Holis, sou a Mika, transexual, 23 anos, 1,50m, cabelo castanho claro, olhos verdes, bunda pequena mas firme e aguentadora. Quando conheci meu ex, ele era amigo de um amigo meu, foi aí que o conheci. Ele era bi, a família dele sabia. Eu tinha 20 anos e ele 26, me excitava ele ser mais velho que eu. Começamos a nos conhecer e nos ver mais vezes. Ele vinha me buscar no carro do pai dele. O pai dele tava passando por uma separação com a mulher dele. Com o Gaby, filho dele, a gente se via à noite, dava uma volta de carro e depois íamos pra beira do rio da cidade. Foi tudo bem devagar, só depois de uma semana que a gente transou já namorando. A primeira vez não foi uma foda direto, a gente se beijou muito com o Gaby, ele começou a me tocar as pernas. Eu sempre usava saia porque era muito mais fácil pra transar. Ele me tocou as pernas, subindo a mão até minha entrepernas e me tocando toda por cima da calcinha fio dental. Eu gostava, minha respiração começou a mudar, até que eu abri bem as pernas dando o sinal pra ele me tocar bem no meu pau. Ele tirou e me bateu uma por um tempo até eu ficar dura. Ele me dava beijos e no meu ouvido pediu pra eu me tocar pra ele. Falei "tá bom". Ele se recostou no banco e começou a me olhar enquanto eu me masturbava. Amo me masturbar, então não foi difícil. Enquanto ele me olhava, ele se tocava no volume dele, até que não aguentou mais e tirou o pau dele. Ele também se masturbava. E pra mim não tem nada mais excitante que um homem se masturbando na minha frente. Peguei o pau dele e bati uma um pouco pra sentir ele, mas deixei ele continuar. E ver ele assim me deixava mais tesuda, até que não aguentei e falei que ia gozar. Ele disse que também. Então, nos olhando, gozamos juntos. Vimos como saía porra de cada pau. Juntei minha porra e mostrei pra ele como eu tomava, e depois me dediquei a chupar o pau dele e limpar, e depois segui pelo peito dele limpando toda a porra. Aquela noite foi só uma punheta. Dias depois, ele me levou na casa dele e conheci o pai, um coroa muito bem cuidado, de bom físico e muito lindo. Me encantei só de ver ele. Me Ele me cumprimentou com um beijo na bochecha e me abraçou, senti todo o poder do corpo dele e gostei pra caralho. Naquela noite, o pai da minha ex ia sair, então ficamos só eu e a Gaby. E eu já tava precisando dar uma foda, meu sogro tinha me deixado com tesão só de olhar pra ele. Então, no quarto, chupei o pau do meu namorado e me entreguei. Ele meteu muito bem, não comia mal, tinha uma rola que dava pra sentir. Mas as gozadas eram muito curtas, de uns 15 minutos. Na primeira vez, ele gozou tudo na minha boca e descansou um pouco. Depois, eu fiz ele ficar duro de novo. Ele me comeu de quatro, mas forte, eu gemia pra caralho até que, de novo, ele gozou na minha boca enquanto eu tava de quatro. Mas ele nunca percebeu que eu não gozei nenhuma vez. Ele ficou cansado na cama, e eu levantei e fui pro banheiro só de tanguinha preta. Como estávamos sozinhos, não tinha problema. Mas a questão é que eu tava no banheiro me olhando no espelho, quando sinto alguém entrar. Olho e era meu sogro, pelado. Ele me viu e pediu desculpas. Eu fiquei vermelha e pedi desculpa também, falei que não sabia que ele tinha voltado. Ele disse: "Quis te avisar, mas vocês estavam muito ocupados". Aí eu percebi que, enquanto eu tava dando pro Gaby, ele chegou e ouviu meus gemidos. Fiquei com mais vergonha ainda. Mas nenhum dos dois se cobriu. Eu senti que ele me olhou de cima a baixo, e eu só queria me mostrar, já que a transa tinha sido pensando nele. Aí paramos de conversar e cada um foi pro seu quarto. Passaram-se semanas e meses, e cada vez mais meu sogro me deixava com tesão. E com meu namorado, eu não me satisfazia como deveria. De vez em quando, eu gozava ou me masturbava pra terminar. Um dia, a Gaby me falou que ia com os amigos jogar futebol e comer. Eu fiquei meio puta porque a gente ia sair naquele dia. Tava na minha casa quando meu sogro me ligou, perguntando pela Gaby, que não tava atendendo as ligações dele. Eu falei que ela tava com os amigos. Ele perguntou: "Te deixou sozinha?" "Sim", eu disse, "a gente ia tomar alguma coisa, mas cancelou tudo". Aí meu sogro falou: "Vou passar aí pra te buscar, a gente toma alguma coisa e espera a Gaby em casa". "Tá bom", eu falei, e me vesti meio de puta. ,thong brilhante branco com saia justa high bem apertada no corpo e bem curta e uma camiseta rosinha bem. Apertada, cabelo solto e óculos grandes de descanso, adoro os óculos, me faz parecer mais putinha, então passei pra buscar ele, subi no carro, ele me cumprimentou e disse que eu tava muito gostosa, fiquei vermelha, agradeci, e fomos pro rio. Tomamos uma cerveja e o álcool começou a subir na cabeça, já tava mais solta, me sentei no carro na frente dele sem me preocupar se tava aparecendo a calcinha, entre risadas ele fala "tapa isso que tá aparecendo a calcinha", olhei e tava aparecendo tudo, falei "não é calcinha, é uma thong", aí ele responde "igual à daquela vez que te encontrei no banheiro", falei "menor e mais bonita ainda", ele só ria e fala "não sou de pau mole", e eu, com a boca solta, falei "eu também não sou", e sem pensar soltei "e com esse pau duro que você tá, pior ainda", ele me olhou e falou "o que te deixa com tesão sou eu?" respondi que sim com a cabeça e falei "muito", e eu tava muito atrevida, então fiquei de quatro no banco do carro e me aproximei da boca dele e a gente se beijou de língua, que gostoso que ele beijava, e enquanto me beijava, levantou minha saia e começou a apalpar minha bunda e a olhar, eu logo peguei no volume dele, tava durasso e dava pra ver que era bem grande, a gente parou de se beijar e, mordendo meus lábios, eu olhava pra ele e falava que tava com muito tesão, e fui desabotoando a calça jeans dele, quando peguei e tirei pra fora, era bem grande mesmo, nada a ver com a do filho dele, óbvio que chupei ele, e da minha thong tirei uma camisinha e coloquei, que lindo ver aquela rola grande com a camisinha, a gente saiu do carro, ele com a rola toda dura e eu com a saia levantada, ali debaixo do carro a gente se beijou, ele apalpou muito minha bundinha enquanto eu batia uma pra ele, abri a porta de trás e fiquei de quatro, ele chupou um pouco minha bundinha deixando bem molhada até eu sentir a cabeça dele querendo entrar, custou por causa da grossura da cabeça até que entrou e ele meteu, a gente gemeu Ambos, ele me dizia: "Como você tá linda, meu amor". "Você também, minha vida", eu respondia. Ele começou a me comer e, em 5 minutos, me fez gozar gostoso — o que o filho dele não conseguia fazer, ele conseguiu em só 5 minutos. Gemi pra caralho e ele continuou. Era um touro me fodendo, eu só gemia e aguentava as investidas fortes e profundas dele, até que me fez chegar ao segundo gozo. Minhas pernas tremiam. Mudamos de posição: eu sentei por cima. Ali ele me fez sentir tudo, eu quicava no pau dele, gemia muito, abraçava ele e a gente se beijava. Ele me virou de costas pra ele, sentada, me comeu muito e falava um monte de coisas. E me dizia: "Você tem que ficar comigo, não com o idiota do meu filho". E, gritando e gemendo, eu disse pra ele me pedir. E, me comendo mais forte, ele falou: "Quer ser minha mulher, sua puta?" E eu, como pude, respondi que sim, sim, sim, sim — tô afim de você desde o primeiro dia. E por causa do pedido, ele me fez gozar mais uma vez, e ele não se segurou mais. Me deitou no banco, subiu em cima de mim, na minha cara, tirou a camisinha, passou na minha cara e batia com o pau no meu rosto. Enfiou na minha boca, chupei, e ele começou a se masturbar e jorrou um monte de porra na minha cara, na minha boca, no meu cabelo, até no painel da porta do carro gozou. Eu soltei a puta que há em mim e falei: "Filho da puta, que porra gostosa, meu amor", enquanto passava a língua nos lábios. Aquela noite ele me comeu no carro. O Gaby me ligou, mas não atendi até o dia seguinte. Ele me levou em casa, a gente se despediu, e durante a semana a gente se via duas vezes, a noite inteira. Com o Gaby eu transava, mas não curtia, nem queria. Fiquei assim um mês, mais ou menos, até que falei pro Gaby que não dava mais, que eu me apaixonei pelo pai dele. Ele não podia acreditar. Pedi desculpas, mas falei que me apaixonei e que ele me entendesse. Com o tempo, ele aceitou. Eu ia na casa dele mais vezes, via que eu ia dormir com o pai dele e até sentia o pai me comendo. Tentava não gemer, mas com um pedaço daquele e um homem daquele, era impossível. Via meu ex toda manhã, mas nunca mais rolou nada com ele. Não precisava, já tava muito satisfeita. bem atendida, ainda mais com um coroa tarado que queria meter na minha bucetinha toda hora. minha bundinha pequena aguentava bem aquele pedaço de carne. foi assim que virei madrasta do meu ex.
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