A festa acabou lá pras quatro da manhã. Chegamos cansados, mas ainda empolgados com como tudo tinha sido. Mal fechei a porta de casa, minha mãe suspirou e soltou uma risadinha leve.
—Que rápido a festa acabou. A verdade é que fiquei com vontade de dançar mais —ela me disse se espreguiçando.
—Bom, a gente ainda pode ficar aqui, se você quiser —sugeri num tom de brincadeira, mas nem tanto.
—Pra mim tá perfeito, deixa eu ficar confortável e volto —respondeu ela animada, subindo rápido pra se trocar.
Eu também fiquei mais à vontade, tirei a roupa e vesti um short assim mesmo, sem cueca, do jeito que sempre dormia. Daí a pouco minha mãe desceu com o pijama de sempre, um justinho que marcava cada curva. Agora ela parecia ainda mais gostosa do que nunca.
Coloquei uma playlist de reggaeton e ela se aproximou devagar. Assim que a música começou, ela se virou e começou a rebolando em mim de novo, mexendo devagar os quadris contra o meu corpo. Agora, com meu short tão fino e sem nada por baixo, eu sentia cada roçada muito mais direta, tanto que inevitavelmente comecei a ficar duro.
Ela percebeu na hora, porque virou um pouco a cabeça pra trás com um sorriso safado.
—Ai, filho, acho que tem algo acordando aí atrás —ela disse rindo baixinho, sem parar de esfregar a bunda em mim.
—Desculpa, mãe, é que do jeito que você dança... não consigo evitar —respondi rindo nervoso, mas sem me afastar nem um pouco.
Ela apertou mais o corpo dela contra o meu, claramente dando em cima.
—Tranquilo, Sam, não reclamei, só tô dizendo que agora sim sinto que você gosta de verdade — sussurrou brincando, se movendo mais devagar e apertando contra minha pica.
Rimos um pouco, mas já não tinha nada de inocente naquela dança. Nós dois sabíamos disso muito bem.
Ela continuou dançando contra mim, mexendo a bunda macia devagar, apertando cada vez mais forte contra minha ereção, me olhando por cima do ombro com um sorriso safado que tava me deixando louco.
Num instante, ela se virou, ficando de frente pra mim, sem se desgrudar. Nossos olhos se encontraram de cara. A tensão entre a gente era forte demais. A música continuava tocando, mas mal dava pra ouvir; só existia a gente naquele momento.
— Sam... —ela disse baixinho, com a respiração ofegante e me encarando bem nos olhos, com uma expressão que claramente pedia mais.
Não pensei mais. Aproximei meu rosto do dela rapidinho e a gente se beijou. Não foi um beijo lento ou romântico; foi selvagem, rápido, desesperado. Nossas línguas se enroscaram na hora, se explorando com fome, com vontade. Era um beijo sujo, cheio de desejo acumulado, como se os dois tivessem esperado tempo demais por isso.
As mãos dele percorreram minhas costas, meus dedos se agarraram nas cadeiras dela, apertando ela contra mim, sentindo o corpo quente dela colado no meu.
Quando nos afastamos um pouco, respirávamos ofegantes, nos olhando em silêncio. Os dois sabíamos que já tínhamos passado do limite, mas naquele momento, ninguém pensava em parar.
Minha mãe limpou a boca com a mão, me dando um daqueles olhares que já nem precisam de explicação, e logo a gente tava de novo metendo ficha, sem pensar em parar.
Sem mais delongas, me joguei e arranquei a camiseta dela de uma vez. Lá estava ela, sem nada por baixo, e eu não conseguia acreditar. Quase perdi o ar. Ela começou a puxar minha camisa, com a mesma intensidade.
A música ainda tocava de fundo, mas já nem sentíamos mais. Só nós dois, nos deixando levar por tudo que tava rolando entre a gente.
Enquanto continuamos nos beijando, começo a sentir que meu short cinza está apertando demais. Com uma mão, brinco com o elástico da calça rosa justa da minha mãe, insinuando minha intenção.
—Te ajudo com isso? — ele me fala entre beijos, as mãos já procurando a cintura do meu short.
—Sim, por favor —respondo, e num movimento rápido, ela me ajuda a deslizar pra baixo.
Com a mesma rapidez, abaixo o shortinho rosa dela, e ela levanta a bunda pra facilitar o movimento. Enquanto a gente se livra das últimas roupas, a tensão entre nós só aumenta.
—Isso já é outra coisa.
—Totalmente —respondo, voltando a buscar os lábios dela com os meus, sentindo a pele dela contra a minha, sem nada que nos separe agora.
—Sam, tem certeza disso? —ela pergunta séria, uma pausa clara no meio do turbilhão que a gente vem vivendo.
Fico olhando pra ela, tentando entender meu próprio redemoinho de emoções. Mas algo dentro de mim se sente decidido.
—Sim, tenho certeza. Você... você quer fazer isso? — devolvo a pergunta, minha voz um pouco trêmula.
Ela acena lentamente, a expressão dela suavizando.
—Sim, mas você precisa entender, depois disso não tem volta. E isso... isso fica só entre nós, certo?
Sento firme, já sem nenhum traço de dúvida.
—Tá bom, só entre nós.
Ambos soltamos uma risadinha nervosa, meio por alívio, meio porque ainda parece algo surreal.
Me coloco sobre ela, pronto pra meter, mas nessa hora, por um segundo, eu hesito. Ela me olha.
—Tudo bem, Sam? — ela me pergunta, vendo minha pausa.
—Sim, tudo bem —respondo rápido e sem mais, enfio nela.
Ela solta um gemido forte, "Ahh, ahh, ahh!" a cada estocada. A sensação é brutal, intensa. Eu vou mais rápido, cada metida mais forte que a anterior, e ela responde com gemidos cada vez mais altos, o corpo dela reagindo a cada uma das minhas investidas.
—Sim, assim, não para! —ela grita, enquanto as mãos agarram os lençóis, as unhas cravando no tecido.
Entre gemidos, ela sussurra, quase sem fôlego:
—Não acredito que isso tá acontecendo...
Eu respondo, minha voz rouca pela intensidade do momento:
—Nem eu, mas não quero que pare...
Ela morde o lábio inferior, os olhos fechados, completamente perdida em cada sensação. A umidade entre a gente aumenta, deixando cada movimento mais escorregadio, mais intenso. Ela enrola as pernas na minha cintura, me puxando ainda mais pra perto, aprofundando cada penetrada.
—Me diz que você gosta — falo, buscando a confirmação dela.
—Adoro... continua assim —responde, abrindo os olhos para encontrar os meus, uma faísca de desejo ardente refletida no olhar dela.
Continuamos, o ritmo fica mais intenso, mais urgente. Nossos sons enchem o quarto. Cada batida dos nossos corpos cria um som molhado e pesado, "ploc, ploc, ploc", que só aumenta o calor do momento.
Depois de uns quinze minutos intensos, ela chega ao clímax. Um grito escapa dela, cheio de prazer, ecoando pelo quarto. Dá pra ver o quanto ela tá curtindo, o corpo dela tremendo debaixo do meu.
—Meu Deus, Sam! —ela exclama, enquanto a respiração dela fica ofegante.
Sinto que ela já gozou, mas eu ainda não. Com um movimento suave, tiro meu pau, reparando como ele está todo melado por ela. É uma visão do caralho, uma imagem inesquecível.
Ela olha, sorrindo exausta mas satisfeita.
—Você não gozou? —pergunta com um tom de voz triste, claramente decepcionada.
—Eu tava evitando isso... —confesso, procurando as palavras certas—. Não queria que isso acabasse tão cedo.
Ela franze a testa e cruza os braços, me olhando com uma mistura de frustração e carinho.
—Entendo, mas você não precisa fazer isso. A gente tá junto nessa, lembra? —a voz dela soa suave, mas firme.
Ela olha pra minha confusão e sorri com malícia. "Vou resolver isso", diz ela e, sem mais delongas, se abaixa e enfia na boca. O efeito é instantâneo: um prazer brutal me percorre e quase me faz perder o equilíbrio.
Glup, glup, glup", se ouve enquanto ela trabalha com intensidade, a boca subindo e descendo com força. Sinto o puxão molhado e quente cada vez que ela me envolve, e cada vez que sai, uma explosão de frio me atinge pela falta do calor dela.
—Deus... não esperava por isso... —consigo dizer, enquanto minhas mãos se crispam no cabelo dela, guiando-a num movimento que fica cada vez mais desesperado.
Ela me olha rapidamente, os olhos cheios de desejo e determinação, antes de voltar ao ataque com mais fervor.
—Quero que você sinta tudo, que goze como nunca antes, —ele diz com a voz rouca, bem antes da boca dele me pegar de novo.
A intensidade aumenta, "glub, glub, glub", ressoando a cada movimento. Sinto cada chupada mais funda, cada linguada mais ousada. O prazer se constrói, insuportavelmente doce, ameaçando me transbordar a qualquer momento.
—Isso... é inacreditável, —eu ofego, à beira de perder o controle.
Ela não alivia, decidida a me levar ao limite. Os sons molhados e profundos preenchem o ar, marcando o ritmo frenético do nosso encontro.
Ela olha pra minha confusão e sorri com malícia. "Vou resolver isso", diz ela e, sem mais delongas, se abaixa e enfia na boca. O efeito é instantâneo: um prazer brutal me percorre e quase me faz perder o equilíbrio.
Glup, glup, glup", se ouve enquanto ela trabalha com gosto, a boca subindo e descendo com força. Sinto o puxão molhado e quente cada vez que ela me envolve, e cada vez que sai, uma explosão de frio me atinge pela falta do calor dela.
—É tão grande, adoro — ela diz, me encarando entre cada movimento, as palavras dela vibrando contra mim.
—Deus... isso é o melhor boquete da minha vida... —consigo dizer, enquanto minhas mãos se crispam no cabelo dela, guiando-a num ritmo que fica cada vez mais desesperado.
Ela me olha rapidamente, os olhos cheios de desejo e determinação, antes de voltar ao ataque com mais fervor.
—Quero que você sinta tudo, que goze como nunca antes — ele diz com a voz rouca, bem antes da boca dele me pegar de novo.
A intensidade aumenta, "glup, glup, glup", ecoando a cada movimento. Sinto cada chupada mais funda, cada linguada mais ousada. O prazer se constrói, insuportavelmente doce, ameaçando me transbordar a qualquer momento.
—Isso... é inacreditável, —eu arfo, à beira de perder o controle.
Ela não alivia, decidida a me levar ao limite. Os sons molhados e profundos enchem o ar, marcando o ritmo frenético do nosso encontro.
Finalmente, não aguento mais. Com um último "glub", ela me faz gozar e é uma loucura, tremendo. Solto um gemido longo, meu corpo inteiro treme com o prazer que me percorre.
A gente se olha, ainda ofegante, e sem pensar muito, a gente se beija, suave mas cheio de tudo que acabamos de viver. É um momento perfeito, bem ali.
Sem falar nada, a gente se ajeita no sofá, tudo agarradinho. O cansaço bate forte, mas a gente fica bem assim, coladinho. Aos poucos, entre a calma e o calorzinho de estar juntos, a gente vai pegando no sono.
—Que rápido a festa acabou. A verdade é que fiquei com vontade de dançar mais —ela me disse se espreguiçando.
—Bom, a gente ainda pode ficar aqui, se você quiser —sugeri num tom de brincadeira, mas nem tanto.
—Pra mim tá perfeito, deixa eu ficar confortável e volto —respondeu ela animada, subindo rápido pra se trocar.
Eu também fiquei mais à vontade, tirei a roupa e vesti um short assim mesmo, sem cueca, do jeito que sempre dormia. Daí a pouco minha mãe desceu com o pijama de sempre, um justinho que marcava cada curva. Agora ela parecia ainda mais gostosa do que nunca.
Coloquei uma playlist de reggaeton e ela se aproximou devagar. Assim que a música começou, ela se virou e começou a rebolando em mim de novo, mexendo devagar os quadris contra o meu corpo. Agora, com meu short tão fino e sem nada por baixo, eu sentia cada roçada muito mais direta, tanto que inevitavelmente comecei a ficar duro.
Ela percebeu na hora, porque virou um pouco a cabeça pra trás com um sorriso safado.
—Ai, filho, acho que tem algo acordando aí atrás —ela disse rindo baixinho, sem parar de esfregar a bunda em mim.
—Desculpa, mãe, é que do jeito que você dança... não consigo evitar —respondi rindo nervoso, mas sem me afastar nem um pouco.
Ela apertou mais o corpo dela contra o meu, claramente dando em cima.
—Tranquilo, Sam, não reclamei, só tô dizendo que agora sim sinto que você gosta de verdade — sussurrou brincando, se movendo mais devagar e apertando contra minha pica.
Rimos um pouco, mas já não tinha nada de inocente naquela dança. Nós dois sabíamos disso muito bem.
Ela continuou dançando contra mim, mexendo a bunda macia devagar, apertando cada vez mais forte contra minha ereção, me olhando por cima do ombro com um sorriso safado que tava me deixando louco.
Num instante, ela se virou, ficando de frente pra mim, sem se desgrudar. Nossos olhos se encontraram de cara. A tensão entre a gente era forte demais. A música continuava tocando, mas mal dava pra ouvir; só existia a gente naquele momento.
— Sam... —ela disse baixinho, com a respiração ofegante e me encarando bem nos olhos, com uma expressão que claramente pedia mais.
Não pensei mais. Aproximei meu rosto do dela rapidinho e a gente se beijou. Não foi um beijo lento ou romântico; foi selvagem, rápido, desesperado. Nossas línguas se enroscaram na hora, se explorando com fome, com vontade. Era um beijo sujo, cheio de desejo acumulado, como se os dois tivessem esperado tempo demais por isso.
As mãos dele percorreram minhas costas, meus dedos se agarraram nas cadeiras dela, apertando ela contra mim, sentindo o corpo quente dela colado no meu.
Quando nos afastamos um pouco, respirávamos ofegantes, nos olhando em silêncio. Os dois sabíamos que já tínhamos passado do limite, mas naquele momento, ninguém pensava em parar.
Minha mãe limpou a boca com a mão, me dando um daqueles olhares que já nem precisam de explicação, e logo a gente tava de novo metendo ficha, sem pensar em parar.
Sem mais delongas, me joguei e arranquei a camiseta dela de uma vez. Lá estava ela, sem nada por baixo, e eu não conseguia acreditar. Quase perdi o ar. Ela começou a puxar minha camisa, com a mesma intensidade.
A música ainda tocava de fundo, mas já nem sentíamos mais. Só nós dois, nos deixando levar por tudo que tava rolando entre a gente.
Enquanto continuamos nos beijando, começo a sentir que meu short cinza está apertando demais. Com uma mão, brinco com o elástico da calça rosa justa da minha mãe, insinuando minha intenção.
—Te ajudo com isso? — ele me fala entre beijos, as mãos já procurando a cintura do meu short.
—Sim, por favor —respondo, e num movimento rápido, ela me ajuda a deslizar pra baixo.
Com a mesma rapidez, abaixo o shortinho rosa dela, e ela levanta a bunda pra facilitar o movimento. Enquanto a gente se livra das últimas roupas, a tensão entre nós só aumenta.
—Isso já é outra coisa.
—Totalmente —respondo, voltando a buscar os lábios dela com os meus, sentindo a pele dela contra a minha, sem nada que nos separe agora.
—Sam, tem certeza disso? —ela pergunta séria, uma pausa clara no meio do turbilhão que a gente vem vivendo.
Fico olhando pra ela, tentando entender meu próprio redemoinho de emoções. Mas algo dentro de mim se sente decidido.
—Sim, tenho certeza. Você... você quer fazer isso? — devolvo a pergunta, minha voz um pouco trêmula.
Ela acena lentamente, a expressão dela suavizando.
—Sim, mas você precisa entender, depois disso não tem volta. E isso... isso fica só entre nós, certo?
Sento firme, já sem nenhum traço de dúvida.
—Tá bom, só entre nós.
Ambos soltamos uma risadinha nervosa, meio por alívio, meio porque ainda parece algo surreal.
Me coloco sobre ela, pronto pra meter, mas nessa hora, por um segundo, eu hesito. Ela me olha.
—Tudo bem, Sam? — ela me pergunta, vendo minha pausa.
—Sim, tudo bem —respondo rápido e sem mais, enfio nela.
Ela solta um gemido forte, "Ahh, ahh, ahh!" a cada estocada. A sensação é brutal, intensa. Eu vou mais rápido, cada metida mais forte que a anterior, e ela responde com gemidos cada vez mais altos, o corpo dela reagindo a cada uma das minhas investidas.
—Sim, assim, não para! —ela grita, enquanto as mãos agarram os lençóis, as unhas cravando no tecido.
Entre gemidos, ela sussurra, quase sem fôlego:
—Não acredito que isso tá acontecendo...
Eu respondo, minha voz rouca pela intensidade do momento:
—Nem eu, mas não quero que pare...
Ela morde o lábio inferior, os olhos fechados, completamente perdida em cada sensação. A umidade entre a gente aumenta, deixando cada movimento mais escorregadio, mais intenso. Ela enrola as pernas na minha cintura, me puxando ainda mais pra perto, aprofundando cada penetrada.
—Me diz que você gosta — falo, buscando a confirmação dela.
—Adoro... continua assim —responde, abrindo os olhos para encontrar os meus, uma faísca de desejo ardente refletida no olhar dela.
Continuamos, o ritmo fica mais intenso, mais urgente. Nossos sons enchem o quarto. Cada batida dos nossos corpos cria um som molhado e pesado, "ploc, ploc, ploc", que só aumenta o calor do momento.
Depois de uns quinze minutos intensos, ela chega ao clímax. Um grito escapa dela, cheio de prazer, ecoando pelo quarto. Dá pra ver o quanto ela tá curtindo, o corpo dela tremendo debaixo do meu.
—Meu Deus, Sam! —ela exclama, enquanto a respiração dela fica ofegante.
Sinto que ela já gozou, mas eu ainda não. Com um movimento suave, tiro meu pau, reparando como ele está todo melado por ela. É uma visão do caralho, uma imagem inesquecível.
Ela olha, sorrindo exausta mas satisfeita.
—Você não gozou? —pergunta com um tom de voz triste, claramente decepcionada.
—Eu tava evitando isso... —confesso, procurando as palavras certas—. Não queria que isso acabasse tão cedo.
Ela franze a testa e cruza os braços, me olhando com uma mistura de frustração e carinho.
—Entendo, mas você não precisa fazer isso. A gente tá junto nessa, lembra? —a voz dela soa suave, mas firme.
Ela olha pra minha confusão e sorri com malícia. "Vou resolver isso", diz ela e, sem mais delongas, se abaixa e enfia na boca. O efeito é instantâneo: um prazer brutal me percorre e quase me faz perder o equilíbrio.
Glup, glup, glup", se ouve enquanto ela trabalha com intensidade, a boca subindo e descendo com força. Sinto o puxão molhado e quente cada vez que ela me envolve, e cada vez que sai, uma explosão de frio me atinge pela falta do calor dela.
—Deus... não esperava por isso... —consigo dizer, enquanto minhas mãos se crispam no cabelo dela, guiando-a num movimento que fica cada vez mais desesperado.
Ela me olha rapidamente, os olhos cheios de desejo e determinação, antes de voltar ao ataque com mais fervor.
—Quero que você sinta tudo, que goze como nunca antes, —ele diz com a voz rouca, bem antes da boca dele me pegar de novo.
A intensidade aumenta, "glub, glub, glub", ressoando a cada movimento. Sinto cada chupada mais funda, cada linguada mais ousada. O prazer se constrói, insuportavelmente doce, ameaçando me transbordar a qualquer momento.
—Isso... é inacreditável, —eu ofego, à beira de perder o controle.
Ela não alivia, decidida a me levar ao limite. Os sons molhados e profundos preenchem o ar, marcando o ritmo frenético do nosso encontro.
Ela olha pra minha confusão e sorri com malícia. "Vou resolver isso", diz ela e, sem mais delongas, se abaixa e enfia na boca. O efeito é instantâneo: um prazer brutal me percorre e quase me faz perder o equilíbrio.
Glup, glup, glup", se ouve enquanto ela trabalha com gosto, a boca subindo e descendo com força. Sinto o puxão molhado e quente cada vez que ela me envolve, e cada vez que sai, uma explosão de frio me atinge pela falta do calor dela.
—É tão grande, adoro — ela diz, me encarando entre cada movimento, as palavras dela vibrando contra mim.
—Deus... isso é o melhor boquete da minha vida... —consigo dizer, enquanto minhas mãos se crispam no cabelo dela, guiando-a num ritmo que fica cada vez mais desesperado.
Ela me olha rapidamente, os olhos cheios de desejo e determinação, antes de voltar ao ataque com mais fervor.
—Quero que você sinta tudo, que goze como nunca antes — ele diz com a voz rouca, bem antes da boca dele me pegar de novo.
A intensidade aumenta, "glup, glup, glup", ecoando a cada movimento. Sinto cada chupada mais funda, cada linguada mais ousada. O prazer se constrói, insuportavelmente doce, ameaçando me transbordar a qualquer momento.
—Isso... é inacreditável, —eu arfo, à beira de perder o controle.
Ela não alivia, decidida a me levar ao limite. Os sons molhados e profundos enchem o ar, marcando o ritmo frenético do nosso encontro.
Finalmente, não aguento mais. Com um último "glub", ela me faz gozar e é uma loucura, tremendo. Solto um gemido longo, meu corpo inteiro treme com o prazer que me percorre.
A gente se olha, ainda ofegante, e sem pensar muito, a gente se beija, suave mas cheio de tudo que acabamos de viver. É um momento perfeito, bem ali.
Sem falar nada, a gente se ajeita no sofá, tudo agarradinho. O cansaço bate forte, mas a gente fica bem assim, coladinho. Aos poucos, entre a calma e o calorzinho de estar juntos, a gente vai pegando no sono.
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