Meu filho me interrompeu dando pra um negão pt4

Passaram uns 4 dias que não respondi as mensagens do José e nem saí de casa pra não dar de cara com ele, até que uma noite ele me manda uma mensagem curta dizendo "meia-noite tô na sua casa". Eu não respondi, mas me preparei pra aquela noite, fosse ele aparecer ou não. Coloquei meu filho pra dormir cedo, tomei banho, aparei um pouco os pelinhos da minha buceta e vesti uma lingerie gostosa por baixo do meu robe, que dessa vez era mais fácil de tirar. Já pronta, sentada na sala esperando o José chegar, passaram 9, 10, 11 horas. Quando deu meia-noite, eu já tava meio decepcionada e puta por ter me arrumado à toa, mas quando ia indo pro meu quarto, a campainha tocou duas vezes. Quando abri a porta, o José me empurrou contra a parede e começou a beijar meu pescoço enquanto agarrava minha bunda e apertava tudo. Eu não aguentei mais e puxei ele pra minha cara pra começar a nos beijar. Dava pra sentir a língua dele brincando com a minha enquanto as mãos dele apertavam minha bunda e ele dava uns tapinhas, junto com mordidas nos lábios. Eu não aguentava mais, tava louca de tesão. Então tirei a camiseta dele e ele fez o mesmo comigo. Ainda de pé, estávamos semidespidos: ele com o peito nu e eu só de lingerie.Mi hijo interrumpió mientras me cogía un negro pt4Voltamos a nos beijar, mas agora o José descia até meus peitos e os beijava com pequenas mordidas enquanto me apertava cada vez mais contra a parede. Eu sentia todo o abdômen nu dele e passava minhas mãos por suas costas musculosas. O José ficava me beijando e chupando os bicos dos meus peitos sem tirar o braço, até que abaixou o corpo um pouco e me levantou, se colocando entre minhas pernas enquanto eu me agarrava no pescoço dele. Eu tava excitada e impressionada vendo a força que ele tinha pra me manter suspensa, via as veias dos braços e ombros dele saltadas, e sentia na minha buceta o volume do pau duro dele. Desculpa ficar repetindo isso toda hora, mas eu não aguentava mais, tava tão molhada que sentia minha buceta babando e enquanto ele me beijava eu falei: me come logo. Comigo ainda nos braços dele, o José me carregou até o sofá de casa e a gente se deitou ali. Agora ele me beijava a boca com tanta força que já adianto: terminei com o contorno dos lábios todo vermelho. Enquanto me beijava, eu sentia as mãos dele fuçando por fora da minha calcinha até que ele afastou e começou a me masturbar com os dedos. Senti um dos dedos longos do José entrando e saindo de mim até que ele colocou outro e mais outro, até que eu tinha três dedos dentro de mim. Sentia ele movendo e roçando todas as paredes da minha buceta, o que me fazia arquear as costas por todas as sensações que ativavam em mim. A dedada, como o José chamava, não durou muito tempo, porque logo que eu arqueei as costas ele falou: que molhada você tá, mamãe, e se levantou pra descer o rosto até minha buceta e começou a me chupar. Passava a língua inteira na minha buceta, descia até meu cu, chupava meus lábios e esticava eles com a própria boca. Eu tava me contorcendo de prazer, às vezes apertava meus próprios peitos ou afundava mais a cabeça do José na minha buceta. O José me deixava louca, chupou minha buceta como nunca tinha chupado, adorava sentir a barba de poucos dias arranhando do períneo até minha buceta. Clitóris e como às vezes com a língua ele penetrava um pouco meu interior, eu já estava chegando no meu ápice e sem perceber fechava um pouco as pernas apertando a cabeça do José que não dizia uma palavra, só passava a mão nas laterais das minhas pernas e as abria de novo pra continuar chupando. Eu tava cada vez mais perto do clímax, que explodiu quando ele começou a chupar meu clitóris do mesmo jeito que fazia com meus peitos. Antes de gozar, como única forma de abafar o grito de prazer que eu tava sentindo, mordi uma almofada da cama pra ninguém me ouvir. Foi a melhor chupada de buceta que o José já tinha me dado até então, e a gozada mais gostosa e longa que eu já tive. A mistura de toda a vontade de dar que eu tava sentindo há dias com a boca poderosa do José produziu um orgasmo que me deixou fraca, mas o José não parou. Lembro que quando eu tava gozando, senti a mão dele batendo uma no meu clitóris e ele falando: "que gostosa, você gozando..." Quando parei de tremer do orgasmo, senti ele tirar a almofada do meu rosto, levantar minhas pernas e vi ele por cima de mim de novo, falando: "isso ainda não acabou" e me meteu de uma vez. Eu, que ainda não tinha me recuperado do orgasmo, senti o pauzão do José entrar sem nenhum esforço e ele começou a me foder. As metidas do José eram numa velocidade brutal que me fazia gritar, então segurei o rosto dele e pedi pra ir mais devagar. Ele diminuiu um pouco a intensidade, mas ainda era rápido. Sentia o pau inteiro do José entrando e saindo de mim enquanto as bolas dele batiam no meu cu. Nessa posição, eu tentava cobrir o rosto com os braços pra abafar os gritos, mas o José não deixava, ficava me beijando toda hora, lambendo meu pescoço e chupando meus mamilos. Eu tentava gemer mais baixo, mas as metidas misturadas com as chupadas nos meus peitos me deixaram louca e lembro de falar: "ai, mais forte, mais forte". Ouvindo isso, o José mexeu a barriga sem tirar o pau da minha buceta e colocou minhas pernas nos ombros dele e ele começa a me meter com uma força brutal, me fazia gemer e gemer até que sinto um tapa na cara. No começo, não sabia pra onde olhar, mas depois ouço ele dizer: "cê gostou? Cê gostou?" Boom, outro tapa, "responde, não queria que te comesse, hein?? Responde???" Aqueles tapas foram os primeiros da minha vida, mas ao ver ele se movendo, todo suado, cabelo bagunçado e com aquela voz tão masculina, eu amei. Respondi: "Siiim, siiim, me fode, me fodeee." José não parava de me meter e gemer, sentir como aquela pica saía e entrava de uma vez, alargando minha buceta, era um prazer inexplicável. Nessas metidas, levantando o corpo dele sem tirar a pica de dentro de mim, ele ergue minhas pernas e ficamos numa posição que parecia que a pica dele tava tocando minha barriga. Ele tava completamente ajoelhado no sofá, com o abdômen reto enquanto abraçava minhas pernas que chegavam nos ombros dele. Essa posição era meio estranha e dolorosa pra minha lombar, mas deliciosa pra minha buceta. Essa posição não durou mais de 10 metidas porque minha costa tava doendo pra caralho. Então, José senta, esticando as pernas dele pros meus lados, e faz o mesmo com as minhas pernas. Tenho que reforçar que a pica do José nunca saiu de dentro de mim, além dos microssegundos que eram pra me meter com força. Então, com as pernas um nos lados do outro e aguentando as metidas, entre gemidos e vendo ele todo suado, me deu vontade de beijar ele e abraçar aquelas costas enormes. Então pedi pra ele me beijar, e ele ia fazer isso até que, ao se aproximar do meu rosto, me puxa pelas costas e ficamos cara a cara. Agora era eu quem começava a pular na pica dele, com a orientação dele, enquanto nos olhávamos, arrumávamos o cabelo um do outro e ríamos depois de nos beijar freneticamente.NegroNem ideia de quanto tempo ficamos naquela posição, mas eu já tava chegando no meu clímax, então comecei a pular mais forte nas pernas do José enquanto gemia e gemia. Com palavras entrecortadas, falei que tava quase gozando, mas essa foi a pior frase que soltei. Quando ele ouviu aquilo, disse: "Eu também já vou gozar, mamãe", e num movimento brusco me derrubou, ficando por cima de mim. Não sei como, mas eu já tava enrolando os braços nas costas dele e prendendo ele com minhas pernas, como se fosse uma luta — e era mesmo. Naquela posição, sentia a pica entrando, todo o peso do José em cima de mim, o cheiro de suor do corpo dele, os gemidos perto do meu rosto, e via na cara dele a força que ele tava fazendo pra me satisfazer. Lutei pra aguentar mais as investidas e fazer ele gozar primeiro, mas não aguentei.

Numa das investidas brutais do José, cheguei ao clímax de novo. Senti uma sensação percorrer meu corpo inteiro até me sentir gozando ainda com a pica dentro. Depois, percebi que, por causa do orgasmo, tinha arranhado as costas dele toda, mas ele não ligou. Bom, quando eu sentia que tava quase terminando de gozar, ele tira a pica e começa a balançar ela do lado de fora da minha buceta, fazendo espirrar gotas pra todo lado. Molhou a pica inteira e, em seguida, começa a gozar também, com longos jorros de porra grossa e branca que caíram na minha barriga, acompanhados de gemidos. Depois de gozar, ainda com a mão na pica, tirando até a última gota de sêmen, ele se aproxima do meu rosto com um sorriso e me dá um beijo, dizendo: "Agora já te recompensei pelo dia da piscina?" Eu só ri e beijei ele de volta. Ficamos nos beijando apaixonadamente, mas ele se separa e fala: "Temos que nos limpar." Além de me deixar louca a pica dele e o jeito que ele me comia, eu adorava como ele era carinhoso depois do sexo. Depois de um tempo, quando a agitação passou, ele se levantou do sofá e me ajudou a levantar. E lá estávamos nós dois, ele nu completamente nu e eu ainda com o sutiã por baixo dos meus peitos, a calcinha não sei em que momento ele tirou, mas estava no chão perto da cueca dele. O pau dele todo babado e molhado, o corpo brilhando de suor igual o rosto e o cabelo bagunçado, já eu, além de estar coberta de suor, tinha marcas de chupões em todos os meus seios, esperma do José escorrendo não só pela minha barriga, mas já tinha descido até a minha buceta. Assim caminhamos até a cozinha pegar uns panos descartáveis pra nos limpar. Na cozinha começamos a nos limpar, cada um no seu corpo, mas de canto de olho eu via o corpo do José todo suado, como ele passava o pano pela barriga até descer pro pau pra limpar e depois levantava pra passar o papel nas bolas. Fiquei meio besta vendo o movimento do pau dele, aquele pau que tanto prazer tinha me dado há poucos minutos, me deixei levar pelo desejo e, sem nem terminar de me limpar direito, me ajoelhei aos pés do José e, pegando no pau dele, falei: eu te ajudo. Comecei a chupar, mamar, ou como vocês chamam aí, começando pelas bolas até a ponta do pau dele. Aquele gosto e cheiro do pau dele me transformava numa puta. Tava adorando mamar aquele pau como se fosse um pirulito, parar de vez em quando pra masturbar ele, cheirar os pelos pubianos dele que estavam curtos, cheirar e lamber as bolas, lamber e beijar as dobras entre o pau e a perna que faziam cócegas nele, passar minha língua pelas linhas que iam da cintura dele até o pau formando aquele V que eu achava tão sexy. Tudo isso era um banquete pra mim e pra ele, que encostado na ilha da cozinha tentava enfiar minha cabeça pra meter o pau todo na minha boca quando eu chupava a cabecinha, e ele soltava uns gemidos sexys baixinhos. Depois de uns minutos mamando o pau dele, ele fala: uffff, vem que vou te comer de novo. Aí ele me ajuda a levantar do chão, me beija por uns segundos e, me virando de costas pra ele, me encosta na ilha. Meus peitos tocavam a ilha fria. enquanto minha bunda estava levantada pra ele. José não demorou nada pra me virar e me posicionar do jeito que queria, cuspiu na própria pica e enfiou sem nenhuma preliminar, assim começamos de novo com as estocadas, ele me penetrava tão forte que o choque dos nossos corpos ecoava pela casa toda, junto com os tapas na minha bunda e nossos gemidos, criando uma cena que dava pra ouvir em motel barato. As estocadas continuaram enquanto, de vez em quando, ele puxava meu cabelo pra trás pra me beijar e dizer que ama minha bunda e que nunca se cansaria de mim, eu respondia beijando ele e pedindo mais forte e mais forte, a frequência das estocadas era constante, ele até levantou uma das minhas pernas em cima da ilha, não sei se pra enterrar a pica mais fundo, mas eu sentia assim mesmo e tava encantada e satisfeita com aquela pica enorme entrando e saindo, tinha estocadas que me davam sensações que me faziam olhar pro material da ilha ou pra porta dos quartos pra não gritar tão alto, mas como nem tudo são flores e como sou uma mãe morando com um filho, vejo que durante uma estocada a porta do quarto abre e sai meu filho ainda sonolento. Assustada, falei pro José parar e ele parou na hora, saindo de cima de mim, levantei a barriga e virei imediatamente, falei pro José se abaixar pra meu filho não ver ele, ele se abaixou e com mímica me disse pra ir até meu filho, eu assustada e um pouco nervosa andei tapando o que dava do meu corpo nu até meu filho e perguntei o que tinha acontecido, ele ainda meio dormindo me disse que tá com sede e que teve um pesadelo, então voltei pra cozinha pegar um copo d'água e falei pra ele ir pra cama dele. José ao me ver voltar pra onde ele tava, sorriu pra mim e eu sussurrando falei pra ele que quando ouvisse a porta fechar, fosse pro quarto e me esperasse. Ver ele sentado ali nu com a pica meio dura me deu uma graça e me fez pensar que nem na minha adolescência e nem no meu casamento eu tinha passado por tanta emoções como eu estava passando com o José. Caminhando pro quarto do meu filho, virei pro móvel onde tinha tido 2 dos meus maiores orgasmos e vi tudo, como no tecido se formavam duas poças de umidade em lugares diferentes e como a forma das minhas costas estava marcada pelo suor, só ri e entrei no quarto com meu filho. Ao entrar no quarto, peguei uma toalha de banho e me enrolei nela pra não ficar pelada na frente do meu filho, em seguida deitei ele pra dormir, mas ele não dormia de jeito nenhum, me sentia estranha estar nua, suada, despenteada e recém-comida como o José dizia na frente do meu filho pequeno, tava inquieta, mas assim que ele dormiu, saí do quarto de novo pelada atrás do meu negão. Ao sair, assim que virei o rosto depois de fechar a porta bem devagar, vejo ele parado comendo uma banana na cozinha, me aproximo e sem falar nada, me ajoelho e pego o pau mole dele pra começar a chupar de novo, senti na minha boca como a cada passada de língua e chupada ele ia ficando cada vez mais duro, adorava chupar o pau do José mole pra sentir essa sensação na minha boca. Quando já tava completamente duro, ele abaixou o rosto pra me dar um beijo e me levantar do chão, me levantou e me colocou em cima da ilha com as pernas abertas pra se colocar entre elas e começar a me meter, me comia como ator pornô, e eu tava encantada sentindo o pau dele, sentindo como ele chupava meus peitos e como me beijava, eu tava fora de mim. Lembro de gemer gritando pedindo mais forte e mais forte, até sentir ele me segurar pelo pescoço e começar a me meter cada vez mais forte. Daí lembro que ele se separou de mim e me puxou pelo braço pra me levar até o móvel, me colocar de quatro e começar a me meter com tapas fortes na minha bunda, puxões de cabelo que faziam minhas costas arquear e mordidas nas minhas costas, não sei quanto tempo durou, mas lembro de sentir ele colocar um dedo no meu cu e que no começo doeu, mas depois de alguns segundos com o dedo dele me penetrando, comecei a gostar da sensação e pedi pra ele me comer no meu cu, não sei se o José me falou algo, mas só lembro como senti o pau inteiro dele no meu cu na primeira enfiada e como doeu e ardeu. Foi uma dor insuportável, só levantei dizendo que tava doendo muito e segurei meu cu. Quando vi o José, percebi que ele tava de camisinha, não sei em que momento ele colocou, mas foi com ela que ele meteu o pau no meu cu. Me vendo toda dolorida, o José, assustado, pergunta: "Tá doendo muito? Melhor parar por aqui." Eu, ao ouvir a última frase, agarrei ele e sentei no sofá, depois montei em cima dele e, com uma mão no ombro dele, tirei a camisinha e enfiei o pau dele na minha buceta eu mesma. Sentir aquele pau enorme no pelo não tinha comparação. Agora eu sendo a dominante no sexo, comecei a pular do meu jeito. O José chupava meus peitos, passava a língua no meu pescoço, mas eu tava apaixonada pelo pau dele, só me importava em pular mais devagar ou mais rápido pra enfiar mais e mais o pau dele. Sentia o José batendo na minha bunda e gemendo "que gostosa, que gostosa". Eu tava num vai e vem de emoções e sensações, lembro como aos poucos fui sentindo aquela sensação de chegar ao orgasmo, de novo me agarrei no pescoço do José enquanto quicava mais forte no pau dele, até sentir que desmaiei de prazer e só me joguei de lado no sofá, com as pernas tremendo e gozando. Lembro de não perder totalmente a consciência, mas estar meio tonta enquanto o José aproximava o rosto do meu, preocupado se eu tava bem. Eu agarrei a cara dele e beijei ele por um bom tempo. Depois de um tempo separando nossos lábios, ele diz: "Gozei dentro de você, tava te falando mas você não me ouvia." Ao ouvir isso, a única coisa que fiz foi descer a mão até minha buceta e fazer aquele esperma sair nos meus dedos, e passei eles por toda a parte de fora da minha buceta. O José riu e disse: "Você me deixa duro só de te ver." Fiquei deitada por um tempo com minha perna em cima das pernas do José, enquanto ele percorria minhas pernas com as mãos. Mano, a gente conversou sobre várias coisas, uma delas foi que ele me perguntou se eu ainda não tava brava. Eu falei que não, e ele, de um jeito tarado que eu adorava, pegou na minha teta e disse: "Se você esperar uns minutos, a gente pode transar de novo". Eu já conhecia a capacidade dele de me foder, então não me surpreendeu, mas me deu graça a disposição dele e a sinceridade em ser tão safado. Enquanto eu ria, ainda deitada, falei: "A gente vê depois, agora é hora de tomar banho". No banheiro, começamos a nos ensaboar um ao outro, nos beijando de vez em quando. José apertava meus peitos e amassava minha bunda enquanto eu ensaboava as bolas e o pau dele. Quando terminamos de tomar banho e estávamos nos secando, o pau dele já tava duro de novo, encostando na minha buceta. Eu fingi que não tava percebendo as intenções dele e senti quando José me levantou no colo e falou: "Vamos pro quarto que você vai ser minha de novo", dando um tapa forte na minha bunda que me fez vibrar. Ele me carregou no colo do banheiro até minha cama, eu completamente pelada igual ele. Lá, ele me jogou na cama e, na sequência, se jogou por cima de mim.VoyeurPor cima de mim, ele começou a me beijar apaixonadamente até que senti o pau dele entrar na minha buceta e começou um vai e vem de estocadas. Não me deu tempo nem de ajustar minhas próprias pernas; era ele quem me guiava, pegava e posicionava minhas pernas onde ele queria. Eu estava num transe de sensações, não sei se eu gemia, gritava, pedia mais forte, mais devagar. Só lembro que, em certos momentos, José se afastava e tirava o pau de dentro de mim para cuspir na minha buceta e voltava a me penetrar com a força que era a marca dele. Ele ficou um tempão por cima de mim me fodendo do jeito que queria, até que se separou de mim e mandou eu ficar de quatro. Mas antes que eu me mexesse, ele me pegou pela cintura, me virou e deixou minha bunda à vista dele. Lembro de sentir ele se levantar da cama, ficar de pé com as pernas abertas ao lado das minhas e começar a me penetrar. Era uma sensação nova pra mim. Das vezes que a gente tinha feito de quatro, eu sentia as pernas dele batendo na minha bunda, mas agora só sentia o pau dele entrando e as bolas batendo em mim enquanto ele me puxava o cabelo pra trás com uma mão e com a outra segurava minha cintura. Eu ouvia os gemidos dele e sentia como, naquela posição, o pau dele tocava as paredes da minha buceta como nunca antes. Foi uma sensação tão gostosa que, daí, só lembro de quando gozei enquanto ele ainda me penetrava. Depois de mais umas estocadas, ele gozou dentro de mim. Senti ele disparar jatos de porra lá dentro e amei. Não sei em que momento minha mente apagou, porque daí só lembro de um instante em que recobrei os sentidos e vi José limpando meu corpo com um pano. Quando me viu, ele se aproximou e me beijou, e eu, como sempre, correspondi. A verdade é que eu já não aguentava mais. Sentia minha buceta quente e irritada de tanto pau, mas, por um impulso inexplicável, enquanto a gente se beijava, peguei no pau de José e comecei a masturbá-lo até ele ficar duro de novo, e baixei minha cabeça... chupar a cock dele, o sabor dele era e é inexplicável, uma mistura de gosto que me deixava louca e tirava minha parte mais fogosa, chupei ele como antes todo o comprimento dele, as bolas dele, a glande enfiando a ponta da minha língua no orifício dele e sugando sempre que podia pra ouvir os gemidos do jose e sentir como ele afundava mais e mais minha cabeça na cock dele, jose não durou muito, compreensivelmente, já que a gente tinha fodido não fazia muito tempo, mas mesmo assim me presenteou com uns jatos delicados de cum que engoli tudo. Jose tava deitado com o corpo suado do meu lado quando soltei minha boca da cock dele e com um sorriso vibrante ele fala: uffa, que noite. Eu olhando ele nu e suado me deitei no peito dele com a minha mão no sixpack dele que eu nunca cansava de tocar, enquanto ele me envolvia com o braço esquerdo e com o direito dava uns tapas na minha bunda. Daí não sei em que momento a gente dormiu, mas meu filho me acordou pedindo comida, eu ainda desorientada e com a sensação de dor no corpo, reajo de repente ao ver meu filho no mesmo quarto onde tinha transado com jose e ainda mais estando eu completamente nua, virei o rosto e vi que jose ainda tava dormindo do meu lado com o corpo nu e sem nada cobrindo ele. Na hora puxei um pouco do lençol da cama pro corpo do jose pra não aparecer a cock dele e levantei pra tirar meu filho do quarto. Ao sair vi que a roupa do jose e a minha ainda estavam no chão, então sentei meu filho com a televisão ligada, fui pegar a roupa e coloquei no meu quarto. Depois de um tempo já acordada e preparando o café da manhã ainda nervosa se meu filho tinha visto o jose no quarto, ele saiu do quarto ainda sonolento, nu e com a cock dele durona pra caralho indo pro banheiro, tava tão dormindo que só saiu, então tive que correr pro quarto, pegar a roupa dele e abrir o banheiro pra dar pra ele, jose tava mijando então falei pra ele se vestir que meu filho tava acordado. Daí pra encurtar, jose saiu do banheiro já vestido quando Meu filho terminou de tomar café da manhã, a gente comeu junto se olhando de um jeito safado e quando ele foi embora a gente se beijou, enquanto ele apertava minha bunda. Depois desse encontro, a gente teve outros até que oficializamos nosso namoro. Sei que é estranho uma mulher mais velha e um jovem terem um relacionamento sério, mas era só perante nossas famílias. Pros vizinhos e outras pessoas, a gente era só amigo. Também te conto que meu filho mais novo não lembra das interrupções constantes dele nem das visitas do José em casa.mamadaPra fechar esse relato, conto pra vocês que meu relacionamento com o José durou 3 anos. A gente trepava como vocês não têm ideia, experimentamos coisas novas, transamos com meus dois filhos em casa, em viagens junto com meus dois filhos, visitamos uma porrada de hotéis e motéis. A foda com ele nunca foi sem graça, mas tudo acabou quando ele voltou pro país natal dele e eu fiquei aqui na Espanha. Espero que tenham gostado desse relato, dessa vez deixem suas recomendações aí... xD

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