulher e minha cunhada em casa é espetacular.

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