Lá pelos meus 22/23 anos, peguei, por um tempinho, um trampo de motorista de aplicativo (remisero) geralmente nos fins de semana, que eram os dias mais agitados por causa da galera saindo pra balada e tal. A central ficava em Lanús Oeste e eu morava em Banfield, então tinha um trajeto não muito longo, mas chato pra caralho. Eu começava quando queria, já que era um bico pra juntar uma grana extra além do meu trampo "normal" de segunda a sexta. Como tinha feito uma amizade com a dona, pedia as corridas curtas e pela região, e como ela sabia que não era meu trampo 100%, não ligava de me passar essas corridas. Os outros motoristas também não reclamavam, então todo mundo feliz.
A parada foi assim: a central tinha uma frota de entre 5 e 7 carros (se todos fossem trampar), nunca faltavam aqueles que tinham um imprevisto pessoal, ou o carro quebrava, ou estavam de folga. Na noite do ocorrido, éramos 3 trampando. Eu geralmente começava umas 22h, mas naquele dia a dona me pediu pra começar às 18h. Como a gente se dava bem e não quis deixar ela na mão, aceitei (mesmo de má vontade). A dona tinha uns 30 e poucos anos, simpática, um pouco séria, mas quando pegava confiança era super gente boa. Os outros dois motoristas, Albert (Alberto) e Román, eram caras mais velhos, uns 50 e tantos, responsáveis. Entre eles dois, se revezavam nas corridas longas pra que a "gorjeta" fosse igual pros dois. Eu não me estressava e fazia as curtas, mas naquele dia as curtas não paravam de chegar. De Lanús pra Avellaneda ou Gerli, de Lanús pra Escalada ou Lomas e por aí vai. Eu, de saco cheio, falei pra dona: "Faz o seguinte, me manda as corridas pelo telefone, que eu passo direto e não perco tempo voltando até aqui pra pegar a informação, porque gasto gasolina à toa."
Já passava da 1h da madrugada quando recebi uma mensagem da dona: "Amor, não me mata, mas tenho mais 4 corridas. Te mando e com isso volta, que te espero com uns mates." 3 eram pela região de Lanús Este e Oeste... a quarta era ir de Lanús até "La Colorada" em Monte. Grande. Fiz tudo o mais rápido e seguro possível, sem ela perceber, levantei duas corridas numa só, e ainda por cima tudo conhecido, inclusive os passageiros, maior barraco dentro do carro. Quando li a quarta mensagem, queria me matar, não tinha jantado nem nada... e falo todo tarado, "mas e o Albert e o Román? Essa corrida é pra eles!". O Albert foi até Canning e o Román me avisou agora há pouco que a senhora chamou ele por causa de um problema com a sogra... uuuhh, não acredito!!! Que puta que pariu, que azar o meu!!! "Beleza, então... termino e te aviso quando tiver voltando." "Ah sim, desculpa, coração, a dona tá me chamando..." "Isso vai te custar mais caro que um mate", falei em tom de brincadeira... ela responde: "Bom, a gente vê o que dá pra fazer..." Eu levei na esportiva... já voltando, depois de engolir todo o barraco da Colorada, chego, a remiseria com as luzes apagadas... falei: "Essa véia me passou a perna... bem que podia ter avisado que ia fechar, porra!!!" Desço, acendo um cigarro e ouço barulho lá dentro... falei: "Ué, que porra é essa? Tão roubando o lugar???" E na hora mando um SMS pra dona: "Tem barulho na remiseria e tá tudo apagado..." Ela responde: "Sou eu, apaguei porque vinham pedir carro e não tinha, e não vou pegar mais corrida, porque você me mata... O Albert me ligou falando que furou o pneu e vai demorar um tempão lá onde ele tá. Abro pra você?" "Tô fumando", falo. "Vou, espera aí..." Ela sai e começa a chover PRA CARALHO... Nós dois debaixo do telhado fumando... Ela fala: "Não fica puto, não é minha culpa..." "Tranquilo, não tem nada a ver com você, esquece." Começamos a conversar sobre a noite movimentada e como tava gostoso pra dormir... "E pra colher", a véia fala. Chamava ela de véia de brincadeira, também não era tão mais velha que eu. Fernanda era uma gostosa simples, gente boa, simpática, uns 1,60m, caderona e com uns peitos bonitos. Carinha ok e uma boca com o lábio inferior carnudo. Terminamos os cigarros e entramos, ela trancou a porta atrás de mim e foi esquentar a água com um daqueles aquecedores elétricos que colocam dentro do termo ou da chaleira. Preparava o mate enquanto eu sentava numa cadeira. das cadeiras da entrada. Começamos a matear e ela me puxa uma... e como é que eu posso te pagar todo o trampo que tu fez? Porque tu me salvou hoje. E não sei, não te ocorre nada? Eu solto... hmm, me ocorre um par de coisas, mas não sei se com alguma tu ia ficar satisfeito. Vamos ver, me diz e eu te falo... um extra de grana? Final de semana que vem livre, caso eu precise? Umas cervejas? Nós, cerveja não... tu não gosta de beber? Sim sim, então? A cerveja me esquenta e me dá vontade de trepar... falei sem rodeios. Ela arregalou os olhos e só soltou olha só... isso só te ocorre? Eu soltei, pra ver se ela entrava no jogo ou até onde ia... e outra coisa... non sancta, mas não sei... o quê? Me diz... um boquete, ela solta de brincadeira, e ri... eu quieto olhando pra ela... tô te zoando... ahh, que pena, porque essa proposta me interessou... ela faz barulho com o mate e me diz... sério? Claro, depois dessa noite, pra relaxar vem bem pra caralho... e ainda mais com essa chuva... ela acende um cigarro enquanto larga o mate e me olha... agora? Pergunta... seria ideal, eu respondo... e acendo um cigarro... fumamos em silêncio... dava pra ver que ela tava na dúvida se fazia ou não... mas podia aparecer um daqueles dois... mal ela falou isso, eu mandei mensagem pra eles. Me diz o Romão que não conte com ele, teve que levar a sogra no hospital e o Alberto ainda tá em Canning esperando o guincho. Que rapidez!!! Sério que tu quer que eu te faça um boquete? Tu não quer?.... silêncio e ela arranca, e olha, tanto papo e tanto olhar e zoação... não vou mentir pra tu... e então... beleza... tira pra fora... Eu levanto e tiro a pica pra fora, durona (de tanto papo e vai e volta)... tira tudo, se a gente vai fazer, faz direito... Fiquei pelado na frente dela e ela foi tirando a roupa aos poucos... enquanto eu ia esticando a pica pra ficar dura... ela apagou a luz da cozinha e veio pra frente do local (que não tinha cortina nem nada, só vitrine)... Sem beijo nem nada, começou a me apalpar com as mãos até achar a pica... (escuridão total)... quando ela segurou ela respiro fundo e soltou um mmm... desceu e começou a chupar... Primeiro, meio sem jeito, e quando pegou o ritmo, me deu uma chupada de pau do caralho... como não via onde meu pau tava, cuspia na mão e me batia uma, guiando pra boca e continuava me chupando... eu tava muito tarado e falava... isso, assim, que bem que chupa, puta... que boca boa pra fazer boquete que você tem... ela acelerava, parecia ficar com mais tesão com o que eu falava... continua assim, não para, puta... e ela soltava uns mmm... mmm... e no escuro se ouvia um ang ang ang ang... de vez em quando via a cara dela me chupando quando passava um ônibus ou carro iluminando... Sentei na cadeira e ela continuou me chupando... vem, senta aqui em cima... e eu apalpava pra pegar ela... ela fala, não, para, era só um boquete... você disse que se a gente fosse fazer, faria direito... Meio na dúvida, ela falou, tem camisinha? Eu já tinha uma na mão desde que tinha ficado pelado... tirei do papel e ela falou, me dá... colocou na boca e desceu pra me chupar, e colocou a camisinha com a boca... me apalpava com as mãos e subiu em cima de mim pra sentar no meu pau... ela tinha a buceta apertadinha, e quando entrou, soltou um grito que abafou com as mãos... começou a pular em cima de mim e os peitos dela batiam na minha cara... não eram grandes como eu gosto, mas quebravam um galho... Enquanto me cavalgava, o telefone toca, desliga e toca de novo... para, atende... ela fala, com meu pau dentro... rádio-táxi, boa noite... eu me mexia na cadeira... não, não... de momento, nada... eu parei sem tirar o pau e comecei a comê-la contra a escrivaninha... sim, sim... nãooo, desculpa, não... nada... e não sei te dizer... tampava o telefone e pedia pra eu parar, que não dava pra falar assim... eu não tava nem aí... continuava metendo pau contra a escrivaninha... e olha... quando eu gozar... pausa... nesse turno, vejo o que tenho e te mando... tchau... Você é um filho da puta... ela apoiada na escrivaninha com as duas mãos... e eu por trás, metendo forte... enquanto apalpava os peitos dela... toca o Telefone de novo... deixa tocar... não, vê se é o Albert que já vem... atende e o Albert já tava a caminho... desligou e falou: temos meia hora, mais ou menos... vai... me come... me come... não vai me deixar assim... Viro ela e sento na mesa, meto de uma vez, outro grito e ela tapa a boca de novo... não era de gemer ou falar, mas quando gostava soltava uns "mmm... assim... assim... aí... me come... mete tudoooo... aaaahh... sentia como a putinha gozava... ela segurava no meu cu pra eu meter mais fundo... mas não entrava mais... tava com ela toda dentro... aí, mano, sinto ela até a garganta... que pedaço de pau... não vi, mas deve ser linda... cê gosta como eu meto, putinha? Gosta de ter ele dentro? Siiiiim... siiiim... vou gozar de novo... ahhh ahhh... eu já tava quase gozando e ela falou: goza, vai... enche a camisinha de porra dentro... não, não... você vai tomar... aí sim, eu tomo, mas goza em mim... dito isso, tirei e tirei a camisinha, ela deu um pulinho da mesa e ajoelhou, tateou meu pau e enfiou na boca, inteiro, e começou a chupar até a porra começar a sair... sentia ela engolindo, fazendo força com a garganta... toma tudo, putinha... tudo... ela continuava com o pau na boca, sugando... quando acabou, quis me dar um beijo e eu virei o rosto... Nos trocamos e 15 minutos depois o Albert chegou... meu turno tava acabando, então me despedi e fui embora...
A parada foi assim: a central tinha uma frota de entre 5 e 7 carros (se todos fossem trampar), nunca faltavam aqueles que tinham um imprevisto pessoal, ou o carro quebrava, ou estavam de folga. Na noite do ocorrido, éramos 3 trampando. Eu geralmente começava umas 22h, mas naquele dia a dona me pediu pra começar às 18h. Como a gente se dava bem e não quis deixar ela na mão, aceitei (mesmo de má vontade). A dona tinha uns 30 e poucos anos, simpática, um pouco séria, mas quando pegava confiança era super gente boa. Os outros dois motoristas, Albert (Alberto) e Román, eram caras mais velhos, uns 50 e tantos, responsáveis. Entre eles dois, se revezavam nas corridas longas pra que a "gorjeta" fosse igual pros dois. Eu não me estressava e fazia as curtas, mas naquele dia as curtas não paravam de chegar. De Lanús pra Avellaneda ou Gerli, de Lanús pra Escalada ou Lomas e por aí vai. Eu, de saco cheio, falei pra dona: "Faz o seguinte, me manda as corridas pelo telefone, que eu passo direto e não perco tempo voltando até aqui pra pegar a informação, porque gasto gasolina à toa."
Já passava da 1h da madrugada quando recebi uma mensagem da dona: "Amor, não me mata, mas tenho mais 4 corridas. Te mando e com isso volta, que te espero com uns mates." 3 eram pela região de Lanús Este e Oeste... a quarta era ir de Lanús até "La Colorada" em Monte. Grande. Fiz tudo o mais rápido e seguro possível, sem ela perceber, levantei duas corridas numa só, e ainda por cima tudo conhecido, inclusive os passageiros, maior barraco dentro do carro. Quando li a quarta mensagem, queria me matar, não tinha jantado nem nada... e falo todo tarado, "mas e o Albert e o Román? Essa corrida é pra eles!". O Albert foi até Canning e o Román me avisou agora há pouco que a senhora chamou ele por causa de um problema com a sogra... uuuhh, não acredito!!! Que puta que pariu, que azar o meu!!! "Beleza, então... termino e te aviso quando tiver voltando." "Ah sim, desculpa, coração, a dona tá me chamando..." "Isso vai te custar mais caro que um mate", falei em tom de brincadeira... ela responde: "Bom, a gente vê o que dá pra fazer..." Eu levei na esportiva... já voltando, depois de engolir todo o barraco da Colorada, chego, a remiseria com as luzes apagadas... falei: "Essa véia me passou a perna... bem que podia ter avisado que ia fechar, porra!!!" Desço, acendo um cigarro e ouço barulho lá dentro... falei: "Ué, que porra é essa? Tão roubando o lugar???" E na hora mando um SMS pra dona: "Tem barulho na remiseria e tá tudo apagado..." Ela responde: "Sou eu, apaguei porque vinham pedir carro e não tinha, e não vou pegar mais corrida, porque você me mata... O Albert me ligou falando que furou o pneu e vai demorar um tempão lá onde ele tá. Abro pra você?" "Tô fumando", falo. "Vou, espera aí..." Ela sai e começa a chover PRA CARALHO... Nós dois debaixo do telhado fumando... Ela fala: "Não fica puto, não é minha culpa..." "Tranquilo, não tem nada a ver com você, esquece." Começamos a conversar sobre a noite movimentada e como tava gostoso pra dormir... "E pra colher", a véia fala. Chamava ela de véia de brincadeira, também não era tão mais velha que eu. Fernanda era uma gostosa simples, gente boa, simpática, uns 1,60m, caderona e com uns peitos bonitos. Carinha ok e uma boca com o lábio inferior carnudo. Terminamos os cigarros e entramos, ela trancou a porta atrás de mim e foi esquentar a água com um daqueles aquecedores elétricos que colocam dentro do termo ou da chaleira. Preparava o mate enquanto eu sentava numa cadeira. das cadeiras da entrada. Começamos a matear e ela me puxa uma... e como é que eu posso te pagar todo o trampo que tu fez? Porque tu me salvou hoje. E não sei, não te ocorre nada? Eu solto... hmm, me ocorre um par de coisas, mas não sei se com alguma tu ia ficar satisfeito. Vamos ver, me diz e eu te falo... um extra de grana? Final de semana que vem livre, caso eu precise? Umas cervejas? Nós, cerveja não... tu não gosta de beber? Sim sim, então? A cerveja me esquenta e me dá vontade de trepar... falei sem rodeios. Ela arregalou os olhos e só soltou olha só... isso só te ocorre? Eu soltei, pra ver se ela entrava no jogo ou até onde ia... e outra coisa... non sancta, mas não sei... o quê? Me diz... um boquete, ela solta de brincadeira, e ri... eu quieto olhando pra ela... tô te zoando... ahh, que pena, porque essa proposta me interessou... ela faz barulho com o mate e me diz... sério? Claro, depois dessa noite, pra relaxar vem bem pra caralho... e ainda mais com essa chuva... ela acende um cigarro enquanto larga o mate e me olha... agora? Pergunta... seria ideal, eu respondo... e acendo um cigarro... fumamos em silêncio... dava pra ver que ela tava na dúvida se fazia ou não... mas podia aparecer um daqueles dois... mal ela falou isso, eu mandei mensagem pra eles. Me diz o Romão que não conte com ele, teve que levar a sogra no hospital e o Alberto ainda tá em Canning esperando o guincho. Que rapidez!!! Sério que tu quer que eu te faça um boquete? Tu não quer?.... silêncio e ela arranca, e olha, tanto papo e tanto olhar e zoação... não vou mentir pra tu... e então... beleza... tira pra fora... Eu levanto e tiro a pica pra fora, durona (de tanto papo e vai e volta)... tira tudo, se a gente vai fazer, faz direito... Fiquei pelado na frente dela e ela foi tirando a roupa aos poucos... enquanto eu ia esticando a pica pra ficar dura... ela apagou a luz da cozinha e veio pra frente do local (que não tinha cortina nem nada, só vitrine)... Sem beijo nem nada, começou a me apalpar com as mãos até achar a pica... (escuridão total)... quando ela segurou ela respiro fundo e soltou um mmm... desceu e começou a chupar... Primeiro, meio sem jeito, e quando pegou o ritmo, me deu uma chupada de pau do caralho... como não via onde meu pau tava, cuspia na mão e me batia uma, guiando pra boca e continuava me chupando... eu tava muito tarado e falava... isso, assim, que bem que chupa, puta... que boca boa pra fazer boquete que você tem... ela acelerava, parecia ficar com mais tesão com o que eu falava... continua assim, não para, puta... e ela soltava uns mmm... mmm... e no escuro se ouvia um ang ang ang ang... de vez em quando via a cara dela me chupando quando passava um ônibus ou carro iluminando... Sentei na cadeira e ela continuou me chupando... vem, senta aqui em cima... e eu apalpava pra pegar ela... ela fala, não, para, era só um boquete... você disse que se a gente fosse fazer, faria direito... Meio na dúvida, ela falou, tem camisinha? Eu já tinha uma na mão desde que tinha ficado pelado... tirei do papel e ela falou, me dá... colocou na boca e desceu pra me chupar, e colocou a camisinha com a boca... me apalpava com as mãos e subiu em cima de mim pra sentar no meu pau... ela tinha a buceta apertadinha, e quando entrou, soltou um grito que abafou com as mãos... começou a pular em cima de mim e os peitos dela batiam na minha cara... não eram grandes como eu gosto, mas quebravam um galho... Enquanto me cavalgava, o telefone toca, desliga e toca de novo... para, atende... ela fala, com meu pau dentro... rádio-táxi, boa noite... eu me mexia na cadeira... não, não... de momento, nada... eu parei sem tirar o pau e comecei a comê-la contra a escrivaninha... sim, sim... nãooo, desculpa, não... nada... e não sei te dizer... tampava o telefone e pedia pra eu parar, que não dava pra falar assim... eu não tava nem aí... continuava metendo pau contra a escrivaninha... e olha... quando eu gozar... pausa... nesse turno, vejo o que tenho e te mando... tchau... Você é um filho da puta... ela apoiada na escrivaninha com as duas mãos... e eu por trás, metendo forte... enquanto apalpava os peitos dela... toca o Telefone de novo... deixa tocar... não, vê se é o Albert que já vem... atende e o Albert já tava a caminho... desligou e falou: temos meia hora, mais ou menos... vai... me come... me come... não vai me deixar assim... Viro ela e sento na mesa, meto de uma vez, outro grito e ela tapa a boca de novo... não era de gemer ou falar, mas quando gostava soltava uns "mmm... assim... assim... aí... me come... mete tudoooo... aaaahh... sentia como a putinha gozava... ela segurava no meu cu pra eu meter mais fundo... mas não entrava mais... tava com ela toda dentro... aí, mano, sinto ela até a garganta... que pedaço de pau... não vi, mas deve ser linda... cê gosta como eu meto, putinha? Gosta de ter ele dentro? Siiiiim... siiiim... vou gozar de novo... ahhh ahhh... eu já tava quase gozando e ela falou: goza, vai... enche a camisinha de porra dentro... não, não... você vai tomar... aí sim, eu tomo, mas goza em mim... dito isso, tirei e tirei a camisinha, ela deu um pulinho da mesa e ajoelhou, tateou meu pau e enfiou na boca, inteiro, e começou a chupar até a porra começar a sair... sentia ela engolindo, fazendo força com a garganta... toma tudo, putinha... tudo... ela continuava com o pau na boca, sugando... quando acabou, quis me dar um beijo e eu virei o rosto... Nos trocamos e 15 minutos depois o Albert chegou... meu turno tava acabando, então me despedi e fui embora...
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