Tudo começou quando eu tinha uns 16 anos. Minha irmã tinha se separado do parceiro e veio morar no meu quarto. Ela tinha um filho pequeno que deixava com a minha mãe. No começo, me irritou pra caralho porque ela invadiu meu espaço, mas depois comecei a valorizar os benefícios da chegada dela. O filho dela tinha 2 anos, e ela na época tinha uns 22. Sempre achei ela muito gostosa, não tinha uma bunda enorme, mas tinha o suficiente. O que mais me atraía nela eram aquelas tetas enormes e lindas, e ainda por cima ela gostava de se vestir de forma provocante, o que dava um plus. Enfim, depois da separação, ela arrumou um emprego e saía tipo umas 6 da manhã e chegava quase sempre depois das 4 da tarde. Ela acordava às 5 da manhã pra tomar banho. Meu quarto não era tão grande, só cabiam as duas camas, uma mesinha e meu guarda-roupa, que agora eu dividia com ela, já que minha mãe dormia com minha outra irmã de 15 anos no outro quarto (depois conto sobre ela). Meu pai nos abandonou quando eu tinha uns 3 anos, mas dava dinheiro pras despesas básicas. Todo mundo dividia o banheiro, que era pequeno porque a casa que a gente alugava não era grande. Então ela tomava banho e vinha se trocar no quarto. Foi aí que tudo começou. Ela tentava não fazer barulho, mas sempre gostou de se arrumar, e era inevitável. No começo, me irritava, mas um dia acordei sem ela perceber. Ela chegou com a toalha enrolada no corpo e, como sabe que eu durmo pesado, tirou a toalha e começou a se vestir. Eu me cobria com o cobertor, deixando uma fresta pra poder ver bem na direção da cama dela, onde ela se trocava. O guarda-roupa tinha um espelho grande onde ela se via enquanto se maquiava, e dava pra ver o corpo inteiro. Desde aquele dia, passei a vê-la com outros olhos. Ela era magra e, como eu disse, a bunda não era grande coisa, mas era bonita e eu gostava pra caralho. O que me encantou mesmo foram aquelas tetas, ainda grandes e volumosas. Fiquei olhando ela com atenção, meu coração batia a mil, mas tentei respirar como se estivesse dormindo, o que era foda. Foda pela calentura de ver minha irmã pelada, ela se vestia às pressas pra não chegar atrasada no trabalho, mas o que vi em seguida me deixou ainda mais excitado, ela colocou uma calcinha fio dental semitransparente que deixava ver parte da sua bela ppk, as nádegas só tinham um fio que não cobria nada e um sutiã combinando que deixava os mamilos à mostra, foi uma maravilha vê-la passar creme no corpo e se vestir, ela vestiu uma calça bege bem justinha e uma blusa decotada (sabia que tinha uns peitos lindos e gostava de mostrar, ainda mais agora sendo livre). Isso sim, muito gostosa, muito provocante mas bem bagunceira, largava tudo jogado, roupa, a cama desarrumada, a luz acesa, pegava o menino e levava pra deixar com minha mãe no quarto dela, enfim, lá estava o irmão pra arrumar a bagunça dela, eu gostava de deixar tudo em ordem apesar de ser um adolescente meio introvertido, sempre gostei de malhar e sou meio alto, então tava bem em forma e com os hormônios a mil, depois que ela chegava tentava dormir cedo pra acordar antes e ver o show todo dia, outra vez não sei se foi pela pressa, que ela tava ficando mais à vontade ou sei lá, ela tirou a roupa e deixou a calcinha no chão aos pés da cama jogada, que até então eu tinha ignorado, vi ela pelada e quando voltou do banheiro fez o ritual de beleza como quase todo dia e esperei ela sair. Pegou o menino e foi embora, eu cuidava do quarto sozinho, minha mãe só entrava pra pegar roupa suja pra lavar todo fim de semana e o quarto geralmente era só meu o dia inteiro, como já falei sempre fui meio introvertido e todas sabiam e me deixavam na minha na maior parte do tempo, enfim, quando minha irmã sai eu levanto pra apagar a luz e dormir mais um pouco e vejo a calcinha dela no chão com aquele formato clássico de quando tiram e fica meio enrolada, olhei e fiquei paralisado na dúvida se pegava ou não e o coração voltando a bater a mil, me decidi a pegar esses caraio, eram vermelhos de renda, transparente em uns lugares, estiquei e vi a parte onde vai a buceta dela e comecei a cheirar com uma vontade do caralho, não sei se ela teve sonho molhado ou se tava com tesão, porque tenho que explicar que todo mundo em casa sabia que minha irmã era de pernas abertas, por assim dizer, a real é que ela sempre foi muito gostosa e teve vários namorados antes de ir embora com o ex, minha mãe sempre teve dificuldade pra segurar ela, naquela época eu quase não batia punheta, então comecei a cheirar as calcinhas dela como se não houvesse amanhã, elas tavam molhadas naquela parte da ponte e não sei por que fiz isso, mas lambi! ali perdi toda a razão, adorei o gosto salgado e, pro meu tesão, delicioso, lambi todo o melado até deixar só minha saliva, mas a parada não parou por aí, agora com o tesão aberto e a putaria descontrolada fui procurar o cesto de roupa suja dela, já que cada um tinha o seu e ela só tinha chance de lavar igual a minha mãe todo fim de semana, e tirei toda a roupa íntima dela, calcinhas e fio-dental, até que peguei uns sutiãs e também cheirei, imaginando aquele par de peitos lindos na minha boca, lambi eles do mesmo jeito e peguei de novo as calcinhas e fio-dental dela e fui olhando uma por uma, tinha umas brancas daquele corte francês, dois fio-dental um preto e outro amarelo e, por mais que não acredite, me excitaram pra caralho umas calcinhas meio grandes brilhantes douradinhas tipo com listras meio transparentes, cheirei e saboreei a maioria porque todas já tavam secas com manchas dos fluidos dela, umas mais cheirosas que outras e em algumas só marcava a buceta linda dela, menos a daquele dia que virou uma das minhas favoritas, acho que porque uns minutos antes tinha estado no biscoito gostoso da minha irmã, coloquei na boca a parte da ponte ainda molhada da calcinha úmida, pus 2 em cima no meu nariz e outra no meu peito, é como se quisesse esfregar toda a buceta gostosa dela na minha cara e engolir tudo que saísse dela, que mijasse na minha cara. Ter na minha boca o gosto da buceta dela e o cheiro adocicado do cu dela misturados com o suor, xixi e fluido era um delírio. Imaginei ela sentando na minha cara e me deixando cheirar e saborear tudo. Nem preciso dizer que foi um dos melhores orgasmos que já tive na vida. Fiquei um tempão nisso, que pareceu eterno e mágico, com as calcinhas e cuecas sujas da minha irmã na cara e na boca, me masturbando igual um louco, imaginando ela falando putaria comigo, pedindo pra eu lamber cada centímetro da buceta dela, do cu dela, engolir os fluidos dela! Até que gozei pegando uma das calcinhas dela e esporrando tudo na parte que cobre a xereca gostosa dela, sujei ela toda. Foi aí que comecei a pensar com a cabeça mais fria, bateu um arrependimento porque no fim era minha irmã, mas a tesão falou mais alto, porque cinco minutos depois já tava cheirando as calcinhas dela de novo.
Foi o começo de uma fase sem freio de masturbação e perversão focada na minha irmã. Eu bolava planos pra ver ela pelada todo dia, ou ficava olhando ela com muito tesão, imaginando situações onde eu tocava ela de um jeito safado até comer ela. Isso sem contar as inúmeras gozadas cheirando e lambendo as calcinhas e cuecas dela. Eu espiava ela o tempo todo, ela usava saia direto e eu me posicionava pra ver a calcinha dela quando ela se descuidava, ou tentava ficar o mais perto possível dela. Naquela época, não sei se ela percebia ou não que eu gozava nas calcinhas dela, porque eu comecei a reclamar de um jeito manhoso da bagunça no quarto dela. Como ela já trabalhava e tinha dinheiro, ela falou pra eu arrumar o quarto e ela me pagava. Eu disse: "Pô, até suas calcinhas você deixa jogada aí, já tá abusando". Talvez a liberdade nova dela e a sensação de poder por me pagar pra limpar o quarto fizeram ela cagar pra tudo. Ela deixava tudo largado e toda a roupa íntima dela ficava à minha disposição, sem eu me preocupar em pegar todo dia. Minha mãe falava pra ela não abusar, mas ela tava nem aí. Eu, enfeitiçado pelos cheiros dela e morrendo de vontade de comer ela de qualquer jeito, acabei virando quase um escravo pessoal dela. Eu limpava o quarto, jogava toda a roupa dela no cesto, e quando ela lavava, ajudava a guardar tudo no armário. Acho que ela foi se acostumando comigo vendo toda a roupa íntima dela enquanto guardava. Eu falava: "Essas coisas aí nem devem tampar nada em você", e ela respondia: "Por isso que às vezes nem uso", e ria. Eu fingia ficar sem graça, mas só alimentava mais minha perversão. A gente ficou muito próximo, e quase seis meses depois que ela voltou pra casa da nossa mãe, minha mãe sugeriu alugar uma casa maior pra ela ter o próprio quarto com o filho dela. Mas eu falei pra minha irmã que ia sair mais caro, que uma boa parte do dinheiro dela ia embora no aluguel, e que eu não ia mais ajudar porque minha mãe acharia estranho eu fazer tudo no quarto dela. Aí ela disse pra mãe dar mais tempo pra ela se estabilizar, e eu fiquei encantado. Às vezes ela me perguntava se eu não notava nada na roupa íntima dela, porque via umas manchas meio estranhas. Eu respondia: "Do jeito que você deixa, eu só jogo no cesto, não vou ficar revistando sua calcinha, pô!" Ela me olhou, começou a rir e falou: "Ah, tá bom, se você não vai lavar, então responde pelas minhas calcinhas, hein!" Eu fiquei vermelho, mas disse: "Pode deixar, irmãzinha, eu cuido delas pra você." A gente ria, mas sabia que alguma coisa tava rolando. Não sei se ela fazia isso pra provocar ou porque sabia o que tava acontecendo e queria que eu soubesse que ela percebia, mas eu adorava que não tinha reclamação, porque ela continuava tudo igual. Amei essa fase da minha vida. Ela relaxou demais sendo mimada por mim e, em parte, pela minha mãe. Tava sempre feliz, se vestia com shorts curtinhos, saias às vezes mais curtas que o normal, calças e leggings bem apertadas. Eu vivia encantado. Por um acaso do destino, minha mãe teve que viajar por duas semanas e ia levar meu sobrinho e minha outra irmã. Eu tava na época de provas, e minha irmã... O chefe não podia faltar no trampo, então a gente ia ficar sozinho. Mamãe tava na dúvida se deixava ou não, eu não sabia cozinhar e minha irmã só chegava depois das 4 da tarde, mas ela disse pra não se preocupar, que já tava fazendo muito em levar o filho dela, que a gente dois se virava, que ela fosse sem preocupação. Eu falei que sim, que não tinha problema, e mamãe foi embora. Não vou dizer que comi minha irmã e que foi como sempre imaginei, mas foram duas semanas bem memoráveis pra mim, porque, sendo sincero, eu amo minha irmã e nós dois somos bem tarados, mas acho que chegamos num ponto em que tudo virou um jogo onde nós dois éramos cúmplices, e foi muito satisfatório jogar ele com ela. Sei que ela me olhava talvez com um pouco menos de tesão do que eu olhava ela, mas ela olhava. Já falei que eu malhava, e então eu tava bem gostoso, e ela notava. Às vezes eu fingia que tava dormindo, mas com o pau completamente duro, e ficava numa posição com o braço tampando os olhos, como se fosse pra tampar a luz e dormir, mas eu via ela com os olhos semicerrados e observava como ela olhava pro meu volume com muita atenção, não sei se com desejo, mas com muito tesão. Não é que eu tenha uma pica enorme, mas tenho uma, digamos, normal. Eu usava short e obviamente ficava mais evidente quando tava bem dura. Eu me mexia, e ela fazia tipo outra coisa pra não perceber que tava olhando pro meu pau. Esse tipo de coisa foi ficando mais frequente. Por exemplo, às vezes nos dias de folga dela, ela entrava no banho e eu, fingindo que tava fazendo outras coisas, esperava ela sair do banho, entrava no quarto assim, sem bater, e via ela sem sutiã ou quase nua, e ela só conseguia tampar o necessário e falava: "Cara, não vê que eu tô me trocando?" Eu respondia: "Já vi, sim", e ficava olhando ela um pouco mais do que o normal, pedia desculpa e saía correndo, mas ela levava na maior esportiva. Ela dizia: "Você já me viu mais pelada do que vários dos meus ex." A gente ria, e eu falava: "Ué, não tem problema, você não tem nada que outras mulheres não tenham. dizia "bem que você queria, seu safadinho! Tenho a mesma coisa, mas melhor arrumada!" Falei "isso aí, mãozinha, você é bem gostosa, pra falar a verdade, e olha que já tem um filho, kkkk". Assim eram nossas brincadeiras e flertes leves, mas picantes. Adorava quando eu dizia "ei, maninha, você não acha que quando as mulheres usam meia-calça ficam mais sexy?" Ela parecia captar a indireta e no dia seguinte já procurava alguma roupa que incluísse meia-calça. Claro, eu também cheirava elas depois que ela usava, enquanto me masturbava e sentia o cheiro da parte onde iam os pezinhos lindos dela. Pra mim, ela era uma deusa!
Quando a mamãe foi embora, fiz algo que planejava há muito tempo: comprei roupas íntimas super sexy e uns calções daqueles que já comentei que me excitam muito, daqueles brilhantes, mas confortáveis pras mulheres. Comprei 3 conjuntos: os dois calções brilhantes, um dourado quase igual ao que ela já tinha e um branco. Os conjuntos eram: um preto transparente que deixaria os peitinhos lindos dela à mostra, um vermelho com renda e um cor de pele bem pequenininho. E algo que não via muito nas roupas íntimas dela, já que conhecia tudo de cima a baixo: 2 boxer cacheteiro, um de renda bege e um de tecido tipo legging azul claro. Levei um bom tempo juntando esse dinheiro, porque esse tipo de roupa é caro, e eu, sendo um moleque, só juntava o que sobrava do que a mamãe me dava na época e do que ganhava ajudando um senhor numa loja nos fins de semana. Comprar também não foi fácil, já que a loja era atendida só por mulheres e tive que aguentar a vergonha de perguntar por tudo. A moça foi educada, mas meio safadinha, o que me ajudou muito. "É pra namorada, hein?", disse ela piscando o olho. Eu falei "é, espero que ela goste". Ela respondeu "vai ver que sim, é raro, mas pra ser roupa íntima de mulher, você tem bom gosto". Paguei e saí correndo. Ah, e também levei um par de meia-calça brilhante...
Cheguei bem na hora em que minha irmã estava chegando, vestida com uma calça social. cinza escuro bem justinho, uma camisa de gaze branca com uma regata branca e sutiã preto que dava pra ver um pouco por baixo da roupa. ela parecia meio cansada e suada porque tava um calorão. ela me perguntou de onde eu vinha e eu falei que fui comprar umas coisas. ela disse: "vou tomar um banho, te aviso pra você não entrar como de costume e me ver pelada, mas acho que já tô me acostumando kkkk". eu falei: "toma banho sem preocupação, a gente vê o que come depois". ela foi pro quarto, tirou a roupa e saiu de toalha pro banheiro. eu sabia que naquele dia ela tava usando uma calcinha fio dental preta de renda que me deixava louco, porque vi ela se vestindo de manhã. depois que ela entrou no banheiro, eu sabia que tinha uns 20 minutos pra ir no quarto e cheirar a calcinha dela, recém tirada e suada. como não tinha ninguém em casa, eu podia agir à vontade. entrei no quarto tentando não fazer barulho e, no pé da cama, como de costume, tava toda a roupa dela numa pilha. peguei com ansiedade e luxúria sem limites o tesouro que eu tanto amava. estiquei e confirmei: era a calcinha fio dental preta mesmo. não sei como foi o dia dela, mas sei que ela tava com tesão. eu tinha aprendido a decifrar os cheiros de acordo com o dia a dia dela. a calcinha tava úmida, bem molhadinha, eu diria, e não sei se era impressão minha, mas até quentinha eu senti. aspirei fundo e forte pra gravar na minha mente aqueles cheiros deliciosos que me enlouqueciam. lambi com desespero a umidade da buceta que eu tanto queria provar. cheirei a parte onde com certeza a calcinha se enfiava entre as nádegas dela e onde podia estar o cu dela. tudo cheirava maravilhoso. ela era muito vaidosa e se perfumava quase toda. era uma mistura de cheiro de xixi, cu, suor, fluidos e o perfume dela que me deixava escravizado por aquela mulher linda que era minha irmã. agradeci à vida por ela ter largado aquele imbecil do ex, que só fez um filho nela e pouco tempo depois foi embora com outra. ele era o ser mais estúpido que eu já conheci, porque minha irmã era safada, mas não era uma vadia. nunca curtiu essa parada de infidelidade. mas Por ser uma gostosa, ela era intensa com os parceiros dela. Não sei o que faltou pra aquele idiota, mas agradeci. Continuei lambendo e cheirando enquanto apertava minha pica até gozar um monte na calcinha dela. Espalhei todo o meu esperma como se estivesse passando direto na buceta gostosa dela e coloquei de volta dentro da calça. Amassei tudo e joguei no cesto sem olhar. Faltavam uns 5 minutos pra ela sair do banho, me vesti o melhor que pude e saí do quarto. Tava na sala vendo TV quando vi ela passando em direção ao quarto. "Vou rápido, me troco e aí a gente vê o que vamos comer, boneco." Balancei a cabeça concordando. Só dava pra ver a beirada da toalha envolvendo aqueles peitos lindos e a bunda empinada se mexendo pela toalha a caminho do quarto. Ela entra e pergunta em voz alta: "Boneco, você colocou minha roupa no cesto? No bolso da calça tem o dinheiro da comida, vou pegar agora"... Espero que ela não veja a calcinha cheia de porra fresca... Continua se vocês gostaram...
Foi o começo de uma fase sem freio de masturbação e perversão focada na minha irmã. Eu bolava planos pra ver ela pelada todo dia, ou ficava olhando ela com muito tesão, imaginando situações onde eu tocava ela de um jeito safado até comer ela. Isso sem contar as inúmeras gozadas cheirando e lambendo as calcinhas e cuecas dela. Eu espiava ela o tempo todo, ela usava saia direto e eu me posicionava pra ver a calcinha dela quando ela se descuidava, ou tentava ficar o mais perto possível dela. Naquela época, não sei se ela percebia ou não que eu gozava nas calcinhas dela, porque eu comecei a reclamar de um jeito manhoso da bagunça no quarto dela. Como ela já trabalhava e tinha dinheiro, ela falou pra eu arrumar o quarto e ela me pagava. Eu disse: "Pô, até suas calcinhas você deixa jogada aí, já tá abusando". Talvez a liberdade nova dela e a sensação de poder por me pagar pra limpar o quarto fizeram ela cagar pra tudo. Ela deixava tudo largado e toda a roupa íntima dela ficava à minha disposição, sem eu me preocupar em pegar todo dia. Minha mãe falava pra ela não abusar, mas ela tava nem aí. Eu, enfeitiçado pelos cheiros dela e morrendo de vontade de comer ela de qualquer jeito, acabei virando quase um escravo pessoal dela. Eu limpava o quarto, jogava toda a roupa dela no cesto, e quando ela lavava, ajudava a guardar tudo no armário. Acho que ela foi se acostumando comigo vendo toda a roupa íntima dela enquanto guardava. Eu falava: "Essas coisas aí nem devem tampar nada em você", e ela respondia: "Por isso que às vezes nem uso", e ria. Eu fingia ficar sem graça, mas só alimentava mais minha perversão. A gente ficou muito próximo, e quase seis meses depois que ela voltou pra casa da nossa mãe, minha mãe sugeriu alugar uma casa maior pra ela ter o próprio quarto com o filho dela. Mas eu falei pra minha irmã que ia sair mais caro, que uma boa parte do dinheiro dela ia embora no aluguel, e que eu não ia mais ajudar porque minha mãe acharia estranho eu fazer tudo no quarto dela. Aí ela disse pra mãe dar mais tempo pra ela se estabilizar, e eu fiquei encantado. Às vezes ela me perguntava se eu não notava nada na roupa íntima dela, porque via umas manchas meio estranhas. Eu respondia: "Do jeito que você deixa, eu só jogo no cesto, não vou ficar revistando sua calcinha, pô!" Ela me olhou, começou a rir e falou: "Ah, tá bom, se você não vai lavar, então responde pelas minhas calcinhas, hein!" Eu fiquei vermelho, mas disse: "Pode deixar, irmãzinha, eu cuido delas pra você." A gente ria, mas sabia que alguma coisa tava rolando. Não sei se ela fazia isso pra provocar ou porque sabia o que tava acontecendo e queria que eu soubesse que ela percebia, mas eu adorava que não tinha reclamação, porque ela continuava tudo igual. Amei essa fase da minha vida. Ela relaxou demais sendo mimada por mim e, em parte, pela minha mãe. Tava sempre feliz, se vestia com shorts curtinhos, saias às vezes mais curtas que o normal, calças e leggings bem apertadas. Eu vivia encantado. Por um acaso do destino, minha mãe teve que viajar por duas semanas e ia levar meu sobrinho e minha outra irmã. Eu tava na época de provas, e minha irmã... O chefe não podia faltar no trampo, então a gente ia ficar sozinho. Mamãe tava na dúvida se deixava ou não, eu não sabia cozinhar e minha irmã só chegava depois das 4 da tarde, mas ela disse pra não se preocupar, que já tava fazendo muito em levar o filho dela, que a gente dois se virava, que ela fosse sem preocupação. Eu falei que sim, que não tinha problema, e mamãe foi embora. Não vou dizer que comi minha irmã e que foi como sempre imaginei, mas foram duas semanas bem memoráveis pra mim, porque, sendo sincero, eu amo minha irmã e nós dois somos bem tarados, mas acho que chegamos num ponto em que tudo virou um jogo onde nós dois éramos cúmplices, e foi muito satisfatório jogar ele com ela. Sei que ela me olhava talvez com um pouco menos de tesão do que eu olhava ela, mas ela olhava. Já falei que eu malhava, e então eu tava bem gostoso, e ela notava. Às vezes eu fingia que tava dormindo, mas com o pau completamente duro, e ficava numa posição com o braço tampando os olhos, como se fosse pra tampar a luz e dormir, mas eu via ela com os olhos semicerrados e observava como ela olhava pro meu volume com muita atenção, não sei se com desejo, mas com muito tesão. Não é que eu tenha uma pica enorme, mas tenho uma, digamos, normal. Eu usava short e obviamente ficava mais evidente quando tava bem dura. Eu me mexia, e ela fazia tipo outra coisa pra não perceber que tava olhando pro meu pau. Esse tipo de coisa foi ficando mais frequente. Por exemplo, às vezes nos dias de folga dela, ela entrava no banho e eu, fingindo que tava fazendo outras coisas, esperava ela sair do banho, entrava no quarto assim, sem bater, e via ela sem sutiã ou quase nua, e ela só conseguia tampar o necessário e falava: "Cara, não vê que eu tô me trocando?" Eu respondia: "Já vi, sim", e ficava olhando ela um pouco mais do que o normal, pedia desculpa e saía correndo, mas ela levava na maior esportiva. Ela dizia: "Você já me viu mais pelada do que vários dos meus ex." A gente ria, e eu falava: "Ué, não tem problema, você não tem nada que outras mulheres não tenham. dizia "bem que você queria, seu safadinho! Tenho a mesma coisa, mas melhor arrumada!" Falei "isso aí, mãozinha, você é bem gostosa, pra falar a verdade, e olha que já tem um filho, kkkk". Assim eram nossas brincadeiras e flertes leves, mas picantes. Adorava quando eu dizia "ei, maninha, você não acha que quando as mulheres usam meia-calça ficam mais sexy?" Ela parecia captar a indireta e no dia seguinte já procurava alguma roupa que incluísse meia-calça. Claro, eu também cheirava elas depois que ela usava, enquanto me masturbava e sentia o cheiro da parte onde iam os pezinhos lindos dela. Pra mim, ela era uma deusa!
Quando a mamãe foi embora, fiz algo que planejava há muito tempo: comprei roupas íntimas super sexy e uns calções daqueles que já comentei que me excitam muito, daqueles brilhantes, mas confortáveis pras mulheres. Comprei 3 conjuntos: os dois calções brilhantes, um dourado quase igual ao que ela já tinha e um branco. Os conjuntos eram: um preto transparente que deixaria os peitinhos lindos dela à mostra, um vermelho com renda e um cor de pele bem pequenininho. E algo que não via muito nas roupas íntimas dela, já que conhecia tudo de cima a baixo: 2 boxer cacheteiro, um de renda bege e um de tecido tipo legging azul claro. Levei um bom tempo juntando esse dinheiro, porque esse tipo de roupa é caro, e eu, sendo um moleque, só juntava o que sobrava do que a mamãe me dava na época e do que ganhava ajudando um senhor numa loja nos fins de semana. Comprar também não foi fácil, já que a loja era atendida só por mulheres e tive que aguentar a vergonha de perguntar por tudo. A moça foi educada, mas meio safadinha, o que me ajudou muito. "É pra namorada, hein?", disse ela piscando o olho. Eu falei "é, espero que ela goste". Ela respondeu "vai ver que sim, é raro, mas pra ser roupa íntima de mulher, você tem bom gosto". Paguei e saí correndo. Ah, e também levei um par de meia-calça brilhante...
Cheguei bem na hora em que minha irmã estava chegando, vestida com uma calça social. cinza escuro bem justinho, uma camisa de gaze branca com uma regata branca e sutiã preto que dava pra ver um pouco por baixo da roupa. ela parecia meio cansada e suada porque tava um calorão. ela me perguntou de onde eu vinha e eu falei que fui comprar umas coisas. ela disse: "vou tomar um banho, te aviso pra você não entrar como de costume e me ver pelada, mas acho que já tô me acostumando kkkk". eu falei: "toma banho sem preocupação, a gente vê o que come depois". ela foi pro quarto, tirou a roupa e saiu de toalha pro banheiro. eu sabia que naquele dia ela tava usando uma calcinha fio dental preta de renda que me deixava louco, porque vi ela se vestindo de manhã. depois que ela entrou no banheiro, eu sabia que tinha uns 20 minutos pra ir no quarto e cheirar a calcinha dela, recém tirada e suada. como não tinha ninguém em casa, eu podia agir à vontade. entrei no quarto tentando não fazer barulho e, no pé da cama, como de costume, tava toda a roupa dela numa pilha. peguei com ansiedade e luxúria sem limites o tesouro que eu tanto amava. estiquei e confirmei: era a calcinha fio dental preta mesmo. não sei como foi o dia dela, mas sei que ela tava com tesão. eu tinha aprendido a decifrar os cheiros de acordo com o dia a dia dela. a calcinha tava úmida, bem molhadinha, eu diria, e não sei se era impressão minha, mas até quentinha eu senti. aspirei fundo e forte pra gravar na minha mente aqueles cheiros deliciosos que me enlouqueciam. lambi com desespero a umidade da buceta que eu tanto queria provar. cheirei a parte onde com certeza a calcinha se enfiava entre as nádegas dela e onde podia estar o cu dela. tudo cheirava maravilhoso. ela era muito vaidosa e se perfumava quase toda. era uma mistura de cheiro de xixi, cu, suor, fluidos e o perfume dela que me deixava escravizado por aquela mulher linda que era minha irmã. agradeci à vida por ela ter largado aquele imbecil do ex, que só fez um filho nela e pouco tempo depois foi embora com outra. ele era o ser mais estúpido que eu já conheci, porque minha irmã era safada, mas não era uma vadia. nunca curtiu essa parada de infidelidade. mas Por ser uma gostosa, ela era intensa com os parceiros dela. Não sei o que faltou pra aquele idiota, mas agradeci. Continuei lambendo e cheirando enquanto apertava minha pica até gozar um monte na calcinha dela. Espalhei todo o meu esperma como se estivesse passando direto na buceta gostosa dela e coloquei de volta dentro da calça. Amassei tudo e joguei no cesto sem olhar. Faltavam uns 5 minutos pra ela sair do banho, me vesti o melhor que pude e saí do quarto. Tava na sala vendo TV quando vi ela passando em direção ao quarto. "Vou rápido, me troco e aí a gente vê o que vamos comer, boneco." Balancei a cabeça concordando. Só dava pra ver a beirada da toalha envolvendo aqueles peitos lindos e a bunda empinada se mexendo pela toalha a caminho do quarto. Ela entra e pergunta em voz alta: "Boneco, você colocou minha roupa no cesto? No bolso da calça tem o dinheiro da comida, vou pegar agora"... Espero que ela não veja a calcinha cheia de porra fresca... Continua se vocês gostaram...
5 comentários - Adoro cheirar calcinhas usadas, principalmente da minha irm?