No dia seguinte, acordamos com uma puta ressaca, cabeça explodindo e uma lembrança vaga do quanto a noite anterior foi intensa. A gente se olhou, meio confuso, ainda no sofá.
Ela senta primeiro, esfregando os olhos, e depois de um silêncio, solta:
—O negócio de ontem à noite... foi um erro. Não devia ter rolado.
Me sento, ainda processando as palavras dela, e respondo:
—Pra mim não foi um erro. Não me arrependo de nada.
Ela me olha, os olhos dela procurando algo nos meus, talvez algum sinal de dúvida ou arrependimento, mas não encontra nada. Tem um momento de silêncio entre nós, cada um pensando no que isso significa.
—Não sei, Sam... é complicado. Isso muda as coisas, sabe? —ela diz, a voz carregada de preocupação.
—Eu sei, mãe, mas... —dou uma pausa, procurando as palavras certas
— e se não precisar ser algo ruim? e se o que aconteceu... nos fizer entender melhor o que a gente sente?
Ela suspira, olhando pro chão por um momento antes de me encarar de novo.
—Você realmente acredita nisso? Acha que a gente consegue... lidar com isso sem virar uma puta bagunça?
—Acho que sim, se a gente for honesto um com o outro. Isso... o que rolou, foi especial. Pelo menos pra mim. Não quero fingir que não aconteceu ou que não significou nada.
Ela acena lentamente, ainda claramente insegura, mas parece considerar minhas palavras.
—Preciso pensar, Sam. Dar um sentido pra tudo isso.
—Tá bom, vamos com calma. Não precisa resolver tudo agora.
—digo, oferecendo a ele um sorriso tranquilizador.
Ela olha para a janela por um momento antes de falar de novo, com um tom de voz mais sério.
—E se seu pai descobrir? Ele volta da viagem de trabalho em duas semanas.
Isso pode... pode complicar tudo.
A tensão tá no ar, mas decido aliviar o clima com um toque de safadeza.
—Então, isso significa que eu tenho você só pra mim durante essas duas semanas, né? — falo com um sorriso, tentando aliviar a preocupação no rosto dela.
Ela me olha, surpresa primeiro, mas depois a expressão dela suaviza e um sorriso tímido aparece nos lábios dela.
—Sam, não é tão simples, mas... — as palavras dela se perdem por um instante, e então ela se aproxima devagar de mim.
Nós nos beijamos, e dessa vez é lento e quente, um contraste total com a paixão desenfreada da noite anterior. É um beijo que parece selar um acordo tácito entre nós, cheio de carinho e uma promessa não dita de explorar o que isso pode significar, sem pressa, mas com sinceridade.
—Vamos levar um dia de cada vez —ela sussurra depois do beijo, encostando a testa na minha.
—Um dia de cada vez —repito, sentindo algo dentro de mim se acalmar um pouco com essa ideia.
Depois da nossa conversa, cada um vai pro seu quarto. Tomo um banho rápido, tentando clarear meus pensamentos com a água quente escorrendo pelo meu corpo. Assim que saio do banheiro, me deito na cama, ainda com a toalha enrolada na cintura, e foda-se o telefone.
Abro a galeria e encontro o vídeo que gravei na festa. Agora, vendo sóbrio e na tranquilidade do meu quarto, consigo realmente apreciar o quão incrivelmente gostosa foi tudo. Ela dançando e rebolando em mim com uma intensidade que, mesmo pela tela, acelera meu coração.
Decido mandar o vídeo pra ela pelo WhatsApp. Anexo o arquivo com uma mensagem safada e quente:
Eu: Olha só o que eu encontrei. 🔥 Ver isso me lembra como você foi incrível ontem à noite.
Aperto enviar, sentindo uma mistura de tesão e nervosismo. Não demoro muito pra receber a resposta dela.
Mamãe: Sam, isso é... uau. Não lembrava que era tão... intenso. 😳
Eu: Você se arrepende de ter rolado?
Mamãe: Não me arrependo. Mas me surpreende o quanto me excita ver ele de novo. É complicado.
Eu: Eu também fico surpreso, mas no melhor sentido. Fico feliz que você não se arrepende.
Enquanto espero sua resposta, decido dar um toque mais safado na nossa conversa. Tiro uma foto rápida das minhas pernas, a toalha enrolada na cintura deixando só um volume à mostra. Mando a foto com uma mensagem leve e brincalhona.
Eu: Olha só o que o seu vídeo fez comigo, haha. 😜
Mando a foto e me deito, um sorriso safado nos lábios, esperando a reação dela.
reação. Não demora pra chegar.
Mamãe: Sam! Você é terrível, haha. 😂
Há uma pausa, e então ela manda uma foto de volta. É uma imagem dos pés dela, com as pontas dos dedos pintadas de vermelho, um toque de safadeza que eu não esperava. Junto com a foto, ela escreve:
Mamãe: Bom, já que estamos compartilhando... isso é o que eu tenho agora. 😏
Eu: Só isso? Haha, tava esperando algo um pouco mais... revelador. 😏
Aguardo sua resposta, com uma mistura de antecipação e tesão. Não passa muito tempo antes do meu celular tocar com uma nova notificação.
Mamãe: Ok, já que você insiste... e se ontem você já me viu, então isso não te incomoda, né? 😜
A foto que vem a seguir me tira o fôlego por um segundo. É ela, sem sutiã, se cobrindo só com as mãos, aquele sorriso safado capturado na imagem. A espontaneidade e a confiança na foto me deixam emocionado e excitado ao mesmo tempo.
Eu: Você tá uma delícia. 😍 E se eu for pro seu quarto agora mesmo? 🤔
Enquanto espero sua resposta, a antecipação me deixa quase sem fôlego. Finalmente, a mensagem dela aparece na tela.
Mamãe: Mmm, isso soa como um convite perigoso... Tem certeza de que está pronto pra encarar as consequências? 😈
A resposta dela brinca com a ideia, deixando a porta aberta pra várias possibilidades. Decido aumentar a aposta.
Eu: Mais que pronto. A menos que você me mande parar, vou estar aí num minuto. 😜
Mamãe: Não ia te parar... Talvez você devesse vir e ver por si mesmo.
Com essa confirmação, minha decisão está tomada. Levanto da cama, meu coração bate com uma mistura de nervosismo e tesão. Deixo o celular e vou em direção ao quarto dela, cada passo aumentando a tensão do que está por vir.
ponto de acontecer.
Abro devagar a porta do quarto dela e encontro ela me esperando na cama. Ela tá pelada, mas segura um lençol contra o corpo, escondendo as curvas dos meus olhos. Quando me vê, morde o lábio, claramente ansiosa.
Eu só estou com uma toala enrolada na cintura, e enquanto caminho até ela, a
A tensão no ar é palpável.
—Isso tá bom? —pergunto, parando na beira da cama.
—Mais que bem —ela responde com uma voz suave, me encarando.
Nos olhamos por um instante, o desejo estampado nos olhos. Chego ainda mais perto, o lençol é a única barreira entre nós.
—Posso? —sussurro, apontando pro lençol.
Ela acena, a respiração fica mais pesada e solta devagar o lençol, deixando ele cair de lado. A revelação do corpo dela aumenta ainda mais a tensão, e meu coração bate forte com a visão.
—Você é gostosa —murmuro, sinceramente impressionado.
—Vem aqui —ela diz, estendendo a mão para mim.
Chego perto dela na cama e, sem perder tempo, deixamos cair a toalha e começamos a nos beijar com tudo. Nossos lábios se chocam com força, sem nenhuma delicadeza, enquanto nossas línguas lutam pelo domínio.
Sem pensar duas vezes, vou direto apalpar os peitos dela, apertando e brincando com os bicos. Também desço a mão mais pra baixo, explorando, enfiando os dedos onde nós dois queremos. Ela não fica parada: pega no meu pau, acaricia, puxa, aumentando a intensidade de cada toque.
Me coloca de quatro, é assim que eu mais gosto.
Nem lento nem preguiçoso, ela se ajeita na cama, fica de quatro, e que vista, amigo, a bunda dela perfeitamente empinada, bem ali, esperando.
Eu fico atrás dela, uma mão na cintura dela e com a outra me guio. "Pronta pra isso?" pergunto enquanto me encaixo.
Ela só solta um "Mete logo", e assim que eu entro, nós dois soltamos um gemido que com certeza os vizinhos vão fofocar amanhã.
Ahh, ahh, isso!" e eu pergunto pra ela, "Cê gosta assim?" enquanto meto mais forte.
Mais forte!" ela grita pra mim, e claro, eu dou o que ela pede.
Ela vira, me olha por cima do ombro com aqueles olhos meio fechados de prazer e me diz entre gemidos, "Isso, isso, aí!
E lá vou eu,plaf, plaf, toda vez que eu meto, ouve aquele barulho que estoura nossos ouvidos.
Tá gostando assim, hein?" falo pra ela, e ela, com aquela voz que entra pelo corpo todo, me responde: "Ai, meu Deus, sim! Não para.
Ela se mexe com uma habilidade que te juro, como uma verdadeira deusa do sexo. É algoIncrível ver ela em ação, dominando cada movimento, cada ritmo.
No meio de tudo, ela solta uma parada que me deixa gelado por um segundo:
Desde que a gente começou a sair junto pra essas festas, eu tô desejando isso em segredo.
Sério? Por que você não falou nada?
Ela ri um pouco, uma risada que sai entre gemidos, "Não sabia como você ia reagir, e não queria estragar o que a gente tinha.
Que bom que finalmente aconteceu," digo, sincero, enquanto continuo me movendo no ritmo que ela marca com o corpo.
Eu também, Sam. Você não faz ideia o quanto," ela responde, antes de se arquear pra trás e me encontrar com um movimento que faz nós dois gemermos mais alto.
O som do nosso prazer, os gemidos e osplaf, plafde pele contra pele enchem o quarto, contando a história do nosso desejo há muito contido e finalmente liberado.
No clímax da nossa paixão, ela de repente para e me olha com uma intensidade que me paralisa.
Sempre tive uma fantasia," ela diz com uma voz que me envolve, "a de gravar a gente.
Por um segundo, fico sem palavras, a surpresa e o desejo se misturando dentro de mim. Depois, sem perder mais tempo, pego meu celular que está do lado na mesinha.
Vamos botar isso pra acontecer então," apressado, abro a câmera do celular.
Ela sorri, aquele sorriso safado que eu já conheço bem, e se coloca de novo na posição enquanto eu começo a gravar. O celular numa mão, a outra livre pra tocar nela, continuar nos movendo juntos.
Continuamos, e cada movimento agora é mais deliberado, mais teatral, sabendo que está sendo capturado. Ela joga olhares diretos pra câmera, suas expressões de prazer amplificadas pela emoção de estarem sendo gravados.
Você gosta assim?" perguntei, minha voz um pouco mais rouca, capturando cada detalhe com a câmera.
Adoro," ela sussurra, "continua assim, não para.
Os sons dos nossos corpos juntos, oplaf, plafconstante e seus gemidos são gravados, documentando nossa exploração compartilhada dessa nova dimensão na nossa relação. O vídeo vai ser uma prova concreta da nossa paixão, uma lembrança quente da nossa entrega mútua.
Ela começa a falar cada palavra mais pesada que a anterior.
Adoro como você mete em mim, é tão grande...Sinto ela até no estômago," ela diz com a voz entrecortada de prazer, enquanto se mexe intensamente na minha frente.
Você me enlouquece, olha como suas nádegas quicam," respondo, focando a câmera na sua bunda, capturando cada movimento e o som da nossa pele colidindo.
Ela geme e lança um olhar direto pra câmera. "Tá pegando isso? Tá vendo como sua putinha gosta disso?
Sim, tenho tudo aqui", digo, garantindo que a câmera não perca nenhum detalhe, especialmente como a bunda dela quica a cada uma das minhas estocadas. "Cada gemido, cada quicada, tá ficando perfeito.
Ela se inclina um pouco mais, aumentando a intensidade do olhar. "Adoro te dar esse show... pra você ver o quanto eu gosto de ser sua.
E eu adoro te ver assim, cada segundo," respondo, minha própria excitação aumentando com a crueza das nossas palavras e a ação que se desenrola na frente da câmera.
A intensidade no quarto dispara, cada movimento mais frenético que o anterior.
Não tem mais espaço pra conversa, só o som cru e direto do nosso prazer.
Mmm... mmm... ahhh..." ela sussurra e geme, cada vez mais alto, enquanto se aproxima do clímax.
Aqui vai, aqui vai," murmuro, sentindo que estou no limite.
vadia mãe... mmmfff... mffff..." ela geme, a voz abafada pelo prazer intenso.
Então, nós dois chegamos ao clímax ao mesmo tempo. Ela com uma explosão de intensidade que a faz jorrar, espirrando até na câmera que eu continuo segurando.
Eu capturo tudo, o som e a visão daquele momento incrível.
Ahh, Deus... isso, isso..." os gemidos dela enchem o quarto, cada um capturado claramente no vídeo.
Seguimos nos movendo suavemente, os últimos tremores de prazer sacudindo nossos corpos. "Mmm... isso foi... incrível," ela consegue dizer, a respiração ainda ofegante.
Exaustos, mas satisfeitos, nos deixamos cair um do lado do outro, respirando pesado, ainda no brilho de um clímax compartilhado.
Exaustos, nos jogamos na cama, deitados lado a lado. Ela, com as pernas ainda tremendo do prazer intenso, quebra o silêncio com uma voz trêmula.
O que eu tô fazendo?" ela murmura, a respiração ainda ofegante. "Você me come como um animal... isso é errado.
Olho pra ela, vendo a confusão e o conflito na expressão dela. "Eu sei, é intenso," respondo suavemente, tentando acalmar a tempestade de emoções que vejo nos olhos dela.
Isso tem que ficar entre nós", insiste ela, me encarando. "Esse vídeo... não pode vir à tona. Só nós.
Sento, entendendo a gravidade das suas palavras. "Claro, fica entre nós.
Ninguém mais vai ver, eu prometo," garanto, estendendo minha mão para apertar a dela, tentando oferecer um pouco de consolo.
Ela acena com alívio, e juntos ficamos em silêncio, cada um processando os eventos da noite e o que significam para nós.
Ela senta primeiro, esfregando os olhos, e depois de um silêncio, solta:
—O negócio de ontem à noite... foi um erro. Não devia ter rolado.
Me sento, ainda processando as palavras dela, e respondo:
—Pra mim não foi um erro. Não me arrependo de nada.
Ela me olha, os olhos dela procurando algo nos meus, talvez algum sinal de dúvida ou arrependimento, mas não encontra nada. Tem um momento de silêncio entre nós, cada um pensando no que isso significa.
—Não sei, Sam... é complicado. Isso muda as coisas, sabe? —ela diz, a voz carregada de preocupação.
—Eu sei, mãe, mas... —dou uma pausa, procurando as palavras certas
— e se não precisar ser algo ruim? e se o que aconteceu... nos fizer entender melhor o que a gente sente?
Ela suspira, olhando pro chão por um momento antes de me encarar de novo.
—Você realmente acredita nisso? Acha que a gente consegue... lidar com isso sem virar uma puta bagunça?
—Acho que sim, se a gente for honesto um com o outro. Isso... o que rolou, foi especial. Pelo menos pra mim. Não quero fingir que não aconteceu ou que não significou nada.
Ela acena lentamente, ainda claramente insegura, mas parece considerar minhas palavras.
—Preciso pensar, Sam. Dar um sentido pra tudo isso.
—Tá bom, vamos com calma. Não precisa resolver tudo agora.
—digo, oferecendo a ele um sorriso tranquilizador.
Ela olha para a janela por um momento antes de falar de novo, com um tom de voz mais sério.
—E se seu pai descobrir? Ele volta da viagem de trabalho em duas semanas.
Isso pode... pode complicar tudo.
A tensão tá no ar, mas decido aliviar o clima com um toque de safadeza.
—Então, isso significa que eu tenho você só pra mim durante essas duas semanas, né? — falo com um sorriso, tentando aliviar a preocupação no rosto dela.
Ela me olha, surpresa primeiro, mas depois a expressão dela suaviza e um sorriso tímido aparece nos lábios dela.
—Sam, não é tão simples, mas... — as palavras dela se perdem por um instante, e então ela se aproxima devagar de mim.
Nós nos beijamos, e dessa vez é lento e quente, um contraste total com a paixão desenfreada da noite anterior. É um beijo que parece selar um acordo tácito entre nós, cheio de carinho e uma promessa não dita de explorar o que isso pode significar, sem pressa, mas com sinceridade.
—Vamos levar um dia de cada vez —ela sussurra depois do beijo, encostando a testa na minha.
—Um dia de cada vez —repito, sentindo algo dentro de mim se acalmar um pouco com essa ideia.
Depois da nossa conversa, cada um vai pro seu quarto. Tomo um banho rápido, tentando clarear meus pensamentos com a água quente escorrendo pelo meu corpo. Assim que saio do banheiro, me deito na cama, ainda com a toalha enrolada na cintura, e foda-se o telefone.
Abro a galeria e encontro o vídeo que gravei na festa. Agora, vendo sóbrio e na tranquilidade do meu quarto, consigo realmente apreciar o quão incrivelmente gostosa foi tudo. Ela dançando e rebolando em mim com uma intensidade que, mesmo pela tela, acelera meu coração.
Decido mandar o vídeo pra ela pelo WhatsApp. Anexo o arquivo com uma mensagem safada e quente:
Eu: Olha só o que eu encontrei. 🔥 Ver isso me lembra como você foi incrível ontem à noite.
Aperto enviar, sentindo uma mistura de tesão e nervosismo. Não demoro muito pra receber a resposta dela.
Mamãe: Sam, isso é... uau. Não lembrava que era tão... intenso. 😳
Eu: Você se arrepende de ter rolado?
Mamãe: Não me arrependo. Mas me surpreende o quanto me excita ver ele de novo. É complicado.
Eu: Eu também fico surpreso, mas no melhor sentido. Fico feliz que você não se arrepende.
Enquanto espero sua resposta, decido dar um toque mais safado na nossa conversa. Tiro uma foto rápida das minhas pernas, a toalha enrolada na cintura deixando só um volume à mostra. Mando a foto com uma mensagem leve e brincalhona.
Eu: Olha só o que o seu vídeo fez comigo, haha. 😜
Mando a foto e me deito, um sorriso safado nos lábios, esperando a reação dela.
reação. Não demora pra chegar.
Mamãe: Sam! Você é terrível, haha. 😂
Há uma pausa, e então ela manda uma foto de volta. É uma imagem dos pés dela, com as pontas dos dedos pintadas de vermelho, um toque de safadeza que eu não esperava. Junto com a foto, ela escreve:
Mamãe: Bom, já que estamos compartilhando... isso é o que eu tenho agora. 😏
Eu: Só isso? Haha, tava esperando algo um pouco mais... revelador. 😏
Aguardo sua resposta, com uma mistura de antecipação e tesão. Não passa muito tempo antes do meu celular tocar com uma nova notificação.
Mamãe: Ok, já que você insiste... e se ontem você já me viu, então isso não te incomoda, né? 😜
A foto que vem a seguir me tira o fôlego por um segundo. É ela, sem sutiã, se cobrindo só com as mãos, aquele sorriso safado capturado na imagem. A espontaneidade e a confiança na foto me deixam emocionado e excitado ao mesmo tempo.
Eu: Você tá uma delícia. 😍 E se eu for pro seu quarto agora mesmo? 🤔
Enquanto espero sua resposta, a antecipação me deixa quase sem fôlego. Finalmente, a mensagem dela aparece na tela.
Mamãe: Mmm, isso soa como um convite perigoso... Tem certeza de que está pronto pra encarar as consequências? 😈
A resposta dela brinca com a ideia, deixando a porta aberta pra várias possibilidades. Decido aumentar a aposta.
Eu: Mais que pronto. A menos que você me mande parar, vou estar aí num minuto. 😜
Mamãe: Não ia te parar... Talvez você devesse vir e ver por si mesmo.
Com essa confirmação, minha decisão está tomada. Levanto da cama, meu coração bate com uma mistura de nervosismo e tesão. Deixo o celular e vou em direção ao quarto dela, cada passo aumentando a tensão do que está por vir.
ponto de acontecer.
Abro devagar a porta do quarto dela e encontro ela me esperando na cama. Ela tá pelada, mas segura um lençol contra o corpo, escondendo as curvas dos meus olhos. Quando me vê, morde o lábio, claramente ansiosa.
Eu só estou com uma toala enrolada na cintura, e enquanto caminho até ela, a
A tensão no ar é palpável.
—Isso tá bom? —pergunto, parando na beira da cama.
—Mais que bem —ela responde com uma voz suave, me encarando.
Nos olhamos por um instante, o desejo estampado nos olhos. Chego ainda mais perto, o lençol é a única barreira entre nós.
—Posso? —sussurro, apontando pro lençol.
Ela acena, a respiração fica mais pesada e solta devagar o lençol, deixando ele cair de lado. A revelação do corpo dela aumenta ainda mais a tensão, e meu coração bate forte com a visão.
—Você é gostosa —murmuro, sinceramente impressionado.
—Vem aqui —ela diz, estendendo a mão para mim.
Chego perto dela na cama e, sem perder tempo, deixamos cair a toalha e começamos a nos beijar com tudo. Nossos lábios se chocam com força, sem nenhuma delicadeza, enquanto nossas línguas lutam pelo domínio.
Sem pensar duas vezes, vou direto apalpar os peitos dela, apertando e brincando com os bicos. Também desço a mão mais pra baixo, explorando, enfiando os dedos onde nós dois queremos. Ela não fica parada: pega no meu pau, acaricia, puxa, aumentando a intensidade de cada toque.
Me coloca de quatro, é assim que eu mais gosto.
Nem lento nem preguiçoso, ela se ajeita na cama, fica de quatro, e que vista, amigo, a bunda dela perfeitamente empinada, bem ali, esperando.
Eu fico atrás dela, uma mão na cintura dela e com a outra me guio. "Pronta pra isso?" pergunto enquanto me encaixo.
Ela só solta um "Mete logo", e assim que eu entro, nós dois soltamos um gemido que com certeza os vizinhos vão fofocar amanhã.
Ahh, ahh, isso!" e eu pergunto pra ela, "Cê gosta assim?" enquanto meto mais forte.
Mais forte!" ela grita pra mim, e claro, eu dou o que ela pede.
Ela vira, me olha por cima do ombro com aqueles olhos meio fechados de prazer e me diz entre gemidos, "Isso, isso, aí!
E lá vou eu,plaf, plaf, toda vez que eu meto, ouve aquele barulho que estoura nossos ouvidos.
Tá gostando assim, hein?" falo pra ela, e ela, com aquela voz que entra pelo corpo todo, me responde: "Ai, meu Deus, sim! Não para.
Ela se mexe com uma habilidade que te juro, como uma verdadeira deusa do sexo. É algoIncrível ver ela em ação, dominando cada movimento, cada ritmo.
No meio de tudo, ela solta uma parada que me deixa gelado por um segundo:
Desde que a gente começou a sair junto pra essas festas, eu tô desejando isso em segredo.
Sério? Por que você não falou nada?
Ela ri um pouco, uma risada que sai entre gemidos, "Não sabia como você ia reagir, e não queria estragar o que a gente tinha.
Que bom que finalmente aconteceu," digo, sincero, enquanto continuo me movendo no ritmo que ela marca com o corpo.
Eu também, Sam. Você não faz ideia o quanto," ela responde, antes de se arquear pra trás e me encontrar com um movimento que faz nós dois gemermos mais alto.
O som do nosso prazer, os gemidos e osplaf, plafde pele contra pele enchem o quarto, contando a história do nosso desejo há muito contido e finalmente liberado.
No clímax da nossa paixão, ela de repente para e me olha com uma intensidade que me paralisa.
Sempre tive uma fantasia," ela diz com uma voz que me envolve, "a de gravar a gente.
Por um segundo, fico sem palavras, a surpresa e o desejo se misturando dentro de mim. Depois, sem perder mais tempo, pego meu celular que está do lado na mesinha.
Vamos botar isso pra acontecer então," apressado, abro a câmera do celular.
Ela sorri, aquele sorriso safado que eu já conheço bem, e se coloca de novo na posição enquanto eu começo a gravar. O celular numa mão, a outra livre pra tocar nela, continuar nos movendo juntos.
Continuamos, e cada movimento agora é mais deliberado, mais teatral, sabendo que está sendo capturado. Ela joga olhares diretos pra câmera, suas expressões de prazer amplificadas pela emoção de estarem sendo gravados.
Você gosta assim?" perguntei, minha voz um pouco mais rouca, capturando cada detalhe com a câmera.
Adoro," ela sussurra, "continua assim, não para.
Os sons dos nossos corpos juntos, oplaf, plafconstante e seus gemidos são gravados, documentando nossa exploração compartilhada dessa nova dimensão na nossa relação. O vídeo vai ser uma prova concreta da nossa paixão, uma lembrança quente da nossa entrega mútua.
Ela começa a falar cada palavra mais pesada que a anterior.
Adoro como você mete em mim, é tão grande...Sinto ela até no estômago," ela diz com a voz entrecortada de prazer, enquanto se mexe intensamente na minha frente.
Você me enlouquece, olha como suas nádegas quicam," respondo, focando a câmera na sua bunda, capturando cada movimento e o som da nossa pele colidindo.
Ela geme e lança um olhar direto pra câmera. "Tá pegando isso? Tá vendo como sua putinha gosta disso?
Sim, tenho tudo aqui", digo, garantindo que a câmera não perca nenhum detalhe, especialmente como a bunda dela quica a cada uma das minhas estocadas. "Cada gemido, cada quicada, tá ficando perfeito.
Ela se inclina um pouco mais, aumentando a intensidade do olhar. "Adoro te dar esse show... pra você ver o quanto eu gosto de ser sua.
E eu adoro te ver assim, cada segundo," respondo, minha própria excitação aumentando com a crueza das nossas palavras e a ação que se desenrola na frente da câmera.
A intensidade no quarto dispara, cada movimento mais frenético que o anterior.
Não tem mais espaço pra conversa, só o som cru e direto do nosso prazer.
Mmm... mmm... ahhh..." ela sussurra e geme, cada vez mais alto, enquanto se aproxima do clímax.
Aqui vai, aqui vai," murmuro, sentindo que estou no limite.
vadia mãe... mmmfff... mffff..." ela geme, a voz abafada pelo prazer intenso.
Então, nós dois chegamos ao clímax ao mesmo tempo. Ela com uma explosão de intensidade que a faz jorrar, espirrando até na câmera que eu continuo segurando.
Eu capturo tudo, o som e a visão daquele momento incrível.
Ahh, Deus... isso, isso..." os gemidos dela enchem o quarto, cada um capturado claramente no vídeo.
Seguimos nos movendo suavemente, os últimos tremores de prazer sacudindo nossos corpos. "Mmm... isso foi... incrível," ela consegue dizer, a respiração ainda ofegante.
Exaustos, mas satisfeitos, nos deixamos cair um do lado do outro, respirando pesado, ainda no brilho de um clímax compartilhado.
Exaustos, nos jogamos na cama, deitados lado a lado. Ela, com as pernas ainda tremendo do prazer intenso, quebra o silêncio com uma voz trêmula.
O que eu tô fazendo?" ela murmura, a respiração ainda ofegante. "Você me come como um animal... isso é errado.
Olho pra ela, vendo a confusão e o conflito na expressão dela. "Eu sei, é intenso," respondo suavemente, tentando acalmar a tempestade de emoções que vejo nos olhos dela.
Isso tem que ficar entre nós", insiste ela, me encarando. "Esse vídeo... não pode vir à tona. Só nós.
Sento, entendendo a gravidade das suas palavras. "Claro, fica entre nós.
Ninguém mais vai ver, eu prometo," garanto, estendendo minha mão para apertar a dela, tentando oferecer um pouco de consolo.
Ela acena com alívio, e juntos ficamos em silêncio, cada um processando os eventos da noite e o que significam para nós.
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