Fala, galera do P! Essa é minha primeira história de muitas (espero), e são coisas que rolaram comigo desde que comecei nas redes sociais. Acho que é sorte mesmo, porque normalmente não procuro nada em rede social, e muito menos na vida real, mas sempre acontecem umas paradas curiosas como essa que vou contar. Aconteceu há uns anos no Facebook. Na real, eu me virava numa rede social que fechou, chamada G+ ou Google Plus. Lá, como criador, você tinha umas seções, e uma delas era de relatos que chamei de +Relatos, e fez muito sucesso entre quem me seguia, mas infelizmente a plataforma fechou e tive que migrar pro Facebook. Tenho que admitir que foi foda me acostumar com o Face porque tinha um monte de lixo tipo "Dá like nessa imagem pra salvar o menino com câncer" e por aí vai. Se vocês lembram disso, já sabem mais ou menos de que época tô falando. Bem, a parada é que encontrei uma página de relatos. Naquela época, o Facebook ainda não era tão rígido com esse tipo de conteúdo, e mesmo não postando muito, eu comentava. Num relato que falava sobre ser Amo/a e escravo/a, resolvi fazer uns comentários que chamaram a atenção de alguém, porque na hora chegou uma mensagem no Messenger. Se vocês forem bem observadores, vão ver que atrás da imagem do chat do Messenger tem outra do WhatsApp. Era de um grupo de swingers e cuckold que eu participava.
Na hora fiquei super tesudo, mas também pensei que podia ser só uma brincadeira de alguém, então levei na boa. Deixei ela me falar o que tava procurando e, mesmo sem ter ideia do que era ter uma escrava sexual por vontade própria, eu tinha uma imaginação bem perversa e me diverti pra caralho.
Antes de vocês continuarem lendo, já vou avisar: a gente nunca teve um encontro sexual porque morávamos muito longe um do outro, mas ela me mandava fotos, vídeos e áudios de tudo que eu pedia pra ela fazer. Ela trabalhava num escritório e queria dar pro chefe dela, só que não sabia como fazer porque não queria perder o emprego por ser tão avançada e ia se sentir muito mal se o chefe a rejeitasse. Então eu dizia o que fazer. A favor dela, o chefe não era tão indiferente assim, e várias vezes ela pegou ele olhando pra bunda e pras tetas dela. Pedi pra ela se vestir mais provocante. Roupas mais justas e decotadas, pra que o chefe pudesse ver um pouco mais de carne. Que ela fosse a presa, a garota indefesa que o chefe, louco de tesão, queria comer com toda força do mundo. E foi assim que aconteceu.
Um dia ela me ligou e falou: "escuta isso". Eu pude ser testemunha, só ouvindo, da foda que o chefe dela deu no banheiro do escritório. Como ela mamava na rola dele até quase se engasgar, e ela pedia pra ele fazer assim. Eu ouvi a primeira estocada que ele meteu e como ela xingava ele, pedindo pra ele comer ela com força: "Me come gostoso, filho da puta, assim, me dá essa bunda, sou sua puta, mais forte, cachorro, belisca meus peitos assim, isso, isso, isso, no cu, arrebenta ele, mais, forte, me faz gozar" até que finalmente terminaram. Eu tava andando na rua e tive que parar pra achar um lugar pra sentar e ouvir com atenção, também pra disfarçar minha ereção. Se eu pudesse, teria gozado junto com eles, porque tava muito excitado. Embora não fosse a primeira vez que eu ouvia alguém transando, aquela experiência me deixou muito, muito tesudo e com inveja do cara, o chefe dela. Minha recompensa mais tarde foram umas fotos e vídeos dela se masturbando com um desodorante, que ela também enfiou no cu, que ainda tava arrombado pela foda que tinham dado horas antes.
Era tipo a consciência dela, mas numa versão perversa. Eu adorava convencer ela a se vestir bem putona e pegar o transporte público na hora do rush, que não ia faltar quem passasse a mão ou desse uns amassos nela. Isso a excitava pra caralho, porque sozinha ela nunca teria coragem. O pudor dela segurava, mas se não cumprisse meus caprichos, eu simplesmente parava de mandar mensagem até ela implorar pra eu mandar ela fazer alguma coisa. A gente passou uns momentos muito quentes, porque ela não só comeu o chefe dela, mas também o primo-irmão e um tio que tava doido pra pegar ela.
Ficamos assim por um tempo até que ela arrumou um parceiro e engravidou. A gravidez mudou ela completamente, e contra isso não tem o que fazer. Aí paramos de nos procurar, depois troquei de número, fechei aquela conta do Facebook e perdi vários outros contatos com quem eu me divertia pra caralho sendo safado. Espero que tenha sido do seu agrado. Não posto imagens porque não tenho, só aqueles prints que me deram a ideia de poder postar esse relato. Valeu e boas punhetas.
Na hora fiquei super tesudo, mas também pensei que podia ser só uma brincadeira de alguém, então levei na boa. Deixei ela me falar o que tava procurando e, mesmo sem ter ideia do que era ter uma escrava sexual por vontade própria, eu tinha uma imaginação bem perversa e me diverti pra caralho.
Antes de vocês continuarem lendo, já vou avisar: a gente nunca teve um encontro sexual porque morávamos muito longe um do outro, mas ela me mandava fotos, vídeos e áudios de tudo que eu pedia pra ela fazer. Ela trabalhava num escritório e queria dar pro chefe dela, só que não sabia como fazer porque não queria perder o emprego por ser tão avançada e ia se sentir muito mal se o chefe a rejeitasse. Então eu dizia o que fazer. A favor dela, o chefe não era tão indiferente assim, e várias vezes ela pegou ele olhando pra bunda e pras tetas dela. Pedi pra ela se vestir mais provocante. Roupas mais justas e decotadas, pra que o chefe pudesse ver um pouco mais de carne. Que ela fosse a presa, a garota indefesa que o chefe, louco de tesão, queria comer com toda força do mundo. E foi assim que aconteceu.Um dia ela me ligou e falou: "escuta isso". Eu pude ser testemunha, só ouvindo, da foda que o chefe dela deu no banheiro do escritório. Como ela mamava na rola dele até quase se engasgar, e ela pedia pra ele fazer assim. Eu ouvi a primeira estocada que ele meteu e como ela xingava ele, pedindo pra ele comer ela com força: "Me come gostoso, filho da puta, assim, me dá essa bunda, sou sua puta, mais forte, cachorro, belisca meus peitos assim, isso, isso, isso, no cu, arrebenta ele, mais, forte, me faz gozar" até que finalmente terminaram. Eu tava andando na rua e tive que parar pra achar um lugar pra sentar e ouvir com atenção, também pra disfarçar minha ereção. Se eu pudesse, teria gozado junto com eles, porque tava muito excitado. Embora não fosse a primeira vez que eu ouvia alguém transando, aquela experiência me deixou muito, muito tesudo e com inveja do cara, o chefe dela. Minha recompensa mais tarde foram umas fotos e vídeos dela se masturbando com um desodorante, que ela também enfiou no cu, que ainda tava arrombado pela foda que tinham dado horas antes.
Era tipo a consciência dela, mas numa versão perversa. Eu adorava convencer ela a se vestir bem putona e pegar o transporte público na hora do rush, que não ia faltar quem passasse a mão ou desse uns amassos nela. Isso a excitava pra caralho, porque sozinha ela nunca teria coragem. O pudor dela segurava, mas se não cumprisse meus caprichos, eu simplesmente parava de mandar mensagem até ela implorar pra eu mandar ela fazer alguma coisa. A gente passou uns momentos muito quentes, porque ela não só comeu o chefe dela, mas também o primo-irmão e um tio que tava doido pra pegar ela.
Ficamos assim por um tempo até que ela arrumou um parceiro e engravidou. A gravidez mudou ela completamente, e contra isso não tem o que fazer. Aí paramos de nos procurar, depois troquei de número, fechei aquela conta do Facebook e perdi vários outros contatos com quem eu me divertia pra caralho sendo safado. Espero que tenha sido do seu agrado. Não posto imagens porque não tenho, só aqueles prints que me deram a ideia de poder postar esse relato. Valeu e boas punhetas.
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