Virei minha companheira de putinha pt1

Trabalhava numa montadora de carros na área de manutenção, embora minha parceira também trabalhasse lá. Entrou uma garota mais nova e de corpo bonito pra trabalhar. Ela se chama Alma, era alta, de cabelo loiro, também era magra, mas depois de ter o primeiro filho, o corpo dela amadureceu, principalmente naquelas cadeiras e naqueles peitos que faziam todo mundo virar pra olhar ela.Virei minha companheira de putinha pt1
loiraEu não sou feio, mas também não criava muita expectativa, ainda mais com minha parceira trabalhando perto. Uma tarde, meu supervisor entrou junto com ela, parecia que ela tinha feito algo errado, porque estava com cara de medo. O supervisor me perguntou: — Ei, você encomendou um par de botas novas pro almoxarifado? Eu não sabia o que estava rolando, mas quando virei pra olhar pra Alma, notei que ela tava implorando com o olhar, então agi rápido. — Ah, sim, lembra que eu falei que como distribuíram quando eu tava de férias, ainda não tinham me dado? O supervisor me olhou bravo: — Eu te disse que primeiro falaria com o chefe. — É verdade, mas se algum segurança ou do RH me visse, não ia deixar eu trabalhar e ia me denunciar, então tive que pedir eu mesmo. Aí ele falou: — A gente conversa depois! Alma me olhou feliz, mas eu encarei ela sério e reclamei: — Olha, isso não é brincadeira, podem até me mandar embora por uma coisa dessas, você sabe que essas botas não são baratas, só te ajudei porque gosto de você. — Eu sei, me desculpa, eu precisava do dinheiro, queria dar um presente pro meu marido. — Mas você me envolveu nisso também, isso foi quase um roubo, se me demitirem por uma coisa dessas, vai ser muito difícil arrumar emprego em qualquer lugar, talvez nem num mercadinho. — Juro que vou te pagar. — Sabe o quê? Melhor eu ir falar com o chefe e contar a verdade, é risco demais pra mim, e você nem perguntou antes se eu queria ajudar com a mentira. Os olhos de Alma começaram a encher de lágrimas. — Por favor, eu tenho um filho e não pensei direito no que tava fazendo, o que posso fazer pra você me ajudar? Posso te pagar. — Tá bom, não vou falar nada, mas em troca você vai ter que fazer algo por mim — falei enquanto passava a mão no meu pau por cima da calça. O rosto dela mudou de medo pra raiva. — Qual é o seu problema? Não sou esse tipo de garota — Ela quase me deu um tapa, mas parou. — Eu sei, mas é muito risco, e além disso, vão ser só duas vezes, eu juro. Ela me olhou desconfiada. — Jura? — Sim, e pra piorar, vamos acelerar isso, na hora do almoço. Te vejo no depósito, lá a gente vai ter tempo de sobra. Ela parecia bem puta da vida, mas conformada, não disse nada e foi embora. A comida era às 2 e eu já tava esperando, ela não demorou muito pra chegar, fechou a porta e começou a desabotoar a calça — Vamos acabar com isso logo. Eu segurei ela, queria aproveitar — Não pense que sou um bicho qualquer, você vai ter que se esforçar. Tirei a pica pra fora, murcha — Quer que eu chupe também? — Não, pode começar desabotoando a blusa devagar. Ela, conformada, começou a se despir, queria gozar o mais rápido possível, mas eu não ia deixar tão fácil. Quando tirou o sutiã e a calça, ficou só de calcinha, meu pau de 20 cm tava no auge, ela olhou pra ele e a expressão mudou, o ato tão erótico e a situação de risco fizeram ela começar a ficar excitada. Peguei ela por trás e comecei a brincar com a buceta e o clitóris dela. — O que cê tá fazendo, acaba logo. — Se eu fizer rápido, vou te machucar e talvez seu marido perceba, não acha? Além disso, já percebi que você tá ficando molhada, mesmo sem minha ajuda. — Cala a boca e começa de uma vez.peitoesMe aproximei do rosto dela, a pele dela cheirava muito gostoso, tipo frutas, e brinquei um pouco com os peitos dela. Aí coloquei ela em cima de uma escrivaninha e comecei a penetrar ela, primeiro devagar, só enfiando a metade. Ela tava adorando, mas se recusava a admitir. — Já mete rápido. — Cê gosta forte? — Só quero que você goze. Então segurei ela firme e enfiei tudo de uma vez, uma e outra vez, bem rápido. Ela tentou com todas as forças não fazer barulho, mas aos poucos os gemidos dela foram aumentando. Tive que enfiar a calcinha dela na boca, o que excitou ela ainda mais. Virei ela na escrivaninha pra colocar de quatro em pé, as pernas dela começaram a ficar todas molhadas. — Ai, ai, já goza, tô gozando, tô gozando. As pernas dela ficaram muito mais molhadas e eu não consegui evitar de gozar. Me vesti rápido, mas ela mal conseguia se levantar. — Vou embora antes, você ainda tem uns 15 minutos antes de alguém chegar... Ah, e a propósito, no fim de semana vou dar uma festa na minha casa, você tem que vir com seu marido. Fechei a porta e fui embora.

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