Moleque de rua e a supermodelo gostosa

Uma supermodelo gostosa oferece hospitalidade (e muito mais que isso) pra um moleque que encontrou por aí, vivendo na rua.Era um moleque vagabundo, que vive perambulando por aí, ele encontrou nuns trilhos de trem abandonados um lugar pra se instalar.
Lá também tinha uns vagões, e uma placa que diz "trabalho por comida". Ele sobreviveu comendo do lixo, mas principalmente frutas, raízes e até plantas, virando mais um herbívoro, completamente sozinho no mundo.
Numa manhã, ele foi acordado pelo som de uma buzina, enquanto se levantava esfregando os olhos, viu que a poucos metros tinha estacionado um carrão de luxo, uma das portas se abriu e desceu quem era a dona e motorista, era uma mulher alta mesmo sem os saltos que usava, vestida com um vestido provocante que encaixava perfeitamente na sua figura sensual, cabelo liso preto e olhar profundo coberto pelos óculos escuros, era a imagem entre uma gostosa poderosa ou uma piriguete, ela foi se aproximando do moleque com um passo e rebolado sensual no seu andar sofisticado, quando ficou de frente pra ele, disse pro moleque: oi, você, trouxe uma comida pra você e da bolsa dela tirou outra, mas de papel, que tinha um lanche, o moleque agora prestou mais atenção e interesse na comida e como tava com muita fome não demorou pra devorar, quando terminou logo em seguida, a mulher segurando a placa, disse: vejo que você tá procurando trabalho, bom, eu posso te dar se quiser subir no meu carro pra eu te levar pra minha casa, acho que você pode me ajudar com uma coisa e em troca, quando a gente chegar, eu te sirvo mais comida, duvido que você tenha ficado satisfeito com o que acabei de te dar; e o moleque aceitou na hora e os dois subiram no carro, o moleque tava no banco do carona, tava muito impressionado com o interior do veículo, algo que ele não sentiu diferente de quando viu pela primeira vez, tava muito confortável e durante o trajeto só pensava na comida que ia provar, já a mulher que, por sinal, mencionou que era uma Supermodelo super bem cotada e, por isso, rica, enquanto dirigia para uma de suas propriedades mais próximas, só pensava nas fantasias sexuais que finalmente realizaria com seu novo "funcionário". Quando chegaram, o menino ficou impressionado com o luxo e a elegância da casa, localizada nos arredores da cidade, que também tinha uma piscina. Os dois foram até a sala de jantar.

Lá, a mulher serviu tudo o que ele quis até ele matar a fome, e só sobrou um pouco para o jantar. Depois de comer, o menino perguntou à modelo sobre o trabalho que ele deveria fazer, e ela disse que, por enquanto, ainda não tinha nada, mas que a comida era um cortesia e que ele se sentisse em casa, que também era dele. Ela também sugeriu que, se quisesse, poderia relaxar dando um mergulho na piscina. O pequeno respondeu que adoraria, mas que não sabia nadar, e ela disse que podia ensiná-lo, mas que antes da primeira aula de natação ele precisava se lavar. Ela o levou ao chuveiro, deixou um short e disse que para nadar não precisava de muita roupa para não molhar. Disse que enquanto ele tomava banho, ela iria vestir um biquíni e trazer algumas outras coisas: equipamento de segurança para natação.

Enquanto o menino se lavava bem, refletia sobre a vida e admitia que a modelo tinha conquistado seu apreço pelo que tinha feito por ele até aquele momento, e agora a via como uma amiga ou figura materna, embora esse laço ou sentimento fosse recíproco. Na perspectiva da mulher, aquilo ia muito além. Ela sentia uma grande atração e/ou parafilia sexual pelo garoto. Digamos que essa mesma paixão que o menor, sem querer, despertava nela era a mesma que ele provocaria em qualquer homem superficial simplesmente por ser um atrativo visual, ou melhor, um símbolo sexual. Depois de quase meia hora, o menino, já de short, saiu do chuveiro, e a mulher já o esperava ao lado da piscina coberta com um roupão, pronta para ajudá-lo. colocar outros acessórios, incluindo um colete salva-vidas, um par de nadadeiras, um óculos e snorkel. Depois que tudo foi ajustado, ela o elogiou pelo quão gostoso ele ficava com tudo aquilo, e disse que agora mostraria o dela. Desamarrou o roupão e deixou cair no chão, revelando que o biquíni dela não passava de uma tirinha, um micro biquíni estilo slingshot, pra ser mais exato. Ela até deu uma voltinha pra ele apreciar, e o garoto até ficou impressionado, mas a reação dele foi de desconforto, já que não demorou pra cobrir o visor com as mãos e se virar de costas pra ela. Agora a modelo sentiu uma certa indignação, era a primeira vez que um cara mostrava rejeição em vez de atenção, mas principalmente porque vinha do "garoto dos sonhos" dela. De certa forma, os papéis se inverteram e jogaram contra ela, mas mesmo assim ela não perdeu a esperança, sabia que ele era só um menino, então não seria tão difícil "seduzi-lo". Bom, então ela falou com ele e disse: "O que foi, pequenino? Vamos, não seja tímido, não vou te fazer nada. Tem medo de se afogar? Eu cuido de você." E o menino explicou que não seria educado da parte dele ver uma mulher quase nua, que ele era um cavalheiro, e que tinha muito respeito e admiração por toda a hospitalidade que ela tinha lhe dado. Ao que ela respondeu que aquilo não tinha nada de errado, que era parte da natureza humana, e que não precisava ser mal interpretado se os dois já tinham confiança mútua, mas que se ele não se sentisse à vontade, então ela o levaria de volta pro lugar onde o pegou, já que o jeito dela se vestir era algo muito comum na casa dela, que teriam outros meninos mais gratos por ela, então a companhia dele era substituível e que se o desconforto dele fosse pior do que toda a fome, o frio e qualquer outra carência que ele tivesse sofrido; todo esse critério ele deixou a critério dele. Ela disse que entraria na água e o receberia de braços abertos, e literalmente fez isso. O menino refletiu sobre o que ela disse e entrou na água. Ela o abraçou, mandou ele se segurar bem, apertou o rosto dele contra os peitões enormes dela e disse que com isso, além de ensinar ele a nadar, também esperava tirar o medo ou a vergonha que ele tinha com ela. Durante uma ou duas horas, o método que ela usou foi o seguinte: o menino tinha que ficar bem abraçado pela frente ou por trás, fazendo contato corpo a corpo, enquanto a mulher andava pela água. Depois, o menino tinha que imitar um pouco do que ela fez, mas sozinho, coisa que ele fez bem. A aula de natação terminou cerca de uma hora antes do pôr do sol. Os dois saíram, se secaram e, pouco antes de comer, a mulher pensou o seguinte: sem dúvida, com o contato corporal que tive com ele, consegui tirar a vergonha, mas não foi o suficiente pra provocar uma ereção nele. E, por outro lado, com isso, ela agora estava muito mais excitada e desesperada do que antes. Ela disse pra si mesma que também não devia culpar ele, pois talvez fosse porque ele não tinha os nutrientes suficientes, ou porque, já que passou todo esse tempo vivendo debaixo de uma pedra, não sabia nada do mundo exterior, nem de sexo. E com isso, ela imediatamente pensou em testar um último método, meio ortodoxo, mas o mais eficaz pra realizar seus propósitos lascivos. Já que não conseguiu seduzir ele na boa, tinha que fazer isso através da comida, coisa que ela colocou em prática. Depois disso, ela carregou o menino até a única cama que tinha na casa toda e disse que ele podia descansar. Mas, pelo visto, finalmente a ereção já começava a aparecer. Era tão evidente que dava pra comparar quase como se tivesse nascido uma terceira perna nele. Acontece que a mulher tinha colocado algo na porção dele, mas conseguiu muito mais do que esperava. O menino se estremeceu, nunca tinha acontecido algo assim com ele. E a mulher, aproveitando a ignorância dele, inventou uma mentira: disse que talvez algumas das plantas que ele comia pra se alimentar fossem venenosas, e que todo o veneno que acumulou no corpo já não dava mais pra aguentar. resistir, e que ele devia expelir pelo pau, mas não saía com a mesma facilidade que a urina e tinha ficado entupido, por isso cresceu tanto. E que o jeito de extrair era com um método corporal que só uma mulher pode e deve fazer, que não dói e até dá prazer, ou então podia tomar o antídoto com injeções dolorosas. O moleque não pensou duas vezes e escolheu a primeira opção. Antes, a mulher disse que ele precisava dar leite fresco, porque o cálcio também ajudaria, mas não o remédio, e o amamentou, praticando assim a lactofilia. Depois, tirou o que ele vestia, deixando o pau dele à mostra, começou a tocar, depois a esfregar e a passar as mãos, e começou dando lambidas leves, como se estivesse provando. Em seguida, colocou no meio das tetonas dela e começou a esfregar. O moleque tava perdido na mente, não sabia o que dizer ou como chamar aquela sensação de prazer que tava sentindo, recebendo no final um boquete, sexo oral e garganta profunda.

Depois disso, a modelo foi pegar uma camisinha e colocou nele. Por sorte, as que ela tinha eram flexíveis e se ajustaram, apesar do pau ser enorme. E ela disse: "O que eu fiz foi só pra soltar um pouco a saída. Essa bolsa que coloquei é pra segurar o veneno, vai sair tudo branco. Agora deita, porque aqui vem a diversão de verdade, digo, a extração." Ela montou em cima dele e foi se deixando penetrar, e quando conseguiu enfiar tudo, os dois soltaram um gemido de prazer. Ela começou a rebolar, dando sentadas uma atrás da outra. Era um ato muito erótico ver aqueles glúteos enormes se encontrando com um pau do mesmo tamanho, mas era a única coisa que combinava, porque nessa "relação" tinha uma grande diferença de idade e de altura. Mesmo assim, enquanto trepavam, ela conseguiu alcançar a cabeça e a boca do moleque pra esfregar no meio dos peitos dela, pra ele chupar de novo. os mamilos dela, e finalmente a beijasse de língua, ele por sua vez fez muitas descargas do suposto veneno, seu sêmen, quase como pra deixar ela coberta num estado bukkake, prática que por enquanto decidiu não realizar, se contentou em coletar ou engolir, por sorte a mulher tinha um pacote de camisinhas suficientes pra várias rodadas de sexo já que praticamente duraram horas transando, tendo múltiplos orgasmos, até que o efeito passou, ambos ficaram muito exaustos, ao acordar, o garoto exausto e meio atordoado se viu nu e abraçado pela mulher, e disse pra ela: sabe, ontem à noite foi incrível, seu trabalho em especial vai ser me deixar extrair esse veneno, sei que você curtiu isso tanto quanto eu, mas gostaria que isso não fosse só na cama, pensa nisso, aqui você tem um teto, comida, água, chuveiro, e posso ser sua enfermeira e até sua esposa que sempre vai te dar essa hospitalidade e atenção médica; o garoto aceitou a proposta e de agora em diante se tornou o garanhão dela, pelo menos até ele enjoar, cumprindo sua palavra, onde de vez em quando a mulher convidava outras colegas.

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