Espero que curtam o post, continuem apoiando, comentem e mandem suas ideias🔥 Infelizmente, e pra minha sorte, o que aconteceu no dia anterior foi mais do que um simples descuido, mas apesar de tudo ter sido muito errado, de quem é a culpa, afinal? Da mulher que se sente sozinha e não consegue controlar seus impulsos por causa da falta de atenção do marido? Ou do tal "homem" que, tendo uma mulher extremamente gostosa, prefere se deixar levar por uma rotina ridícula que só fode com a vida dele, talvez até com o casamento?... Depois de me levantar e me punir um pouco, e também xingar o Óscar por outro lado, tinha que me aprontar pra seguir minha vida normal. Tava ficando tarde, precisava me arrumar rápido enquanto lembrava do tesão que foi o dia anterior. No banho, senti vontade de me tocar com toda força e gozar gostoso, mas olhando o relógio, não dava mais tempo. Então saí correndo, entrei no carro e dirigi rápido pra escola. Mas, como num golpe do destino, ao sair do portão e olhar pra direita, vejo o Samuel com uma cara de preocupação. Sinceramente, não liguei, tava morrendo de vergonha. Me senti envergonhada pelo que aconteceu, mas a única coisa que podia resolver isso era conversar com ele. Então fui me aproximando devagar e falei: Karen — Samuel? Tudo bem? Samuel — Ah, oi, dona Karen, tô bem sim, só tô meio atrasado pra escola, o despertador não tocou e eu dormi demais. Na verdade, já ia indo. EI, TÁXI! Karen — Calma, não precisa fugir. Preciso falar com você. Se quiser, te levo pra escola, mas é importante a gente conversar sobre o que aconteceu. Samuel — Tá bem, eu também preciso falar. Desculpa mesmo por ter passado dos limites e abusado da sua confiança. Não foi certo, me desculpa. Karen — Aceito de coração o que você disse, mas também queria pedir desculpa pelo jeito que te tratei. Também não foi certo. Eu entrei na sua brincadeira, então, assim como você, eu também... Tenho culpa, me deixei levar pelo momento, mas não foi certo.
Karen – Então, que tal a gente voltar como estava? Sem idiotices, bons vizinhos e amigos, o que acha?
*Pensamento da Karen* Sinto que essas palavras vão pro caralho bem rápido.
Samuel – Pra mim tá ótimo, que tal fecharmos o trato com um abraço?
Karen – Tudo bem, mas sem idiotices, Samuel, tô falando sério.
Samuel – Prometido.
A gente se abraçou, eu me afastei um pouco porque o que rolou foi um assunto delicado, mas não conseguia evitar sentir umas cócegas na buceta e no estômago. Mas já era hora de ir embora.
Karen - bom, já tá na hora, a gente tem que ir, tá ficando tarde
Samuel - é, vamos
Depois de levar o Samuel rapidinho pra escola e trocar umas poucas palavras, fui pra sala dos professores, mas pra minha surpresa tava vazia. Então não perdi tempo, peguei minhas coisas e fui pra minha sala. Mas saindo de um problema, já entrei em outro: trombei com o outro xodó da escola, o Alejandro. Ele tava conversando com uma mina que não era a namorada dele. Pra ser sincera, se fosse comigo, já tinha terminado faz tempo. Mas como eu queria a atenção do Alejandro só pra mim, resolvi bolar um plano pra ver como ele reagia. Enquanto pensava no que fazer pra atenção dele virar toda pra mim, veio na minha cabeça a imagem do pau venudo e majestoso dele. Fiquei toda tesuda só de lembrar, revivendo o momento em que vi o pau dele enquanto ele tava pegando a namorada no computador.
Colocando meu plano em ação, falo pra turma prestar atenção *Gritando* Karen— turma, por favor sentem-se, já vamos começar e você, Alejandro Falo isso enquanto me aproximo pra dizer com uma voz autoritária e sensual Karen— espero que você não tire os olhos de mim, a aula de hoje é muito importante Ele meio confuso e tímido, me respondeu Alejandro— S- si- sim- se- senhora Desde que comecei a trabalhar como professora, sempre tento separar minha casa da minha profissão, mas naquele dia eu estava tão estressada sexualmente, por mais que me masturbasse, precisava de um pau dentro de mim, mas queria só fazer uma brincadeirinha com meu filho, algo "inofensivo", então, já com toda a atenção dele, decido fazer um truquezinho
Movo minha bunda de um lado pro outro, sabia que na mente dele ele já tava tirando minha legging pra depois me meter com tanta força que a escola inteira ia ficar sabendo, mas lembrei que não era o único garoto que eu tinha na sala, me toquei, recuperei a compostura, me comportei e segui a aula normal. Quando a aula terminou, antes de sair da sala, o Alejandro se aproximou da minha mesa com uma atitude confiante e safada.
Alejandro - oi mãe, aula muito boa, finalmente consegui me concentrar 100%, graças a você, te amo.
Eu, meio nervosa, sabia que ele tava falando isso por causa do jeito que eu tinha mexido a raba igual uma puta necessitada. Sim, eu sou, mas por que caralhos eu faço isso com meu filho?
Karen - obrigada, filho, continua assim que vou te dar um prêmio.
Alejandro - sei que o que tô pensando não pode, mas vou tentar melhorar.
Alejandro - aliás, vim te pedir um favor.
Karen - claro, fala.
Alejandro - já que não tenho carona, você se importaria de esperar enquanto eu treino e a gente vai pra casa junto? Por favor!
Karen - quanto tempo dura?
Alejandro - uma hora e meia.
Karen - tá bom, enquanto isso vou adiantar umas coisinhas da minha aula, mas não demora, tenho que me encontrar com minhas amigas mais tarde. A gente se vê, vai pra aula ou vai chegar atrasado.
Alejandro - obrigado, mãe, até mais.
Depois dessa conversinha, só consegui ficar remoendo a imagem de como fui uma puta horas atrás. O dia escolar acabou e fui fazer minhas coisas enquanto o Alejandro treinava. Tava chegando a hora dele terminar, então arrumei tudo e fui pra quadra ver se já tinham acabado. Mas pra minha surpresa, cheguei tranquila e com toda certeza vou embora muito excitada. Cheguei e, assim que entrei nas arquibancadas, não consegui evitar o garanhão que meus olhos admiravam.
Era o Alejandro treinando sem camisa, os músculos dele faziam minhas hormonas começarem a tramar de novo, não conseguia tirar os olhos nem um segundo do corpo dele, a pele, o cabelo, tudo começava a me dar uma umidade na minha buceta. Tava tão desconectada do mundo que minha mente começou a me distrair do jeito mais gostoso possível, me mostrando um cenário muito excitante onde eu tô de joelhos, chupando o pau do meu filho, aquele tamanhão sendo trabalhado pela minha garganta apertada.
Mas como se já não bastasse o sofrimento de fantasiar com meu filho chupando aquele pau grande e cheio de veias, sem poder me tocar como se minha vida dependesse disso. Minha mente começou a criar um cenário onde eu descia das arquibancadas, tirava a roupa no caminho do campo enquanto me aproximava do Alejandro, provocando uma excitação nele a ponto de largar o treino de lado e me levar pra um canto afastado só pra me foder tão forte que meus gemidos iam soar mais alto que qualquer estádio.
Mas como eram só fantasias e eu não podia parar o tempo só pra me encher de ilusões falsas, a voz do Alejandro na minha cabeça soa:
Alejandro - Mãe, cê tá bem?
Essas palavras me tiraram do sonho fantástico em que eu estava.
Karen - Hã? O quê?
Alejandro - O treino já acabou, mãe, tava te perguntando se a gente já pode ir.
Karen - Hã? Ah, sim, cla...
Deixei minha frase pela metada, porque enquanto me levantava da arquibancada, meus olhos desviaram um pouco de propósito pra olhar pro Alejandro.
Mas como se o mundo estivesse do lado dele e contra o meu, o sol bate nas costas dele de um jeito que eu consigo visualizar o pau dele todo estampado. Não sei por que caralho ele não tava de cueca.
Karen - querido? Posso te fazer uma pergunta? Falei enquanto caminhávamos até o carro.
Alejandro - ah, claro.
Karen - por que você não está de cueca?
Alejandro - ah, você percebeu?
Karen - percebi por pura coincidência, não é que fico te encarando o tempo todo, sabe como é, ali...
Alejandro - calma, mãe, você faz isso toda hora. Além disso, foi porque esqueci de levar umas de reserva e suei muito as que tinha, então tirei tudo e fiquei só de bermuda.
O que ele disse me caiu como um balde de água fria, mas bem fria. As palavras dele me surpreenderam. Ele estava me chamando de pervertida suja em poucas palavras, mas eu não conseguia parar de imaginar aquele pau, isso é minha fraqueza.
Depois de deixar o assunto de lado, fomos para o carro pra ir pra casa e depois me encontrar com minhas amigas.
Mas o caminho parecia cada vez mais longo. Minha mente também não ajudava. A simples imagem dele me obrigando a parar no meio do caminho, abaixar minha calça, tirar aquele mostro e enfiar em mim com tanta gostosura que me fizesse esquecer de tudo.
Mas deixando um pouco de lado a mãe pervertida que ia com o filho enquanto fantasiava com ele enquanto dirigia, bem pouco cidadã e pessoa de bem, né. Mas depois de uma parada rápida em casa e deixar o Alejandro pra depois ir encontrar minhas amigas, a culpa cai de novo em cima de mim. Sempre que penso ou faço alguma coisa, a culpa me atinge com tanta força que pensei que indo com minhas amigas tomar uns drinks, tudo passaria. Mas elas, depois que eu cheguei, pedi algo e batemos um papo sobre algumas coisas, chegam no prato principal. Estefani: - Meninas, tão tudo prontas pra essa noite? Todas: - Sim, uhu! Paula: - Vamos, gurias, vamos esquentar os motores, tomem um pouco.
Nós estamos planejando essa saída há um tempão, queríamos que a noite fosse especial, mas não conseguíamos achar o momento certo. Então hoje era a oportunidade, mas como tudo pode dar certo, sempre tem uma pedrinha no caminho pra ferrar os momentos.
Fernanda – Tá tudo pronto, exceto por um problema que a gente tem.
Karen – Qual?
Paula – Queremos nos divertir, mas sem nos sentir desprotegidas, não estaríamos realmente curtindo a noite, mas nenhuma de nós quer levar o marido.
Estefani – Então a gente pensou numa ideia, e é mais uma solução.
Karen – Vocês tão me assustando, fala logo.
Paula – Bem, nenhuma quer levar o marido, mas também não queremos ficar indefesas no meio da noite. Então decidimos e queremos que você aprove: levar o Alejandro como companhia.
Karen – QUE?! Ele tem 17 anos, não pode entrar numa balada, nem louca.
Fernanda – Vai, querida, nós duas sabemos que seu filho parece ter uns 10 anos a mais.
*Pensamento da Karen*
Sabe que é verdade, já comprovei enquanto ele se masturba.
Karen – Não sei, talvez não seja certo.
Estefani – Vai, amiga, não deixa a noite morrer. Se a gente tivesse filhos, faria a mesma coisa, por favor.
Karen – Não tô segura.
Paula – Vai, Karen, vamos curtir, não vai dar problema.
Karen – Ah, tá bom, tudo bem, mas nas minhas condições, depois eu falo.
Fernanda – Então tá resolvido. Vão se arrumar, fiquem gostosas, queridas. Nos vemos em três horas.
Todas – Vamos nos divertir, gurias!!!
Eu me despedi e arranquei. Então, depois que fui embora, peguei a calça jeans que sempre realça minha bunda fabulosa, mas não sei se minha bunda cresceu ou se engordei, porque já não servia mais.
Então, usando um pouco da minha criatividade, resolvi dar um toque mais ousado e do meu jeito.
Cortei de um jeito que provoca até quem tem disfunção erétil, mas dá um pouco mais de pimenta.
Já que eu tinha que mostrar pro meu filho como eu tava decidida, subi um pouco mais o short, parecia uma colegial gostosa. Aí depois de me arrumar e ficar sexy e bonitona, decidi descer pra ver a reação do meu filho.
Karen - E aí? Tô bonita? Quando vi a cara do Alejandro, percebi como ele tava fascinado, parecia um cachorro de tanto que babava. Karen - Ei, terra chamando Alejandro, tô feia? Alejandro - Porra, Karen - Ei, Alejandro - Desculpa, mas cê tá gostosa pra caralho, teu corpo encaixa perfeitamente nessa bunda gostosa, caralho.
Pra continuar provocando ele, me virei de costas e fui subindo meu shortinho aos poucos, tava muito excitada e o olhar do meu filho me enchia ainda mais de tesão. Karen – então o que cê tá esperando? Vamos, o tempo voa.
Com minha atitude autoritária, aproveitei o choque dela e decidi dar um último show, já que comecei a rebolando minha bunda pra ela não tirar os olhos de mim.
Karen - ALEJANDRO!!!
Alejandro - Desculpa, já vou.
Enquanto vamos recolhendo cada uma aos poucos, falo com Alejandro quando chegamos.
Karen - Querido, te espero enquanto estaciona.
Alejandro - Não precisa, mãe, vai e se diverte. Eu vim só por segurança, num segundo tô lá dentro.
Depois que Alejandro me disse isso, me senti bem. Então, como ele falou que ia curtir essa festa, além de liberar um pouco de energia sexual acumulada, vou tentar esquecer tudo o que aconteceu.
Depois que o Alejandro nos deixou na porta, resolvemos entrar.
Me encaixei perfeitamente na vibe da festa, meu corpo tava muito gostoso do jeito que eu tava vestida, mas mesmo assim, por cultura e respeito, abaixei um pouco o short porque não queria que qualquer babaca achasse que tinha chance comigo.
Começamos a perder o controle muito rápido, bebendo sem parar. Mas enquanto a diversão rolava, ainda assim não esquecia do Alejandro. Comecei a olhar pros lados, mais longe, pra trás, pra frente, até que num momento vejo ele num canto, sozinho, só nos vigiando, enquanto todas as bucetudas gostosas, incluindo eu, nos perguntávamos se ele estaria disponível pra dançar.
Ela me lançava um olhar safado enquanto ele devolvia na mesma moeda, aquela provocação me enchia de tesão, o que deixava tudo seco, então eu tinha que descer ele de novo tomando alguma coisa.
Já um pouco mais refrescada e excitada, vou pra pista de dança de novo, ignorando pelo caminho um ou outro imbecil que acha que tem chance comigo. Mas o mais foda foi que colocaram um som antigo de perreio pesado, que me lembrou minha infância. Então, sem vergonha nenhuma, comecei a curtir minha música, rebolando minha bunda enorme de um jeito selvagem que dava pra sentir o olhar de todo mundo.
Mas só me importava um olhar, aquele que tava num canto de olho em mim, também não queria que meu filho não se divertisse, além disso os drinks já tavam começando a fazer efeito, então, meio putinha, começo a rebolar a bunda enquanto olho pra ele pra ver se ele saca a ideia de chegar mais perto.
Ele me pegou exatamente como eu imaginava, colou na minha bunda e comecei a me mexer tão sensual e forte que eu adorava o jeito que ele esfregava o pau na minha bunda.
A calor tava aumentando, o que começou como uma dança sensual, subiu pra uns roces bem sexuais, dava pra sentir o tamanho do pau dele por completo, era tão duro, tão grosso, que eu já tava começando a me molhar de novo. Além do movimento pélvico que ele fazia, era tão sexy que não é à toa que muitas mulheres queriam puxar ele, mas naquele momento era eu quem tava curtindo o corpo gostoso dele, mesmo com roupa, mas isso não limitou minha mente.
Quanto mais eu roçava no pau dele, já começava a imaginar a gente dois sozinhos, num quarto, rebolando gostoso, sem roupa, esfregando a virilidade dele cada vez com mais força. Da cabeça até os ovos, eu queria sentir tudo. Comecei a me mexer mais rápido e com mais vontade.
Tava ficando louca, queria levar ele pra outro canto só pra enfiar aquela pica suculenta em mim, ninguém falava nada, nossos corpos faziam todo o barulho, o suor se misturava com meus fluidos da buceta, tava tão excitada, sentir o pau dele com tanta força entre minhas nádegas me enchia de tesão, tava começando a aumentar o nível, ele me segurava pela cintura, puxava meu cabelo.
O hálito dela começou a me agitar forte no meu ouvido, ela tava brincando comigo de um jeito que nunca tinham feito antes, era como se eu fosse o boneco dela, sabia como me tocar, o que fazer pra ir aumentando o tesão cada vez mais, não me xingava nem nada, só gemia bem másculo no meu ouvido, enquanto passava os lábios devagar no meu pescoço, o arrepio crescia cada vez mais.
Mas como se fosse uma maldição ou um alívio, a música acabou. Eu queria continuar dançando daquele jeito sujo e íntimo, mas tinha que lembrar que não vim sozinha, e ainda estávamos em público. A diferença de idade era notável. Eu estava prestes a ir embora quando ele me puxou contra o corpo dele e me virou, ficando boca com boca, a poucos centímetros de se tocar. Eu morria de vontade que ele fizesse isso.
A mão dele se desviava com um apertãozinho na minha bunda, ele sabia o que fazer comigo, me enchia de desejo que ele rasgasse minha roupa e me devorasse inteirinha.
Não tinha a menor chance de ganhar esse jogo, queria dar um beijo sujo e selvagem nele, que o próximo passo seria ir pra foder, mas pra nossa surpresa o tempo passou rápido demais, já tínhamos que ir embora, minhas amigas estavam bêbadas demais, tínhamos que sair dessa putaria de tesão.
Karen - querido, temos que ir, gostei da sua DANÇA enorme, mas temos que ir, as meninas já estão mal, vamos.
Tirei a mão dele da minha bunda, ele ainda não soltava, nem ligava pra quem via, do mesmo jeito sem dizer uma palavra, concordei com a cabeça, ele soltou minha nádega e se afastou rapidamente no meio da multidão, enquanto eu pegava as bolsas e tentava ajudar minhas amigas a pelo menos ficar de pé, quando estou juntando minhas coisas chega o Alejandro e fala com uma voz que me dava palpitações e não só no coração.
Alejandro - o carro já tá lá fora, vai e eu levo elas.
Ele tava falando com autoridade, me senti dominada, só concordei com a cabeça e fui pro carro enquanto ele ia atrás com cada uma das minhas amigas, só conseguia lembrar da excitação que tava sentindo.
Quando ele colocou a última das minhas amigas no carro, arrancamos, enquanto no caminho pensava que íamos trocar palavras ou até olhares culpados, mas não fez isso, tava totalmente sério, fiquei me perguntando se fiz algo errado.
Esse filho da puta não sei o que fez comigo, mas me transformou numa puta submissa, não conseguia falar, me sentia triste, achava que tinha estragado meu relacionamento com meu filho, mas não queria dizer nada, então calei até deixar a última das minhas amigas e chegar em casa.
Ele guarda o carro enquanto eu abro a porta de casa, ao entrar, assim que vou pronunciar uma palavra ele chega e fala com uma voz tão poderosa.
Alejandro - aqui não tem gente, não tem música, não tem amigas, por que não continuamos de onde paramos?
Enquanto aos poucos vai se aproximando de mim, ao ouvir essas pequenas frases meu corpo reagiu por impulso e me joguei pra beijar ele, não aguentava mais. aguentar mais, tava muito excitada, mas como a noite toda ele tomou o controle, me arrastou até uma parede e foi me beijando aos poucos, cada vez mais intenso, enquanto tirava a camisa. Não tava esperando por isso, já que não me sentia preparada psicologicamente pra transar com meu filho, embora não fosse só sexo, ele com certeza ia me fazer um love bem gostoso.
Mas ao sentir minha tensão, ele olhou nos meus olhos e, com a voz mais sexy, falou bem baixinho: "Alejandro — fica tranquila, relaxa um pouco". Enquanto isso, ia descendo uma alça do meu sutiã. Parecia uma maldita virgem, tava muito nervosa, tava nas garras dele mesmo sendo a mãe dele, não conseguia nem falar nada, tava completamente pirada numa fantasia nada realista, mas não queria sair dali.
Descia e subia o ritmo do jeito dela, me beijava forte pra depois me dar um toque sutil nos lábios, esses toques me insinuavam a ir por mais, por isso me tinha na rede dela, sabia como jogar o jogo e eu caí igual uma filha da puta colegial, ele continuava brincando com minha bunda.
Mas ao sentir um enorme calombo entre minha barriga, vi minha chance e tomei o controle, pegando no pau dele. A agitação e a batida do coração estavam nas alturas, só de imaginar, mas estava fantástico, finalmente ter aquele pedaço de ferro na minha mão. Era duro pra caralho, igual uma porra de uma pedra.
Mas infelizmente o destino sempre tenta me ver sofrer, não consegui segurar aquele pedaço de carne nas minhas mãos por mais de 5 segundos, porque no fundo do corredor ouvimos:
Oscar - Karen, amor, já chegou?
Oscar - Alejandro, sua mãe está com você? Você pelo menos está aí?
Não dava pra nos esconder, se não respondêssemos, era muito fácil deduzir que ele viria ver se chegamos ou não. Então, já assumindo a postura de mulher mais velha, de mulher chefe de família, de mãe! Falei pro Alejandro:
Karen - Amor, temos que parar, está muito gostoso o que estamos fazendo, mas você precisa entender que isso é errado. Sou sua mãe, então isso fica entre nós e nunca mais vai se repetir.
*Pensamento da Karen*
Hahaha, a gente vê.
Então, sem deixar ele responder, fui pro quarto e, pra minha surpresa, Oscar estava completamente pelado. Oscar não tinha a ferramenta do Alejandro, mas o pau dele já me servia desde os 17, então talvez com um pouco de sorte eu conseguisse fazer aquele aparelho funcionar essa noite. Comecei a esquentar os motores:
Karen - Love, se você soubesse, tô morrendo de vontade de ter seu pauzão grandão dentro de mim. Topa?
Alejandro - Querida, amor, você leu minha mente, tava afim de te fazer mulher hoje, então se ajoelha, sua putinha, que vou te penetrar.
De certo modo, ele tava se esforçando, já tava excitado, então por que não aproveitar?
Karen - Hoje vou ser sua putinha.
Passaram 10 minutos e eu não sentia nem cócegas. A elevação de êxtase que o Alejandro me deu com uns toques simples, o pau medíocre do meu marido não ia apagar. Já fazia um tempinho que eu tava de quatro, deixando ele meter e tirar o pau. Só podia fingir pra ele não se sentir mal, afinal é meu marido, eu amo ele apesar de tudo, mesmo que ele não me satisfaça.
Num movimento brusco de puxar meu cabelo enquanto me penetravam tão suave que não dava nenhum prazer, fiquei olhando pra porta que tava entreaberta, notei uma silhueta não paranormal, mas sim muito familiar, então aproveitei que tô nessa posição pra ver quem é.
Para minha surpresa, era o Alejandro. Eu tava vendo o pai dele me fazendo o pior sexo que já vi na minha vida. Me senti envergonhada porque, do jeito que eu tava com tesão, era pra eu estar sendo fodida com tanta força que me fizesse gozar nos primeiros 5 minutos. Minha única solução pra aumentar minha participação e chegar ao "clímax" era pensar que quem tava me penetrando era o Alejandro. Então, tive uma ideia. Falei pro Óscar:
Karen - Amor, deixa eu trabalhar agora. Fica de barriga pra cima.
Ele concordou com a cabeça, porque desde o começo do nosso relacionamento ele sempre foi um preguiçoso. Então, aproveitei e aumentei o ritmo, fechei os olhos e comecei a me mexer pensando que o pau que eu tava cavalgando era do meu filho.
Oscar — ah, que se foda, querida, eu adoro. Mas que se foda o experimento, porque foi só terminar aquela porra de frase e o filho da puta gozou. Não gozou dentro, nem pra pelo menos eu aproveitar a porra da carga dele. Ele tirou o pau e, por sorte, só saíram umas gotinhas miseráveis.
Tava muito puta, mas também bêbada, então sem frescura nem reclamar, fui dormir. Amanhã a culpa vai me assombrar, mas mais uma noite provando que eu tô certa. Valeu por apoiar os posts, comentem suas ideias e deixem seus pontos. Vamos chegar nos 550 pontos pra subir a parte 5! 🔥🔥
Karen – Então, que tal a gente voltar como estava? Sem idiotices, bons vizinhos e amigos, o que acha?
*Pensamento da Karen* Sinto que essas palavras vão pro caralho bem rápido.
Samuel – Pra mim tá ótimo, que tal fecharmos o trato com um abraço?
Karen – Tudo bem, mas sem idiotices, Samuel, tô falando sério.
Samuel – Prometido.
A gente se abraçou, eu me afastei um pouco porque o que rolou foi um assunto delicado, mas não conseguia evitar sentir umas cócegas na buceta e no estômago. Mas já era hora de ir embora.
Karen - bom, já tá na hora, a gente tem que ir, tá ficando tarde Samuel - é, vamos
Depois de levar o Samuel rapidinho pra escola e trocar umas poucas palavras, fui pra sala dos professores, mas pra minha surpresa tava vazia. Então não perdi tempo, peguei minhas coisas e fui pra minha sala. Mas saindo de um problema, já entrei em outro: trombei com o outro xodó da escola, o Alejandro. Ele tava conversando com uma mina que não era a namorada dele. Pra ser sincera, se fosse comigo, já tinha terminado faz tempo. Mas como eu queria a atenção do Alejandro só pra mim, resolvi bolar um plano pra ver como ele reagia. Enquanto pensava no que fazer pra atenção dele virar toda pra mim, veio na minha cabeça a imagem do pau venudo e majestoso dele. Fiquei toda tesuda só de lembrar, revivendo o momento em que vi o pau dele enquanto ele tava pegando a namorada no computador.
Colocando meu plano em ação, falo pra turma prestar atenção *Gritando* Karen— turma, por favor sentem-se, já vamos começar e você, Alejandro Falo isso enquanto me aproximo pra dizer com uma voz autoritária e sensual Karen— espero que você não tire os olhos de mim, a aula de hoje é muito importante Ele meio confuso e tímido, me respondeu Alejandro— S- si- sim- se- senhora Desde que comecei a trabalhar como professora, sempre tento separar minha casa da minha profissão, mas naquele dia eu estava tão estressada sexualmente, por mais que me masturbasse, precisava de um pau dentro de mim, mas queria só fazer uma brincadeirinha com meu filho, algo "inofensivo", então, já com toda a atenção dele, decido fazer um truquezinho
Movo minha bunda de um lado pro outro, sabia que na mente dele ele já tava tirando minha legging pra depois me meter com tanta força que a escola inteira ia ficar sabendo, mas lembrei que não era o único garoto que eu tinha na sala, me toquei, recuperei a compostura, me comportei e segui a aula normal. Quando a aula terminou, antes de sair da sala, o Alejandro se aproximou da minha mesa com uma atitude confiante e safada. Alejandro - oi mãe, aula muito boa, finalmente consegui me concentrar 100%, graças a você, te amo.
Eu, meio nervosa, sabia que ele tava falando isso por causa do jeito que eu tinha mexido a raba igual uma puta necessitada. Sim, eu sou, mas por que caralhos eu faço isso com meu filho?
Karen - obrigada, filho, continua assim que vou te dar um prêmio.
Alejandro - sei que o que tô pensando não pode, mas vou tentar melhorar.
Alejandro - aliás, vim te pedir um favor.
Karen - claro, fala.
Alejandro - já que não tenho carona, você se importaria de esperar enquanto eu treino e a gente vai pra casa junto? Por favor!
Karen - quanto tempo dura?
Alejandro - uma hora e meia.
Karen - tá bom, enquanto isso vou adiantar umas coisinhas da minha aula, mas não demora, tenho que me encontrar com minhas amigas mais tarde. A gente se vê, vai pra aula ou vai chegar atrasado.
Alejandro - obrigado, mãe, até mais.
Depois dessa conversinha, só consegui ficar remoendo a imagem de como fui uma puta horas atrás. O dia escolar acabou e fui fazer minhas coisas enquanto o Alejandro treinava. Tava chegando a hora dele terminar, então arrumei tudo e fui pra quadra ver se já tinham acabado. Mas pra minha surpresa, cheguei tranquila e com toda certeza vou embora muito excitada. Cheguei e, assim que entrei nas arquibancadas, não consegui evitar o garanhão que meus olhos admiravam.
Era o Alejandro treinando sem camisa, os músculos dele faziam minhas hormonas começarem a tramar de novo, não conseguia tirar os olhos nem um segundo do corpo dele, a pele, o cabelo, tudo começava a me dar uma umidade na minha buceta. Tava tão desconectada do mundo que minha mente começou a me distrair do jeito mais gostoso possível, me mostrando um cenário muito excitante onde eu tô de joelhos, chupando o pau do meu filho, aquele tamanhão sendo trabalhado pela minha garganta apertada.
Mas como se já não bastasse o sofrimento de fantasiar com meu filho chupando aquele pau grande e cheio de veias, sem poder me tocar como se minha vida dependesse disso. Minha mente começou a criar um cenário onde eu descia das arquibancadas, tirava a roupa no caminho do campo enquanto me aproximava do Alejandro, provocando uma excitação nele a ponto de largar o treino de lado e me levar pra um canto afastado só pra me foder tão forte que meus gemidos iam soar mais alto que qualquer estádio.
Mas como eram só fantasias e eu não podia parar o tempo só pra me encher de ilusões falsas, a voz do Alejandro na minha cabeça soa: Alejandro - Mãe, cê tá bem?
Essas palavras me tiraram do sonho fantástico em que eu estava.
Karen - Hã? O quê?
Alejandro - O treino já acabou, mãe, tava te perguntando se a gente já pode ir.
Karen - Hã? Ah, sim, cla...
Deixei minha frase pela metada, porque enquanto me levantava da arquibancada, meus olhos desviaram um pouco de propósito pra olhar pro Alejandro.
Mas como se o mundo estivesse do lado dele e contra o meu, o sol bate nas costas dele de um jeito que eu consigo visualizar o pau dele todo estampado. Não sei por que caralho ele não tava de cueca.
Karen - querido? Posso te fazer uma pergunta? Falei enquanto caminhávamos até o carro. Alejandro - ah, claro.
Karen - por que você não está de cueca?
Alejandro - ah, você percebeu?
Karen - percebi por pura coincidência, não é que fico te encarando o tempo todo, sabe como é, ali...
Alejandro - calma, mãe, você faz isso toda hora. Além disso, foi porque esqueci de levar umas de reserva e suei muito as que tinha, então tirei tudo e fiquei só de bermuda.
O que ele disse me caiu como um balde de água fria, mas bem fria. As palavras dele me surpreenderam. Ele estava me chamando de pervertida suja em poucas palavras, mas eu não conseguia parar de imaginar aquele pau, isso é minha fraqueza.
Depois de deixar o assunto de lado, fomos para o carro pra ir pra casa e depois me encontrar com minhas amigas.
Mas o caminho parecia cada vez mais longo. Minha mente também não ajudava. A simples imagem dele me obrigando a parar no meio do caminho, abaixar minha calça, tirar aquele mostro e enfiar em mim com tanta gostosura que me fizesse esquecer de tudo.
Mas deixando um pouco de lado a mãe pervertida que ia com o filho enquanto fantasiava com ele enquanto dirigia, bem pouco cidadã e pessoa de bem, né. Mas depois de uma parada rápida em casa e deixar o Alejandro pra depois ir encontrar minhas amigas, a culpa cai de novo em cima de mim. Sempre que penso ou faço alguma coisa, a culpa me atinge com tanta força que pensei que indo com minhas amigas tomar uns drinks, tudo passaria. Mas elas, depois que eu cheguei, pedi algo e batemos um papo sobre algumas coisas, chegam no prato principal. Estefani: - Meninas, tão tudo prontas pra essa noite? Todas: - Sim, uhu! Paula: - Vamos, gurias, vamos esquentar os motores, tomem um pouco.
Nós estamos planejando essa saída há um tempão, queríamos que a noite fosse especial, mas não conseguíamos achar o momento certo. Então hoje era a oportunidade, mas como tudo pode dar certo, sempre tem uma pedrinha no caminho pra ferrar os momentos. Fernanda – Tá tudo pronto, exceto por um problema que a gente tem.
Karen – Qual?
Paula – Queremos nos divertir, mas sem nos sentir desprotegidas, não estaríamos realmente curtindo a noite, mas nenhuma de nós quer levar o marido.
Estefani – Então a gente pensou numa ideia, e é mais uma solução.
Karen – Vocês tão me assustando, fala logo.
Paula – Bem, nenhuma quer levar o marido, mas também não queremos ficar indefesas no meio da noite. Então decidimos e queremos que você aprove: levar o Alejandro como companhia.
Karen – QUE?! Ele tem 17 anos, não pode entrar numa balada, nem louca.
Fernanda – Vai, querida, nós duas sabemos que seu filho parece ter uns 10 anos a mais.
*Pensamento da Karen*
Sabe que é verdade, já comprovei enquanto ele se masturba.
Karen – Não sei, talvez não seja certo.
Estefani – Vai, amiga, não deixa a noite morrer. Se a gente tivesse filhos, faria a mesma coisa, por favor.
Karen – Não tô segura.
Paula – Vai, Karen, vamos curtir, não vai dar problema.
Karen – Ah, tá bom, tudo bem, mas nas minhas condições, depois eu falo.
Fernanda – Então tá resolvido. Vão se arrumar, fiquem gostosas, queridas. Nos vemos em três horas.
Todas – Vamos nos divertir, gurias!!!
Eu me despedi e arranquei. Então, depois que fui embora, peguei a calça jeans que sempre realça minha bunda fabulosa, mas não sei se minha bunda cresceu ou se engordei, porque já não servia mais.
Então, usando um pouco da minha criatividade, resolvi dar um toque mais ousado e do meu jeito.
Cortei de um jeito que provoca até quem tem disfunção erétil, mas dá um pouco mais de pimenta.
Já que eu tinha que mostrar pro meu filho como eu tava decidida, subi um pouco mais o short, parecia uma colegial gostosa. Aí depois de me arrumar e ficar sexy e bonitona, decidi descer pra ver a reação do meu filho.
Karen - E aí? Tô bonita? Quando vi a cara do Alejandro, percebi como ele tava fascinado, parecia um cachorro de tanto que babava. Karen - Ei, terra chamando Alejandro, tô feia? Alejandro - Porra, Karen - Ei, Alejandro - Desculpa, mas cê tá gostosa pra caralho, teu corpo encaixa perfeitamente nessa bunda gostosa, caralho.
Pra continuar provocando ele, me virei de costas e fui subindo meu shortinho aos poucos, tava muito excitada e o olhar do meu filho me enchia ainda mais de tesão. Karen – então o que cê tá esperando? Vamos, o tempo voa.
Com minha atitude autoritária, aproveitei o choque dela e decidi dar um último show, já que comecei a rebolando minha bunda pra ela não tirar os olhos de mim. Karen - ALEJANDRO!!!
Alejandro - Desculpa, já vou.
Enquanto vamos recolhendo cada uma aos poucos, falo com Alejandro quando chegamos.
Karen - Querido, te espero enquanto estaciona.
Alejandro - Não precisa, mãe, vai e se diverte. Eu vim só por segurança, num segundo tô lá dentro.
Depois que Alejandro me disse isso, me senti bem. Então, como ele falou que ia curtir essa festa, além de liberar um pouco de energia sexual acumulada, vou tentar esquecer tudo o que aconteceu.
Depois que o Alejandro nos deixou na porta, resolvemos entrar.
Me encaixei perfeitamente na vibe da festa, meu corpo tava muito gostoso do jeito que eu tava vestida, mas mesmo assim, por cultura e respeito, abaixei um pouco o short porque não queria que qualquer babaca achasse que tinha chance comigo.
Começamos a perder o controle muito rápido, bebendo sem parar. Mas enquanto a diversão rolava, ainda assim não esquecia do Alejandro. Comecei a olhar pros lados, mais longe, pra trás, pra frente, até que num momento vejo ele num canto, sozinho, só nos vigiando, enquanto todas as bucetudas gostosas, incluindo eu, nos perguntávamos se ele estaria disponível pra dançar.
Ela me lançava um olhar safado enquanto ele devolvia na mesma moeda, aquela provocação me enchia de tesão, o que deixava tudo seco, então eu tinha que descer ele de novo tomando alguma coisa.
Já um pouco mais refrescada e excitada, vou pra pista de dança de novo, ignorando pelo caminho um ou outro imbecil que acha que tem chance comigo. Mas o mais foda foi que colocaram um som antigo de perreio pesado, que me lembrou minha infância. Então, sem vergonha nenhuma, comecei a curtir minha música, rebolando minha bunda enorme de um jeito selvagem que dava pra sentir o olhar de todo mundo.
Mas só me importava um olhar, aquele que tava num canto de olho em mim, também não queria que meu filho não se divertisse, além disso os drinks já tavam começando a fazer efeito, então, meio putinha, começo a rebolar a bunda enquanto olho pra ele pra ver se ele saca a ideia de chegar mais perto.
Ele me pegou exatamente como eu imaginava, colou na minha bunda e comecei a me mexer tão sensual e forte que eu adorava o jeito que ele esfregava o pau na minha bunda.
A calor tava aumentando, o que começou como uma dança sensual, subiu pra uns roces bem sexuais, dava pra sentir o tamanho do pau dele por completo, era tão duro, tão grosso, que eu já tava começando a me molhar de novo. Além do movimento pélvico que ele fazia, era tão sexy que não é à toa que muitas mulheres queriam puxar ele, mas naquele momento era eu quem tava curtindo o corpo gostoso dele, mesmo com roupa, mas isso não limitou minha mente.
Quanto mais eu roçava no pau dele, já começava a imaginar a gente dois sozinhos, num quarto, rebolando gostoso, sem roupa, esfregando a virilidade dele cada vez com mais força. Da cabeça até os ovos, eu queria sentir tudo. Comecei a me mexer mais rápido e com mais vontade.
Tava ficando louca, queria levar ele pra outro canto só pra enfiar aquela pica suculenta em mim, ninguém falava nada, nossos corpos faziam todo o barulho, o suor se misturava com meus fluidos da buceta, tava tão excitada, sentir o pau dele com tanta força entre minhas nádegas me enchia de tesão, tava começando a aumentar o nível, ele me segurava pela cintura, puxava meu cabelo.
O hálito dela começou a me agitar forte no meu ouvido, ela tava brincando comigo de um jeito que nunca tinham feito antes, era como se eu fosse o boneco dela, sabia como me tocar, o que fazer pra ir aumentando o tesão cada vez mais, não me xingava nem nada, só gemia bem másculo no meu ouvido, enquanto passava os lábios devagar no meu pescoço, o arrepio crescia cada vez mais.
Mas como se fosse uma maldição ou um alívio, a música acabou. Eu queria continuar dançando daquele jeito sujo e íntimo, mas tinha que lembrar que não vim sozinha, e ainda estávamos em público. A diferença de idade era notável. Eu estava prestes a ir embora quando ele me puxou contra o corpo dele e me virou, ficando boca com boca, a poucos centímetros de se tocar. Eu morria de vontade que ele fizesse isso.
A mão dele se desviava com um apertãozinho na minha bunda, ele sabia o que fazer comigo, me enchia de desejo que ele rasgasse minha roupa e me devorasse inteirinha.
Não tinha a menor chance de ganhar esse jogo, queria dar um beijo sujo e selvagem nele, que o próximo passo seria ir pra foder, mas pra nossa surpresa o tempo passou rápido demais, já tínhamos que ir embora, minhas amigas estavam bêbadas demais, tínhamos que sair dessa putaria de tesão.Karen - querido, temos que ir, gostei da sua DANÇA enorme, mas temos que ir, as meninas já estão mal, vamos.
Tirei a mão dele da minha bunda, ele ainda não soltava, nem ligava pra quem via, do mesmo jeito sem dizer uma palavra, concordei com a cabeça, ele soltou minha nádega e se afastou rapidamente no meio da multidão, enquanto eu pegava as bolsas e tentava ajudar minhas amigas a pelo menos ficar de pé, quando estou juntando minhas coisas chega o Alejandro e fala com uma voz que me dava palpitações e não só no coração.
Alejandro - o carro já tá lá fora, vai e eu levo elas.
Ele tava falando com autoridade, me senti dominada, só concordei com a cabeça e fui pro carro enquanto ele ia atrás com cada uma das minhas amigas, só conseguia lembrar da excitação que tava sentindo.
Quando ele colocou a última das minhas amigas no carro, arrancamos, enquanto no caminho pensava que íamos trocar palavras ou até olhares culpados, mas não fez isso, tava totalmente sério, fiquei me perguntando se fiz algo errado.
Esse filho da puta não sei o que fez comigo, mas me transformou numa puta submissa, não conseguia falar, me sentia triste, achava que tinha estragado meu relacionamento com meu filho, mas não queria dizer nada, então calei até deixar a última das minhas amigas e chegar em casa.
Ele guarda o carro enquanto eu abro a porta de casa, ao entrar, assim que vou pronunciar uma palavra ele chega e fala com uma voz tão poderosa.
Alejandro - aqui não tem gente, não tem música, não tem amigas, por que não continuamos de onde paramos?
Enquanto aos poucos vai se aproximando de mim, ao ouvir essas pequenas frases meu corpo reagiu por impulso e me joguei pra beijar ele, não aguentava mais. aguentar mais, tava muito excitada, mas como a noite toda ele tomou o controle, me arrastou até uma parede e foi me beijando aos poucos, cada vez mais intenso, enquanto tirava a camisa. Não tava esperando por isso, já que não me sentia preparada psicologicamente pra transar com meu filho, embora não fosse só sexo, ele com certeza ia me fazer um love bem gostoso.
Mas ao sentir minha tensão, ele olhou nos meus olhos e, com a voz mais sexy, falou bem baixinho: "Alejandro — fica tranquila, relaxa um pouco". Enquanto isso, ia descendo uma alça do meu sutiã. Parecia uma maldita virgem, tava muito nervosa, tava nas garras dele mesmo sendo a mãe dele, não conseguia nem falar nada, tava completamente pirada numa fantasia nada realista, mas não queria sair dali.
Descia e subia o ritmo do jeito dela, me beijava forte pra depois me dar um toque sutil nos lábios, esses toques me insinuavam a ir por mais, por isso me tinha na rede dela, sabia como jogar o jogo e eu caí igual uma filha da puta colegial, ele continuava brincando com minha bunda.
Mas ao sentir um enorme calombo entre minha barriga, vi minha chance e tomei o controle, pegando no pau dele. A agitação e a batida do coração estavam nas alturas, só de imaginar, mas estava fantástico, finalmente ter aquele pedaço de ferro na minha mão. Era duro pra caralho, igual uma porra de uma pedra.
Mas infelizmente o destino sempre tenta me ver sofrer, não consegui segurar aquele pedaço de carne nas minhas mãos por mais de 5 segundos, porque no fundo do corredor ouvimos: Oscar - Karen, amor, já chegou?
Oscar - Alejandro, sua mãe está com você? Você pelo menos está aí?
Não dava pra nos esconder, se não respondêssemos, era muito fácil deduzir que ele viria ver se chegamos ou não. Então, já assumindo a postura de mulher mais velha, de mulher chefe de família, de mãe! Falei pro Alejandro:
Karen - Amor, temos que parar, está muito gostoso o que estamos fazendo, mas você precisa entender que isso é errado. Sou sua mãe, então isso fica entre nós e nunca mais vai se repetir.
*Pensamento da Karen*
Hahaha, a gente vê.
Então, sem deixar ele responder, fui pro quarto e, pra minha surpresa, Oscar estava completamente pelado. Oscar não tinha a ferramenta do Alejandro, mas o pau dele já me servia desde os 17, então talvez com um pouco de sorte eu conseguisse fazer aquele aparelho funcionar essa noite. Comecei a esquentar os motores:
Karen - Love, se você soubesse, tô morrendo de vontade de ter seu pauzão grandão dentro de mim. Topa?
Alejandro - Querida, amor, você leu minha mente, tava afim de te fazer mulher hoje, então se ajoelha, sua putinha, que vou te penetrar.
De certo modo, ele tava se esforçando, já tava excitado, então por que não aproveitar?
Karen - Hoje vou ser sua putinha.
Passaram 10 minutos e eu não sentia nem cócegas. A elevação de êxtase que o Alejandro me deu com uns toques simples, o pau medíocre do meu marido não ia apagar. Já fazia um tempinho que eu tava de quatro, deixando ele meter e tirar o pau. Só podia fingir pra ele não se sentir mal, afinal é meu marido, eu amo ele apesar de tudo, mesmo que ele não me satisfaça.
Num movimento brusco de puxar meu cabelo enquanto me penetravam tão suave que não dava nenhum prazer, fiquei olhando pra porta que tava entreaberta, notei uma silhueta não paranormal, mas sim muito familiar, então aproveitei que tô nessa posição pra ver quem é.
Para minha surpresa, era o Alejandro. Eu tava vendo o pai dele me fazendo o pior sexo que já vi na minha vida. Me senti envergonhada porque, do jeito que eu tava com tesão, era pra eu estar sendo fodida com tanta força que me fizesse gozar nos primeiros 5 minutos. Minha única solução pra aumentar minha participação e chegar ao "clímax" era pensar que quem tava me penetrando era o Alejandro. Então, tive uma ideia. Falei pro Óscar:Karen - Amor, deixa eu trabalhar agora. Fica de barriga pra cima.
Ele concordou com a cabeça, porque desde o começo do nosso relacionamento ele sempre foi um preguiçoso. Então, aproveitei e aumentei o ritmo, fechei os olhos e comecei a me mexer pensando que o pau que eu tava cavalgando era do meu filho.
Oscar — ah, que se foda, querida, eu adoro. Mas que se foda o experimento, porque foi só terminar aquela porra de frase e o filho da puta gozou. Não gozou dentro, nem pra pelo menos eu aproveitar a porra da carga dele. Ele tirou o pau e, por sorte, só saíram umas gotinhas miseráveis.
Tava muito puta, mas também bêbada, então sem frescura nem reclamar, fui dormir. Amanhã a culpa vai me assombrar, mas mais uma noite provando que eu tô certa. Valeu por apoiar os posts, comentem suas ideias e deixem seus pontos. Vamos chegar nos 550 pontos pra subir a parte 5! 🔥🔥
1 comentários - Soy madre, pero también soy mujer C4