Meu nome é Matías e sou o pai da Agustina. Com a permissão da minha filha e usando a conta dela neste site, escrevo pra responder muitas perguntas e críticas de seguidores que me acusam de ser um pai incestuoso e degenerado sem saber os motivos. Viver com a Agustina não é fácil. Dono de um corpo incrível, carinha linda e a melhor bunda que um homem pode ver. Desde muito nova, muito libertina e sexual. Aos 15 anos, começou a andar pelada pela casa sem se importar com o que a mãe ou eu falávamos. Pra um pai, é uma tortura ver uma mulher dessas e se fazer de besta. Não posso negar que minha própria filha me excitava, e teve noites que a mãe dela recebeu minhas descargas, mas pensando naquele rabo do caralho. É difícil pra um pai não sofrer pensando que alguém tava comendo ela. Uma mistura de ciúme e tesão. Cada vez que ela me fazia charminho pra conseguir algo, eu imaginava ela nua falando comigo daquele jeito. Quando alguém me contou que tinha encontrado ela no pornô, meu coração disparou. Criei uma conta pra seguir ela. Descobrir o quão puta minha própria filha é me fez sentir, por um lado, a raiva de um pai, mas por outro, o tesão de alimentar a esperança de que talvez um dia pudesse rolar algo que eu não perderia, mesmo sendo minha filha. E aconteceu. Naquela noite, não tinha minha filha na minha frente, mas uma garota muito puta pedindo pica. Esqueci quem ela era. A chupada de pica que ela me deu, nunca tinha recebido igual. Uma puta no cio que engoliu toda minha porra. Chupar aquela buceta e aquele monumento de cu foi algo de outro mundo. Quando eu tava dentro da buceta dela e ela me olhava, só aí me toquei que era minha filha. Quando eu tava metendo e ela, com aquela voz de puta, falava "assim, pai, assim", achei que minha pica ia cair, mas ela inflou ainda mais dentro do anel dela. E o que dizer quando pedi o cu dela e ela disse que sim? Não vou mentir, comer o cu da minha filha era um sonho que nunca pensei que realizaria, e ali estava ele, empinadinho e aberto, oferecido pra minha pica. Não dá pra descrever em Uma letra é o que esse rabo come. Foi glorioso. Desde aquele dia, ser um pai incestuoso é a melhor coisa que já me aconteceu na minha vida de puta. Quando eu fodo, não fodo minha filha, mas sim a garota mais gostosa que já conheci. Já fizemos muitas loucuras juntos e vou continuar fazendo o que ela pedir. Ela me fez descobrir que sou bissexual e me fez gozar com alguns machos dela. Estou dividido. Meu coração ama minha filha, mas meu pau ama aquela putinha que vive dentro dela. Nada justifica o incesto, mas nem tudo é como alguns julgam. Vai durar enquanto ela permitir, e não vou me torturar pensando que comi minha própria filha. Quem puder entender, que entenda; quem não puder, sinto muito. Obrigado por me deixar desabafar. P.S.: Como homem, aconselho: se ela der bola, coma, porque é inesquecível. Como pai, peço: cuidem dela. Abraços, putaria boys.
Meu nome é Matías e sou o pai da Agustina. Com a permissão da minha filha e usando a conta dela neste site, escrevo pra responder muitas perguntas e críticas de seguidores que me acusam de ser um pai incestuoso e degenerado sem saber os motivos. Viver com a Agustina não é fácil. Dono de um corpo incrível, carinha linda e a melhor bunda que um homem pode ver. Desde muito nova, muito libertina e sexual. Aos 15 anos, começou a andar pelada pela casa sem se importar com o que a mãe ou eu falávamos. Pra um pai, é uma tortura ver uma mulher dessas e se fazer de besta. Não posso negar que minha própria filha me excitava, e teve noites que a mãe dela recebeu minhas descargas, mas pensando naquele rabo do caralho. É difícil pra um pai não sofrer pensando que alguém tava comendo ela. Uma mistura de ciúme e tesão. Cada vez que ela me fazia charminho pra conseguir algo, eu imaginava ela nua falando comigo daquele jeito. Quando alguém me contou que tinha encontrado ela no pornô, meu coração disparou. Criei uma conta pra seguir ela. Descobrir o quão puta minha própria filha é me fez sentir, por um lado, a raiva de um pai, mas por outro, o tesão de alimentar a esperança de que talvez um dia pudesse rolar algo que eu não perderia, mesmo sendo minha filha. E aconteceu. Naquela noite, não tinha minha filha na minha frente, mas uma garota muito puta pedindo pica. Esqueci quem ela era. A chupada de pica que ela me deu, nunca tinha recebido igual. Uma puta no cio que engoliu toda minha porra. Chupar aquela buceta e aquele monumento de cu foi algo de outro mundo. Quando eu tava dentro da buceta dela e ela me olhava, só aí me toquei que era minha filha. Quando eu tava metendo e ela, com aquela voz de puta, falava "assim, pai, assim", achei que minha pica ia cair, mas ela inflou ainda mais dentro do anel dela. E o que dizer quando pedi o cu dela e ela disse que sim? Não vou mentir, comer o cu da minha filha era um sonho que nunca pensei que realizaria, e ali estava ele, empinadinho e aberto, oferecido pra minha pica. Não dá pra descrever em Uma letra é o que esse rabo come. Foi glorioso. Desde aquele dia, ser um pai incestuoso é a melhor coisa que já me aconteceu na minha vida de puta. Quando eu fodo, não fodo minha filha, mas sim a garota mais gostosa que já conheci. Já fizemos muitas loucuras juntos e vou continuar fazendo o que ela pedir. Ela me fez descobrir que sou bissexual e me fez gozar com alguns machos dela. Estou dividido. Meu coração ama minha filha, mas meu pau ama aquela putinha que vive dentro dela. Nada justifica o incesto, mas nem tudo é como alguns julgam. Vai durar enquanto ela permitir, e não vou me torturar pensando que comi minha própria filha. Quem puder entender, que entenda; quem não puder, sinto muito. Obrigado por me deixar desabafar. P.S.: Como homem, aconselho: se ela der bola, coma, porque é inesquecível. Como pai, peço: cuidem dela. Abraços, putaria boys.
7 comentários - Desabafo de um pai
Una duda tu papa ya sabia que santi se cojia a tu vieja o lo descubrio leyendo tus relatos