Peguei meus primos transando

Vou contar pra vocês outra experiência que é uma das minhas favoritas. Vamos começar, meu nome é Z, tenho 22 anos e sou do México, como vocês sabem ou não. Desde muito tempo me interessei pelo tema incesto e, a partir do que vivi e escrevo emhttp://www.poringa.net/posts/relatos/5882877/Mi-primer-post-sexo-con-mi-tia.htmlTive outras experiências mais intensas assim. Eu tinha 17 anos e num fim de semana normal fui passar na casa do meu tio Gera, irmão mais velho do meu pai. Meu tio Gera é viúvo, na época tinha 52 anos. Casou aos 34 e um ano depois nasceu o Rubén, a gravidez foi complicada mas correu tudo bem. Só que aos 3 anos, quando a Karen nasceu, a mãe não aguentou e ele ficou viúvo. Ele criou meus primos com ajuda de toda a família. Cresci com o Rubén e, como somos da mesma idade, nos demos super bem, embora com a Karen quase não nos falássemos (ela era meio patricinha). Enfim, fui pra casa dele, meu tio me recebeu numa boa, me ofereceu algo pra beber enquanto avisava o Rubén que eu tinha chegado. Ele desceu, nos cumprimentamos e depois de um tempo o pai dele foi fazer as coisas dele e nós fomos jogar Xbox. A Karen tava no quarto dela com 2 amigas, ouvindo música no último volume, atrapalhando nosso jogo. O Rubén saiu do quarto e foi bater na porta da Karen, que abriu e fechou a porta na cara dele na hora. Era normal eles se tratarem assim pesado, quase na porrada. Ele voltou pro quarto e eu falei: "Z: Vamos continuar a partida, acho que elas não vão aguentar muito tempo." (Já tavam há 2 horas nisso e já tava escurecendo.) "R: É, vamos, mas essa mina sempre faz a mesma merda. E como meu pai faz tudo que ela quer, ela acha que não precisa respeitar o irmão mais velho." "Z: Pois é, mas só te resta aguentar ela, hahaha" (falei brincando) "R: Hahaha, é... pois é, eu aguento ela." Ficou por isso e continuamos jogando. Eram umas 6 horas quando vieram buscar as 2 amigas da Karen, finalmente ela desligou aquele barulho. Pouco depois meu tio chamou a gente pra jantar. Descemos e ajudamos a pôr a mesa. Tava tudo servido e nós três na mesa. A Karen desceu de pijama com um moletom do meu tio que ficava enorme nela, sentou e meu tio serviu ela e tudo. Continuamos comendo e conversando um pouco entre nós, sem muita interação da Karen, que só mexia no celular. Daí a pouco meu tio levantou da mesa e começamos a recolher. A Karen só se levantou, deu um beijo na bochecha do meu tio, se despediu e foi pro quarto dela sem ajudar a gente. Terminamos de recolher e lavar a louça, enquanto meu tio foi se preparar pra ir trabalhar. Ele era vigia numa fábrica e, como sempre, saía no sábado às 8 e só voltava no domingo às 8. Como de costume, deixou comida e um dinheiro pra caso precisássemos. Se despediu da gente e foi embora. Passamos a noite toda jogando Xbox até umas 1 da manhã, quando decidimos ir dormir. E, como sempre, ele na cama dele e eu num sofá-cama. Tudo normal até que no meio da noite acordei pra ir ao banheiro. Vi que o Rubén não estava na cama dele e, normal, pensei que ele também tinha ido ao banheiro. Não dei importância. Cheguei no banheiro, não vi ele, fiz o meu. Saí do banheiro e, quando voltei, o Rubén não estava. Então me deitei e fechei os olhos, tentando dormir, mas não conseguia. Passaram uns 10 minutos, eu tentando pegar no sono, já de olhos fechados, quando ouvi a porta do quarto da minha prima abrir. Logo depois, a porta do quarto se abriu e escutei sussurros, embora não entendesse nada. Continuei fingindo que tava dormindo, de olhos fechados. Os segundos passaram e ouvi a porta abrir de novo, mas não escutei fechar. Continuei tentando dormir, mas a curiosidade de saber o que tinha acontecido foi maior. Abri os olhos e, com cuidado, bem devagar, me levantei. Vi a porta aberta e o Rubén não estava na cama dele. Saí no corredor sem fazer barulho, caminhei até o quarto da minha prima (que também tava com a porta aberta). Me aproximando aos poucos, escutei o que pareciam gemidos, mas abafados. Então cheguei até a porta dela, espiei devagar pra não ser visto, e o que vi me deixou sem palavras. Minha prima Karen estava na beira da cama, completamente pelada e de pernas abertas, com um travesseiro no rosto que segurava com as duas mãos, enquanto o Rubén, nu, de joelhos, com a boca na buceta dela, chupando tudo por dentro, se deliciando com os sucos dela, e com uma mão brincando com a bunda firme e redonda dela, enfiando aos poucos o dedo indicador no cuzinho dela. Só vi uns poucos segundos, no máximo um minuto. Parei de espiar. Confuso mas excitado, só pensei em como tirar proveito e comer a putinha da Karen. Tentando não fazer barulho, voltei rápido pro quarto, peguei meu celular, voltei rápido sem fazer ruído e esperando a cena continuar. Abaixei todo o volume do celular e comecei a gravar, devagar fui esticando o braço pra dentro enquanto eu também espreitava. Ainda estavam nas mesmas posições, eu tentava gravar o máximo que podia e, graças a eles não poderem me ver, consegui um material bom por alguns minutos, até que minha prima tirou o travesseiro e eu me escondi pra não ser visto. Com o coração a mil, pensando se ela me viu, se era o fim daquela cena, então ouço a Karen dizer baixinho, com a respiração alterada:

K: Por favor, mmmm... já mmmm... quero, Rubén.

R: (com a voz não tão baixa) Diz o que você quer.

K: Mmmmaaa... já quero seu gozo.

Eu só escutava aquela cena, já com o pau prestes a explodir, e ouço um barulho como se a Karen tivesse descido da cama. Esperei alguns segundos, com medo de que saíssem e me descobrissem, mas ao ouvir:

R: Toda sua (sem abaixar a voz).

K: Shhh, ele vai nos ouvir (bem baixinho).

R: Quem? Z? Aquele cara tava apagadão, já fui ver ele.

K: Shhh, por isso abaixa a voz, senão ele acorda. E pra quê você quer? (bem baixinho)

R: Shhh, então...

Karen: Aghh mmm, aghh.

R: Shhh.

Me espiei pra ver o que tava rolando, já com mais tesão do que medo, e então vejo que a Karen tá de costas, inclinada, me mostrando aquele rabo lindo, deixando ver uns pelinhos que enfeitavam a buceta deliciosa dela, que ela massageava com a mão direita num prazer danado, enquanto a mão esquerda ajudava a boca dela a chupar o pau do Rubén, que tá deitado na cama de olhos fechados, com a mão esquerda na cabeça da Karen empurrando, fazendo o membro inteiro entrar até o fundo da boquinha dela, provocando ânsias e quase engasgando ela. A mão direita dele aperta com força o travesseiro que a Karen tinha usado antes pra abafar os gemidos. Ele deixa ela respirar, e a Karen continua masturbando ele e se dedando como uma louca. enquanto puxa o ar e sem mais delongas se joga pra chupar a rola dele de novo, se dando prazer com a mão enquanto Rubén toma conta da cabeça dela de novo, fazendo ela engolir tudo e ela, louca de tesão, curtindo esse tratamento. Eu, vendo aquela cena, gravando e me tocando por cima da calça, pensando que nunca imaginei que meus primos fossem assim ou fizessem essas coisas. Nisso, quando... R: Já... já vai vir, mmm... K: Me dá... mmm (chupando)... como eu gosto. Rubén levanta da cama, eu me escondo e só consigo ouvir K: Assim... eu gosto, mmm... R: Toma ela (dá pra ouvir a Karen dando um boquete delicioso, aquele barulho típico de chupada). R: Mmmmm... (dá pra ouvir ele caindo na cama). Dava pra ouvir ela continuar chupando e depois só o som da Karen engolindo a porra toda. Eu sabia que tinha que vazar, já tinha visto o suficiente e tinha material mais que bom. Sem fazer barulho, voltei pro quarto, deitei e bati uma punheta (por sorte não fui descoberto). Gozei e me preparei pra dormir, apaguei de vez e nem vi que horas o Rubén voltou. No dia seguinte, não parava de pensar, lapidar meu plano e tirar vantagem, mas isso fica pra outra ocasião (spoiler: consegui). Valeu pelo apoio e quero deixar claro que todos os nomes são fictícios, por razões óbvias, mas todo o resto são minhas experiências.

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