Passaram uns 4 dias que não respondi as mensagens do José e nem saí de casa pra não dar de cara com ele, até que uma noite ele me manda uma mensagem curta dizendo "meia-noite tô na sua casa". Eu não respondi, mas me preparei pra aquela noite, acontecesse ou não, se ele realmente aparecesse. Coloquei meu filho pra dormir cedo, tomei banho, aparei um pouco os pelos da minha buceta, vesti uma roupa sexy por baixo do meu robe de dormir, mas dessa vez era mais fácil de tirar. Já toda pronta, sentada na sala da minha casa esperando o José chegar, passaram das 9, das 10, das 11, já era meia-noite e eu já tava meio decepcionada e puta por ele ter me deixado toda arrumada. Mas quando eu ia indo pro meu quarto, a campainha tocou duas vezes. Quando abri a porta, o José me jogou contra a parede e começou a beijar meu pescoço enquanto me agarrava as nádegas e apertava tudo. Eu não aguentava mais um segundo e puxei ele pro meu rosto pra começar a nos beijar. Dava pra sentir a língua dele brincando com a minha enquanto as mãos dele apertavam minha bunda e ele dava uns tapinhas, junto com mordidas nos lábios. Eu não aguentava mais, tava excitadíssima. Então tirei a camiseta dele e ele fez o mesmo comigo. Ainda de pé, estávamos semidespidos: ele com o peito descoberto e eu só de lingerie.
Voltamos a nos beijar, mas agora o José descia até meus peitos e os beijava com pequenas mordidas enquanto me apertava cada vez mais contra a parede. Eu sentia todo o abdômen nu dele e passava minhas mãos por suas costas musculosas. O José ficava me beijando, beijando os bicos dos meus peitos sem tirar o braço, até que abaixou o corpo um pouco e me levantou, se colocando entre minhas pernas enquanto eu me agarrava no pescoço dele. Eu tava excitada e impressionada vendo a força que ele tinha pra me manter suspensa, via as veias dos braços e ombros dele saltadas, e sentia na minha buceta o volume do pau duro dele. Desculpa por ficar repetindo isso toda hora, mas eu não aguentava mais, tava tão molhada que sentia minha buceta babando e enquanto ele me beijava eu falei: me come logo.
Comigo ainda nos braços dele, o José me carregou até o sofá de casa e a gente se deitou ali. Agora ele me beijava a boca com tanta força que já adianto: terminei com o contorno dos lábios todo vermelho. Enquanto me beijava, eu sentia as mãos dele mexendo por fora da minha calcinha até que ele afastou ela de lado e começou a me masturbar com os dedos. Senti um dos dedos longos do José entrando e saindo de mim até que ele colocou outro e mais outro, até que eu tinha três dedos dentro de mim. Sentia ele mexendo e roçando todas as paredes da minha buceta, o que me fazia arquear as costas por todas as sensações que ativavam em mim.
A dedada, como o José chamava, não durou muito tempo porque logo depois que eu arqueei as costas ele falou: "que molhada você tá, mamãe", e se levantou pra descer a cara até minha buceta e começou a me chupar. Ele passava a língua inteira na minha buceta, descia até meu cu, chupava meus lábios e esticava eles com a própria boca. Eu tava me contorcendo de prazer, às vezes apertava meus próprios peitos ou enfiava mais a cabeça do José na minha buceta. O José me deixava louca, chupou minha buceta como nunca tinha chupado antes, adorava sentir a barba de poucos dias raspando do períneo até minha buceta. Clitóris e como às vezes com a língua ele penetrava um pouco meu interior, eu já estava chegando no meu ápice e sem perceber fechava um pouco as pernas apertando a cabeça do José que não dizia uma palavra, só passava a mão nas laterais das minhas pernas e as abria de novo pra continuar chupando. Eu tava cada vez mais perto do clímax, que explodiu quando ele começou a chupar meu clitóris do mesmo jeito que fazia com meus peitos. Antes de gozar, como única forma de abafar o grito de prazer que tava vindo, mordi uma almofada da cama pra ninguém me ouvir. Foi a melhor chupada de buceta que o José já tinha me dado até então, e a gozada mais gostosa e longa que eu já tive. A mistura de toda a vontade de dar que eu tava sentindo há dias com a boca poderosa do José produziu um orgasmo que me deixou fraca, mas ele não parou. Lembro que quando eu tava gozando, senti a mão dele masturbando meu clitóris e ele falando: "que gostosa, você gozando..." Quando parei de tremer do orgasmo, senti ele tirar a almofada do meu rosto, levantar minhas pernas e vi ele de novo por cima de mim, dizendo: "isso ainda não acabou" e me penetrou de uma vez. Eu, que ainda não tinha me recuperado do orgasmo, senti a pica grande do José entrar sem nenhum esforço e ele começou a meter. As metidas dele eram numa velocidade brutal que me fazia gritar, então segurei o rosto dele e pedi pra ir mais devagar. Ele diminuiu um pouco a intensidade, mas ainda era rápido. Sentia a pica toda do José entrando e saindo de mim enquanto as bolas dele batiam no meu cu. Nessa posição, eu tentava cobrir o rosto com os braços pra abafar os gritos, mas ele não deixava, me beijava toda hora, lambia meu pescoço e chupava meus mamilos. Eu tentava gemer mais baixo, mas as metidas misturadas com as chupadas nos meus peitos me deixaram louca e lembro de falar: "ai, mais forte, mais forte". Ouvindo isso, o José movia a barriga sem tirar a pica da minha buceta e colocou minhas pernas nos ombros dele e ele começa a me meter com uma força brutal, me fazia gemer e gemer até que sinto um tapa na cara, no começo não sabia pra onde olhar, mas depois ouço ele dizer: você gosta? Você gosta? Boom outro tapa, responde, não queria que te comesse, hein?? Responde???, aqueles tapas foram os primeiros da minha vida, mas ao ver ele se movendo todo suado, despenteado e com aquela voz tão masculina, eu amei, respondi: siiiim, siiiim, me fode, me fode. José não parava de me meter e gemer, sentir como saía e entrava aquela pica de uma vez, alargando minha buceta, era um prazer inexplicável, naquelas investidas, levantando o corpo dele sem ainda tirar a pica de dentro de mim, ele levanta minhas pernas e ficamos numa posição que eu sentia como se a pica dele estivesse tocando minha barriga, ele estava completamente ajoelhado no sofá com o abdômen reto enquanto abraçava minhas pernas que chegavam nos ombros dele, essa posição era um pouco estranha e dolorosa pra minha lombar, mas deliciosa pra minha buceta. Essa posição não durou mais de 10 metidas porque realmente tava doendo minhas costas, então José senta esticando as pernas dele pros meus lados e faz o mesmo com as minhas pernas, tenho que reforçar que a pica do José nunca saiu de dentro de mim, além dos microssegundos que eram pra me meter com força, então com as pernas um do outro nos lados e aguentando as metidas, entre gemidos e ver ele suado, me deu vontade de beijar ele e abraçar aquelas costas enormes, então pedi pra ele me beijar e ele ia fazer isso até que, ao se aproximar do meu rosto, me puxa pelas costas e ficamos cara a cara, e agora era eu que começava a pular na pica dele com a orientação dele, enquanto nos olhávamos, arrumávamos o cabelo um do outro e ríamos depois de nos beijar freneticamente.
Nem ideia do tempo que a gente passou naquela posição, mas eu já tava chegando no meu ápice, então comecei a pular mais forte nas pernas do José enquanto gemia e gemia. Com palavras entrecortadas, falei que tava quase gozando, mas essa foi a pior frase que soltei. Quando ele ouviu aquilo, disse: "Eu também já vou gozar, mamãe", e num movimento brusco me derrubou, ficando por cima de mim. Não sei como, mas eu já tava enrolando os braços nas costas dele e prendendo ele com minhas pernas, como se fosse uma luta — e era mesmo. Naquela posição, sentia a pica entrando, todo o peso do José em cima de mim, o cheiro de suor do corpo dele, os gemidos perto do meu rosto, e via na cara dele a força que tava fazendo pra me satisfazer. Lutei pra aguentar mais as investidas pra ele gozar primeiro, mas não aguentei.
Numa das estocadas brutais do José, cheguei ao ápice de novo. Senti uma sensação percorrer todo o meu corpo até perceber que tava gozando ainda com a pica dentro. Depois, vi que, por causa do orgasmo, tinha arranhado as costas todas dele, mas ele nem ligou. Bom, quando eu sentia que tava quase terminando de gozar, ele tira a pica e começa a balançar ela do lado de fora da minha buceta, fazendo espirrar gotas pra todo lado. Molhou a pica toda e, em seguida, começa a gozar também, com longos jorros de porra grossa e branca que caíram na minha barriga, acompanhados de gemidos. Depois de gozar, ainda com a mão na pica tirando até a última gota de sêmen, ele se aproxima do meu rosto com um sorriso e me dá um beijo, dizendo: "Agora já te recompensei pelo dia da piscina?" Eu só ri e beijei ele de volta. A gente tava se beijando apaixonadamente, mas ele se separa e fala: "Temos que nos limpar." Além de me enlouquecer a pica dele e o jeito que ele me comia, eu adorava como ele era carinhoso depois do sexo. Depois de um tempo, quando a agitação passou, ele se levantou do sofá e me ajudou a levantar. E lá estávamos nós dois, ele nu, eu nua, e a bagunça toda. completamente nu e eu ainda com o sutiã por baixo dos meus peitos, a calcinha não sei em que momento ele tirou, mas estava no chão perto da cueca dele. O pau dele todo babado e molhado, o corpo dele brilhando de suor, igual o rosto e o cabelo bagunçado. Já eu, além de estar coberta de suor, tinha marcas de chupões em todos os meus seios, o esperma do José escorrendo não só pela minha barriga, mas já tinha descido até a minha buceta. Assim, caminhamos até a cozinha pegar uns panos descartáveis pra nos limpar.
Na cozinha, começamos a nos limpar, cada um no seu corpo, mas de olho eu via o corpo do José todo suado, como ele passava o pano pela barriga até descer pro pau pra limpar e depois levantava pra passar o papel pelas bolas. Fiquei meio besta vendo o movimento do pau dele, aquele pau que tanto prazer me tinha dado há poucos minutos. Me deixei levar pelo desejo e, sem nem terminar de me limpar direito, me ajoelhei aos pés do José e, pegando no pau dele, falei: eu te ajudo. Comecei a chupar, mamar, ou como vocês chamam aí, começando pelas bolas até a ponta do pau dele. Aquele gosto e cheiro do pau dele me transformava numa puta. Tava adorando mamar aquele pau como se fosse um pirulito, parando de vez em quando pra masturbar ele, cheirar os pelos pubianos dele que estavam curtos, cheirar e lamber as bolas, lamber e beijar as dobras entre o pau e a perna que faziam cócegas nele, passar minha língua pelas linhas que iam da cintura até o pau formando aquele V que eu achava tão sexy. Tudo isso era um banquete pra mim e pra ele, que, encostado na ilha da cozinha, tentava afundar minha cabeça pra enfiar o pau inteiro quando eu chupava a cabecinha, e ele soltava uns gemidinhos sexy.
Já com uns minutos mamando o pau dele, ele fala: uffff, vem que vou te comer de novo. Aí ele me ajuda a levantar do chão, me beija por uns segundos e, me virando de costas pra ele, me empurra contra a ilha. Meus peitos tocavam a ilha fria. enquanto minha bunda tava levantada pra ele. José não perdeu tempo, me virou e me posicionou do jeito que queria, cuspiu na própria pica e enfiou sem nenhuma preliminar, assim começamos de novo com as estocadas. Ele me penetrava tão forte que o choque dos nossos corpos ecoava pela casa toda, junto com os tapas na minha bunda e nossos gemidos, criando uma cena que dava pra ouvir nos motéis mais baratos. As estocadas continuaram, enquanto de vez em quando ele me puxava pelo cabelo pra trás pra me beijar e dizer que ama minha bunda e que nunca se cansaria de mim. Eu respondia beijando ele e pedindo mais forte, mais forte. A frequência das estocadas era constante, ele até levantou uma das minhas pernas na bancada da ilha, não sei se pra enterrar a pica mais fundo, mas era assim que eu sentia, e mesmo assim eu tava encantada e satisfeita com aquela pica enorme entrando e saindo. Tinha estocadas que me davam sensações tão fortes que eu só olhava pro material da ilha ou pra porta dos quartos pra não gritar tão alto. Mas como nem tudo é sorte, e como sou mãe morando com um filho, vejo que durante uma estocada a porta do quarto abre e meu filho sai ainda sonolento. Assustada, falei pro José parar, e ele parou na hora, saindo de cima de mim. Levantei o abdômen, virei rápido e mandei ele se abaixar pra meu filho não ver. Ele se abaixou e, fazendo mímica, me disse pra ir até meu filho. Eu, assustada e meio nervosa, andei tapando o que dava do meu corpo nu, fui até ele e perguntei o que tinha acontecido. Ele, ainda meio dormindo, me disse que tava com sede e que teve um pesadelo. Então voltei pra cozinha, peguei um copo d'água e mandei ele voltar pra cama. José, quando me viu voltar pra onde ele tava, sorriu pra mim e eu, sussurrando, falei pra ele ir pro quarto e me esperar quando ouvisse a porta fechar. Ver ele sentado ali, nu, com a pica meio dura, me deu uma graça e me fez pensar que nem na minha adolescência nem no meu casamento eu tinha passado por tanta coisa. emoções como eu estava passando com o José. Enquanto caminhava para o quarto do meu filho, virei para o móvel onde tinha tido 2 dos meus maiores orgasmos e vi tudo, como no tecido se formavam duas poças de umidade em lugares diferentes e como a forma das minhas costas estava marcada pelo suor, só ri e entrei no quarto com meu filho. Ao entrar no quarto, peguei uma toalha de banho e me enrolei nela para não ficar nua na frente do meu filho, em seguida deitei ele para dormir, mas ele não dormia de jeito nenhum, me sentia estranha estando nua, suada, despenteada e recém-comida como o José dizia, na frente do meu filho pequeno, estava inquieta, mas assim que ele dormiu, saí do quarto de volta nua em busca do meu negão. Ao sair, assim que virei o rosto depois de fechar a porta bem devagar, vejo ele parado comendo uma banana na cozinha, me aproximo e sem dizer nada, me ajoelho e pego o pau mole dele para começar a chupar de novo, senti na minha boca como a cada passada de língua e chupada ele ia ficando cada vez mais duro, adorava chupar o pau do José mole para sentir essa sensação na minha boca. Quando já estava completamente duro, ele abaixa o rosto para me dar um beijo e me levantar do chão, me levantou e me colocou em cima da ilha com as pernas abertas para se posicionar entre elas e começar a me foder, ele me comia como ator pornô, e eu estava encantada sentindo o pau dele, sentindo como ele chupava meus peitos e como me beijava, eu estava fora de mim. Lembro de gemer gritando pedindo mais forte e mais forte, até sentir como ele me agarrava pelo pescoço e começava a me foder cada vez mais forte. Daí lembro que ele se separou de mim e me puxou pelo braço para me levar até o móvel, me colocar de quatro e começar a me foder com tapas fortes na minha bunda, puxões de cabelo que faziam minhas costas se arquear e mordidas nas minhas costas, não sei quanto tempo durou, mas lembro de sentir como ele enfiou um dedo no meu cu e que no começo doeu, mas depois de alguns segundos com o dedo dele me penetrando, comecei a gostar da sensação e pedi pra ele me comer no meu cu, não sei se o José me disse algo, mas só lembro de sentir o pau inteiro dele no meu cu na primeira enfiada e como doeu e ardeu. Foi uma dor insuportável, só me levantei dizendo que tava doendo muito e segurei meu cu. Quando vi o José, percebi que ele tava de camisinha, não sei quando ele colocou, mas foi com ela que ele meteu o pau no meu cu. Me vendo toda dolorida, o José assustado pergunta: "Tá doendo muito? Melhor parar por aqui." Quando ouvi a última frase, agarrei ele e sentei no sofá, depois montei em cima dele e, com uma mão no ombro dele, tirei a camisinha e enfiei o pau dele na minha buceta eu mesma. Sentir aquele pau enorme no pelo não tinha comparação. Agora eu sendo a dominante no sexo, comecei a pular do meu jeito. O José chupava meus peitos, passava a língua no meu pescoço, mas eu tava tão apaixonada pelo pau dele que só me importava em pular mais devagar ou mais rápido pra enfiar mais e mais o pau dele. Sentia o José batendo na minha bunda e gemendo "que gostosa, que gostosa". Eu tava num vai e vem de emoções e sensações, lembro como aos poucos fui sentindo aquela sensação de chegar ao orgasmo, de novo me agarrei no pescoço do José enquanto quicava mais forte no pau dele, até que senti que desmaiei de prazer e só me joguei de lado no móvel, com as pernas tremendo e gozando. Lembro de não perder totalmente a consciência, mas estar meio tonta enquanto o José aproximava o rosto do meu, preocupado se eu tava bem. Eu agarrei a cara dele e beijei ele por um bom tempo. Depois de um tempo separando nossos lábios, ele diz: "Gozei dentro de você, tava te falando mas você não me ouvia." Ao ouvir isso, a única coisa que fiz foi descer a mão na minha buceta e fazer aquele esperma sair nos meus dedos, e passei eles por toda a parte de fora da minha buceta. O José riu e disse: "Você me deixa duro só de te ver." Fiquei deitada por um tempo com minha perna em cima das pernas do José, enquanto ele percorria minhas pernas com as mãos. Mano, a gente conversou sobre várias coisas, uma delas foi que ele me perguntou se eu ainda não tava brava. Eu falei que não, e ele, de um jeito tarado que eu adorava, pegou na minha teta e disse: "Se você esperar uns minutos, a gente pode transar de novo". Eu já conhecia a capacidade dele de me foder, então não me surpreendeu, só me deu graça a disposição dele e a sinceridade em ser tão safado. Eu, ainda deitada, dei risada e falei: "A gente vê depois, agora é hora de tomar banho". No banheiro, começamos a nos ensaboar um ao outro, nos beijando de vez em quando. José apertava meus peitos e amassava minha bunda enquanto eu ensaboava as bolas dele e o pau dele. Quando terminamos de tomar banho e estávamos nos secando, o pau dele já tava duro de novo, encostando na minha buceta. Eu fingi que não tava percebendo as intenções dele e senti o José me levantar no colo e falar: "Vamos pro quarto, você vai ser minha de novo", dando um tapa forte na minha bunda que me fez vibrar. Ele me carregou no colo do banheiro até minha cama, eu completamente pelada igual ele. Lá, ele me jogou na cama e logo pulou em cima de mim.
Em cima de mim, começou a me beijar apaixonadamente até que senti o pau dele entrar na minha buceta e começou um vai e vem de estocadas, não me deu tempo nem de ajustar minhas próprias pernas, era ele quem me guiava, pegava e posicionava minhas pernas onde ele queria. Eu estava num transe de sensações, não sei se eu gemia, gritava, pedia mais forte, mais devagar, só lembro que o José, de vez em quando, se afastava e tirava o pau de dentro de mim pra cuspir na minha buceta e voltava a me penetrar com a força que era a marca dele. Ele ficou um tempão em cima de mim me fodendo do jeito que queria até que, se separando de mim, me mandou ficar de quatro, mas antes que eu me mexesse, ele me pegou pela cintura, me virou e deixou minha bunda à vista dele. Lembro de sentir ele se levantar da cama e, de pé com as pernas abertas ao lado das minhas, começou a me penetrar. Era uma sensação nova pra mim; das vezes que a gente tinha feito de quatro, eu sentia as pernas dele batendo na minha bunda, mas agora só sentia o pau dele entrando e as bolas batendo em mim enquanto ele me puxava pelo cabelo pra trás com uma mão e com a outra segurava minha cintura. Eu ouvia os gemidos dele e sentia como o pau dele, naquela posição, tocava as paredes da minha buceta como nunca tinha sentido antes. Foi uma sensação tão gostosa que daí só lembro de quando gozei enquanto ele ainda me penetrava. Depois de mais algumas estocadas, ele gozou dentro de mim, senti ele disparar os jatos de porra lá dentro e eu amei. Não sei em que momento minha mente apagou, que daí só lembro de um instante em que recobrei os sentidos e vi o José limpando meu corpo com um pano. Quando me viu, ele se aproximou e me beijou, e eu, como sempre, correspondi. A verdade é que eu já não aguentava mais, sentia minha buceta quente e irritada de tanto pau, mas por um impulso inexplicável, enquanto a gente se beijava, eu peguei no pau do José e comecei a masturbá-lo até deixar ele duro de novo e abaixei minha cabeça até... chupar a cock dele, o sabor era e é inexplicável, uma mistura de gosto que me deixava louca e despertava minha parte mais fogosa, chupei ele como antes todo o comprimento dele, as bolas, a glande enfiando a ponta da língua no furinho dele e sugando sempre que podia pra ouvir os gemidos do jose e sentir como ele afundava mais e mais minha cabeça na cock dele, jose não durou muito, compreensivelmente, já que a gente tinha transado não fazia muito tempo, mas mesmo assim me presenteou com uns jatos gostosos de porra que engoli tudo. Jose tava deitado com o corpo suado do meu lado quando soltei minha boca da cock dele e com um sorriso vibrante ele fala: uffa, que noite. Eu olhando ele pelado e suado me deitei no peito dele com a mão no tanquinho que eu nunca cansava de tocar, enquanto ele me envolvia com o braço esquerdo e com o direito dava uns tapas na minha bunda. Daí não sei em que momento a gente dormiu, mas meu filho me acordou pedindo comida, eu ainda desorientada e com a sensação de dor no corpo, reajo de repente ao ver meu filho no mesmo quarto onde tinha transado com jose e ainda mais estando eu completamente pelada, virei o rosto e vi que jose ainda tava dormindo do meu lado com o corpo nu e sem nada cobrindo ele. Na hora puxei um pouco do lençol da cama pro corpo do jose pra não aparecer a cock dele e me levantei pra tirar meu filho do quarto. Quando saí vi que as roupas do jose e as minhas ainda estavam no chão, então sentei meu filho com a televisão ligada, fui catar as roupas e coloquei no meu quarto. Depois de um tempo já levantada e preparando o café da manhã ainda nervosa se meu filho tinha visto o jose no quarto, ele saiu do quarto ainda sonolento, pelado e com a cock dele durona pra caralho indo pro banheiro, tava tão dormindo que só saiu, então tive que correr pro quarto, pegar a roupa dele e abrir o banheiro pra dar pra ele, jose tava mijando então falei pra ele se trocar que meu filho tava acordado. Daí pra encurtar, jose saiu trocado do banheiro quando Meu filho terminou de tomar café da manhã, a gente comeu junto se olhando de um jeito safado e, quando ele foi embora, a gente se beijou, enquanto ele apertava minha bunda. Depois desse encontro, a gente teve outros até que oficializamos nosso namoro. Sei que é estranho uma mulher mais velha e um jovem terem assumido um relacionamento, mas era só perante nossas famílias. Pros vizinhos e pros outros, a gente era só amigo. Também te conto que meu filho mais novo não lembra das interrupções constantes dele nem das visitas do José em casa.
Pra terminar essa história, conto pra vocês que meu relacionamento com o José durou 3 anos. A gente trepava como vocês não têm ideia, experimentamos coisas novas, transamos com meus dois filhos em casa, em viagens junto com eles, visitamos uma porrada de hotéis e motéis. A foda com ele nunca foi sem graça, mas tudo acabou quando ele voltou pro país natal dele e eu fiquei aqui na Espanha. Espero que tenham gostado dessa história. Dessa vez, deixem suas recomendações aí... xD
Voltamos a nos beijar, mas agora o José descia até meus peitos e os beijava com pequenas mordidas enquanto me apertava cada vez mais contra a parede. Eu sentia todo o abdômen nu dele e passava minhas mãos por suas costas musculosas. O José ficava me beijando, beijando os bicos dos meus peitos sem tirar o braço, até que abaixou o corpo um pouco e me levantou, se colocando entre minhas pernas enquanto eu me agarrava no pescoço dele. Eu tava excitada e impressionada vendo a força que ele tinha pra me manter suspensa, via as veias dos braços e ombros dele saltadas, e sentia na minha buceta o volume do pau duro dele. Desculpa por ficar repetindo isso toda hora, mas eu não aguentava mais, tava tão molhada que sentia minha buceta babando e enquanto ele me beijava eu falei: me come logo.Comigo ainda nos braços dele, o José me carregou até o sofá de casa e a gente se deitou ali. Agora ele me beijava a boca com tanta força que já adianto: terminei com o contorno dos lábios todo vermelho. Enquanto me beijava, eu sentia as mãos dele mexendo por fora da minha calcinha até que ele afastou ela de lado e começou a me masturbar com os dedos. Senti um dos dedos longos do José entrando e saindo de mim até que ele colocou outro e mais outro, até que eu tinha três dedos dentro de mim. Sentia ele mexendo e roçando todas as paredes da minha buceta, o que me fazia arquear as costas por todas as sensações que ativavam em mim.
A dedada, como o José chamava, não durou muito tempo porque logo depois que eu arqueei as costas ele falou: "que molhada você tá, mamãe", e se levantou pra descer a cara até minha buceta e começou a me chupar. Ele passava a língua inteira na minha buceta, descia até meu cu, chupava meus lábios e esticava eles com a própria boca. Eu tava me contorcendo de prazer, às vezes apertava meus próprios peitos ou enfiava mais a cabeça do José na minha buceta. O José me deixava louca, chupou minha buceta como nunca tinha chupado antes, adorava sentir a barba de poucos dias raspando do períneo até minha buceta. Clitóris e como às vezes com a língua ele penetrava um pouco meu interior, eu já estava chegando no meu ápice e sem perceber fechava um pouco as pernas apertando a cabeça do José que não dizia uma palavra, só passava a mão nas laterais das minhas pernas e as abria de novo pra continuar chupando. Eu tava cada vez mais perto do clímax, que explodiu quando ele começou a chupar meu clitóris do mesmo jeito que fazia com meus peitos. Antes de gozar, como única forma de abafar o grito de prazer que tava vindo, mordi uma almofada da cama pra ninguém me ouvir. Foi a melhor chupada de buceta que o José já tinha me dado até então, e a gozada mais gostosa e longa que eu já tive. A mistura de toda a vontade de dar que eu tava sentindo há dias com a boca poderosa do José produziu um orgasmo que me deixou fraca, mas ele não parou. Lembro que quando eu tava gozando, senti a mão dele masturbando meu clitóris e ele falando: "que gostosa, você gozando..." Quando parei de tremer do orgasmo, senti ele tirar a almofada do meu rosto, levantar minhas pernas e vi ele de novo por cima de mim, dizendo: "isso ainda não acabou" e me penetrou de uma vez. Eu, que ainda não tinha me recuperado do orgasmo, senti a pica grande do José entrar sem nenhum esforço e ele começou a meter. As metidas dele eram numa velocidade brutal que me fazia gritar, então segurei o rosto dele e pedi pra ir mais devagar. Ele diminuiu um pouco a intensidade, mas ainda era rápido. Sentia a pica toda do José entrando e saindo de mim enquanto as bolas dele batiam no meu cu. Nessa posição, eu tentava cobrir o rosto com os braços pra abafar os gritos, mas ele não deixava, me beijava toda hora, lambia meu pescoço e chupava meus mamilos. Eu tentava gemer mais baixo, mas as metidas misturadas com as chupadas nos meus peitos me deixaram louca e lembro de falar: "ai, mais forte, mais forte". Ouvindo isso, o José movia a barriga sem tirar a pica da minha buceta e colocou minhas pernas nos ombros dele e ele começa a me meter com uma força brutal, me fazia gemer e gemer até que sinto um tapa na cara, no começo não sabia pra onde olhar, mas depois ouço ele dizer: você gosta? Você gosta? Boom outro tapa, responde, não queria que te comesse, hein?? Responde???, aqueles tapas foram os primeiros da minha vida, mas ao ver ele se movendo todo suado, despenteado e com aquela voz tão masculina, eu amei, respondi: siiiim, siiiim, me fode, me fode. José não parava de me meter e gemer, sentir como saía e entrava aquela pica de uma vez, alargando minha buceta, era um prazer inexplicável, naquelas investidas, levantando o corpo dele sem ainda tirar a pica de dentro de mim, ele levanta minhas pernas e ficamos numa posição que eu sentia como se a pica dele estivesse tocando minha barriga, ele estava completamente ajoelhado no sofá com o abdômen reto enquanto abraçava minhas pernas que chegavam nos ombros dele, essa posição era um pouco estranha e dolorosa pra minha lombar, mas deliciosa pra minha buceta. Essa posição não durou mais de 10 metidas porque realmente tava doendo minhas costas, então José senta esticando as pernas dele pros meus lados e faz o mesmo com as minhas pernas, tenho que reforçar que a pica do José nunca saiu de dentro de mim, além dos microssegundos que eram pra me meter com força, então com as pernas um do outro nos lados e aguentando as metidas, entre gemidos e ver ele suado, me deu vontade de beijar ele e abraçar aquelas costas enormes, então pedi pra ele me beijar e ele ia fazer isso até que, ao se aproximar do meu rosto, me puxa pelas costas e ficamos cara a cara, e agora era eu que começava a pular na pica dele com a orientação dele, enquanto nos olhávamos, arrumávamos o cabelo um do outro e ríamos depois de nos beijar freneticamente.
Nem ideia do tempo que a gente passou naquela posição, mas eu já tava chegando no meu ápice, então comecei a pular mais forte nas pernas do José enquanto gemia e gemia. Com palavras entrecortadas, falei que tava quase gozando, mas essa foi a pior frase que soltei. Quando ele ouviu aquilo, disse: "Eu também já vou gozar, mamãe", e num movimento brusco me derrubou, ficando por cima de mim. Não sei como, mas eu já tava enrolando os braços nas costas dele e prendendo ele com minhas pernas, como se fosse uma luta — e era mesmo. Naquela posição, sentia a pica entrando, todo o peso do José em cima de mim, o cheiro de suor do corpo dele, os gemidos perto do meu rosto, e via na cara dele a força que tava fazendo pra me satisfazer. Lutei pra aguentar mais as investidas pra ele gozar primeiro, mas não aguentei.Numa das estocadas brutais do José, cheguei ao ápice de novo. Senti uma sensação percorrer todo o meu corpo até perceber que tava gozando ainda com a pica dentro. Depois, vi que, por causa do orgasmo, tinha arranhado as costas todas dele, mas ele nem ligou. Bom, quando eu sentia que tava quase terminando de gozar, ele tira a pica e começa a balançar ela do lado de fora da minha buceta, fazendo espirrar gotas pra todo lado. Molhou a pica toda e, em seguida, começa a gozar também, com longos jorros de porra grossa e branca que caíram na minha barriga, acompanhados de gemidos. Depois de gozar, ainda com a mão na pica tirando até a última gota de sêmen, ele se aproxima do meu rosto com um sorriso e me dá um beijo, dizendo: "Agora já te recompensei pelo dia da piscina?" Eu só ri e beijei ele de volta. A gente tava se beijando apaixonadamente, mas ele se separa e fala: "Temos que nos limpar." Além de me enlouquecer a pica dele e o jeito que ele me comia, eu adorava como ele era carinhoso depois do sexo. Depois de um tempo, quando a agitação passou, ele se levantou do sofá e me ajudou a levantar. E lá estávamos nós dois, ele nu, eu nua, e a bagunça toda. completamente nu e eu ainda com o sutiã por baixo dos meus peitos, a calcinha não sei em que momento ele tirou, mas estava no chão perto da cueca dele. O pau dele todo babado e molhado, o corpo dele brilhando de suor, igual o rosto e o cabelo bagunçado. Já eu, além de estar coberta de suor, tinha marcas de chupões em todos os meus seios, o esperma do José escorrendo não só pela minha barriga, mas já tinha descido até a minha buceta. Assim, caminhamos até a cozinha pegar uns panos descartáveis pra nos limpar.
Na cozinha, começamos a nos limpar, cada um no seu corpo, mas de olho eu via o corpo do José todo suado, como ele passava o pano pela barriga até descer pro pau pra limpar e depois levantava pra passar o papel pelas bolas. Fiquei meio besta vendo o movimento do pau dele, aquele pau que tanto prazer me tinha dado há poucos minutos. Me deixei levar pelo desejo e, sem nem terminar de me limpar direito, me ajoelhei aos pés do José e, pegando no pau dele, falei: eu te ajudo. Comecei a chupar, mamar, ou como vocês chamam aí, começando pelas bolas até a ponta do pau dele. Aquele gosto e cheiro do pau dele me transformava numa puta. Tava adorando mamar aquele pau como se fosse um pirulito, parando de vez em quando pra masturbar ele, cheirar os pelos pubianos dele que estavam curtos, cheirar e lamber as bolas, lamber e beijar as dobras entre o pau e a perna que faziam cócegas nele, passar minha língua pelas linhas que iam da cintura até o pau formando aquele V que eu achava tão sexy. Tudo isso era um banquete pra mim e pra ele, que, encostado na ilha da cozinha, tentava afundar minha cabeça pra enfiar o pau inteiro quando eu chupava a cabecinha, e ele soltava uns gemidinhos sexy.
Já com uns minutos mamando o pau dele, ele fala: uffff, vem que vou te comer de novo. Aí ele me ajuda a levantar do chão, me beija por uns segundos e, me virando de costas pra ele, me empurra contra a ilha. Meus peitos tocavam a ilha fria. enquanto minha bunda tava levantada pra ele. José não perdeu tempo, me virou e me posicionou do jeito que queria, cuspiu na própria pica e enfiou sem nenhuma preliminar, assim começamos de novo com as estocadas. Ele me penetrava tão forte que o choque dos nossos corpos ecoava pela casa toda, junto com os tapas na minha bunda e nossos gemidos, criando uma cena que dava pra ouvir nos motéis mais baratos. As estocadas continuaram, enquanto de vez em quando ele me puxava pelo cabelo pra trás pra me beijar e dizer que ama minha bunda e que nunca se cansaria de mim. Eu respondia beijando ele e pedindo mais forte, mais forte. A frequência das estocadas era constante, ele até levantou uma das minhas pernas na bancada da ilha, não sei se pra enterrar a pica mais fundo, mas era assim que eu sentia, e mesmo assim eu tava encantada e satisfeita com aquela pica enorme entrando e saindo. Tinha estocadas que me davam sensações tão fortes que eu só olhava pro material da ilha ou pra porta dos quartos pra não gritar tão alto. Mas como nem tudo é sorte, e como sou mãe morando com um filho, vejo que durante uma estocada a porta do quarto abre e meu filho sai ainda sonolento. Assustada, falei pro José parar, e ele parou na hora, saindo de cima de mim. Levantei o abdômen, virei rápido e mandei ele se abaixar pra meu filho não ver. Ele se abaixou e, fazendo mímica, me disse pra ir até meu filho. Eu, assustada e meio nervosa, andei tapando o que dava do meu corpo nu, fui até ele e perguntei o que tinha acontecido. Ele, ainda meio dormindo, me disse que tava com sede e que teve um pesadelo. Então voltei pra cozinha, peguei um copo d'água e mandei ele voltar pra cama. José, quando me viu voltar pra onde ele tava, sorriu pra mim e eu, sussurrando, falei pra ele ir pro quarto e me esperar quando ouvisse a porta fechar. Ver ele sentado ali, nu, com a pica meio dura, me deu uma graça e me fez pensar que nem na minha adolescência nem no meu casamento eu tinha passado por tanta coisa. emoções como eu estava passando com o José. Enquanto caminhava para o quarto do meu filho, virei para o móvel onde tinha tido 2 dos meus maiores orgasmos e vi tudo, como no tecido se formavam duas poças de umidade em lugares diferentes e como a forma das minhas costas estava marcada pelo suor, só ri e entrei no quarto com meu filho. Ao entrar no quarto, peguei uma toalha de banho e me enrolei nela para não ficar nua na frente do meu filho, em seguida deitei ele para dormir, mas ele não dormia de jeito nenhum, me sentia estranha estando nua, suada, despenteada e recém-comida como o José dizia, na frente do meu filho pequeno, estava inquieta, mas assim que ele dormiu, saí do quarto de volta nua em busca do meu negão. Ao sair, assim que virei o rosto depois de fechar a porta bem devagar, vejo ele parado comendo uma banana na cozinha, me aproximo e sem dizer nada, me ajoelho e pego o pau mole dele para começar a chupar de novo, senti na minha boca como a cada passada de língua e chupada ele ia ficando cada vez mais duro, adorava chupar o pau do José mole para sentir essa sensação na minha boca. Quando já estava completamente duro, ele abaixa o rosto para me dar um beijo e me levantar do chão, me levantou e me colocou em cima da ilha com as pernas abertas para se posicionar entre elas e começar a me foder, ele me comia como ator pornô, e eu estava encantada sentindo o pau dele, sentindo como ele chupava meus peitos e como me beijava, eu estava fora de mim. Lembro de gemer gritando pedindo mais forte e mais forte, até sentir como ele me agarrava pelo pescoço e começava a me foder cada vez mais forte. Daí lembro que ele se separou de mim e me puxou pelo braço para me levar até o móvel, me colocar de quatro e começar a me foder com tapas fortes na minha bunda, puxões de cabelo que faziam minhas costas se arquear e mordidas nas minhas costas, não sei quanto tempo durou, mas lembro de sentir como ele enfiou um dedo no meu cu e que no começo doeu, mas depois de alguns segundos com o dedo dele me penetrando, comecei a gostar da sensação e pedi pra ele me comer no meu cu, não sei se o José me disse algo, mas só lembro de sentir o pau inteiro dele no meu cu na primeira enfiada e como doeu e ardeu. Foi uma dor insuportável, só me levantei dizendo que tava doendo muito e segurei meu cu. Quando vi o José, percebi que ele tava de camisinha, não sei quando ele colocou, mas foi com ela que ele meteu o pau no meu cu. Me vendo toda dolorida, o José assustado pergunta: "Tá doendo muito? Melhor parar por aqui." Quando ouvi a última frase, agarrei ele e sentei no sofá, depois montei em cima dele e, com uma mão no ombro dele, tirei a camisinha e enfiei o pau dele na minha buceta eu mesma. Sentir aquele pau enorme no pelo não tinha comparação. Agora eu sendo a dominante no sexo, comecei a pular do meu jeito. O José chupava meus peitos, passava a língua no meu pescoço, mas eu tava tão apaixonada pelo pau dele que só me importava em pular mais devagar ou mais rápido pra enfiar mais e mais o pau dele. Sentia o José batendo na minha bunda e gemendo "que gostosa, que gostosa". Eu tava num vai e vem de emoções e sensações, lembro como aos poucos fui sentindo aquela sensação de chegar ao orgasmo, de novo me agarrei no pescoço do José enquanto quicava mais forte no pau dele, até que senti que desmaiei de prazer e só me joguei de lado no móvel, com as pernas tremendo e gozando. Lembro de não perder totalmente a consciência, mas estar meio tonta enquanto o José aproximava o rosto do meu, preocupado se eu tava bem. Eu agarrei a cara dele e beijei ele por um bom tempo. Depois de um tempo separando nossos lábios, ele diz: "Gozei dentro de você, tava te falando mas você não me ouvia." Ao ouvir isso, a única coisa que fiz foi descer a mão na minha buceta e fazer aquele esperma sair nos meus dedos, e passei eles por toda a parte de fora da minha buceta. O José riu e disse: "Você me deixa duro só de te ver." Fiquei deitada por um tempo com minha perna em cima das pernas do José, enquanto ele percorria minhas pernas com as mãos. Mano, a gente conversou sobre várias coisas, uma delas foi que ele me perguntou se eu ainda não tava brava. Eu falei que não, e ele, de um jeito tarado que eu adorava, pegou na minha teta e disse: "Se você esperar uns minutos, a gente pode transar de novo". Eu já conhecia a capacidade dele de me foder, então não me surpreendeu, só me deu graça a disposição dele e a sinceridade em ser tão safado. Eu, ainda deitada, dei risada e falei: "A gente vê depois, agora é hora de tomar banho". No banheiro, começamos a nos ensaboar um ao outro, nos beijando de vez em quando. José apertava meus peitos e amassava minha bunda enquanto eu ensaboava as bolas dele e o pau dele. Quando terminamos de tomar banho e estávamos nos secando, o pau dele já tava duro de novo, encostando na minha buceta. Eu fingi que não tava percebendo as intenções dele e senti o José me levantar no colo e falar: "Vamos pro quarto, você vai ser minha de novo", dando um tapa forte na minha bunda que me fez vibrar. Ele me carregou no colo do banheiro até minha cama, eu completamente pelada igual ele. Lá, ele me jogou na cama e logo pulou em cima de mim.
Em cima de mim, começou a me beijar apaixonadamente até que senti o pau dele entrar na minha buceta e começou um vai e vem de estocadas, não me deu tempo nem de ajustar minhas próprias pernas, era ele quem me guiava, pegava e posicionava minhas pernas onde ele queria. Eu estava num transe de sensações, não sei se eu gemia, gritava, pedia mais forte, mais devagar, só lembro que o José, de vez em quando, se afastava e tirava o pau de dentro de mim pra cuspir na minha buceta e voltava a me penetrar com a força que era a marca dele. Ele ficou um tempão em cima de mim me fodendo do jeito que queria até que, se separando de mim, me mandou ficar de quatro, mas antes que eu me mexesse, ele me pegou pela cintura, me virou e deixou minha bunda à vista dele. Lembro de sentir ele se levantar da cama e, de pé com as pernas abertas ao lado das minhas, começou a me penetrar. Era uma sensação nova pra mim; das vezes que a gente tinha feito de quatro, eu sentia as pernas dele batendo na minha bunda, mas agora só sentia o pau dele entrando e as bolas batendo em mim enquanto ele me puxava pelo cabelo pra trás com uma mão e com a outra segurava minha cintura. Eu ouvia os gemidos dele e sentia como o pau dele, naquela posição, tocava as paredes da minha buceta como nunca tinha sentido antes. Foi uma sensação tão gostosa que daí só lembro de quando gozei enquanto ele ainda me penetrava. Depois de mais algumas estocadas, ele gozou dentro de mim, senti ele disparar os jatos de porra lá dentro e eu amei. Não sei em que momento minha mente apagou, que daí só lembro de um instante em que recobrei os sentidos e vi o José limpando meu corpo com um pano. Quando me viu, ele se aproximou e me beijou, e eu, como sempre, correspondi. A verdade é que eu já não aguentava mais, sentia minha buceta quente e irritada de tanto pau, mas por um impulso inexplicável, enquanto a gente se beijava, eu peguei no pau do José e comecei a masturbá-lo até deixar ele duro de novo e abaixei minha cabeça até... chupar a cock dele, o sabor era e é inexplicável, uma mistura de gosto que me deixava louca e despertava minha parte mais fogosa, chupei ele como antes todo o comprimento dele, as bolas, a glande enfiando a ponta da língua no furinho dele e sugando sempre que podia pra ouvir os gemidos do jose e sentir como ele afundava mais e mais minha cabeça na cock dele, jose não durou muito, compreensivelmente, já que a gente tinha transado não fazia muito tempo, mas mesmo assim me presenteou com uns jatos gostosos de porra que engoli tudo. Jose tava deitado com o corpo suado do meu lado quando soltei minha boca da cock dele e com um sorriso vibrante ele fala: uffa, que noite. Eu olhando ele pelado e suado me deitei no peito dele com a mão no tanquinho que eu nunca cansava de tocar, enquanto ele me envolvia com o braço esquerdo e com o direito dava uns tapas na minha bunda. Daí não sei em que momento a gente dormiu, mas meu filho me acordou pedindo comida, eu ainda desorientada e com a sensação de dor no corpo, reajo de repente ao ver meu filho no mesmo quarto onde tinha transado com jose e ainda mais estando eu completamente pelada, virei o rosto e vi que jose ainda tava dormindo do meu lado com o corpo nu e sem nada cobrindo ele. Na hora puxei um pouco do lençol da cama pro corpo do jose pra não aparecer a cock dele e me levantei pra tirar meu filho do quarto. Quando saí vi que as roupas do jose e as minhas ainda estavam no chão, então sentei meu filho com a televisão ligada, fui catar as roupas e coloquei no meu quarto. Depois de um tempo já levantada e preparando o café da manhã ainda nervosa se meu filho tinha visto o jose no quarto, ele saiu do quarto ainda sonolento, pelado e com a cock dele durona pra caralho indo pro banheiro, tava tão dormindo que só saiu, então tive que correr pro quarto, pegar a roupa dele e abrir o banheiro pra dar pra ele, jose tava mijando então falei pra ele se trocar que meu filho tava acordado. Daí pra encurtar, jose saiu trocado do banheiro quando Meu filho terminou de tomar café da manhã, a gente comeu junto se olhando de um jeito safado e, quando ele foi embora, a gente se beijou, enquanto ele apertava minha bunda. Depois desse encontro, a gente teve outros até que oficializamos nosso namoro. Sei que é estranho uma mulher mais velha e um jovem terem assumido um relacionamento, mas era só perante nossas famílias. Pros vizinhos e pros outros, a gente era só amigo. Também te conto que meu filho mais novo não lembra das interrupções constantes dele nem das visitas do José em casa.
Pra terminar essa história, conto pra vocês que meu relacionamento com o José durou 3 anos. A gente trepava como vocês não têm ideia, experimentamos coisas novas, transamos com meus dois filhos em casa, em viagens junto com eles, visitamos uma porrada de hotéis e motéis. A foda com ele nunca foi sem graça, mas tudo acabou quando ele voltou pro país natal dele e eu fiquei aqui na Espanha. Espero que tenham gostado dessa história. Dessa vez, deixem suas recomendações aí... xD
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