Sou um cara espanhol, de Madrid, bem formado, cabelo castanho e pele morena, bem gostoso pelo que posso dizer pelo sucesso que fiz entre meninos e meninas, corpo atlético, e com um pau nada mal, uns 17 cm, além de ser lisinho, talvez meu visual tenha um ar meio patricinha meio baladeiro. Embora agora eu tenha 20 anos, essa história que vou contar aconteceu quando eu tinha apenas 17. Sempre senti uma grande admiração pelo meu pai, na verdade por homens maduros entre 35 e 45 anos, sem ser gay (ou sem saber que era), desde pequeno gostava de observar todos esses senhores mais velhos, poderia dizer que me atraíam seus físicos fortes, peludos e dominadores, não por tesão, mas por admiração, pelo desejo de ser como eles quando tivesse sua idade. Sempre gostei de garotas, magras, loiras e com peitões. Aos 16 anos já transei com uma amiga do colégio, acho que uma idade bem precoce. Ela foi a primeira e depois vieram várias outras… mas sempre acontecia a mesma coisa: depois das preliminares, dos beijos, da minha excitação e do erotismo da situação… eu ia penetrar, mas uma dor insuportável vinha no meu pau, no fim eu sempre acabava gozando, batendo uma punheta na frente delas e jorrando nas caras ou peitos delas… Assim foram as coisas até que fiz 17 anos e, vendo e ouvindo meus outros amigos como comiam as garotas deles e o quão satisfatório isso era, decidi conversar com meu pai a sós, de homem para homem. Naquela época ele tinha uns 43 anos, seus anos jogando futebol eram notáveis nas pernas fortes e grossas, e embora os anos estivessem fazendo sua barriga crescer, ele ainda mantinha um abdômen forte e meio definido, com peitorais duros e salientes. A verdade é que meu pai sempre foi um senhor muito atraente, viril e bem macho. E já começavam a aparecer alguns cabelos brancos nas têmporas e no peito, que era bem peludo e cheio de pelos. rizado. Uma noite em que minha irmã tinha ido dormir na casa de uma amiga para uma festa do pijama e minha mãe passaria a noite no hospital com minha avó que estava internada, decidi contar ao meu pai o que estava acontecendo comigo. Passei a tarde toda pensando em como dizer isso, falar sobre esses assuntos com minha família me dava um cagaço danado. Por volta das nove da noite, meu pai chegou do trabalho, então me sentei no sofá de casa para esperar sua chegada, estava assistindo televisão quando ouvi a chave e a porta abrindo, como de costume me aproximei dele e dei um beijo e voltei a me sentar para continuar vendo TV. Ele entrou no quarto para tomar um banho e ficar mais à vontade. Os nervos estavam me invadindo a cada momento. Eu me preparei para fazer o jantar, algo leve para a noite. Ele saiu do quarto com uma camiseta que deixava ver perfeitamente seus grandes bíceps e uma cueca, só o necessário para ficar confortável. Jantamos, eu limpei a mesa e ele ficou sentado na sua poltrona vendo TV, eu fui tomar um banho e depois saí para a sala com uma camiseta e a calça do meu pijama, naquela noite não coloquei a cueca, imagino que porque assim estaria mais confortável. Me sentei no sofá, perto de onde ele estava, e finalmente tomei coragem: - Pai, preciso falar com você. Ele me olhou com ar sério e se sentou direito. - O que foi, filho? - Olha, já faz um tempo que eu saio com garotas... - ele me olhou e sorriu - ... sim, e já pratiquei sexo com elas... - ele balançava a cabeça com cada coisa que eu dizia, sentia orgulho do filho - ... mas toda vez que tento penetrar, dói na ponta do pau e nunca consigo terminar o que comecei. Fiz uma pausa, e ele me olhou pensativo. Eu disse de novo: - Eu tinha muita vergonha de te contar, isso acontece comigo desde os 15 anos. Ele me olhou, sorriu e respondeu: - Nossa, se você já gozou, cara... mas bem, é muito possível que o que você tem é só fimose... - eu fiquei congelado - ... não se Não se preocupe, meu menino, isso não é grave. Veja bem, o prepúcio que cobre a glande não consegue ser puxado para trás, e por isso dói quando você penetra uma garota. Então é preciso fazer uma pequena operação, um corte para que esse prepúcio possa subir e descer com facilidade, e assim não doer quando você foder alguma das suas namoradas... — a palavra "foder" não era muito comum no seu vocabulário, mas ele começou a soltar, a ganhar mais confiança — ... essa operação se chama fimose. Eu balancei a cabeça e fiquei pensativo, olhando fixamente para ele. Ele continuou falando: — Devíamos ir ao médico para ele te examinar e assim poder operar, para você não se preocupar mais. Deixa eu ver, mostra para eu ver como está. Eu me levantei e ele continuou sentado, era uma conversa das mais normais e nem por um momento outras ideias passaram pela minha cabeça, acho que para ele também não. Baixei a calça do pijama e deixei minha pica à mostra, mole, claro. Ele olhou atentamente e com dois dedos a pegou. — Não te incomoda que eu toque aqui... né? — Não, de jeito nenhum, não se preocupa, Pai. — Vamos ver, se eu puxar o prepúcio assim, para trás, dói? — Não, agora não, só dói quando eu fico de pau duro. — Ah, entendo... — respondeu e continuou tocando com os dois dedos, puxando o prepúcio para frente e para trás, observando. Como era natural, minha pica começou a crescer, ficando cada vez mais dura e grossa, naquela época devia ter uns 16 cm. Ele percebeu e sorriu: — Olha só, você está ficando de pau duro. Eu respondi: — Poxa, é normal, né? — Claro que é, meu filho... — e ele também sorriu — ... vou te mostrar minha pica para você ver como eu puxo o prepúcio para trás, e aprenda, tá? — Ok, Pai. Eu me sentei no sofá, ainda mantinha minha ereção, e ele se levantou, baixou a cueca e pude ver a pica do meu pai mole, nunca tinha visto antes. A verdade é que era uma pica boa, mesmo sem estar dura era enorme, longa e grossa, de cor escura e com veias grossas marcadas, e atrás ficavam umas bolas... igualmente enormes e muito escuros, cobertos por uma abundância de pelos pretos e cacheados. Eu não queria nem imaginar como seria aquela pica uma vez que ganhasse vida, e ela estava a apenas alguns centímetros de mim. Ele se massageou um pouco, subindo com a mão desde as bolas até o pau, a cueca tinha deixado a pele um pouco grudada no saco. O prepúcio cobria completamente a cabeça. Ele pegou o pau com uma mão e puxou a pele para trás, expondo uma glande vermelha e redonda. Cobriu a cabeça novamente e repetiu a mesma operação mais duas ou três vezes, deixando a glande coberta de novo.
—Tá vendo? Quando você fizer a cirurgia, não vai ter mais problemas, vai fazer com a mesma facilidade que eu faço. — E ficou de pé na minha frente.
—Pai, posso tentar também?
—Claro que sim, filho. Olha, pega com uma mão e faz como eu fiz.
Eu peguei o pau dele com uma mão, sem conseguir fechá-la completamente, e me preparei para fazer o mesmo que ele tinha feito. Puxei a pele dele para trás e para frente, via como a cabeçona aparecia e se escondia.
—Nossa, pai, como é grande!
—É normal, filho. Na minha idade você também vai ter assim. Mas se continuar com sua mão, vai conseguir fazer isso crescer.
—Claro, cara, acontece com todos os caras.
Eu sorri para ele.
—Deixa eu ver?… tá crescendo!!… — Meu pai ficou com um ar sério, mas não tirou minha mão do pau dele, só ficou me observando.
Eu, por outro lado, continuei agarrado no mastro dele, mexendo minha mão, sem que meu pau conseguisse baixar.
Senti meu pai soltar um suspiro, olhei para ele e me deparei com seu olhar, ele sorriu para mim.
Finalmente o pau chegou à sua plenitude, uff! Quase não cabia na minha mão, devia ter uns 19 ou 20 centímetros, além de ser enormemente grosso.
Parei de mover minha mão e soltei o pau, lá estava ele na minha frente, duro e cheio de vida, observei por alguns minutos e pude apreciar cada uma de suas veias.
Eu estava olhando maravilhado e de boca aberta.
Pude ver como da ponta saía uma pequena gota de líquido pré-seminal, e Aproximei a ponta do dedo, peguei, tirei a língua e depositei ali, saboreei... tinha um gosto meio salgado. Meu pai estava me olhando sem dizer uma palavra, olhei pra ele e nos sorrimos, víamos aquilo como um pequeno jogo mas sem pensar em nada mais, algo natural. -Isso é o que acontece quando um cara fica excitado, você já sabe... - meu pai me disse. -Já sei, Pai, e se tivesse continuado você teria acabado gozando -Pois é, filho... - ele respondeu - ... o que acontece é que quando eu me masturbo tenho que colocar um pouco de saliva na ponta pra pele deslizar melhor pra trás. -É mesmo?... isso eu não sabia!... - respondi, e peguei de novo o pau dele tentando puxar o prepúcio pra trás, notei que a cabeça tinha secado um pouco e tive um pouquinho de trabalho... - tá doendo, Pai? -Não, filho, mas com um pouco de saliva fica melhor. Eu, intuitivamente, me aproximei e com um pouco de saliva acumulada na minha língua, passei na cabeça, não acho que tenha pensado no que estava fazendo, só fiz sem mais nada, meu pai soltou outro suspiro baixo mas não disse nada. Ao me aproximar pude sentir um cheiro de macho, mesmo ele tendo acabado de tomar banho, que me excitou ainda mais. Me aproximei de novo e coloquei toda a cabeça na minha boca. Passei minha língua no buraquinho por onde sai o mijo, e cobri toda a glande com meus lábios, com minha mão continuei massageando aquele tronco enorme. Ao mesmo tempo olhei pro meu pai que entreabriu os lábios soltando outro suspiro e colocou a mão atrás da minha cabeça, fez um pouco de pressão pra perto dele e enfiou o pau mais uns centímetros na minha boca... quase não cabia, tive que abrir a boca no máximo... estava saboreando o pau dele... -Tá gostando?... - ele disse entre um suspiro e outro - ... assim... assim que se faz, isso, continua. Eu continuei chupando aquele grande pau cada vez mais fundo, estava curtindo pra caralho aquela situação, e com a outra mão comecei a me masturbar. Os movimentos ficaram cada vez mais rápidos e pude notar como o pau dele ficava cada vez maior, Ele ficou ainda mais duro. Meu pai segurou minha cabeça com mais força, deu um grande suspiro e, enfiando todo o membro na minha boca, senti ele gozar na minha garganta. Senti todo o sêmen descendo até o estômago, era quente, grosso e abundante... adorei. Ao tirar da minha boca, deixou um fio da porra da minha língua até o pau dele, que eu logo puxei de volta para mim. Limpei a cabeça dele de novo.
- Gostou, filho? – ele perguntou.
- Sim, pai, foi incrível – respondi com a boca ainda aberta.
Ele me olhou, sorriu, me levantou pelos braços e me colocou de bruços no sofá, terminou de tirar minha calça de pijama e puxou minha camiseta.
- Vamos ver se agora você gosta mais – disse ele.
Eu não respondi, só deixei acontecer. Ele se posicionou atrás de mim, se abaixou e senti as mãos grandes dele tocando minhas nádegas, massageando minha bunda, e o dedo indicador roçando meu buraquinho. Ao sentir esse carinho, suspirei e reconheço que me abri um pouco mais, por inércia levantei um pouco mais a bunda para deixá-lo fazer... Ele abriu um pouco mais minhas nádegas e aproximou a língua do meu ânus, senti a umidade da língua poderosa dele impregnando todo meu cu, relaxei, e meu esfíncter também... estava à beira do delírio e meus gemidos ficaram mais rápidos... me sentia no limite da excitação. Ele percebeu e, enquanto brincava com a língua, foi massageando e introduzindo um dedo, dei um pequeno sobressalto, mas logo relaxei. A esse dedo seguiu outro... meu pai estava me dilatando e eu era um mar de prazer. Quando conseguiu introduzir dois dedos sem muita resistência, ele se aproximou do meu ouvido e sussurrou:
- Já está pronto...
Não entendi bem o que ele queria dizer até sentir todo o corpo dele em cima de mim, roçando em mim, ele me segurou pelos ombros com os dois braços e enfiou um dedo na minha boca, que não demorei a devorar. Senti a pressão do pau dele no meu esfíncter, como ele tentava entrar devagar. Senti um pouco de dor, mas não disse nada, deixei que... Meu cu foi violado por aquele grande corpo estranho, que foi abrindo caminho. Pouco a pouco ele foi introduzindo toda a sua pica dentro de mim, no começo com um pouco de dificuldade, senti que as bolas dele colaram nas minhas, os pelos dele roçaram no meu cu… era uma sensação indescritível. Meu pai parou por alguns momentos com todo o membro dentro de mim, meu cu se adaptou ao tamanho dele e começou a se mover de maneira harmoniosa… ele metia e tirava a pica, eu sentia como ela fazia todo o percurso dentro do meu cu. Eu estava vibrando de prazer, estava quase gozando, mas me segurei. Isso fez com que eu apertasse as paredes do meu ânus contra a pica dele, o que dava ao meu pai maior obstáculo, mas ao mesmo tempo maior pressão… ele estava ficando louco a cada momento, gritava no meu ouvido, eu sentia todo o calor do seu hálito e seus gemidos na minha nuca, era como um cavalo no cio montando sua garota sexy. Eu continuava agarrado pelos seus braços e, depois de alguns minutos, esses movimentos ficaram mais intensos até que ouvi um grito no meu ouvido, e minhas entranhas se encheram de líquido quente… ele tinha derramado tudo dentro de mim. Eu sentia o corpo pesado dele, todo suado, sobre o meu… Eu, sem me tocar e com o atrito dos coxins na minha pica, acabei descarregando todo o meu sêmen acumulado… soltei um gemido forte e gozei… ainda sentia a respiração do meu pai no meu ouvido… ele me abraçava e, poucos minutos depois, tirou toda a rola do meu cu, se endireitou e ficou de pé. Eu sentia meu ânus ardendo e como um pouco do sêmen dele escorria por ele. Eu fiquei deitado na mesma posição e logo me levantei… vi meu pai me olhando e, com um meio sorriso de satisfação, começou a colocar a cueca novamente. Ele saiu da sala sem dizer uma palavra e foi para o quarto. Eu fiquei extasiado por mais um tempo no sofá, não acreditava no que tinha acontecido, mas ao mesmo tempo me sentia satisfeito. Fiz o mesmo que ele, me vesti e fui para o meu quarto. Nunca mais aconteceu nada, e também não se falou mais sobre isso. sobre esse assunto, sim, pude comprovar que entre meu pai e eu havia se criado uma cumplicidade difícil de quebrar. No mês seguinte eu estava sendo operado de fimose… meu pau já estava mais disposto a ser usado, mas não por garotas, e sim por garotos, tios e senhores, em resumo, machos muito machos, homens verdadeiramente viris… como touros na cama.
—Tá vendo? Quando você fizer a cirurgia, não vai ter mais problemas, vai fazer com a mesma facilidade que eu faço. — E ficou de pé na minha frente.
—Pai, posso tentar também?
—Claro que sim, filho. Olha, pega com uma mão e faz como eu fiz.
Eu peguei o pau dele com uma mão, sem conseguir fechá-la completamente, e me preparei para fazer o mesmo que ele tinha feito. Puxei a pele dele para trás e para frente, via como a cabeçona aparecia e se escondia.
—Nossa, pai, como é grande!
—É normal, filho. Na minha idade você também vai ter assim. Mas se continuar com sua mão, vai conseguir fazer isso crescer.
—Claro, cara, acontece com todos os caras.
Eu sorri para ele.
—Deixa eu ver?… tá crescendo!!… — Meu pai ficou com um ar sério, mas não tirou minha mão do pau dele, só ficou me observando.
Eu, por outro lado, continuei agarrado no mastro dele, mexendo minha mão, sem que meu pau conseguisse baixar.
Senti meu pai soltar um suspiro, olhei para ele e me deparei com seu olhar, ele sorriu para mim.
Finalmente o pau chegou à sua plenitude, uff! Quase não cabia na minha mão, devia ter uns 19 ou 20 centímetros, além de ser enormemente grosso.
Parei de mover minha mão e soltei o pau, lá estava ele na minha frente, duro e cheio de vida, observei por alguns minutos e pude apreciar cada uma de suas veias.
Eu estava olhando maravilhado e de boca aberta.
Pude ver como da ponta saía uma pequena gota de líquido pré-seminal, e Aproximei a ponta do dedo, peguei, tirei a língua e depositei ali, saboreei... tinha um gosto meio salgado. Meu pai estava me olhando sem dizer uma palavra, olhei pra ele e nos sorrimos, víamos aquilo como um pequeno jogo mas sem pensar em nada mais, algo natural. -Isso é o que acontece quando um cara fica excitado, você já sabe... - meu pai me disse. -Já sei, Pai, e se tivesse continuado você teria acabado gozando -Pois é, filho... - ele respondeu - ... o que acontece é que quando eu me masturbo tenho que colocar um pouco de saliva na ponta pra pele deslizar melhor pra trás. -É mesmo?... isso eu não sabia!... - respondi, e peguei de novo o pau dele tentando puxar o prepúcio pra trás, notei que a cabeça tinha secado um pouco e tive um pouquinho de trabalho... - tá doendo, Pai? -Não, filho, mas com um pouco de saliva fica melhor. Eu, intuitivamente, me aproximei e com um pouco de saliva acumulada na minha língua, passei na cabeça, não acho que tenha pensado no que estava fazendo, só fiz sem mais nada, meu pai soltou outro suspiro baixo mas não disse nada. Ao me aproximar pude sentir um cheiro de macho, mesmo ele tendo acabado de tomar banho, que me excitou ainda mais. Me aproximei de novo e coloquei toda a cabeça na minha boca. Passei minha língua no buraquinho por onde sai o mijo, e cobri toda a glande com meus lábios, com minha mão continuei massageando aquele tronco enorme. Ao mesmo tempo olhei pro meu pai que entreabriu os lábios soltando outro suspiro e colocou a mão atrás da minha cabeça, fez um pouco de pressão pra perto dele e enfiou o pau mais uns centímetros na minha boca... quase não cabia, tive que abrir a boca no máximo... estava saboreando o pau dele... -Tá gostando?... - ele disse entre um suspiro e outro - ... assim... assim que se faz, isso, continua. Eu continuei chupando aquele grande pau cada vez mais fundo, estava curtindo pra caralho aquela situação, e com a outra mão comecei a me masturbar. Os movimentos ficaram cada vez mais rápidos e pude notar como o pau dele ficava cada vez maior, Ele ficou ainda mais duro. Meu pai segurou minha cabeça com mais força, deu um grande suspiro e, enfiando todo o membro na minha boca, senti ele gozar na minha garganta. Senti todo o sêmen descendo até o estômago, era quente, grosso e abundante... adorei. Ao tirar da minha boca, deixou um fio da porra da minha língua até o pau dele, que eu logo puxei de volta para mim. Limpei a cabeça dele de novo.
- Gostou, filho? – ele perguntou.
- Sim, pai, foi incrível – respondi com a boca ainda aberta.
Ele me olhou, sorriu, me levantou pelos braços e me colocou de bruços no sofá, terminou de tirar minha calça de pijama e puxou minha camiseta.
- Vamos ver se agora você gosta mais – disse ele.
Eu não respondi, só deixei acontecer. Ele se posicionou atrás de mim, se abaixou e senti as mãos grandes dele tocando minhas nádegas, massageando minha bunda, e o dedo indicador roçando meu buraquinho. Ao sentir esse carinho, suspirei e reconheço que me abri um pouco mais, por inércia levantei um pouco mais a bunda para deixá-lo fazer... Ele abriu um pouco mais minhas nádegas e aproximou a língua do meu ânus, senti a umidade da língua poderosa dele impregnando todo meu cu, relaxei, e meu esfíncter também... estava à beira do delírio e meus gemidos ficaram mais rápidos... me sentia no limite da excitação. Ele percebeu e, enquanto brincava com a língua, foi massageando e introduzindo um dedo, dei um pequeno sobressalto, mas logo relaxei. A esse dedo seguiu outro... meu pai estava me dilatando e eu era um mar de prazer. Quando conseguiu introduzir dois dedos sem muita resistência, ele se aproximou do meu ouvido e sussurrou:
- Já está pronto...
Não entendi bem o que ele queria dizer até sentir todo o corpo dele em cima de mim, roçando em mim, ele me segurou pelos ombros com os dois braços e enfiou um dedo na minha boca, que não demorei a devorar. Senti a pressão do pau dele no meu esfíncter, como ele tentava entrar devagar. Senti um pouco de dor, mas não disse nada, deixei que... Meu cu foi violado por aquele grande corpo estranho, que foi abrindo caminho. Pouco a pouco ele foi introduzindo toda a sua pica dentro de mim, no começo com um pouco de dificuldade, senti que as bolas dele colaram nas minhas, os pelos dele roçaram no meu cu… era uma sensação indescritível. Meu pai parou por alguns momentos com todo o membro dentro de mim, meu cu se adaptou ao tamanho dele e começou a se mover de maneira harmoniosa… ele metia e tirava a pica, eu sentia como ela fazia todo o percurso dentro do meu cu. Eu estava vibrando de prazer, estava quase gozando, mas me segurei. Isso fez com que eu apertasse as paredes do meu ânus contra a pica dele, o que dava ao meu pai maior obstáculo, mas ao mesmo tempo maior pressão… ele estava ficando louco a cada momento, gritava no meu ouvido, eu sentia todo o calor do seu hálito e seus gemidos na minha nuca, era como um cavalo no cio montando sua garota sexy. Eu continuava agarrado pelos seus braços e, depois de alguns minutos, esses movimentos ficaram mais intensos até que ouvi um grito no meu ouvido, e minhas entranhas se encheram de líquido quente… ele tinha derramado tudo dentro de mim. Eu sentia o corpo pesado dele, todo suado, sobre o meu… Eu, sem me tocar e com o atrito dos coxins na minha pica, acabei descarregando todo o meu sêmen acumulado… soltei um gemido forte e gozei… ainda sentia a respiração do meu pai no meu ouvido… ele me abraçava e, poucos minutos depois, tirou toda a rola do meu cu, se endireitou e ficou de pé. Eu sentia meu ânus ardendo e como um pouco do sêmen dele escorria por ele. Eu fiquei deitado na mesma posição e logo me levantei… vi meu pai me olhando e, com um meio sorriso de satisfação, começou a colocar a cueca novamente. Ele saiu da sala sem dizer uma palavra e foi para o quarto. Eu fiquei extasiado por mais um tempo no sofá, não acreditava no que tinha acontecido, mas ao mesmo tempo me sentia satisfeito. Fiz o mesmo que ele, me vesti e fui para o meu quarto. Nunca mais aconteceu nada, e também não se falou mais sobre isso. sobre esse assunto, sim, pude comprovar que entre meu pai e eu havia se criado uma cumplicidade difícil de quebrar. No mês seguinte eu estava sendo operado de fimose… meu pau já estava mais disposto a ser usado, mas não por garotas, e sim por garotos, tios e senhores, em resumo, machos muito machos, homens verdadeiramente viris… como touros na cama.
2 comentários - Provando o pau do Papi (Gay)