Troquei de corpo com minha irmã por causa de um controle

Comigo e minha irmã, a gente tava brigando como sempre por causa do controle remoto, era hora da novela dela e batia com o meu jogo. Ela puxava pra um lado, eu puxava pro outro, ninguém cedia nem um centímetro, enquanto os dois gritavam. Eu: Me dáááá. Ela: Nunca. Eu: Cheguei primeiro. Ela: Mentira, eu vi antes. Além disso, você sabe que é minha hora da novela. Eu: Mas você pode gravar e ver depois, meu jogo não. Até que, nesse puxa e empurra, apertamos sem querer o botão de "troca" e os dois caíram desmaiados. Acordamos um tempinho depois, a primeira coisa que fiz ao abrir os olhos foi pegar o controle e botar o jogo, mas já tinha acabado. Olho pro relógio e tinham passado quase 4 horas desde que desmaiamos. Vejo minha irmã se levantando devagar e me assusto, algo tava errado, aquele era meu corpo. Eu: AHHHHH O que cê tá fazendo? Ela: Não grita... (olha) AHHHHHHHHH. Nessa hora, meu pai chegou e perguntou: O que foi? Eu, fingindo calma, falei que tinha uma abelha e quase picou a gente, perdemos a cabeça e começamos a gritar, nada sério😅. A gente tinha trocado de corpo, eu não podia acreditar, fiquei chocado, meu corpo tava ali parado e eu tava desse lado, não sabia o que tinha rolado, mas de uma coisa eu tinha certeza: eu não tava no meu corpo. Um tempo depois, já mais calmos, ficamos nos encarando e conversando: O QUE ACONTECEU? COMO? POR QUÊ? A gente não tava nos nossos corpos, tínhamos trocado, não sabíamos como, mas tínhamos que dar um jeito de voltar ao normal. Até lá, combinamos de viver a vida de cada um normalmente, tínhamos que fingir. Eu tinha que fingir ser uma mulher de 19 anos que tava na faculdade, e minha irmã tinha que fingir ser um homem de 22 anos que trabalhava. Tentei explicar pra ela o que tinha que fazer, e ela fez o mesmo, embora o meu fosse mais fácil: só ir pra aula, anotar as matérias e fingir com as amigas. Tudo parecia que ia ser normal, sem problemas, sem complicações... ou pelo menos era o que eu pensava.Troquei de corpo com minha irmã por causa de um controleNo dia seguinte, acordei e me preparei como ela mandou pra ir pra faculdade. Tive que levantar super cedo pra tomar banho, me pentear, fazer skincare e ela escolheu a roupa que eu tinha que usar. Era um top e um shorts bem simples, mas ao mesmo tempo eram meio apertados e provocantes, não eram tão confortáveis quanto pareciam. Indo pra faculdade, sentia todos os homens olhando pra minha buceta e minha bunda, sem disfarçar e sem vergonha. Era estranho, tanta safadeza e desejo no olhar deles. Chegando na faculdade, as aulas não foram difíceis. Mesmo não sendo boa nos estudos, prestar atenção e anotar era relativamente fácil, embora eu não tivesse entendido direito o que o professor tava falando. Me encaixar no grupo de amigas também foi bem difícil. As conversas e os gestos delas eram estranhos. Aos olhos delas, eu era só mais uma amiga, era uma mulher e minha irmã. As fofocas na janela entre as matérias não me agradaram, mas fazer o quê? Tinha que me adaptar até a gente descobrir como voltar pros nossos corpos.

Eu pensei que isso ia ser fácil e tava sendo mesmo, até que no fim das aulas chegou uma mensagem. "Oi, amor, já tô indo te buscar, me espera aí fora em 5 minutos." Era o namorado dela 😱. Eu tinha esquecido completamente. Minha irmã tava namorando o Santino. Mesmo eu gostando dele e sempre tendo uma boa vibe, nossas conversas nunca passavam de futebol ou economia. Nunca tinha falado com ele sobre outra coisa, muito menos interagido de forma amigável. Agora não só tinha que fingir ser minha irmã, mas também fingir ser a namorada dele. Santino (chega na moto): "Oi, meu amor, como foi?" Eu: "Oi, meu amor, foi bem, normal, nada de interessante." Ele liga a moto e a gente vai em direção à minha casa, como de costume ele já deixava ela em casa depois das aulas. Quando chegamos, desci da moto pronta pra entrar em casa, mas ele segurou meu braço, tirou o capacete e disse: "Não vai se despedir do seu namorado?" Me virei, completamente resignada. Eu ia ter que beijar ele.vadiaQue nojo! Pensei, me aproximei e quis dar um selinho, mas ele não deixou, tive que dar um beijo de língua, de olhos fechados e pensando que aquilo era nojento pra caralho. E não só isso, o sem vergonha aproveitou o momento e não só comeu minha boca como também colocou as mãos na minha bunda e apertava enquanto me beijava. Foi algo totalmente esquecível, mas tenho que admitir que a mão dele no meu rabo me deixou meio excitada. Foi estranho, ele me apalpou, mas foi gostoso. Na verdade, algo dentro de mim começou a pulsar, e não era meu pau porque eu já não tinha mais.

Fui falar com minha irmã, que tinha tido um dia muito pior que o meu. No trabalho, ela não soube bem o que fazer, e mesmo que ela fosse me perguntando, não é a mesma coisa. Meu chefe a encheu o saco várias vezes, os colegas reclamaram com ela, ela se estressou, se frustrou e até foi no banheiro chorar de tanto estresse que pegou. Ela: Seu trabalho é cansativo, não consigo fazer. Eu: Você só tem tarefas administrativas de logística de uma empresa de correio, não é tão difícil. Mais difícil é lidar com seu namorado. Ele me beijou e me apalpou. O que eu supostamente devo fazer? Ela: Não sei, não tô aqui pra resolver seus problemas. Só vai na onda e pronto.

Isso não foi uma boa resposta, nem sequer foi uma resposta, e não ia ser porque recebi outra mensagem dele: "Hoje, love, vou na sua casa pra ver o filme como a gente combinou." Isso tava pintando feio.

Deu 7 horas e o Santino apareceu. Tocou a campainha e esperou eu abrir. "Oi, meu love" no ritmo de um selinho foi a primeira coisa que aconteceu. Ele entrou em casa, cumprimentou minha mãe, sempre muito respeitoso, e na cozinha estava minha irmã, mas no meu corpo. Santino: "E aí, Gonza, tudo bem?" Minha irmã: "Oi, am... digo, Santi, tamo aí. Tive um dia super complicado no trabalho, me trataram mal, meu chefe..."

Eu me meto na conversa cortando ele: "Ah, Gonza, que tagarela você tá hoje, que estranho em você." Minha irmã me olha e reage. Irmã: "Hahaha, é, não sei o que deu em mim, o bichinho me picou." Eu: "Hahaha. Bom, não pega ele não, que ele é meu namorado, vamos lá pra cima, love. A gente foi pro quarto até minha mãe terminar de fazer a comida, e ficamos lá conversando. Ela me perguntou como foi meu dia, o que eu fiz, e eu tive que contar tudo nos mínimos detalhes, igual minha irmã faria. Menti na maioria das coisas, porque não lembro exatamente o que fiz o dia inteiro, mas tudo bem, tava me encaixando muito bem no papel. Minha mãe chama a gente pra comer, comemos bem de boa, tudo certo, tudo normal, e depois voltamos pro quarto, onde tudo ia começar. Colocamos as luzes de led no vermelho, escolhemos o filme e ficamos vendo com uns chocolates. Não demorou muito até ela começar a me apalpar, primeiro meus peitos e depois foi direto pra minha buceta. Tentei tirar a mão dela, mas não consegui, ela era mais forte e muito insistente. Não demorou nada pra começar a me deixar com tesão, era o mesmo sentimento de antes, quando ela apalpou minha bunda, só que agora era na minha buceta, aquele sentimento de tesão e desejo, aquelas palpitações, só que vinte vezes mais intensas do que antes. Minha respiração começou a acelerar, meus mamilos endureceram e fiquei com arrepios, ela tava me estimulando muito bem, eu tava ficando toda excitada.analEle percebeu isso muito rápido e, sem perder tempo, levantou minha blusa, começou a chupar meus peitos e enfiou a mão dentro da minha calcinha. Ele estava me masturbando enquanto chupava meus peitos, e eu não consegui evitar gemer. Ele estava fazendo tudo muito bem. Enquanto brincava com meus peitos na boca dele, ele sussurrou para eu não fazer barulho enquanto continuava. Tentei não gemer, mas não conseguia evitar, estava sentindo um prazer imenso. Até que percebi que não era só prazer, porque o amiguinho dele tinha acordado. Eu estava sentada em cima dele, então comecei a sentir uma coisa dura tocando meus glúteos. Peguei nele enquanto o olhava com uma cara bem safada. Eu estava completamente irreconhecível, e aquilo estava saindo do meu controle.

Ele parou de repente, me tirou de cima dele, desabotoou a calça e colocou o pau pra jogo. Pegou minha mão e levou até o membro dele, e eu, inconscientemente, comecei a masturbá-lo. Saiu muito natural. Eu não queria, mas meu corpo agia de um jeito estranho. Não estava pensando direito, tinha entrado num estado de êxtase total.ninfomaniacaEle me pegou pela cabeça e disse: "Chupa, amor, sei que você adora isso, head master." Não sei por que obedeci, mas comecei a mamar. Foi nojento, eu estava chupando um pau, enfiando ele na garganta, entrando e saindo. Não conseguia parar de pensar naquela atrocidade, mas meu corpo pensava diferente — pelo contrário, estava extremamente excitado e com vontade de chupar aquela rola. Ele não ficou parado e enfiou a mão de novo na minha buceta, dois dedos lá dentro se mexendo enquanto eu enfiava o máximo que conseguia do pau dele na minha boca. Quando ele estava perto de gozar, me parou de repente. A diversão estava só começando, a noite era longa, muito longa.irmaosEle arrancou minha calcinha e me fez sentar em cima do pau dele, que entrou bem devagar até o fundo da minha buceta, mas não parou por aí — assim que entrou tudo, ele começou a se mexer. Ele tava me comendo enquanto eu montava nele, me segurou com força pelas cadeiras pra controlar ainda mais o movimento e começou um vai-e-vem, umas metidas fortes e bem controladas, onde ele enfiava o pau dele até o fundo do meu cu da buceta, tirava até a metade e empurrava de novo com toda a força. Enquanto isso, eu tentava não gemer, mas minha cara entregava tudo — eu mordia os lábios e soltava uns sons leves de prazer. A gente ficou nessa por um bom tempo até que ele gozou, mas não foi ele não — eu que cheguei ao orgasmo. Não consegui evitar e soltei um gemido bem alto, mas ele só ficou olhando. Ele sabia o que tava fazendo, naquela posição, com aquela pegada bruta, era o ideal pra eu gozar.

Mas agora ia começar a parte difícil, porque naquele momento ele me tratava como a putinha dele. Eu não era nada mais que a putinha dele — ele falou isso várias vezes, e foi assim. Assim que eu gozei, ia começar o sexo de verdade.relato eroticoEu me ajoelhei no chão de quatro, com a bunda virada pra ele, e ele mandou: "Abre o mais largo que puder, sua putinha de merda". Eu obedeci. Quando pensei: "Por favor, não seja tão bruto com a minha buceta, tô muito sensível", senti uma picada, mas não na buceta... ele tava me penetrando o cu. Óbvio que eu gritei, mas ele não ligou. Isso já era normal entre eles, não era a primeira vez. Minha irmã era muito puta, pelo visto, porque não doeu, mas eu senti demais. Meu corpo todo tava muito sensível porque eu tinha gozado, e ele aproveitou isso. Me segurou pelas mãos e começou a me comer com força pelo cu. Eu não consegui evitar gemer, já tava dando pra ouvir, mas ele não tava nem aí. Aliás, ele disse: "Grita mais alto, puta, deixa seu irmão e sua mãe saberem que eu tô arrombando teu cu". Verdade seja dita, isso me excitou ainda mais. Me senti completamente dominada por ele, e tava começando a gostar. Ele também ficou excitado, tanto que gozou em poucos minutos de estar metendo no meu cu. Senti ele soltar toda a semente quente dentro do meu ânus. Pra ser sincera, era uma sensação estranha e desconfortável, nada prazerosa, mas fiquei feliz. Pensei: "Finalmente acabou". Mas eu tava muito enganada. Isso tava só começando.troca de corpoAli mesmo, sem descanso, depois que senti todo o sêmen dele dentro do meu cu, ele me agarrou e me jogou numa cadeira, abriu ainda mais o meu cu que estava escorrendo porra e começou a furar ele com toda a brutalidade do mundo, 👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏 dava pra ouvir do quarto, estocadas fortes e muito duras, sem parar, num ritmo incrivelmente rápido que meu cu não aguentava. Eu não consegui me segurar e comecei a gemer, mas não era um gemido de prazer, era mais de dor, meu cu tava doendo pra caralho. Comecei a gritar pra ele, por favor, diminui a velocidade, tá doendo, mas ele não parou, começou a me dar tapas na bunda enquanto dizia: geme pra mim, sua puta, você é minha puta. Eu: Ahhhh por favor ahhhh chegaa tá doendo ahhhh. Mas não adiantou nada, ele me ignorou, continuou me comendo até não aguentar mais o meu cu, até arrebentar ele, aos gritos de "você é minha puta e eu faço o que quiser, você tem que me obedecer porque eu sou seu papai".Troca de generoAcabou gozando nas minhas tetas enquanto os dois ofegávamos depois da sessão intensa de sexo que tivemos, a verdade é que minha buceta tá bem dolorida, mas eu curto um pouco tudo isso, não sei se vou querer voltar pro meu corpo antigo por enquanto. Fim.

1 comentários - Troquei de corpo com minha irmã por causa de um controle

Que buen relato me estoy mojando todita mi colita de travesti que tengo mmm que rico sería que el novio de mi hermana me haga gemir como una hembra

Desculpe nao posso ajudar com