Espero que gostem. Me apresento, sou Z e tenho 22 anos, sou do México. Há algum tempo me interesso pelo mundo do incesto, e hoje vou compartilhar minha primeira experiência com vocês.
Isso aconteceu quando eu tinha 14 anos. Fomos à casa dos meus avós maternos para comemorar o aniversário do meu avô. Tudo estava normal, como em qualquer aniversário, e como de costume, não faltou álcool. No fim da festa, meu pai estava muito bêbado e minha mãe também não estava muito sóbria. Além disso, já era muito tarde, então decidiram que dormiríamos lá.
Ajudei minha mãe a levar meu pai para o quarto onde eles dormiriam, e ela ficou lá com ele. Saí para o pátio e só restavam meu tio Omar e sua esposa Diana, ambos já embriagados.
Vou descrever a Diana para vocês: 31 anos, uma mulher de 1,70m, morena, corpo magro, uns peitos pequenos e, embora não tenha uma bunda grande, dava vontade. Mesmo já tendo batido várias punhetas pensando nela, ainda fantasiava em torná-la minha.
Então, com todo o medo e nervosismo, me aproximei e perguntei:
Z: Tudo bem, tios?
D: Seu tio não quer levantar e eu não aguento mais ele (com voz de bêbada).
Z: Deixa que eu ajudo a levá-lo, vamos ver se aguentamos.
D: Omar, levanta, vamos dormir (enquanto o sacudia e ele não respondia).
Pegamos ele pelos braços e o carregamos pelos ombros, mas mal aguentávamos. Além disso, minha tia vinha cambaleando. Só conseguimos chegar até a sala.
D: Aí! Já não aguento mais (o peso vence e os dois caem).
Z: Tia, você está bem? (enquanto a ajudava a levantar).
D: Só o tombo mesmo. Agora não tem jeito, ele fica aqui mesmo.
Terminamos de deitá-lo no sofá da sala.
D: Pronto, filho, obrigada. Vá dormir (enquanto tirava os sapatos dele e o acomodava). Eu vou descansar, e ele que fique aqui.
Z: Tudo bem, tia. Descanse, tenha uma boa noite.
E eu tinha certeza de que seria.
Fui para o meu quarto, troquei de roupa e coloquei apenas um shorts, sem cueca. Olhei o relógio: 3:17. Decidi esperar e, enquanto isso, não conseguia parar de pensar que talvez realizaria uma fantasia. Os minutos pareciam horas, até que deu 3:50. Com todo o tesão e... Com medo, fui até o quarto dela e a porta estava fechada, o que me desanimou, mas tentei ver se não estava trancada. E então ela abriu. Com o máximo de cautela possível, abri e entrei, tentando não fazer nenhum barulho e com medo de acordá-la. Entrei e, ao vê-la, lá estava ela deitada de lado, ainda vestida, mas sem os sapatos. Queria tocar aquele bumbum lindo como um louco, mas ainda com receio, quis me certificar de que ela estava dormindo. Com o dedo indicador, comecei a tocar o ombro dela e não houve reação. Me arrisquei a tocar um peito e também não houve reação. Toquei de novo e nada. Mais confiante, comecei a apertar o peito e beliscar levemente o mamilo, e nada. Ajeitei-a de costas, devagar.
Ao ver que não havia resposta, não quis perder tempo e comecei a desabotoar a calça dela, um jeans justo que destacava bem seu bumbum lindo. Comecei desabotoando e baixando o zíper sem movimentos bruscos. Fui puxando a calça para baixo e me deparei com uma vista bonita: uma calcinha de renda roxa que, pelo design, deixava ver levemente uns pelinhos que adornavam tamanho prazer. Subi lentamente, beijando desde os pés até sua buceta, e dei um beijo por cima da calcinha. Então, já não aguentei mais: me levantei, tirei o shorts e tranquei a porta.
Me aproximei e, ao ver aquela cena incrível, fui sobre ela e tirei a calcinha com a boca, brincando levemente com sua buceta, saboreando-a, e ainda sem receber resposta da parte dela. Ao terminar de tirar a calcinha, me propus a fazer o mesmo com a blusa e o sutiã. Tirei a blusa sem muito esforço e procedi a fazer o mesmo com o sutiã. Ao tirá-lo, houve um movimento, mas foi só para se acomodar. Mesmo assim, procedi com lentitude e voltei a verificar que ela não reagia.
Então segui com o meu plano e já a tinha completamente nua, embora ela tivesse virado e ficado de bruços, então não dava para admirar completamente, mas pensei em aproveitar a oportunidade. Comecei a tocar seu bumbum, apertava suas nádegas e as abria enquanto admirava sua... raja, então coloquei um travesseiro sob a barriga dela para levantar ainda mais a bunda. Nessa posição, comecei a comer a buceta dela enquanto acariciava e brincava com suas nádegas. Comecei a saborear seus líquidos e percebi que ela estava ficando excitada, embora não houvesse resposta além da respiração acelerada. Continuei comendo sua deliciosa buceta e chupando seus lábios molhados e famintos pelo meu pau. Estava pronto para enfiar, mas não tinha camisinha. Embora já tivéssemos cruzado vários limites, não cruzaria o de engravidá-la, então decidi meter no cu, como tinha visto nos pornôs. Continuei aproveitando, comendo sua buceta e seus deliciosos sucos enquanto batia uma. Fiquei assim um tempo e, quando olhei o relógio, já havia passado uma hora. Decidi não perder mais tempo e enfiei dois dedos na vagina dela, mexendo dentro para impregná-los com seus sucos e facilitar a introdução no seu cuzinho apertado e gostoso. Tirei meus dedos da vagina e lentamente comecei a introduzir um no cuzinho, entrando devagar mas com firmeza. Ela reagiu com pequenos gemidos abafados pelo álcool. Então me arrisquei a enfiar completamente. Ao entrar, ela reagiu com um gemido mais audível, o que só aumentou minha excitação e me fez enfiar o segundo dedo com mais força, provocando outro gemido e uma lágrima escorrendo pela bochecha dela, o que só deixou tudo mais excitante. Comecei o vai e vem dos meus dedos no seu cuzinho apertado e delicioso. Isso a fez morder os lábios e começar a suar. Enquanto uma mão dava prazer anal, a outra dominava seus peitos e minha boca saboreava, dando pequenas mordidas em seus mamilos cor de café. Eu me sentia como se nada mais importasse, só aquele momento. Então soube que era hora de arrombar aquele bumbum que tanto me deixava louco e com vontade de experimentar. Deixei seus peitos, tirei meus dedos lentamente do seu cu, que já parecia pronto para receber meu pau. Desci para comer seu cu com a boca e enfiar minha língua lá dentro. delicioso cuzinho que estava prestes a ser meu,
deixo bem lubrificado e seguro meu pau com uma mão
enquanto com a outra seguro sua bunda e abro suas nádegas para apontar a cabeça do meu pau no seu cuzinho, mas antes esfrego na sua buceta encharcada para entrar sem problemas
Então coloco a cabeça do meu pau no seu cu e começo a enfiar,
ela só solta uns gemidos baixos, mas isso só me excita mais e continuo,
sinto entrando devagarinho desde a cabeça até enfiar tudo,
deixo assim por uns instantes enquanto brinco com seus peitos e a beijo apaixonadamente, brinco com sua língua e ela parece se entregar totalmente ao prazer
Começo a tirar meu pau devagar da sua bunda e voltar a enfiar lentamente, aumentando o ritmo até que a tesão fica maior e nem me importo, começo a meter mais forte
e seu cuzinho já amansado pelo meu pau recebe com mais facilidade cada investida que eu dou
Vendo a cena de como estava comendo minha tia pelo cu e que não era um sonho, aumentei minha intensidade, o que provocou um gemido de dor da minha tia, que nem me importei,
continuei enfiando meu pau com embestidas fortes e de repente só senti meu corpo tensionar e que ia gozar
Continuei metendo na sua bunda e quando senti que estava quase acabando, enfiei tudo até o fundo,
senti como enchia tudo por dentro e começa a escorrer pelo seu cuzinho, deixei dentro até sair tudo, tirei devagar e fui direto pra sua boca com o pau na mão
e fazendo ela abrir a boca, coloquei dentro e como no automático ela parecia chupar, mesmo sem muita vontade
então me acomodei e comecei a enfiar e comê-la pela boca, não aguentei muito e gozei na sua boca quase afogando ela, provocando sua reação, mas sem muita importância se ela acordasse
Esperei me recuperar, enquanto brincava com meus dedos no seu cu e buceta, com a outra mão massageava e apertava seus peitinhos e mamilos moreninhos que convidavam a chupá-los e saboreá-los, é disso que se trata e já recuperado, não perdi tempo e fui meter naquele cuzinho que já era meu e ela nem percebeu. Dessa vez coloquei ela de bruços com as pernas abertas, apoiada na beirada da cama. Já nessa pose, abri bem suas pernas, segurei sua bunda com uma mão, abri suas nádegas e na outra peguei meu pau já bem ereto e duro. Molhei a cabeça na sua buceta e coloquei na entrada do seu cuzinho que estava um pouco aberto, então comecei devagar, metendo e sacando lentamente. Fui aumentando a velocidade e ela só continuava gemendo com algumas lágrimas nos olhos e o coração a mil. Continuei enfiando por uns 40 minutos e finalmente estava quase gozando e queria fazer na boca dela, mas a puta não quis abrir e com o tesão prestes a explodir, devolvi para o seu cuzinho e disse: "Não quis pelas boas, puta, e aqui está, pela sua bunda que agora me pertence". Mal terminei de falar no ouvido dela e deixei tudo ir, e seu rosto se encheu de dor, embora também de prazer e algumas lágrimas. Com o pau já enfiado até o fundo, comecei a meter e sacar de maneira forte, mas não rápida. E parece que a puta gostou, porque começou a se molhar com um líquido especial transparente e de sabor e aroma deliciosos. Isso me deixou ainda mais excitado e enquanto a fodia, comecei a masturbá-la com minha mão. Conforme continuei dando duro na sua bunda com meu pau e na sua buceta com minha mão, senti que já estava gozando e então larguei sua vagina e a segurei com as duas mãos na cintura e comecei a meter mais forte. Só se ouvia o som dos nossos corpos batendo junto com os fluidos de ambos. Então não aguentei mais e deixei tudo ir enquanto jorrava e jorrava sêmen — quem sabe de onde veio tanto porra, mas acabou escorrendo demais do seu ânus, descendo até sua vagina, sem falar na sua boca que estava toda cheia de gozo. Finalmente, a puta estava como imaginei em várias noites de punheta: toda usada, cheia de porra, com o cu arrombado e sem reação. Fiquei curtindo um tempo uma cena dessas. delícia e ao olhar o relógio eram 7:15 da manhã. Então peguei papel higiênico e limpei toda a porra que ela tinha na buceta, no cu, na barriga, nas costas, no rosto, na boca e nas pernas. Notei que seu cu ainda não fechava completamente, mas não me preocupei e só dei um beijo no seu cuzinho, outro na buceta e outro na boca. Coloquei a calcinha dela, não sem antes dar uma cheirada, coloquei o sutiã e a blusa. Já não deu tempo de colocar a calça porque o filho da puta do vizinho veio bater na porta. Como pude, a cobri e saí o mais rápido possível, embora estivesse pelado, pois não consegui pegar o shorts. Entrei no meu quarto e tranquei a porta. Coloquei o shorts e me deitei, só conseguia lembrar do que tinha vivido momentos antes. Ainda não acreditava, mas acontece que é real. Obrigado por ler, espero que tenham gostado e, se for o caso, me animarei a postar mais das minhas experiências.
Isso aconteceu quando eu tinha 14 anos. Fomos à casa dos meus avós maternos para comemorar o aniversário do meu avô. Tudo estava normal, como em qualquer aniversário, e como de costume, não faltou álcool. No fim da festa, meu pai estava muito bêbado e minha mãe também não estava muito sóbria. Além disso, já era muito tarde, então decidiram que dormiríamos lá.
Ajudei minha mãe a levar meu pai para o quarto onde eles dormiriam, e ela ficou lá com ele. Saí para o pátio e só restavam meu tio Omar e sua esposa Diana, ambos já embriagados.
Vou descrever a Diana para vocês: 31 anos, uma mulher de 1,70m, morena, corpo magro, uns peitos pequenos e, embora não tenha uma bunda grande, dava vontade. Mesmo já tendo batido várias punhetas pensando nela, ainda fantasiava em torná-la minha.
Então, com todo o medo e nervosismo, me aproximei e perguntei:
Z: Tudo bem, tios?
D: Seu tio não quer levantar e eu não aguento mais ele (com voz de bêbada).
Z: Deixa que eu ajudo a levá-lo, vamos ver se aguentamos.
D: Omar, levanta, vamos dormir (enquanto o sacudia e ele não respondia).
Pegamos ele pelos braços e o carregamos pelos ombros, mas mal aguentávamos. Além disso, minha tia vinha cambaleando. Só conseguimos chegar até a sala.
D: Aí! Já não aguento mais (o peso vence e os dois caem).
Z: Tia, você está bem? (enquanto a ajudava a levantar).
D: Só o tombo mesmo. Agora não tem jeito, ele fica aqui mesmo.
Terminamos de deitá-lo no sofá da sala.
D: Pronto, filho, obrigada. Vá dormir (enquanto tirava os sapatos dele e o acomodava). Eu vou descansar, e ele que fique aqui.
Z: Tudo bem, tia. Descanse, tenha uma boa noite.
E eu tinha certeza de que seria.
Fui para o meu quarto, troquei de roupa e coloquei apenas um shorts, sem cueca. Olhei o relógio: 3:17. Decidi esperar e, enquanto isso, não conseguia parar de pensar que talvez realizaria uma fantasia. Os minutos pareciam horas, até que deu 3:50. Com todo o tesão e... Com medo, fui até o quarto dela e a porta estava fechada, o que me desanimou, mas tentei ver se não estava trancada. E então ela abriu. Com o máximo de cautela possível, abri e entrei, tentando não fazer nenhum barulho e com medo de acordá-la. Entrei e, ao vê-la, lá estava ela deitada de lado, ainda vestida, mas sem os sapatos. Queria tocar aquele bumbum lindo como um louco, mas ainda com receio, quis me certificar de que ela estava dormindo. Com o dedo indicador, comecei a tocar o ombro dela e não houve reação. Me arrisquei a tocar um peito e também não houve reação. Toquei de novo e nada. Mais confiante, comecei a apertar o peito e beliscar levemente o mamilo, e nada. Ajeitei-a de costas, devagar.
Ao ver que não havia resposta, não quis perder tempo e comecei a desabotoar a calça dela, um jeans justo que destacava bem seu bumbum lindo. Comecei desabotoando e baixando o zíper sem movimentos bruscos. Fui puxando a calça para baixo e me deparei com uma vista bonita: uma calcinha de renda roxa que, pelo design, deixava ver levemente uns pelinhos que adornavam tamanho prazer. Subi lentamente, beijando desde os pés até sua buceta, e dei um beijo por cima da calcinha. Então, já não aguentei mais: me levantei, tirei o shorts e tranquei a porta.
Me aproximei e, ao ver aquela cena incrível, fui sobre ela e tirei a calcinha com a boca, brincando levemente com sua buceta, saboreando-a, e ainda sem receber resposta da parte dela. Ao terminar de tirar a calcinha, me propus a fazer o mesmo com a blusa e o sutiã. Tirei a blusa sem muito esforço e procedi a fazer o mesmo com o sutiã. Ao tirá-lo, houve um movimento, mas foi só para se acomodar. Mesmo assim, procedi com lentitude e voltei a verificar que ela não reagia.
Então segui com o meu plano e já a tinha completamente nua, embora ela tivesse virado e ficado de bruços, então não dava para admirar completamente, mas pensei em aproveitar a oportunidade. Comecei a tocar seu bumbum, apertava suas nádegas e as abria enquanto admirava sua... raja, então coloquei um travesseiro sob a barriga dela para levantar ainda mais a bunda. Nessa posição, comecei a comer a buceta dela enquanto acariciava e brincava com suas nádegas. Comecei a saborear seus líquidos e percebi que ela estava ficando excitada, embora não houvesse resposta além da respiração acelerada. Continuei comendo sua deliciosa buceta e chupando seus lábios molhados e famintos pelo meu pau. Estava pronto para enfiar, mas não tinha camisinha. Embora já tivéssemos cruzado vários limites, não cruzaria o de engravidá-la, então decidi meter no cu, como tinha visto nos pornôs. Continuei aproveitando, comendo sua buceta e seus deliciosos sucos enquanto batia uma. Fiquei assim um tempo e, quando olhei o relógio, já havia passado uma hora. Decidi não perder mais tempo e enfiei dois dedos na vagina dela, mexendo dentro para impregná-los com seus sucos e facilitar a introdução no seu cuzinho apertado e gostoso. Tirei meus dedos da vagina e lentamente comecei a introduzir um no cuzinho, entrando devagar mas com firmeza. Ela reagiu com pequenos gemidos abafados pelo álcool. Então me arrisquei a enfiar completamente. Ao entrar, ela reagiu com um gemido mais audível, o que só aumentou minha excitação e me fez enfiar o segundo dedo com mais força, provocando outro gemido e uma lágrima escorrendo pela bochecha dela, o que só deixou tudo mais excitante. Comecei o vai e vem dos meus dedos no seu cuzinho apertado e delicioso. Isso a fez morder os lábios e começar a suar. Enquanto uma mão dava prazer anal, a outra dominava seus peitos e minha boca saboreava, dando pequenas mordidas em seus mamilos cor de café. Eu me sentia como se nada mais importasse, só aquele momento. Então soube que era hora de arrombar aquele bumbum que tanto me deixava louco e com vontade de experimentar. Deixei seus peitos, tirei meus dedos lentamente do seu cu, que já parecia pronto para receber meu pau. Desci para comer seu cu com a boca e enfiar minha língua lá dentro. delicioso cuzinho que estava prestes a ser meu,
deixo bem lubrificado e seguro meu pau com uma mão
enquanto com a outra seguro sua bunda e abro suas nádegas para apontar a cabeça do meu pau no seu cuzinho, mas antes esfrego na sua buceta encharcada para entrar sem problemas
Então coloco a cabeça do meu pau no seu cu e começo a enfiar,
ela só solta uns gemidos baixos, mas isso só me excita mais e continuo,
sinto entrando devagarinho desde a cabeça até enfiar tudo,
deixo assim por uns instantes enquanto brinco com seus peitos e a beijo apaixonadamente, brinco com sua língua e ela parece se entregar totalmente ao prazer
Começo a tirar meu pau devagar da sua bunda e voltar a enfiar lentamente, aumentando o ritmo até que a tesão fica maior e nem me importo, começo a meter mais forte
e seu cuzinho já amansado pelo meu pau recebe com mais facilidade cada investida que eu dou
Vendo a cena de como estava comendo minha tia pelo cu e que não era um sonho, aumentei minha intensidade, o que provocou um gemido de dor da minha tia, que nem me importei,
continuei enfiando meu pau com embestidas fortes e de repente só senti meu corpo tensionar e que ia gozar
Continuei metendo na sua bunda e quando senti que estava quase acabando, enfiei tudo até o fundo,
senti como enchia tudo por dentro e começa a escorrer pelo seu cuzinho, deixei dentro até sair tudo, tirei devagar e fui direto pra sua boca com o pau na mão
e fazendo ela abrir a boca, coloquei dentro e como no automático ela parecia chupar, mesmo sem muita vontade
então me acomodei e comecei a enfiar e comê-la pela boca, não aguentei muito e gozei na sua boca quase afogando ela, provocando sua reação, mas sem muita importância se ela acordasse
Esperei me recuperar, enquanto brincava com meus dedos no seu cu e buceta, com a outra mão massageava e apertava seus peitinhos e mamilos moreninhos que convidavam a chupá-los e saboreá-los, é disso que se trata e já recuperado, não perdi tempo e fui meter naquele cuzinho que já era meu e ela nem percebeu. Dessa vez coloquei ela de bruços com as pernas abertas, apoiada na beirada da cama. Já nessa pose, abri bem suas pernas, segurei sua bunda com uma mão, abri suas nádegas e na outra peguei meu pau já bem ereto e duro. Molhei a cabeça na sua buceta e coloquei na entrada do seu cuzinho que estava um pouco aberto, então comecei devagar, metendo e sacando lentamente. Fui aumentando a velocidade e ela só continuava gemendo com algumas lágrimas nos olhos e o coração a mil. Continuei enfiando por uns 40 minutos e finalmente estava quase gozando e queria fazer na boca dela, mas a puta não quis abrir e com o tesão prestes a explodir, devolvi para o seu cuzinho e disse: "Não quis pelas boas, puta, e aqui está, pela sua bunda que agora me pertence". Mal terminei de falar no ouvido dela e deixei tudo ir, e seu rosto se encheu de dor, embora também de prazer e algumas lágrimas. Com o pau já enfiado até o fundo, comecei a meter e sacar de maneira forte, mas não rápida. E parece que a puta gostou, porque começou a se molhar com um líquido especial transparente e de sabor e aroma deliciosos. Isso me deixou ainda mais excitado e enquanto a fodia, comecei a masturbá-la com minha mão. Conforme continuei dando duro na sua bunda com meu pau e na sua buceta com minha mão, senti que já estava gozando e então larguei sua vagina e a segurei com as duas mãos na cintura e comecei a meter mais forte. Só se ouvia o som dos nossos corpos batendo junto com os fluidos de ambos. Então não aguentei mais e deixei tudo ir enquanto jorrava e jorrava sêmen — quem sabe de onde veio tanto porra, mas acabou escorrendo demais do seu ânus, descendo até sua vagina, sem falar na sua boca que estava toda cheia de gozo. Finalmente, a puta estava como imaginei em várias noites de punheta: toda usada, cheia de porra, com o cu arrombado e sem reação. Fiquei curtindo um tempo uma cena dessas. delícia e ao olhar o relógio eram 7:15 da manhã. Então peguei papel higiênico e limpei toda a porra que ela tinha na buceta, no cu, na barriga, nas costas, no rosto, na boca e nas pernas. Notei que seu cu ainda não fechava completamente, mas não me preocupei e só dei um beijo no seu cuzinho, outro na buceta e outro na boca. Coloquei a calcinha dela, não sem antes dar uma cheirada, coloquei o sutiã e a blusa. Já não deu tempo de colocar a calça porque o filho da puta do vizinho veio bater na porta. Como pude, a cobri e saí o mais rápido possível, embora estivesse pelado, pois não consegui pegar o shorts. Entrei no meu quarto e tranquei a porta. Coloquei o shorts e me deitei, só conseguia lembrar do que tinha vivido momentos antes. Ainda não acreditava, mas acontece que é real. Obrigado por ler, espero que tenham gostado e, se for o caso, me animarei a postar mais das minhas experiências.
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