Era um dia quente, então entrei no banho pra me arrumar. Quando saí, resolvi vestir uma saia curta preta, rodada, acima do joelho, com um top branco curto, de costas nuas, daqueles que só seguram com um cordão fino nas costas. Dessa vez, preferi não usar sutiã, porque o top segurava bem meus peitos. Coloquei uma tanga rosa de renda que sumia no meio da minha bunda e, pra completar o look, uns sapatos marrons de plataforma. Meu marido, como sempre, babava só de me ver, e dessa vez não foi diferente.
Saímos rumo à barbearia. No caminho, meu marido disse que tinha uma surpresa pra mim, que havia alguém que ele queria me apresentar e que, se eu gostasse, podia comer ele. Meu marido já tinha me pedido pra ficar com meu chefe semanas atrás; na verdade, já eram várias vezes que eu encontrava meu chefe pra ficar com ele, com o consentimento do meu marido. Mas o que ele acabava de me dizer me deixou perplexa.
Meu marido adorava as histórias que eu contava sobre as coisas que fazia com meu chefe, como ele me comia no escritório dele ou na casa de praia em Puerto Progreso. Teve até uma vez que ele ligou pro meu marido e deixou o celular perto pra ele ouvir como meu chefe me dava uma trepada daquelas. Nós dois, eu e ele, curtimos muito. Os dois aproveitavam: eu, por razões óbvias, descobria mais minha sexualidade e comia meu chefe com toda liberdade, e meu marido ficava com tesão sabendo que sua esposinha fazia ele de corno, e ele adorava isso. Eu amo muito meu marido, e cada aventura que tenho é pra manter a chama da paixão no nosso relacionamento.
Sem me contar mais nada sobre a surpresa, chegamos a um local que ficava numa pequena praça. O lugar era no andar de cima do prédio, com algumas lojas, a maioria já fechada por causa do horário. Tenho que dizer que a gente se atrasou esperando minha sogra chegar pra cuidar do meu filho. Dentro do Só que tinha um cara moreno, uns 29 anos, muito gato, cabelo preto, barba e tatuagens nos braços, era dominicano, com um sotaque sexy na hora de falar, magro e um pouco mais alto que eu. Quando vi, falei: "Meu Deus, que delícia de homem!" Kkkk. Era um verdadeiro gostoso em todos os sentidos, tava vestido de camiseta e moletom, mas dava pra ver que era um puta corpaço. Fiquei toda boba por aquele bombom desde que o vi.
Pelo visto, ele se dava super bem com meu marido, dava pra perceber pelo jeito que se cumprimentaram – "Bem-vindo, Bro, que bom que você chegou, tava te esperando. Os outros caras foram embora, então vou cuidar só de você" – disse Joel, o barbeiro. – "Que bom que só tem você aqui, Bro. Olha, te apresento minha esposa, ela é a Angie" – falou meu marido. Ele respondeu – "Bem-vinda, Angie. A esposa do meu bro é muito bem-vinda e, com todo respeito, Angie, você é muito gostosa, hein!" – Rimos os três enquanto entrávamos no salão. – "Valeu, Joel, acredite, o prazer é todo meu. Você também é bem gato, hein, pena que vim com meu marido..." – falei na hora em que nos cumprimentamos com um beijo no rosto. Consegui segurar o braço dele enquanto me cumprimentava, ele tinha uns braços fortes e cheirava uma delícia.
Aquele homem tava me deixando louca, eu tava fascinada por ele. Joel fechou a porta por dentro e entramos no salão onde ficavam as cadeiras de barbeiro, três cadeironas posicionadas a uns dois metros uma da outra. Joel insistiu pra eu entrar com eles e disse que, se quisesse, podia sentar numa das cadeiras enquanto ele atendia meu marido. Fiz isso, entrei com eles no salão, meu marido sentou na cadeira, Joel começou a cortar o cabelo dele.
Eu me sentei, girei a cadeira pra ficar de frente pra eles, cruzei as pernas. Minha saia, por ser curta, subiu até o meio da coxa, e pela lateral dela eu tinha certeza de que dava pra ver minhas coxas. Tava com tesão, e aquele homem me deixava nervosa. A experiência toda... que eu havia conseguido manipulando e seduzindo os homens, se desvaneceu, não conseguia acreditar que aquele homem mais novo que eu me deixava nervosa e com muito tesão.
Meu marido estava de perfil e Joel andava ao redor dele tentando cortar o cabelo, quando Joel ficava de frente pra mim, o olhar dele se perdia entre minhas pernas, ele me encarava de forma descarada, eu via ele morder o lábio toda vez que fazia isso, e se tocava na parte do pau dele, e mesmo com a calça que ele usava dava pra ver a ereção crescendo.
Numa ocasião em que ele virou pra me olhar, eu abaixei minha perna e abri um pouco pra que aquele moreno pudesse se deliciar, eu sentia minha buceta molhadinha de tesão e de tão excitada que eu tava, meus mamilos começaram a endurecer desenhando dois pontinhos de cada lado do meu top, queria provocar ainda mais aquele homem, então levantei minha saia erguendo as duas pernas pra colocar em cima do apoio do braço da cadeira, quase deitada na cadeira.
Isso fez minha saia abrir por baixo e mostrar parte das minhas nádegas, como eu tava usando uma calcinha fio dental rosa, deixei à vista do meu marido e do dominicano uma visão da minha bunda. O dominicano ficou nervoso e olhou pro meu marido. Meu marido já tinha me visto e pela expressão dele, gostava do que eu tava fazendo, sabia o que eu trama e ele participou disso:
Meu marido: Não se preocupa Joel, se quiser olhar, fica à vontade, pra isso que os olhos foram feitos.
Dominicano: Pô, mano… com todo respeito… que gostosa que é sua esposa, hein! É, me desculpa, mas é impossível olhar pra outro lado. Ei… e é isso que sua esposa faz quando fica entediada ou por que ela faz isso?
Meu marido: Não… o que acontece é que minha esposa gostou de você. É o jeito dela de dizer que quer algo com você, hahaha.
Dominicano: Não entendi, como assim ela gostou… Mas irmão, é sua esposa, como você fala isso, não acredito… – Dava pra ver na expressão dele que ele tava confuso.
Meu marido: Fica tranquilo Joel, a gente curte um cuckold.
Dominicano: O que é isso? De cuckold?
Meu marido: Bom, eu gosto que minha esposa transe com outros homens.
O dominicano ficou pensando um momento e virou para me olhar.
Dominicano: Você acha que eu sou um bom candidato pra isso? Adoraria – os dois viraram pra me encarar.
Eu desci da cadeira e me aproximei deles, coloquei minha mão no braço do dominicano e falei – “É isso mesmo, Joel, eu gosto muito de você, desde que entrei por aquela porta reparei em você. Você é um gostosão, meu amor. Você não sabia, mas meu marido tinha uma surpresa pra mim e no fim a surpresa era você.” – desci minha mão pelo torso dele, que era duro e malhado de academia, Joel ficou mais relaxado, então eu disse – “Então o que você diz, Joel? A última palavra é sua, meu amor.”
O dominicano pegou na minha mão e me convidou pra dar uma volta, eu girei enquanto aquele homem me olhava de cima a baixo com um olhar lascivo – “Angie, pelo amor de Deus! Você tá um tesão, gostosa…”
Meu marido se levantou, naquele momento Joel me pegou pela cintura, acariciando minhas costas e levando as mãos até meus quadris, bem onde começavam minhas duas nádegas, aproveitei pra me aproximar mais dele, ele cheirava deliciosamente e era lindo com a barba aparada, ele se inclinou um pouco em direção ao meu rosto e nos beijamos, eu aproveitei pra acariciar o torso dele mais uma vez, sentindo como os peitorais e o abdômen eram duros, ele desceu a mão pra acariciar minha bunda.
Meu marido se aproximou e pegou minha saia pra levantar e mostrar minha bunda pra aquele homem, minha nádega apareceu e só dava pra ver a alça da minha calcinha fio dental na parte de cima, já que o fio se perdia no meio das minhas nádegas – “Gostou, Joel? Toca, meu amigo, você não pode perder a chance de comer minha esposa, não vai se arrepender, irmão” – disse meu marido.
Sem mais, meu marido se sentou na cadeira de novo, virando-a pra ficar de frente pra nós como um espectador, Joel se posicionou de costas pro toucador e eu cruzei minhas mãos no pescoço dele, Joel me pegou pela cintura de novo e nos afundamos num beijo. Nem preciso dizer que eu tava mais do que tesuda naquele momento, já tinha aquele homem nos meus braços e tava ficando louca por ele, não via a hora de ter ele entre minhas pernas e saborear ele.
A gente continuava se beijando, estávamos abraçados como se fôssemos dois namorados, Joel enfiava a língua dentro da minha boca e me comia a boca de um jeito delicioso, Joel sussurrou no meu ouvido – “Angie, você me deixa louco, você é uma gostosa, quero te foder aqui e agora”.
Joel desfez o nó da calça dele e baixou ela junto com a cueca até os joelhos, só saiu um “omg” da minha boca ao ver aquele trambolho do dominicano, era grande com uma cabeça redonda e preta, mal dava pra fechar o punho da minha mão.
O mais curioso é que nunca tinha visto um pau como o daquele dominicano, era um pau que era torto, não conseguia ficar reto numa direção, era torto literalmente. Eu me ajoelhei na frente dele e peguei o pau dele com minhas mãos, cobri com as palmas das minhas mãos e mesmo assim faltava pra cobrir completamente aquela rola preta, sem mais demora aproximei minha língua e passei pela glande daquele homem, tinha líquido pré-seminal que não hesitei em lamber naquela hora, tudo me parecia delicioso vindo daquele homem.
O pau dele tinha um cheiro peculiar que eu adorava e o gosto do sêmen dele era um pouco salgado, mas tinha um gosto delicioso, coloquei na minha boca e chupei como se fosse um doce, o pau dele percorria todo o interior da minha boca, eu tenho boca pequena e o pau dele cobria todo o comprimento dos meus lábios, me sentia penetrada por aquele homem pela minha boca.
Joel me pegava pelo cabelo, olhou pro meu marido e disse – “Que gostoso sua mulher chupa meu pau, hein! Dá pra ver que tem experiência, olha como ela chupa”.
Olhei pro meu marido e dava pra ver que ele tava excitado, tinha as mãos na virilha dele por cima da calça e tava se tocando, isso me excitou ainda mais, então peguei o pau do meu negão e enfiei ainda mais fundo na minha boca, tava aproveitando muito, minha mão brincava com as testíbooties acariciando eles "Chupa meu pau vadiazinha gostosa, você gosta, né? Você gosta de fazer seu marido de corno, sua puta".
Joel me pegou pelo cabelo, enrolou na mão dele e me puxou pra perto. Ele tava no ritmo naquele momento, me segurou pela cabeça e começou um movimento de quadril como se estivesse me penetrando, se mexia e o pau dele saía e entrava dentro da minha boca, já tava completamente duro e eu tava gozando extasiada com aqueles movimentos, com o pau na minha boca ele se inclinou pra frente pra alcançar minhas nádegas, que ele começou a acariciar e apertar. Eu levantei minha saia e esse homem me deu palmadas, se inclinou mais e o pau dele saiu da minha boca, eu coloquei as mãos no chão como se tivesse na posição de puta, meu novo homem.
Esse dominicano aproveitou pra passar a mão na minha bunda, apertava minhas nádegas e levava os dedos dele até meu buraquinho anal por cima da minha calcinha fio dental rosinha, me dava palmadas, aí molhou os dedos com a saliva dele, puxou minha calcinha pro lado da minha bunda e começou a estimular minha buceta que já tava molhadíssima, brincou um pouco com o buraco do meu cu e se levantou.
Eu aproveitei pra pegar o pau dele de volta e meter na minha boca de novo, meu homem tava curtindo o boquete que eu tava dando, metia o pau dele na minha boca e dessa vez fazia rápido pra fazer aquele homem gozar em cima de mim, tirei o pau dele da minha boca e passei meus lábios por toda a glória dele, ia até a base e subia até a ponta da cabeça, tava curtindo como nunca aquele pau.
Joel aproveitou pra tirar meu top e deixar meus peitos nus, eu continuei curtindo o pau dele com minha boca, meu marido já tinha o pau dele pra fora da calça e tava se masturbando, ele também tava curtindo ver a esposinha metendo a rola daquele dominicano na boca. Fiquei assim um tempo chupando aquela rola gostosa, até que Joel me fez levantar e pediu pra gente se mover mais pro fundo caso alguém pudesse nos ver.
Meu marido me Me pegou pela cintura e me levou pra trás do Joel, beijei meu marido e subimos uma escada, no fim chegamos num quarto que tinha uma porta preta. Joel abriu e a gente entrou.
Tinha um monte de caixa com produtos do lugar e num canto uma cama pequena com uns lençóis brancos. Joel tirou o resto da roupa que ainda tinha, eu tirei a saia e tirei a tanga, que meu marido pegou. Joel deitou de barriga pra cima na cama e eu segui ele, me inclinando pra continuar chupando aquela piroca gostosa, tava de quatro na cama com a piroca do Joel na minha boca.
A mão do Joel passava pelas minhas nádegas e de vez em quando me dava tapas que faziam eu soltar gemidos que enchiam o quartinho.
Meu marido já tava sem roupa, sentado num sofá no canto do quarto sem falar nada, parecia extasiado se masturbando. Joel me puxou pra perto dele, eu aproximei minha bunda na cara dele, cruzei minha perna por cima do rosto dele, ficando de 69, a língua dele passando pela minha buceta e meu clitóris, mal conseguia me concentrar na piroca do Joel na minha boca com a mamada tão gostosa que esse homem tava me dando, não aguentei mais, já queria sentir aquele pedaço de carne dentro de mim.
Me virei, me afastei dele e subi de novo em cima pra enfiar aquela piroca gostosa na minha buceta, só de esperar aquela piroca entrar na minha buceta, Joel pegou minhas nádegas com as mãos e começou a me penetrar bem rápido, mexia os quadris pra cima e pra baixo pra me penetrar mais fundo, eu fiquei parada aproveitando as investidas daquele homem.
Tinha uma piroca bem gostosa que enchia todo o interior da minha buceta, naquela hora meu marido se levantou na cama, aproximou o pau da minha boca e pediu pra eu chupar.
Tava com a piroca do meu marido na boca e na minha buceta a piroca do dominicano, era minha primeira vez num ménage e tava dividindo isso com meu marido.
Meu marido não aguentou muito e gozou, o sêmen caiu no chão, meu marido saiu da cama. e se acomodou de novo no sofá enquanto o dominicano continuava me penetrando, Meu Deus! Ele tinha uma pica tão grande que eu sentia que tocava meu útero quando enfiava tudo, eu não parava de gemer e gritar de tão extasiada que tava, me perdia no meu prazer com as investidas daquele homem.
Ele apalpava meus peitos, subia e chupava eles naquela posição. Eu coloquei minhas mãos no peito dele e comecei a me mexer por cima, movia toda minha bacia pra enfiar aquela pica gostosa, fiquei um tempão assim curtindo aquela rola deliciosa, sentia toda minha buceta se enchendo com aquele membro preto e gostoso, continuei me mexendo acelerada, me enterrando ainda mais naquele pedaço de carne até que não aguentei e tive um orgasmo gostoso, meus gritos encheram o quartinho, nossos corpos banhados em suor, o orgasmo demorou uns segundos a mais que o normal, tava completamente extasiada, me separei do dominicano e fiquei de putinha.
Joel se ajoelhou atrás de mim, juntou minhas pernas e enfiou a pica na minha buceta de novo, puxava meu cabelo pra trás, eu era a puta dele, a mulher dele, a escrava sexual daquele homem, só existíamos ele e eu naquele momento. Joel me dava investidas, batia as pernas na minha bunda quando enfiava tudo, me dava tapas na bunda e eu não parava de gritar e gemer sem parar.
O dominicano aproveitou pra estimular meu cu, com o dedão tentava enfiar no meu cu até que entrou, me penetrava com a pica na buceta e com os dedos enfiava no meu rabo. – "Joel, meu amor, que delícia, bebê, enche meu cu com sua pica, meu amor. Quero que você me coma o cu, meu amor, vai, enfia mais, mais, não tira, meu amor."
Joel tirou a pica e levou a língua pro meu cu, enfiou dois dedos na minha buceta e começou a estimular meu cu com a língua, tava me dando umas chupadas de cu tão boas que eu não parava de gemer, ele se levantou e por cima do meu ombro eu vi ele pegar a pica e levar a cabeça até a porta do meu cu, pensei que não ia entrar, mas sem mais, o pau dele entro no meu orifício anal sem muito esforço, o Joel com delicadeza começou a meter aos poucos o pau dele até que conseguiu entrar tudo e com isso começou a bombear todo meu interior com a porra do pau gostoso dele, ele metia e tirava tudo e de novo enterrava tudo lá dentro, eu tava gozando igual uma cadela no cio.
O Joel não só tinha um pau enorme, mas quando tava completamente duro, ele entortava pra um lado, era torto, e quando tava dentro de mim, estimulava uma parte da minha cavidade me dando mais prazer do que qualquer outro pau que eu já tinha provado.
Ele me penetrava às vezes devagar, metia o pinto devagar e tirava de novo, e assim por diante, mas outras vezes metia tudo de uma vez e tirava de uma vez me dando tapas na bunda. Eu sentia minha respiração falhar com uma penetração tão bruta.
Depois de uns minutos, o dominicano apertou minhas cadeiras e senti um líquido quente inundar meu interior do meu cu, meu homem dominicano gozou me dando uma carga de porra enorme que encheu meu interior. Eu tive um segundo orgasmo naquela posição ao mesmo tempo que meu homem Joel depositava o esperma dele dentro do meu cu. Nós dois caímos deitados na cama.
Meu marido se aproximou e me beijou na boca – “Te amo, Angie, você é o amor da minha vida, obrigado por esse prazer que você me dá” – Meu marido disse, satisfeito de ter visto a esposa dele trepando com o dominicano.
O pau do dominicano ainda tava meio duro, eu levei minha boca pra limpar os restos de porra que sobraram, subi em cima dele e beijei ele como agradecimento pela trepada tão bruta que ele acabou de me dar. E sentia como escorria das minhas coxas a porra do meu novo homem, que escorria tanto da minha buceta quanto do meu cu.
Nós três nos vestimos,
Espero que vocês curtam essa história, é totalmente real e é um causo da minha vida…
Saímos rumo à barbearia. No caminho, meu marido disse que tinha uma surpresa pra mim, que havia alguém que ele queria me apresentar e que, se eu gostasse, podia comer ele. Meu marido já tinha me pedido pra ficar com meu chefe semanas atrás; na verdade, já eram várias vezes que eu encontrava meu chefe pra ficar com ele, com o consentimento do meu marido. Mas o que ele acabava de me dizer me deixou perplexa.
Meu marido adorava as histórias que eu contava sobre as coisas que fazia com meu chefe, como ele me comia no escritório dele ou na casa de praia em Puerto Progreso. Teve até uma vez que ele ligou pro meu marido e deixou o celular perto pra ele ouvir como meu chefe me dava uma trepada daquelas. Nós dois, eu e ele, curtimos muito. Os dois aproveitavam: eu, por razões óbvias, descobria mais minha sexualidade e comia meu chefe com toda liberdade, e meu marido ficava com tesão sabendo que sua esposinha fazia ele de corno, e ele adorava isso. Eu amo muito meu marido, e cada aventura que tenho é pra manter a chama da paixão no nosso relacionamento.
Sem me contar mais nada sobre a surpresa, chegamos a um local que ficava numa pequena praça. O lugar era no andar de cima do prédio, com algumas lojas, a maioria já fechada por causa do horário. Tenho que dizer que a gente se atrasou esperando minha sogra chegar pra cuidar do meu filho. Dentro do Só que tinha um cara moreno, uns 29 anos, muito gato, cabelo preto, barba e tatuagens nos braços, era dominicano, com um sotaque sexy na hora de falar, magro e um pouco mais alto que eu. Quando vi, falei: "Meu Deus, que delícia de homem!" Kkkk. Era um verdadeiro gostoso em todos os sentidos, tava vestido de camiseta e moletom, mas dava pra ver que era um puta corpaço. Fiquei toda boba por aquele bombom desde que o vi.
Pelo visto, ele se dava super bem com meu marido, dava pra perceber pelo jeito que se cumprimentaram – "Bem-vindo, Bro, que bom que você chegou, tava te esperando. Os outros caras foram embora, então vou cuidar só de você" – disse Joel, o barbeiro. – "Que bom que só tem você aqui, Bro. Olha, te apresento minha esposa, ela é a Angie" – falou meu marido. Ele respondeu – "Bem-vinda, Angie. A esposa do meu bro é muito bem-vinda e, com todo respeito, Angie, você é muito gostosa, hein!" – Rimos os três enquanto entrávamos no salão. – "Valeu, Joel, acredite, o prazer é todo meu. Você também é bem gato, hein, pena que vim com meu marido..." – falei na hora em que nos cumprimentamos com um beijo no rosto. Consegui segurar o braço dele enquanto me cumprimentava, ele tinha uns braços fortes e cheirava uma delícia.
Aquele homem tava me deixando louca, eu tava fascinada por ele. Joel fechou a porta por dentro e entramos no salão onde ficavam as cadeiras de barbeiro, três cadeironas posicionadas a uns dois metros uma da outra. Joel insistiu pra eu entrar com eles e disse que, se quisesse, podia sentar numa das cadeiras enquanto ele atendia meu marido. Fiz isso, entrei com eles no salão, meu marido sentou na cadeira, Joel começou a cortar o cabelo dele.
Eu me sentei, girei a cadeira pra ficar de frente pra eles, cruzei as pernas. Minha saia, por ser curta, subiu até o meio da coxa, e pela lateral dela eu tinha certeza de que dava pra ver minhas coxas. Tava com tesão, e aquele homem me deixava nervosa. A experiência toda... que eu havia conseguido manipulando e seduzindo os homens, se desvaneceu, não conseguia acreditar que aquele homem mais novo que eu me deixava nervosa e com muito tesão.
Meu marido estava de perfil e Joel andava ao redor dele tentando cortar o cabelo, quando Joel ficava de frente pra mim, o olhar dele se perdia entre minhas pernas, ele me encarava de forma descarada, eu via ele morder o lábio toda vez que fazia isso, e se tocava na parte do pau dele, e mesmo com a calça que ele usava dava pra ver a ereção crescendo.
Numa ocasião em que ele virou pra me olhar, eu abaixei minha perna e abri um pouco pra que aquele moreno pudesse se deliciar, eu sentia minha buceta molhadinha de tesão e de tão excitada que eu tava, meus mamilos começaram a endurecer desenhando dois pontinhos de cada lado do meu top, queria provocar ainda mais aquele homem, então levantei minha saia erguendo as duas pernas pra colocar em cima do apoio do braço da cadeira, quase deitada na cadeira.
Isso fez minha saia abrir por baixo e mostrar parte das minhas nádegas, como eu tava usando uma calcinha fio dental rosa, deixei à vista do meu marido e do dominicano uma visão da minha bunda. O dominicano ficou nervoso e olhou pro meu marido. Meu marido já tinha me visto e pela expressão dele, gostava do que eu tava fazendo, sabia o que eu trama e ele participou disso:
Meu marido: Não se preocupa Joel, se quiser olhar, fica à vontade, pra isso que os olhos foram feitos.
Dominicano: Pô, mano… com todo respeito… que gostosa que é sua esposa, hein! É, me desculpa, mas é impossível olhar pra outro lado. Ei… e é isso que sua esposa faz quando fica entediada ou por que ela faz isso?
Meu marido: Não… o que acontece é que minha esposa gostou de você. É o jeito dela de dizer que quer algo com você, hahaha.
Dominicano: Não entendi, como assim ela gostou… Mas irmão, é sua esposa, como você fala isso, não acredito… – Dava pra ver na expressão dele que ele tava confuso.
Meu marido: Fica tranquilo Joel, a gente curte um cuckold.
Dominicano: O que é isso? De cuckold?
Meu marido: Bom, eu gosto que minha esposa transe com outros homens.
O dominicano ficou pensando um momento e virou para me olhar.
Dominicano: Você acha que eu sou um bom candidato pra isso? Adoraria – os dois viraram pra me encarar.
Eu desci da cadeira e me aproximei deles, coloquei minha mão no braço do dominicano e falei – “É isso mesmo, Joel, eu gosto muito de você, desde que entrei por aquela porta reparei em você. Você é um gostosão, meu amor. Você não sabia, mas meu marido tinha uma surpresa pra mim e no fim a surpresa era você.” – desci minha mão pelo torso dele, que era duro e malhado de academia, Joel ficou mais relaxado, então eu disse – “Então o que você diz, Joel? A última palavra é sua, meu amor.”
O dominicano pegou na minha mão e me convidou pra dar uma volta, eu girei enquanto aquele homem me olhava de cima a baixo com um olhar lascivo – “Angie, pelo amor de Deus! Você tá um tesão, gostosa…”
Meu marido se levantou, naquele momento Joel me pegou pela cintura, acariciando minhas costas e levando as mãos até meus quadris, bem onde começavam minhas duas nádegas, aproveitei pra me aproximar mais dele, ele cheirava deliciosamente e era lindo com a barba aparada, ele se inclinou um pouco em direção ao meu rosto e nos beijamos, eu aproveitei pra acariciar o torso dele mais uma vez, sentindo como os peitorais e o abdômen eram duros, ele desceu a mão pra acariciar minha bunda.
Meu marido se aproximou e pegou minha saia pra levantar e mostrar minha bunda pra aquele homem, minha nádega apareceu e só dava pra ver a alça da minha calcinha fio dental na parte de cima, já que o fio se perdia no meio das minhas nádegas – “Gostou, Joel? Toca, meu amigo, você não pode perder a chance de comer minha esposa, não vai se arrepender, irmão” – disse meu marido.
Sem mais, meu marido se sentou na cadeira de novo, virando-a pra ficar de frente pra nós como um espectador, Joel se posicionou de costas pro toucador e eu cruzei minhas mãos no pescoço dele, Joel me pegou pela cintura de novo e nos afundamos num beijo. Nem preciso dizer que eu tava mais do que tesuda naquele momento, já tinha aquele homem nos meus braços e tava ficando louca por ele, não via a hora de ter ele entre minhas pernas e saborear ele.
A gente continuava se beijando, estávamos abraçados como se fôssemos dois namorados, Joel enfiava a língua dentro da minha boca e me comia a boca de um jeito delicioso, Joel sussurrou no meu ouvido – “Angie, você me deixa louco, você é uma gostosa, quero te foder aqui e agora”.
Joel desfez o nó da calça dele e baixou ela junto com a cueca até os joelhos, só saiu um “omg” da minha boca ao ver aquele trambolho do dominicano, era grande com uma cabeça redonda e preta, mal dava pra fechar o punho da minha mão.
O mais curioso é que nunca tinha visto um pau como o daquele dominicano, era um pau que era torto, não conseguia ficar reto numa direção, era torto literalmente. Eu me ajoelhei na frente dele e peguei o pau dele com minhas mãos, cobri com as palmas das minhas mãos e mesmo assim faltava pra cobrir completamente aquela rola preta, sem mais demora aproximei minha língua e passei pela glande daquele homem, tinha líquido pré-seminal que não hesitei em lamber naquela hora, tudo me parecia delicioso vindo daquele homem.
O pau dele tinha um cheiro peculiar que eu adorava e o gosto do sêmen dele era um pouco salgado, mas tinha um gosto delicioso, coloquei na minha boca e chupei como se fosse um doce, o pau dele percorria todo o interior da minha boca, eu tenho boca pequena e o pau dele cobria todo o comprimento dos meus lábios, me sentia penetrada por aquele homem pela minha boca.
Joel me pegava pelo cabelo, olhou pro meu marido e disse – “Que gostoso sua mulher chupa meu pau, hein! Dá pra ver que tem experiência, olha como ela chupa”.
Olhei pro meu marido e dava pra ver que ele tava excitado, tinha as mãos na virilha dele por cima da calça e tava se tocando, isso me excitou ainda mais, então peguei o pau do meu negão e enfiei ainda mais fundo na minha boca, tava aproveitando muito, minha mão brincava com as testíbooties acariciando eles "Chupa meu pau vadiazinha gostosa, você gosta, né? Você gosta de fazer seu marido de corno, sua puta".
Joel me pegou pelo cabelo, enrolou na mão dele e me puxou pra perto. Ele tava no ritmo naquele momento, me segurou pela cabeça e começou um movimento de quadril como se estivesse me penetrando, se mexia e o pau dele saía e entrava dentro da minha boca, já tava completamente duro e eu tava gozando extasiada com aqueles movimentos, com o pau na minha boca ele se inclinou pra frente pra alcançar minhas nádegas, que ele começou a acariciar e apertar. Eu levantei minha saia e esse homem me deu palmadas, se inclinou mais e o pau dele saiu da minha boca, eu coloquei as mãos no chão como se tivesse na posição de puta, meu novo homem.
Esse dominicano aproveitou pra passar a mão na minha bunda, apertava minhas nádegas e levava os dedos dele até meu buraquinho anal por cima da minha calcinha fio dental rosinha, me dava palmadas, aí molhou os dedos com a saliva dele, puxou minha calcinha pro lado da minha bunda e começou a estimular minha buceta que já tava molhadíssima, brincou um pouco com o buraco do meu cu e se levantou.
Eu aproveitei pra pegar o pau dele de volta e meter na minha boca de novo, meu homem tava curtindo o boquete que eu tava dando, metia o pau dele na minha boca e dessa vez fazia rápido pra fazer aquele homem gozar em cima de mim, tirei o pau dele da minha boca e passei meus lábios por toda a glória dele, ia até a base e subia até a ponta da cabeça, tava curtindo como nunca aquele pau.
Joel aproveitou pra tirar meu top e deixar meus peitos nus, eu continuei curtindo o pau dele com minha boca, meu marido já tinha o pau dele pra fora da calça e tava se masturbando, ele também tava curtindo ver a esposinha metendo a rola daquele dominicano na boca. Fiquei assim um tempo chupando aquela rola gostosa, até que Joel me fez levantar e pediu pra gente se mover mais pro fundo caso alguém pudesse nos ver.
Meu marido me Me pegou pela cintura e me levou pra trás do Joel, beijei meu marido e subimos uma escada, no fim chegamos num quarto que tinha uma porta preta. Joel abriu e a gente entrou.
Tinha um monte de caixa com produtos do lugar e num canto uma cama pequena com uns lençóis brancos. Joel tirou o resto da roupa que ainda tinha, eu tirei a saia e tirei a tanga, que meu marido pegou. Joel deitou de barriga pra cima na cama e eu segui ele, me inclinando pra continuar chupando aquela piroca gostosa, tava de quatro na cama com a piroca do Joel na minha boca.
A mão do Joel passava pelas minhas nádegas e de vez em quando me dava tapas que faziam eu soltar gemidos que enchiam o quartinho.
Meu marido já tava sem roupa, sentado num sofá no canto do quarto sem falar nada, parecia extasiado se masturbando. Joel me puxou pra perto dele, eu aproximei minha bunda na cara dele, cruzei minha perna por cima do rosto dele, ficando de 69, a língua dele passando pela minha buceta e meu clitóris, mal conseguia me concentrar na piroca do Joel na minha boca com a mamada tão gostosa que esse homem tava me dando, não aguentei mais, já queria sentir aquele pedaço de carne dentro de mim.
Me virei, me afastei dele e subi de novo em cima pra enfiar aquela piroca gostosa na minha buceta, só de esperar aquela piroca entrar na minha buceta, Joel pegou minhas nádegas com as mãos e começou a me penetrar bem rápido, mexia os quadris pra cima e pra baixo pra me penetrar mais fundo, eu fiquei parada aproveitando as investidas daquele homem.
Tinha uma piroca bem gostosa que enchia todo o interior da minha buceta, naquela hora meu marido se levantou na cama, aproximou o pau da minha boca e pediu pra eu chupar.
Tava com a piroca do meu marido na boca e na minha buceta a piroca do dominicano, era minha primeira vez num ménage e tava dividindo isso com meu marido.
Meu marido não aguentou muito e gozou, o sêmen caiu no chão, meu marido saiu da cama. e se acomodou de novo no sofá enquanto o dominicano continuava me penetrando, Meu Deus! Ele tinha uma pica tão grande que eu sentia que tocava meu útero quando enfiava tudo, eu não parava de gemer e gritar de tão extasiada que tava, me perdia no meu prazer com as investidas daquele homem.
Ele apalpava meus peitos, subia e chupava eles naquela posição. Eu coloquei minhas mãos no peito dele e comecei a me mexer por cima, movia toda minha bacia pra enfiar aquela pica gostosa, fiquei um tempão assim curtindo aquela rola deliciosa, sentia toda minha buceta se enchendo com aquele membro preto e gostoso, continuei me mexendo acelerada, me enterrando ainda mais naquele pedaço de carne até que não aguentei e tive um orgasmo gostoso, meus gritos encheram o quartinho, nossos corpos banhados em suor, o orgasmo demorou uns segundos a mais que o normal, tava completamente extasiada, me separei do dominicano e fiquei de putinha.
Joel se ajoelhou atrás de mim, juntou minhas pernas e enfiou a pica na minha buceta de novo, puxava meu cabelo pra trás, eu era a puta dele, a mulher dele, a escrava sexual daquele homem, só existíamos ele e eu naquele momento. Joel me dava investidas, batia as pernas na minha bunda quando enfiava tudo, me dava tapas na bunda e eu não parava de gritar e gemer sem parar.
O dominicano aproveitou pra estimular meu cu, com o dedão tentava enfiar no meu cu até que entrou, me penetrava com a pica na buceta e com os dedos enfiava no meu rabo. – "Joel, meu amor, que delícia, bebê, enche meu cu com sua pica, meu amor. Quero que você me coma o cu, meu amor, vai, enfia mais, mais, não tira, meu amor."
Joel tirou a pica e levou a língua pro meu cu, enfiou dois dedos na minha buceta e começou a estimular meu cu com a língua, tava me dando umas chupadas de cu tão boas que eu não parava de gemer, ele se levantou e por cima do meu ombro eu vi ele pegar a pica e levar a cabeça até a porta do meu cu, pensei que não ia entrar, mas sem mais, o pau dele entro no meu orifício anal sem muito esforço, o Joel com delicadeza começou a meter aos poucos o pau dele até que conseguiu entrar tudo e com isso começou a bombear todo meu interior com a porra do pau gostoso dele, ele metia e tirava tudo e de novo enterrava tudo lá dentro, eu tava gozando igual uma cadela no cio.
O Joel não só tinha um pau enorme, mas quando tava completamente duro, ele entortava pra um lado, era torto, e quando tava dentro de mim, estimulava uma parte da minha cavidade me dando mais prazer do que qualquer outro pau que eu já tinha provado.
Ele me penetrava às vezes devagar, metia o pinto devagar e tirava de novo, e assim por diante, mas outras vezes metia tudo de uma vez e tirava de uma vez me dando tapas na bunda. Eu sentia minha respiração falhar com uma penetração tão bruta.
Depois de uns minutos, o dominicano apertou minhas cadeiras e senti um líquido quente inundar meu interior do meu cu, meu homem dominicano gozou me dando uma carga de porra enorme que encheu meu interior. Eu tive um segundo orgasmo naquela posição ao mesmo tempo que meu homem Joel depositava o esperma dele dentro do meu cu. Nós dois caímos deitados na cama.
Meu marido se aproximou e me beijou na boca – “Te amo, Angie, você é o amor da minha vida, obrigado por esse prazer que você me dá” – Meu marido disse, satisfeito de ter visto a esposa dele trepando com o dominicano.
O pau do dominicano ainda tava meio duro, eu levei minha boca pra limpar os restos de porra que sobraram, subi em cima dele e beijei ele como agradecimento pela trepada tão bruta que ele acabou de me dar. E sentia como escorria das minhas coxas a porra do meu novo homem, que escorria tanto da minha buceta quanto do meu cu.
Nós três nos vestimos,
Espero que vocês curtam essa história, é totalmente real e é um causo da minha vida…
1 comentários - Trio com o dominicano