O prazer dela, meu destino

Vou botar vocês em contexto. Eu tinha combinado de ver minha melhor amiga, ela é uma gostosa daquelas que dominam só com a presença. A gente se conhecia do bairro, mas depois trabalhamos juntos por uns anos e foi aí que nossa amizade ficou muito forte. Até já nos beijamos uma vez, mas não passou disso. Ela sempre esteve namorando, e depois eu também. É difícil admitir, mas foi ela quem me incentivou a fazer isso. É a verdade: minha melhor amiga foi quem me encorajou a deixar minha namorada chupar meu cu e até meter uns dedos. Essas práticas foram evoluindo com o tempo, e hoje minha namorada já me dominou de tantas formas que talvez seja uma expert no assunto. E eu, como um bom submisso em que estava me transformando, adorava contar pra minha amiga tudo que minha namorada fazia comigo na intimidade.

Só pra esclarecer, minha namorada e minha melhor amiga não se dão muito bem, porque minha mina é bem ciumenta. Mas mesmo assim, eu dou um jeito de me encontrar com ela.

Combinamos de nos ver numa segunda à tarde no nosso bar de sempre. Íamos nos encontrar depois do trabalho, mais pra colocar o papo em dia, mas eu já sabia que, assim que sentasse na frente dela, ela ia começar com o joguinho.

Assim que me viu entrar, ela sorriu com deboche e apoiou a cabeça na mão, me observando com interesse.

— Então, me conta… O que você fez no fim de semana? — perguntou com um tom inocente, mas com aquela faísca de malícia nos olhos.

— Nada demais… — tentei evitar a pergunta enquanto sentava.

Ela semicerrrou os olhos e apoiou os cotovelos na mesa.

— Hum, não sei se acredito em você. Eu tenho a leve suspeita de que você esteve muito ocupado…

Minha cara ficou vermelha na hora.

— Não seja idiota…

— Idiota eu? Não, meu amor, idiota é você, que se entrega feito uma putinha pra sua namorada e quer esconder de MIM, que te transformei no que você é — soltou com um sorriso satisfeito. — Fala, me conta tudo. Não me faz adivinhar.

Umedeci meus lábios, sentindo aquela mistura de vergonha e tesão percorrendo meu corpo. Sabia que não adiantava negar. Se eu não falasse, ela ia arrancar de mim do mesmo jeito.

Então suspirei e, entre goles, despejei tudo.

Juro que minhas pernas ainda tremem. Se me vir andando meio estranho, já sabe o motivo. Nem sei por onde começar… Foi um fim de semana de loucura, daqueles que te deixam destruído, vazio e completamente submisso.

Tudo começou sábado à tarde. Desde cedo ela já tinha aquele olhar afiado, como se já soubesse exatamente o que ia fazer comigo. Eu também sabia, e a ansiedade me corroía por dentro. Não disfarcei bem, porque num momento ela se aproximou e me agarrou o rosto com firmeza.

— Olha como teus olhinhos brilham, meu amor. Você adora ser tratado como meu cachorrinho, não é?

Ela não me deixou responder. Me empurrou na cama e subiu em cima de mim, com aquela atitude de que tudo é dela, de que eu não passo de um brinquedo nas mãos dela. Se acomodou na minha virilha e começou a me tocar por cima da cueca, com movimentos lentos, zombando de cada gemido que eu soltava.

— Olha como você fica… mal te toco e já tá durinho que nem pedra. Seu porquinho.

Ela enfiou a mão dentro e começou a me masturbar devagar, com uma precisão doentia. Me tinha completamente nas mãos dela, marcando o ritmo, acelerando e diminuindo quando queria, me levando ao limite pra depois parar de repente.

— Não, bebê, nem fodendo que você goza agora. Isso vai ser longo — ela disse, me soltando de repente e deixando minha ereção pulsando no ar.

Ela subiu na minha cara sem pedir licença e me esfregou nela. Não tava nem aí se eu conseguia respirar ou não, só mexia a bunda como se minha boca fosse mais um objeto pro prazer dela. Me pressionava contra a buceta molhada dela, ofegando enquanto eu fazia o melhor que podia pra dar o que ela queria.

Quando terminou, desceu e me olhou com aquele sorriso cruel.

— Beleza, você serve pra alguma coisa. pelo menos alguma coisa. Agora é minha vez de brincar.

Ela mandou eu abrir as pernas e desceu com uma lentidão desesperadora. Começou brincando com o dedo anelar, cuspiu de forma bruta e enfiou o dedo no meu cu com facilidade, sabendo exatamente onde tocar pra me fazer gemer sem controle. Ela já estava me enfiando dois e três dedos, e eu me agarrava aos lençóis, tentando não gozar ali mesmo, mas ela percebeu e riu.

— Ai, pelo amor… olha que fácil que você é. Mal enfio uns dedos e você já geme que nem uma puta desesperada.

E aí eu senti. A língua dela descendo, me percorrendo com uma dedicação que me deixava louco. Ela me segurou firme pelas coxas e se enterrou em mim sem hesitar, brincando com a boca e os dedos ao mesmo tempo. Eu já não aguentava mais, tava perdendo completamente o controle.

— Não ousa gozar, ouviu, filho da puta? Não quero que você suje os lençóis que nem o pervertido que você é.

Ela me deixou tremendo e me fez sentar na beira da cama. Colocou o arnês com calma, ajustando enquanto me olhava de cima.

— Vamos ver, abre bem essa boca, vagabundo. Quero ver se pelo menos serve pra isso.

Ela empurrou o dildo contra meus lábios e eu recebi sem hesitar. Me segurou pelo cabelo e marcou o ritmo, me obrigando a ir cada vez mais fundo. Ela ria enquanto eu engasgava um pouco, sem me deixar escapar.

— Olha só o que você é… um cara grande, mas a única coisa que quer é ser comido. Fala a verdade, com certeza você sonha com isso. Com certeza você bate punheta pensando em encher seu cu de pica, não é?

Eu já tava completamente destruído, feito um bagaço, mas morria de vontade de mais. Ela percebeu, claro.

— Vai, vira de costas, vamos fazer as coisas direito, ela ordenou.

Ela me fez ficar de quatro na cama e começou a me comer com firmeza. Primeiro devagar, mas assim que meu corpo relaxou, ela começou a se mover com mais força, curtindo cada som que saía da minha boca. Me segurou pela cintura e se inclinou sobre mim, sussurrando no meu ouvido com a voz mais cruel.

—Olha só… você adora, se entregou completamente. Você é minha putinha e não tem nada que possa fazer pra mudar isso, bebê.

Ela me levou à beira do orgasmo uma e outra vez, me negando a liberação, me fazendo implorar com a voz rouca. Até que, no final, ela me deixou gozar.

Desabei na cama, ofegante, com o corpo completamente dominado. Ela deu um tapinha na minha cabeça e riu.

—Viu, sabia que você ia adorar.

E sim. Ela tinha razão.

Ela continuou me comendo com força, acelerando e indo devagar até o fundo, até que eu explodi. Gozei com uma força que nunca tinha sentido antes.

Mal terminei de contar tudo isso pra minha amiga, houve um silêncio de alguns segundos. Mas depois, ela explodiu numa risada debochada.

—Nãão, você é uma puta tremenda! Eu te falei! Te falei, caralho! Eu sabia que mais cedo ou mais tarde você ia acabar assim, de quatro, com a raba aberta esperando pra ser preenchida.

Eu me mexi desconfortável na cadeira, sentindo o rosto queimar. Ela continuava rindo, como se minha vergonha a divertisse ainda mais.

—Qual é, tá com vergonha? Depois de tudo que você fez, depois de como se entregou… agora vai se fazer de tímido, amigo?

Neguei com a cabeça, mas não consegui sustentar o olhar dela. Ela se inclinou sobre a mesa com um sorriso sádico.

—Me fala a verdade… quantas vezes você bateu uma lembrando de como sua namorada te comeu?

Mordi o lábio, sem responder.

—Olha só, nem precisa falar nada. Dá pra ver na sua cara que você adorou ser a putinha dela. E o pior é que isso é só o começo, hein…

Ela se acomodou na cadeira e me olhou com satisfação.

—Tô orgulhosa de você, sério. Pensei que ia ser mais difícil, mas não… você entregou a bunda como uma boa putinha. Eu sabia que se você se animasse a deixar lamber seu cu e aceitar um dedo, depois ia querer mais. Agora não tem volta.

Mordi o lábio de novo, sentindo a mistura de vergonha e excitação percorrer meu corpo. Ela percebeu, obviamente.

—Deus, que Fácil você é. Certeza que se eu falar um pouco mais sujo você fica duro de novo, né?
Eu não falei nada. Mas ela não precisava da minha resposta.

—Vamos lá, me conta, viadinho… Como foi ter a boca cheia de pau? Você gostou de chupar a pica da sua namorada? Como foi ser comido por ela?

Eu apertei as mãos nas pernas, sem saber o que dizer. Ela sorriu com malícia.

—Doeu? Ou você curtiu como a putinha que você é?

Engoli seco.

—Eu gostei… —admiti, em voz baixa.

Ela bateu palmas, divertida.

—Isso aí, porra! Assim que eu gosto, que você aceite. Você é a putinha da sua namorada, e sabe disso. Agora o que resta é se entregar cada vez mais.

Ela se aproximou um pouco mais e baixou a voz, como se estivesse compartilhando um segredo.

—Vou te falar uma coisa… Agora que você cruzou essa linha, não pode parar aí. Tem que continuar. Deixar sua namorada fazer o que quiser com você. Deixar ela te usar. Porque se você ficar na mesma, ela vai ficar entediada. E você não quer que ela fique entediada, quer?

Balancei a cabeça.

—Bom. Então temos que aumentar a aposta. Quer que eu te diga o que vem depois?

Engoli seco.

—Sim…

—Mmm, adoro que você seja tão obediente —disse ela, com um sorriso cruel—. Primeiro, mais brinquedos. Você já experimentou o dildo, mas falta sentir coisas maiores, mais intensas. Que te abram bem, que te façam gritar. Segundo, mais controle. Nada de gozar quando quiser. Sua namorada tem que decidir quando e como você goza. Nada de punheta sem permissão. Nada de orgasmos de graça.

Minha respiração acelerou.

—E terceiro… —ela fez uma pausa, como se estivesse avaliando se devia falar ou não, mas o sorriso dela dizia que a decisão já estava tomada—. Um terceiro.

Fiquei paralisado.

—Como assim um terceiro?

—Exatamente o que você ouviu. Um homem. Outro cara. Sua namorada mandando, você obedecendo. Ele te olhando enquanto te usam. Te fazendo chupar de verdade, pra ver se você aprendeu alguma coisa com o pau de borracha.

Minha garganta secou.

—Não sei se…

Ela revirou os olhos, impaciente.

—Ah, pelo amor de Deus. Não me vem com essa agora Você vai se fazer de difícil. Depois de tudo que me contou, não me diga que nunca fantasiou com isso.

Não respondi. Porque, no fundo, ela tinha razão.

Ela riu de novo e deu um tapinha no meu rosto, debochando.

—Fica tranquilo, uma hora você chega lá. Por enquanto, continua treinando. Quero que na próxima vez que me contar algo, me diga que já deixou esse cuzinho bem treinado.

Minhas mãos tremiam. Minhas pernas tremiam. Meu coração batia forte, como se tivessem me pego fazendo algo proibido. E ela só ficou ali, me encarando com um sorriso vitorioso.

Terminamos nossas bebidas e nos despedimos.

—Vai, então. E manda um abraço pra sua dona da minha parte.
Ela finalizou dizendo.

Me levantei sem jeito e saí, sentindo o olhar dominador dela me seguir até a porta.

E o pior é que eu sabia que ia seguir o conselho dela.

Quando me despedi da minha amiga e saí do bar, minha cabeça tava a mil. O que ela tinha me dito ainda ecoava na minha mente.

Não conseguia evitar. Por mais que tentasse me distrair no caminho pra casa, sentia uma mistura de ansiedade e tesão percorrendo meu corpo.

Quando cheguei, minha namorada estava no sofá, com o celular na mão. Me olhou de canto e sorriu.

—Oi, amor. Como foi?

—Foi bem — falei, me jogando ao lado dela.

Ela apoiou as pernas nas minhas e me olhou curiosa.

—Bem? Hmm, sei não… você tá com aquela carinha de quem quer me contar algo e não tem coragem.

Senti um arrepio. Ela me conhecia bem demais.

—Não é nada…

—Fala, vai. O que foi?

Mordi o lábio, hesitando. Não podia contar que a ideia tinha sido da minha amiga, porque sabia que ela odiava ela e isso ia estragar o momento.

Então me inclinei um pouco na direção dela e, com o coração batendo forte, soltei:

—Quero que na próxima vez que sairmos… você me faça usar um plug.

A expressão dela mudou na hora. O sorriso se alargou e os olhos brilharam com aquela faísca de dominação que eu tanto amava. —Então você quer levar algo dentro enquanto estamos com gente?

Assenti em silêncio, sentindo meu corpo tremer sob o olhar dela.

Ela se acomodou no sofá, apoiando um pé na minha coxa e pressionando de leve.

—E o que mais você quer, promíscuo?

Engoli em seco.

Não sabia até onde ela ia chegar com isso.

Minha namorada me encarou, com um sorriso safado, esperando que eu dissesse mais. Sabia que eu não tinha coragem de soltar tudo de uma vez, e isso a divertia.

—Vai, amor… me fala o que mais você tem na cabeça — insistiu, deslizando o pé pela minha coxa, apertando só com a ponta dos dedos.

Passei a língua nos lábios e engoli saliva.

—Quero… — fiz uma pausa, hesitando, mas a expressão de expectativa e deboche dela me obrigou a continuar —. Quero te ver com outro.

O sorriso dela se alargou.

—Ah, é?

Assenti, sentindo o corpo pulsar.

—Um que… tenha maior que o meu. Que te faça gozar mais do que eu.

A risada dela foi quase cruel.

—Maior que o seu? — repetiu, como se estivesse confirmando se tinha ouvido direito.

Senti o rosto queimar, mas me forcei a sustentar o olhar dela.

—Sim.

Ela se inclinou na minha direção, com os olhos brilhando de satisfação.

—Então você quer se ver como um corno de pinto pequeno enquanto eu me acabo com outro, é isso?

Minha respiração acelerou. O tom dela, o olhar, o jeito que enfatizava as palavras… tudo me desmontava.

—Sim…

Ela segurou meu queixo, me obrigando a olhar bem de perto.

—E o que te faz pensar que você merece estar lá quando isso acontecer?

Ela ficou em silêncio por alguns segundos, me observando como se avaliasse cada palavra que eu tinha dito. O clima ficou pesado, e embora o olhar dela continuasse fixo no meu, dava pra ver que ela estava brincando com a ideia, testando até onde podia me esticar, até onde podia me fazer implorar sem me dar tudo de uma vez.

Finalmente, ela se recostou, cruzando as pernas devagar, como se estivesse escolhendo a melhor forma de jogar. comigo.
—Mmm… gosto do que você tá me dizendo, mas não tô tão segura assim, cuckold —ela disse, com um sorriso malicioso—. Eu não gosto de caras que não têm coragem de se humilhar completamente. Entende o que quero dizer?

Tava me desmontando por dentro.
—Sim… —sussurrei, sentindo o coração acelerado—. Eu… eu tenho coragem.

Ela soltou uma risada debochada.
—Não sei, love. Pra deixar você ver outro cara me macetar toda e te fazer sentir o corno que você quer ser, preciso ver que você tá disposto a dar tudo.

Minha respiração ficou mais pesada. Tava completamente perdido no jogo.
—O que… o que você precisa que eu faça?

Ela levantou um dedo, me mandando não me apressar.
—Primeiro, quero que me mostre o que você realmente gosta, sua putinha. Se você vai se submeter a um cara maior que você, quero que prove que tá me entregando tudo.

Me aproximei um pouco, sentindo a pressão das palavras dela, e sussurrei:
—Tô disposto a tudo. Me faz teu, quero ser só teu.

Ela sorriu de um jeito frio e calculista.
—Isso eu gosto. Vamos ver quanto essa boquinha sua aguenta, né? —disse, como se já tivesse visualizando tudo que ia rolar. Depois se levantou e me olhou com uma mistura de poder absoluto e diversão—. Mas agora, o que eu quero é que você me prove que entendeu o que tô dizendo. Vai me obedecer em tudo que eu mandar?

—Sim, tudo.
—Beleza, então —ela disse enquanto se aproximava devagar, ficando na minha frente e parando até deixar a buceta dela na altura do meu rosto—. Então se prepara, porque isso tá só começando, head master.

Ela se deitou e fez eu aproximar meu nariz da buceta molhada dela, segurou minha cabeça com força e esmagou minha boca contra ela, me fazendo provar todo o tesão dela. A respiração dela ficava cada vez mais ofegante. Não me dava descanso, o controle dela sobre mim era absoluto, e eu sentia meu corpo se render às ordens dela sem questionar. As mãos dela na minha cabeça me guiavam, com força e determinação, como se fosse mais um brinquedo, e a voz dela ficava mais suave, mas cheia de poder.

—Então você quer ver como eu me entrego pra outro, né? —ela disse entre sussurros, a voz carregada de uma mistura de deboche e desejo—. Bom, vou te contar uma coisa enquanto você tá aí, bebê.

Eu mal conseguia respirar. Não era só a humilhação que me mexia, mas também a ideia de tudo que ela ia fazer. De alguma forma, saber que ela tava disposta a procurar outro pra satisfazer os desejos dela me provocava uma mistura de medo e tesão.

—Hoje eu vi um negão na academia. Um macho alfa, basicamente, meu amor. Era enorme, musculoso, e com um volume que você nem imagina. Capaz que ele seja o cara certo pra sua ideiazinha louca, eu sei que você adoraria ver como ele vai meter a pica preta em mim... como ele vai me fazer dele.

As palavras dela, tão diretas e cruéis, invadiam minha mente enquanto eu a satisfazia, de olhos fechados, sentindo aquela mistura de humilhação e tesão. A voz dela só intensificava minha submissão. E ela continuava na dela, cada vez mais agitada e com a voz entrecortada, se imaginando com aquele cara enquanto eu chupava a buceta dela.

—Hmmm, sim, meu amor, que gostoso... sabe que essa filha da puta vai me colocar de joelhos e eu vou fazer um boquete que você nunca sentiu na vida, amor. Vou te ensinar como se chupa uma pica. Vou deixar ele abrir minhas pernas e me foder como um homem faria, um homem de verdade. E o melhor de tudo é que você vai estar lá, vendo como eu não passo de uma puta pra ele.

Eu ficava sem fôlego, meu corpo reagindo às palavras dela, mesmo sabendo que tudo aquilo era só uma fantasia. Ela sabia exatamente como brincar com meus limites e meus desejos.

—E talvez eu deixe ele foder meu cuzinho também, hein... mas o melhor vai ser o final, amor, vou pedir pra ele gozar bem dentro de mim —ela disse num tom mais baixo—, vou deixar você limpar tudo que sobrar dele. Quero que você faça isso, que limpe todo o gozo que transbordar. da minha buceta e sentir que eu não sou só sua.

A voz dela ficou ainda mais suave e cruel no final do relato, enquanto apertava meu rosto contra ela e se arqueava num orgasmo. Depois, levantou a cabeça e me encarou, como se esperasse minha reação.

— O que você acha, bebê? — sussurrou, com um sorriso que deixava claro que ela tinha total controle da situação.

Antes que eu pudesse responder, ela se inclinou pra mim, segurou meu queixo e me beijou fundo. Um beijo que parecia castigo e recompensa ao mesmo tempo.

— Vou pensar nesse terceiro, hein. Mas, por enquanto, curte o jogo que a gente tá jogando.

Fiquei ali, exausto, com o rosto ainda entre as pernas dela, sentindo a respiração dela ficar mais calma. Ela acariciou meu cabelo com suavidade, se levantou um pouco, segurou meu queixo e ergueu meu rosto pra eu olhar pra ela, me beijou, lento e profundo, saboreando cada parte da minha boca como se também fosse dela.

Ficamos assim por um tempo, em silêncio, enquanto ela acariciava minha bochecha com os dedos. Depois, suspirou e sorriu com ternura.

Ela se virou na cama e fez um espaço contra o corpo dela.

— Te amo, meu amor — disse baixinho, encostando a bunda linda e redonda dela no meu pau duro.

— Também te amo, rainha — falei depois de beijar o pescoço dela e abraçá-la.

Abracei ela, sentindo o calor e o perfume, e fiquei ali, completamente dela.O prazer dela, meu destino

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