Sinceramente, eu tava me estranhando. Desde que meu filho nasceu até ontem, nunca tinha sentido necessidade de ter pensamentos tão errados em relação a ele. Talvez culpa do pai dele, sei lá. Depois de acordar com uma culpa gigante por causa das ações do dia anterior, já era hora de voltar à rotina. A última coisa que eu queria era ter paz pra minha mente ficar maquinando, então um dia cheio e cansativo ia me ajudar a evitar esses pensamentos. Simplesmente levantei, tomei banho, me arrumei e saí. Nem me preocupei em saber se o Alejandro já tinha ido embora — ele é um garoto muito responsável com a rotina dele —, mas ainda assim precisava falar com ele sobre as notas. Quando cheguei na escola e estacionei o carro, sem perceber, no carro do lado estava o Samuel. Me surpreendi, porque dava pra ver que ele tava morrendo de vontade de voltar a ser o jogador de antes. Digo isso porque, assim que ele pisou o pé no chão, meu olhar foi direto pro corpo do Samuel.
Ao ver ele tão forte, definido e extremamente gostoso, minha mente e meu corpo começaram a delirar. O pouco prazer e a falta de satisfação que meu marido me dava estavam dando resultado. Sem pensar, Samuel, ao ver que meus olhos percorriam seu corpo dos pés à cabeça, me tirou do abismo em que eu estava.
Samuel — Oi, dona Karen, como a senhora está?
Karen — Oi, Samu, que constrangedor. Sempre te encontro em condições muito favoráveis para muitas garotas.
Samuel — hahaha, desculpa, senhora, não pensei que a senhora ia estacionar do meu lado. Tava treinando antes de todo mundo chegar, então aproveitei pra refrescar um pouco aqui fora, já que os chuveiros estavam fechados.
Karen — Entendo, garoto. Não é todo dia que a gente encontra um gato sem camisa, hehehe. Digo isso enquanto volto a percorrer os olhos por todo o corpo magnífico dele.
Samuel — Muito obrigado pelo elogio, senhora. Deixa eu dizer que a senhora também não está nada mal, hehehe.
Comecei a ficar com o rosto vermelho e a molhar minha calcinha fio dental. *Toca o alarme da escola*
Karen — A conversa tá muito boa, mas sinto te dizer que já tenho que ir. Tenho trabalho pra fazer. A gente se vê na aula.
Samuel — Tá bom, senhora. Vou me vestir.
Karen — Por favor, não quero que as meninas deixem o chão todo babado.
Samuel — hahaha, tá certo. Até logo, senhora.
Me despeço e vou pra minha sala preparar tudo pra aula, mas enquanto caminhava, meu corpo começou a se mexer sozinho. Eu rebolava mais forte com as cadeiras.
como se quisesse que o Samuel me visse fazendo aqueles movimentos sensuais, acho que ele viu, porque senti os olhos dele queimando minha bunda *Pensamento da Karen* - mas que porra eu tô fazendo? - pareço uma novinha tarada querendo atenção. Depois de ficar distraída nos meus pensamentos, passa a hora dos alunos chegarem pra preparar a aula, vejo o Samuel entrar na minha sala, meio nervosa e confusa, vejo ele sentar na primeira fila. Depois que todos os alunos chegaram e sentaram, tive que apresentar o Samuel já que ele é o novato. *Levanta a voz* Karen - Atenção, turma, deixem-me apresentar o novo aluno, conhecido dos professores já que começou a educação aqui, o Samuel. Depois que o Samuel se levantou e se apresentou na frente da turma toda, volta pro lugar dele, ele não percebeu, mas mal senta, vejo as meninas começarem a cochichar entre si como se fossem umas putinhas. *Sussurros* - viu que gostoso que ele é? - será que tem namorada? - imagino o pauzão dele - vai ser meu, juro. De ouvir as novinhas taradas que me faziam sentir familiar já que de manhã eu tava passando pelo mesmo, me deu um pouco de ciúme, não sei por que me dava vontade de me destacar na frente daquelas pirralhas, só queria que elas soubessem quem manda. Então desabotoei a blusa sem a turma perceber e me aproximei de um jeito bem sensual, como se tivesse me insinuando pro Samuel.
Me aproximo e falo com um tom de voz bem suave e sensual: "Karen — espero que essas pervertidinhas não te distraiam, espero que você mantenha os olhos bem fixos na aula, mocinho."
O hipnotizado me olha e responde com um movimento lento que sim, sem tirar os olhos do meu decote. Na mesma hora, eu também me contaminei com a aura excitante das garotas.
Já deixando um pouco as brincadeiras de lado, a aula teria que continuar. Me preparei pra fazer meu trabalho sem tirar os olhos do Samuel, queria ele bem atento, não queria que ele se distraísse com aquelas meninas idiotas. Então me esforcei pra dar o meu melhor na aula. Funcionou, porque a aula passou voando e consegui parar de ter pequenos pensamentos fantasiosos com o amigo do meu filho.
*Toca o sinal da aula* — Graças a Deus já acabou. Mais alguns minutinhos e a classe inteira perceberia o quanto eu estava molhada, não só por causa do olhar furtivo do Samuel, mas de toda a turma. Finalmente consegui ter a atenção completa dele uma única vez, e funcionou graças à estratégia que era só pro Samuel.
Enfim, quando a aula terminou e vi todo mundo saindo aos poucos, por último o Samuel sai e me diz: "Samuel — verdade, gostei muito da aula, dona Karen. Gostei de voltar pra escola *piscada*."
Fiquei feliz e ao mesmo tempo alterada com o que ele disse e do jeito que disse. Simplesmente não saíam as palavras e respondi com um sensual e simples: "Karen — obrigada, Samu. A gente se vê depois."
Ele sai todo contente e eu só conseguia olhar pro horizonte e me punir pela forma ridícula como me comportei e por não ser profissional.
*Pensamento da Karen* — Que porra tá acontecendo comigo? Tô me comportando que nem uma puta. Sou casada, tenho que me comportar.
Depois de decidir dar uma segurada na minha excitação, lembro que tenho uma conversa pendente com meu filho. Então rapidamente pego meu celular e aproveito que estamos no recreio pra mandar uma mensagem pra ele.
Espera um pouquinho enquanto eu resolvo uns pepinos pequenos, quando ouço baterem na porta *Toc toc* Karen- entra Alejandro- o que foi, mãe Karen- vem cá, temos uma conversa pendente
Depois que ele se aproximou meio assustado, começamos a conversa que a Karen tinha evitado o dia inteiro.
Karen – Primeiro de tudo, antes de começarmos a falar sobre por que seu rendimento acadêmico caiu, quero saber por que você chegou tão tarde ontem.
Alejandro – Desculpa, fiquei até tarde treinando. Sabe que o torneio começa logo, e também preciso te contar uma coisa: estou namorando.
O pouco sorriso que eu estava expressando sumiu na hora. Não podia acreditar que meu garoto já estava começando a fase de namoro. Além disso, não sei por quê, mas estava começando a sentir um ciúme, mas não um ciúme de mãe, e sim de mulher, algo muito mais...
Karen – O quê? Desde quando?
Alejandro – Faz um mês. Não encontrei o momento certo pra te contar. É por causa dela e dos treinos que não consegui me focar 100% nos estudos. Desculpa, prometo melhorar.
Karen – Calma, meu anjo. É normal querer ter um(a) parceiro(a) nessa idade. Na sua idade, eu já tinha você e me casei com seu pai.
Alejandro – Aos 17?
Karen – Pelo amor de Deus, Alejo, eu tenho 37. Faz as contas. Não é à toa que você vai tão mal em matemática.
Alejandro – Hahaha, desculpa. Mas sério, prometo melhorar. Vou dar um jeito de arrumar tempo pra tudo.
Karen – Me promete, porque sua bolsa está em jogo. Você tem que priorizar seu futuro acima de qualquer buceta.
Alejandro – Uau, mãe, nunca te ouvi falar assim hehehe. Gostei.
É verdade, cada vez mais minha personalidade anterior estava desaparecendo.
Karen – Desculpa, meu anjo. Mas antes de tudo, quero saber quem é a sortuda.
Alejandro – Já me adiantei nisso. Antes de vir, liguei pra ela e disse que ia te apresentar. Sei que é muito rápido, mas não vejo nada de errado. Deixa eu abrir a porta pra você conhecê-la.
Alejandro se dirige devagar até a porta. Apesar do meu ciúme, meu corpo também se encheu de adrenalina. Queria saber quem era a desgraçada que ia me tirar meu filho.
Entra uma garota muito gostosa, e fico surpresa porque Alejandro tem bom gosto. Além de sexy, a jovem parecia ser uma boa menina.
Alejandro — Mãe, te apresento a Luísa, ela está na minha sala, curte arte e joga vôlei. Pela descrição que ele tava me dando, dava pra ver que não era uma qualquer.
Karen — E aí, Luísa, prazer, muito prazer em te conhecer. Na real, não era nada disso, só educação mesmo.
Luísa — Como a senhora tá? Prazer em conhecê-la. Apertamos as mãos educadamente e, sem mentira, a mina não parecia ruim, era bem gostosa, mas tinha uma aura agradável.
Karen - Bom, foi um prazer te conhecer, mas já tá chegando a hora da próxima aula, então não como sua sogra, mas como professora, peço que vocês vão pra sala de vocês pra não se atrasarem.
Luísa - Sim, senhora.
Alejandro - Mãe, antes de eu ir, queria te pedir um favor. Dá pra você me buscar depois do meu treino? É só uma hora, por favor.
Karen - Tá bom, enquanto você treina, eu adianto umas coisas das minhas aulas.
Alejandro - Valeu, até mais, mãe.
Alejandro se afasta junto com a namorada dele. A raiva e o ciúme foram indo embora aos poucos. Eu tinha que me comportar como uma mulher madura e, acima de tudo, como uma mãe.
Depois de terminar as aulas restantes, adiantar meus workshops e esperar o tempo que o Alejandro pediu, decidi ir pro carro pra buscá-lo. No caminho, tava meio estressada, muita coisa me deixava exausta, e ainda tinha que chegar em casa pra fazer a janta, então minha atitude não era lá essas coisas. Mas, quando vi meu filho saindo do treino, me enchi de tranquilidade e paz.
Alejandro - E aí, mãe, como cê tá?
Karen - Bem, querido. Vamos nessa?
Alejandro se despede de todos os colegas e, antes de eu ligar o carro, ele me fala:
Alejandro - Mãe, posso dirigir? Tô te pedindo, por favor, deixa eu dirigir. Sinceramente, ia me fazer um favor.
Com o estresse do trânsito e o cansaço de dirigir, eu aceitei.
Karen - nem um arranhão
Alejandro - pronto!
Karen - mas espera, amor, vou arrumar umas coisas no porta-malas
Minha intenção era que o Alejandro notasse minha calcinha fio dental e esquecesse por um tempo da namorada dele, rsrsrs. Depois de nos acomodarmos e ele ligar o carro, arrancamos. Enquanto isso, a gente ia conversando sobre coisas normais: trabalho, estudo, casa. Agora, um assunto novo: a namorada. Mas a pergunta que me fez lembrar tudo da noite passada foi:
Alejandro — Mãe, já falamos sobre por que cheguei tarde ontem e tal, mas queria saber: por que você estava vestida assim?
Caiu uma bomba em mim, não sabia o que responder. A insistência do olhar dele me fez confessar.
Karen — A verdade, querido, é que eu estava tendo uma noite romântica com seu pai.
Alejandro — E como foi isso?
Meu silêncio respondeu por si só. Alejandro percebeu a decepção nos meus olhos e a insatisfação no meu corpo.
Mas aí, a ação seguinte dele reativou meus hormônios da noite passada. Ele coloca a mão entre minhas pernas, bem perto da minha buceta, e disse:
Alejandro — Vamos, me conta, tô aqui pra te ouvir.
Não sei, mas a jovem de 18 anos que transava todo dia voltou ao meu corpo. A mãe interior dizia pra eu afastar a mão dele, mas a mulher excitada simplesmente seguiu os impulsos, pegou a mão do filho e enfiei mais perto da minha buceta. Mas, ao mesmo tempo, não queria que a gente batesse o carro. Falei:
Karen — Vamos, Alejandro, não brinca, presta atenção ou vamos bater.
Alejandro — Consigo dirigir sem olhar e conversar com você.
Meu olhar, não sei se deixou claro que eu tava desafiando ele, mas ele simplesmente me encarou, tirou a mão quente da minha entreperna, segurou firme o volante e disse: olha só isso.
A porra do acelerador foi fundo de um jeito forte, comecei a ficar nervosa pra caralho, minha excitação foi pro saco, tava com muito medo da gente bater, ainda mais nas mãos de um maldito adolescente sem carteira e uma mãe irresponsável.
Karen — que porra é essa, diminui a velocidade.
Alejandro — relaxa, olha como eu sou um expert.
O infeliz começou a dirigir como se fosse um maldito videogame, se metia entre os carros na estrada, acelerava de um jeito exagerado, fazia manobras brutas. Mais do que a preocupação de a gente morrer, eu tava com medo dele estragar meu carro por causa da adrenalina masculina idiota dele.
Karen — Já chega, diminui a velocidade ou vou te castigar.
Alejandro — Olha, consigo dirigir sem olhar.
Falou isso sem tirar os olhos do meu rosto. Não sei se queria me impressionar com o jeito que dirigia, e ainda sem olhar, mas isso é vida real, o filho da puta não é o Toretto.
Karen — ALEJANDRO, CUIDADO!!!
Alejandro vira a cabeça rápido e reage muito rápido, porque quase bateu num carro que tava na pista perto da nossa casa.
Depois daquela ação que quase nos matou, chegamos em casa e o filho da puta, todo sorrindo e com uma cara de deboche, me diz enquanto passa a mão de novo na minha perna:
Alejandro — As coisas saíram um pouco do lugar, né? Um pouco de adrenalina não faz mal, certo?
Eu, na mesma hora em que ele colocou a mão na minha perna, afastei e falei: "Karen, qual é, tá maluco? Queria me matar? Nunca mais deixo você dirigir na minha vida, seja responsável, idiota." Desci do carro muito puta e entrei rapidamente em casa, enquanto ouvia o Alejandro falar de longe: "Alejandro — me desculpa, mãe, só queria que a gente se divertisse um pouco." Sem nem virar a cabeça pra dar bola, entrei no meu quarto muito irritada. Sinceramente, senti medo, a gente quase bateu por causa da burrice dele. Mas ele fez aquilo na hora que viu que eu não tava curtindo, talvez quisesse me arrancar um sorriso, mas mesmo assim, o ato irresponsável dele não se justifica só pela boa intenção. Esperei um tempo pra cabeça esfriar, porque tava muito nervosa. Esperei pra poder conversar com ele e dizer que o que ele fez não foi certo. Depois de umas 2 horas, decidi agir e fui pro quarto dele. Mas antes de chegar, ouvi uns sons de computador, mas não parecia jogo, parecia uma mina falando. A porta tava entreaberta, então resolvi me aproximar pra ver o que rolava. Quando olhei de canto, vi a pica dura do Alejandro, enquanto ele tava se masturbando.
Fiquei chocada com o tamanho incrível da pica do meu filho. Na noite anterior, eu tinha visto o pau dele por baixo da roupa, mas minha mente não conseguia processar que aquele volume todo era realmente o pau duro do Alejandro. A única coisa que eu conseguia imaginar enquanto olhava pra aquela rola suculenta era dar uma boa chupada nela, pular em cima dele e ajudar a aliviar ele, mas meu dever como mãe me limitava a só olhar.
Olho mais de perto e escuto a voz meio robótica da Luísa, ela também estava se masturbando, mas não tava nem aí pra ver o corpo dela, tava totalmente focada na piroca grossa e cheia de veias do meu filho. Depois de um tempão espiando ele se masturbando com uma puta intensidade, vejo a quantidade de porra que o filho da puta jorra.
Só podia desejar aquela gozada na minha boca
Eu tava muito excitada, aquela imagem daquele jeito incrível me deu uma vontade de ter um pau dentro de mim, queria que meu marido me fodesse bem forte, aí saí rápido de lá e mandei uma mensagem pro Óscar.
Já não sabia mais o que fazer, aquele desgraçado não ia voltar pra casa, mas eu não queria passar mais uma noite sem satisfação. De um jeito ou de outro, eu tinha que aliviar meu tesão. Decidi me trancar no banheiro sozinha e comecei a me masturbar de forma bem selvagem, pensando no pau do meu filho, no garanhão que eu pari.
*Pensamento da Karen* Vai, papai, balança essa pica gigante. Vai, vai, papai, quero ver essa porra. Sim, sim, sua mãe quer ver seu leite. Goza, goza comigo, papai. Tô muito perto, adoro ver sua mangueira pingando. Olha, papai, tô gozando. Papai, papai!!!!!!
Depois daquela gozada tão intensa e cheia de culpa, o arrependimento bateu forte pelo que eu tinha feito. Eu tinha me masturbado pensando no pau do meu filho, não era certo, mas a culpa era do meu marido. Mesmo assim, apesar da ação que despertou minha culpa, eu precisava fazer algo pra mudar isso. Então, enquanto saía do chuveiro e ia pro meu quarto, decidi que ia começar a me comportar como no começo do nosso relacionamento. Foi aí que resolvi que ia me vestir de um jeito mais provocante.
Bem lá no fundo, ela também fazia isso pra chamar a atenção do Alejandro, mas isso é um segredinho. Valeu por apoiar a história, bora chegar nos 400 pontos pro capítulo 3 e comentem, tá muito quente🔥
Ao ver ele tão forte, definido e extremamente gostoso, minha mente e meu corpo começaram a delirar. O pouco prazer e a falta de satisfação que meu marido me dava estavam dando resultado. Sem pensar, Samuel, ao ver que meus olhos percorriam seu corpo dos pés à cabeça, me tirou do abismo em que eu estava.Samuel — Oi, dona Karen, como a senhora está?
Karen — Oi, Samu, que constrangedor. Sempre te encontro em condições muito favoráveis para muitas garotas.
Samuel — hahaha, desculpa, senhora, não pensei que a senhora ia estacionar do meu lado. Tava treinando antes de todo mundo chegar, então aproveitei pra refrescar um pouco aqui fora, já que os chuveiros estavam fechados.
Karen — Entendo, garoto. Não é todo dia que a gente encontra um gato sem camisa, hehehe. Digo isso enquanto volto a percorrer os olhos por todo o corpo magnífico dele.
Samuel — Muito obrigado pelo elogio, senhora. Deixa eu dizer que a senhora também não está nada mal, hehehe.
Comecei a ficar com o rosto vermelho e a molhar minha calcinha fio dental. *Toca o alarme da escola*
Karen — A conversa tá muito boa, mas sinto te dizer que já tenho que ir. Tenho trabalho pra fazer. A gente se vê na aula.
Samuel — Tá bom, senhora. Vou me vestir.
Karen — Por favor, não quero que as meninas deixem o chão todo babado.
Samuel — hahaha, tá certo. Até logo, senhora.
Me despeço e vou pra minha sala preparar tudo pra aula, mas enquanto caminhava, meu corpo começou a se mexer sozinho. Eu rebolava mais forte com as cadeiras.
como se quisesse que o Samuel me visse fazendo aqueles movimentos sensuais, acho que ele viu, porque senti os olhos dele queimando minha bunda *Pensamento da Karen* - mas que porra eu tô fazendo? - pareço uma novinha tarada querendo atenção. Depois de ficar distraída nos meus pensamentos, passa a hora dos alunos chegarem pra preparar a aula, vejo o Samuel entrar na minha sala, meio nervosa e confusa, vejo ele sentar na primeira fila. Depois que todos os alunos chegaram e sentaram, tive que apresentar o Samuel já que ele é o novato. *Levanta a voz* Karen - Atenção, turma, deixem-me apresentar o novo aluno, conhecido dos professores já que começou a educação aqui, o Samuel. Depois que o Samuel se levantou e se apresentou na frente da turma toda, volta pro lugar dele, ele não percebeu, mas mal senta, vejo as meninas começarem a cochichar entre si como se fossem umas putinhas. *Sussurros* - viu que gostoso que ele é? - será que tem namorada? - imagino o pauzão dele - vai ser meu, juro. De ouvir as novinhas taradas que me faziam sentir familiar já que de manhã eu tava passando pelo mesmo, me deu um pouco de ciúme, não sei por que me dava vontade de me destacar na frente daquelas pirralhas, só queria que elas soubessem quem manda. Então desabotoei a blusa sem a turma perceber e me aproximei de um jeito bem sensual, como se tivesse me insinuando pro Samuel.
Me aproximo e falo com um tom de voz bem suave e sensual: "Karen — espero que essas pervertidinhas não te distraiam, espero que você mantenha os olhos bem fixos na aula, mocinho."O hipnotizado me olha e responde com um movimento lento que sim, sem tirar os olhos do meu decote. Na mesma hora, eu também me contaminei com a aura excitante das garotas.
Já deixando um pouco as brincadeiras de lado, a aula teria que continuar. Me preparei pra fazer meu trabalho sem tirar os olhos do Samuel, queria ele bem atento, não queria que ele se distraísse com aquelas meninas idiotas. Então me esforcei pra dar o meu melhor na aula. Funcionou, porque a aula passou voando e consegui parar de ter pequenos pensamentos fantasiosos com o amigo do meu filho.
*Toca o sinal da aula* — Graças a Deus já acabou. Mais alguns minutinhos e a classe inteira perceberia o quanto eu estava molhada, não só por causa do olhar furtivo do Samuel, mas de toda a turma. Finalmente consegui ter a atenção completa dele uma única vez, e funcionou graças à estratégia que era só pro Samuel.
Enfim, quando a aula terminou e vi todo mundo saindo aos poucos, por último o Samuel sai e me diz: "Samuel — verdade, gostei muito da aula, dona Karen. Gostei de voltar pra escola *piscada*."
Fiquei feliz e ao mesmo tempo alterada com o que ele disse e do jeito que disse. Simplesmente não saíam as palavras e respondi com um sensual e simples: "Karen — obrigada, Samu. A gente se vê depois."
Ele sai todo contente e eu só conseguia olhar pro horizonte e me punir pela forma ridícula como me comportei e por não ser profissional.
*Pensamento da Karen* — Que porra tá acontecendo comigo? Tô me comportando que nem uma puta. Sou casada, tenho que me comportar.
Depois de decidir dar uma segurada na minha excitação, lembro que tenho uma conversa pendente com meu filho. Então rapidamente pego meu celular e aproveito que estamos no recreio pra mandar uma mensagem pra ele.
Espera um pouquinho enquanto eu resolvo uns pepinos pequenos, quando ouço baterem na porta *Toc toc* Karen- entra Alejandro- o que foi, mãe Karen- vem cá, temos uma conversa pendente
Depois que ele se aproximou meio assustado, começamos a conversa que a Karen tinha evitado o dia inteiro. Karen – Primeiro de tudo, antes de começarmos a falar sobre por que seu rendimento acadêmico caiu, quero saber por que você chegou tão tarde ontem.
Alejandro – Desculpa, fiquei até tarde treinando. Sabe que o torneio começa logo, e também preciso te contar uma coisa: estou namorando.
O pouco sorriso que eu estava expressando sumiu na hora. Não podia acreditar que meu garoto já estava começando a fase de namoro. Além disso, não sei por quê, mas estava começando a sentir um ciúme, mas não um ciúme de mãe, e sim de mulher, algo muito mais...
Karen – O quê? Desde quando?
Alejandro – Faz um mês. Não encontrei o momento certo pra te contar. É por causa dela e dos treinos que não consegui me focar 100% nos estudos. Desculpa, prometo melhorar.
Karen – Calma, meu anjo. É normal querer ter um(a) parceiro(a) nessa idade. Na sua idade, eu já tinha você e me casei com seu pai.
Alejandro – Aos 17?
Karen – Pelo amor de Deus, Alejo, eu tenho 37. Faz as contas. Não é à toa que você vai tão mal em matemática.
Alejandro – Hahaha, desculpa. Mas sério, prometo melhorar. Vou dar um jeito de arrumar tempo pra tudo.
Karen – Me promete, porque sua bolsa está em jogo. Você tem que priorizar seu futuro acima de qualquer buceta.
Alejandro – Uau, mãe, nunca te ouvi falar assim hehehe. Gostei.
É verdade, cada vez mais minha personalidade anterior estava desaparecendo.
Karen – Desculpa, meu anjo. Mas antes de tudo, quero saber quem é a sortuda.
Alejandro – Já me adiantei nisso. Antes de vir, liguei pra ela e disse que ia te apresentar. Sei que é muito rápido, mas não vejo nada de errado. Deixa eu abrir a porta pra você conhecê-la.
Alejandro se dirige devagar até a porta. Apesar do meu ciúme, meu corpo também se encheu de adrenalina. Queria saber quem era a desgraçada que ia me tirar meu filho.
Entra uma garota muito gostosa, e fico surpresa porque Alejandro tem bom gosto. Além de sexy, a jovem parecia ser uma boa menina.
Alejandro — Mãe, te apresento a Luísa, ela está na minha sala, curte arte e joga vôlei. Pela descrição que ele tava me dando, dava pra ver que não era uma qualquer.Karen — E aí, Luísa, prazer, muito prazer em te conhecer. Na real, não era nada disso, só educação mesmo.
Luísa — Como a senhora tá? Prazer em conhecê-la. Apertamos as mãos educadamente e, sem mentira, a mina não parecia ruim, era bem gostosa, mas tinha uma aura agradável.
Karen - Bom, foi um prazer te conhecer, mas já tá chegando a hora da próxima aula, então não como sua sogra, mas como professora, peço que vocês vão pra sala de vocês pra não se atrasarem.Luísa - Sim, senhora.
Alejandro - Mãe, antes de eu ir, queria te pedir um favor. Dá pra você me buscar depois do meu treino? É só uma hora, por favor.
Karen - Tá bom, enquanto você treina, eu adianto umas coisas das minhas aulas.
Alejandro - Valeu, até mais, mãe.
Alejandro se afasta junto com a namorada dele. A raiva e o ciúme foram indo embora aos poucos. Eu tinha que me comportar como uma mulher madura e, acima de tudo, como uma mãe.
Depois de terminar as aulas restantes, adiantar meus workshops e esperar o tempo que o Alejandro pediu, decidi ir pro carro pra buscá-lo. No caminho, tava meio estressada, muita coisa me deixava exausta, e ainda tinha que chegar em casa pra fazer a janta, então minha atitude não era lá essas coisas. Mas, quando vi meu filho saindo do treino, me enchi de tranquilidade e paz.
Alejandro - E aí, mãe, como cê tá?
Karen - Bem, querido. Vamos nessa?
Alejandro se despede de todos os colegas e, antes de eu ligar o carro, ele me fala:
Alejandro - Mãe, posso dirigir? Tô te pedindo, por favor, deixa eu dirigir. Sinceramente, ia me fazer um favor.
Com o estresse do trânsito e o cansaço de dirigir, eu aceitei.
Karen - nem um arranhão Alejandro - pronto!
Karen - mas espera, amor, vou arrumar umas coisas no porta-malas
Minha intenção era que o Alejandro notasse minha calcinha fio dental e esquecesse por um tempo da namorada dele, rsrsrs. Depois de nos acomodarmos e ele ligar o carro, arrancamos. Enquanto isso, a gente ia conversando sobre coisas normais: trabalho, estudo, casa. Agora, um assunto novo: a namorada. Mas a pergunta que me fez lembrar tudo da noite passada foi: Alejandro — Mãe, já falamos sobre por que cheguei tarde ontem e tal, mas queria saber: por que você estava vestida assim?
Caiu uma bomba em mim, não sabia o que responder. A insistência do olhar dele me fez confessar.
Karen — A verdade, querido, é que eu estava tendo uma noite romântica com seu pai.
Alejandro — E como foi isso?
Meu silêncio respondeu por si só. Alejandro percebeu a decepção nos meus olhos e a insatisfação no meu corpo.
Mas aí, a ação seguinte dele reativou meus hormônios da noite passada. Ele coloca a mão entre minhas pernas, bem perto da minha buceta, e disse:
Alejandro — Vamos, me conta, tô aqui pra te ouvir.
Não sei, mas a jovem de 18 anos que transava todo dia voltou ao meu corpo. A mãe interior dizia pra eu afastar a mão dele, mas a mulher excitada simplesmente seguiu os impulsos, pegou a mão do filho e enfiei mais perto da minha buceta. Mas, ao mesmo tempo, não queria que a gente batesse o carro. Falei:
Karen — Vamos, Alejandro, não brinca, presta atenção ou vamos bater.
Alejandro — Consigo dirigir sem olhar e conversar com você.
Meu olhar, não sei se deixou claro que eu tava desafiando ele, mas ele simplesmente me encarou, tirou a mão quente da minha entreperna, segurou firme o volante e disse: olha só isso.
A porra do acelerador foi fundo de um jeito forte, comecei a ficar nervosa pra caralho, minha excitação foi pro saco, tava com muito medo da gente bater, ainda mais nas mãos de um maldito adolescente sem carteira e uma mãe irresponsável. Karen — que porra é essa, diminui a velocidade.
Alejandro — relaxa, olha como eu sou um expert.
O infeliz começou a dirigir como se fosse um maldito videogame, se metia entre os carros na estrada, acelerava de um jeito exagerado, fazia manobras brutas. Mais do que a preocupação de a gente morrer, eu tava com medo dele estragar meu carro por causa da adrenalina masculina idiota dele. Karen — Já chega, diminui a velocidade ou vou te castigar.
Alejandro — Olha, consigo dirigir sem olhar.
Falou isso sem tirar os olhos do meu rosto. Não sei se queria me impressionar com o jeito que dirigia, e ainda sem olhar, mas isso é vida real, o filho da puta não é o Toretto.
Karen — ALEJANDRO, CUIDADO!!!
Alejandro vira a cabeça rápido e reage muito rápido, porque quase bateu num carro que tava na pista perto da nossa casa.
Depois daquela ação que quase nos matou, chegamos em casa e o filho da puta, todo sorrindo e com uma cara de deboche, me diz enquanto passa a mão de novo na minha perna: Alejandro — As coisas saíram um pouco do lugar, né? Um pouco de adrenalina não faz mal, certo?
Eu, na mesma hora em que ele colocou a mão na minha perna, afastei e falei: "Karen, qual é, tá maluco? Queria me matar? Nunca mais deixo você dirigir na minha vida, seja responsável, idiota." Desci do carro muito puta e entrei rapidamente em casa, enquanto ouvia o Alejandro falar de longe: "Alejandro — me desculpa, mãe, só queria que a gente se divertisse um pouco." Sem nem virar a cabeça pra dar bola, entrei no meu quarto muito irritada. Sinceramente, senti medo, a gente quase bateu por causa da burrice dele. Mas ele fez aquilo na hora que viu que eu não tava curtindo, talvez quisesse me arrancar um sorriso, mas mesmo assim, o ato irresponsável dele não se justifica só pela boa intenção. Esperei um tempo pra cabeça esfriar, porque tava muito nervosa. Esperei pra poder conversar com ele e dizer que o que ele fez não foi certo. Depois de umas 2 horas, decidi agir e fui pro quarto dele. Mas antes de chegar, ouvi uns sons de computador, mas não parecia jogo, parecia uma mina falando. A porta tava entreaberta, então resolvi me aproximar pra ver o que rolava. Quando olhei de canto, vi a pica dura do Alejandro, enquanto ele tava se masturbando.
Fiquei chocada com o tamanho incrível da pica do meu filho. Na noite anterior, eu tinha visto o pau dele por baixo da roupa, mas minha mente não conseguia processar que aquele volume todo era realmente o pau duro do Alejandro. A única coisa que eu conseguia imaginar enquanto olhava pra aquela rola suculenta era dar uma boa chupada nela, pular em cima dele e ajudar a aliviar ele, mas meu dever como mãe me limitava a só olhar.
Olho mais de perto e escuto a voz meio robótica da Luísa, ela também estava se masturbando, mas não tava nem aí pra ver o corpo dela, tava totalmente focada na piroca grossa e cheia de veias do meu filho. Depois de um tempão espiando ele se masturbando com uma puta intensidade, vejo a quantidade de porra que o filho da puta jorra.
Só podia desejar aquela gozada na minha boca
Eu tava muito excitada, aquela imagem daquele jeito incrível me deu uma vontade de ter um pau dentro de mim, queria que meu marido me fodesse bem forte, aí saí rápido de lá e mandei uma mensagem pro Óscar.
Já não sabia mais o que fazer, aquele desgraçado não ia voltar pra casa, mas eu não queria passar mais uma noite sem satisfação. De um jeito ou de outro, eu tinha que aliviar meu tesão. Decidi me trancar no banheiro sozinha e comecei a me masturbar de forma bem selvagem, pensando no pau do meu filho, no garanhão que eu pari.
*Pensamento da Karen* Vai, papai, balança essa pica gigante. Vai, vai, papai, quero ver essa porra. Sim, sim, sua mãe quer ver seu leite. Goza, goza comigo, papai. Tô muito perto, adoro ver sua mangueira pingando. Olha, papai, tô gozando. Papai, papai!!!!!!
Depois daquela gozada tão intensa e cheia de culpa, o arrependimento bateu forte pelo que eu tinha feito. Eu tinha me masturbado pensando no pau do meu filho, não era certo, mas a culpa era do meu marido. Mesmo assim, apesar da ação que despertou minha culpa, eu precisava fazer algo pra mudar isso. Então, enquanto saía do chuveiro e ia pro meu quarto, decidi que ia começar a me comportar como no começo do nosso relacionamento. Foi aí que resolvi que ia me vestir de um jeito mais provocante.
Bem lá no fundo, ela também fazia isso pra chamar a atenção do Alejandro, mas isso é um segredinho. Valeu por apoiar a história, bora chegar nos 400 pontos pro capítulo 3 e comentem, tá muito quente🔥
1 comentários - Sou mãe, mas também sou gostosa