Superando una ruptura (7)

Acordei com a Coti ainda pelada em cima dos lençóis e o Julián só com as pernas cobertas, o pau mole dele exposto pra mim sem vergonha nenhuma.

Que porra de novo normal era esse?

Eu tinha transado mais em 48 horas do que em toda a minha vida. E pra piorar, num contexto completamente doido.

O tempo tinha melhorado. Primeira vez que a gente via o sol de novo.

Era hoje, hoje tudo ia acabar. A gente podia voltar e a polícia ia chegar pra nos resgatar.

A Lala entrou de repente no quarto.

"Acorda, acorda! A gente conseguiu falar com a polícia e eles tão vindo!"

A felicidade dela era tanta que ela nem ligou pros meus colegas de quarto pelados na frente dela.

Ela se jogou na minha cama, me abraçou e seguiu viagem pelos corredores do hostel.

Umas lágrimas começaram a escorrer pelo meu rosto. Todo o estresse acumulado tava indo embora com aquela confirmação.

Enquanto arrumava a mochila, fiquei refletindo sobre tudo.

O filho da puta do Pablo ainda tava trancado no quarto e com certeza ia acabar apodrecendo na cadeia, como merecia.

Ficava com pena do Julián, que via que o amigo era um lixo e ia voltar sozinho dessa viagem toda.

Também me sentia mal pelo Mateo e pela Clari, especialmente a segunda, que tinha ficado sem o pai. Pra piorar, o tio dela transformou a situação num circo.

Com eles eu não consegui falar, nunca mais me dirigiram a palavra depois do que aconteceu.

E coitados dos franceses, passaram uma noite trancados, sem comida ainda. Tiveram que pagar o Julio pra poder sair. Que lembrança eles iam levar do nosso país...

Que loucura tudo isso.

Embora não visse a hora de deixar tudo pra trás, consegui o que queria: não pensar no meu ex.

Também ia sentir falta de algumas pessoas que conheci lá.

Enquanto tomava café, todo mundo contava os minutos pra polícia chegar. Não se falava de outra coisa.

Todo mundo na mesa, menos o Pablo.

O Julio na ponta olhava pra gente desconfiado, não não dividia nem o mate dele.

Mateo estava na minha frente, tentei várias vezes cruzar olhares com ele, mas nada.

Estiquei minha perna por baixo da mesa procurando o tornozelo dele, dei um toque suave e consegui que ele me olhasse.

Fiz um gestinho pra gente ir conversar, quase com um olhar fulminante, tipo de desafio. Me irritava que ele não me dirigisse a palavra.

Levantamos da mesa com uma desaprovação bem evidente de Júlio, que tentou segurar o filho.

"Desculpa, Júlio, preciso falar com ele." Respondi de forma cortante. Passei da empatia por Mateo pra uma raiva incontrolável.

Assim que nos afastamos, subimos as escadas em silêncio. Já no meu quarto, fechei a porta e, indignada, gritei entre sussurros:

"Me explica por que você não fala comigo?"

"Transamos e isso não te obriga a nada, também entendo que rolou uma situação de merda pra todo mundo, especialmente pra sua família, mas sempre me aproximei pra tentar ajudar e você só me evita, isso me dá raiva."

Mateo: "eh... eh... Des...culpa..."

Eu: "não, desculpa nada, você não tem que se desculpar. Só quero entender que porra aconteceu."

Mateo: "não... não tive coragem..."

Eu: "DE QUÊ, MATEO, DE QUÊ?"

Mateo: "de falar com você, tava desconfortável."

Eu: "você me comeu gostoso no chuveiro e não tem coragem de falar comigo, seu idiota?"

Mateo: "..."

Entendi o que tava rolando com ele. Ele tava com o olhar no chão, parecia desconfortável. Eu tava descarregando toda minha tensão nele, e ele também era uma vítima daqueles dias frenéticos.

Na verdade, uma vítima ainda maior do que eu.

Eu: "desculpa, Mateo, passei do ponto. Você é um cara muito bom e tá aguentando essa merda de questionamento que tô fazendo."

Pra minha surpresa, ele se aproximou e me deu um beijo. Me pegou desprevenida e não esperava. Não correspondi de imediato, mas foi pelo choque. Quando entendi o que tava acontecendo, minha língua acompanhou o movimento dele e se entrelaçou com a dele num beijo profundo.

De novo, como naquele chuveiro dias atrás, o short dele não conseguia disfarçar a ereção.

Ele continuava sem Parecia especialmente bonito, mas tinha uma doçura no rosto que me derreteu.

Eu tremia entre beijos e carícias, minha buceta reagia aos estímulos assim como a dele. O volume dele na minha barriga, as mãos dele agarradas na minha raba.

"Dessa vez, é a minha vez"

Na sequência, ele puxou minha legging pra baixo, deixando minha calcinha fio-dental à mostra. Me levou pra cama e me deitou de barriga pra cima.

Foi beijando minha barriga, puxou o fiozinho da minha calcinha e com a língua começou a dar prazer pra minha buceta.

Eu tava molhadinha, mas isso não era nada perto de como ele me deixou depois de alguns minutos lambendo minha rachinha com tanta paixão. Com muita dedicação, ele fez questão de soltar vários gemidos de dentro de mim.

Uma mistura dos meus fluidos e da saliva dele escorria até minha bunda e deixava um dedinho dele acariciar com toda liberdade meu cuzinho. As lambidas dele começaram a vir acompanhadas de uma falange que foi entrando sem dificuldade na minha raba.

Eu tava louca de tesão, ele era meio desajeitado comparado com a Coti, mas isso me dava ainda mais tesão.

Eu me molhava na boquinha dele, via o rostinho dele brilhando por causa disso.

Concentrada naquela chupada, nem percebi que o dedo inteiro dele já tava dentro do meu cu. Ele começou a acompanhar com a mão livre, dois dedinhos na minha buceta enquanto a língua ainda estimulava meu clitóris.

Comecei a gemer mais forte, a respiração falhava, eu tava ofegante, em êxtase, me contorcia naquele edredom já manchado com meus fluidos.

Repeti o nome dele várias vezes, foi a última coisa que meus lábios disseram antes de eu gozar, arqueava minhas costas como se tivesse possuída, cravei minhas unhas nas costas dele e uma das minhas mãos enterrou o rostinho dele na minha buceta.

Um gemido longo percorreu o quarto e eu relaxei o corpo de novo.

"Por favor, me come agora"

Não precisei repetir, quando terminei minha frase, ele já tinha o pau apoiado na minha rachinha molhada.

Ele foi colocando devagar, eu tinha esquecido como ele era grosso. Mas eu adorava sentir ele me abrindo aos poucos. Pouquinho, não custou nada pra ele entrar, muito pelo contrário, sentia um prazer imenso em cada centímetro que ganhava dentro de mim.

Mateo me beijou de novo, trocamos olhares durante aquele beijo, ele foi enterrando o pau cada vez mais fundo enquanto nos devorávamos como amantes.

Eu tinha ele todo dentro de mim e sentia o percurso doce e suave entre os beijos.

Tava muito longe daquela besta do chuveiro. Ele fazia com muita paixão, mas com muita calma.

Os beijos dele percorriam meu pescoço, foram libertar meus peitos que ainda estavam escondidos debaixo da minha regata. Enquanto continuava me comendo, ele se dedicou a lamber meus mamilos e brincar com minhas tetas.

Eu continuava encharcada, perto de outro orgasmo.

Me agarrei nas costas dele enquanto minhas pernas iam contra meu peito por causa da pressão do corpo dele.

Senti de novo um dos dedos dele brincando com meu cu.

Soltei um suspiro ao sentir que ele entrou e começou a acompanhar o ritmo do pau na minha buceta.

Tava com meus buraquinhos todos preenchidos. Nada ficava livre.

Parei os beijos por um segundo pra olhar pra ele.

Segurei o rosto dele...

"Arrebenta meu cu, você tá morrendo de vontade e eu também."

Se tinha uma coisa que eu gostava naquele cara é que ele não hesitava.

Ele tirou o pau na hora e posicionou na entrada do meu cuzinho apertado.

O processo se repetiu, ele foi enfiando devagar, eu relaxei pra ele conseguir colocar tudo enquanto via a carinha incrédula dele.

Ele se segurava nas minhas tetas pra empurrar, já sem tanta paciência, mas com mais vontade de me arrebentar.

Quando conseguiu enfiar tudo, não perdeu tempo, começou uma metida e tirada brutal, perdeu toda a sanidade e caiu no fundo do instinto animal dele.

Me arrebentou o cu com aquela comilança incansável, queria gritar de prazer, os beijos dele me paravam ou abafavam aqueles gritinhos.

O pau dele me deixava toda aberta e me comia fenomenalmente. Não sabia o quanto sentia falta daquele macho me comendo assim. Com aquela veemência.

Cheguei a outro orgasmo de novo. Já era o segundo, eu era o brinquedinho sexual do Mateo que continuou me comendo. Incansável, mesmo que meu corpo parecesse flutuar depois de gozar de novo.

Ouvi quase junto com meus gemidos a campainha do lugar, a polícia tinha chegado.

Mateo se alterou e saiu de dentro de mim.

Ele me largou e eu fiquei com a bucetinha aberta sobre o colchão manchado pelas minhas duas gozadas.

Peguei minhas roupas rápido e desci disfarçando meu andar.

Nos reuniram na sala.

Mateo de novo não olhava pra mim. O clima era de tensão total.

Júlio explicou os fatos pra todo mundo e pros dois policiais que estavam lá enquanto o legista chegava.

Eles foram pro fundo onde estava o corpo e ficaram quase 30 minutos lá.

"Bom, todos podem ir embora."

Já está chegando uma van que vai levar vocês de volta pra cidade.

Todo mundo se abraçou feliz. Não demoramos nada pra pegar nossas coisas e descer.

Em menos de 20 minutos, estávamos todos, menos o Pablo, naquela van.

Lala: "Não achou estranho eles não fazerem perguntas nem nada?" Ela falou baixinho.

Eu: "Agora que você falou... verdade, foi estranho sim."

Coti: "É, foi estranho, mas tô feliz de ir embora, espero não ter esquecido nada, porque não volto nem fodendo."

Nessa hora, revirei minha mochila meio nervosa pensando se tinha minha carteira com meus documentos.

Felizmente, estava lá, no fundo da minha mochila.

O que me chamou a atenção, na distração, foi que eu tinha trazido aquele livro que estava lendo esses dias, que falava sobre a história da região.

De repente, fiquei pálida. Algo passou pela minha cabeça.

"Lala, Coti, espera...

7 comentários - Superando una ruptura (7)

El deseo corre libre y el misterio está por develarse. Precioso.
Queda el último capítulo😍
Vamo vamo vamo la continuaciónnnnnnn 🙏