Cornos Consentidos V

Ao sair do apartamento, me bateu uma sensação estranha, achei que era um jogo que eu mesmo incentivei. Mas, por uns momentos, parecia perigoso pra caralho.
Ao vê-la se vestir com aquele vestido que comprou na praia, estilo indiano, cruzado, sem sutiã, que batia na metade das coxas, com aquelas pernas bronzeadas e umas sandálias baixas, ela me pareceu a mulher mais linda e gostosa do mundo.
Mas ela tava indo encontrar um ex, com todo o meu consentimento.


Não deu outra: tive que me masturbar assim que ela saiu pela porta. Quase gozei gemendo.


Depois tentei ver uma série, não conseguia me concentrar. Olhava o celular a cada 2 minutos. Ia pra sacada fumar e ficava olhando a rua pra ver se ela vinha. Voltava pra dentro. Tava inquieto e nervoso. Tomei um banho pra ver se clareava a cabeça.
Saí pra caminhar, voltei pro apartamento. Nada.


Já tinham se passado 2 horas e eu não tinha notícias.
Até que chega uma mensagem dela: - amor, o rodrigo me convidou pra jantar, mas quis perguntar pra você primeiro antes de responder.
- Claro, respondi, mas por que vocês não vêm aqui no apê?
— Por que você está aqui? — disse ela sem hesitar.
- Você quer que eu deixe vocês sozinhos aqui? Eu prefiro que venham e a gente vê o que rola. Posso comprar algo pra comer, bebidas a gente tem. A gente bate um papo e vê qual é a boa.


Demorou pra responder, achei que a proposta era muito invasiva.


- Oka, vamos pra lá, mas de boa. O Rodrigo curtiu a ideia de te conhecer.
Estamos a duas quadras, já vamos.


Arrumei o apartamento rapidão, acendi umas luzes baixas, peguei 3 taças e a campainha tocou avisando que ela chegou.
Quando entrei, a situação foi muito estranha.
Ela entrou primeiro e ele atrás, bem respeitosamente.
Me aproximei pra cumprimentá-lo educadamente, dei um beijo na Raquel e comecei a puxar conversa pra descontrair. Enquanto isso, ofereci vinho, mas ele disse que preferia cerveja.
A conversa girou em torno de como a cidade era linda, as construções, o turismo, etc. Ele me pareceu um cara agradável, educado e de bom nível cultural. Ofereci pra comprar algo pra comer, mesmo eu estando com um nó no estômago que não passava nem água.
seguimos conversando sobre banalidades, ela me contou da família dela, do filho, etc. Aos poucos, fui ficando calado de propósito, não sabia como continuar aquela história.
Pensei em agarrar a Raquel e dar um beijo quente nela, começar a pegar ela ali mesmo e tirar a roupa dela na frente dele. Mas ela foi mais rápida. Chegou perto de mim e me deu um beijo muito quente, eu tava com a pica explodindo. De repente, ela levantou e foi pro banheiro. Ficamos eu e o Rodrigo sozinhos na sala, nos olhando.
- É uma bomba! falei
- Sim. Ele respondeu timidamente.


O silêncio daquele momento foi eterno.
Quando Raquel sai do banheiro, ela me diz:
- por que você não vai buscar alguma coisa pra comer?
- Claro, respondi. O que vocês querem comer? Pizza?
- sim, responderam ambos.


Levantei da poltrona e falei:
- volto já, vou na pizzaria da esquina.
Quando saio, recebo uma mensagem dela.
- demora um pouco seguido de um emoji de diabinho
- oka. me avisa quando eu puder voltar a entrar.


Fui na pizzaria, mas em vez de pedir a comida, sentei e tomei uma cerveja. Tava passando um jogo na TV, tentei assistir, mas não conseguia me concentrar. Ficava olhando pro celular e nada. Já tinha passado mais de meia hora, aí pedi a pizza, que demorou quase mais meia hora.
Ao sair com a caixa na mão, não tinha muita opção, e não tinha notícias da Raquel.
Cheguei na porta do prédio e olhei pra sacada. Tava tudo escuro lá dentro. Aí entrei. Com medo de ser invasivo, mas já não sabia mais o que fazer lá fora.
Abri a porta bem devagar, quase sem fazer barulho. Quando entrei, a cena me bateu tão forte que, toda vez que lembro, fico excitado igual naquele momento.


Raquel estava deitada na cama, as pernas meio abertas, só de fio dental e mais nada. Rodrigo ajoelhado na cama do lado dela, massageando os peitos dela e usando a buceta enquanto ela chupava a pica dele.
Ele se surpreendeu ao me ver.
Fiz sinal pra ele, tranquilizando ele.
— Não te falei pra vir, ela reclamou.
- É que eu já não sabia mais o que fazer, e não queria perder o espetáculo, respondi.


Me servi outra taça de vinho e sentei no sofá na frente deles. Mas não aguentei muito. Me aproximei e comecei a chupar a pussy dela com tanta tesão que tive que me controlar pra não gozar. Ela gemia, mas com a cock na boca, era um gemido abafado. Ela gozou duas vezes, acho.


até que ela se levantou e pediu pra ele colocar uma camisinha, deitou ele de barriga pra cima e subiu em cima feito uma pantera em cima da presa.
Ele metia nela com tanta veemência que, por um momento, pensei que ia quebrar a rola dela. O espetáculo era maravilhoso. Ela gozou tanto que pensei que o que saía da buceta dela era porra dele, mas não podia ser porque ele tava de camisinha.
Ela terminou exausta. E se jogou na cama pra se recuperar, fui direto chupar a buceta dela de novo, mas ela me parou.
- espera, ela me implorou. Não aguentava mais.
Acariciei devagar, o corpo inteiro, bem suavemente. Quando cheguei na buceta, vi que ela estava escorrendo sucos.
Enquanto isso, Rodrigo continuava de pau duro. Percebi porque ele se levantou pra pegar a cerveja e o plástico saiu.
Optei por dar um tempo na situação e me servi de algo gelado. Ofereci pra Raquel, mas ela não respondia. Tinha ficado em outra galáxia.
Eu continuei vestido, saí pra fumar na sacada.
Ao entrar de novo, comecei a acariciar a Raquel, que continuava na mesma posição. O Rodrigo ficava de olho, como se esperasse o momento certo pra entrar junto.


Ela tava meio dormindo, e quando comecei a acariciar ela, se recuperou e os bicos do peito dela ficaram duros de novo. Continuei massageando as coxas dela, as pernas. Virei ela e fiz massagem nas costas. Quando cheguei na bunda dela, abri as nádegas e meti a língua na pussy dela. Ela ficou de quatro e eu enfiei a boca toda. Poucas vezes senti ela tão molhada.
- mete a pica em mim, exigiu
Tirei minha roupa em 1 segundo e comecei a penetrar ela com força no começo, e depois devagar. Passava a pica na buceta dela por fora, e depois enfiava até o fundo. Os gemidos foram aumentando.
Viro a cabeça e vejo o Rodrigo com a pica na mão. Durasso.
Faço sinal pra ela se juntar.
Ele se colocou na frente dela e começou a chupar a buceta dela com desespero.
ele demorou uns minutos pra gozar. encheu a boca dela de porra.


Ela gozou de novo. Muito. Eu sentia a minha pica molhando com os fluidos dela.


precisei chupar tudo que saía dela.
depois sinto ela em cima de mim, penetro ela de novo e dou um beijo nela.
ainda tinha restos de porra
a excitação era tanta, que comecei a gozar.
Digo, comecei, porque parecia que não terminava nunca de gozar.


Fiquei exausto depois de uma experiência dessas. Olhava pra ela, tão gostosa, tão sedutora, tão puta, que não queria que o sono me vencesse, mas lembro daquela imagem por uns minutos e só...












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6 comentários - Cornos Consentidos V

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me dejas loco por conocer a esa hembra hermosa en una cama
daniwww +2
excelente todas tus sensaciones sonidenticas que las que me pasan a mi,.