Os meses vão passando e eu tenho uma certa estabilidade, já que comecei a sair com um cara que não é nada demais, mas eu queria ter um relacionamento. Chore, Tomy e Gerry ficam sabendo do meu namoro e se afastam, especialmente Gerry, que fica com ciúmes. Foi aí que conheço uma garota chamada Lucy, que me convida para beber com o cunhado dela, Roberto. Já fazia tempo que eu podia tê-los conhecido, mas estava meio desanimada com minha nova vida amorosa, então decido ir com eles a um hotel.
Chegando o dia, começamos a beber e eu aceito as cervejas. Eles começam a perguntar como foi meu relacionamento com Gerry e por que terminamos. Daí as perguntas foram ficando mais pesadas: se eu tinha transado, quem era melhor na cama... Era um momento em que eu não estava nem aí e só queria continuar bebendo e curtindo. Roberto sai do quarto para buscar mais bebida. A intenção deles era me pegar, dava para perceber, então Lucy começa a se aproximar mais de mim. Eu sabia que isso iria acontecer e decido entrar no jogo.
Lucy começa a elogiar meu corpo e meus peitos, me pede se pode tocá-los e eu deixo. Ela começa a me tocar de um jeito tão diferente do de um homem... Eu começo a ficar excitada, e ela tira minha blusa e levanta meu sutiã. Se aproxima mais e começa a chupar meus mamilos com uma delicadeza que me deixa louca. Deixo que continue, porque estou adorando. Ela me deita para continuar um pouco mais nos meus seios.
Depois de alguns minutos chupando e apertando, ela se aproxima da minha boca para me beijar, e aí meu tesão aumenta tanto que começo a tocá-la também. Entre beijos e carícias, a gente tira a roupa e começamos a nos masturbar, fazendo sexo oral. Ela era uma deusa, com um corpo bem definido, diferente do meu, que estava meio gordinho. Mas ela não ligava e a gente continuou, gemendo e se curtindo, até que Roberto chega e só diz: "Precisam de ajuda?".
Ele se junta a nós e começamos a chupar seu pau. Vamos revezando para saboreá-lo, porque o Roberto não era feio, era forte, então tinha algo bom para agarrar. Roberto me fazia chupar ele mais do que beijar, já que Lucy ficava olhando enquanto acariciava minha cabeça. Eu já queria sentir aquele pau dentro de mim. Roberto me pede para deitar e eu abro as pernas para ele. Ele não hesita e enfia seu pene em mim, e quando chegou até o fundo, me senti no paraíso. Agora entendia por que Lucy se envolvia com o cunhado. Enquanto ele me penetra, Lucy vai revezando para me beijar e beijar ele também. Depois, ela se coloca em cima de mim e me pede para lamber sua buceta, o que faço com prazer. A verdade é que era uma cena sem igual. Roberto nos penetra por turnos. Vê-la transando era como assistir a um pornô caseiro. Depois, ele coloca uma em cima da outra e nos penetra alternadamente, mas dura pouco, já que Roberto acaba me comendo mais e gozando na minha vagina. Fiquei exausta e me puseram de lado. Roberto e Lucy continuam, mas ficam só se beijando até que a libido dele volta para continuar. Isso vai até a madrugada, quando acordo sozinha e simplesmente pego minhas coisas para ir embora para casa.
Passam-se meses. O relacionamento que eu tinha acabou por várias brigas. Conheço um cara pela internet chamado Aldo, mas ele mora lá em Veracruz, então tento ter um relacionamento à distância. Mas nisso, conheço outro cara chamado Charly. Ele começa a falar comigo e temos uma química. Nos vemos num parque. Ele não me parece feio, tem seu carisma. A única coisa ruim era que ele tinha uma atitude possessiva e ciumenta, mas deixei passar. Nesse encontro, nos beijamos e ele toca meu corpo, o que permiti. Foi um amasso gostoso, mas me sentia mal porque queria estar com o Aldo. Decido ficar com o Charly, já que no segundo encontro fui com ele para o hotel e lá me entreguei sem me importar com nada. Ao chegar, ele me beija com muita vontade, tenta me colocar em cima da pia e começo a sentir um tesão que ninguém nunca me fez sentir. Acabo ficando nua e, quando vejo, ele se abaixa e faz um sexo oral em mim, algo que ninguém nunca tinha feito. Deixei ele me comer, abri as pernas sem hesitar até o ponto em que me senti única. Nós... passamos a tarde toda transando e ao sair doíamos o corpo os dois, depois de alguns meses peço pra ela vir morar comigo e ela aceita sem hesitar, já que a partir daí começariam coisas únicas, além de que eu podia comer ela o tempo todo na minha casa.


Chegando o dia, começamos a beber e eu aceito as cervejas. Eles começam a perguntar como foi meu relacionamento com Gerry e por que terminamos. Daí as perguntas foram ficando mais pesadas: se eu tinha transado, quem era melhor na cama... Era um momento em que eu não estava nem aí e só queria continuar bebendo e curtindo. Roberto sai do quarto para buscar mais bebida. A intenção deles era me pegar, dava para perceber, então Lucy começa a se aproximar mais de mim. Eu sabia que isso iria acontecer e decido entrar no jogo.
Lucy começa a elogiar meu corpo e meus peitos, me pede se pode tocá-los e eu deixo. Ela começa a me tocar de um jeito tão diferente do de um homem... Eu começo a ficar excitada, e ela tira minha blusa e levanta meu sutiã. Se aproxima mais e começa a chupar meus mamilos com uma delicadeza que me deixa louca. Deixo que continue, porque estou adorando. Ela me deita para continuar um pouco mais nos meus seios.
Depois de alguns minutos chupando e apertando, ela se aproxima da minha boca para me beijar, e aí meu tesão aumenta tanto que começo a tocá-la também. Entre beijos e carícias, a gente tira a roupa e começamos a nos masturbar, fazendo sexo oral. Ela era uma deusa, com um corpo bem definido, diferente do meu, que estava meio gordinho. Mas ela não ligava e a gente continuou, gemendo e se curtindo, até que Roberto chega e só diz: "Precisam de ajuda?".
Ele se junta a nós e começamos a chupar seu pau. Vamos revezando para saboreá-lo, porque o Roberto não era feio, era forte, então tinha algo bom para agarrar. Roberto me fazia chupar ele mais do que beijar, já que Lucy ficava olhando enquanto acariciava minha cabeça. Eu já queria sentir aquele pau dentro de mim. Roberto me pede para deitar e eu abro as pernas para ele. Ele não hesita e enfia seu pene em mim, e quando chegou até o fundo, me senti no paraíso. Agora entendia por que Lucy se envolvia com o cunhado. Enquanto ele me penetra, Lucy vai revezando para me beijar e beijar ele também. Depois, ela se coloca em cima de mim e me pede para lamber sua buceta, o que faço com prazer. A verdade é que era uma cena sem igual. Roberto nos penetra por turnos. Vê-la transando era como assistir a um pornô caseiro. Depois, ele coloca uma em cima da outra e nos penetra alternadamente, mas dura pouco, já que Roberto acaba me comendo mais e gozando na minha vagina. Fiquei exausta e me puseram de lado. Roberto e Lucy continuam, mas ficam só se beijando até que a libido dele volta para continuar. Isso vai até a madrugada, quando acordo sozinha e simplesmente pego minhas coisas para ir embora para casa.
Passam-se meses. O relacionamento que eu tinha acabou por várias brigas. Conheço um cara pela internet chamado Aldo, mas ele mora lá em Veracruz, então tento ter um relacionamento à distância. Mas nisso, conheço outro cara chamado Charly. Ele começa a falar comigo e temos uma química. Nos vemos num parque. Ele não me parece feio, tem seu carisma. A única coisa ruim era que ele tinha uma atitude possessiva e ciumenta, mas deixei passar. Nesse encontro, nos beijamos e ele toca meu corpo, o que permiti. Foi um amasso gostoso, mas me sentia mal porque queria estar com o Aldo. Decido ficar com o Charly, já que no segundo encontro fui com ele para o hotel e lá me entreguei sem me importar com nada. Ao chegar, ele me beija com muita vontade, tenta me colocar em cima da pia e começo a sentir um tesão que ninguém nunca me fez sentir. Acabo ficando nua e, quando vejo, ele se abaixa e faz um sexo oral em mim, algo que ninguém nunca tinha feito. Deixei ele me comer, abri as pernas sem hesitar até o ponto em que me senti única. Nós... passamos a tarde toda transando e ao sair doíamos o corpo os dois, depois de alguns meses peço pra ela vir morar comigo e ela aceita sem hesitar, já que a partir daí começariam coisas únicas, além de que eu podia comer ela o tempo todo na minha casa.



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