Minha tia e o novo namorado dela - Capítulo 2

E aí, galera! Espero que vocês tenham curtido a continuação da história, me conta nos comentários o que acharam desse novo capítulo!


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sempre respondo as mensagens dela por ali!




Nos dias seguintes, me mantive distante do Hugo, a culpa tinha me invadido. Eu tinha traído a confiança da minha tia, me sentia horrível. Até pensei em voltar para Buenos Aires. Com o passar dos dias, a culpa foi diminuindo e aos poucos comecei a curtir Córdoba de novo. Apesar de que toda vez que eu a via, me sentia um pouco mal.
Era sábado à noite e o calor sufocante não me deixava dormir. Eu estava usando uma camisetinha branca e uma calcinha com detalhes em azul claro, o ventilador parecia aquecer ainda mais o ar do quarto. A umidade estava tão alta que até respirar era difícil, eu estava toda melada.
Eram por volta da meia-noite quando a luz caiu! Agora sim era um inferno, o copo d'água que eu tinha servido estava intomável, a roupa grudava no meu corpo, ia ser impossível pregar o olho. Nesse momento ouvi passos e vozes lá fora. Pareciam ser o Hugo e minha Tia montando umas cadeiras de praia e abrindo umas cervejas. O apagão e o calor tinham obrigado eles a sair.
No silêncio da noite, as vozes deles só dificultavam ainda mais meu sono. As risadas me distraíam. Ia ser uma noite longa. Foi nesse momento que aproveitei para ir à cozinha e pegar um novo copo de água fresca. Fiz tudo rápido para ninguém me ver, já que minha roupa estava praticamente transparente de suor. Tão apressada e concentrada em não fazer barulho que, de repente, a luz voltou por um segundo e me assustei.
— aiiiiiiii-
— pipu você tá bem???
— Minha tia levantou a voz imediatamente lá de fora.

— Poxa, tia, desculpa, me assustei, tava pegando um copo d'água—
— Não dá pra dormir?
— aiii, tá um calor da porra—
— por que você não vem um tempinho com a gente lá fora? Tá ventando um pouco, estamos tomando umas cervejinhas bem geladas.
Nos últimos dias não tinha compartilhado muito com ela, e me senti mal recusando o convite…
— Tá bom, tia, mas espera que vou me trocar.
— não precisa vir assim, pode vir como está — insistiu
— mas eu tô de pijama!
— vem do mesmo jeito, gata, mal dá pra ver aqui fora, além do mais, o que você vai vestir se tá um calor do caralho? — insistiu de novo
Achei que ia ter pouca visibilidade, então acabei saindo com meu copinho e meu pijama.
Dei vários passos até onde eles estavam. Ao vê-los, fiquei gelada! A lua os iluminava perfeitamente e, embora o Hugo estivesse só de cueca cinza, não era ele quem tinha prendido completamente minha atenção, mas sim minha tia. Ela estava deitada na espreguiçadeira, com um conjunto de lingerie vermelha transparente. O sutiã mal segurava aqueles peitões enormes, e a calcinha fio dental na frente era um triângulo minúsculo, que quase não cobria os pelos da sua xota. Não consegui disfarçar minha surpresa ao vê-la. Desnecessário dizer que os dois estavam completamente suados.
— Que calor, gata! — exclamou minha tia. — Pega uma espreguiçadeira ali e vem sentar aqui.
A vergonha tinha me dominado completamente, eles pareciam nem se importar com minhas transparências, faziam parecer natural, mas eu nunca tinha visto minha tia daquele jeito, e supostamente o Hugo também não.
Com o passar dos minutos, a vergonha foi diminuindo e a naturalidade da situação foi se firmando.
— Quer uma cervejinha, gostosa?
— obrigada, tia, mas não vou beber não.
— um baseadinho? — apontando para a mesinha que estava no jardim.
— Puta que pariu, tia!! Menos! — falei surpresa.
— vai lá, cara! seus pais não tão aqui, solta a franga um pouco!
Não era a primeira cerveja que elas tomavam e minha tia estava bem desinibida, mais do que de costume.
— você não pode ser tão certinha em tudo, pipu — enquanto abria outra cerveja. Hugo nos observava enquanto bebia sua latinha.
— É que eu não gosto de tia, sério, senão eu pegaria — respondi.
— Ai, meu Deus! Essa gata—
— Bom, por sorte não puxou à tia — disse Hugo, rindo.
— Cale a boca, não a defenda — enquanto fazia um coque no cabelo e um de seus peitos escapava do sutiã.
— Tia! — Tentei avisar, mas Hugo quase instantaneamente colocou a mão sobre o peito, cobrindo seu mamilo marromzinho.
— nossa, que mão gelada você tem — exclamou.
Hugo tinha soltado a latinha para cobri-la, então a palma da mão dele estava gelada.
Ele tentou tirar ela...
—- não, não tira, me refresca — disse ela.
— mas... — Hugo balbucia.
— mas deixa pra lá, deixa ela aí — enquanto suas duas mãos terminavam de arrumar o cabelo.
— Já tá? — perguntou ele, rindo.
— Não, neném, eu disse que me refresca, faz na outra também — enquanto descobria o outro seio.
O riso do Hugo me deixava confuso. Ele parecia levar tudo na boa, enquanto eu não sabia onde me enfiar. Os peitões enormes da minha tia dominavam meus olhos curiosos. Ela continuava na dela, curtindo a noite e o calor sufocante como se estivéssemos numa praia paradisíaca e não no quintal da casa dela em Córdoba.
— Chega, tia! — falei tentando rir para disfarçar o desconforto.
She just shrugged and took another sip of her beer before pointing at the inflatable pool.
Vou dar uma mergulhada. Não aguento mais esse calor.
Ela se levantou com total despreocupação, sem se arrumar, e caminhou até a piscina. Seus peitos continuavam expostos, balançando a cada passo, sem que parecesse importar-se. Ela se agachou para testar a temperatura da água e, pela postura, seu fio dental minúsculo afundou ainda mais entre suas nádegas.
— Ai, que delícia que está! Vem, entra, sério, vai te fazer bem.
Antes de receber uma resposta, ela se deixou cair dentro da piscina, submergindo completamente. Quando emergiu, a água escorria por cada parte do seu corpo, deslizando pelos mamilos endurecidos pelo contraste de temperatura. Passou as mãos pelo pescoço e pelos braços, estremecendo.
— Vai, gata, se você já tá toda molhada de calor, vem aqui— insistiu
Suspirei e concordei. Caminhei até a piscina sentindo nas minhas costas o olhar atento do Hugo. Ele vinha atrás de mim. Quando cheguei na beirada, hesitei por mais um segundo antes de me sentar e mergulhar as pernas na água fria. Um arrepio percorreu meu corpo inteiro.
— Tá gelada! — reclamei.
Hugo deu uma risada.
— Melhor assim — ele disse ao passar.
Ele não hesitou em mergulhar de uma só vez, afundando até o pescoço. Quando emergiu, a água escorria por cada linha de seu peito e abdômen, destacando seu corpo peludo. Mas o que mais chamou minha atenção foi o tecido molhado de seu boxer cinza, que grudou completamente em sua pele, marcando seu enorme volume de uma maneira quase obscena. Tentei desviar o olhar, mas meus olhos ficaram presos na imagem por um segundo a mais.
Mordi o lábio e finalmente entrei, sentei e afundei um pouco mais na água, sentindo o tecido molhado da minha calcinha grudando na pele e o mesmo acontecendo com minha camisetinha. Nesse momento, Hugo se aproximou de mim.
— Melhor, né? — murmurou, com um sorriso intimidador.
Eu concordei, mas minha respiração já estava alterada, e não era exatamente por causa do calor.
Minha tia nos observava enquanto a água cobria metade dos seus peitos.
— Você assusta a menina, Hugo! Vem cá — ordenou minha tia, entre risadas.
Ele deu alguns passos, engatinhando, na piscininha e se posicionou ao lado dela, passando um dos braços por trás, abraçando-a, deixando sua mão cair sobre o peito descoberto. Acariciando-a.
—Ai sim, faz assim que eu gosto, me relaxa— disse ela enquanto apoiava a cabeça no cano da pia. —Que linda está a água, como refresca— suspirou.
Hugo não tirava os olhos de mim. Eu tinha mergulhado quase todo o meu corpo na água, com apenas metade do rosto de fora, para conseguir respirar.
A água continuava escorrendo pela pele da minha tia enquanto Hugo a acariciava com naturalidade. Sua mão percorria com calma o contorno do seu peito, apertando suavemente, enquanto ela fechava os olhos e suspirava com evidente prazer.
Eu continuava imersa na água, minha respiração ofegante e minha pele arrepiada por algo além da temperatura da água. Não conseguia desviar o olhar. A forma como as mãos do Hugo deslizavam pelo corpo da minha tia despertava em mim uma mistura de sensações que eu achava difíceis de processar.
—Mmm… assim, é… —murmurou minha tia, enquanto inclinava a cabeça para trás novamente, oferecendo o pescoço para Hugo.
—Que noite linda —ele sussurrou contra sua pele antes de morder suavemente seu lóbulo da orelha.
Ela sorriu com malícia, entreabrindo os lábios. Sua respiração era profunda, como se cada carícia de Hugo a deixasse ainda mais excitada.
— mmmm siii… – ela mal conseguiu dizer
A mão livre de Hugo mergulhou sob a água, percorrendo lentamente a barriga da minha tia até deslizar entre suas coxas. Eles pareciam ter esquecido que eu estava ali na frente. Ela soltou um gemido mais forte, afastando levemente as pernas para receber seus dedos. A cena era tão crua e excitante que um arrepio percorreu todo o meu corpo.
Tentei desviar o olhar, mas meus olhos pareciam grudados na cena à minha frente. O jeito que os corpos deles se moviam devagar, os sussurros entre eles, o som suave da água respingando… Tudo ficava mais intenso a cada segundo.
—Não se esconde tanto, gatinha… —a voz da minha tia me tirou do transe.
Levantei o olhar imediatamente e me deparei com seus olhos fixos em mim. Ele sorria de lado, como se pudesse ver além do que eu tentava esconder.
—Vem aqui —sussurrou, batendo suavemente na água com a mão
O convite da minha tia me deixou completamente sem chão, será que ela sabia do que aconteceu com o Hugo?
Meu coração batia forte. Hugo também estava me encarando. A tensão era insuportável, uma mistura de vergonha, desejo e adrenalina. Eu sabia que cruzar aquela distância significava me entregar completamente à situação, e uma parte de mim desejava isso mais do que estava disposta a admitir.
— Vai lá, gata, não fica tímida — insistiu, deslizando uma mão pelo peito do Hugo.
Minha pele estava ardendo, meu corpo todo reagia ao ambiente carregado de desejo. Mordi o lábio nervosamente, mas minha tia sorriu com cumplicidade.
—Relaxa —murmurou Hugo, com uma voz grossa e envolvente—. A gente tá aqui pra curtir a noite…
O ar ficou mais denso, o desejo flutuava entre nós. E eu, quase sem perceber, dei mais um passo na direção deles.
A água fria contrastava com o calor dos nossos corpos. Minha respiração estava ofegante, o coração batia a mil e o desejo me consumia. Eu sentia o calor entre as pernas, a pele eletrizada enquanto diminuía a distância entre nós.
Me posicionei à direita do Hugo, ele estava no meio, seu corpo molhado, com a água escorrendo pelo seu torso. Minha tia me olhou com um sorriso safado. Ela virou suavemente o corpo e seus peitões enormes, molhados, brilhantes, se apertaram contra o peito do Hugo.
— Você topou, hein, pipu… — disse sorrindo, se encostando mais em Hugo, deixando sua pele quente se fundir com a dele.
Ele sorriu, excitado, percorrendo nossos corpos com as mãos, descendo pelas nossas costas, nos apalpando, marcando o ritmo do que estava por vir. Nos agarrou pela cintura. Minha tia mordia o lábio enquanto observava a evidente ereção do Hugo que emergia sobre a superfície.
—opa... e isso? parece que quer sair —ela sussurrou, sem perder o tom provocante.
Com lentidão, suas mãos deslizaram a cueca até libertá-lo. Ele gemeu quando seu pau ficou completamente exposto, duro, grosso, pulsando na água. Ela soltou uma risada safada e passou os dedos por todo o tronco, sentindo o calor de sua pele.
—Mmm… olha isso aqui, gato… — sussurrou, me olhando com malícia — gostou? Topa? — insistiu.
A situação tinha escalado a um ponto sem volta, e tudo aconteceu com uma naturalidade incrível.
Minha respiração acelerou ainda mais quando minha mão encontrou a dela na base do pau. Minha tia começou a masturbá-lo com movimentos lentos, sensuais, aproveitando cada segundo, enquanto eu a acompanhava, sentindo a grossura quente e latejante entre meus dedos.
—mmmmmm— Hugo soltou um gemido rouco, jogando a cabeça para trás, enquanto nossas mãos trabalhavam juntas no pau dele. Ela apertou a base, forçando-o a soltar um grunhido mais alto.
— Você gosta quando eu aperto, né? Filho da puta, olha como o pau tá pulsando… — murmurou, com a boca entreaberta, desejando —. Ele tá morrendo de vontade de gozar, mas vamos fazer ele sofrer um pouquinho, vai?
Eu concordei, minha própria virilha latejando só de olhar para ele. Hugo nos encarou com os olhos ardentes de desejo.
Debaixo d'água, sua mão continuou descendo pelas minhas costas até se enfiar na minha calcinha para buscar minha buceta e mexer nela aos poucos.
—mmmm que putinhas safadas —ele soltou com voz grave.
Minha tia soltou uma gargalhada e acelerou o ritmo. Eu segui os movimentos dela, sentindo a dureza deslizando entre nossos dedos molhados. Hugo arqueou as costas, elevando ainda mais a pélvis, deixando o pau completamente fora d'água, a cabeça caindo para trás enquanto sua respiração ficava ofegante.
— você vai dar o leite pra gente— ela provocava
— mmm é isso, continuem, siiiim- ele gemeu
— mmm que pau lindo você tem, filho da puta — murmurou ela enquanto acelerava o ritmo
—mmmm… assim, assim… continuem assim, putas —ele rosnou, enfiando os dedos nas nossas bucetas.
Minha tia se aproximou mais dele, com seus peitões roçando o lado dele.
—Vai, gata… Goza pra gente, dá o leitinho pra nós —sussurrou, apertando mais forte.
Um calafrio percorreu seu corpo, seu pau pulsou com força e, com um gemido profundo, o primeiro jato quente de seu sêmen disparou com potência, banhando seu próprio peito e abdômen.
—-mmmmmmmmm, siiiiiiiiiiiii— enquanto contraía todos os músculos
Mais gotas grossas dispararam, escorrendo pela sua pele molhada.
—Mmm… olha só toda essa porra —ronronou minha tia, com os olhos ardentes de desejo.
O peito dela estava coberto de sêmen grosso, seu corpo inteiro convulsionava de prazer.
—-mmmmmmmmm— ele continuou.
Ela o observou, com sede e sem hesitar, se inclinou e pôs a língua para fora, recolhendo parte do sêmen com uma lentidão provocante, me encarando fixamente enquanto fazia isso. Continuou lambendo até recolher tudo. Sem deixar vestígios, me mostrou o que havia capturado em sua boca e brincou com ele, movendo-o sobre a língua.
—Vem cá, experimenta —murmurou com um sorriso.
Meu corpo estava em chamas. Ele continuou me tocando debaixo d'água. Sem pensar, me aproximei dela e nossas bocas se encontraram em um beijo quente, desesperado. Seus lábios estavam impregnados com o gosto do Hugo, e uma onda de tesão percorreu todo o meu corpo. Nos beijamos com fome, nossas línguas se misturando compartilhando o sêmen do Hugo, enquanto nossas mãos continuavam acariciando o corpo ainda trêmulo dela. Era a primeira vez que beijava uma mulher daquela forma, e era minha tia.
A noite nos envolvia, e a piscina se tornou nosso próprio palco de luxúria desenfrenada...
 

11 comentários - Minha tia e o novo namorado dela - Capítulo 2

Que locura! Que hermosa segunda parte, sos la 1 nessa
Cuanta excelencia en el relato!!! Que calenturaaaa...!!!
leobar4 +1
¡Qué relato, nena!. Fueron mis 10 con una calentura tremenda.
Aparte de rica , escribes bien 🔥
@innocent_otaku que rico 🤤