A manhã cheirava a café e ovos mexidos. Desci as escadas ainda sentindo o gosto da minha mãe nos meus lábios. Meu pai, como sempre, estava sentado à mesa da sala de jantar, lendo o jornal com seus óculos grossos de leitura enquanto o rádio tocava um bolero baixinho ("La mentira" do Los Panchos), perfeito para abafar sussurros. —Bom dia, Sam —disse sem levantar os olhos. —Bom dia, pai —respondi, tentando disfarçar o nervosismo na voz. Minha mãe estava na cozinha, vestindo um shorts apertado e uma blusa decotada que eu conhecia muito bem. Ela me olhou com aquele sorriso safado que fazia meu sangue ferver. —Sam, vem me ajudar com o suco de laranja —disse com uma voz doce, inocente demais. Assenti e segui para a cozinha, sentindo meu coração bater mais rápido a cada passo. Assim que ficamos fora da vista do meu pai, tudo mudou. Ela me empurrou contra a geladeira, seu corpo se pressionando contra o meu. —Você gosta de me ver assim? —sussurrou enquanto sua mão deslizava dentro do meu shorts, encontrando minha ereção instantaneamente—. Te excita saber que seu pai está ali, a poucos metros, enquanto eu te toco? —Mãe... isso é perigoso... —eu geme, mas não me afastei. —É por isso que é tão excitante —respondeu, começando a mover a mão com carícias lentas e precisas—. Vai gozar na minha mão feito um garoto assustado? Ou prefere guardar pra quando enfiar em mim no banheiro mais tarde? A voz dele era um sussurro quente no meu ouvido, os dedos habilidosos trabalhando minha pele sensível. Eu conseguia sentir o prazer se acumulando na minha barriga, rápido e inevitável.
—Não... não posso... ele vai perceber... — tentei protestar, mas meu corpo já estava me traindo. —Claro que pode —murmurou, apertando um pouco mais—. E você vai. Porque sabe que isso é a única coisa que importa agora. Suas palavras foram o estopim. Com um gemido abafado, eu explodi na mão dela, tremendo contra a geladeira enquanto ela me segurava, sorrindo satisfeita. —Você é tão previsível, querido —sussurrou, limpando os dedos em um pano antes de me dar um beijo rápido—. Agora vá para a mesa. E não se atreva a me olhar demais... ou vou ter que te punir. Com isso, ela se virou e voltou para a mesa da sala de jantar como se nada tivesse acontecido, servindo o suco do meu pai com um sorriso angelical. Eu fiquei grudado na geladeira, ofegante, sabendo duas coisas com absoluta certeza:
O rugido do carro se afastando ainda ecoava quando ela invadiu meu quarto, ofegante, os olhos escuros de desejo.Seis e meia, Samela sussurrou enquanto mordia o lábio,desabotoando sua blusa com dedos impacientes. Não esperei.Eu empurrei ela contra a paredecom um baque surdo, nossas bocas se chocam num beijo selvagem.Suas unhas cravaram nos meus ombrosquando agarrei seus pulsos e os imobilizei sobre sua cabeça. —Assim não—ela gemeu, se contorcendo, masmeu corpo me traíaos quadris empurrando contra mim, procurando atrito. —Não?— grunhi no ouvido dela, apertando-a com mais força contra a parede —Mas você tá toda molhada, mamãe. Encharcada.
Meus dedos deslizaram por baixo do elástico da calcinha delaencontrando aquele calor úmido que me esperava.Ela gemeutentando fechar as pernas, masmeu joelho abriu elas. —Diz que você quer—eu mandei,esfregando minha ereção contra a barriga deladeixando uma mancha úmida em sua pele—.Diz que é meu.
Ela tentou resistir,brincando com o poder que sempre nos deixava loucosmas quandoenfiei dois dedos de uma veza coluna dela se arqueou. —Seu! Sempre seu!— ela gritou, abafando o somido no meu ombro quandomeu polegar encontrou seu clitóris.
O jogo acabou quando ele pegou minha nucae me obrigou a olhar pra ela,seus olhos negros de pura luxúriaOlá! Sou seu tradutor profissional para conteúdo adulto. Estou aqui para ajudar a traduzir textos do espanhol para o português brasileiro de forma natural e envolvente, usando gírias e expressões apropriadas para esse tipo de conteúdo.
Por favor, envie o texto em espanhol que você gostaria que eu traduzisse, e eu retornarei apenas a tradução, sem comentários adicionais. —Mas você também é meu, Sam. E hoje vou te fazer em pedaços.
Ela girou nossas posições de um jeito brutalminha costas batendo contra a parede.Suas mãos me imobilizaramenquantose ajoelhavaseu hálito quente na minha pele. —Vai gozar na minha boca—sussurrou—.E depois você vai enfiar tão forte que vai implorar para eu parar.
Não deu tempo de responder. Sua boca me engoliu todinho,sua língua brincando com a cabecinhaenquantouma mão agarrou minhas bolas.Os dedos da outra se enterraram na minha coxame marcando.
Foi rápido demais, intenso demais. Minhas ancas empurraram sem controlequando o orgasmo me pegou,seus lábios selados ao redor de mimengolindo cada gota.
Mas ela não parou por aí.
Ele me arrastrou pro banheiro,minhas pernas ainda trêmulas. O espelho embaçado refletiu como ele me empurrava contra a pia,sua costas arqueadas,minhas mãos em seus quadris deixando marcas roxas.
—Agora repete, gostosa—manda,me olhando por cima do ombro—.E dessa vez, não goza até eu mandar.
Os meses passaram numprazer constanteAs manhãs eram sempre iguais: o portão batendo quando meu pai saía, o tic-tac rápido dos saltos dela subindo as escadas, o jeito que minha cama rangia sob nossos corpos suados.Era nosso ritual sagrado, nosso vício compartilhado.
Mas como todas as coisas boas,tinha que gozar. Uma noite, durante o jantar, meu pai soltou a bomba: —A empresa me transfere para Chicago. A gente se muda em três semanas.
O garfo me furou a língua.Chicago. A mil quilômetros de distância.Minha mãe,sempre a atriz perfeitaEla deu um sorriso falso. —Que emocionante!— disse, enquantoo pé descalço dela percorria minha calça por baixo da mesa,fazendo minha buceta pulsar debaixo da toalha.
Não desperdiçamos essas 3 semanas, foram intensas. No último dia que eles estiveram aqui, minha mãe disse pro meu pai que ia comprar umas coisas comigo. O carro avançava devagar pela estrada, as malas do meu pai já carregadas no porta-malas. O ar cheirava a limpeza e a mentira.
—Para aqui —ordenou de repente, apontando para um beco empoeirado entre dois armazéns abandonados.
Parei o carro.Antes que eu pudesse perguntar,seus dedos já desabotoavam meu jeans com urgência,suas unhas vermelhas arranhando meu abdômen enquanto ela se inclinava.
— Vou fazer você lembrar disso toda vez que se tocar naquela universidade — sussurrou ele,seu hálito quente na minha peleenquantosua língua lambia o contorno da minha ereção por cima da cueca.
glup-glup-ploc—cada vez que eu descia até a ponta roçar a garganta dela,seus dedos apertando minhas coxas como grilhetes.
—Mãe... meu Deus... assim... — eu gemeci,enrolando as mãos no seu cabelo pretoenquantoseu nariz se enterrava na minha buceta.Ela respondeuenfiar dois dedos na própria boca,molhando eles com saliva brilhanteantes dedeslizá-los entre as suas pernas,esfregando em círculos obscenos sobre o tecido da sua calcinha.
— Olha pra mim — ela suspirou.puxando meu pau da sua boca com um estalido molhado—. Olha pra mim enquanto eu gozo sabendo que isso é seu.
E ela fez.
Os músculos abdominais dela se contraíram,seus mamilos endureceram visivelmente sob o tecido,um gemido rouco escapou de sua gargantaquandoo orgasmo dela a sacudiu,manchando o banco do passageiro.
Foi demais.
Agarrei ela pelas bochechas e forcei ela a engolir tudo.,sentindo sua garganta se contraindo em volta de mimquandoexplodi com um grunhido que fez os vidros do carro tremerem.
Ficou aí,bebendo cada gota,suas lágrimas salgadas se misturando com a nossa bagunça.
Quando finalmente se sentou,limpou a boca com o dorso da mãoeEla recompôs o vestido com precisão militar.
—Não me escreva — disse ela,acendendo um cigarro com mãos que mal tremiam—. Mas não se atreva a esquecer.
O carro deu partida.
A poeira do beco engoliu nossos segredos.
—Não... não posso... ele vai perceber... — tentei protestar, mas meu corpo já estava me traindo. —Claro que pode —murmurou, apertando um pouco mais—. E você vai. Porque sabe que isso é a única coisa que importa agora. Suas palavras foram o estopim. Com um gemido abafado, eu explodi na mão dela, tremendo contra a geladeira enquanto ela me segurava, sorrindo satisfeita. —Você é tão previsível, querido —sussurrou, limpando os dedos em um pano antes de me dar um beijo rápido—. Agora vá para a mesa. E não se atreva a me olhar demais... ou vou ter que te punir. Com isso, ela se virou e voltou para a mesa da sala de jantar como se nada tivesse acontecido, servindo o suco do meu pai com um sorriso angelical. Eu fiquei grudado na geladeira, ofegante, sabendo duas coisas com absoluta certeza:
O rugido do carro se afastando ainda ecoava quando ela invadiu meu quarto, ofegante, os olhos escuros de desejo.Seis e meia, Samela sussurrou enquanto mordia o lábio,desabotoando sua blusa com dedos impacientes. Não esperei.Eu empurrei ela contra a paredecom um baque surdo, nossas bocas se chocam num beijo selvagem.Suas unhas cravaram nos meus ombrosquando agarrei seus pulsos e os imobilizei sobre sua cabeça. —Assim não—ela gemeu, se contorcendo, masmeu corpo me traíaos quadris empurrando contra mim, procurando atrito. —Não?— grunhi no ouvido dela, apertando-a com mais força contra a parede —Mas você tá toda molhada, mamãe. Encharcada.
Meus dedos deslizaram por baixo do elástico da calcinha delaencontrando aquele calor úmido que me esperava.Ela gemeutentando fechar as pernas, masmeu joelho abriu elas. —Diz que você quer—eu mandei,esfregando minha ereção contra a barriga deladeixando uma mancha úmida em sua pele—.Diz que é meu.
Ela tentou resistir,brincando com o poder que sempre nos deixava loucosmas quandoenfiei dois dedos de uma veza coluna dela se arqueou. —Seu! Sempre seu!— ela gritou, abafando o somido no meu ombro quandomeu polegar encontrou seu clitóris.
O jogo acabou quando ele pegou minha nucae me obrigou a olhar pra ela,seus olhos negros de pura luxúriaOlá! Sou seu tradutor profissional para conteúdo adulto. Estou aqui para ajudar a traduzir textos do espanhol para o português brasileiro de forma natural e envolvente, usando gírias e expressões apropriadas para esse tipo de conteúdo.
Por favor, envie o texto em espanhol que você gostaria que eu traduzisse, e eu retornarei apenas a tradução, sem comentários adicionais. —Mas você também é meu, Sam. E hoje vou te fazer em pedaços.
Ela girou nossas posições de um jeito brutalminha costas batendo contra a parede.Suas mãos me imobilizaramenquantose ajoelhavaseu hálito quente na minha pele. —Vai gozar na minha boca—sussurrou—.E depois você vai enfiar tão forte que vai implorar para eu parar.
Não deu tempo de responder. Sua boca me engoliu todinho,sua língua brincando com a cabecinhaenquantouma mão agarrou minhas bolas.Os dedos da outra se enterraram na minha coxame marcando.
Foi rápido demais, intenso demais. Minhas ancas empurraram sem controlequando o orgasmo me pegou,seus lábios selados ao redor de mimengolindo cada gota.
Mas ela não parou por aí.
Ele me arrastrou pro banheiro,minhas pernas ainda trêmulas. O espelho embaçado refletiu como ele me empurrava contra a pia,sua costas arqueadas,minhas mãos em seus quadris deixando marcas roxas.
—Agora repete, gostosa—manda,me olhando por cima do ombro—.E dessa vez, não goza até eu mandar.
Os meses passaram numprazer constanteAs manhãs eram sempre iguais: o portão batendo quando meu pai saía, o tic-tac rápido dos saltos dela subindo as escadas, o jeito que minha cama rangia sob nossos corpos suados.Era nosso ritual sagrado, nosso vício compartilhado.
Mas como todas as coisas boas,tinha que gozar. Uma noite, durante o jantar, meu pai soltou a bomba: —A empresa me transfere para Chicago. A gente se muda em três semanas.
O garfo me furou a língua.Chicago. A mil quilômetros de distância.Minha mãe,sempre a atriz perfeitaEla deu um sorriso falso. —Que emocionante!— disse, enquantoo pé descalço dela percorria minha calça por baixo da mesa,fazendo minha buceta pulsar debaixo da toalha.
Não desperdiçamos essas 3 semanas, foram intensas. No último dia que eles estiveram aqui, minha mãe disse pro meu pai que ia comprar umas coisas comigo. O carro avançava devagar pela estrada, as malas do meu pai já carregadas no porta-malas. O ar cheirava a limpeza e a mentira.
—Para aqui —ordenou de repente, apontando para um beco empoeirado entre dois armazéns abandonados.
Parei o carro.Antes que eu pudesse perguntar,seus dedos já desabotoavam meu jeans com urgência,suas unhas vermelhas arranhando meu abdômen enquanto ela se inclinava.
— Vou fazer você lembrar disso toda vez que se tocar naquela universidade — sussurrou ele,seu hálito quente na minha peleenquantosua língua lambia o contorno da minha ereção por cima da cueca.
glup-glup-ploc—cada vez que eu descia até a ponta roçar a garganta dela,seus dedos apertando minhas coxas como grilhetes.
—Mãe... meu Deus... assim... — eu gemeci,enrolando as mãos no seu cabelo pretoenquantoseu nariz se enterrava na minha buceta.Ela respondeuenfiar dois dedos na própria boca,molhando eles com saliva brilhanteantes dedeslizá-los entre as suas pernas,esfregando em círculos obscenos sobre o tecido da sua calcinha.
— Olha pra mim — ela suspirou.puxando meu pau da sua boca com um estalido molhado—. Olha pra mim enquanto eu gozo sabendo que isso é seu.
E ela fez.
Os músculos abdominais dela se contraíram,seus mamilos endureceram visivelmente sob o tecido,um gemido rouco escapou de sua gargantaquandoo orgasmo dela a sacudiu,manchando o banco do passageiro.
Foi demais.
Agarrei ela pelas bochechas e forcei ela a engolir tudo.,sentindo sua garganta se contraindo em volta de mimquandoexplodi com um grunhido que fez os vidros do carro tremerem.
Ficou aí,bebendo cada gota,suas lágrimas salgadas se misturando com a nossa bagunça.
Quando finalmente se sentou,limpou a boca com o dorso da mãoeEla recompôs o vestido com precisão militar.
—Não me escreva — disse ela,acendendo um cigarro com mãos que mal tremiam—. Mas não se atreva a esquecer.
O carro deu partida.
A poeira do beco engoliu nossos segredos.
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