Naquela noite, a gente se preparou pra sair. Ela pegou uma saia, dobrou a cintura várias vezes até deixar bem curtinha e vestiu uma fio dental cor da pele que mal cobria.
— Tá bom assim? — perguntou, girando que nem menina com roupa nova.
Fomos pro shopping.
e a gente brincava de desconhecido. Ela subia a escada rolante com passinhos curtos, mordendo o lábio, e eu, lá de baixo, via a bunda dela aparecendo como um presente proibido. Uns caras devoravam o espetáculo com os olhos, outros disfarçavam e tropeçavam. Ela percebeu e me olhou de canto, tapando a boca pra não rir. Mas quando começou a se inclinar nas vitrines, sem dobrar os joelhos, só a cintura, como se quisesse ver os pés do manequim, e deixou a rabeta no ar, quase caí de susto. A blusona caía solta e os peitos dela apareciam sem vergonha. Sério que ela tava fazendo isso? Meu coração disparou, um calor subiu pelo peito. De repente, ela entrou numa loja de sapatos, apontou pro vendedor com uma cara safada e pediu modelos. Quando experimentou, abrindo as pernas como se nada, se inclinando com o decote solto e soltando uma risadinha de "ai, escapou", fiquei de boca aberta. Os clientes paravam de olhar os sapatos pra focar nela, e eu não acreditava até onde ela tava indo. Voltamos pra casa morrendo de rir, com o corpo em chamas, e o sexo foi uma explosão.
Uns dias depois, tomando um café, perguntei:
— E agora, qual é a próxima?
— Das suas loucuras? Não sei se tenho coragem pra mais — ela disse, brincando com a colherinha e uma cara de dúvida.
— Receber o entregador pelada?
— Você é doido! — gritou, rindo às gargalhadas.
— Com pouca roupa?
— Bom — ela falou, com uma piscada — de novo improvisar.
Pedimos pizzas naquela noite. Discutimos o que vestir: eu insistia em pelada total, ela num vestido só meio desabotoado. Acabou com uma blusa transparente, sem sutiã nem calcinha.
— Me sinto muito exposta — reclamou, cruzando os braços, mas um sorriso escapava.
Ela se olhou no espelho e o tecido não escondia nada: os bicos dos peitos marcavam como faróis, os pelos da buceta sem depilar apareciam claros por baixo. Pensei que ao se ver assim ia se arrepender, mas me enganei.
— Ai, meu Deus, lá vamos nós — disse, com uma careta brincalhona, e quando a campainha tocou, ela Plantou na minha frente.
Esperava um “não consigo”, mas ela me olhou com olhos brilhantes, soltou uma risadinha nervosa e desabotoou quase todos os botões, menos um.
— Foda-se, se é pra jogar, jogo pra valer! — falou entre gargalhadas, e foi até a porta rebolando a bunda como se tudo fosse uma piada.
Fiquei paralisado. Será que ela ia mesmo fazer aquilo? A blusa se abria a cada passo, os peitos dela prestes a escapar, e meu pulso virou um tambor. Me escondi, com a garganta seca, e espiei o entregador. Era um cara magro, com cara de perdido. Quando viu ela, o queixo caiu, ele baixou os olhos pro chão como se tivesse sido pego no flagra, mas logo entrou no jogo. Olhou ela de cima a baixo, sem vergonha nenhuma, enquanto ela pegava a pizza com uma calma exagerada e um sorriso que não conseguia segurar.
— Vou pegar a gorjeta — disse, virou de costas, deixou cair umas moedas e se abaixou sem cuidado, balançando a blusa como asas de borboleta.
Senti um nó no estômago, uma mistura de choque e fogo. O cara se lambia, com um sorriso cúmplice. Quando acabaram as desculpas, ficaram cara a cara, sem graça por um momento, ela mordeu o lábio, segurando o riso. Ele falou primeiro:
— Pena desse botão.
— Esse aqui? — disse ela, desabotoando com um pulinho e uma gargalhada.
Não acreditei; minha cabeça rodava.
— Claro, atrapalhava a vista — respondeu ele.
Já eram dois no jogo. Ela girou várias vezes como numa dança, braços abertos, a blusa voando, e os dois morreram de rir.
— Tchau, boa noite — disse, fechando a porta.
Veio na minha direção se abanando com a mão, a blusa aberta deixando o corpo nu brilhar, e entre risadas soltou:
— Ele era muito gato e simpático! Por isso me animei. Gostou?
— Você foi incrível, sofreu muito? — falei, ainda atordoado com o que tinha visto.
— Sofrer? Nada! — disse, balançando a cabeça — Foi muito divertido.
Mais uma noite de sexo inesquecível.
A última aventura foi na praia. Pedi pra ela ficar de topless, algo raro nesse país, exceto numa praia especialista em nudismo. A gente foi numa praia comum, se enfiou entre umas pedras onde não tinha banhista, mas passava quem caminhava na beira. Levei minha vara de pescar e a gente se separou uns metros, como se não se conhecesse. Ela ficou um tempo de biquíni, até que me olhou com um sorrisinho tímido.
— Bom, a gente veio pra isso, né? — falou, e tirou a parte de cima num movimento rápido, tapando a boca pra não rir.
O sol bateu nos peitos dela e ela se encolheu um pouco, feito menina pega no flagra. Passou gente: alguns olharam de canto, outros encararam sem vergonha, e uns nem notaram. Ela fazia caretas pra mim, entre vergonha e diversão. Daí apareceu um homem mais velho, parou seco ao ver ela.
— Pode fazer topless aqui? — perguntou.
— Acho que sim — respondeu ela, dando de ombros com uma risadinha.
— Não sabia — ele falou, e sentou perto.
— Na Espanha eu faço nudismo, lá é super normal.
— É, já ouvi falar — disse ela, brincando com a areia.
— E por que não tira a tanguinha também?
Ela me olhou de canto, mordendo o lábio, e eu pisquei pra ela.
— Por causa daquele cara? — ele falou, apontando pra mim.
— Não! — soltou ela, rindo — Esse é meu marido. Tô falando se vier um salva-vidas ou uma família enchendo o saco.
— Upa, desculpa pra vocês dois — ele disse, se levantando.
— Não, não, fica — ela segurou ele, com um sorrisão — Não atrapalha.
O homem hesitou.
— Pra mim tá de boa — falei, surpreso dela estar abrindo caminho pra um tarado.
— Bom — ele falou, e sentou de novo.
— Que tal tirar a parte de baixo? Se você se puser atrás daquela pedra, só a gente te vê.
— O que cê tá falando? — ela me perguntou, com uma cara entre susto e molecagem.
— Vai fundo — falei, com o coração a mil.
Ela mexeu a toalha, olhou em volta com uma risadinha nervosa e puxou a tanguinha de uma vez.
— Pronto! — disse, tapando o rosto um segundo antes de rir.
Fiquei paralisado; não esperava que ela fosse tão longe. O homem olhava pra ela sem piscar, e ela Sabia. Ela virava o corpo como quem brinca, com caretas safadas, sem dar um ângulo bom. Ele se animou mais, ficou na frente, apontando a câmera pra virilha dela.
— Que atrevido você é! — disse ela, com uma gargalhada e um dedinho acusador.
— E você muito gostosa, com respeito, hein.
Ela riu alto, mas dava pra ver que engolia seco pra continuar.
— Não te chamo de bonito, mas simpático sim.
— Valeu. Mais alguma coisa pra esse simpático?
— Mais? Já tá vendo tudo! — falou, abrindo os braços com uma careta exagerada.
— Outra pose?
— Assim? — perguntou, e se apoiou nos cotovelos, dobrou os joelhos e abriu um pouco as pernas, me olhando com uma risadinha cúmplice.
Meu coração disparou; até onde ela ia chegar?
— Me dá uns minutos, quero guardar essa imagem pra depois, já sabe como é. Não se ofendem?
— Não, fica tranquilo — disse ela, piscando um olho — Aqui é só olhar, tudo bem.
— Se quiser outra pose, é só pedir.
— Mais abertas?
— Ai, meu Deus! Assim? — falou entre risadas, e abriu as pernas de vez, separando os lábios da buceta com dois dedos enquanto tapava a boca com a outra mão.
Quase me engasguei com a própria saliva. Isso era demais, e meu corpo sabia.
— Que linda, valeu!
— Mais alguma coisa?
— De costas?
— Seus desejos são ordens, senhor — disse com aquela graça que só ela tem.
Ela virou de bruços, levantou a raba e abriu as pernas com um “tac!” brincalhão. Eu tava louco, o short prestes a estourar.
— Assim ou um pouco mais? — perguntou.
Sem esperar a resposta dele, vi ela levar as mãos pra trás, abrir as nádegas e soltar uma gargalhada. Minha mente explodiu; não conseguia processar que minha esposa, a mesma que antes ficava vermelha com um elogio, tava fazendo isso pra mostrar o cu pra um desconhecido.
— Você é maravilhosa! E vocês dois têm uma energia muito boa — disse ele.
— Valeu! Só sou assim com os senhores simpáticos — respondeu minha esposa.
Ela se virou, pegou a fio dental e o sutiã entre risadas.
— Melhor eu me cobrir, não vai que vem um salva-vidas e me dá uma bronca.
— É, Melhor não arriscar — disse ele, sorrindo — Valeu pelo momento, galera.
Foi embora.
— Que loucura! — ela me disse, se abanando com a mão — Suas ideias me matam de rir e de nervoso.
— Eu só falei topless — respondi, ainda com a cabeça girando pelo que tinha visto.
— Sim, mas isso não ia se repetir, tinha que aproveitar! Não gostou?
— Foi incrível — falei, quase sem fôlego.
— Ainda bem! — disse ela, me dando uma cotovelada — Porque improvisar assim me deixou doida.
— Você é a rainha da improvisação.
— Valeu! Por um segundo achei que ele ia se masturbar ali. Quase falei “vai”, morria de vontade de ver a pica dele dura por minha causa, teria sido sexy, ha, mas tive medo de perder o controle da situação.
— Fez bem, não conhecíamos ele, passo a passo.
— Não, não, não, nada de passo a passo, isso que você tá pensando tá descartado — disse ela sorrindo.
Voltamos pra casa com o sangue fervendo. Enquanto transávamos, ela soltou entre risadas:
— Me excita imaginar aquele velho tarado se masturbando por minha causa.
As coisas quentes vinham dela agora. Estávamos no caminho certo.
— Tá bom assim? — perguntou, girando que nem menina com roupa nova.
Fomos pro shopping.
e a gente brincava de desconhecido. Ela subia a escada rolante com passinhos curtos, mordendo o lábio, e eu, lá de baixo, via a bunda dela aparecendo como um presente proibido. Uns caras devoravam o espetáculo com os olhos, outros disfarçavam e tropeçavam. Ela percebeu e me olhou de canto, tapando a boca pra não rir. Mas quando começou a se inclinar nas vitrines, sem dobrar os joelhos, só a cintura, como se quisesse ver os pés do manequim, e deixou a rabeta no ar, quase caí de susto. A blusona caía solta e os peitos dela apareciam sem vergonha. Sério que ela tava fazendo isso? Meu coração disparou, um calor subiu pelo peito. De repente, ela entrou numa loja de sapatos, apontou pro vendedor com uma cara safada e pediu modelos. Quando experimentou, abrindo as pernas como se nada, se inclinando com o decote solto e soltando uma risadinha de "ai, escapou", fiquei de boca aberta. Os clientes paravam de olhar os sapatos pra focar nela, e eu não acreditava até onde ela tava indo. Voltamos pra casa morrendo de rir, com o corpo em chamas, e o sexo foi uma explosão.Uns dias depois, tomando um café, perguntei:
— E agora, qual é a próxima?
— Das suas loucuras? Não sei se tenho coragem pra mais — ela disse, brincando com a colherinha e uma cara de dúvida.
— Receber o entregador pelada?
— Você é doido! — gritou, rindo às gargalhadas.
— Com pouca roupa?
— Bom — ela falou, com uma piscada — de novo improvisar.
Pedimos pizzas naquela noite. Discutimos o que vestir: eu insistia em pelada total, ela num vestido só meio desabotoado. Acabou com uma blusa transparente, sem sutiã nem calcinha.
— Me sinto muito exposta — reclamou, cruzando os braços, mas um sorriso escapava.
Ela se olhou no espelho e o tecido não escondia nada: os bicos dos peitos marcavam como faróis, os pelos da buceta sem depilar apareciam claros por baixo. Pensei que ao se ver assim ia se arrepender, mas me enganei.
— Ai, meu Deus, lá vamos nós — disse, com uma careta brincalhona, e quando a campainha tocou, ela Plantou na minha frente.
Esperava um “não consigo”, mas ela me olhou com olhos brilhantes, soltou uma risadinha nervosa e desabotoou quase todos os botões, menos um.
— Foda-se, se é pra jogar, jogo pra valer! — falou entre gargalhadas, e foi até a porta rebolando a bunda como se tudo fosse uma piada.
Fiquei paralisado. Será que ela ia mesmo fazer aquilo? A blusa se abria a cada passo, os peitos dela prestes a escapar, e meu pulso virou um tambor. Me escondi, com a garganta seca, e espiei o entregador. Era um cara magro, com cara de perdido. Quando viu ela, o queixo caiu, ele baixou os olhos pro chão como se tivesse sido pego no flagra, mas logo entrou no jogo. Olhou ela de cima a baixo, sem vergonha nenhuma, enquanto ela pegava a pizza com uma calma exagerada e um sorriso que não conseguia segurar.
— Vou pegar a gorjeta — disse, virou de costas, deixou cair umas moedas e se abaixou sem cuidado, balançando a blusa como asas de borboleta.
Senti um nó no estômago, uma mistura de choque e fogo. O cara se lambia, com um sorriso cúmplice. Quando acabaram as desculpas, ficaram cara a cara, sem graça por um momento, ela mordeu o lábio, segurando o riso. Ele falou primeiro:
— Pena desse botão.
— Esse aqui? — disse ela, desabotoando com um pulinho e uma gargalhada.
Não acreditei; minha cabeça rodava.
— Claro, atrapalhava a vista — respondeu ele.
Já eram dois no jogo. Ela girou várias vezes como numa dança, braços abertos, a blusa voando, e os dois morreram de rir.
— Tchau, boa noite — disse, fechando a porta.
Veio na minha direção se abanando com a mão, a blusa aberta deixando o corpo nu brilhar, e entre risadas soltou:
— Ele era muito gato e simpático! Por isso me animei. Gostou?
— Você foi incrível, sofreu muito? — falei, ainda atordoado com o que tinha visto.
— Sofrer? Nada! — disse, balançando a cabeça — Foi muito divertido.
Mais uma noite de sexo inesquecível.
A última aventura foi na praia. Pedi pra ela ficar de topless, algo raro nesse país, exceto numa praia especialista em nudismo. A gente foi numa praia comum, se enfiou entre umas pedras onde não tinha banhista, mas passava quem caminhava na beira. Levei minha vara de pescar e a gente se separou uns metros, como se não se conhecesse. Ela ficou um tempo de biquíni, até que me olhou com um sorrisinho tímido.
— Bom, a gente veio pra isso, né? — falou, e tirou a parte de cima num movimento rápido, tapando a boca pra não rir.
O sol bateu nos peitos dela e ela se encolheu um pouco, feito menina pega no flagra. Passou gente: alguns olharam de canto, outros encararam sem vergonha, e uns nem notaram. Ela fazia caretas pra mim, entre vergonha e diversão. Daí apareceu um homem mais velho, parou seco ao ver ela.
— Pode fazer topless aqui? — perguntou.
— Acho que sim — respondeu ela, dando de ombros com uma risadinha.
— Não sabia — ele falou, e sentou perto.
— Na Espanha eu faço nudismo, lá é super normal.
— É, já ouvi falar — disse ela, brincando com a areia.
— E por que não tira a tanguinha também?
Ela me olhou de canto, mordendo o lábio, e eu pisquei pra ela.
— Por causa daquele cara? — ele falou, apontando pra mim.
— Não! — soltou ela, rindo — Esse é meu marido. Tô falando se vier um salva-vidas ou uma família enchendo o saco.
— Upa, desculpa pra vocês dois — ele disse, se levantando.
— Não, não, fica — ela segurou ele, com um sorrisão — Não atrapalha.
O homem hesitou.
— Pra mim tá de boa — falei, surpreso dela estar abrindo caminho pra um tarado.
— Bom — ele falou, e sentou de novo.
— Que tal tirar a parte de baixo? Se você se puser atrás daquela pedra, só a gente te vê.
— O que cê tá falando? — ela me perguntou, com uma cara entre susto e molecagem.
— Vai fundo — falei, com o coração a mil.
Ela mexeu a toalha, olhou em volta com uma risadinha nervosa e puxou a tanguinha de uma vez.
— Pronto! — disse, tapando o rosto um segundo antes de rir.
Fiquei paralisado; não esperava que ela fosse tão longe. O homem olhava pra ela sem piscar, e ela Sabia. Ela virava o corpo como quem brinca, com caretas safadas, sem dar um ângulo bom. Ele se animou mais, ficou na frente, apontando a câmera pra virilha dela.
— Que atrevido você é! — disse ela, com uma gargalhada e um dedinho acusador.
— E você muito gostosa, com respeito, hein.
Ela riu alto, mas dava pra ver que engolia seco pra continuar.
— Não te chamo de bonito, mas simpático sim.
— Valeu. Mais alguma coisa pra esse simpático?
— Mais? Já tá vendo tudo! — falou, abrindo os braços com uma careta exagerada.
— Outra pose?
— Assim? — perguntou, e se apoiou nos cotovelos, dobrou os joelhos e abriu um pouco as pernas, me olhando com uma risadinha cúmplice.
Meu coração disparou; até onde ela ia chegar?
— Me dá uns minutos, quero guardar essa imagem pra depois, já sabe como é. Não se ofendem?
— Não, fica tranquilo — disse ela, piscando um olho — Aqui é só olhar, tudo bem.
— Se quiser outra pose, é só pedir.
— Mais abertas?
— Ai, meu Deus! Assim? — falou entre risadas, e abriu as pernas de vez, separando os lábios da buceta com dois dedos enquanto tapava a boca com a outra mão.
Quase me engasguei com a própria saliva. Isso era demais, e meu corpo sabia.
— Que linda, valeu!
— Mais alguma coisa?
— De costas?
— Seus desejos são ordens, senhor — disse com aquela graça que só ela tem.
Ela virou de bruços, levantou a raba e abriu as pernas com um “tac!” brincalhão. Eu tava louco, o short prestes a estourar.
— Assim ou um pouco mais? — perguntou.
Sem esperar a resposta dele, vi ela levar as mãos pra trás, abrir as nádegas e soltar uma gargalhada. Minha mente explodiu; não conseguia processar que minha esposa, a mesma que antes ficava vermelha com um elogio, tava fazendo isso pra mostrar o cu pra um desconhecido.
— Você é maravilhosa! E vocês dois têm uma energia muito boa — disse ele.
— Valeu! Só sou assim com os senhores simpáticos — respondeu minha esposa.
Ela se virou, pegou a fio dental e o sutiã entre risadas.
— Melhor eu me cobrir, não vai que vem um salva-vidas e me dá uma bronca.
— É, Melhor não arriscar — disse ele, sorrindo — Valeu pelo momento, galera.
Foi embora.
— Que loucura! — ela me disse, se abanando com a mão — Suas ideias me matam de rir e de nervoso.
— Eu só falei topless — respondi, ainda com a cabeça girando pelo que tinha visto.
— Sim, mas isso não ia se repetir, tinha que aproveitar! Não gostou?
— Foi incrível — falei, quase sem fôlego.
— Ainda bem! — disse ela, me dando uma cotovelada — Porque improvisar assim me deixou doida.
— Você é a rainha da improvisação.
— Valeu! Por um segundo achei que ele ia se masturbar ali. Quase falei “vai”, morria de vontade de ver a pica dele dura por minha causa, teria sido sexy, ha, mas tive medo de perder o controle da situação.
— Fez bem, não conhecíamos ele, passo a passo.
— Não, não, não, nada de passo a passo, isso que você tá pensando tá descartado — disse ela sorrindo.
Voltamos pra casa com o sangue fervendo. Enquanto transávamos, ela soltou entre risadas:
— Me excita imaginar aquele velho tarado se masturbando por minha causa.
As coisas quentes vinham dela agora. Estávamos no caminho certo.
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