Hoje trouxe essa lembrança porque veio na minha mente ontem à noite enquanto tomava banho e acabei fazendo uma punheta deliciosa que meus males queriam saber o motivo kkkk.
Na diagonal do nosso prédio fica a verdureira da tia Teresa. Teresa é uma mulher de 55 anos que me conhece desde que eu tava na barriga da minha mãe. Me viu crescer porque sempre compramos lá e foi minha primeira aventura de menina de ir comprar sozinha enquanto minha mãe me atravessava a rua.
Casada com seu Arturo, um italiano fechado que me diverte com o ítalo-espanhol mal falado. São gente boa pra caralho. Têm três filhos grandes que foram saindo do bairro conforme iam casando. Teresa sempre me chamou de ruivinha e quando vou comprar ela fala "se serve, é de casa, red hair".
Numa quinta-feira, e talvez por isso a lembrança veio, chovia pra caralho e eu voltava da facul encharcada por não ter levado guarda-chuva. Caiu um toró que parecia o fim do mundo e me obrigou a entrar na verdureira.
"Olha como você tá molhaaada!!!" Teresa falou. "Vem, nene, foda-se, pra se secar."
Falei pra ela não se preocupar que era só atravessar a rua até o apê. "Você vai ficar doente, rabinho, vem" ela disse me apontando pra parte de trás do balcão onde tem um banheirinho. Entrei porque realmente a água escorria por todo lado.
Teresa me ofereceu uma toalha e me sequei o máximo que pude. Senti que ela baixou a cortina do mercado e percebi que já eram mais de 7 da tarde e eu tava atrapalhando. Teresa abre cedo e fecha cedo. Agradeci e me desculpei pela hora.
"Cala a boca, nene, você é como uma filha, te conheço de fralda" ela disse me repreendendo. "Vou fazer um chá pra você."
Falei que não precisava, que tava na frente de casa, mas Teresa insistiu e achei feio recusar depois de ter incomodado tanto. Ela colocou a chaleira no fogo e, pegando a toalha, começou a secar a parte de trás do meu cabelo. "Toda molhada você tá!!! Como você teve coragem de sair assim?" me repreendeu porque eu tava só de regata. De repente, sem nada que fizesse prever, ela passou a ponta de um dedo. sobre o mamilo por baixo da camiseta.
Olha como tão esses mamilos, viu, cê tá com frio, ela falou natural, disfarçando muito bem a intenção de ter me apalpado. Sem se abalar, serviu o chá.
Eu tinha ficado confusa. A Teresa percebeu e aproveitou minha confusão. Como você cresceu, Agustina, essas tetas são uma loucura, acompanhou as palavras beijando meu pescoço por trás. Juro por tudo que não esperava. Eu já tinha experiências bissexuais e fiquei quietinha deixando ela fazer.
Cê gosta como a tere girl gostosa te acaricia? a voz dela de tesão era entrecortada. Cê me deixa louca, sabia?, ela falou já pegando descaradamente nas minhas duas tetas. Nessa altura minha buceta já tava super molhada.
A Teresa era suave e o apalpação dela era carinhoso.
Eu me virei e beijei ela na boca. Sabia que cê gostava, por que não me animei antes, sua piranha, ela falou enquanto tentava liberar minhas tetas. Quando meus peitos pularam pra fora, ela suspirou e encheu a boca chupando eles. Levantei a parte da frente do vestido dela e meti minha mão por baixo da calcinha começando a punhetar ela.
Ela tem a buceta grande e de lábios grossos. Me surpreendi na idade dela que fosse toda depiladinha. Meus dedos entraram e as pernas dela amoleceram. Apoiei ela contra o balcão. Chupa minha buceta, bebota, chupa, não me deixa assim, ela pediu.
Eu me ajoelhei, me meti por baixo do vestido dela e chupei o grelo com tesão. A Teresa tirou uma teta pra fora e ficava chupando enquanto eu comia a buceta e o cu dela.
Assim, gostosa, assimmmmm! O gozo dela foi lindo.
Ela apertou minha cara contra a buceta dela como se quisesse que eu me enfiasse dentro.
Saí de baixo do vestido dela e beijei ela passando os sucos dela.
A Teresa tava fora de si e pediu: tira a roupa, quero te ver toda e chupar a melhor bunda de Boedo. Tirei tudo. A Teresa suspirava e me fazia girar examinando meu corpo todo.
Que pedaço de mulher que cê é, ruiva! Valeu por transar comigo, ela falou enfiando a língua na minha boca. Ela me fez subir no balcão e abrir bem as pernas. Me começou a chupar desde os peitos, descendo devagar pelo meu corpo. A língua dela saboreava cada pedaço da minha pele. Me lambeu as axilas, me deixando louca. A língua dela brincou no meu umbigo e, quando chegou na minha buceta, me fez ver o céu. Juro que ninguém me chupou assim a buceta e o cu. Ela enfiou 3 dedos no meu cu e a boca e a língua dela se dedicaram à minha buceta. Quando meus espasmos pré-gozo começaram, ela sugou meu clitóris feito ventosa e me obrigou a banhá-la de sucos. Eu não parava de gozar e ela não parava de chupar. Quando não tinha mais sucos, ela subiu pra beijar minha boca. Durante um ano, fui a putinha dela. Nas terças, quando seu Artur ia jogar bisca com os amigos, a gente trepava na casa dele. A Tere ficou doente e, somado à pandemia, a gente parou de transar. Mas até hoje ela foi minha melhor amante lésbica.
Na diagonal do nosso prédio fica a verdureira da tia Teresa. Teresa é uma mulher de 55 anos que me conhece desde que eu tava na barriga da minha mãe. Me viu crescer porque sempre compramos lá e foi minha primeira aventura de menina de ir comprar sozinha enquanto minha mãe me atravessava a rua.
Casada com seu Arturo, um italiano fechado que me diverte com o ítalo-espanhol mal falado. São gente boa pra caralho. Têm três filhos grandes que foram saindo do bairro conforme iam casando. Teresa sempre me chamou de ruivinha e quando vou comprar ela fala "se serve, é de casa, red hair".
Numa quinta-feira, e talvez por isso a lembrança veio, chovia pra caralho e eu voltava da facul encharcada por não ter levado guarda-chuva. Caiu um toró que parecia o fim do mundo e me obrigou a entrar na verdureira.
"Olha como você tá molhaaada!!!" Teresa falou. "Vem, nene, foda-se, pra se secar."
Falei pra ela não se preocupar que era só atravessar a rua até o apê. "Você vai ficar doente, rabinho, vem" ela disse me apontando pra parte de trás do balcão onde tem um banheirinho. Entrei porque realmente a água escorria por todo lado.
Teresa me ofereceu uma toalha e me sequei o máximo que pude. Senti que ela baixou a cortina do mercado e percebi que já eram mais de 7 da tarde e eu tava atrapalhando. Teresa abre cedo e fecha cedo. Agradeci e me desculpei pela hora.
"Cala a boca, nene, você é como uma filha, te conheço de fralda" ela disse me repreendendo. "Vou fazer um chá pra você."
Falei que não precisava, que tava na frente de casa, mas Teresa insistiu e achei feio recusar depois de ter incomodado tanto. Ela colocou a chaleira no fogo e, pegando a toalha, começou a secar a parte de trás do meu cabelo. "Toda molhada você tá!!! Como você teve coragem de sair assim?" me repreendeu porque eu tava só de regata. De repente, sem nada que fizesse prever, ela passou a ponta de um dedo. sobre o mamilo por baixo da camiseta.
Olha como tão esses mamilos, viu, cê tá com frio, ela falou natural, disfarçando muito bem a intenção de ter me apalpado. Sem se abalar, serviu o chá.
Eu tinha ficado confusa. A Teresa percebeu e aproveitou minha confusão. Como você cresceu, Agustina, essas tetas são uma loucura, acompanhou as palavras beijando meu pescoço por trás. Juro por tudo que não esperava. Eu já tinha experiências bissexuais e fiquei quietinha deixando ela fazer.
Cê gosta como a tere girl gostosa te acaricia? a voz dela de tesão era entrecortada. Cê me deixa louca, sabia?, ela falou já pegando descaradamente nas minhas duas tetas. Nessa altura minha buceta já tava super molhada.
A Teresa era suave e o apalpação dela era carinhoso.
Eu me virei e beijei ela na boca. Sabia que cê gostava, por que não me animei antes, sua piranha, ela falou enquanto tentava liberar minhas tetas. Quando meus peitos pularam pra fora, ela suspirou e encheu a boca chupando eles. Levantei a parte da frente do vestido dela e meti minha mão por baixo da calcinha começando a punhetar ela.
Ela tem a buceta grande e de lábios grossos. Me surpreendi na idade dela que fosse toda depiladinha. Meus dedos entraram e as pernas dela amoleceram. Apoiei ela contra o balcão. Chupa minha buceta, bebota, chupa, não me deixa assim, ela pediu.
Eu me ajoelhei, me meti por baixo do vestido dela e chupei o grelo com tesão. A Teresa tirou uma teta pra fora e ficava chupando enquanto eu comia a buceta e o cu dela.
Assim, gostosa, assimmmmm! O gozo dela foi lindo.
Ela apertou minha cara contra a buceta dela como se quisesse que eu me enfiasse dentro.
Saí de baixo do vestido dela e beijei ela passando os sucos dela.
A Teresa tava fora de si e pediu: tira a roupa, quero te ver toda e chupar a melhor bunda de Boedo. Tirei tudo. A Teresa suspirava e me fazia girar examinando meu corpo todo.
Que pedaço de mulher que cê é, ruiva! Valeu por transar comigo, ela falou enfiando a língua na minha boca. Ela me fez subir no balcão e abrir bem as pernas. Me começou a chupar desde os peitos, descendo devagar pelo meu corpo. A língua dela saboreava cada pedaço da minha pele. Me lambeu as axilas, me deixando louca. A língua dela brincou no meu umbigo e, quando chegou na minha buceta, me fez ver o céu. Juro que ninguém me chupou assim a buceta e o cu. Ela enfiou 3 dedos no meu cu e a boca e a língua dela se dedicaram à minha buceta. Quando meus espasmos pré-gozo começaram, ela sugou meu clitóris feito ventosa e me obrigou a banhá-la de sucos. Eu não parava de gozar e ela não parava de chupar. Quando não tinha mais sucos, ela subiu pra beijar minha boca. Durante um ano, fui a putinha dela. Nas terças, quando seu Artur ia jogar bisca com os amigos, a gente trepava na casa dele. A Tere ficou doente e, somado à pandemia, a gente parou de transar. Mas até hoje ela foi minha melhor amante lésbica.
4 comentários - Toca da Teresa (memória real)